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O quê?
Quando?
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Para quê?
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O quê?
• LE Q339 – Escravidão de que o Espírito se liberta por ocasião
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restitua subitamente a liberdade. Aqueles dois estados se
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se quebram, como a lâmpada que se apaga por falta de óleo.
• LE, Q154 - O corpo quase sempre sofre mais durante a vida
do que no momento da morte, sendo que os sofrimentos que
algumas vezes se experimentam no instante da morte são um
gozo para o Espírito, que vê chegar o termo do seu exílio.
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a vida orgânica, e não da alma.
• No instante da morte, o desprendimento do perispírito não
se completa de súbito, mas gradualmente e com uma
lentidão muito variável:
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desprendimento, mesmo durante a vida do corpo, tornando-o
quase instantâneo, sendo libertação!
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mais o Espírito se haja identificado com a matéria, podendo ser
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horror da decomposição (em situações excecionais)
HarryOldfield
Quando?
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Por quê? Para quê?
Ao contrário do que se pensa, a morte por
doença é uma BÊNÇÃO!
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espiritual (como sejam as toxinas dos vícios)
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Enfermidade
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Nas mortes violentas advém de “necessidade“
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espiritualmente, ainda antes que fisicamente
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na ausência de “culpa” sofre “queima rápida”
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se haja completado o tempo de vida programado, pelo que a
separação é dolorosa
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corpo (decomposição mesmo) sobre o espiritual
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• No momento da morte corpórea, o Espírito entra em perturbação,
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Gradualmente a perturbação se dissipa, qual se saisse de um
profundo sono; a sua primeira sensação é a de libertação de seu
fardo carnal; depois vem a surpresa como se com membro membro
doente acordasse de anestesia, noutro lugar e desembaraçado do
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moralidade intacta (faculdades, ideias, gostos, tendências, caráter).
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• No momento da concepção o Espírito é preso ao corpo por uma
corrente fluídica e a perturbação (suas idéias se tornam confusas,
suas faculdades se anulam) se apodera do Espírito e vai crescendo
à medida que o laço se aperta, sendo completa nos últimos tempos
de gestaçãode sorte que o Espírito jamais é testemunha do
nascimento de seu corpo, qt não o é da sua morte.
• A partir do momento em que a criança respira, a perturbação se
dissipa pouco a pouco, as idéias retornam gradual, lenta, e
sucessivamente desenvolvendo-se pelo exercício, o que, explica o
esquecimento das existências precedentes, ao passo que, na morte
do corpo, a lembrança da vida que vem de deixar é completa ao
despertar.
Como é vivido?
A DESENCARNAÇÃO DE GODOFREDO
mortes
violentas
por suicídio,
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Surpreendido de improviso pela morte, o Espírito fica atordoado
com a brusca mudança que nele se operou; e como considera a
morte como aniquilamento mas pensa, vê e ouve, tem corpo
semelhante… tem a sensação de não estar morto:
vê o seu corpo, reconhece que é seu, mas não compreende que se
ache separado dele. Acerca-se das pessoas a quem estima, fala-
lhes e não percebe por que elas não o ouvem. Assiste ao seu
enterro como se fora o de um estranho, até ao momento em que
compreende a verdade.
Semelhante ilusão prolonga-se até ao completo desprendimento
do perispírito. Só então o Espírito se reconhece como tal e
compreende que não pertence mais ao número dos vivos.
Para o homem de bem, que se conserva calmo, é em tudo
semelhante às fases de um tranquilo despertar…
Nos casos de morte coletiva, nem todos os que perecem ao mesmo
tempo tornam a ver-se logo. Presas da perturbação que se segue à
morte, cada um vai para seu lado, ou só se preocupa com os que lhe
interessam; sendo também acolhido pelos seus familiares.
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Um torpor paralisante neutraliza as
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conscientemente o derradeiro momento.
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O despertar para a condição de
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O despertar para a condição de
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No enterro…
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brilham para ela como raios na névoa que a envolve:
ajudam-na a soltar-se dos últimos laços que a
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imersa.” Léon Dennis
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“As preces pelos espíritos que acabam de deixar a Terra (…)
ajudam-nos a libertar-se das ligações terrenas, abreviando a
perturbação que se segue SEMPRE á separação do corpo,
tornando mais calmo o seu despertar.” ESE, XXVIII, 59
Visita ao sepulcro…
“ é a prece que santifica o ato de lembrar… pouco importa o
lugar se a lembrança é ditada pelo coração.” LE,Q323
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A desencarnação

  • 2. O quê? • LE Q339 – Escravidão de que o Espírito se liberta por ocasião da morte (biológica) • LE, Q155 – Desprendimento da alma ao corpo, (quando) rotos os laços que o retinham a ela. O desprendimento é gradual - não se escapa como um pássaro cativo a que se restitua subitamente a liberdade. Aqueles dois estados se tocam e confundem, de sorte que o Espírito se solta pouco a pouco dos laços que o prendiam. Estes laços se desatam, não se quebram, como a lâmpada que se apaga por falta de óleo. • LE, Q154 - O corpo quase sempre sofre mais durante a vida do que no momento da morte, sendo que os sofrimentos que algumas vezes se experimentam no instante da morte são um gozo para o Espírito, que vê chegar o termo do seu exílio.
  • 3. Morte ≠ Desencarnação • morte é a destruição do corpo somente, quando cessa neste a vida orgânica, e não da alma. • No instante da morte, o desprendimento do perispírito não se completa de súbito, mas gradualmente e com uma lentidão muito variável: – para uns a elevação dos pensamentos opera um começo de desprendimento, mesmo durante a vida do corpo, tornando-o quase instantâneo, sendo libertação! – para outros leva dias, semanas e até meses… tanto mais quanto mais o Espírito se haja identificado com a matéria, podendo ser muito penosa, porquanto o Espírito chega a experimentar o horror da decomposição (em situações excecionais) HarryOldfield
  • 6.
  • 7. Por quê? Para quê? Ao contrário do que se pensa, a morte por doença é uma BÊNÇÃO! Permite o tempo para repensar a vida, os valores, os ideais, perdoar e ser perdoado Expurga as energias deletérias do organismo espiritual (como sejam as toxinas dos vícios) Idade/ Enfermidade
  • 8. Por quê? Para quê? Nas mortes violentas advém de “necessidade“ cármica, sendo sempre assistido espiritualmente, ainda antes que fisicamente O fluido vital sadio dificulta o desligamento mas na ausência de “culpa” sofre “queima rápida” Acidente Homicídio
  • 9. Por quê? Para quê? No suicídio não se dá o rompimento do cordão de prata até que se haja completado o tempo de vida programado, pelo que a separação é dolorosa Prende-o qual algema e provoca a repercussão das sensações do corpo (decomposição mesmo) sobre o espiritual Após o desligamento segue para o Vale dos Suicídas ao qual se prende pela raiva, desejo de vingança e remorso É recolhido logo que se dispõe a ser ajudado Suicídio
  • 10. Como? Em geral, da porção caudal à região cefálica
  • 11. O estado de perturbação pode durar muitos anos, até séculos e pode configurar um quadro de sofrimento severo com angústia e temores acerbos.
  • 12. • No momento da morte corpórea, o Espírito entra em perturbação, pelo que jamais é testemunha do seu último suspiro. Gradualmente a perturbação se dissipa, qual se saisse de um profundo sono; a sua primeira sensação é a de libertação de seu fardo carnal; depois vem a surpresa como se com membro membro doente acordasse de anestesia, noutro lugar e desembaraçado do membro que o fazia sofrer; mas mantendo sua intelectualidade e moralidade intacta (faculdades, ideias, gostos, tendências, caráter). • Na reencarnação, as coisas se passam de modo contrário. • No momento da concepção o Espírito é preso ao corpo por uma corrente fluídica e a perturbação (suas idéias se tornam confusas, suas faculdades se anulam) se apodera do Espírito e vai crescendo à medida que o laço se aperta, sendo completa nos últimos tempos de gestaçãode sorte que o Espírito jamais é testemunha do nascimento de seu corpo, qt não o é da sua morte. • A partir do momento em que a criança respira, a perturbação se dissipa pouco a pouco, as idéias retornam gradual, lenta, e sucessivamente desenvolvendo-se pelo exercício, o que, explica o esquecimento das existências precedentes, ao passo que, na morte do corpo, a lembrança da vida que vem de deixar é completa ao despertar.
  • 13. Como é vivido? A DESENCARNAÇÃO DE GODOFREDO mortes violentas por suicídio, suplício, acidente, apoplexia, ferimentos, etc.
  • 14.
  • 15.
  • 16.
  • 17.
  • 18.
  • 19.
  • 20.
  • 21. Surpreendido de improviso pela morte, o Espírito fica atordoado com a brusca mudança que nele se operou; e como considera a morte como aniquilamento mas pensa, vê e ouve, tem corpo semelhante… tem a sensação de não estar morto: vê o seu corpo, reconhece que é seu, mas não compreende que se ache separado dele. Acerca-se das pessoas a quem estima, fala- lhes e não percebe por que elas não o ouvem. Assiste ao seu enterro como se fora o de um estranho, até ao momento em que compreende a verdade. Semelhante ilusão prolonga-se até ao completo desprendimento do perispírito. Só então o Espírito se reconhece como tal e compreende que não pertence mais ao número dos vivos.
  • 22. Para o homem de bem, que se conserva calmo, é em tudo semelhante às fases de um tranquilo despertar…
  • 23. Nos casos de morte coletiva, nem todos os que perecem ao mesmo tempo tornam a ver-se logo. Presas da perturbação que se segue à morte, cada um vai para seu lado, ou só se preocupa com os que lhe interessam; sendo também acolhido pelos seus familiares.
  • 24. O instante do desligamento Um torpor paralisante neutraliza as sensações da alma que nunca testemunha conscientemente o derradeiro momento.
  • 25. O despertar para a condição de espírito desencarnado
  • 26. O despertar para a condição de espírito desencarnado
  • 27. O despertar para a condição de espírito desencarnado
  • 28. No enterro… O irmão desencarnado pede a caridade da prece e do silêncio em ato de respeito e dignidade humana.
  • 29. A prece… “No estado de perturbação a alma tem consciência dos pensamentos que se lhe dirigem. Os pensamentos de amor e caridade, as vibrações dos corações afetuosos brilham para ela como raios na névoa que a envolve: ajudam-na a soltar-se dos últimos laços que a acorrentam à Terra, a sair da sombra em que está imersa.” Léon Dennis
  • 30. A prece… “As preces pelos espíritos que acabam de deixar a Terra (…) ajudam-nos a libertar-se das ligações terrenas, abreviando a perturbação que se segue SEMPRE á separação do corpo, tornando mais calmo o seu despertar.” ESE, XXVIII, 59
  • 31. Visita ao sepulcro… “ é a prece que santifica o ato de lembrar… pouco importa o lugar se a lembrança é ditada pelo coração.” LE,Q323
  • 32.
  • 33. João VIII:51 Em verdade, em verdade vos digo que, se alguém guardar a minha palavra, nunca verá a morte. A saudade somente constrói quando associada ao labor do bem!