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Rebelva, 03 de Janeiro de
Informação
não confirmada
Definição
⎖ Qualidade de quem é maledicente
(Que ou quem costuma falar mal
dos outros)
⎖ Acto de dizer mal = difamação,
murmuração
https://www.priberam.pt/dlpo/
Conceitos
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Maledicente
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⎖ Instrumento valioso é a palavra, doação divina, para o
elevado ministério do intercâmbio entre os homens
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⎖ A palavra útil […] será sempre uma luz no quadro que vives.
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“O homem bom tira boas coisas do bom tesouro do seu coração, e o homem
mau do mau tesouro tira coisas más.
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dar conta no dia do juízo.
Porque por tuas palavras serás justificado, e por tuas palavras serás
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Convites da Vida | cap. 35
É repreensível notar as
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⎖ Tudo depende da intenção. [...] O erro está no fazer-se que a
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desacreditando-o, sem necessidade, na opinião geral
⎖ Dá-se inteiramente o contrário quando, estendendo sobre o mal
um véu, para que o público não o veja, aquele que note os
defeitos do próximo o faça em seu proveito pessoal, isto é, para
se exercitar em evitar o que reprova nos outros
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⎖ Incorrerá em grande culpa, se o fizer para os criticar e divulgar, porque será
faltar com a caridade
⎖ Se o fizer, para tirar daí proveito, para evitá-los, tal estudo poderá ser-lhe de
alguma utilidade. Importa, porém, não esquecer que a indulgência para
com os defeitos de outrem é uma das virtudes contidas na caridade
⎖ Antes de censurardes as imperfeições dos outros, vede se de vós não poderão
dizer o mesmo. Tratai, pois, de possuir as qualidades opostas aos defeitos que
criticais no vosso semelhante
O Livro dos Espíritos | Q903
É repreensível notar as
imperfeições dos outros?
“Não saia da vossa boca nenhuma palavra torpe,
mas só a que for boa para promover a edificação,
para que dê graça aos que a ouvem.”
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os outros?
⎖ [...] cada um de vós deve trabalhar pelo progresso de todos e,
sobretudo, daqueles cuja tutela vos foi confiada. Mas, por isso
mesmo, deveis fazê-lo (a repreensão) com moderação, para um
fim útil, e não, como as mais das vezes, pelo prazer de denegrir.
⎖ Neste último caso, a repreensão é uma maldade; no primeiro, é
um dever que a caridade manda seja cumprido com todo o
cuidado possível.
O Evangelho Segundo o Espiritismo | cap. 10
“Se teu irmão pecar, vai repreendê-lo entre tu e ele só.
Se ele te ouvir, salvaste a teu irmão.”
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alguém?
⎖ É muito delicada esta questão e, para resolvê-la, necessário se
torna apelar para a caridade bem compreendida.
⎖ Se as imperfeições de uma pessoa só a ela prejudicam,
nenhuma utilidade haverá nunca em divulgá-la.
⎖ Se, porém, podem acarretar prejuízo a terceiros, deve-se
atender de preferência ao interesse do maior número.
⎖ Segundo as circunstâncias, desmascarar a hipocrisia e a
mentira pode constituir um dever, pois mais vale caia um
homem, do que virem muitos a ser suas vítimas. Em tal caso,
deve-se pesar a soma das vantagens e dos inconvenientes.
O Evangelho Segundo o Espiritismo | cap. 10
Maledicência como
vingança
⎖ Quando o ódio, ataca na honra e nas afeições; e não recua diante da
calúnia e suas pérfidas insinuações, habilmente são espalhadas a
todos os ventos, e se vão avolumando pelo caminho
⎖ Em consequência, quando o perseguido se apresenta nos lugares por
onde passou o sopro do perseguidor, espanta-se de dar com
semblantes frios, em vez de fisionomias amigas e benevolentes que
outrora o acolhiam
⎖ Fica estupefato quando mãos que se lhe estendiam, agora se recusam
a apertar as suas. Enfim, sente-se aniquilado, ao verificar que os seus
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a maledicência, a cólera e o ciúme, a censura e o sarcasmo, a
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⎖ A forma oculta o conteúdo. Ninguém pode julgar pelo exterior
⎖ Quando vier a tentação de acusar e apontar defeitos, lembra-te
das próprias necessidades e limitações e, fazendo todo o bem
possível ao teu alcance, avança na firme resolução de amar, e
despertarás, além das sombras da carne por onde segues, num
roteiro abençoado onde os corações felizes e livres buscam a
Vida Verdadeira
Lampadário Espírita | cap. 30
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Os três crivos
Certa feita, um homem esbaforido
achegou-se a Sócrates e
sussurrou-lhe aos ouvidos:
— Escuta, na condição de teu amigo,
tenho alguma coisa muito grave para
dizer-te, em particular...
— Espera!... – ajuntou o sábio prudente. Já
passaste o que me vais dizer pelos três crivos?
— Três crivos? – perguntou o visitante,
espantado.
— Sim, meu caro amigo, três crivos.
Observemos se tua confidência passou por
eles. O primeiro, é o crivo da verdade.
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pretendes comunicar?
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assegurar mesmo, não posso... Mas ouvi
dizer e... então...
— Exato. Decerto peneiraste o assunto pelo segundo
crivo, o da bondade. Ainda que não seja real o que
julga saber, será pelo menos bom o que me queres
contar? Hesitando, o homem replicou:
— Isso não... Muito pelo contrário...
— Ah! – tornou o sábio – então recorramos ao terceiro
crivo, o da utilidade, e notemos o proveito do que
tanto te aflige.
— Útil?!... – aduziu o visitante ainda agitado. –
Útil não é...
— Bem – rematou o filósofo num sorriso, – se o que
tens a confiar não é verdadeiro, nem bom e nem
útil, esqueçamos o problema e não te preocupes com
ele, já que nada valem casos sem edificação para
nós...
“Toda palavra torpe, como qualquer censura contumaz, faz-se
hábito negativo que culmina por envilecer o caráter de
quem com isso se compraz.
Enriquece o coração de amor e banha o cérebro com as luzes da
misericórdia divina e da sabedoria, a fim de que fales, e fales muito,
“o de que está cheio o coração”
Convites da Vida | cap. 35
Bibliografia
⎖ O Livros dos Espíritos – Allan Kardec
⎖ O Evangelho Segundo o Espiritismo – Allan Kardec
⎖ Fonte Viva – Chico Xavier | Emmanuel
⎖ Leis de Amor – Chico Xavier | Emmanuel
⎖ Aulas da Vida – Chico Xavier | Irmão X
⎖ Instruções Psicofónicas – Chico Xavier | André Luiz
⎖ Agenda Cristã – Chico Xavier | André Luiz
⎖ Convites da Vida – Divaldo Franco | Joanna de
Ângelis
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Maledicência

  • 1. Rebelva, 03 de Janeiro de
  • 3. Definição ⎖ Qualidade de quem é maledicente (Que ou quem costuma falar mal dos outros) ⎖ Acto de dizer mal = difamação, murmuração https://www.priberam.pt/dlpo/
  • 4. Conceitos ⎖ A maledicência é um tóxico sutil que pode conduzir […] a imensos disparates. ⎖ Quem sorva semelhante veneno é, acima de tudo, servo da tolice, mas sabemos, igualmente, que muitos desses tolos estão a um passo de grandes desventuras íntimas. Fonte Viva | cap. 151
  • 5. Conceitos ⎖ É a cultura de inutilidade em solo apodrecido ⎖ Maldizer significa destruir ⎖ O maledicente é o atormentado que se debate nas lavas da própria inferioridade Lampadário Espírita | Cap. 30
  • 6. “Irmãos, não faleis mal uns dos outros. Quem fala mal de um irmão, fala mal da lei e julga a lei e, se tu julgas a lei, já não és observador da lei, mas juiz.” (Tiago, 4:11)
  • 7. Maledicente ⎖ Deixam escapar todo o fel envenenado que lhes transborda do íntimo ⎖ Enxergam apenas os defeitos, os pontos frágeis e as zonas enfermiças das pessoas de boa-vontade ⎖ Tecem longos comentários no exame de úlceras alheias, ao invés de curá-las ⎖ Eliminam precioso tempo em palestras compridas e ferinas, enegrecendo as intenções dos outros Fonte Viva | cap. 51
  • 8. Maledicente ⎖ Sobrecarregam a imaginação de quadros deprimentes, nos domínios da suspeita e da intemperança mental ⎖ Queixam-se de tudo e de todos ⎖ Projetam emanações entorpecentes de má-fé, estendendo o desânimo e a desconfiança contra a prosperidade da santificação, por onde passam, crestando as flores da esperança e aniquilando os frutos imaturos da caridade Fonte Viva | cap. 51
  • 9. “… Porque a sua boca fala o de que está cheio o coração” (Lucas, 6:45 / Mateus, 12:34)
  • 10. A palavra ⎖ Instrumento valioso é a palavra, doação divina, para o elevado ministério do intercâmbio entre os homens ⎖ A palavra, não poucas vezes, se converte em: ⎖ estilete da impiedade, ⎖ em lâmina da maledicência, ⎖ em bisturi da revolta e ⎖ golpeia às cegas ao império das torpes paixões Convites da Vida | cap. 35
  • 11. A palavra ⎖ A palavra útil […] será sempre uma luz no quadro que vives. Fonte Viva | cap. 151 ⎖ Palavra delituosa → fermento de incompreensão → epidemia de maledicência → apontamentos ingratos → calúnia → observações impróprias → discórdia, perturbação, desânimo e enfermidade → conflitos e desvarios → aflição e ruína, guerra e morte. Instruções Psicofónicas| cap. 9
  • 12. “O homem bom tira boas coisas do bom tesouro do seu coração, e o homem mau do mau tesouro tira coisas más. Mas eu vos digo que de toda a palavra ociosa que os homens disserem hão de dar conta no dia do juízo. Porque por tuas palavras serás justificado, e por tuas palavras serás condenado.” (Mateus, 12:35-37)
  • 13. Onde começa? ⎖ A maledicência começa na palavra do reproche inoportuno. Convites da Vida | cap. 35
  • 14. É repreensível notar as imperfeições dos outros? ⎖ Tudo depende da intenção. [...] O erro está no fazer-se que a observação redunde em detrimento do próximo, desacreditando-o, sem necessidade, na opinião geral ⎖ Dá-se inteiramente o contrário quando, estendendo sobre o mal um véu, para que o público não o veja, aquele que note os defeitos do próximo o faça em seu proveito pessoal, isto é, para se exercitar em evitar o que reprova nos outros O Evangelho Segundo o Espiritismo | cap. 10
  • 15. ⎖ Incorrerá em grande culpa, se o fizer para os criticar e divulgar, porque será faltar com a caridade ⎖ Se o fizer, para tirar daí proveito, para evitá-los, tal estudo poderá ser-lhe de alguma utilidade. Importa, porém, não esquecer que a indulgência para com os defeitos de outrem é uma das virtudes contidas na caridade ⎖ Antes de censurardes as imperfeições dos outros, vede se de vós não poderão dizer o mesmo. Tratai, pois, de possuir as qualidades opostas aos defeitos que criticais no vosso semelhante O Livro dos Espíritos | Q903 É repreensível notar as imperfeições dos outros?
  • 16. “Não saia da vossa boca nenhuma palavra torpe, mas só a que for boa para promover a edificação, para que dê graça aos que a ouvem.” (Efésios, 4:29)
  • 17. É permitido repreender os outros? ⎖ [...] cada um de vós deve trabalhar pelo progresso de todos e, sobretudo, daqueles cuja tutela vos foi confiada. Mas, por isso mesmo, deveis fazê-lo (a repreensão) com moderação, para um fim útil, e não, como as mais das vezes, pelo prazer de denegrir. ⎖ Neste último caso, a repreensão é uma maldade; no primeiro, é um dever que a caridade manda seja cumprido com todo o cuidado possível. O Evangelho Segundo o Espiritismo | cap. 10
  • 18. “Se teu irmão pecar, vai repreendê-lo entre tu e ele só. Se ele te ouvir, salvaste a teu irmão.” (Mateus, 18:15)
  • 19. E divulgar o mal de alguém? ⎖ É muito delicada esta questão e, para resolvê-la, necessário se torna apelar para a caridade bem compreendida. ⎖ Se as imperfeições de uma pessoa só a ela prejudicam, nenhuma utilidade haverá nunca em divulgá-la. ⎖ Se, porém, podem acarretar prejuízo a terceiros, deve-se atender de preferência ao interesse do maior número. ⎖ Segundo as circunstâncias, desmascarar a hipocrisia e a mentira pode constituir um dever, pois mais vale caia um homem, do que virem muitos a ser suas vítimas. Em tal caso, deve-se pesar a soma das vantagens e dos inconvenientes. O Evangelho Segundo o Espiritismo | cap. 10
  • 20. Maledicência como vingança ⎖ Quando o ódio, ataca na honra e nas afeições; e não recua diante da calúnia e suas pérfidas insinuações, habilmente são espalhadas a todos os ventos, e se vão avolumando pelo caminho ⎖ Em consequência, quando o perseguido se apresenta nos lugares por onde passou o sopro do perseguidor, espanta-se de dar com semblantes frios, em vez de fisionomias amigas e benevolentes que outrora o acolhiam ⎖ Fica estupefato quando mãos que se lhe estendiam, agora se recusam a apertar as suas. Enfim, sente-se aniquilado, ao verificar que os seus mais caros amigos e parentes se afastam e o evitam ⎖ Covarde que se vinga assim é cem vezes mais culpado do que o que enfrenta o seu inimigo e o insulta em plena face. O Evangelho Segundo o Espiritismo | cap. 12
  • 21. “Amai os vossos inimigos; fazei o bem aos que vos odeiam e orai pelos que vos perseguem e caluniam” (Mateus, 5:20)
  • 22. Consequências ⎖ Todas as manifestações de sentimento aviltado quais sejam a calúnia e a maledicência, a cólera e o ciúme, a censura e o sarcasmo, a intemperança e a licenciosidade, estabelecem a comunicação espontânea com os poderes que os representa, nos círculos inferiores da natureza, criando distonias e enfermidades, em que se levantam fobias e fixações, desequilíbrios e psicoses, a evoluírem para a alienação mental declarada. Leis de Amor | cap. 5
  • 23. ⎖ O verbo mal conduzido é sempre a raiz escura de grande parte dos processos patogênicos que flagelam a Humanidade ⎖ A palavra deprimente é sarna invisível, complicando os problemas, enegrecendo o destino, retardando o progresso, desfazendo a paz, golpeando a fé e anulando a alegria ⎖ Se buscamos no mundo selecionar alimentos sadios, na segurança e aprumo do corpo, é indispensável escolher conversações edificantes, capazes de preservar a beleza e a harmonia de nossas almas Instruções Psicofónicas | Cap. 9 Consequências
  • 24. “O que contamina o homem não é o que entra na boca, mas o que sai da boca, isso é o que contamina o homem.” (Mateus, 15:11)
  • 25. ⎖ Se nos empenhamos em delitos de maledicência e calúnia, atravessamos vastos períodos de surdez ou mudez, precedidas ou seguidas por distonias correlatas. Leis de Amor, cap. 6 Consequências
  • 26. Como evitar? ⎖ Desculpa a fragilidade alheia, lembrando-te das próprias fraquezas ⎖ Evita a censura ⎖ Se desejas educar, reparar erros, não os abordes estando o responsável ausente Convites da Vida | cap. 35
  • 27. Como evitar? ⎖ Atendamos ao silêncio, onde não seja possível o concurso fraterno ⎖ Não converta seus ouvidos num paiol de boatos. A intriga é uma víbora que se aninhará em sua alma ⎖ Não transforme seus olhos em óculos da maledicência. As imagens que você corromper viverão corruptas na tela de sua mente Instruções Psicofónicas | cap. 9 Agenda Cristã | cap. 41
  • 28. Como evitar? ⎖ Caridade é bênção sublime a desdobrar-se em silencioso socorro. Volta as armas da tua oração e vigilância contra a praga da maledicência aparentemente ingênua, mas que destrói toda a região por onde prolifera. ⎖ Recusa a taça venenosa que a observação da impiedade coloca à tua frente ⎖ Desculpa o erro dos outros ⎖ É muito mais fácil informar-se erradamente do que atingir-se o fulcro da observação exata Lampadário Espírita | cap. 30
  • 29. Como evitar? ⎖ As aparências não expressam realidades ⎖ A forma oculta o conteúdo. Ninguém pode julgar pelo exterior ⎖ Quando vier a tentação de acusar e apontar defeitos, lembra-te das próprias necessidades e limitações e, fazendo todo o bem possível ao teu alcance, avança na firme resolução de amar, e despertarás, além das sombras da carne por onde segues, num roteiro abençoado onde os corações felizes e livres buscam a Vida Verdadeira Lampadário Espírita | cap. 30
  • 30. (Aulas da Vida | cap. 34) Os três crivos
  • 31. Certa feita, um homem esbaforido achegou-se a Sócrates e sussurrou-lhe aos ouvidos:
  • 32. — Escuta, na condição de teu amigo, tenho alguma coisa muito grave para dizer-te, em particular...
  • 33. — Espera!... – ajuntou o sábio prudente. Já passaste o que me vais dizer pelos três crivos? — Três crivos? – perguntou o visitante, espantado.
  • 34. — Sim, meu caro amigo, três crivos. Observemos se tua confidência passou por eles. O primeiro, é o crivo da verdade. Guardas absoluta certeza, quanto aquilo que pretendes comunicar?
  • 35. — Bem, ponderou o interlocutor, - assegurar mesmo, não posso... Mas ouvi dizer e... então...
  • 36. — Exato. Decerto peneiraste o assunto pelo segundo crivo, o da bondade. Ainda que não seja real o que julga saber, será pelo menos bom o que me queres contar? Hesitando, o homem replicou: — Isso não... Muito pelo contrário...
  • 37. — Ah! – tornou o sábio – então recorramos ao terceiro crivo, o da utilidade, e notemos o proveito do que tanto te aflige. — Útil?!... – aduziu o visitante ainda agitado. – Útil não é...
  • 38. — Bem – rematou o filósofo num sorriso, – se o que tens a confiar não é verdadeiro, nem bom e nem útil, esqueçamos o problema e não te preocupes com ele, já que nada valem casos sem edificação para nós...
  • 39. “Toda palavra torpe, como qualquer censura contumaz, faz-se hábito negativo que culmina por envilecer o caráter de quem com isso se compraz. Enriquece o coração de amor e banha o cérebro com as luzes da misericórdia divina e da sabedoria, a fim de que fales, e fales muito, “o de que está cheio o coração” Convites da Vida | cap. 35
  • 40. Bibliografia ⎖ O Livros dos Espíritos – Allan Kardec ⎖ O Evangelho Segundo o Espiritismo – Allan Kardec ⎖ Fonte Viva – Chico Xavier | Emmanuel ⎖ Leis de Amor – Chico Xavier | Emmanuel ⎖ Aulas da Vida – Chico Xavier | Irmão X ⎖ Instruções Psicofónicas – Chico Xavier | André Luiz ⎖ Agenda Cristã – Chico Xavier | André Luiz ⎖ Convites da Vida – Divaldo Franco | Joanna de Ângelis ⎖ Lampadário Espírita – Divaldo Franco | Joanna de Ângelis

Notas do Editor

  1. Iniciar relembrando que, dentre os vícios humanos, existem os de ordem material – em cujo rol inserem-se os estudados nas últimas semanas (álcool, drogas e gula) – e os morais, onde se enquadra a maledicência. IMAGEM: retratando como a fofoca funciona (acaba voltando para si)... A famigerada maledicência, também conhecida popularmente como fofoca, é um dos problemas interpessoais e relacionais mais antigos que se tem conhecimento. lembre-se que entre os dez mandamentos está o ”não dirás falso testemunho contra o teu próximo.”(Ex 20:16), indicando que este pecado está no mesmo nível do roubar, adulterar, cobiçar, etc. Está tão impregnada que já se perdeu a noção da sua maldade. E, como é bom lembrar, a fofoca, mesmo que seja leviana, dita sem grandes pretensões, provoca um grande mal.
  2. é um vício tão pernicioso quanto os demais de ordem material (tabaco, drogas, etc.). Nessa mensagem, Emmanuel compara a maledicência a um tóxico, um veneno, que confere ao seu usuário danos graves equivalentes.
  3. Semear inutilidade Lacuna existencial.. Mecanismo de defesa pra nossas fragilidades e inseguranças.
  4. Há só um legislador que pode salvar e destruir. Que é a perfeição em plenitude… e nós? Tu, porém, quem és, que julgas a outrem? Temos a postura de um juiz, na verdade somos falsos moralistas
  5. RANCOR, ODIOS, SITUACOES MAL RESOLVIDAS, INSEGURANÇAS, MALDADE
  6. MUITAS VEZES FALAMOS E NEM TEMOS CERTEZA DA VERDADE, SÓ SUSPEITAMOS Crestando = queimando
  7. Considerem: uma árvore boa dá bom fruto; uma árvore ruim, dá fruto ruim, pois uma árvore é conhecida por seu fruto.
  8. Já sabemos a força que tem o pensamento, imagina então materializamos ainda mais… quando falamos. Sendo que nem sempre utilizamos este instrumento da melhor forma, de modo a construir esperanças, balsamizar dores e traçar rotas de segurança. Fala-se muito por falar, para matar o tempo. No entanto, a palavra pode modificar estruturas morais, quando falamos com amor fraterno. Semelhantes a gotas de luz, as boas palavras dirimem conflitos, equacionam incognitas, resolvem problemas. A palavra pode deixar estes golpes.
  9. Ocioso = inutil
  10. REPROCHE: censura. De fato a maledicência se verifica quando transportamos o mal pensamento sobre outrem no veículo da PALAVRA. Se calamos o mal pensamento, se não compartilhamos com ninguém, não há maledicência, embora estejamos ainda sujeitos às consequências da atitude infeliz de movimentar tais energias negativas.
  11. “Será repreensível notarem-se as imperfeições dos outros, quando daí nenhum proveito possa resultar para eles, uma vez que não sejam divulgadas?” Igualmente repreensivel notar as imperfeicoes apenas para dar expansao a um sentimento de malevolencia e à satisfcacao de apanhar os outros em falta. Por isso, ver os erros não é mal… como poderiamos melhorar se não conseguimos identificar o que não queremos ser/fazer.
  12. “Ninguém sendo perfeito, seguir-se-á que ninguém tem o direito de repreender o seu próximo?” Importante ressaltar que a utilidade a ser identificada com a repreensão do outro é a para este mesmo e não para o repreensor, caso contrário faltaremos com a caridade.
  13. Jesus assim mostra que devemos conversar com a pessoa em suspeita, e não com outros, com o fim de ajudá-la, salvá-la. Espalhar a notícia lançará a pessoa ainda mais na cova sem antes apurar o ocorrido com ela mesma, buscando a verdade.
  14. “Haverá casos em que convenha se desvende o mal de outrem?” Agir com caridade pressupõe agir para com os outros como gostaríamos que estes agissem conosco. Tanto do ponto de vista do que praticou o mal, quanto do de quem possa ser lesado, sempre ponderando as vantagens e os inconvenientes. Bom senso
  15. A vingança é uma inspiração tanto mais funesta, quanto tem por companheiras assíduas a falsidade e a baixeza
  16. Esses “poderes”, representantes da calúnia e da maledicência, podem ser espíritos obsessores, bacilos psíquicos, larvas mentais, gosmas fluídicas, etc. Ressalte-se que as consequências, portanto, são tanto materiais (doenças, transtornos psíquicos, etc.) quanto espirituais. Aviltado = degradado Licenciosidade = libertinagem Energia que criamos em torno de nós
  17. Sob o aspecto espiritual, as consequências podem ser ainda mais graves, rompendo os limites de uma única existência física, convertidas em amargas expiações. Distonias : pertubação dos musculos
  18. Coloquemo-nos no lugar do outro: será que estaríamos isentos de cometer a falta que notamos no irmão? Devemos, portanto, praticar a indulgência. Observar que quando abordamos o irmão em falta diretamente, já não incorremos em maledicência (pois não falamos do assunto em sua ausência, “pelas costas”), entretanto não podemos jamais esquecer de agir com caridade.
  19. Lucas A LINGUA FALA COM OS HOMENS E DE O CORAÇÃO FALA COM DEUS