145 anos de “O Céu e o Inferno”
   A JUSTIÇA DIVINA SEGUNDO O ESPIRITISMO




                                            31/01/2009
A origem de O Céu e o Inferno

1ª PARTE – Causas primárias    3ª PARTE – Das leis morais




2ª PARTE – Do mundo espírita   4ª PARTE – Das esperanças e
                               consolações
Referências Históricas

 Segundo as afirmações de André Moreil, um dos
 brilhantes biógrafos do Codificador do Espiritismo, o
 ano de 1865 foi um ano de várias conquistas para a
 doutrina. Além do surgimento dessa obra básica que
 é “O Céu e o Inferno”, surgiram vários jornais
 espíritas que contribuíram para ampliar a divulgação
 do Espiritismo, entre eles: “O Salvador do Povo”, “A
 Luz”, “A voz de Além Túmulo”, em Bordéus; “O
 Futuro”, em Paris; “O Médium Evangélico”, em
 Toulouse; “O Mundo Musical”, Bruxelas. E, no
 Brasil, o “Eco d’Além Túmulo”, na Bahia.
 (Jornal Verdade e Luz, Agosto de 2001)
Objetivo de O Céu e o Inferno

 “O título desta obra indica claramente o
 seu objetivo. Aí reunimos todos os
 elementos próprios para esclarecer o
 homem sobre o seu destino. Como nos
 nossos outros escritos sobre a Doutrina
 Espírita, aí nada introduzimos que seja
 produto de um sistema preconcebido, ou
 de uma concepção pessoal, que não teria
 nenhuma autoridade: tudo aí é deduzido
 da observação e da concordância dos
 fatos.” (Revista Espírita, setembro de 1865, p. 377-
 378, 2. ed. Ed. FEB.)
O Conteúdo de O Céu e o Inferno

 Exame     comparado      das
 doutrinas       sobre       a
 passagem da vida corporal
 à vida espiritual, sobre as
 penalidades e recompensas
 futuras, sobre os anjos e
 demônios, sobre as penas,
 etc., seguido de numerosos
 exemplos acerca da situação
 real da alma durante e depois
 da morte.
O Conteúdo de O Céu e o Inferno

                      I.   O porvir e o nada
                      II. Temor da morte
                      III. O céu
1ª PARTE – DOUTRINA




                      IV. O inferno
                      V. O purgatório
                      VI. Doutrina das penas eternas
                      VII. As penas futuras segundo o espiritismo
                      VIII.Os anjos
                      IX. Os demônios
                      X. Intervenção      dos demônios nas          modernas
                           manifestações
                      XI. Da proibição de evocar os mortos
O Conteúdo de O Céu e o Inferno

                      I.   O passamento
                      II. Espíritos felizes
2ª PARTE – EXEMPLOS




                      III. Espíritos em condições medianas
                      IV. Espíritos sofredores
                      V. Suicidas
                      VI. Criminosos arrependidos
                      VII. Espíritos endurecidos
                      VIII.Expiações terrestres
O Porvir e o Nada

1.   – Vivemos, pensamos e operamos
     – eis o que é positivo. E que
     morremos, não é menos certo.
     Mas, deixando a Terra, para onde
     vamos? Que seremos após a
     morte? Estaremos melhor ou pior?
     Existiremos ou não? Ser ou não
     ser, tal a alternativa. Para sempre
     ou para nunca mais; ou tudo ou
     nada: Viveremos eternamente, ou
     tudo se aniquilará de vez? É uma
     tese, essa, que se impõe.
O Código Penal da Vida Futura

1. O Sofrimento é inerente à imperfeição.
2. Toda imperfeição, assim como toda falta dela
   promanada, traz consigo o próprio castigo nas
   conseqüências naturais e inevitáveis: assim, a
   moléstia pune os excessos e da ociosidade nasce o
   tédio, sem que haja mister de uma condenação
   especial para cada falta ou indivíduo.
3. Podendo todo homem libertar-se das imperfeições
   por efeito da vontade, pode igualmente anular os
   males consecutivos e assegurar a futura felicidade.
A cada um segundo suas obras, no Céu como na
          Terra: - tal a lei da Justiça Divina.
A Importância de O Céu e o Inferno

 “Cada um desses exemplos é um estudo onde
 todas as palavras têm a sua importância para
 quem meditá-las com atenção, porque de
 cada ponto jorra uma luz sobre a situação da
 alma depois de sua morte, e a passagem, até
 então tão obscura e tão temida, da vida
 corpórea à vida espiritual. É o guia do viajor
 antes de entrar num país novo. A vida de
 além-túmulo ali se desenrola sob todos os
 seus aspectos como um vasto panorama;
 cada um nele haurirá novos motivos de
 esperança e de consolação, e novos
 sustentáculos para afirmar a sua fé no futuro
 e na justiça de Deus.” (Revista Espírita, setembro
 de 1865, p. 377-378, 2. ed. Ed. FEB.)
A Importância de O Céu e o Inferno

 “Mesmo entre os espíritas este livro é quase desconhecido.
 A maioria dos que o conhecem nunca se inteirou do seu
 verdadeiro significado. Kardec nos dá nas suas páginas o
 balanço da evolução moral e espiritual da humanidade
 terrena até os nossos dias. Mas ao mesmo tempo estabelece
 as coordenadas da evolução futura. As penas e
 recompensas de após a morte saem do plano obscuro das
 superstições e do misticismo dogmático para a luz viva da
 análise racional e da pesquisa científica. (...) O grave
 problema da continuidade da vida após a morte despe-se
 dos aparatos mitológicos para mostrar-se com a nudez da
 verdade à luz da razão esclarecida.” (J. H. Pires, na introdução
 de O Céu e o Inferno, edições Lake).
A Importância de O Céu e o Inferno

 “Demonstrando a todos nós a grandiosidade da Justiça
 Divina, Allan Kardec apresenta, com detalhes e exemplos,
 a vida no mundo espiritual, onde vamos encontrar os
 benefícios, as alegrias, as dores e os sofrimentos, como
 resposta natural às nossas ações e realizações diante da
 Lei Maior, enquanto encarnados. E o faz, não assentado
 em conclusões puramente teóricas, mas calcado em
 revelações e relatos consistentes de Espíritos habitantes do
 mundo espiritual, que falam das suas experiências, as
 quais, submetidas ao crivo da razão, não deixam dúvida
 quanto à sua realidade.” (Reformador, agosto/2005, editorial)
A Justiça Divina

    “(...)     traçamos          os
    despretensiosos comentários
    contidos neste volume, em
    torno      das       instruções
    relacionadas no livro O Céu e o
    Inferno       (...)      dando
    continuidade à tarefa de
    consultar a essência religiosa
    da Codificação Kardequiana.”
    (EMMANUEL)
igor.mateus@oi.com.br
http://esde2009.blogspot.com
O céu e o Inferno

O céu e o Inferno

  • 1.
    145 anos de“O Céu e o Inferno” A JUSTIÇA DIVINA SEGUNDO O ESPIRITISMO 31/01/2009
  • 3.
    A origem deO Céu e o Inferno 1ª PARTE – Causas primárias 3ª PARTE – Das leis morais 2ª PARTE – Do mundo espírita 4ª PARTE – Das esperanças e consolações
  • 5.
    Referências Históricas  Segundoas afirmações de André Moreil, um dos brilhantes biógrafos do Codificador do Espiritismo, o ano de 1865 foi um ano de várias conquistas para a doutrina. Além do surgimento dessa obra básica que é “O Céu e o Inferno”, surgiram vários jornais espíritas que contribuíram para ampliar a divulgação do Espiritismo, entre eles: “O Salvador do Povo”, “A Luz”, “A voz de Além Túmulo”, em Bordéus; “O Futuro”, em Paris; “O Médium Evangélico”, em Toulouse; “O Mundo Musical”, Bruxelas. E, no Brasil, o “Eco d’Além Túmulo”, na Bahia. (Jornal Verdade e Luz, Agosto de 2001)
  • 7.
    Objetivo de OCéu e o Inferno  “O título desta obra indica claramente o seu objetivo. Aí reunimos todos os elementos próprios para esclarecer o homem sobre o seu destino. Como nos nossos outros escritos sobre a Doutrina Espírita, aí nada introduzimos que seja produto de um sistema preconcebido, ou de uma concepção pessoal, que não teria nenhuma autoridade: tudo aí é deduzido da observação e da concordância dos fatos.” (Revista Espírita, setembro de 1865, p. 377- 378, 2. ed. Ed. FEB.)
  • 9.
    O Conteúdo deO Céu e o Inferno  Exame comparado das doutrinas sobre a passagem da vida corporal à vida espiritual, sobre as penalidades e recompensas futuras, sobre os anjos e demônios, sobre as penas, etc., seguido de numerosos exemplos acerca da situação real da alma durante e depois da morte.
  • 11.
    O Conteúdo deO Céu e o Inferno I. O porvir e o nada II. Temor da morte III. O céu 1ª PARTE – DOUTRINA IV. O inferno V. O purgatório VI. Doutrina das penas eternas VII. As penas futuras segundo o espiritismo VIII.Os anjos IX. Os demônios X. Intervenção dos demônios nas modernas manifestações XI. Da proibição de evocar os mortos
  • 12.
    O Conteúdo deO Céu e o Inferno I. O passamento II. Espíritos felizes 2ª PARTE – EXEMPLOS III. Espíritos em condições medianas IV. Espíritos sofredores V. Suicidas VI. Criminosos arrependidos VII. Espíritos endurecidos VIII.Expiações terrestres
  • 14.
    O Porvir eo Nada 1. – Vivemos, pensamos e operamos – eis o que é positivo. E que morremos, não é menos certo. Mas, deixando a Terra, para onde vamos? Que seremos após a morte? Estaremos melhor ou pior? Existiremos ou não? Ser ou não ser, tal a alternativa. Para sempre ou para nunca mais; ou tudo ou nada: Viveremos eternamente, ou tudo se aniquilará de vez? É uma tese, essa, que se impõe.
  • 16.
    O Código Penalda Vida Futura 1. O Sofrimento é inerente à imperfeição. 2. Toda imperfeição, assim como toda falta dela promanada, traz consigo o próprio castigo nas conseqüências naturais e inevitáveis: assim, a moléstia pune os excessos e da ociosidade nasce o tédio, sem que haja mister de uma condenação especial para cada falta ou indivíduo. 3. Podendo todo homem libertar-se das imperfeições por efeito da vontade, pode igualmente anular os males consecutivos e assegurar a futura felicidade. A cada um segundo suas obras, no Céu como na Terra: - tal a lei da Justiça Divina.
  • 18.
    A Importância deO Céu e o Inferno  “Cada um desses exemplos é um estudo onde todas as palavras têm a sua importância para quem meditá-las com atenção, porque de cada ponto jorra uma luz sobre a situação da alma depois de sua morte, e a passagem, até então tão obscura e tão temida, da vida corpórea à vida espiritual. É o guia do viajor antes de entrar num país novo. A vida de além-túmulo ali se desenrola sob todos os seus aspectos como um vasto panorama; cada um nele haurirá novos motivos de esperança e de consolação, e novos sustentáculos para afirmar a sua fé no futuro e na justiça de Deus.” (Revista Espírita, setembro de 1865, p. 377-378, 2. ed. Ed. FEB.)
  • 19.
    A Importância deO Céu e o Inferno  “Mesmo entre os espíritas este livro é quase desconhecido. A maioria dos que o conhecem nunca se inteirou do seu verdadeiro significado. Kardec nos dá nas suas páginas o balanço da evolução moral e espiritual da humanidade terrena até os nossos dias. Mas ao mesmo tempo estabelece as coordenadas da evolução futura. As penas e recompensas de após a morte saem do plano obscuro das superstições e do misticismo dogmático para a luz viva da análise racional e da pesquisa científica. (...) O grave problema da continuidade da vida após a morte despe-se dos aparatos mitológicos para mostrar-se com a nudez da verdade à luz da razão esclarecida.” (J. H. Pires, na introdução de O Céu e o Inferno, edições Lake).
  • 20.
    A Importância deO Céu e o Inferno  “Demonstrando a todos nós a grandiosidade da Justiça Divina, Allan Kardec apresenta, com detalhes e exemplos, a vida no mundo espiritual, onde vamos encontrar os benefícios, as alegrias, as dores e os sofrimentos, como resposta natural às nossas ações e realizações diante da Lei Maior, enquanto encarnados. E o faz, não assentado em conclusões puramente teóricas, mas calcado em revelações e relatos consistentes de Espíritos habitantes do mundo espiritual, que falam das suas experiências, as quais, submetidas ao crivo da razão, não deixam dúvida quanto à sua realidade.” (Reformador, agosto/2005, editorial)
  • 22.
    A Justiça Divina “(...) traçamos os despretensiosos comentários contidos neste volume, em torno das instruções relacionadas no livro O Céu e o Inferno (...) dando continuidade à tarefa de consultar a essência religiosa da Codificação Kardequiana.” (EMMANUEL)
  • 23.