Jesus e SimãoJesus e Simão
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O primeiro encontroO primeiro encontro
PONTE DE LUZ – Associação Sociocultural Espírita de Cascais
04 de outubro de 2017
04 de outubro de 2017
Jesus e Simão - O primeiro encontroJesus e Simão - O primeiro encontro
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Estrutura da Palestra
Cronologia dos primeiros dias
Uma nova versão da narrativa clássica
André conhece Jesus
Simão e Jesus – o primeiro encontro
Que buscais?
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CRONOLOGIA
DOS
PRIMEIROS DIAS
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Na primeira semana após o seu
batismo, Jesus encontra André, João
e Simão.
I - João Batista e os emissários no
Sinédrio (1.º dia);
II - No dia seguinte Jesus é batizado
por João (2.º dia);
III - No dia seguinte a adesão de
AndréAndré e JoãoJoão a Jesus (3.º dia);
IV - No dia seguinte o encontro com SimãoSimão Pedro/Ceifas (4.º dia).
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“No dia seguinte João estava outra
vez com dois de seus discípulos e,
olhando para Jesus que passava,
disse: “eis ali o Cordeiro de Deus”.
Ouvindo-o dizer isto, os dois
discípulos seguiram a Jesus.
Voltando-se Jesus e vendo-os a seguí-
lo, perguntou-lhes: “Que buscais”?
Disseram-lhe: “Rabbi onde moras” ?
Respondeu ele: “Vinde e vereis”. Foram, pois, e viram onde morava,
e ficaram aquele dia com ele; era mais ou menos a hora décima.”
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“André, irmão de Simão Pedro,
era um dos dois que ouviram
João falar e que seguiram a
Jesus.
Ele procurou ao alvorecer seu
irmão Simão e lhe disse:
“encontrámos o Messias”. E o
levou a Jesus.
Olhando para ele, disse Jesus: “Tu és Simão, o filho de Jonas: tu
serás chamado Cefas (que significa. Pedro).”
(João, 1: 35-42)
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“Quando Jesus soube que João fora preso, partiu para a
Galiléia. Deixando Nazaré, foi morar em Cafarnaum (…)
Desde esse tempo começou Jesus a pregar e a dizer:
Arrependei-vos, porque está próximo o reino dos céus.
Andando ao longo do mar da Galiléia, viu dois irmãos, Simão,
também chamado Pedro, e André, lançarem a rede ao mar;
porque eram pescadores.
Disse-lhes: Segui-me, e eu vos farei pescadores de homens.
Imediatamente eles deixaram as redes, e o seguiram.”
(Mateus, IV: 12-20)
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Uma nova versão da
narrativa clássica
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“Nos primeiros dias do ano 30, antes de suas gloriosas
manifestações, avistou-se Jesus com o Batista, no deserto triste
da Judéia, não muito longe das areias ardentes da Arábia.
(…) Ambos estiveram juntos, por alguns dias, em plena
Natureza, (…), até que o Mestre Divino, despedindo-se do
companheiro, demandou o oásis de Jericó (…). De Jericó
dirigiu-se então a Jerusalém, onde repousou, ao cair da noite.
No dia seguinte, pela manhã, (…) foi ainda visto a contemplar as
maravilhas do santuário, antes alguns minutos de internar-se
pelas estradas banhadas de sol, a caminho de sua Galiléia
distante.”
(Boa Nova, III)
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“Daí a algum tempo, depois de
haver passado por Nazaré,
descansando igualmente em Caná,
Jesus se encontrava nas
circunvizinhanças da cidadezinha de
Cafarnaum, como se procurasse,
com viva atenção, algum amigo que
estivesse à sua espera.
Em breves instantes, ganhou as
margens do Tiberíades e se dirigiu,
resolutamente, a um grupo alegre
de pescadores, como se, de
antemão, os conhecesse a todos.”
(Boa Nova, III)
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“A manhã era bela, no seu manto diáfano de radiosas neblinas.
As águas transparentes vinham beijar os eloendros da praia,
como se brincassem ao sopro das virações perfumadas da
Natureza. Os pescadores entoavam uma cantiga rude e,
dispondo inteligentemente as barcaças móveis, deitavam as
redes, em meio de profunda alegria.
Jesus aproximou-se do grupo e, assim que dois deles
desembarcaram em terra, falou-lhes com amizade:
Simão e André, filhos de Jonas, venho da parte de Deus e vos
convido a trabalhar pela instituição de seu reino na Terra!”
(Boa Nova, III)
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“André lembrou-se de já o ter visto, nas cercanias de Betsaida, e
do que lhe haviam dito a seu respeito, enquanto que Simão,
embora agradavelmente surpreendido, o contemplava, enleado.
Mas, quase a um só tempo, dando expansão aos seus
temperamentos acolhedores e sinceros, exclamaram
respeitosamente:
- Sede bem-vindo!...
Jesus então lhes falou docemente do Evangelho, com o olhar
incendido de júbilos divinos. O Senhor esboçou um sorriso
sereno e, como se adiasse com prazer as suas explicações para
mais tarde, inquiriu generosamente:
- Quereis ser meus discípulos?
André e Simão se interrogaram a si mesmos, (…) e, sem
hesitarem, (…) responderam simultaneamente:
- Senhor, seguiremos os teus passos.” (Boa Nova, III)
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“Em seguida, o numeroso grupo se dirigiu para a casa de Simão
Pedro, que oferecera ao Messias acolhida sincera em sua
residência humilde, onde o Cristo fez a primeira exposição de
sua consoladora doutrina, esclarecendo que a adesão desejada
era a do coração sincero e puro, para sempre, às claridades do
seu reino. Iniciou-se naquele instante a eterna união dos
inseparáveis companheiros.
Na tarde desse mesmo dia, o Mestre fez a primeira pregação da
Boa Nova na praça ampla, cercada de verdura e situada
naturalmente junto às águas.”
(Boa Nova, III)
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ANDRÉ
CONHECE
JESUS
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“Cedo pela manhã, (…) Jesus
desceu as colinas para juntar-
se à companhia de João,
acampado em Pela. Durante
todo aquele dia, Jesus
misturou-se à multidão.
Cuidou de um menino que se
havia ferido em uma queda e
viajou a um lugarejo vizinho
de Pela, para entregar a
criança com segurança nas
mãos dos pais dela.”
(Livro de Urantia, Doc. 137)
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“Durante esse sábado, dois dos principais discípulos de João
passaram muito tempo com Jesus. De todos os seguidores de
João, um, que se chamava André, era o mais profundamente
impressionado com Jesus e o acompanhou na viagem a Pela,
com o menino ferido.”
(Livro de Urantia, Doc. 137)
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“No caminho de volta, (…) pouco antes de chegarem ao seu
destino, eles pararam para uma pequena conversa, durante a
qual André disse: “Eu tenho te observado desde que vieste para
Cafarnaum e acredito que sejas o novo Mestre e, mesmo não
entendendo todos os teus ensinamentos, eu me decidi
inteiramente por seguir-te; eu me assentaria aos teus pés para
aprender toda a verdade sobre o novo Reino”.
E, com uma segurança sincera, Jesus deu as boas- vindas a
André como o primeiro dos seus apóstolos, daquele grupo de
doze com o qual ele deveria trabalhar na tarefa de estabelecer o
novo Reino de Deus nos corações dos homens.”
(Livro de Urantia, Doc. 137)
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SIMÃO E JESUS
-
O PRIMEIRO ENCONTRO
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“A Galiléia, bela e simples, fora o
cenário escolhido pelo Cantor,
para apresentar a Sua mensagem e
embalar o mundo com a Sua voz.
Aquela era uma região aprazível e
abençoada. O lago (...)
emoldurava-se de praias largas,
adornadas de árvores vetustas, e da erva verde que parecia escorregar
dos declives cortados por ribeirinhos, nos quais se amontoavam as
casas de pedras, que se multiplicavam nos vilarejos, povoados e
cidades.”
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“O mundo sempre esteve repletos
de deserdados e sofredores.
Marginalizados de todos os
tempos, buscavam consolo e a
herança da paz.
Nunca houve quem os quisesse
escutar ou socorrer, e , formando
multidões, viviam escassamente,
na miséria, na sordidez, no
abandono.”
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“Alguém interessar-se por eles, era-lhes uma grande surpresa,
desconcertante ventura a que não se encontravam acostumados.
A profissão tradicional de amantes do mar passava de pais para
filhos, de geração em geração. Homens rudes e generosos, (...)
confraternizavam com (...) as gentes humildes, raramente se
envolvendo com as questões discutidas na sinagoga,
desinteressados dos problemas das classes abastadas.”
Trigo de Deus: 1
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“Simão era um homem cético, sem subtilezas de
comportamento. As suas preocupações restringiam-se às
necessidades básicas da família, da vida. Sem aspirações
maiores, limitavam-se à faina da pesca, à venda dos frutos do
mar e aos deveres consequentes de uma existência simples.
Portador dos conflitos humanos naturais, enrijecera a fibra
moral na atividade a que se entregava, desinteressando-se de
tudo mais.
Ouvindo as informações e sentindo o entusiasmo ingénuo dos
amigos, experimentou um desconhecido ressentimento do
estranho Profeta, que certamente era mais um mistificador que
vivia explorando a ignorância das massas. Recusou-se a ir ouvi-
lO.”
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“Algo, porém, remoía-lhe intimamente, e uma estranha
curiosidade empurrou-o, pela madrugada do sábado, a
empreender a marcha na direção do lugar onde Ele iria
apresentar-se.
(...) o pescador viu-se surpreendido pelo número de pessoas
silenciosas que seguiam pela estrada real. Os rostos
apresentavam-se expectantes uns, tensos outros; em todos,
porém, estavam os sinais de esperança.”
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“Um misto de piedade e ira tomou Simão. Como as pessoas lhe
pareciam estúpidas, entregando-se a qualquer aventureiro que
surgisse – pensava contrariado. (...) todos falavam sobre as
próprias necessidades e expectativas de receberem ajuda,
solução para os seus problemas.
(...) acercou-se das primeiras filas, que rodeavam uma larga
pedra, qual se fora um palco natural no imenso cenário da
natureza.”
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“Após momentos de
expectativa, Ele falou:
-A hora é esta, para a grande
revolução do Reino de Deus.
Enquanto no mundo, a criatura
somente experimenta aflições,
porque tudo a quanto se aferra
é efémero (...) essa ilusão de
gozo é a geradora dos
sofrimentos, em razão da
transitoriedade dele...”
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“O homem, prudente e sábio, que pensa no amanhã, reserva-se
bens duradouros (...) as ações de amor que proporcionam paz, o
esforço para domar as paixões inferiores que oferece a
felicidade.
Eu vos convido a virdes comigo, para a fundação da Nova Era,
que se instalará nos corações, modificando as estruturas atuais e
instaurando o primado do amor...”
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“Quando ia prosseguir, uma mulher, que trazia nos braços uma
criança cega, rogou:
-Senhor, cura minha filha e eu Te seguirei.
(...) Por se encontrar atrás de Simão, e porque, trémula, chorava, o
pescador tomou-lhe a menina nos braços e avançou até à primeira
fila. Jesus acercou-se e mergulhou, nos olhos de Simão, o seu doce
olhar, sem uma palavra. No entanto, emocionado, ele pareceu
escutar no íntimo a Sua voz, que dizia:
- Eu te conheço Simão, desde ontem ...
(...) Quando Ele desceu o braço a manga da túnica roçou o tórax de
Simão, que estremeceu, mergulhado na luz dos Seus olhos, e ali
ficou, paralisado, (perdendo) o contacto com o mundo sensorial.”
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“André (seu irmão, e) os amigos
notaram-lhe a modificação e a
súbita tristeza que lhe refletia no
rosto. O encontro com a verdade
liberta e algema o ser.
(...) Simão fez-se taciturno, como
quem aguarda, embora
permanecesse gentil e cumpridor
dos deveres.
-Foi nesse estado de espírito que, em formosa manhã, (...) foi
surpreendido pela presença do Amigo, que se lhes acercou e, com a
voz inesquecível, convidou-os: Segui-me e Eu vos farei
pescadores de homens.”
Trigo de Deus: 1
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“QUE BUSCAIS?”
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“54 - Que buscais?
Cap. XVIII – Item 10 “Que buscais?” – Jesus.
(João, 1: 38)
Esta simples indagação do Senhor, aos dois discípulos que o
seguiam, é dirigida presentemente a todos os lidadores do
Espiritismo, diante da Boa Nova renascente no mundo.
Ao obreiro modesto da assistência fraternal, exprime a Voz
Superior a reclamar-lhe os frutos na colheita do bem.
Ao colaborador da propaganda doutrinária, representa a
interpelação incessante acerca da tarefa de resguardar a pureza dos
postulados que consolam e instruem.
Ao orientador das assembleias de nossa fé, é a pergunta judiciosa,
quanto à qualidade do esforço no cumprimento dos deveres que
lhe competem.”
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“Ao servidor da evangelização infantil, surge a interrogação do
Divino Mestre qual brado de alerta relativamente ao rumo
escolhido para a sementeira de luz. Ao portador da
responsabilidade mediúnica, inquire Jesus pela aplicação dos
talentos que lhe foram confiados.
Ao aprendiz incipiente da oficina espírita cristã constitui adequada
sindicância quanto à sinceridade que traz consigo, alertando-o para
os deveres justos.
A cada criatura que desperta em mais altos níveis da fé raciocinada,
soa a interpelação do Senhor como sendo convite às obras em que
se afirme a caridade real.”
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“Assim, escuta no íntimo, em cada lance das próprias atividades, a
austera palavra do Condutor Divino, convocando-te à coerência
entre o ideal e o esforço, entre a promessa e a realização.
Analisa o que fazes.
Observa o que dizes.
Medita em torno de tuas aspirações mais ocultas.
Que resposta forneces à indagação do Senhor?
Quem segue o Cristo, vive-lhe o apostolado.
Serve, coopera e caminha avante, sem temor ou vacilação,
lembrando-te de que o Verbo da Verdade incide sobre nós, cada
dia, perguntando incessantemente:
– Que buscais?”
O Espírito de Verdade: 54
“Segui-me, e eu vos farei pescadores de homens.”
PONTE DE LUZ – Associação Sociocultural Espírita de Cascais
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Jesus e Simão - o primeiro encontro

  • 1.
    Jesus e SimãoJesuse Simão -- O primeiro encontroO primeiro encontro PONTE DE LUZ – Associação Sociocultural Espírita de Cascais 04 de outubro de 2017
  • 2.
    04 de outubrode 2017 Jesus e Simão - O primeiro encontroJesus e Simão - O primeiro encontro 2 Estrutura da Palestra Cronologia dos primeiros dias Uma nova versão da narrativa clássica André conhece Jesus Simão e Jesus – o primeiro encontro Que buscais?
  • 3.
    04 de outubrode 2017 Jesus e Simão - O primeiro encontroJesus e Simão - O primeiro encontro 3 CRONOLOGIA DOS PRIMEIROS DIAS
  • 4.
    04 de outubrode 2017 Jesus e Simão - O primeiro encontroJesus e Simão - O primeiro encontro 4 Na primeira semana após o seu batismo, Jesus encontra André, João e Simão. I - João Batista e os emissários no Sinédrio (1.º dia); II - No dia seguinte Jesus é batizado por João (2.º dia); III - No dia seguinte a adesão de AndréAndré e JoãoJoão a Jesus (3.º dia); IV - No dia seguinte o encontro com SimãoSimão Pedro/Ceifas (4.º dia).
  • 5.
    04 de outubrode 2017 Jesus e Simão - O primeiro encontroJesus e Simão - O primeiro encontro 5 “No dia seguinte João estava outra vez com dois de seus discípulos e, olhando para Jesus que passava, disse: “eis ali o Cordeiro de Deus”. Ouvindo-o dizer isto, os dois discípulos seguiram a Jesus. Voltando-se Jesus e vendo-os a seguí- lo, perguntou-lhes: “Que buscais”? Disseram-lhe: “Rabbi onde moras” ? Respondeu ele: “Vinde e vereis”. Foram, pois, e viram onde morava, e ficaram aquele dia com ele; era mais ou menos a hora décima.”
  • 6.
    04 de outubrode 2017 Jesus e Simão - O primeiro encontroJesus e Simão - O primeiro encontro 6 “André, irmão de Simão Pedro, era um dos dois que ouviram João falar e que seguiram a Jesus. Ele procurou ao alvorecer seu irmão Simão e lhe disse: “encontrámos o Messias”. E o levou a Jesus. Olhando para ele, disse Jesus: “Tu és Simão, o filho de Jonas: tu serás chamado Cefas (que significa. Pedro).” (João, 1: 35-42)
  • 7.
    04 de outubrode 2017 Jesus e Simão - O primeiro encontroJesus e Simão - O primeiro encontro 7 “Quando Jesus soube que João fora preso, partiu para a Galiléia. Deixando Nazaré, foi morar em Cafarnaum (…) Desde esse tempo começou Jesus a pregar e a dizer: Arrependei-vos, porque está próximo o reino dos céus. Andando ao longo do mar da Galiléia, viu dois irmãos, Simão, também chamado Pedro, e André, lançarem a rede ao mar; porque eram pescadores. Disse-lhes: Segui-me, e eu vos farei pescadores de homens. Imediatamente eles deixaram as redes, e o seguiram.” (Mateus, IV: 12-20)
  • 8.
    04 de outubrode 2017 Jesus e Simão - O primeiro encontroJesus e Simão - O primeiro encontro 8 Uma nova versão da narrativa clássica
  • 9.
    04 de outubrode 2017 Jesus e Simão - O primeiro encontroJesus e Simão - O primeiro encontro 9 “Nos primeiros dias do ano 30, antes de suas gloriosas manifestações, avistou-se Jesus com o Batista, no deserto triste da Judéia, não muito longe das areias ardentes da Arábia. (…) Ambos estiveram juntos, por alguns dias, em plena Natureza, (…), até que o Mestre Divino, despedindo-se do companheiro, demandou o oásis de Jericó (…). De Jericó dirigiu-se então a Jerusalém, onde repousou, ao cair da noite. No dia seguinte, pela manhã, (…) foi ainda visto a contemplar as maravilhas do santuário, antes alguns minutos de internar-se pelas estradas banhadas de sol, a caminho de sua Galiléia distante.” (Boa Nova, III)
  • 10.
    04 de outubrode 2017 Jesus e Simão - O primeiro encontroJesus e Simão - O primeiro encontro 10 “Daí a algum tempo, depois de haver passado por Nazaré, descansando igualmente em Caná, Jesus se encontrava nas circunvizinhanças da cidadezinha de Cafarnaum, como se procurasse, com viva atenção, algum amigo que estivesse à sua espera. Em breves instantes, ganhou as margens do Tiberíades e se dirigiu, resolutamente, a um grupo alegre de pescadores, como se, de antemão, os conhecesse a todos.” (Boa Nova, III)
  • 11.
    04 de outubrode 2017 Jesus e Simão - O primeiro encontroJesus e Simão - O primeiro encontro 11 “A manhã era bela, no seu manto diáfano de radiosas neblinas. As águas transparentes vinham beijar os eloendros da praia, como se brincassem ao sopro das virações perfumadas da Natureza. Os pescadores entoavam uma cantiga rude e, dispondo inteligentemente as barcaças móveis, deitavam as redes, em meio de profunda alegria. Jesus aproximou-se do grupo e, assim que dois deles desembarcaram em terra, falou-lhes com amizade: Simão e André, filhos de Jonas, venho da parte de Deus e vos convido a trabalhar pela instituição de seu reino na Terra!” (Boa Nova, III)
  • 12.
    04 de outubrode 2017 Jesus e Simão - O primeiro encontroJesus e Simão - O primeiro encontro 12 “André lembrou-se de já o ter visto, nas cercanias de Betsaida, e do que lhe haviam dito a seu respeito, enquanto que Simão, embora agradavelmente surpreendido, o contemplava, enleado. Mas, quase a um só tempo, dando expansão aos seus temperamentos acolhedores e sinceros, exclamaram respeitosamente: - Sede bem-vindo!... Jesus então lhes falou docemente do Evangelho, com o olhar incendido de júbilos divinos. O Senhor esboçou um sorriso sereno e, como se adiasse com prazer as suas explicações para mais tarde, inquiriu generosamente: - Quereis ser meus discípulos? André e Simão se interrogaram a si mesmos, (…) e, sem hesitarem, (…) responderam simultaneamente: - Senhor, seguiremos os teus passos.” (Boa Nova, III)
  • 13.
    04 de outubrode 2017 Jesus e Simão - O primeiro encontroJesus e Simão - O primeiro encontro 13 “Em seguida, o numeroso grupo se dirigiu para a casa de Simão Pedro, que oferecera ao Messias acolhida sincera em sua residência humilde, onde o Cristo fez a primeira exposição de sua consoladora doutrina, esclarecendo que a adesão desejada era a do coração sincero e puro, para sempre, às claridades do seu reino. Iniciou-se naquele instante a eterna união dos inseparáveis companheiros. Na tarde desse mesmo dia, o Mestre fez a primeira pregação da Boa Nova na praça ampla, cercada de verdura e situada naturalmente junto às águas.” (Boa Nova, III)
  • 14.
    04 de outubrode 2017 Jesus e Simão - O primeiro encontroJesus e Simão - O primeiro encontro 14 ANDRÉ CONHECE JESUS
  • 15.
    04 de outubrode 2017 Jesus e Simão - O primeiro encontroJesus e Simão - O primeiro encontro 15 “Cedo pela manhã, (…) Jesus desceu as colinas para juntar- se à companhia de João, acampado em Pela. Durante todo aquele dia, Jesus misturou-se à multidão. Cuidou de um menino que se havia ferido em uma queda e viajou a um lugarejo vizinho de Pela, para entregar a criança com segurança nas mãos dos pais dela.” (Livro de Urantia, Doc. 137)
  • 16.
    04 de outubrode 2017 Jesus e Simão - O primeiro encontroJesus e Simão - O primeiro encontro 16 “Durante esse sábado, dois dos principais discípulos de João passaram muito tempo com Jesus. De todos os seguidores de João, um, que se chamava André, era o mais profundamente impressionado com Jesus e o acompanhou na viagem a Pela, com o menino ferido.” (Livro de Urantia, Doc. 137)
  • 17.
    04 de outubrode 2017 Jesus e Simão - O primeiro encontroJesus e Simão - O primeiro encontro 17 “No caminho de volta, (…) pouco antes de chegarem ao seu destino, eles pararam para uma pequena conversa, durante a qual André disse: “Eu tenho te observado desde que vieste para Cafarnaum e acredito que sejas o novo Mestre e, mesmo não entendendo todos os teus ensinamentos, eu me decidi inteiramente por seguir-te; eu me assentaria aos teus pés para aprender toda a verdade sobre o novo Reino”. E, com uma segurança sincera, Jesus deu as boas- vindas a André como o primeiro dos seus apóstolos, daquele grupo de doze com o qual ele deveria trabalhar na tarefa de estabelecer o novo Reino de Deus nos corações dos homens.” (Livro de Urantia, Doc. 137)
  • 18.
    04 de outubrode 2017 Jesus e Simão - O primeiro encontroJesus e Simão - O primeiro encontro 18 SIMÃO E JESUS - O PRIMEIRO ENCONTRO
  • 19.
    04 de outubrode 2017 Jesus e Simão - O primeiro encontroJesus e Simão - O primeiro encontro 19 “A Galiléia, bela e simples, fora o cenário escolhido pelo Cantor, para apresentar a Sua mensagem e embalar o mundo com a Sua voz. Aquela era uma região aprazível e abençoada. O lago (...) emoldurava-se de praias largas, adornadas de árvores vetustas, e da erva verde que parecia escorregar dos declives cortados por ribeirinhos, nos quais se amontoavam as casas de pedras, que se multiplicavam nos vilarejos, povoados e cidades.”
  • 20.
    04 de outubrode 2017 Jesus e Simão - O primeiro encontroJesus e Simão - O primeiro encontro 20 “O mundo sempre esteve repletos de deserdados e sofredores. Marginalizados de todos os tempos, buscavam consolo e a herança da paz. Nunca houve quem os quisesse escutar ou socorrer, e , formando multidões, viviam escassamente, na miséria, na sordidez, no abandono.”
  • 21.
    04 de outubrode 2017 Jesus e Simão - O primeiro encontroJesus e Simão - O primeiro encontro 21 “Alguém interessar-se por eles, era-lhes uma grande surpresa, desconcertante ventura a que não se encontravam acostumados. A profissão tradicional de amantes do mar passava de pais para filhos, de geração em geração. Homens rudes e generosos, (...) confraternizavam com (...) as gentes humildes, raramente se envolvendo com as questões discutidas na sinagoga, desinteressados dos problemas das classes abastadas.” Trigo de Deus: 1
  • 22.
    04 de outubrode 2017 Jesus e Simão - O primeiro encontroJesus e Simão - O primeiro encontro 22 “Simão era um homem cético, sem subtilezas de comportamento. As suas preocupações restringiam-se às necessidades básicas da família, da vida. Sem aspirações maiores, limitavam-se à faina da pesca, à venda dos frutos do mar e aos deveres consequentes de uma existência simples. Portador dos conflitos humanos naturais, enrijecera a fibra moral na atividade a que se entregava, desinteressando-se de tudo mais. Ouvindo as informações e sentindo o entusiasmo ingénuo dos amigos, experimentou um desconhecido ressentimento do estranho Profeta, que certamente era mais um mistificador que vivia explorando a ignorância das massas. Recusou-se a ir ouvi- lO.”
  • 23.
    04 de outubrode 2017 Jesus e Simão - O primeiro encontroJesus e Simão - O primeiro encontro 23 “Algo, porém, remoía-lhe intimamente, e uma estranha curiosidade empurrou-o, pela madrugada do sábado, a empreender a marcha na direção do lugar onde Ele iria apresentar-se. (...) o pescador viu-se surpreendido pelo número de pessoas silenciosas que seguiam pela estrada real. Os rostos apresentavam-se expectantes uns, tensos outros; em todos, porém, estavam os sinais de esperança.”
  • 24.
    04 de outubrode 2017 Jesus e Simão - O primeiro encontroJesus e Simão - O primeiro encontro 24 “Um misto de piedade e ira tomou Simão. Como as pessoas lhe pareciam estúpidas, entregando-se a qualquer aventureiro que surgisse – pensava contrariado. (...) todos falavam sobre as próprias necessidades e expectativas de receberem ajuda, solução para os seus problemas. (...) acercou-se das primeiras filas, que rodeavam uma larga pedra, qual se fora um palco natural no imenso cenário da natureza.”
  • 25.
    04 de outubrode 2017 Jesus e Simão - O primeiro encontroJesus e Simão - O primeiro encontro 25 “Após momentos de expectativa, Ele falou: -A hora é esta, para a grande revolução do Reino de Deus. Enquanto no mundo, a criatura somente experimenta aflições, porque tudo a quanto se aferra é efémero (...) essa ilusão de gozo é a geradora dos sofrimentos, em razão da transitoriedade dele...”
  • 26.
    04 de outubrode 2017 Jesus e Simão - O primeiro encontroJesus e Simão - O primeiro encontro 26 “O homem, prudente e sábio, que pensa no amanhã, reserva-se bens duradouros (...) as ações de amor que proporcionam paz, o esforço para domar as paixões inferiores que oferece a felicidade. Eu vos convido a virdes comigo, para a fundação da Nova Era, que se instalará nos corações, modificando as estruturas atuais e instaurando o primado do amor...”
  • 27.
    04 de outubrode 2017 Jesus e Simão - O primeiro encontroJesus e Simão - O primeiro encontro 27 “Quando ia prosseguir, uma mulher, que trazia nos braços uma criança cega, rogou: -Senhor, cura minha filha e eu Te seguirei. (...) Por se encontrar atrás de Simão, e porque, trémula, chorava, o pescador tomou-lhe a menina nos braços e avançou até à primeira fila. Jesus acercou-se e mergulhou, nos olhos de Simão, o seu doce olhar, sem uma palavra. No entanto, emocionado, ele pareceu escutar no íntimo a Sua voz, que dizia: - Eu te conheço Simão, desde ontem ... (...) Quando Ele desceu o braço a manga da túnica roçou o tórax de Simão, que estremeceu, mergulhado na luz dos Seus olhos, e ali ficou, paralisado, (perdendo) o contacto com o mundo sensorial.”
  • 28.
    04 de outubrode 2017 Jesus e Simão - O primeiro encontroJesus e Simão - O primeiro encontro 28 “André (seu irmão, e) os amigos notaram-lhe a modificação e a súbita tristeza que lhe refletia no rosto. O encontro com a verdade liberta e algema o ser. (...) Simão fez-se taciturno, como quem aguarda, embora permanecesse gentil e cumpridor dos deveres. -Foi nesse estado de espírito que, em formosa manhã, (...) foi surpreendido pela presença do Amigo, que se lhes acercou e, com a voz inesquecível, convidou-os: Segui-me e Eu vos farei pescadores de homens.” Trigo de Deus: 1
  • 29.
    04 de outubrode 2017 Jesus e Simão - O primeiro encontroJesus e Simão - O primeiro encontro 29 “QUE BUSCAIS?”
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    04 de outubrode 2017 Jesus e Simão - O primeiro encontroJesus e Simão - O primeiro encontro 30 “54 - Que buscais? Cap. XVIII – Item 10 “Que buscais?” – Jesus. (João, 1: 38) Esta simples indagação do Senhor, aos dois discípulos que o seguiam, é dirigida presentemente a todos os lidadores do Espiritismo, diante da Boa Nova renascente no mundo. Ao obreiro modesto da assistência fraternal, exprime a Voz Superior a reclamar-lhe os frutos na colheita do bem. Ao colaborador da propaganda doutrinária, representa a interpelação incessante acerca da tarefa de resguardar a pureza dos postulados que consolam e instruem. Ao orientador das assembleias de nossa fé, é a pergunta judiciosa, quanto à qualidade do esforço no cumprimento dos deveres que lhe competem.”
  • 31.
    04 de outubrode 2017 Jesus e Simão - O primeiro encontroJesus e Simão - O primeiro encontro 31 “Ao servidor da evangelização infantil, surge a interrogação do Divino Mestre qual brado de alerta relativamente ao rumo escolhido para a sementeira de luz. Ao portador da responsabilidade mediúnica, inquire Jesus pela aplicação dos talentos que lhe foram confiados. Ao aprendiz incipiente da oficina espírita cristã constitui adequada sindicância quanto à sinceridade que traz consigo, alertando-o para os deveres justos. A cada criatura que desperta em mais altos níveis da fé raciocinada, soa a interpelação do Senhor como sendo convite às obras em que se afirme a caridade real.”
  • 32.
    04 de outubrode 2017 Jesus e Simão - O primeiro encontroJesus e Simão - O primeiro encontro 32 “Assim, escuta no íntimo, em cada lance das próprias atividades, a austera palavra do Condutor Divino, convocando-te à coerência entre o ideal e o esforço, entre a promessa e a realização. Analisa o que fazes. Observa o que dizes. Medita em torno de tuas aspirações mais ocultas. Que resposta forneces à indagação do Senhor? Quem segue o Cristo, vive-lhe o apostolado. Serve, coopera e caminha avante, sem temor ou vacilação, lembrando-te de que o Verbo da Verdade incide sobre nós, cada dia, perguntando incessantemente: – Que buscais?” O Espírito de Verdade: 54
  • 33.
    “Segui-me, e euvos farei pescadores de homens.” PONTE DE LUZ – Associação Sociocultural Espírita de Cascais 04 de outubro de 2017