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Morte e Retorno à Vida Espiritual
149. Que sucede à alma no instante da morte?
“Volta a ser Espírito, isto é, volve ao mundo dos Espíritos, donde se apartara
momentaneamente.”
(O Livro dos Espíritos)
* *
Durante a vida, o Espírito se acha preso ao corpo pelo seu envoltório semi-material ou
perispírito. A morte é a destruição do corpo somente, não a desse outro invólucro, que do
corpo se separa quando cessa neste a vida orgânica. A observação demonstra que, no
instante da morte, o desprendimento do perispírito não se completa subitamente; que, ao
contrário, se opera gradualmente e com uma lentidão muito variável conforme os
indivíduos. Em uns é bastante rápido, podendo dizer-se que o momento da morte é mais ou
menos o da libertação. Em outros, naqueles sobretudo cuja vida toda material e sensual, o
desprendimento é muito menos rápido, durando algumas vezes dias, semanas e até meses, o
que não implica existir, no corpo, a menor vitalidade, nem a possibilidade de volver à vida,
mas uma simples afinidade com o Espírito, afinidade que guarda sempre proporção com a
preponderância que, durante a vida, o Espírito deu à matéria. É, com efeito, racional
conceber-se que, quanto mais o Espírito se haja identificado com a matéria, tanto mais
penoso lhe seja separar-se dela; ao passo que a atividade intelectual e moral, a elevação dos
pensamentos operam um começo de desprendimento, mesmo durante a vida do corpo, de
modo que, em chegando a morte, ele é quase instantâneo. Tal o resultado dos estudos feitos
em todos os indivíduos que se têm podido observar por ocasião da morte. Essas
observações ainda provam que a afinidade, persiste entre a alma e o corpo, em certos
indivíduos, é, às vezes, muito penosa, porquanto o Espírito pode experimentar o horror da
decomposição. Este caso, porém, é excepcional e peculiar a certos gêneros de vida e a
certos gêneros de morte. Verifica-se com alguns suicidas.
(O Livro dos Espíritos)
* *
Perg: 70 - O que significa desencarnar ?
Fatalidade Biológica, a morte, ou seja a mudança de uma forma para outra, por impositivo
da necessidade de transformações incessantes, começa quando ocorrem as primeiras
expressões da vida.
No homem, por exemplo, em cada segundo, no seu aparelho circulatório, morrem um
milhão de hemácias que são aproveitadas por células especiais, no fígado, para a elaboração
de outras, graças ao ferro que é delas extraído.
Segundo alguns biólogos, em cada sete anos, o corpo humano se renova quase
integralmente, à exceção das células nervosas, graças ao processo de transformação ou
morte que ocorre na estrutura somática.
Modificações incessantes em que a matéria assume a forma energética e esta se adensa em
novas expressões físicas, a morte da aparência é uma constante indispensável à evolução.
Do resfriamento da energia que se condensa em matéria, da dissociação das moléculas para
o retorno à energia, no homem, o espírito, que é o modelador da forma, sofre na sua
intimidade os diversos fenômenos de aglutinação e desagregação estrutural.
Morrer, portanto, ou desencarnar, significa, somente mudar de estado.
Perg: 71 – Como acontece, na intimidade do ser, o processo de desencarnação ?
A desencarnação tem início de dentro para fora do corpo, nos tecidos sutis do perispirito,
que condicionado a vibrações especiais, encarregadas de manterem a vitalidade
fisiopsíquica, começam a perder a sintonia, por cuja exteriorização mantêm nas suas órbitas
as moléculas constitutivas da matéria.
Mesmo nas ocorrências da desencarnação violenta, por circunstâncias de vária ordem, não
obstante a morte fisiológica por interrupção da corrente mantenedora da vitalidade, o
processo desencarnatório só a pouco e pouco se consuma, através da liberação dos liames
psicossomáticos que se encontram imantados ao corpo físico.
Disso decorrem as sensações violentas, danosas, aflitivas que experimentam os
desencarnados, ainda imantados à carne, que são à violência arrancados da estrutura
material, sem o correspondente desligamento dos núcleos vitalizadores pelo processo
paulatino da dissociação liberativa.
(Joanna de Ângelis Responde)
* *
146 – É fatal o instante da morte ?
- Com exceção do suicídio, todos os casos de desencarnação são determinados
previamente pelas forças espirituais que orientam a atividade do homem sobre a Terra.
Esclarecendo-vos quanto a essa exceção, devemos considerar que, se o homem é escravo
das condições externas da vida no orbe, é livre no mundo íntimo, razão por que, trazendo
no seu mapa de provas a tentação de desertar da vida expiatória e retificadora, contrai um
débito penoso aquele que se arruina, desmantelando as próprias energias.
A educação e a iluminação do intimo constituem o amor ao santuário de Deus em nossa
alma. Quem as realiza em si, na profundeza da liberdade interior, pode modificar o
determinismo das condições materiais de sua existência, alçando-a para a luz e para o bem.
Os que eliminam, contudo, as suas energias próprias, atentam contra a luz divina que
palpita em si mesmos. Daí o complexo de suas dívidas dolorosas.
E existem ainda os suicídios lentos e gradativos, provocados pela ambição ou pela inércia,
pelo abuso ou pela inconsideração, tão perigosos para a vida da alma, quanto os que se
observam, de modo espetacular, entre as lutas do mundo.
Essa a razão pela qual tantas vezes se batem os instrutores dos encarnados, pela
necessidade permanente de oração e vigilância, a fim de que os seus amigos não fracassem
nas tentações.
147 – Proporciona a morte mudanças inesperadas e certas modificações rápidas, como
será de desejar ?
- A morte não prodigaliza estados miraculosos para a nossa consciência.
Desencarnar é mudar de plano, como alguém que se transferisse de uma cidade para outra,
aí no mundo, sem que o fato lhe altere as enfermidades ou as virtudes com a simples
modificação dos aspectos exteriores. Importa observar apenas a ampliação desses aspectos,
comparando-se o plano terrestre com a esfera de ação dos desencarnados.
Imaginai um homem que passa de sua aldeia para uma metrópole moderna. Como se
haverá, na hipótese de não se encontrar devidamente preparado em face dos imperativos da
sua nova vida ?
A comparação é pobre, mas serve para esclarecer que a morte não é um salto dentro da
Natureza. A alma prosseguirá na sua carreira evolutiva, sem milagres prodigiosos.
Os dois planos, visível e invisível, se interpenetram no mundo, e, se a criatura humana é
incapaz de perceber o plano da vida imaterial, é que o seu sensório está habilitado somente
a certas percepções, sem que lhe seja possível, por enquanto, ultrapassar a janela estreita
dos cinco sentidos.
152 – A morte violenta proporciona aos desencarnados sensações diversas da
chamada “morte natural” ?
- A desencarnação por acidentes, os casos fulminantes de desprendimento proporcionam
sensações muito dolorosas à alma desencarnada, em vista da situação de surpresa ante os
acontecimentos supremos e irremediáveis. Quase sempre, em tais circunstâncias, a criatura
não se encontra devidamente preparada e o imprevisto da situação lhe traz emoções
amargas e terríveis.
Entretanto, essas surpresas tristes não se verificam para as almas, no caso das enfermidades
dolorosas e prolongadas, em que o coração e o raciocínio se tocam das luzes das
meditações sadias, observando as ilusões e os prejuízos do excessivo apego à Terra sendo
justo considerarmos a utilidade e a necessidade das dores físicas, nesse particular,
porquanto somente com o seu concurso precioso pode o homem alijar o fardo de suas
impressões nocivas do mundo, para penetrar tranqüilamente os umbrais da vida do Infinito.
153 – Quais as primeiras impressões dos que desencarnam por suicídio ?
- A primeira decepção que os aguarda é a realidade da vida que se não extingue com as
transições da morte do corpo físico, vida essa agravada por tormentos pavorosos, em
virtude de sua decisão tocada de suprema rebeldia.
Suicidas há que continuam experimentando os padecimentos físicos da última hora
terrestre, em seu corpo somático, indefinidamente. Anos a fio, sentem as impressões
terríveis do tóxico que lhes aniquilou as energias, a perfuração do cérebro pelo corpo
estranho partido da arma usada no gesto supremo, o peso das rodas pesadas sob as quais se
atiraram na ânsia de desertar da vida, a passagem das águas silenciosas e tristes sobre os
seus despojos, onde procuraram o olvido criminoso de suas tarefas no mundo e,
comumente, a pior emoção do suicida é a de acompanhar, minuto a minuto, o processo de
decomposição do corpo abandonado no seio da terra, verminado e apodrecido.
De todos os desvios da vida humana, o suicídio é, talvez, o maior deles pela sua
característica de falso heroísmo, de negação absoluta da lei do amor e de suprema rebeldia
à vontade de Deus, cuja justiça nunca se fez sentir, junto dos homens, sem a luz da
misericórdia.
(O Consolador)
* *
9. - Em se tratando de morte natural resultante da extinção das forças vitais por velhice ou
doença, o desprendimento opera-se gradualmente; para o homem cuja alma se
desmaterializou e cujos pensamentos se destacam das coisas terrenas, o desprendimento
quase se completa antes da morte real, isto é, ao passo que o corpo ainda tem vida orgânica,
já o Espírito penetra a vida espiritual, apenas ligado por elo tão frágil que se rompe com a
última pancada do coração. Nesta contingência o Espírito pode ter já recuperado a sua
lucidez, de molde a tornar-se testemunha consciente da extinção da vida do corpo,
considerando-se feliz por tê-lo deixado. Para esse a perturbação é quase nula, ou antes, não
passa de ligeiro sono calmo, do qual desperta com indizível impressão de esperança e
ventura.
No homem materializado e sensual, que mais viveu do corpo que do Espírito, e para o qual
a vida espiritual nada significa, nem sequer lhe toca o pensamento, tudo contribui para
estreitar os laços materiais, e, quando a morte se aproxima, o desprendimento, conquanto se
opere gradualmente também, demanda contínuos esforços. As convulsões da agonia são
indícios da luta do Espírito, que às vezes procura romper os elos resistentes, e outras se
agarra ao corpo do qual uma força irresistível o arrebata com violência, molécula por
molécula.
10. - Quanto menos vê o Espírito além da vida corporal, tanto mais se lhe apega, e, assim,
sente que ela lhe foge e quer retê-la; em vez de se abandonar ao movimento que o empolga,
resiste com todas as forças e pode mesmo prolongar a luta por dias, semanas e meses
inteiros.
Certo, nesse momento o Espírito não possui toda a lucidez, visto como a perturbação de
muito se antecipou à morte; mas nem por isso sofre menos, e o vácuo em que se acha, e a
incerteza do que lhe sucederá, agravam-lhe as angústias. Dá-se por fim a morte, e nem por
isso está tudo terminado; a perturbação continua, ele sente que vive, mas não define se
material, se espiritualmente, luta, e luta ainda, até que as últimas ligações do perispírito se
tenham de todo rompido. A morte pôs termo a moléstia efetiva, porém, não lhe sustou as
conseqüências, e, enquanto existirem pontos de contacto do perispírito com o corpo, o
Espírito ressente-se e sofre com as suas impressões.
11. - Quão diversa é a situação do Espírito desmaterializado, mesmo nas enfermidades mais
cruéis! Sendo frágeis os laços fluídicos que o prendem ao corpo, rompem-se suavemente;
depois, a confiança do futuro entrevisto em pensamento ou na realidade, como sucede
algumas vezes, fá-lo encarar a morte qual redenção e as suas conseqüências como prova,
advindo-lhe dai uma calma resignada, que lhe ameniza o sofrimento.
Após a morte, rotos os laços, nem uma só reação dolorosa que o afete; o despertar é lépido,
desembaraçado; por sensações únicas: o alívio, a alegria!
12. - Na morte violenta as sensações não são precisamente as mesmas. Nenhuma
desagregação inicial há começado previamente a separação do perispírito; a vida orgânica
em plena exuberância de força é subitamente aniquilada. Nestas condições, o
desprendimento só começa depois da morte e não pode completar-se rapidamente. O
Espírito, colhido de improviso, fica como que aturdido e sente, e pensa, e acredita-se vivo,
prolongando-se esta ilusão até que compreenda o seu estado. Este estado intermediário
entre a vida corporal e a espiritual é dos mais interessantes para ser estudado, porque
apresenta o espetáculo singular de um Espírito que julga material o seu corpo fluídico,
experimentando ao mesmo tempo todas as sensações da vida orgânica. Há, além disso,
dentro desse caso, uma série infinita de modalidades que variam segundo os conhecimentos
e progressos morais do Espírito. Para aqueles cuja alma está purificada, a situação pouco
dura, porque já possuem em si como que um desprendimento antecipado, cujo termo a
morte mais súbita não faz senão apressar. Outros há, para os quais a situação se prolonga
por anos inteiros. É uma situação essa muito freqüente até nos casos de morte comum, que
nada tendo de penosa para Espíritos adiantados, se torna horrível para os atrasados. No
suicida, principalmente, excede a toda expectativa. Preso ao corpo por todas as suas fibras,
o perispírito faz repercutir na alma todas as sensações daquele, com sofrimentos cruciantes.
13. - O estado do Espírito por ocasião da morte pode ser assim resumido: Tanto maior é o
sofrimento, quanto mais lento for o desprendimento do perispírito; a presteza deste
desprendimento está na razão direta do adiantamento moral do Espírito; para o Espírito
desmaterializado, de consciência pura, a morte é qual um sono breve, isento de agonia, e
cujo despertar é suavíssimo.
14. - Para que cada qual trabalhe na sua purificação, reprima as más tendências e domine as
paixões, preciso se faz que abdique das vantagens imediatas em prol do futuro, visto como,
para identificar-se com a vida espiritual, encaminhando para ela todas as aspirações e
preferindo-a à vida terrena, não basta crer, mas compreender. Devemos considerar essa
vida debaixo de um ponto de vista que satisfaça ao mesmo tempo à razão, à lógica, ao bom
senso e ao conceito em que temos a grandeza, a bondade e a justiça de Deus. Considerado
deste ponto de vista, o Espiritismo, pela fé inabalável que proporciona, é, de quantas
doutrinas filosóficas que conhecemos, a que exerce mais poderosa influência.
O espírita sério não se limita a crer, porque compreende, e compreende, porque raciocina; a
vida futura é uma realidade que se desenrola incessantemente a seus olhos; uma realidade
que ele toca e vê, por assim dizer, a cada passo e de modo que a dúvida não pode empolgá-
lo, ou ter guarida em sua alma. A vida corporal, tão limitada, amesquinha-se diante da vida
espiritual, da verdadeira vida. Que lhe importam os incidentes da jornada se ele
compreende a causa e utilidade das vicissitudes humanas, quando suportadas com
resignação? A alma eleva-se-lhe nas relações com o mundo visível; os laços fluídicos que o
ligam à matéria enfraquecem-se, operando-se por antecipação um desprendimento parcial
que facilita a passagem para a outra vida. A perturbação conseqüente à transição pouco
perdura, porque, uma vez franqueado o passo, para logo se reconhece, nada estranhando,
antes compreendendo, a sua nova situação.
(O Céu e o Inferno)
NOTA: Esta apostila é destinada ao Grupo de Estudos, contendo algumas
informações Gerais sobre Morte e Retorno à Vida Espiritual.

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  • 1. Morte e Retorno à Vida Espiritual 149. Que sucede à alma no instante da morte? “Volta a ser Espírito, isto é, volve ao mundo dos Espíritos, donde se apartara momentaneamente.” (O Livro dos Espíritos) * * Durante a vida, o Espírito se acha preso ao corpo pelo seu envoltório semi-material ou perispírito. A morte é a destruição do corpo somente, não a desse outro invólucro, que do corpo se separa quando cessa neste a vida orgânica. A observação demonstra que, no instante da morte, o desprendimento do perispírito não se completa subitamente; que, ao contrário, se opera gradualmente e com uma lentidão muito variável conforme os indivíduos. Em uns é bastante rápido, podendo dizer-se que o momento da morte é mais ou menos o da libertação. Em outros, naqueles sobretudo cuja vida toda material e sensual, o desprendimento é muito menos rápido, durando algumas vezes dias, semanas e até meses, o que não implica existir, no corpo, a menor vitalidade, nem a possibilidade de volver à vida, mas uma simples afinidade com o Espírito, afinidade que guarda sempre proporção com a preponderância que, durante a vida, o Espírito deu à matéria. É, com efeito, racional conceber-se que, quanto mais o Espírito se haja identificado com a matéria, tanto mais penoso lhe seja separar-se dela; ao passo que a atividade intelectual e moral, a elevação dos pensamentos operam um começo de desprendimento, mesmo durante a vida do corpo, de modo que, em chegando a morte, ele é quase instantâneo. Tal o resultado dos estudos feitos em todos os indivíduos que se têm podido observar por ocasião da morte. Essas observações ainda provam que a afinidade, persiste entre a alma e o corpo, em certos indivíduos, é, às vezes, muito penosa, porquanto o Espírito pode experimentar o horror da decomposição. Este caso, porém, é excepcional e peculiar a certos gêneros de vida e a certos gêneros de morte. Verifica-se com alguns suicidas. (O Livro dos Espíritos) * * Perg: 70 - O que significa desencarnar ? Fatalidade Biológica, a morte, ou seja a mudança de uma forma para outra, por impositivo da necessidade de transformações incessantes, começa quando ocorrem as primeiras expressões da vida.
  • 2. No homem, por exemplo, em cada segundo, no seu aparelho circulatório, morrem um milhão de hemácias que são aproveitadas por células especiais, no fígado, para a elaboração de outras, graças ao ferro que é delas extraído. Segundo alguns biólogos, em cada sete anos, o corpo humano se renova quase integralmente, à exceção das células nervosas, graças ao processo de transformação ou morte que ocorre na estrutura somática. Modificações incessantes em que a matéria assume a forma energética e esta se adensa em novas expressões físicas, a morte da aparência é uma constante indispensável à evolução. Do resfriamento da energia que se condensa em matéria, da dissociação das moléculas para o retorno à energia, no homem, o espírito, que é o modelador da forma, sofre na sua intimidade os diversos fenômenos de aglutinação e desagregação estrutural. Morrer, portanto, ou desencarnar, significa, somente mudar de estado. Perg: 71 – Como acontece, na intimidade do ser, o processo de desencarnação ? A desencarnação tem início de dentro para fora do corpo, nos tecidos sutis do perispirito, que condicionado a vibrações especiais, encarregadas de manterem a vitalidade fisiopsíquica, começam a perder a sintonia, por cuja exteriorização mantêm nas suas órbitas as moléculas constitutivas da matéria. Mesmo nas ocorrências da desencarnação violenta, por circunstâncias de vária ordem, não obstante a morte fisiológica por interrupção da corrente mantenedora da vitalidade, o processo desencarnatório só a pouco e pouco se consuma, através da liberação dos liames psicossomáticos que se encontram imantados ao corpo físico. Disso decorrem as sensações violentas, danosas, aflitivas que experimentam os desencarnados, ainda imantados à carne, que são à violência arrancados da estrutura material, sem o correspondente desligamento dos núcleos vitalizadores pelo processo paulatino da dissociação liberativa. (Joanna de Ângelis Responde) * * 146 – É fatal o instante da morte ? - Com exceção do suicídio, todos os casos de desencarnação são determinados previamente pelas forças espirituais que orientam a atividade do homem sobre a Terra. Esclarecendo-vos quanto a essa exceção, devemos considerar que, se o homem é escravo das condições externas da vida no orbe, é livre no mundo íntimo, razão por que, trazendo
  • 3. no seu mapa de provas a tentação de desertar da vida expiatória e retificadora, contrai um débito penoso aquele que se arruina, desmantelando as próprias energias. A educação e a iluminação do intimo constituem o amor ao santuário de Deus em nossa alma. Quem as realiza em si, na profundeza da liberdade interior, pode modificar o determinismo das condições materiais de sua existência, alçando-a para a luz e para o bem. Os que eliminam, contudo, as suas energias próprias, atentam contra a luz divina que palpita em si mesmos. Daí o complexo de suas dívidas dolorosas. E existem ainda os suicídios lentos e gradativos, provocados pela ambição ou pela inércia, pelo abuso ou pela inconsideração, tão perigosos para a vida da alma, quanto os que se observam, de modo espetacular, entre as lutas do mundo. Essa a razão pela qual tantas vezes se batem os instrutores dos encarnados, pela necessidade permanente de oração e vigilância, a fim de que os seus amigos não fracassem nas tentações. 147 – Proporciona a morte mudanças inesperadas e certas modificações rápidas, como será de desejar ? - A morte não prodigaliza estados miraculosos para a nossa consciência. Desencarnar é mudar de plano, como alguém que se transferisse de uma cidade para outra, aí no mundo, sem que o fato lhe altere as enfermidades ou as virtudes com a simples modificação dos aspectos exteriores. Importa observar apenas a ampliação desses aspectos, comparando-se o plano terrestre com a esfera de ação dos desencarnados. Imaginai um homem que passa de sua aldeia para uma metrópole moderna. Como se haverá, na hipótese de não se encontrar devidamente preparado em face dos imperativos da sua nova vida ? A comparação é pobre, mas serve para esclarecer que a morte não é um salto dentro da Natureza. A alma prosseguirá na sua carreira evolutiva, sem milagres prodigiosos. Os dois planos, visível e invisível, se interpenetram no mundo, e, se a criatura humana é incapaz de perceber o plano da vida imaterial, é que o seu sensório está habilitado somente a certas percepções, sem que lhe seja possível, por enquanto, ultrapassar a janela estreita dos cinco sentidos. 152 – A morte violenta proporciona aos desencarnados sensações diversas da chamada “morte natural” ? - A desencarnação por acidentes, os casos fulminantes de desprendimento proporcionam sensações muito dolorosas à alma desencarnada, em vista da situação de surpresa ante os acontecimentos supremos e irremediáveis. Quase sempre, em tais circunstâncias, a criatura não se encontra devidamente preparada e o imprevisto da situação lhe traz emoções amargas e terríveis.
  • 4. Entretanto, essas surpresas tristes não se verificam para as almas, no caso das enfermidades dolorosas e prolongadas, em que o coração e o raciocínio se tocam das luzes das meditações sadias, observando as ilusões e os prejuízos do excessivo apego à Terra sendo justo considerarmos a utilidade e a necessidade das dores físicas, nesse particular, porquanto somente com o seu concurso precioso pode o homem alijar o fardo de suas impressões nocivas do mundo, para penetrar tranqüilamente os umbrais da vida do Infinito. 153 – Quais as primeiras impressões dos que desencarnam por suicídio ? - A primeira decepção que os aguarda é a realidade da vida que se não extingue com as transições da morte do corpo físico, vida essa agravada por tormentos pavorosos, em virtude de sua decisão tocada de suprema rebeldia. Suicidas há que continuam experimentando os padecimentos físicos da última hora terrestre, em seu corpo somático, indefinidamente. Anos a fio, sentem as impressões terríveis do tóxico que lhes aniquilou as energias, a perfuração do cérebro pelo corpo estranho partido da arma usada no gesto supremo, o peso das rodas pesadas sob as quais se atiraram na ânsia de desertar da vida, a passagem das águas silenciosas e tristes sobre os seus despojos, onde procuraram o olvido criminoso de suas tarefas no mundo e, comumente, a pior emoção do suicida é a de acompanhar, minuto a minuto, o processo de decomposição do corpo abandonado no seio da terra, verminado e apodrecido. De todos os desvios da vida humana, o suicídio é, talvez, o maior deles pela sua característica de falso heroísmo, de negação absoluta da lei do amor e de suprema rebeldia à vontade de Deus, cuja justiça nunca se fez sentir, junto dos homens, sem a luz da misericórdia. (O Consolador) * * 9. - Em se tratando de morte natural resultante da extinção das forças vitais por velhice ou doença, o desprendimento opera-se gradualmente; para o homem cuja alma se desmaterializou e cujos pensamentos se destacam das coisas terrenas, o desprendimento quase se completa antes da morte real, isto é, ao passo que o corpo ainda tem vida orgânica, já o Espírito penetra a vida espiritual, apenas ligado por elo tão frágil que se rompe com a última pancada do coração. Nesta contingência o Espírito pode ter já recuperado a sua lucidez, de molde a tornar-se testemunha consciente da extinção da vida do corpo, considerando-se feliz por tê-lo deixado. Para esse a perturbação é quase nula, ou antes, não passa de ligeiro sono calmo, do qual desperta com indizível impressão de esperança e ventura. No homem materializado e sensual, que mais viveu do corpo que do Espírito, e para o qual a vida espiritual nada significa, nem sequer lhe toca o pensamento, tudo contribui para estreitar os laços materiais, e, quando a morte se aproxima, o desprendimento, conquanto se opere gradualmente também, demanda contínuos esforços. As convulsões da agonia são
  • 5. indícios da luta do Espírito, que às vezes procura romper os elos resistentes, e outras se agarra ao corpo do qual uma força irresistível o arrebata com violência, molécula por molécula. 10. - Quanto menos vê o Espírito além da vida corporal, tanto mais se lhe apega, e, assim, sente que ela lhe foge e quer retê-la; em vez de se abandonar ao movimento que o empolga, resiste com todas as forças e pode mesmo prolongar a luta por dias, semanas e meses inteiros. Certo, nesse momento o Espírito não possui toda a lucidez, visto como a perturbação de muito se antecipou à morte; mas nem por isso sofre menos, e o vácuo em que se acha, e a incerteza do que lhe sucederá, agravam-lhe as angústias. Dá-se por fim a morte, e nem por isso está tudo terminado; a perturbação continua, ele sente que vive, mas não define se material, se espiritualmente, luta, e luta ainda, até que as últimas ligações do perispírito se tenham de todo rompido. A morte pôs termo a moléstia efetiva, porém, não lhe sustou as conseqüências, e, enquanto existirem pontos de contacto do perispírito com o corpo, o Espírito ressente-se e sofre com as suas impressões. 11. - Quão diversa é a situação do Espírito desmaterializado, mesmo nas enfermidades mais cruéis! Sendo frágeis os laços fluídicos que o prendem ao corpo, rompem-se suavemente; depois, a confiança do futuro entrevisto em pensamento ou na realidade, como sucede algumas vezes, fá-lo encarar a morte qual redenção e as suas conseqüências como prova, advindo-lhe dai uma calma resignada, que lhe ameniza o sofrimento. Após a morte, rotos os laços, nem uma só reação dolorosa que o afete; o despertar é lépido, desembaraçado; por sensações únicas: o alívio, a alegria! 12. - Na morte violenta as sensações não são precisamente as mesmas. Nenhuma desagregação inicial há começado previamente a separação do perispírito; a vida orgânica em plena exuberância de força é subitamente aniquilada. Nestas condições, o desprendimento só começa depois da morte e não pode completar-se rapidamente. O Espírito, colhido de improviso, fica como que aturdido e sente, e pensa, e acredita-se vivo, prolongando-se esta ilusão até que compreenda o seu estado. Este estado intermediário entre a vida corporal e a espiritual é dos mais interessantes para ser estudado, porque apresenta o espetáculo singular de um Espírito que julga material o seu corpo fluídico, experimentando ao mesmo tempo todas as sensações da vida orgânica. Há, além disso, dentro desse caso, uma série infinita de modalidades que variam segundo os conhecimentos e progressos morais do Espírito. Para aqueles cuja alma está purificada, a situação pouco dura, porque já possuem em si como que um desprendimento antecipado, cujo termo a morte mais súbita não faz senão apressar. Outros há, para os quais a situação se prolonga por anos inteiros. É uma situação essa muito freqüente até nos casos de morte comum, que nada tendo de penosa para Espíritos adiantados, se torna horrível para os atrasados. No suicida, principalmente, excede a toda expectativa. Preso ao corpo por todas as suas fibras, o perispírito faz repercutir na alma todas as sensações daquele, com sofrimentos cruciantes. 13. - O estado do Espírito por ocasião da morte pode ser assim resumido: Tanto maior é o sofrimento, quanto mais lento for o desprendimento do perispírito; a presteza deste
  • 6. desprendimento está na razão direta do adiantamento moral do Espírito; para o Espírito desmaterializado, de consciência pura, a morte é qual um sono breve, isento de agonia, e cujo despertar é suavíssimo. 14. - Para que cada qual trabalhe na sua purificação, reprima as más tendências e domine as paixões, preciso se faz que abdique das vantagens imediatas em prol do futuro, visto como, para identificar-se com a vida espiritual, encaminhando para ela todas as aspirações e preferindo-a à vida terrena, não basta crer, mas compreender. Devemos considerar essa vida debaixo de um ponto de vista que satisfaça ao mesmo tempo à razão, à lógica, ao bom senso e ao conceito em que temos a grandeza, a bondade e a justiça de Deus. Considerado deste ponto de vista, o Espiritismo, pela fé inabalável que proporciona, é, de quantas doutrinas filosóficas que conhecemos, a que exerce mais poderosa influência. O espírita sério não se limita a crer, porque compreende, e compreende, porque raciocina; a vida futura é uma realidade que se desenrola incessantemente a seus olhos; uma realidade que ele toca e vê, por assim dizer, a cada passo e de modo que a dúvida não pode empolgá- lo, ou ter guarida em sua alma. A vida corporal, tão limitada, amesquinha-se diante da vida espiritual, da verdadeira vida. Que lhe importam os incidentes da jornada se ele compreende a causa e utilidade das vicissitudes humanas, quando suportadas com resignação? A alma eleva-se-lhe nas relações com o mundo visível; os laços fluídicos que o ligam à matéria enfraquecem-se, operando-se por antecipação um desprendimento parcial que facilita a passagem para a outra vida. A perturbação conseqüente à transição pouco perdura, porque, uma vez franqueado o passo, para logo se reconhece, nada estranhando, antes compreendendo, a sua nova situação. (O Céu e o Inferno) NOTA: Esta apostila é destinada ao Grupo de Estudos, contendo algumas informações Gerais sobre Morte e Retorno à Vida Espiritual.