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HISTÓRIA DO CRISTIANISMO
6ª AULA
OBJETIVO
A era do cristianismo católico - 313 ao 500
EBD - ESCOLA BÍBLICA DISCIPULADORA - 2017
Prof. Francisco Tudela
O Valor da História do cristianismo
• A História do cristianismo como uma síntese.
• A História do cristianismo como um auxílio para a compreensão do presente.
• A História do cristianismo como um guia
• A História do cristianismo como uma força motivadora
• A História do cristianismo como uma ferramenta prática
A História do cristianismo auxilia na formação teológica. Ex.: melhor
compreensão da Teologia Sistemática, material para ilustração de estudos...
• A História do cristianismo como força libertadora
Períodos da História daIgreja
• ANTIGA (5 a.C – 590 d.C)
• O avanço do Cristianismo no Império (até 100 d. C)
• A luta da igreja primitiva para sobreviver (100 - 313)
• A instauração da Igreja Católica Imperial (313 - 500)
•MEDIEVAL (590 - 1517)
• Surge a Igreja Latino-Teutônica (590 - 800)
• Avanços e retrocessos nas relações entre Igreja e Estado (800 - 1054)
• A supremacia da papado (1054 - 1305)
• O ocaso medieval e o renascimento moderno (1309 - 1517)
• MODERNA (1517 e depois…)
TEMÁTICAS DESTA AULA
1. O CREDO APÓSTÓLICO
2. O CANON CRISTÃO
3. O ÉDITO DE CONSTANTINO E SUAS CONSEQUÊNCIAS
4. HERESIAS DESTE PERÍODO
5. PRINCIPAIS LÍDERES DO PERÍODO
CONHECENDO A CLASSE: ALUNOS E PROFESSOR
“Mas, eu e a minha família serviremos ao Senhor". Josué 24.:15
1) Você acha que deve impor ao seu filho adolescente a religião cristã?
2) Você acha que toda criança nasce sem maldade e é o convívio social que a
“estraga”?
Em defesa da ortodoxiaA igreja era perseguida e estava
envolvida com heresias, e para
enfrentá-las:
1. Designa o bispo como
autoridade inquestionável
da doutrina.
2. Estabelece um credo que
afirma qual é a fé do
cristianismo.
3. Seleciona os livros religiosos
autorizados: Cânon.
4. Os Polemistas escrevem de
forma a defender a doutrina
ortodoxa das heresias.
No Concílio de Nicéia (ano 325) estabeleceu-se o Credo dos Apóstolos, que já era
usado em Roma como profissão de fé batismal.
Seu nome vem da tradição de que cada um de seus doze artigos fora ditado por
um dos apóstolos, logo após o Pentecoste, inspirados pelo ES.
Muitas igrejas consideram o Credo dos Apóstolos uma síntese dos pontos
principais da fé cristã, Luteranos o tem em sua Confissão de Fé.
DECLARAÇÃO DOUTRINÁRIA DA CONVENÇÃO BATISTA BRASILEIRA
1º- A aceitação das Escrituras Sagradas como única regra de fé e conduta.
2º- O conceito de igreja como sendo uma comunidade local democrática e
autônoma, formada de pessoas regeneradas e biblicamente batizadas.
3º- A separação entre Igreja e Estado.
4º- A absoluta liberdade de consciência.
5º- A responsabilidade individual diante de Deus.
6º- A autenticidade e apostolicidade das igrejas.
A regra de fé – O Credo
O papel do bispo como unificador da Igreja foi reforçado pelo
desenvolvimento de um credo, uma declaração de fé para uso público.
O credo contém artigos para a manutenção e o bem-estar teológico da Igreja.
Os credos servem para firmar a ortodoxia, identificar os crentes entre si e
servir como resumo claro das doutrinas essenciais da fé.
Os credos conciliares, ou universais, surgiram no período da controvérsia
teológica entre 313 e 451.
Traços de credo podem ser encontrados em Rm 10.9, 1 Co 15.4 e 1 Tm 3.16.
Ireneu e Tertuliano escreveram Regras de Fé para distinguir o cristianismo do
gnosticismo.
São sumários das principais doutrinas bíblicas.
O Credo Apostólico
Creio em Deus Pai, Todo-Poderoso, Criador do céu e da terra (1); e em
Jesus Cristo, seu único Filho, nosso Senhor (2), que foi concebido pelo
poder do Espírito Santo, nasceu da virgem Maria (3); padeceu sob Pôncio
Pilatos, foi crucificado, morto e sepultado (4); desceu à mansão dos
mortos; ressuscitou ao terceiro dia; subiu aos Céus; está sentado à
direita de Deus Pai Todo-Poderoso, de onde há de vir a julgar os vivos e
os mortos (5).
Creio no Espírito Santo (6), na Santa Igreja católica (7), na comunhão dos
Santos, na remissão dos pecados (8), na ressurreição da carne (9), na
vida eterna (10). Amém.
O CREDO1) Afirma que Deus é o criador do mundo (contra os gnósticos);
2) Jesus o único filho (contra os que negam a divindade de Jesus)
3) Jesus nasceu da virgem Maria (contra os que negavam sua humanidade).
4) Jesus padeceu sob Pôncio Pilatos (Jesus um personagem real, histórico).
5) Que quem julgará é Jesus e não Deus Pai.
6) Que o ES existe (contra os que negam a trindade)
7) Trata a igreja como santa.
8) Há perdão para os pecados (contra os que acham que o corpo é mau)
9) Haverá uma ressureição física (contra os gnósticos)
10) Haverá vida eterna.
A Formação do CânonCOMO SE FORMOU O CÂNON (significa régua) PARA
DEFINIR QUAIS SÃO OS LIVROS INSPIRADOS POR DEUS?
Os Pais da Igreja, os Apologistas, os Bispos e Presbíteros , analisaram (exegese)
todos os livros escritos após a morte de Jesus e que circulavam nas Igrejas, para
definirem quais eram, de fato, os inspirados pelo Espírito Santo e quais não o eram.
• Sinais da Apostolicidade
O texto deveria ter sido escrito por um apóstolo ou por alguém ligado
intimamente a ele, como Marcos, que teria contado com a ajuda de Pedro.
• Eficácia na Edificação
Quando lido publicamente deveria inspirar a alguma mudança.
• Concordância com a Regra de Fé
Não contrariar os dogmas principais e clássicos (tradição) do cristianismo.
As cartas de Paulo foram as 1ª a serem reunidas, pelos líderes da Igreja de Éfeso.
Datado de 180 e descoberto por Ludovico Muratori (1672-1750) na Biblioteca
Ambrosiana de Milão, o Cânon Muratoriano continha 22 livros do NT.
No ano 324, Eusébio de Cesareia considerou pelo menos 20 livros do NT como
sendo do mesmo nível do AT. As cartas de Tiago, 2 Pedro, 2 e 3 João, Judas,
Hebreus e Apocalipse eram ainda discutidos para inclusão pela autoria incerta.
Atanásio, em sua carta de Páscoa, em 367, às igrejas sob sua jurisdição, como
Bispo de Alexandria, relaciona os 27 livros do NT que temos hoje.
Hoje, cerca de 5.500 manuscritos atestam a integridade do texto bíblico.
O texto de Isaías, em Qumran, é o mais antigo e extenso encontrado.
Os textos do NT mais antigos são pedaços de pergaminho do séc. II.
Essa inspiração foi encerrada no tempo dos Apóstolos.
AGORA NÃO SE ACRESCENTA MAIS NENHUM LIVRO.
A OFICIALIZAÇÃO DO
CRISTIANISMO COMO FORMA DE
MANTER O IMPÉRIO ROMANO
E B D / I G RE JA PRES BI T E RI AN A D O BAI RRO AMAMBAÍ
R E F E R Ê N C I A S
A era das Trevas
Justo L. Gonzalez
Ed. Vida Nova
A era dos Altos Ideais
Justo L. Gonzalez
Ed. Vida Nova
A era dos sonhos Frustrados
Justo L. Gonzalez
Ed. Vida Nova
O financiamento do império, com
escravos e riquezas, vinha das
guerras, e a opção pela paz, que
alguns governantes fizeram,
empobreceu o império.
A estratégia para sobreviver foi
dividir o Império em quatro, uma
tetrarquia, com dois imperadores
(Augustos) e dois sub-
imperadores (Césares).
Neste momento todo o império
perseguia os cristãos, até que
Galério publica o Edito de
Tolerância, no ano 303, no seu
distrito .
Constantino
Constantino (274-337), filho ilegítimo do líder militar
Constâncio com uma bela mulher livre e cristã do
Oriente, de nome Helena, foi eleito imperador do oeste
pelo seu exército em 306, após a morte de seu pai,
antigo líder da parte ocidental do Império Romano.
Ocorreram lutas internas, o Império chegou a ter seis governantes (5 Augustos e 1
César) em 307, mas Constantino, através de manobras políticas (casamento com a
filha de um dos Augustos, Maximiano, e irmã do único César, Maxêncio) e vitórias
em batalhas (contra seu cunhado Licínio), levaram-no a se tornar o único
imperador romano, com poder inconteste até sua morte, em 337.
18
Constantino era um assassino, mandara matar seu filho Crispo, sufocar a esposa
Fausta numa sauna, matar o cunhado, e outros tantos.
Certo dia ao entrar no templo de Júpiter para oferecer sacrifícios e purificar-se, o
sacerdote barrou-lhe o caminho dizendo que os deuses não o perdoavam.
Alguém lhe comentou que o batismo cristão perdoa todos os crimes cometidos
anteriormente. Anteriormente? Sim, anteriormente!
Constantino resolveu adiar seu batismo para o último dia de vida, já que outros
homicídios ...
Constantino teve uma visão ao olhar o por do sol: as letras gregas XP (Chi-Rho, as
primeiras duas letras de Χριστός, "Cristo") entrelaçadas com uma cruz e a
inscrição "In Hoc Signo Vinces" — latim - "Sob este signo vencerás“.
A história de sua associação com o cristianismo vem de uma batalha, em
312, onde parecia que seria derrotado. Então, viu uma cruz no céu, com a
frase “Com este sinal, vencerás” em latim. Tomando como bom presságio,
perseverou e venceu a batalha da ponte Mílvia, sobre o rio Tibre.
19
Lactâncio, cristão e seu conselheiro, interpretou-lhe que era um sinal de Jesus, que
Constantino era o “escolhido” e pela espada imporia o Reino de Deus.
Constantino concluiu que unindo o poder temporal do Império Romano ao poder
espiritual do Cristianismo o mundo seria conquistado.
Adota a cruz como símbolo nos escudos.
O império de Constantino não teria fim, o que se tornou realidade/engano pelo
fato da Igreja Católica Apostólica Romana ser a Roma de Constantino viva até os
dias de hoje...
O Edito de Milão, 313, declarava neutralidade do Império em questões religiosas.
Desta forma, encerrava a perseguição em todo o império e dava status
de legitimidade ao Cristianismo.
Propôs aos bispos a união do estado com a igreja no concílio de Nicéia no ano 325.
Nem todos foram, só 316, mas a aliança foi consumada.
EDITO DE
MILÃO
Constantino construiu a cidade de Constantinopla (hoje Istambul – Turquia), em 330,
de onde passou a reinar, fato que contribuiu na divisão Oriente e Ocidente, contudo,
com a queda de Roma no sec V, a cultura greco-romana se manteve no Oriente.
Constantinopla tornou-se o centro do poder político do Oriente, e quando Roma caiu
em 476, o bispo de Roma ficou com o poder político e espiritual ocidental.
Em 313, o imperador Constantino fez publicar o Edito de Milão que instituía a
tolerância religiosa no império com isenções de impostos e do serviço militar
(muitos se fazem cristãos), devolução dos bens confiscados e dos Templos.
Obtém apoio para se tornar o único imperador e extinguir a tetrarquia.
Em 361, assumiu o trono Juliano, o Apóstata, que tentou reerguer o paganismo,
dando-lhe consistência ético-filosófica e reabrindo os templos pagãos.
Três anos depois Juliano morreu e, com ele, o retorno à antiga religião romana.
Em 391, Teodósio I oficializou o cristianismo nos territórios romanos.
Em 392, o Edito de Constantinopla estabelece a proibição do paganismo.
Após seu reinado, os filhos assumem e dividem o império em duas partes.
Arcádio herdou o Império do Oriente, capital em Constantinopla.
A Honório I coube o Império do Ocidente, com capital em Roma.
1. Pontos Positivos
 Fim das perseguições
 Cessaram os sacrifícios pagãos
2. Pontos Negativos
 Todos na igreja por decreto
 Costumes pagãos introduzidos na igreja
 Mundanismo, secularismo
 Dedicação de templos pagãos ao culto cristão
3. Resultado da União da Igreja com o Estado
 Interferência do Imperador no governo da igreja
 Privilégios concedidos ao clero
 Instituição do domingo como dia de descanso
 Doações oficiais às igrejas
Heresia: Pelagianismo - a queda de Adão afetou apenas a Adão
Pelágio, clérigo britânico, afirmava que o homem é totalmente responsável pela
sua própria salvação e portanto, não necessita da graça divina.
Defendia que todo homem nasce "moralmente neutro", que é criado livre como
Adão, com a capacidade de escolher entre o bem e o mal, pois cada alma é criação
individual de Deus e, portanto, não herdeira da contaminação do pecado de Adão
sendo capaz, por si mesmo, sem influência divina, de salvar-se quando o desejar.
O pelagismo afirma que a universalidade do pecado se explicaria pela fraqueza da
carne humana, e não pela corrupção da vontade humana pelo pecado.
Agostinho combateu o pelagianismo defendendo que o pecado original de Adão foi
herdado por toda a humanidade pois sua razão estava totalmente corrompida pelo
pecado e assim não era capaz de usar a sua vontade quanto à questão da salvação,
está escravizado ao pecado e não pode não pecar.
Logo, a salvação viria somente para os eleitos através da graça de Deus em Cristo.
Para evitar que as doutrinas da eleição e da graça, afirmadas por Agostinho,
gerassem uma irresponsabilidade ética, João Cassiano (360 – 435) propôs uma
solução conciliatória, onde vontade humana e divina cooperavam na salvação, pois
a vontade humana era enfraquecida, mas não corrompida, pelo pecado.
Proposta rejeitada em 529 no Sínodo de Oranges, prevaleceu Agostinho.
Pelágio por sua vez, não abriu mão da sua crença herege e foi excomungado em
418 junto com seus seguidores.
Refutação:
Sl 51.5
Rm 5.12
PRINCIPAIS LÍDERES DO PERÍODO
1. Atanásio (293 –373)
Patriarca de Alexandria foi um dos mais destacados pais da Igreja.
Ainda diácono, contribuiu decisivamente para a condenação da heresia ariana
em 325 no Concílio de Nicéia.
2. Ambrósio de Milão (340 – 407)
Teólogo e líder da Igreja, discipulou e batizou Agostinho.
Era honrado por todos não somente como intelectual, mas principalmente
como amoroso pastor.
Agostinho, no livro Confissões, o apresenta como um homem de Deus
dedicadíssimo aos estudos.
Em suas obras combateu o arianismo.
3. João Crisóstomo ( 345 – 407)
Teólogo e escritor cristão, arcebispo de Constantinopla.
Pela sua inflamada retórica, ficou conhecido como
Crisóstomo (que em grego significa boca de ouro).
4. Agostinho (354 – 430)
Bispo de Hipona, Agostinho (354-430) é considerado o
maior teólogo da Igreja Primitiva.
Grande intérprete e sistematizador das doutrinas
cristãs, deixou mais de 600 obras, entre as quais
Confissões, Santíssima Trindade, Cidade de Deus,
Narrações Sobre os Salmos etc.
O pensamento da Alta Idade Média
Destacou-se o pensamento de Agostinho (354-430)
Agostinho fundia a cultura greco-romana à filosofia cristã.
Fundamentou-se na filosofia de Platão do chamado “mundo das coisas” (real) e
“mundo das ideias”.
Para Platão o mundo real (mundano) era uma
contemplação do mundo espiritual.
Para Agostinho o mundo terreno era a realização da
vontade de Deus, ou seja, uma predestinação.
Desta discussão concluirá que apenas pela fé em Cristo
(Deus encarnado) o homem alcança a salvação espiritual.
29
Partilha:
1. Você acha que deve impor ao seu filho a religião cristã?
2. Você acha que toda criança nasce sem maldade e é o convívio social que a
“estraga”?
1. HISTÓRIA DO CRISTIANISMO – Shelley B. L. - Ed Shedd– 1ª Edição 2004
2. UMA HISTÓRIA ILUSTRADA DO CRISTIANISMO – Gonzales J. L. – Ed Vida Nova -
1995
3. HISTÓRIA DO CRISTIANISMO – COLLINS&MATTHEW – Ed. Loyola - 2000
4. HISTÓRIA DA IGREJA – Walton R.C. – Ed VidaHistória do Cristianismo, Shelley,
Bruce L., 1927, Ed. Shedd
5. Textos Bíblicos extraídos da Bíblia Sagrada NVI; São Paulo; Ed. Vida; 2001
6. Bíblia De Estudo NVI, Barker; São Paulo; Ed. Vida; 2003
7. Reflexões extraídas da World Wide Web
31
Para formar o AT, por volta do ano 100 dC, os judeus de Israel se reuniram (sínodo)
na cidade de Jâmnia e estabeleceram critérios para formar o seu cânon bíblico:
a) Ter sido escrito no território de Israel.
b) Não conter passagens/textos em aramaico ou grego, apenas em hebraico (vejo
exceção no livro de Daniel).
c) Redigido antes de Esdras (458-428 a.C.).
d) Não contradizer a Lei de Moisés (Pentateuco).
Sínodo=reunião convocada por autoridade religiosa
Canônico = livro catalogado
Protocanônico = catalogado em 1º lugar; desde o começo.
Deuterocanônico = catalogado em 2ª instância.
Em 285 aC, em Alexandria, a pedido de Demétrio, bibliotecário do rei egípcio
Ptolomeu II, 72 judeus traduzem o AT para o grego: a SEPTUAGINTA.
Como o grego era considerado pela Igreja como a língua do Espírito Santo e o
latim uma língua popular, a tradução da Bíblia para o latim, pelo teólogo
Jerônimo (383dC), recebeu o nome de Vulgata.
Foi o 1º livro impresso por Gutemberg em 1456

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6 a era da igreja católica - 6ª aula

  • 1. HISTÓRIA DO CRISTIANISMO 6ª AULA OBJETIVO A era do cristianismo católico - 313 ao 500 EBD - ESCOLA BÍBLICA DISCIPULADORA - 2017 Prof. Francisco Tudela
  • 2. O Valor da História do cristianismo • A História do cristianismo como uma síntese. • A História do cristianismo como um auxílio para a compreensão do presente. • A História do cristianismo como um guia • A História do cristianismo como uma força motivadora • A História do cristianismo como uma ferramenta prática A História do cristianismo auxilia na formação teológica. Ex.: melhor compreensão da Teologia Sistemática, material para ilustração de estudos... • A História do cristianismo como força libertadora
  • 3. Períodos da História daIgreja • ANTIGA (5 a.C – 590 d.C) • O avanço do Cristianismo no Império (até 100 d. C) • A luta da igreja primitiva para sobreviver (100 - 313) • A instauração da Igreja Católica Imperial (313 - 500) •MEDIEVAL (590 - 1517) • Surge a Igreja Latino-Teutônica (590 - 800) • Avanços e retrocessos nas relações entre Igreja e Estado (800 - 1054) • A supremacia da papado (1054 - 1305) • O ocaso medieval e o renascimento moderno (1309 - 1517) • MODERNA (1517 e depois…)
  • 4. TEMÁTICAS DESTA AULA 1. O CREDO APÓSTÓLICO 2. O CANON CRISTÃO 3. O ÉDITO DE CONSTANTINO E SUAS CONSEQUÊNCIAS 4. HERESIAS DESTE PERÍODO 5. PRINCIPAIS LÍDERES DO PERÍODO
  • 5. CONHECENDO A CLASSE: ALUNOS E PROFESSOR “Mas, eu e a minha família serviremos ao Senhor". Josué 24.:15 1) Você acha que deve impor ao seu filho adolescente a religião cristã? 2) Você acha que toda criança nasce sem maldade e é o convívio social que a “estraga”?
  • 6. Em defesa da ortodoxiaA igreja era perseguida e estava envolvida com heresias, e para enfrentá-las: 1. Designa o bispo como autoridade inquestionável da doutrina. 2. Estabelece um credo que afirma qual é a fé do cristianismo. 3. Seleciona os livros religiosos autorizados: Cânon. 4. Os Polemistas escrevem de forma a defender a doutrina ortodoxa das heresias.
  • 7. No Concílio de Nicéia (ano 325) estabeleceu-se o Credo dos Apóstolos, que já era usado em Roma como profissão de fé batismal. Seu nome vem da tradição de que cada um de seus doze artigos fora ditado por um dos apóstolos, logo após o Pentecoste, inspirados pelo ES. Muitas igrejas consideram o Credo dos Apóstolos uma síntese dos pontos principais da fé cristã, Luteranos o tem em sua Confissão de Fé. DECLARAÇÃO DOUTRINÁRIA DA CONVENÇÃO BATISTA BRASILEIRA 1º- A aceitação das Escrituras Sagradas como única regra de fé e conduta. 2º- O conceito de igreja como sendo uma comunidade local democrática e autônoma, formada de pessoas regeneradas e biblicamente batizadas. 3º- A separação entre Igreja e Estado. 4º- A absoluta liberdade de consciência. 5º- A responsabilidade individual diante de Deus. 6º- A autenticidade e apostolicidade das igrejas.
  • 8. A regra de fé – O Credo O papel do bispo como unificador da Igreja foi reforçado pelo desenvolvimento de um credo, uma declaração de fé para uso público. O credo contém artigos para a manutenção e o bem-estar teológico da Igreja. Os credos servem para firmar a ortodoxia, identificar os crentes entre si e servir como resumo claro das doutrinas essenciais da fé. Os credos conciliares, ou universais, surgiram no período da controvérsia teológica entre 313 e 451. Traços de credo podem ser encontrados em Rm 10.9, 1 Co 15.4 e 1 Tm 3.16. Ireneu e Tertuliano escreveram Regras de Fé para distinguir o cristianismo do gnosticismo. São sumários das principais doutrinas bíblicas.
  • 9. O Credo Apostólico Creio em Deus Pai, Todo-Poderoso, Criador do céu e da terra (1); e em Jesus Cristo, seu único Filho, nosso Senhor (2), que foi concebido pelo poder do Espírito Santo, nasceu da virgem Maria (3); padeceu sob Pôncio Pilatos, foi crucificado, morto e sepultado (4); desceu à mansão dos mortos; ressuscitou ao terceiro dia; subiu aos Céus; está sentado à direita de Deus Pai Todo-Poderoso, de onde há de vir a julgar os vivos e os mortos (5). Creio no Espírito Santo (6), na Santa Igreja católica (7), na comunhão dos Santos, na remissão dos pecados (8), na ressurreição da carne (9), na vida eterna (10). Amém.
  • 10. O CREDO1) Afirma que Deus é o criador do mundo (contra os gnósticos); 2) Jesus o único filho (contra os que negam a divindade de Jesus) 3) Jesus nasceu da virgem Maria (contra os que negavam sua humanidade). 4) Jesus padeceu sob Pôncio Pilatos (Jesus um personagem real, histórico). 5) Que quem julgará é Jesus e não Deus Pai. 6) Que o ES existe (contra os que negam a trindade) 7) Trata a igreja como santa. 8) Há perdão para os pecados (contra os que acham que o corpo é mau) 9) Haverá uma ressureição física (contra os gnósticos) 10) Haverá vida eterna.
  • 11. A Formação do CânonCOMO SE FORMOU O CÂNON (significa régua) PARA DEFINIR QUAIS SÃO OS LIVROS INSPIRADOS POR DEUS? Os Pais da Igreja, os Apologistas, os Bispos e Presbíteros , analisaram (exegese) todos os livros escritos após a morte de Jesus e que circulavam nas Igrejas, para definirem quais eram, de fato, os inspirados pelo Espírito Santo e quais não o eram. • Sinais da Apostolicidade O texto deveria ter sido escrito por um apóstolo ou por alguém ligado intimamente a ele, como Marcos, que teria contado com a ajuda de Pedro. • Eficácia na Edificação Quando lido publicamente deveria inspirar a alguma mudança. • Concordância com a Regra de Fé Não contrariar os dogmas principais e clássicos (tradição) do cristianismo.
  • 12. As cartas de Paulo foram as 1ª a serem reunidas, pelos líderes da Igreja de Éfeso. Datado de 180 e descoberto por Ludovico Muratori (1672-1750) na Biblioteca Ambrosiana de Milão, o Cânon Muratoriano continha 22 livros do NT. No ano 324, Eusébio de Cesareia considerou pelo menos 20 livros do NT como sendo do mesmo nível do AT. As cartas de Tiago, 2 Pedro, 2 e 3 João, Judas, Hebreus e Apocalipse eram ainda discutidos para inclusão pela autoria incerta. Atanásio, em sua carta de Páscoa, em 367, às igrejas sob sua jurisdição, como Bispo de Alexandria, relaciona os 27 livros do NT que temos hoje. Hoje, cerca de 5.500 manuscritos atestam a integridade do texto bíblico. O texto de Isaías, em Qumran, é o mais antigo e extenso encontrado. Os textos do NT mais antigos são pedaços de pergaminho do séc. II. Essa inspiração foi encerrada no tempo dos Apóstolos. AGORA NÃO SE ACRESCENTA MAIS NENHUM LIVRO.
  • 13. A OFICIALIZAÇÃO DO CRISTIANISMO COMO FORMA DE MANTER O IMPÉRIO ROMANO
  • 14. E B D / I G RE JA PRES BI T E RI AN A D O BAI RRO AMAMBAÍ R E F E R Ê N C I A S A era das Trevas Justo L. Gonzalez Ed. Vida Nova A era dos Altos Ideais Justo L. Gonzalez Ed. Vida Nova A era dos sonhos Frustrados Justo L. Gonzalez Ed. Vida Nova
  • 15. O financiamento do império, com escravos e riquezas, vinha das guerras, e a opção pela paz, que alguns governantes fizeram, empobreceu o império. A estratégia para sobreviver foi dividir o Império em quatro, uma tetrarquia, com dois imperadores (Augustos) e dois sub- imperadores (Césares). Neste momento todo o império perseguia os cristãos, até que Galério publica o Edito de Tolerância, no ano 303, no seu distrito .
  • 16. Constantino Constantino (274-337), filho ilegítimo do líder militar Constâncio com uma bela mulher livre e cristã do Oriente, de nome Helena, foi eleito imperador do oeste pelo seu exército em 306, após a morte de seu pai, antigo líder da parte ocidental do Império Romano. Ocorreram lutas internas, o Império chegou a ter seis governantes (5 Augustos e 1 César) em 307, mas Constantino, através de manobras políticas (casamento com a filha de um dos Augustos, Maximiano, e irmã do único César, Maxêncio) e vitórias em batalhas (contra seu cunhado Licínio), levaram-no a se tornar o único imperador romano, com poder inconteste até sua morte, em 337.
  • 17. 18 Constantino era um assassino, mandara matar seu filho Crispo, sufocar a esposa Fausta numa sauna, matar o cunhado, e outros tantos. Certo dia ao entrar no templo de Júpiter para oferecer sacrifícios e purificar-se, o sacerdote barrou-lhe o caminho dizendo que os deuses não o perdoavam. Alguém lhe comentou que o batismo cristão perdoa todos os crimes cometidos anteriormente. Anteriormente? Sim, anteriormente! Constantino resolveu adiar seu batismo para o último dia de vida, já que outros homicídios ... Constantino teve uma visão ao olhar o por do sol: as letras gregas XP (Chi-Rho, as primeiras duas letras de Χριστός, "Cristo") entrelaçadas com uma cruz e a inscrição "In Hoc Signo Vinces" — latim - "Sob este signo vencerás“. A história de sua associação com o cristianismo vem de uma batalha, em 312, onde parecia que seria derrotado. Então, viu uma cruz no céu, com a frase “Com este sinal, vencerás” em latim. Tomando como bom presságio, perseverou e venceu a batalha da ponte Mílvia, sobre o rio Tibre.
  • 18. 19 Lactâncio, cristão e seu conselheiro, interpretou-lhe que era um sinal de Jesus, que Constantino era o “escolhido” e pela espada imporia o Reino de Deus. Constantino concluiu que unindo o poder temporal do Império Romano ao poder espiritual do Cristianismo o mundo seria conquistado. Adota a cruz como símbolo nos escudos. O império de Constantino não teria fim, o que se tornou realidade/engano pelo fato da Igreja Católica Apostólica Romana ser a Roma de Constantino viva até os dias de hoje... O Edito de Milão, 313, declarava neutralidade do Império em questões religiosas. Desta forma, encerrava a perseguição em todo o império e dava status de legitimidade ao Cristianismo. Propôs aos bispos a união do estado com a igreja no concílio de Nicéia no ano 325. Nem todos foram, só 316, mas a aliança foi consumada.
  • 20. Constantino construiu a cidade de Constantinopla (hoje Istambul – Turquia), em 330, de onde passou a reinar, fato que contribuiu na divisão Oriente e Ocidente, contudo, com a queda de Roma no sec V, a cultura greco-romana se manteve no Oriente. Constantinopla tornou-se o centro do poder político do Oriente, e quando Roma caiu em 476, o bispo de Roma ficou com o poder político e espiritual ocidental.
  • 21. Em 313, o imperador Constantino fez publicar o Edito de Milão que instituía a tolerância religiosa no império com isenções de impostos e do serviço militar (muitos se fazem cristãos), devolução dos bens confiscados e dos Templos. Obtém apoio para se tornar o único imperador e extinguir a tetrarquia. Em 361, assumiu o trono Juliano, o Apóstata, que tentou reerguer o paganismo, dando-lhe consistência ético-filosófica e reabrindo os templos pagãos. Três anos depois Juliano morreu e, com ele, o retorno à antiga religião romana. Em 391, Teodósio I oficializou o cristianismo nos territórios romanos. Em 392, o Edito de Constantinopla estabelece a proibição do paganismo. Após seu reinado, os filhos assumem e dividem o império em duas partes. Arcádio herdou o Império do Oriente, capital em Constantinopla. A Honório I coube o Império do Ocidente, com capital em Roma.
  • 22. 1. Pontos Positivos  Fim das perseguições  Cessaram os sacrifícios pagãos 2. Pontos Negativos  Todos na igreja por decreto  Costumes pagãos introduzidos na igreja  Mundanismo, secularismo  Dedicação de templos pagãos ao culto cristão 3. Resultado da União da Igreja com o Estado  Interferência do Imperador no governo da igreja  Privilégios concedidos ao clero  Instituição do domingo como dia de descanso  Doações oficiais às igrejas
  • 23. Heresia: Pelagianismo - a queda de Adão afetou apenas a Adão Pelágio, clérigo britânico, afirmava que o homem é totalmente responsável pela sua própria salvação e portanto, não necessita da graça divina. Defendia que todo homem nasce "moralmente neutro", que é criado livre como Adão, com a capacidade de escolher entre o bem e o mal, pois cada alma é criação individual de Deus e, portanto, não herdeira da contaminação do pecado de Adão sendo capaz, por si mesmo, sem influência divina, de salvar-se quando o desejar. O pelagismo afirma que a universalidade do pecado se explicaria pela fraqueza da carne humana, e não pela corrupção da vontade humana pelo pecado. Agostinho combateu o pelagianismo defendendo que o pecado original de Adão foi herdado por toda a humanidade pois sua razão estava totalmente corrompida pelo pecado e assim não era capaz de usar a sua vontade quanto à questão da salvação, está escravizado ao pecado e não pode não pecar. Logo, a salvação viria somente para os eleitos através da graça de Deus em Cristo.
  • 24. Para evitar que as doutrinas da eleição e da graça, afirmadas por Agostinho, gerassem uma irresponsabilidade ética, João Cassiano (360 – 435) propôs uma solução conciliatória, onde vontade humana e divina cooperavam na salvação, pois a vontade humana era enfraquecida, mas não corrompida, pelo pecado. Proposta rejeitada em 529 no Sínodo de Oranges, prevaleceu Agostinho. Pelágio por sua vez, não abriu mão da sua crença herege e foi excomungado em 418 junto com seus seguidores. Refutação: Sl 51.5 Rm 5.12
  • 25. PRINCIPAIS LÍDERES DO PERÍODO 1. Atanásio (293 –373) Patriarca de Alexandria foi um dos mais destacados pais da Igreja. Ainda diácono, contribuiu decisivamente para a condenação da heresia ariana em 325 no Concílio de Nicéia. 2. Ambrósio de Milão (340 – 407) Teólogo e líder da Igreja, discipulou e batizou Agostinho. Era honrado por todos não somente como intelectual, mas principalmente como amoroso pastor. Agostinho, no livro Confissões, o apresenta como um homem de Deus dedicadíssimo aos estudos. Em suas obras combateu o arianismo.
  • 26. 3. João Crisóstomo ( 345 – 407) Teólogo e escritor cristão, arcebispo de Constantinopla. Pela sua inflamada retórica, ficou conhecido como Crisóstomo (que em grego significa boca de ouro). 4. Agostinho (354 – 430) Bispo de Hipona, Agostinho (354-430) é considerado o maior teólogo da Igreja Primitiva. Grande intérprete e sistematizador das doutrinas cristãs, deixou mais de 600 obras, entre as quais Confissões, Santíssima Trindade, Cidade de Deus, Narrações Sobre os Salmos etc.
  • 27. O pensamento da Alta Idade Média Destacou-se o pensamento de Agostinho (354-430) Agostinho fundia a cultura greco-romana à filosofia cristã. Fundamentou-se na filosofia de Platão do chamado “mundo das coisas” (real) e “mundo das ideias”. Para Platão o mundo real (mundano) era uma contemplação do mundo espiritual. Para Agostinho o mundo terreno era a realização da vontade de Deus, ou seja, uma predestinação. Desta discussão concluirá que apenas pela fé em Cristo (Deus encarnado) o homem alcança a salvação espiritual.
  • 28. 29 Partilha: 1. Você acha que deve impor ao seu filho a religião cristã? 2. Você acha que toda criança nasce sem maldade e é o convívio social que a “estraga”?
  • 29. 1. HISTÓRIA DO CRISTIANISMO – Shelley B. L. - Ed Shedd– 1ª Edição 2004 2. UMA HISTÓRIA ILUSTRADA DO CRISTIANISMO – Gonzales J. L. – Ed Vida Nova - 1995 3. HISTÓRIA DO CRISTIANISMO – COLLINS&MATTHEW – Ed. Loyola - 2000 4. HISTÓRIA DA IGREJA – Walton R.C. – Ed VidaHistória do Cristianismo, Shelley, Bruce L., 1927, Ed. Shedd 5. Textos Bíblicos extraídos da Bíblia Sagrada NVI; São Paulo; Ed. Vida; 2001 6. Bíblia De Estudo NVI, Barker; São Paulo; Ed. Vida; 2003 7. Reflexões extraídas da World Wide Web
  • 30. 31
  • 31. Para formar o AT, por volta do ano 100 dC, os judeus de Israel se reuniram (sínodo) na cidade de Jâmnia e estabeleceram critérios para formar o seu cânon bíblico: a) Ter sido escrito no território de Israel. b) Não conter passagens/textos em aramaico ou grego, apenas em hebraico (vejo exceção no livro de Daniel). c) Redigido antes de Esdras (458-428 a.C.). d) Não contradizer a Lei de Moisés (Pentateuco). Sínodo=reunião convocada por autoridade religiosa Canônico = livro catalogado Protocanônico = catalogado em 1º lugar; desde o começo. Deuterocanônico = catalogado em 2ª instância.
  • 32. Em 285 aC, em Alexandria, a pedido de Demétrio, bibliotecário do rei egípcio Ptolomeu II, 72 judeus traduzem o AT para o grego: a SEPTUAGINTA. Como o grego era considerado pela Igreja como a língua do Espírito Santo e o latim uma língua popular, a tradução da Bíblia para o latim, pelo teólogo Jerônimo (383dC), recebeu o nome de Vulgata. Foi o 1º livro impresso por Gutemberg em 1456