O documento analisa a transição do cristianismo no Império Romano, desde o Édito de Milão de Constantino, que legalizou a prática cristã, até a queda de Roma em 476 d.C. O texto discute as consequências da união da igreja com o estado, destacando a introdução de heresias, a transformação dos cultos e a influência de líderes como Atanásio e Agostinho. Conclui-se que, embora tenha havido uma aparente vitória da igreja, esta se alejandou dos princípios bíblicos ao incorporar práticas pagãs.