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Livro Quarto:
- Esperanças e Consolações
Capítulo I:
- Penas e Gozos Terrestres
O LIVRO DOS ESPÍRITOS
• Perda de pessoas
amadas
• Decepção
• Ingratidão
• Afeições destruídas
• Uniões antipáticas
• Medo da morte
Perda de pessoas amadas
934 – A perda de pessoas que nos são queridas
não constitui para nós legítima causa de dor,
tanto mais legítima quanto é irreparável e
independente de nossa vontade?
Essa causa de dor atinge tanto o rico quanto o
pobre: é uma prova ou expiação, e a lei comum.
Mas é uma consolação poder comunicar-vos com
vossos amigos pelos meios que tendes,
esperando que, para isso, tenhais outros mais
diretos e mais acessíveis aos vossos sentidos.
935 – Que pensar da opinião das
pessoas que olham as
comunicações de além-túmulo
como uma profanação?
Não pode haver nisso profanação
quando há recolhimento, e quando
a evocação é feita com respeito e
decoro. O que o prova, é que os
Espíritos que se vos afeiçoam vêm
com prazer e são felizes com vossa
lembrança e por conversarem
convosco. Haveria profanação em
fazê-lo com leviandade.
Allan Kardec:
A possibilidade de entrar em comunicação com os
Espíritos é uma bem doce consolação, visto que ela nos
proporciona o meio de conversar com nossos parentes
e nossos amigos que deixaram a Terra antes de nós.
Pela evocação, os aproximamos de nós, eles estão ao
nosso lado, nos ouvem e nos respondem; não há, por
assim dizer, mais separação entre eles e nós. Eles nos
ajudam com seus conselhos, nos testemunham sua
afeição e o contentamento que experimentam com
nossa lembrança. É para nós uma satisfação sabê-los
felizes, aprender por eles mesmos os detalhes de sua
nova existência e adquirir a certeza de, por nossa vez, a
eles nos reunir.
936 – Como a dores inconsoláveis dos sobreviventes
afetam os Espíritos a que se dirigem?
O Espírito é sensível à lembrança e aos lamentos daqueles
que amou, mas uma dor incessante e irracional o afeta
penosamente, porque ele vê nessa dor excessiva uma falta
de fé no futuro e de confiança em Deus e, por conseguinte,
um obstáculo ao progresso e, talvez, ao reencontro.
Allan Kardec:
O Espírito, estando mais feliz que sobre a Terra, lamentar-
lhe a vida é lamentar que ele seja feliz. Dois amigos são
prisioneiros e encerrados no mesmo cárcere; ambos
devem ter um dia sua liberdade, mas um deles a obtém
antes do outro. Seria caridoso, àquele que fica, estar
descontente de que seu amigo seja libertado antes dele?
Não haveria mais egoísmo que afeição de sua parte, em
querer que partilhasse seu cativeiro e seus sofrimentos
tanto tempo quanto ele? Ocorre o mesmo com dois seres
que se amam sobre a Terra: aquele que parte primeiro,
está livre primeiro, e devemos felicitá-lo por isso,
esperando com paciência o momento em que o
estaremos por nossa vez.
Faremos, sobre esse assunto, uma outra comparação.
Tendes um amigo que, perto de vós, está numa situação
muito penosa; sua saúde ou seu interesse exige que ele
vá para um outro país, onde estará melhor sob todos os
aspectos. Ele não estará mais perto de vós,
momentaneamente, mas estareis sempre em
correspondência com ele: a separação não será senão
material. Estaríeis descontentes com seu afastamento,
visto que é para seu bem?
A Doutrina Espírita, pelas provas patentes que dá da vida
futura, da presença em torno de nós, daqueles que
amamos, da continuidade da sua afeição e da sua
solicitude, pelas relações que nos faculta manter com eles,
nos oferece uma suprema consolação numa das causas mais
legítimas de dor. Com o Espiritismo, não há mais solidão,
mais abandono, porquanto o homem mais isolado, tem
sempre amigos perto de si, com os quais pode conversar.
Suportamos impacientemente as tribulações da vida e elas
nos parecem tão intoleráveis que não compreendemos que
as possamos suportar. Todavia, se as suportarmos com
coragem, se houvermos imposto silêncio às nossas
murmurações, nós nos felicitaremos quando estivermos
fora dessa prisão terrestre, como o paciente que sofre se
felicita, quando está curado, de se ter resignado a um
tratamento doloroso.
- Decepção
- Ingratidão
- Afeições destruídas
937 – As decepções que nos fazem experimentar a
ingratidão e a fragilidade dos laços da amizade, não são
também para o homem de coração uma fonte de amargura?
Sim, mas já vos ensinamos a lastimar os ingratos e os amigos
infiéis: eles serão mais infelizes que vós. A ingratidão é filha
do egoísmo e o egoísta encontrará mais tarde corações
insensíveis, como ele próprio o foi. Pensai em todos aqueles
que fizeram mais bem do que vós, que valeram mais que vós,
e que foram pagos pela ingratidão. Pensai que o próprio
Jesus, em sua vida, foi zombado e desprezado, tratado de
velhaco e impostor, e não vos espanteis que assim seja em
relação a vós. Que o bem que houverdes feito seja a vossa
recompensa nesse mundo, e não olheis o que dizem sobre
ele os que o receberam. A ingratidão é uma prova para a
vossa persistência em fazer o bem; ser-vos-á levada em conta
e aqueles que vos desconheceram serão punidos por isso,
tanto mais quanto maior houver sido a sua ingratidão.
O bem que você faz hoje,
pode ser esquecido amanhã.
Faça o bem assim mesmo.
Dê ao mundo o melhor de você,
mas isso pode não ser o
bastante.
Dê o melhor de você assim
mesmo.
Veja você que, no final das
contas,
é tudo entre você e Deus.
Nunca foi entre você e os
outros.
Madre Teresa de Calcutá
938 – As decepções causadas pela ingratidão não são feitas para
endurecer o coração e fechá-lo à sensibilidade?
Isso seria um erro, porque o homem de coração, como dizes, está
sempre feliz pelo bem que faz. Ele sabe que se o não lembrarem
nesta vida, o farão em outra, e que o ingrato disso terá vergonha e
remorsos.
938.a) Esse pensamento não impede seu coração de ser
ulcerado; ora, isso não poderia originar-lhe a ideia de que seria
mais feliz se fosse menos sensível?
Sim, se prefere a felicidade do egoísta; é uma triste felicidade esta.
Que ele saiba, portanto, que os amigos ingratos que o abandonam
não são dignos de sua amizade e que se enganou sobre eles;
desde então, não deve lamentar a sua perda. Mais tarde,
encontrará os que saberão melhor compreendê-lo. Lamentai
aqueles que têm para vós maus procedimentos que não
merecestes, porque haverá para eles um triste retorno; mas não
vos aflijais com isso: é o meio de vos colocardes acima deles.
Allan Kardec:
A Natureza deu ao homem a necessidade de
amar e de ser amado. Um dos maiores prazeres
que lhe seja concedido sobre a Terra é o de
reencontrar corações que simpatizam com o seu,
o que lhe dá as premissas de uma felicidade que
lhe está reservada no mundo dos Espíritos
perfeitos, onde tudo é amor e benevolência: é
um prazer negado ao egoísta.
Não fique triste!
Procure o conforto que o céu dá a todos aqueles que se
conformam e aceitam as dores com resignação.
Se aquela criatura que você ama acima de tudo, mais
do que a você mesmo, foi ingrata com você, não fique
triste: peça que o Pai a ajude e que ela se torne cada
vez mais feliz…
Entregue ao Pai Todo-Compreensivo aqueles a quem
você ama, e ame-os você também.
(Minutos de Sabedoria – 215 ou 219)
Uniões antipáticas
939 – Visto que os Espíritos simpáticos são levados a unir-
se, como se dá que, entre os Espíritos encarnados, a
afeição não esteja, frequentemente, senão de um lado, e
que o amor mais sincero seja recebido com indiferença e
mesmo repulsa? Como, de outra parte, a afeição mais viva
de dois seres pode mudar em antipatia e, algumas vezes,
em ódio?
Não compreendeis, pois, que é uma punição, mas que não é
senão passageira. Aliás, quantos não há que creem amar
perdidamente, porque não julgam senão sobre as
aparências, e quando são obrigados a viver com as pessoas,
não tardam a reconhecer que isso não é senão uma
admiração material. Não basta estar enamorado de uma
pessoa que vos agrada e a quem creiais de belas qualidades;
é vivendo realmente com ela que podereis apreciá-la.
Quantas também não há dessas uniões que, no início,
parecem não dever jamais ser simpáticas, e quando um e
outro se conhecem bem e se estudam bem, acabam por
se amar com um amor terno e durável, porque repousa
sobre a estima! É preciso não esquecer que é o Espírito
que ama e não o corpo, e, quando a ilusão material se
dissipa, o Espírito vê a realidade.
Há duas espécies de afeições: a do corpo e a da alma e,
frequentemente, se toma uma pela outra. A afeição da
alma, quando pura e simpática, é durável; a do corpo é
perecível. Eis porque, frequentemente, aqueles que
creem se amar, com um amor eterno, se odeiam quando
a ilusão termina.
940 – A falta de simpatia entre os seres destinados a
viver juntos, não é igualmente uma fonte de desgostos
tanto mais amarga quanto envenena toda a existência?
Muito amargas, com efeito. Mas é uma dessas
infelicidades das quais, frequentemente, sois a primeira
causa. Primeiro, são vossas leis que são erradas. Por que
crês que Deus te constrange a ficar com aqueles que te
descontentam? Aliás, nessas uniões, frequentemente,
procurais mais a satisfação do vosso orgulho e da vossa
ambição do que a felicidade de uma afeição mútua;
suportareis, nesse caso, a consequência dos vossos
preconceitos.
940.a) Mas, nesse caso, não há quase sempre uma vítima
inocente?
Sim, e é para ela uma dura expiação; mas a responsabilidade de
sua infelicidade recairá sobre aqueles que lhe foram a causa. Se a
luz da verdade penetrou sua alma, ela terá sua consolação em
sua fé no futuro. De resto, à medida que os preconceitos se
enfraquecerem, as causas de suas infelicidades íntimas
desaparecerão também.
Medo da morte
941 – O medo da morte é para muitas pessoas uma
causa de perplexidade; de onde vem esse temor, visto
que elas têm diante de si o futuro?
É errado que tenham esse temor. Todavia, que queres tu!
procuram persuadi-las em sua juventude de que há um
inferno e um paraíso, mas que é mais certo que elas irão
para o inferno porque lhe dizem que, o que está na
Natureza, é um pecado mortal para a alma. Então,
quando se tornam grandes, se têm um pouco de
julgamento, não podem admitir isso, e se tornam ateias
ou materialistas. É assim que as conduzem a crer que,
fora da vida presente, não há mais nada. Quanto às que
persistiram em suas crenças da infância, elas temem esse
fogo eterno que as deve queimar, sem as destruir.
A morte não inspira ao justo nenhum medo, porque com a
fé ele tem a certeza do futuro; a esperança o faz esperar
uma vida melhor, e a caridade, da qual praticou a lei, dá-
lhe a certeza de que não reencontrará, no mundo em que
vai entrar, nenhum ser do qual deva temer o olhar. (730).
Allan Kardec:
O homem carnal, mais ligado à vida corporal que à vida
espiritual, tem, sobre a Terra, penas e gozos materiais; sua
felicidade está na satisfação fugidia de todos os seus
desejos. Sua alma, constantemente preocupada e afetada
pelas vicissitudes da vida, permanece numa ansiedade e
numa tortura perpétuas. A morte o assusta, porque ele
duvida do seu futuro, e acredita que deixa sobre a Terra
todas as suas afeições e todas as suas esperanças.
O homem moral, que se eleva acima das necessidades
fictícias criadas pelas paixões, tem, desde este mundo,
prazeres desconhecidos ao homem material. A moderação
dos seus desejos dá ao seu Espírito a calma e a serenidade.
Feliz pelo bem que fez, não há para ele decepções, e as
contrariedades deslizam sobre sua alma sem deixar aí
impressão dolorosa.
942 – Certas pessoas não
acharão um pouco banais esses
conselhos para ser feliz sobre a
Terra? Não verão neles o que
chamam lugares comuns,
verdades repetidas? Não dirão
elas que, em definitivo, o
segredo para ser feliz é saber
suportar sua infelicidade?
Há os que dirão isso, e muitos.
Mas ocorre com eles o mesmo
que com certos doentes a quem o
médico prescreve a dieta:
gostariam de ser curados sem
remédios e continuando a se
predispor às indigestões.
CRÉDITOS:
Formatação: Marta Gomes P. Miranda
Referências:
KARDEC, Allan. O Livro dos Espíritos. Tradução de Salvador Gentile. 182ª
Ed. Araras – SP: IDE, 2009. Pág. 288 à 292.
KARDEC, Allan. O Evangelho Segundo o Espiritismo. Tradução De
Salvador Gentile. 365ª Ed. Araras – SP: Ide, 2009.
KARDEC, Allan. A Gênese: Os Milagres e as Predições Segundo o
Espiritismo. Tradução de Salvador Gentile. 52ª Ed. Araras – SP: IDE,
2008.
KARDEC, Allan. O Livro dos Médiuns. Tradução De Salvador Gentile. 85ª
Ed. Araras – SP: Ide, 2008.
KARDEC, Allan. O Céu e o Inferno. Tradução de Salvador Gentile. Araras –
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  • 1. Livro Quarto: - Esperanças e Consolações Capítulo I: - Penas e Gozos Terrestres O LIVRO DOS ESPÍRITOS
  • 2. • Perda de pessoas amadas • Decepção • Ingratidão • Afeições destruídas • Uniões antipáticas • Medo da morte
  • 4. 934 – A perda de pessoas que nos são queridas não constitui para nós legítima causa de dor, tanto mais legítima quanto é irreparável e independente de nossa vontade? Essa causa de dor atinge tanto o rico quanto o pobre: é uma prova ou expiação, e a lei comum. Mas é uma consolação poder comunicar-vos com vossos amigos pelos meios que tendes, esperando que, para isso, tenhais outros mais diretos e mais acessíveis aos vossos sentidos.
  • 5. 935 – Que pensar da opinião das pessoas que olham as comunicações de além-túmulo como uma profanação? Não pode haver nisso profanação quando há recolhimento, e quando a evocação é feita com respeito e decoro. O que o prova, é que os Espíritos que se vos afeiçoam vêm com prazer e são felizes com vossa lembrança e por conversarem convosco. Haveria profanação em fazê-lo com leviandade.
  • 6. Allan Kardec: A possibilidade de entrar em comunicação com os Espíritos é uma bem doce consolação, visto que ela nos proporciona o meio de conversar com nossos parentes e nossos amigos que deixaram a Terra antes de nós. Pela evocação, os aproximamos de nós, eles estão ao nosso lado, nos ouvem e nos respondem; não há, por assim dizer, mais separação entre eles e nós. Eles nos ajudam com seus conselhos, nos testemunham sua afeição e o contentamento que experimentam com nossa lembrança. É para nós uma satisfação sabê-los felizes, aprender por eles mesmos os detalhes de sua nova existência e adquirir a certeza de, por nossa vez, a eles nos reunir.
  • 7. 936 – Como a dores inconsoláveis dos sobreviventes afetam os Espíritos a que se dirigem? O Espírito é sensível à lembrança e aos lamentos daqueles que amou, mas uma dor incessante e irracional o afeta penosamente, porque ele vê nessa dor excessiva uma falta de fé no futuro e de confiança em Deus e, por conseguinte, um obstáculo ao progresso e, talvez, ao reencontro. Allan Kardec: O Espírito, estando mais feliz que sobre a Terra, lamentar- lhe a vida é lamentar que ele seja feliz. Dois amigos são prisioneiros e encerrados no mesmo cárcere; ambos devem ter um dia sua liberdade, mas um deles a obtém antes do outro. Seria caridoso, àquele que fica, estar descontente de que seu amigo seja libertado antes dele?
  • 8. Não haveria mais egoísmo que afeição de sua parte, em querer que partilhasse seu cativeiro e seus sofrimentos tanto tempo quanto ele? Ocorre o mesmo com dois seres que se amam sobre a Terra: aquele que parte primeiro, está livre primeiro, e devemos felicitá-lo por isso, esperando com paciência o momento em que o estaremos por nossa vez. Faremos, sobre esse assunto, uma outra comparação. Tendes um amigo que, perto de vós, está numa situação muito penosa; sua saúde ou seu interesse exige que ele vá para um outro país, onde estará melhor sob todos os aspectos. Ele não estará mais perto de vós, momentaneamente, mas estareis sempre em correspondência com ele: a separação não será senão material. Estaríeis descontentes com seu afastamento, visto que é para seu bem?
  • 9. A Doutrina Espírita, pelas provas patentes que dá da vida futura, da presença em torno de nós, daqueles que amamos, da continuidade da sua afeição e da sua solicitude, pelas relações que nos faculta manter com eles, nos oferece uma suprema consolação numa das causas mais legítimas de dor. Com o Espiritismo, não há mais solidão, mais abandono, porquanto o homem mais isolado, tem sempre amigos perto de si, com os quais pode conversar. Suportamos impacientemente as tribulações da vida e elas nos parecem tão intoleráveis que não compreendemos que as possamos suportar. Todavia, se as suportarmos com coragem, se houvermos imposto silêncio às nossas murmurações, nós nos felicitaremos quando estivermos fora dessa prisão terrestre, como o paciente que sofre se felicita, quando está curado, de se ter resignado a um tratamento doloroso.
  • 10. - Decepção - Ingratidão - Afeições destruídas
  • 11. 937 – As decepções que nos fazem experimentar a ingratidão e a fragilidade dos laços da amizade, não são também para o homem de coração uma fonte de amargura? Sim, mas já vos ensinamos a lastimar os ingratos e os amigos infiéis: eles serão mais infelizes que vós. A ingratidão é filha do egoísmo e o egoísta encontrará mais tarde corações insensíveis, como ele próprio o foi. Pensai em todos aqueles que fizeram mais bem do que vós, que valeram mais que vós, e que foram pagos pela ingratidão. Pensai que o próprio Jesus, em sua vida, foi zombado e desprezado, tratado de velhaco e impostor, e não vos espanteis que assim seja em relação a vós. Que o bem que houverdes feito seja a vossa recompensa nesse mundo, e não olheis o que dizem sobre ele os que o receberam. A ingratidão é uma prova para a vossa persistência em fazer o bem; ser-vos-á levada em conta e aqueles que vos desconheceram serão punidos por isso, tanto mais quanto maior houver sido a sua ingratidão.
  • 12. O bem que você faz hoje, pode ser esquecido amanhã. Faça o bem assim mesmo. Dê ao mundo o melhor de você, mas isso pode não ser o bastante. Dê o melhor de você assim mesmo. Veja você que, no final das contas, é tudo entre você e Deus. Nunca foi entre você e os outros. Madre Teresa de Calcutá
  • 13. 938 – As decepções causadas pela ingratidão não são feitas para endurecer o coração e fechá-lo à sensibilidade? Isso seria um erro, porque o homem de coração, como dizes, está sempre feliz pelo bem que faz. Ele sabe que se o não lembrarem nesta vida, o farão em outra, e que o ingrato disso terá vergonha e remorsos. 938.a) Esse pensamento não impede seu coração de ser ulcerado; ora, isso não poderia originar-lhe a ideia de que seria mais feliz se fosse menos sensível? Sim, se prefere a felicidade do egoísta; é uma triste felicidade esta. Que ele saiba, portanto, que os amigos ingratos que o abandonam não são dignos de sua amizade e que se enganou sobre eles; desde então, não deve lamentar a sua perda. Mais tarde, encontrará os que saberão melhor compreendê-lo. Lamentai aqueles que têm para vós maus procedimentos que não merecestes, porque haverá para eles um triste retorno; mas não vos aflijais com isso: é o meio de vos colocardes acima deles.
  • 14. Allan Kardec: A Natureza deu ao homem a necessidade de amar e de ser amado. Um dos maiores prazeres que lhe seja concedido sobre a Terra é o de reencontrar corações que simpatizam com o seu, o que lhe dá as premissas de uma felicidade que lhe está reservada no mundo dos Espíritos perfeitos, onde tudo é amor e benevolência: é um prazer negado ao egoísta.
  • 15. Não fique triste! Procure o conforto que o céu dá a todos aqueles que se conformam e aceitam as dores com resignação. Se aquela criatura que você ama acima de tudo, mais do que a você mesmo, foi ingrata com você, não fique triste: peça que o Pai a ajude e que ela se torne cada vez mais feliz… Entregue ao Pai Todo-Compreensivo aqueles a quem você ama, e ame-os você também. (Minutos de Sabedoria – 215 ou 219)
  • 17. 939 – Visto que os Espíritos simpáticos são levados a unir- se, como se dá que, entre os Espíritos encarnados, a afeição não esteja, frequentemente, senão de um lado, e que o amor mais sincero seja recebido com indiferença e mesmo repulsa? Como, de outra parte, a afeição mais viva de dois seres pode mudar em antipatia e, algumas vezes, em ódio? Não compreendeis, pois, que é uma punição, mas que não é senão passageira. Aliás, quantos não há que creem amar perdidamente, porque não julgam senão sobre as aparências, e quando são obrigados a viver com as pessoas, não tardam a reconhecer que isso não é senão uma admiração material. Não basta estar enamorado de uma pessoa que vos agrada e a quem creiais de belas qualidades; é vivendo realmente com ela que podereis apreciá-la.
  • 18. Quantas também não há dessas uniões que, no início, parecem não dever jamais ser simpáticas, e quando um e outro se conhecem bem e se estudam bem, acabam por se amar com um amor terno e durável, porque repousa sobre a estima! É preciso não esquecer que é o Espírito que ama e não o corpo, e, quando a ilusão material se dissipa, o Espírito vê a realidade. Há duas espécies de afeições: a do corpo e a da alma e, frequentemente, se toma uma pela outra. A afeição da alma, quando pura e simpática, é durável; a do corpo é perecível. Eis porque, frequentemente, aqueles que creem se amar, com um amor eterno, se odeiam quando a ilusão termina.
  • 19. 940 – A falta de simpatia entre os seres destinados a viver juntos, não é igualmente uma fonte de desgostos tanto mais amarga quanto envenena toda a existência? Muito amargas, com efeito. Mas é uma dessas infelicidades das quais, frequentemente, sois a primeira causa. Primeiro, são vossas leis que são erradas. Por que crês que Deus te constrange a ficar com aqueles que te descontentam? Aliás, nessas uniões, frequentemente, procurais mais a satisfação do vosso orgulho e da vossa ambição do que a felicidade de uma afeição mútua; suportareis, nesse caso, a consequência dos vossos preconceitos.
  • 20. 940.a) Mas, nesse caso, não há quase sempre uma vítima inocente? Sim, e é para ela uma dura expiação; mas a responsabilidade de sua infelicidade recairá sobre aqueles que lhe foram a causa. Se a luz da verdade penetrou sua alma, ela terá sua consolação em sua fé no futuro. De resto, à medida que os preconceitos se enfraquecerem, as causas de suas infelicidades íntimas desaparecerão também.
  • 22. 941 – O medo da morte é para muitas pessoas uma causa de perplexidade; de onde vem esse temor, visto que elas têm diante de si o futuro? É errado que tenham esse temor. Todavia, que queres tu! procuram persuadi-las em sua juventude de que há um inferno e um paraíso, mas que é mais certo que elas irão para o inferno porque lhe dizem que, o que está na Natureza, é um pecado mortal para a alma. Então, quando se tornam grandes, se têm um pouco de julgamento, não podem admitir isso, e se tornam ateias ou materialistas. É assim que as conduzem a crer que, fora da vida presente, não há mais nada. Quanto às que persistiram em suas crenças da infância, elas temem esse fogo eterno que as deve queimar, sem as destruir.
  • 23. A morte não inspira ao justo nenhum medo, porque com a fé ele tem a certeza do futuro; a esperança o faz esperar uma vida melhor, e a caridade, da qual praticou a lei, dá- lhe a certeza de que não reencontrará, no mundo em que vai entrar, nenhum ser do qual deva temer o olhar. (730).
  • 24. Allan Kardec: O homem carnal, mais ligado à vida corporal que à vida espiritual, tem, sobre a Terra, penas e gozos materiais; sua felicidade está na satisfação fugidia de todos os seus desejos. Sua alma, constantemente preocupada e afetada pelas vicissitudes da vida, permanece numa ansiedade e numa tortura perpétuas. A morte o assusta, porque ele duvida do seu futuro, e acredita que deixa sobre a Terra todas as suas afeições e todas as suas esperanças. O homem moral, que se eleva acima das necessidades fictícias criadas pelas paixões, tem, desde este mundo, prazeres desconhecidos ao homem material. A moderação dos seus desejos dá ao seu Espírito a calma e a serenidade. Feliz pelo bem que fez, não há para ele decepções, e as contrariedades deslizam sobre sua alma sem deixar aí impressão dolorosa.
  • 25. 942 – Certas pessoas não acharão um pouco banais esses conselhos para ser feliz sobre a Terra? Não verão neles o que chamam lugares comuns, verdades repetidas? Não dirão elas que, em definitivo, o segredo para ser feliz é saber suportar sua infelicidade? Há os que dirão isso, e muitos. Mas ocorre com eles o mesmo que com certos doentes a quem o médico prescreve a dieta: gostariam de ser curados sem remédios e continuando a se predispor às indigestões.
  • 26. CRÉDITOS: Formatação: Marta Gomes P. Miranda Referências: KARDEC, Allan. O Livro dos Espíritos. Tradução de Salvador Gentile. 182ª Ed. Araras – SP: IDE, 2009. Pág. 288 à 292. KARDEC, Allan. O Evangelho Segundo o Espiritismo. Tradução De Salvador Gentile. 365ª Ed. Araras – SP: Ide, 2009. KARDEC, Allan. A Gênese: Os Milagres e as Predições Segundo o Espiritismo. Tradução de Salvador Gentile. 52ª Ed. Araras – SP: IDE, 2008. KARDEC, Allan. O Livro dos Médiuns. Tradução De Salvador Gentile. 85ª Ed. Araras – SP: Ide, 2008. KARDEC, Allan. O Céu e o Inferno. Tradução de Salvador Gentile. Araras – SP: IDE, 2008.