Raciocinando filosoficamente sobre a pluralidade das existências sem considerar o ensinamento dos Espíritos, o autor apresenta três argumentos a seu favor: 1) Explica as aptidões e capacidades diversas das pessoas desde o nascimento. 2) Resolve porque algumas almas parecem mais avançadas que outras. 3) É mais compatível com a justiça e igualdade divinas do que a criação desigual de almas.