Universidade de Mogi das Cruzes (UMC)
08/04/2014 Prof. Ms. Agnes Arruda | Atendimento em Publicidade
Briefing
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 Brief: adj. breve, curto. Sin. Short, concise. Ant.
Prolonged. - s. sumário, resumo; breve
apostólico. -ly, adv. brevemente, em resumo.
 (Great Dictionary English-Portuguese)
 No MKT – soma de conhecimentos que
abrangem a situação de mercado e o produto ou
serviço em relação a suas características, aos
concorrentes e aos objetivos gerais da empresa
e do plano de mkt, em termos de venda e de
imagem.
 (Dicionário de termos de marketing)
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 Documento contendo a descrição da situação
da marca-produto-cliente, seus problemas,
oportunidades, objetivos e recursos para
atingi-los. Base para o trabalho de
planejamento e criação.
 (Sampaio, 1997)
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 Essência
 “informações preliminares contendo todas as instruções que o
cliente fornece à agência para orientar os seus trabalhos”.
▪ (S’antanna, 1989)
 “resumo, com indicações precisas do que pretende (o cliente).
(...) É a hora da verdade. Nada pode ser omitido” .
▪ (Cabral, 1980)
 “O propósito do briefing pode ser estabelecido como uma
forma de organizar a passagem da informação certa, das
pessoas certas para outras pessoas certas, na hora certa, da
maneira certa e pelo custo certo”.
▪ (Sampaio, 1997)
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 Serve para
 Encontrar e sistematizar a informação
▪ cliente, mercado, pesquisa...
 Organizar e disponibilizar a informação
▪ referência para toda a equipe envolvida
 Fundamentar e sustentar a ação publicitária
 Inspirar e alimentar ideias e soluções criativas
 Direcionar e delimitar o trabalho publicitário
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 Técnicas
 IMPORTANTE: conhecimentos gerais de propaganda, produto
e mercado; visão crítica e estratégica.
 Atendimento + Planejamento = melhores amigos
▪ Não é sequencial, é concomitante
 Diálogo com o cliente
▪ Saber ouvir
 Técnico e prático
▪ Documentos + contato pessoal, vivência (relatório de visitas)
 Pergunta certa
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 Técnicas
 Perguntas básicas:
▪ Quem?
▪ O que?
▪ Quando?
▪ Onde?
▪ Como?
▪ Por quê?
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 Dicas sobre “questionar”
 A obrigação da agência é procurar conhecer a verdade pura para poder
enriquecer a compreensão dos problemas. (...) Às vezes o processo é
complicado. (...) é da maior importância conversar com o público interno
da própria empresa.Vendedores, representantes, gerentes, diretores, o
responsável pela fábrica.Visitas à fábrica trazem muitas vezes
informações surpreendentes para a criação de campanhas” (Ribeiro,
1994)
 “... Não imaginem vocês que começarão suas carreiras em circunstâncias
confortáveis, lidando com clientes organizados e tendo diante do nariz
briefings cristalinos e racionais. (...)Ou seja, têm de juntar ‘cacos’,
‘remendar’ informações, contestar ‘chutes’ e, enfim, tentar fazer valer
algum raciocínio que tenha ‘pé e cabeça’ ”
▪ (Vieira, 1999).
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 O que NÃO FAZER
 Formalidade. Atendimento humaniza o que está técnico. Não fosse ele, era só empilhar
pesquisas e outros dados e pronto.
 Tecnicidade – estrangula a criatividade
 Passividade – é necessário buscar a informação onde o outro não percebe que ela está
 Não fique preso ao roteiro – adapte-se
 Falar demais, ou de menos - “O briefing deve conter todas as informações relevantes e
nenhuma que não seja. Um briefing muito grande, por exemplo, é ruim não apenas porque é
extenso em demasia, mas principalmente porque não é seletivo e sem seleção todo o processo
acaba ficando dispersivo”. (Sampaio. 1997)
 Não perca o foco - “um briefing deve responder claramente à pergunta: ‘o que você quer?’ Se não
responder, não está completo. (...)Se esse objetivo não for absolutamente perceptível, pare: há
um problema com ele ou com você.” (idem)
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 Dicas de ouro
 Trate com as pessoas certas – para receber e passar
infos e para tomar decisões;
 Nas reuniões de briefing, dê voz a todos, mas
certifique-se da importância da colaboração daquela
pessoa no processo;
 Na hora de passar o briefing para a Agência,
complemente o que está escrito e não apenas “leia” o
roteiro. Lembre-se oAtendimento deve HUMANIZAR
o processo.
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 Referências
 CABRAL, Plínio. Propaganda: técnica da comunicação industrial e
comercial. São Paulo: Atlas, 1980.
 RIBEIRO, Júlio et al. Tudo que você queria saber sobre propaganda e
ninguém teve paciência para explicar”. São Paulo:Atlas, 1989.
 SAMPAIO, Rafael. Propaganda de A a Z: como usar a propaganda para
construir marcas e empresas de sucesso. Rio de Janeiro: Campus, 1997.
 SANT’ANNA,A. Propaganda: teoria, técnica e prática. São Paulo:
Pioneira, 1996.
 VIEIRA, Stalimir. RaciocínioCriativo na publicidade: uma proposta. São
Paulo: Loyola, 1999.
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  • 2.
    Briefing 08/04/2014 Prof. Ms.Agnes Arruda | Atendimento em Publicidade
  • 3.
     Brief: adj.breve, curto. Sin. Short, concise. Ant. Prolonged. - s. sumário, resumo; breve apostólico. -ly, adv. brevemente, em resumo.  (Great Dictionary English-Portuguese)  No MKT – soma de conhecimentos que abrangem a situação de mercado e o produto ou serviço em relação a suas características, aos concorrentes e aos objetivos gerais da empresa e do plano de mkt, em termos de venda e de imagem.  (Dicionário de termos de marketing) 08/04/2014 Prof. Ms. Agnes Arruda | Atendimento em Publicidade
  • 4.
     Documento contendoa descrição da situação da marca-produto-cliente, seus problemas, oportunidades, objetivos e recursos para atingi-los. Base para o trabalho de planejamento e criação.  (Sampaio, 1997) 08/04/2014 Prof. Ms. Agnes Arruda | Atendimento em Publicidade
  • 5.
     Essência  “informaçõespreliminares contendo todas as instruções que o cliente fornece à agência para orientar os seus trabalhos”. ▪ (S’antanna, 1989)  “resumo, com indicações precisas do que pretende (o cliente). (...) É a hora da verdade. Nada pode ser omitido” . ▪ (Cabral, 1980)  “O propósito do briefing pode ser estabelecido como uma forma de organizar a passagem da informação certa, das pessoas certas para outras pessoas certas, na hora certa, da maneira certa e pelo custo certo”. ▪ (Sampaio, 1997) 08/04/2014 Prof. Ms. Agnes Arruda | Atendimento em Publicidade
  • 6.
     Serve para Encontrar e sistematizar a informação ▪ cliente, mercado, pesquisa...  Organizar e disponibilizar a informação ▪ referência para toda a equipe envolvida  Fundamentar e sustentar a ação publicitária  Inspirar e alimentar ideias e soluções criativas  Direcionar e delimitar o trabalho publicitário 08/04/2014 Prof. Ms. Agnes Arruda | Atendimento em Publicidade
  • 7.
     Técnicas  IMPORTANTE:conhecimentos gerais de propaganda, produto e mercado; visão crítica e estratégica.  Atendimento + Planejamento = melhores amigos ▪ Não é sequencial, é concomitante  Diálogo com o cliente ▪ Saber ouvir  Técnico e prático ▪ Documentos + contato pessoal, vivência (relatório de visitas)  Pergunta certa 08/04/2014 Prof. Ms. Agnes Arruda | Atendimento em Publicidade
  • 8.
     Técnicas  Perguntasbásicas: ▪ Quem? ▪ O que? ▪ Quando? ▪ Onde? ▪ Como? ▪ Por quê? 08/04/2014 Prof. Ms. Agnes Arruda | Atendimento em Publicidade
  • 9.
     Dicas sobre“questionar”  A obrigação da agência é procurar conhecer a verdade pura para poder enriquecer a compreensão dos problemas. (...) Às vezes o processo é complicado. (...) é da maior importância conversar com o público interno da própria empresa.Vendedores, representantes, gerentes, diretores, o responsável pela fábrica.Visitas à fábrica trazem muitas vezes informações surpreendentes para a criação de campanhas” (Ribeiro, 1994)  “... Não imaginem vocês que começarão suas carreiras em circunstâncias confortáveis, lidando com clientes organizados e tendo diante do nariz briefings cristalinos e racionais. (...)Ou seja, têm de juntar ‘cacos’, ‘remendar’ informações, contestar ‘chutes’ e, enfim, tentar fazer valer algum raciocínio que tenha ‘pé e cabeça’ ” ▪ (Vieira, 1999). 08/04/2014 Prof. Ms. Agnes Arruda | Atendimento em Publicidade
  • 10.
     O queNÃO FAZER  Formalidade. Atendimento humaniza o que está técnico. Não fosse ele, era só empilhar pesquisas e outros dados e pronto.  Tecnicidade – estrangula a criatividade  Passividade – é necessário buscar a informação onde o outro não percebe que ela está  Não fique preso ao roteiro – adapte-se  Falar demais, ou de menos - “O briefing deve conter todas as informações relevantes e nenhuma que não seja. Um briefing muito grande, por exemplo, é ruim não apenas porque é extenso em demasia, mas principalmente porque não é seletivo e sem seleção todo o processo acaba ficando dispersivo”. (Sampaio. 1997)  Não perca o foco - “um briefing deve responder claramente à pergunta: ‘o que você quer?’ Se não responder, não está completo. (...)Se esse objetivo não for absolutamente perceptível, pare: há um problema com ele ou com você.” (idem) 08/04/2014 Prof. Ms. Agnes Arruda | Atendimento em Publicidade
  • 11.
     Dicas deouro  Trate com as pessoas certas – para receber e passar infos e para tomar decisões;  Nas reuniões de briefing, dê voz a todos, mas certifique-se da importância da colaboração daquela pessoa no processo;  Na hora de passar o briefing para a Agência, complemente o que está escrito e não apenas “leia” o roteiro. Lembre-se oAtendimento deve HUMANIZAR o processo. 08/04/2014 Prof. Ms. Agnes Arruda | Atendimento em Publicidade
  • 12.
     Referências  CABRAL,Plínio. Propaganda: técnica da comunicação industrial e comercial. São Paulo: Atlas, 1980.  RIBEIRO, Júlio et al. Tudo que você queria saber sobre propaganda e ninguém teve paciência para explicar”. São Paulo:Atlas, 1989.  SAMPAIO, Rafael. Propaganda de A a Z: como usar a propaganda para construir marcas e empresas de sucesso. Rio de Janeiro: Campus, 1997.  SANT’ANNA,A. Propaganda: teoria, técnica e prática. São Paulo: Pioneira, 1996.  VIEIRA, Stalimir. RaciocínioCriativo na publicidade: uma proposta. São Paulo: Loyola, 1999. 08/04/2014 Prof. Ms. Agnes Arruda | Atendimento em Publicidade