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Pós Graduação
Engenharia da Qualidade
Sistema de Manufatura
Sobral – abril/maio – 2014
Prof. Ms. Delano Gurgel do Amaral
1
2
3
4
5
6
7
O que é a Produção Enxuta?
 É um modo coerente de pensar;
 é uma filosofia administrativa global;
 é o foco total na satisfação do cliente;
 é um ambiente de trabalho de equipe de
melhorias;
 é uma eterna procura de um modo melhor;
 é a qualidade incluída no processo;
 é um local de trabalho organizado,
disciplinado e evolutivo.
8
Sistema Toyota de Produção
 É uma filosofia de gerenciamento que procura
otimizar a organização de forma a atender as
necessidades do cliente no menor prazo possível, na
mais alta qualidade e ao mais baixo custo, ao mesmo
tempo em que aumenta a segurança e a moral dos
seus colaboradores, envolvendo e integrando não só a
manufatura, mas todas as partes da organização.
9
Outros nomes para o Lean
 SPMI (Sistemas Produtivos de Manufatura Integrada)
 JIT/TQC (Just-in-Time/Controle de Qualidade Total) – várias
empresas
 SPEZ (Sistema de Produção com Estoque Zero) – indústria
Omark
 MAN (Material de Acordo com o Necessário) – Harley
Davidson
 SPIM (Sistema de Produção com Inventário Minimizado) –
Westinghouse
 Sistema Ohno – muitas empresas no Japão
 Produção com Inventário Zero – HP
 Kanban – muitas empresas no Japão e EUA
 BSC (Bosch Production System)
10
11
Benefícios do Lean
 Menos esforço humano na distribuição de produtos;
 As Perdas/Desperdícios/ Falhas são menores;
 Pode-se fazer mais com menos recursos;
 Os prazos de entrega são menores;
 O uso da tecnologia é seletivo: são necessários menos ativos e
espaço;
 Aumenta a taxa de agregação de valor ao cliente;
 Os estoque são menores, embora o atendimento ao cliente
melhore;
 As margens de lucro são maiores a longo prazo;
 Os principais indicadores financeiros melhoram, retorno sobre
investimento, lucratividade, fluxo de caixa e custos.
Pirâmide Estrutura STP: 4 P´s
Filosofia de Lean
Processo
Funcionários
e Parceiros
Solução de
Problemas
12
Valor para o Cliente
 O ponto de partida para a Produção Enxuta é o conceito de valor,
percebido pelo cliente.
 Valor é definido em termos de produtos ou serviços específicos
que têm capacidades/funcionalidades específicas, oferecidos a
preços específicos para clientes específicos em intervalos de
tempo específicos e que devem ser isentos de defeitos.
 Valor deve ser visto sob o ponto de vista da sensação total do
cliente. A meta é surpreender o cliente com uma solução
completa.
13
14
Fluxo de Valor
É a realização progressiva de tarefas ao longo da
cadeia de valor para que um produto passe da
concepção ao lançamento, do pedido à entrega e
da matéria-prima às mãos do cliente.
15
16
17
Quem é IOS e O que é ISO?
 A Organização Internacional de Normalização (IOS) é uma
federação mundial de organismos nacionais de
normalização.
 Trabalhando através de Comissões Técnicas, desenvolveu
e publicou mais de 18.000 normas ISO diferentes que são
usados ​​internacionalmente por assuntos que vão desde
velocidades de filme para taças de vinho para os sistemas
de gestão da qualidade.
 O objetivo oficial para a emissão de normas ISO é facilitar
o comércio mundial por meio da padronização.
Management
Systems
ISO 20000-1:2011
Service Management
ISO 22301
Business Continuity
Management
ISO 27001-2005
Information
Security
Management
System
ISO 9001:
2008
Quality
Management
System
ISO 31000 Risk
Management
18
Entendendo os Padrões - Documentos
 A maioria das normas tem pelo menos dois documentos de
apoio;
 Requisitos - são os "Shalls" e são obrigados a ser
implementado a menos que possam ser tomadas exclusões. O
auditor só pode auditar contra o "Shalls".
 Código de Boas Práticas - estes são os "deveres" e são de
orientação para ajudá-lo na implementação.
 Orientação - um padrão totalmente implementável que não
tem um "esquema de certificação". Você pode ser compatível,
mas não certificadas. 19
20
Compreender as Normas - PDCA
Do
Plan
Check
Act
21
CICLO PDCA – DEMING
22
Entendendo os Padrões - Âmbito
 Determine o escopo do registro
 Quantas pessoas dentro de seu apoio
organização deste sistema de gestão?
 Quantos processos estão incluídos?
 Quantos locais?
23
ISO 31000:2009 - Usuários
 ISO 31000:2009 se destina a ser utilizado por uma ampla
gama de partes interessadas, incluindo:
 os responsáveis ​​pela implementação da gestão de risco dentro da
sua organização;
 aqueles que precisam para garantir que uma organização gerencia
risco;
 aqueles que precisam gerenciar o risco para a organização como
um todo, ou dentro de uma área ou atividade específica;
 aqueles que necessitam avaliar as práticas de uma organização na
gestão de riscos; e
 desenvolvedores de normas, guias, procedimentos e códigos de
boas práticas que, no todo ou em parte, definidos como de risco
deve ser gerenciado dentro do contexto específico destes
documentos.
24
Governança Corporativa
 A maneira pela qual uma organização é governada e
controlada, a fim de atingir os seus objetivos.
 O ambiente de controle faz com que uma
organização confiável para atingir estes objetivos
dentro de um grau tolerável de risco.
 É a interação que mantém a organização em
conjunto na prossecução dos seus objetivos, a gestão
de riscos fornece a resiliência.
25
 "O sistema em que as entidades são dirigidas e
controladas."
 "A governança corporativa geralmente se refere
aos processos pelos quais as organizações são
dirigidas, controladas e responsabilizados.
 Ela engloba autoridade, responsabilidade,
administração, liderança, direção e controle
exercido na organização ".
26
Abordagem dos Princípios de Negócios –
Princípios: 31000:2009 ISO (Cláusula 3)
A gestão de riscos deve ser ....
1. Criar valor;
2. Seja parte integrante dos processos organizacionais ;
3. Faça parte da tomada de decisão;
4. Explicitamente abordar incerteza;
5. Seja sistemática e estruturada;
6. Basear-se na melhor informação disponível ;
7. Ser adaptados ;
8. Leve em conta fatores humanos;
9. Seja transparente e inclusivo;
10. Seja dinâmico, interativo e sensível às mudanças ;
11. Ser capaz de melhoria contínua e valorização.
Questions
27
Sistemas de Manufatura - Definições e Conceitos Básicos
SISTEMAS DE MANUFATURA
Sistema: define de forma abstrata um agrupamento
relativamente complexo de elementos físicos caracterizados
por parâmetros mensuráveis (Rubinstein [1]).
[1] Rubinstein, M., Pattern of problem solving, Prentice Hall, Englewood Cliffs, NJ, 1975.
Sistema: Um arranjo
complexo de
elementos físicos*
caracterizados por
parâmetros
mensuráveis**
Materiais
Energia
Demanda
Situação Política-
econômica
Produtos
Informações
Serviço ao
consumidor
Refugo
Consumidor
Externo
Entradas Perturbações Saídas
28
Sistemas de Manufatura - Definições e Conceitos Básicos
Para Sistemas de Manufatura tem-se:
*Elementos físicos: Máquinas, ferramentas, equipamentos de
manuseio de material, pessoas (consumidores internos -
usuários do sistema);
**Parâmetros mensuráveis: Tempo de produção, taxa de
produção, estoque intermediário, % de defeitos, % de
entregas no prazo, volume de produção
diário/semanal/mensal, custo total ou custo unitário, etc.;
[1] Rubinstein, M., Pattern of problem solving, Prentice Hall, Englewood Cliffs, NJ, 1975.
29
Sistemas de Manufatura - Definições e Conceitos Básicos
– De forma simplificada Sistema de Produção pode ser
definido com sendo um conjunto de pessoas,
equipamentos e procedimentos organizados para realizar
as operações de manufatura de uma empresa . Eles pode
ser dividido em dois níveis:
30
Facilidades:
Fábrica
Equipamentos
Sistemas de Suporte da
Manufatura
Sistema de
Produção
Sistemas de Manufatura - Definições e Conceitos Básicos
31
Sistemas de suporte da manufatura
Chão de fábricaSistema de
Produção
Sistemas de Manufatura - Definições e Conceitos Básicos
i) Facilidades (Chão de fábrica)
Consiste da fábrica, equipamentos (máquinas de produção e
ferramentas), equipamentos de manuseio de materiais,
equipamentos de inspeção, sistemas computacionais de
controle das operações de manufatura e do arranjo físico;
• Os equipamentos são usualmente arranjados em
agrupamentos lógicos;
• Tais agrupamentos, juntamente com seus operadores, são
denominados Sistemas de Manufatura na fábrica;
• Sistema de Manufatura usualmente se refere ao grupo de
máquinas e operadores (Ex.; um linha de produção);
32
Sistemas de Manufatura - Definições e Conceitos Básicos
• Os Sistemas de Manufatura têm contato físico direto com o
produto, eles tocam o produto;
• Muitos fatores influenciam na forma de uma empresa se
organizar. Na produção de unidades discretas destacam-se a
quantidade e a variedade de produto;
Quantidade de produto
– Produção de baixo volume (job shop production): 1 a 100
unidades/ano;
– Produção de médio volume (batch production): 100 a
10.000 unidades/ano;
– Produção de alto volume (mass production): acima de
10.000 unidades/ano;
33
Sistemas de Manufatura - Definições e Conceitos Básicos
Variedade de produto
Para descrever quão um produto é diferente de outros define-
se:
Variedade de produto hard: os produtos se diferem
substancialmente entre si => proporção baixa ou nula de
itens comuns (produtos fabricados em linhas de montagem
diferentes - carro e caminhão);
Variedade de produto soft: os produtos se diferem
levemente entre si => proporção alta de itens comuns
(modelos de carros fabricados na mesma linha de
produção);
34
Sistemas de Manufatura - Definições e Conceitos Básicos
Algumas plantas produzem diferentes produtos em baixo
ou médio volumes, outras se especializam na produção de
altos volumes de um único produto. Existe uma correlação
inversa entre quantidade e variedade de produto;
35
1 100 10.000 1.000.000
Quantidade de produto
VariedadedeProduto
Baixa
Média
Alta
Quando a variedade de produto é alta,
a quantidade tende a ser baixa
Produção de baixo volume (1 a 100 u/ano)
tipo de produção normalmente job shop: produz baixa
quantidade de produtos especializados e customizados;
produtos normalmente complexos como cápsulas
espaciais, aviões, maquinarias especiais, etc;
inclui também a fabricação de peças componentes de
produtos;
as ordens de fabricação são normalmente especiais e
podem não repetir;
os equipamentos são de uso genérico e a força de trabalho
altamente habilidosa;
36
Sistemas de Manufatura - Definições e Conceitos Básicos
Sistemas de Manufatura - Definições e Conceitos Básicos
é concebido para lidar com máximo de flexibilidade
(variedade hard);
para produtos pesados mão de obra e equipamento vão
até ele;
Este tipo de layout é usualmente chamado de “arranjo de
posição fixa”;
Os componentes individuais que atendem os grandes
produtos são normalmente produzidos em fábricas que
têm um arranjo funcional;
37
Sistemas de Manufatura - Definições e Conceitos Básicos
Produção de médio volume (100 a 10.000 u/ano)
Em função da variedade de produto diferencia-se dois tipos:
• Variedade de produto hard => produção em lotes:
– para cada lote um setup diferente;
– ordens se repetem com freqüência;
– taxa de produção do equipamento maior que a
demanda de qualquer produto => compartilhamento de
equipamento entre diferentes produtos;
– normalmente usado em produção para estoque;
– o arranjo normalmente é o de funcional;
38
Sistemas de Manufatura - Definições e Conceitos Básicos
• Variedade de produto é soft: não requer muitas mudanças
de setup:
– o arranjo celular pode ser adequado para a produção de
média quantidade;
– os equipamentos são configurados para fabricarem
grupos de peças similares sem perda significante de
tempo de setup;
39
Sistemas de Manufatura - Definições e Conceitos Básicos
Produção de alto volume (acima de 10.000 u/ano)
É conhecida como produção em massa e predomina em
situações caracterizadas por uma alta taxa de demanda para o
produto, e a planta é dedicada à fabricação daquele produto.
Distingue-se duas categorias de produção em massa:
• Produção em quantidade (Quantity production)
– envolve a produção em massa em equipamentos
únicos;
– utiliza-se tipicamente máquinas convencionais
equipadas com ferramental especial (Ex.: prensas de
estampagem com dispositivos de manuseio de moldes e
material);
– o arranjo físico típico é o funcional;
40
Sistemas de Manufatura - Definições e Conceitos Básicos
 Produção em linha de fluxo (Flow line production)
– envolve a produção em massa com múltiplos
equipamentos (estações de trabalho) arranjados em
sequência. As peças ou conjuntos são transportados
ao longo da sequência para completar o produto;
– as estações de trabalho consistem de máquinas e/ou
operadores equipados com ferramentas especiais;
– as estações são projetadas especificamente para o
produto visando maximizar a eficiência;
– o arranjo físico é o de produto ou em linha;
41
Sistemas de Manufatura - Definições e Conceitos Básicos
Arranjos físicos (Layouts) de Sistemas de Manufatura
– Cinco tipos básicos: a) Arranjo funcional, b) Arranjo em
linha, c) Arranjo celular, d) Arranjo de projeto e e) Arranjo
de processos contínuos:
a) Arranjo funcional (job shop)
– máquinas agrupadas por função ou tipo;
– máquinas flexíveis (de propósito geral);
– elevada variedade de peças;
– peças são roteadas pelos setores;
– alta flexibilidade quanto à variedade de peças. Ele
pode acomodar uma grande variedade de
seqüências de operações para produzir diferentes
peças;
42
Sistemas de Manufatura - Definições e Conceitos Básicos
43
Exemplo de arranjo funcional.
Sistemas de Manufatura - Definições e Conceitos Básicos
b) Arranjo em linha (flow shop)
– máquinas organizadas segundo seqüência de
operações;
– máquinas dedicadas (de propósito específico);
– mais mecanização;
– menor variedade de peças;
– alta capacidade de produção:os equipamentos são
projetados para fabricar peças específicas podendo
assim fabricar grande volumes de peças;
44
Sistemas de Manufatura - Definições e Conceitos Básicos
.
45
Exemplo de arranjo em linha.
Sistemas de Manufatura - Definições e Conceitos Básicos
c) Arranjo de projeto (ou arranjo fixo)
– imobilidade do item em fabricação;
– quantidade final normalmente pequena;
– máquinas, materiais e operários vão até o local do
produto;
46
Exemplos de arranjo de projeto.
Sistemas de Manufatura - Definições e Conceitos Básicos
c) Arranjo celular
– formado por células de manufatura e/ou montagem;
– máquinas agrupadas de acordo com a seqüência do
processo;
– sistemas especialistas na fabricação de
determinadas famílias de peças;
– grande flexibilidade no mix de produtos;
Célula: grupo de processos/máquinas projetado para
fabricar uma certa “família de produtos” de forma
flexível.
47
Sistemas de Manufatura - Definições e Conceitos Básicos
.
48
Exemplo de um arranjo celular.
Sistemas de Manufatura - Definições e Conceitos Básicos
e) Arranjo de processo contínuo
– equipamentos agrupados de acordo com
processamentos necessários para a fabricação do
produto;
– lida com fluidos e pós ao invés peças discretas;
– o produto flui fisicamente;
49
Exemplo de arranjo de processo contínuo.
-Matéria prima
- Energia
Processo I
Processo IIProcesso III
Óleo
Gasolina Subprodutos
Sistemas de Manufatura - Definições e Conceitos Básicos
– Existe uma relação entre o tipo de produção e o arranjo do
sistema de manufatura:
50
1 100 10.000 1.000.000
Quantidade de produto
VariedadedeProduto
Job Shop
- Batch Production
- Manufatura
Celular Quantity Flow line
Produção em massa
Arranjo de projeto
Arranjo funcional
Arranjo celular
Arranjo em linha
Sistemas de Manufatura - Definições e Conceitos Básicos
Operações de manufatura
– Independente do tipo de produção há funções básicas que
devem ser realizadas para conversão da matéria prima em
produto acabado. No caso de produtos discretos tem-se:
• Processamento
• Montagem
• Manuseio e armazenamento de material
• Inspeção e teste
• Controle
51
Atividades
físicas
realizadas no chão
de
fábrica,
tocam
o produto
Agregam valor ao produto
Necessárias para coordenar
e regular as atividades físicas
Sistemas de Manufatura - Definições e Conceitos Básicos
.
52
Recebimento Despacho
1. Processamento
2. Montagem
3. Manuseio de material
4. Inspeção e testes
Matéria
prima
Produto
acabado
Controle
Sistemas de Manufatura - Definições e Conceitos Básicos
1) Operações de processamento
• Energia (mecânica, térmica, química, etc.) é usada para
transformar a matéria prima num estado mais próximo
do final;
• A mudança de forma, a remoção de material, a
alteração de propriedade físicas ou outra alteração
agregam valor ao material;
• Operações de processamento podem ser classificadas
em quatro categorias:
53
Sistemas de Manufatura - Definições e Conceitos Básicos
– Processos primários: dão ao material sua forma
inicial (lingotamento de metais, moldagem de
plástico, etc...);
– Processos secundários: são aqueles que dão ao
material sua forma final (torneamento, furação,
fresamento, estampagem, forjamento, etc...);
– Operações para melhoria de propriedades físicas:
não alteram a geometria física do material, más sim
suas propriedades físicas (tratamento térmico,
etc...);
– Operações de acabamento: visa, por exemplo,
melhorar a aparência ou proteção superficial
(polimento, pintura, cromagem, etc...);
54
Sistemas de Manufatura - Definições e Conceitos Básicos
2) Operações de montagem
• Os processos de montagem e união constituem o
segundo maior tipo de operação de manufatura e
incluem uniões permanentes (soldas, rebites, etc....),
semi-permanentes (parafusos, grampos, etc...) outras;
3) Manuseio e armazenamento de material
• Na maioria das plantas de manufatura os materiais
passam mais tempo sendo transportados e
armazenados que processados;
• Em alguns casos, a maior parte do custo de mão-de-
obra está associada ao manuseio, movimentação e
armazenamento de material;
55
Sistemas de Manufatura - Definições e Conceitos Básicos
4) Inspeção e teste
• A inspeção objetiva determinar se o produto satisfaz os
padrões e especificações estabelecidas no projeto
(dimensões, tolerâncias geométricas, etc...);
• O teste visa verificar as especificações funcionais do
produto. Normalmente realizado por meio de
protótipos;
56
Sistemas de Manufatura - Definições e Conceitos Básicos
5) Controle
• Incluem o controle das operações de processamento e
montagem a nível de chão-de-fábrica e o
gerenciamento de atividades a nível de planta:
– Controle a nível de chão-de-fábrica: envolve o
alcance de certos objetivos de performance pela
manipulação adequada das entradas do processo;
– Controle a nível de planta: inclui uso efetivo da mão-
de-obra, manutenção dos equipamentos,
movimentação de material na fábrica, despacho de
produto de qualidade no prazo e manter o custo de
operação da planta no nível mais baixo possível;
57
Sistemas de Manufatura - Definições e Conceitos Básicos
ii) Sistemas de suporte da manufatura
– O modelo abaixo representa o ciclo de processamento de
informação numa típica empresa de manufatura;
58
Projeto
Controle da
manufatura
Planejamento
da
manufatura
Funções
de
negócio
Chão
de
fábricaCliente
Sistemas de Manufatura - Definições e Conceitos Básicos
1) Funções de negócios
– São os principais meios de comunicação com o cliente, o
ciclo de informação começa e termina aqui. Incluem:
• Vendas e marketing,
• Previsão de vendas,
• Entrada de encomendas,
• contabilidade, etc...
– Uma encomenda origina-se tipicamente no departamento
de vendas e marketing, e pode ter as seguintes formas:
• Encomenda segundo especificações do cliente;
• Encomenda de um item de propriedade do fabricante;
• Encomenda baseada em previsões de demanda futura
de produtos do fabricante;
59
Sistemas de Manufatura - Definições e Conceitos Básicos
2) Projeto de produto
– Para encomendas segundo especificações do cliente o
departamento de projeto não será envolvido no processo;
– Para encomendas de itens do fabricante o departamento
de projeto será responsável pelo desenvolvimento e
projeto;
– As principais saídas do departamento de projeto são:
• Desenhos;
• Especificações;
• Lista de materiais;
3) Planejamento da manufatura
– Envolvem a engenharia de manufatura, engenharia
industrial e o controle e planejamento da produção para
elaboração dos seguintes planos:
60
Sistemas de Manufatura - Definições e Conceitos Básicos
– Planejamento do processo: consiste na determinação da
seqüência de operações de processamento e montagem
necessárias para produzir o produto => Plano de Processo
(lista operações a serem realizadas e as máquinas a
utilizar, etc);
– Planejamento mestre da produção: consiste na
determinação dos produtos a serem fabricados, quando e
em que quantidade devem ser entregues => Plano Mestre
de Produção - PMP (lista os produtos, suas quantidades e
datas de entrega);
61
Sistemas de Produção - Definições e Conceitos Básicos
– Planejamento de requisitos de materiais: A partir do PMP
planeja-se os componentes e subconjuntos que perfazem o
produto, requisita-se matéria-prima e encomenda-se
produtos comprados. Todos estes itens devem estar
disponíveis quando necessário;
– Planejamento de capacidade: O PMP não deve prever
qtdes maiores do que planta é capaz de produzir
(Capacidade da Planta). O Planejamento de Capacidade
lida com o planejamento da mão-de-obra e dos recursos de
máquinas da planta;
62
Sistemas de Manufatura - Definições e Conceitos Básicos
4) Controle da manufatura
– Consiste do gerenciamento e controle das operações na
planta para se implementar os planos de manufatura.
Inclui:
• Controle de chão-de-fábrica: lida com monitoramento
do progresso do produto durante seu processamento,
montagem, transporte e inspeção na fábrica;
• Controle de estoque: tenta manter um balanço entre o
perigo de um estoque muito pequeno (risco da falta de
material) e a despesa de ter um estoque muito grande
(aumento de custo);
• Controle de qualidade: tem a função de assegurar que o
material satisfaça aos padrões e especificações
estabelecidos no projeto;
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Questions
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Questions
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132 slides engenharia da qualidade sistema de manufatura

  • 1. Pós Graduação Engenharia da Qualidade Sistema de Manufatura Sobral – abril/maio – 2014 Prof. Ms. Delano Gurgel do Amaral 1
  • 2. 2
  • 3. 3
  • 4. 4
  • 5. 5
  • 6. 6
  • 7. 7
  • 8. O que é a Produção Enxuta?  É um modo coerente de pensar;  é uma filosofia administrativa global;  é o foco total na satisfação do cliente;  é um ambiente de trabalho de equipe de melhorias;  é uma eterna procura de um modo melhor;  é a qualidade incluída no processo;  é um local de trabalho organizado, disciplinado e evolutivo. 8
  • 9. Sistema Toyota de Produção  É uma filosofia de gerenciamento que procura otimizar a organização de forma a atender as necessidades do cliente no menor prazo possível, na mais alta qualidade e ao mais baixo custo, ao mesmo tempo em que aumenta a segurança e a moral dos seus colaboradores, envolvendo e integrando não só a manufatura, mas todas as partes da organização. 9
  • 10. Outros nomes para o Lean  SPMI (Sistemas Produtivos de Manufatura Integrada)  JIT/TQC (Just-in-Time/Controle de Qualidade Total) – várias empresas  SPEZ (Sistema de Produção com Estoque Zero) – indústria Omark  MAN (Material de Acordo com o Necessário) – Harley Davidson  SPIM (Sistema de Produção com Inventário Minimizado) – Westinghouse  Sistema Ohno – muitas empresas no Japão  Produção com Inventário Zero – HP  Kanban – muitas empresas no Japão e EUA  BSC (Bosch Production System) 10
  • 11. 11 Benefícios do Lean  Menos esforço humano na distribuição de produtos;  As Perdas/Desperdícios/ Falhas são menores;  Pode-se fazer mais com menos recursos;  Os prazos de entrega são menores;  O uso da tecnologia é seletivo: são necessários menos ativos e espaço;  Aumenta a taxa de agregação de valor ao cliente;  Os estoque são menores, embora o atendimento ao cliente melhore;  As margens de lucro são maiores a longo prazo;  Os principais indicadores financeiros melhoram, retorno sobre investimento, lucratividade, fluxo de caixa e custos.
  • 12. Pirâmide Estrutura STP: 4 P´s Filosofia de Lean Processo Funcionários e Parceiros Solução de Problemas 12
  • 13. Valor para o Cliente  O ponto de partida para a Produção Enxuta é o conceito de valor, percebido pelo cliente.  Valor é definido em termos de produtos ou serviços específicos que têm capacidades/funcionalidades específicas, oferecidos a preços específicos para clientes específicos em intervalos de tempo específicos e que devem ser isentos de defeitos.  Valor deve ser visto sob o ponto de vista da sensação total do cliente. A meta é surpreender o cliente com uma solução completa. 13
  • 14. 14
  • 15. Fluxo de Valor É a realização progressiva de tarefas ao longo da cadeia de valor para que um produto passe da concepção ao lançamento, do pedido à entrega e da matéria-prima às mãos do cliente. 15
  • 16. 16
  • 17. 17 Quem é IOS e O que é ISO?  A Organização Internacional de Normalização (IOS) é uma federação mundial de organismos nacionais de normalização.  Trabalhando através de Comissões Técnicas, desenvolveu e publicou mais de 18.000 normas ISO diferentes que são usados ​​internacionalmente por assuntos que vão desde velocidades de filme para taças de vinho para os sistemas de gestão da qualidade.  O objetivo oficial para a emissão de normas ISO é facilitar o comércio mundial por meio da padronização.
  • 18. Management Systems ISO 20000-1:2011 Service Management ISO 22301 Business Continuity Management ISO 27001-2005 Information Security Management System ISO 9001: 2008 Quality Management System ISO 31000 Risk Management 18
  • 19. Entendendo os Padrões - Documentos  A maioria das normas tem pelo menos dois documentos de apoio;  Requisitos - são os "Shalls" e são obrigados a ser implementado a menos que possam ser tomadas exclusões. O auditor só pode auditar contra o "Shalls".  Código de Boas Práticas - estes são os "deveres" e são de orientação para ajudá-lo na implementação.  Orientação - um padrão totalmente implementável que não tem um "esquema de certificação". Você pode ser compatível, mas não certificadas. 19
  • 20. 20 Compreender as Normas - PDCA Do Plan Check Act
  • 22. 22 Entendendo os Padrões - Âmbito  Determine o escopo do registro  Quantas pessoas dentro de seu apoio organização deste sistema de gestão?  Quantos processos estão incluídos?  Quantos locais?
  • 23. 23 ISO 31000:2009 - Usuários  ISO 31000:2009 se destina a ser utilizado por uma ampla gama de partes interessadas, incluindo:  os responsáveis ​​pela implementação da gestão de risco dentro da sua organização;  aqueles que precisam para garantir que uma organização gerencia risco;  aqueles que precisam gerenciar o risco para a organização como um todo, ou dentro de uma área ou atividade específica;  aqueles que necessitam avaliar as práticas de uma organização na gestão de riscos; e  desenvolvedores de normas, guias, procedimentos e códigos de boas práticas que, no todo ou em parte, definidos como de risco deve ser gerenciado dentro do contexto específico destes documentos.
  • 24. 24 Governança Corporativa  A maneira pela qual uma organização é governada e controlada, a fim de atingir os seus objetivos.  O ambiente de controle faz com que uma organização confiável para atingir estes objetivos dentro de um grau tolerável de risco.  É a interação que mantém a organização em conjunto na prossecução dos seus objetivos, a gestão de riscos fornece a resiliência.
  • 25. 25  "O sistema em que as entidades são dirigidas e controladas."  "A governança corporativa geralmente se refere aos processos pelos quais as organizações são dirigidas, controladas e responsabilizados.  Ela engloba autoridade, responsabilidade, administração, liderança, direção e controle exercido na organização ".
  • 26. 26 Abordagem dos Princípios de Negócios – Princípios: 31000:2009 ISO (Cláusula 3) A gestão de riscos deve ser .... 1. Criar valor; 2. Seja parte integrante dos processos organizacionais ; 3. Faça parte da tomada de decisão; 4. Explicitamente abordar incerteza; 5. Seja sistemática e estruturada; 6. Basear-se na melhor informação disponível ; 7. Ser adaptados ; 8. Leve em conta fatores humanos; 9. Seja transparente e inclusivo; 10. Seja dinâmico, interativo e sensível às mudanças ; 11. Ser capaz de melhoria contínua e valorização.
  • 28. Sistemas de Manufatura - Definições e Conceitos Básicos SISTEMAS DE MANUFATURA Sistema: define de forma abstrata um agrupamento relativamente complexo de elementos físicos caracterizados por parâmetros mensuráveis (Rubinstein [1]). [1] Rubinstein, M., Pattern of problem solving, Prentice Hall, Englewood Cliffs, NJ, 1975. Sistema: Um arranjo complexo de elementos físicos* caracterizados por parâmetros mensuráveis** Materiais Energia Demanda Situação Política- econômica Produtos Informações Serviço ao consumidor Refugo Consumidor Externo Entradas Perturbações Saídas 28
  • 29. Sistemas de Manufatura - Definições e Conceitos Básicos Para Sistemas de Manufatura tem-se: *Elementos físicos: Máquinas, ferramentas, equipamentos de manuseio de material, pessoas (consumidores internos - usuários do sistema); **Parâmetros mensuráveis: Tempo de produção, taxa de produção, estoque intermediário, % de defeitos, % de entregas no prazo, volume de produção diário/semanal/mensal, custo total ou custo unitário, etc.; [1] Rubinstein, M., Pattern of problem solving, Prentice Hall, Englewood Cliffs, NJ, 1975. 29
  • 30. Sistemas de Manufatura - Definições e Conceitos Básicos – De forma simplificada Sistema de Produção pode ser definido com sendo um conjunto de pessoas, equipamentos e procedimentos organizados para realizar as operações de manufatura de uma empresa . Eles pode ser dividido em dois níveis: 30 Facilidades: Fábrica Equipamentos Sistemas de Suporte da Manufatura Sistema de Produção
  • 31. Sistemas de Manufatura - Definições e Conceitos Básicos 31 Sistemas de suporte da manufatura Chão de fábricaSistema de Produção
  • 32. Sistemas de Manufatura - Definições e Conceitos Básicos i) Facilidades (Chão de fábrica) Consiste da fábrica, equipamentos (máquinas de produção e ferramentas), equipamentos de manuseio de materiais, equipamentos de inspeção, sistemas computacionais de controle das operações de manufatura e do arranjo físico; • Os equipamentos são usualmente arranjados em agrupamentos lógicos; • Tais agrupamentos, juntamente com seus operadores, são denominados Sistemas de Manufatura na fábrica; • Sistema de Manufatura usualmente se refere ao grupo de máquinas e operadores (Ex.; um linha de produção); 32
  • 33. Sistemas de Manufatura - Definições e Conceitos Básicos • Os Sistemas de Manufatura têm contato físico direto com o produto, eles tocam o produto; • Muitos fatores influenciam na forma de uma empresa se organizar. Na produção de unidades discretas destacam-se a quantidade e a variedade de produto; Quantidade de produto – Produção de baixo volume (job shop production): 1 a 100 unidades/ano; – Produção de médio volume (batch production): 100 a 10.000 unidades/ano; – Produção de alto volume (mass production): acima de 10.000 unidades/ano; 33
  • 34. Sistemas de Manufatura - Definições e Conceitos Básicos Variedade de produto Para descrever quão um produto é diferente de outros define- se: Variedade de produto hard: os produtos se diferem substancialmente entre si => proporção baixa ou nula de itens comuns (produtos fabricados em linhas de montagem diferentes - carro e caminhão); Variedade de produto soft: os produtos se diferem levemente entre si => proporção alta de itens comuns (modelos de carros fabricados na mesma linha de produção); 34
  • 35. Sistemas de Manufatura - Definições e Conceitos Básicos Algumas plantas produzem diferentes produtos em baixo ou médio volumes, outras se especializam na produção de altos volumes de um único produto. Existe uma correlação inversa entre quantidade e variedade de produto; 35 1 100 10.000 1.000.000 Quantidade de produto VariedadedeProduto Baixa Média Alta Quando a variedade de produto é alta, a quantidade tende a ser baixa
  • 36. Produção de baixo volume (1 a 100 u/ano) tipo de produção normalmente job shop: produz baixa quantidade de produtos especializados e customizados; produtos normalmente complexos como cápsulas espaciais, aviões, maquinarias especiais, etc; inclui também a fabricação de peças componentes de produtos; as ordens de fabricação são normalmente especiais e podem não repetir; os equipamentos são de uso genérico e a força de trabalho altamente habilidosa; 36 Sistemas de Manufatura - Definições e Conceitos Básicos
  • 37. Sistemas de Manufatura - Definições e Conceitos Básicos é concebido para lidar com máximo de flexibilidade (variedade hard); para produtos pesados mão de obra e equipamento vão até ele; Este tipo de layout é usualmente chamado de “arranjo de posição fixa”; Os componentes individuais que atendem os grandes produtos são normalmente produzidos em fábricas que têm um arranjo funcional; 37
  • 38. Sistemas de Manufatura - Definições e Conceitos Básicos Produção de médio volume (100 a 10.000 u/ano) Em função da variedade de produto diferencia-se dois tipos: • Variedade de produto hard => produção em lotes: – para cada lote um setup diferente; – ordens se repetem com freqüência; – taxa de produção do equipamento maior que a demanda de qualquer produto => compartilhamento de equipamento entre diferentes produtos; – normalmente usado em produção para estoque; – o arranjo normalmente é o de funcional; 38
  • 39. Sistemas de Manufatura - Definições e Conceitos Básicos • Variedade de produto é soft: não requer muitas mudanças de setup: – o arranjo celular pode ser adequado para a produção de média quantidade; – os equipamentos são configurados para fabricarem grupos de peças similares sem perda significante de tempo de setup; 39
  • 40. Sistemas de Manufatura - Definições e Conceitos Básicos Produção de alto volume (acima de 10.000 u/ano) É conhecida como produção em massa e predomina em situações caracterizadas por uma alta taxa de demanda para o produto, e a planta é dedicada à fabricação daquele produto. Distingue-se duas categorias de produção em massa: • Produção em quantidade (Quantity production) – envolve a produção em massa em equipamentos únicos; – utiliza-se tipicamente máquinas convencionais equipadas com ferramental especial (Ex.: prensas de estampagem com dispositivos de manuseio de moldes e material); – o arranjo físico típico é o funcional; 40
  • 41. Sistemas de Manufatura - Definições e Conceitos Básicos  Produção em linha de fluxo (Flow line production) – envolve a produção em massa com múltiplos equipamentos (estações de trabalho) arranjados em sequência. As peças ou conjuntos são transportados ao longo da sequência para completar o produto; – as estações de trabalho consistem de máquinas e/ou operadores equipados com ferramentas especiais; – as estações são projetadas especificamente para o produto visando maximizar a eficiência; – o arranjo físico é o de produto ou em linha; 41
  • 42. Sistemas de Manufatura - Definições e Conceitos Básicos Arranjos físicos (Layouts) de Sistemas de Manufatura – Cinco tipos básicos: a) Arranjo funcional, b) Arranjo em linha, c) Arranjo celular, d) Arranjo de projeto e e) Arranjo de processos contínuos: a) Arranjo funcional (job shop) – máquinas agrupadas por função ou tipo; – máquinas flexíveis (de propósito geral); – elevada variedade de peças; – peças são roteadas pelos setores; – alta flexibilidade quanto à variedade de peças. Ele pode acomodar uma grande variedade de seqüências de operações para produzir diferentes peças; 42
  • 43. Sistemas de Manufatura - Definições e Conceitos Básicos 43 Exemplo de arranjo funcional.
  • 44. Sistemas de Manufatura - Definições e Conceitos Básicos b) Arranjo em linha (flow shop) – máquinas organizadas segundo seqüência de operações; – máquinas dedicadas (de propósito específico); – mais mecanização; – menor variedade de peças; – alta capacidade de produção:os equipamentos são projetados para fabricar peças específicas podendo assim fabricar grande volumes de peças; 44
  • 45. Sistemas de Manufatura - Definições e Conceitos Básicos . 45 Exemplo de arranjo em linha.
  • 46. Sistemas de Manufatura - Definições e Conceitos Básicos c) Arranjo de projeto (ou arranjo fixo) – imobilidade do item em fabricação; – quantidade final normalmente pequena; – máquinas, materiais e operários vão até o local do produto; 46 Exemplos de arranjo de projeto.
  • 47. Sistemas de Manufatura - Definições e Conceitos Básicos c) Arranjo celular – formado por células de manufatura e/ou montagem; – máquinas agrupadas de acordo com a seqüência do processo; – sistemas especialistas na fabricação de determinadas famílias de peças; – grande flexibilidade no mix de produtos; Célula: grupo de processos/máquinas projetado para fabricar uma certa “família de produtos” de forma flexível. 47
  • 48. Sistemas de Manufatura - Definições e Conceitos Básicos . 48 Exemplo de um arranjo celular.
  • 49. Sistemas de Manufatura - Definições e Conceitos Básicos e) Arranjo de processo contínuo – equipamentos agrupados de acordo com processamentos necessários para a fabricação do produto; – lida com fluidos e pós ao invés peças discretas; – o produto flui fisicamente; 49 Exemplo de arranjo de processo contínuo. -Matéria prima - Energia Processo I Processo IIProcesso III Óleo Gasolina Subprodutos
  • 50. Sistemas de Manufatura - Definições e Conceitos Básicos – Existe uma relação entre o tipo de produção e o arranjo do sistema de manufatura: 50 1 100 10.000 1.000.000 Quantidade de produto VariedadedeProduto Job Shop - Batch Production - Manufatura Celular Quantity Flow line Produção em massa Arranjo de projeto Arranjo funcional Arranjo celular Arranjo em linha
  • 51. Sistemas de Manufatura - Definições e Conceitos Básicos Operações de manufatura – Independente do tipo de produção há funções básicas que devem ser realizadas para conversão da matéria prima em produto acabado. No caso de produtos discretos tem-se: • Processamento • Montagem • Manuseio e armazenamento de material • Inspeção e teste • Controle 51 Atividades físicas realizadas no chão de fábrica, tocam o produto Agregam valor ao produto Necessárias para coordenar e regular as atividades físicas
  • 52. Sistemas de Manufatura - Definições e Conceitos Básicos . 52 Recebimento Despacho 1. Processamento 2. Montagem 3. Manuseio de material 4. Inspeção e testes Matéria prima Produto acabado Controle
  • 53. Sistemas de Manufatura - Definições e Conceitos Básicos 1) Operações de processamento • Energia (mecânica, térmica, química, etc.) é usada para transformar a matéria prima num estado mais próximo do final; • A mudança de forma, a remoção de material, a alteração de propriedade físicas ou outra alteração agregam valor ao material; • Operações de processamento podem ser classificadas em quatro categorias: 53
  • 54. Sistemas de Manufatura - Definições e Conceitos Básicos – Processos primários: dão ao material sua forma inicial (lingotamento de metais, moldagem de plástico, etc...); – Processos secundários: são aqueles que dão ao material sua forma final (torneamento, furação, fresamento, estampagem, forjamento, etc...); – Operações para melhoria de propriedades físicas: não alteram a geometria física do material, más sim suas propriedades físicas (tratamento térmico, etc...); – Operações de acabamento: visa, por exemplo, melhorar a aparência ou proteção superficial (polimento, pintura, cromagem, etc...); 54
  • 55. Sistemas de Manufatura - Definições e Conceitos Básicos 2) Operações de montagem • Os processos de montagem e união constituem o segundo maior tipo de operação de manufatura e incluem uniões permanentes (soldas, rebites, etc....), semi-permanentes (parafusos, grampos, etc...) outras; 3) Manuseio e armazenamento de material • Na maioria das plantas de manufatura os materiais passam mais tempo sendo transportados e armazenados que processados; • Em alguns casos, a maior parte do custo de mão-de- obra está associada ao manuseio, movimentação e armazenamento de material; 55
  • 56. Sistemas de Manufatura - Definições e Conceitos Básicos 4) Inspeção e teste • A inspeção objetiva determinar se o produto satisfaz os padrões e especificações estabelecidas no projeto (dimensões, tolerâncias geométricas, etc...); • O teste visa verificar as especificações funcionais do produto. Normalmente realizado por meio de protótipos; 56
  • 57. Sistemas de Manufatura - Definições e Conceitos Básicos 5) Controle • Incluem o controle das operações de processamento e montagem a nível de chão-de-fábrica e o gerenciamento de atividades a nível de planta: – Controle a nível de chão-de-fábrica: envolve o alcance de certos objetivos de performance pela manipulação adequada das entradas do processo; – Controle a nível de planta: inclui uso efetivo da mão- de-obra, manutenção dos equipamentos, movimentação de material na fábrica, despacho de produto de qualidade no prazo e manter o custo de operação da planta no nível mais baixo possível; 57
  • 58. Sistemas de Manufatura - Definições e Conceitos Básicos ii) Sistemas de suporte da manufatura – O modelo abaixo representa o ciclo de processamento de informação numa típica empresa de manufatura; 58 Projeto Controle da manufatura Planejamento da manufatura Funções de negócio Chão de fábricaCliente
  • 59. Sistemas de Manufatura - Definições e Conceitos Básicos 1) Funções de negócios – São os principais meios de comunicação com o cliente, o ciclo de informação começa e termina aqui. Incluem: • Vendas e marketing, • Previsão de vendas, • Entrada de encomendas, • contabilidade, etc... – Uma encomenda origina-se tipicamente no departamento de vendas e marketing, e pode ter as seguintes formas: • Encomenda segundo especificações do cliente; • Encomenda de um item de propriedade do fabricante; • Encomenda baseada em previsões de demanda futura de produtos do fabricante; 59
  • 60. Sistemas de Manufatura - Definições e Conceitos Básicos 2) Projeto de produto – Para encomendas segundo especificações do cliente o departamento de projeto não será envolvido no processo; – Para encomendas de itens do fabricante o departamento de projeto será responsável pelo desenvolvimento e projeto; – As principais saídas do departamento de projeto são: • Desenhos; • Especificações; • Lista de materiais; 3) Planejamento da manufatura – Envolvem a engenharia de manufatura, engenharia industrial e o controle e planejamento da produção para elaboração dos seguintes planos: 60
  • 61. Sistemas de Manufatura - Definições e Conceitos Básicos – Planejamento do processo: consiste na determinação da seqüência de operações de processamento e montagem necessárias para produzir o produto => Plano de Processo (lista operações a serem realizadas e as máquinas a utilizar, etc); – Planejamento mestre da produção: consiste na determinação dos produtos a serem fabricados, quando e em que quantidade devem ser entregues => Plano Mestre de Produção - PMP (lista os produtos, suas quantidades e datas de entrega); 61
  • 62. Sistemas de Produção - Definições e Conceitos Básicos – Planejamento de requisitos de materiais: A partir do PMP planeja-se os componentes e subconjuntos que perfazem o produto, requisita-se matéria-prima e encomenda-se produtos comprados. Todos estes itens devem estar disponíveis quando necessário; – Planejamento de capacidade: O PMP não deve prever qtdes maiores do que planta é capaz de produzir (Capacidade da Planta). O Planejamento de Capacidade lida com o planejamento da mão-de-obra e dos recursos de máquinas da planta; 62
  • 63. Sistemas de Manufatura - Definições e Conceitos Básicos 4) Controle da manufatura – Consiste do gerenciamento e controle das operações na planta para se implementar os planos de manufatura. Inclui: • Controle de chão-de-fábrica: lida com monitoramento do progresso do produto durante seu processamento, montagem, transporte e inspeção na fábrica; • Controle de estoque: tenta manter um balanço entre o perigo de um estoque muito pequeno (risco da falta de material) e a despesa de ter um estoque muito grande (aumento de custo); • Controle de qualidade: tem a função de assegurar que o material satisfaça aos padrões e especificações estabelecidos no projeto; 63
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