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da avaliação foi trabalhada destacando:
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Considerando a necessidade de ampliar esse diálogo,
refletindo sobre formas diferenciadas de registro para
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Avaliação no Ciclo de Alfabetização

  • 1. UNIVERSIDADE FEDERAL DO ESPÍRITO SANTO CENTRO DE EDUCAÇÃO NÚCLEO DE ALFABETIZAÇÃO, LEITURA E ESCRITA DO ESPÍRITO SANTO FORMAÇÃO DE ORIENTADORES DE ESTUDO PACTO NACIONAL PELA ALFABETIZAÇÃO NA IDADE CERTAPACTO NACIONAL PELA ALFABETIZAÇÃO NA IDADE CERTA (PNAIC)(PNAIC) 28 a 30 de julho de 2015 PACTO NACIONAL PELA ALFABETIZAÇÃO NA IDADE CERTAPACTO NACIONAL PELA ALFABETIZAÇÃO NA IDADE CERTA (PNAIC)(PNAIC) 28 a 30 de julho de 2015 Formadoras - 1º ano Elis Beatriz Lima Falcão Margarete Sacht Góes Maristela Gatti Piffer Formadoras - 1º ano Elis Beatriz Lima Falcão Margarete Sacht Góes Maristela Gatti Piffer
  • 2. Avaliação na alfabetizaçãoAvaliação na alfabetizaçãoAvaliação na alfabetizaçãoAvaliação na alfabetização Matutino: 9h às 12h
  • 3. Nas edições anteriores do PNAIC, a temática da avaliação foi trabalhada destacando:  concepções que visam somente à classificação/exclusão das crianças;  concepção de avaliação da perspectiva formativa;  a importância dos registros das aprendizagens infantis. Considerando a necessidade de ampliar esse diálogo, refletindo sobre formas diferenciadas de registro para uma prática avaliadora vamos compartilhar: Considerando a necessidade de ampliar esse diálogo, refletindo sobre formas diferenciadas de registro para uma prática avaliadora vamos compartilhar:
  • 4. Como você faz para diagnosticar as aprendizagens e necessidades dos seus alunos? Como você acompanha o desenvolvimento das aprendizagens dos seus alunos ao longo do ano? O que você faz para reorientar as atividades propostas em sala mediante as necessidades de aprendizagens da turma?
  • 5. Concepções e práticas de avaliação no Ciclo de Alfabetização http://tvescola.mec.gov.br/tve/video/salto-para-o-futuro-salto-deba Concepções e práticas de avaliação no Ciclo de Alfabetização http://tvescola.mec.gov.br/tve/video/salto-para-o-futuro-salto-debat I-FilmeI-Filme
  • 6. II-DebatendoofilmeII-Debatendoofilme Principais conceitos que ancoram a discussão apresentada no filme (concepção, instrumentos, procedimentos, registros, papel social da escola, qualidade da educação, autoavaliação, autonomia, criticidade, criatividade, autoria) e suas implicações para a organização de um currículo na perspectiva da escola inclusiva e do conhecimento em redes. Principais conceitos que ancoram a discussão apresentada no filme (concepção, instrumentos, procedimentos, registros, papel social da escola, qualidade da educação, autoavaliação, autonomia, criticidade, criatividade, autoria) e suas implicações para a organização de um currículo na perspectiva da escola inclusiva e do conhecimento em redes.
  • 7. Realizar leitura observando: Conhecimentos da alfabetização; Direitos de aprendizagens; Práticas de leitura e produção de textos; Perspectiva da escola inclusiva; Avaliação. Uma experiência com os textos de tradição oral no ciclo de alfabetização Maria Sonaly Machado de Lima Uma experiência com os textos de tradição oral no ciclo de alfabetização Maria Sonaly Machado de LimaIII-LeituradorelatoIII-Leituradorelato
  • 8. Quais conhecimentos da alfabetização são trabalhados com as crianças a partir das atividades? Quais conhecimentos da alfabetização são trabalhados com as crianças a partir das atividades?IV–Analisandoorelato:IV–Analisandoorelato: LIMA (2015) p.88 Segmentar palavras em textos, reconhecer e nomear letras, identificar semelhanças sonoras em rimas, compreender que palavras diferentes compartilham certas letras.
  • 9. Perceber que palavras diferentes compartilham certas letras. Perceber que palavras diferentes variam quanto ao número, repertório e ordem de letras. LIMA (2015) p.88
  • 10. Valorizar os textos de tradição oral reconhecendo- os como manifestações culturais.
  • 11. Os conhecimentos trabalhados nas atividades descritas estão em consonância com os direitos de aprendizagens? Justifique Os conhecimentos trabalhados nas atividades descritas estão em consonância com os direitos de aprendizagens? Justifique
  • 14. As atividades propostas contribuem para inserir as crianças em práticas de leitura e de produção textos? Explique As atividades propostas contribuem para inserir as crianças em práticas de leitura e de produção textos? Explique Práticas de leitura LIMA (2015) p.88
  • 15. Ler textos de tradição oral com autonomia. LIMA (2015) p.88
  • 16. LIMA (2015) p. 90 Apreender assuntos/ temas tratados em textos de diferentes gêneros lidos pelo professor ou outro leitor experiente.
  • 17. Práticas de escrita LIMA (2015) p. 89 Escrever com a finalidade organizar informações, fazer síntese.
  • 19. A professora declara que “colocamos em foco o conhecimento sobre o sistema de escrita” (LIMA, p.91). No entanto, é importante refletirmos sobre como podemos romper com a lógica de trabalho que priorize uma dimensão ou outra, dicotomizando-as.
  • 20. A forma como os conhecimentos da alfabetização são trabalhados colaboram para a construção de uma escola inclusiva? Justifique A forma como os conhecimentos da alfabetização são trabalhados colaboram para a construção de uma escola inclusiva? Justifique LIMA (2015) p.90
  • 21. A forma como os conhecimentos da alfabetização são trabalhados colaboram para a construção de uma escola inclusiva? Justifique A forma como os conhecimentos da alfabetização são trabalhados colaboram para a construção de uma escola inclusiva? Justifique LIMA (2015) p. 89
  • 22. Que estratégias de avaliação da aprendizagem o relato permite inferir? Na sua opinião as estratégias didáticas/de avaliação favoreceram aprendizagens da turma? Justifique Que estratégias de avaliação da aprendizagem o relato permite inferir? Na sua opinião as estratégias didáticas/de avaliação favoreceram aprendizagens da turma? Justifique LIMA (2015) p.88
  • 24. A estratégia de avaliação concentrada na digitação do trava-língua está focada no diagnóstico da aprendizagem do código, com vistas a testar habilidades de escrita desconsiderando o plano discursivo dos textos. As práticas nos dão a ler que são subsidiadas pela concepção de alfabetização relatada no texto. Pois acredita que a alfabetização é um processo de codificação e decodificação, sendo a avaliação focada na observação da aquisição da escrita puramente, ou seja, do código (dimensão linguística). Por isso, talvez não contemplar uma produção na perspectiva discursiva.
  • 25. Que aspecto(s) que elege como importante(s) da atividade e que aspecto(s) considera que poderia(m) ser ampliado(s)? Que aspecto(s) que elege como importante(s) da atividade e que aspecto(s) considera que poderia(m) ser ampliado(s)?
  • 26. Considerando as discussões, proponha atividades que ampliem a sequência de atividades realizadas pela professora do relato de experiência analisado (p. 86-91).  Para isso, analise, em dupla, se os objetivos proposto pela professora foram atendidos e se as estratégias utilizadas favoreceram aprendizagens.  Considere os princípios de trabalho para uma escola inclusiva que leve em conta as especificidades e diferenças. V–ProduçãodeatividadeV–Produçãodeatividade Vespertino: 13h30min às 17h30min
  • 27. Avaliação na alfabetização na perspectiva de um currículo inclusivo Evangelina Maria Brito de Faria Marianne Carvalho Bezerra Cavalcante Avaliação na alfabetização na perspectiva de um currículo inclusivo Evangelina Maria Brito de Faria Marianne Carvalho Bezerra Cavalcante VI - Leitura do textoVI - Leitura do texto
  • 28. Avaliação na alfabetização na perspectiva de um currículo inclusiva Evangelina Maria Brito de Faria Marianne Carvalho Bezerra Cavalcante Avaliação na alfabetização na perspectiva de um currículo inclusiva Evangelina Maria Brito de Faria Marianne Carvalho Bezerra Cavalcante VII–DiscussãodotextoVII–Discussãodotexto Quais são as principais ideias conceitos que fundamentam o texto? Quais são as principais ideias conceitos que fundamentam o texto?
  • 29. FARIA; CAVALCANTE (2015) p. 31 Avaliação na perspectiva formativa e o princípio da inclusão Avaliação na perspectiva formativa e o princípio da inclusão
  • 30. Uma avaliação com ênfase em seu aspecto processual, contínuo, que tem como finalidade compreender o que os alunos já sabem e que precisam aprender. Avaliação formativa concorrendo para o crescimento de todos os envolvidos no processo educativo. Se concorre para o crescimento de todos a perspectiva da INCLUSÃO está posta. É fundamental para a lógica do ciclo tendo em vista garantir o direito de alfabetização plena das crianças até o 3º ano.
  • 31. FARIA; CAVALCANTE (2015) p. 38 Necessidade de incluir também as Altas Habilidades/ Superdotação Necessidade de incluir também as Altas Habilidades/ Superdotação
  • 32. FARIA; CAVALCANTE (2015) p. 31 Heterogeneidade de conhecimento é um fenômeno natural, outra coisa é a não consolidação de conhecimentos do processo de alfabetização previstos para uma determinada etapa de escolarização. Heterogeneidade de conhecimento é um fenômeno natural, outra coisa é a não consolidação de conhecimentos do processo de alfabetização previstos para uma determinada etapa de escolarização.
  • 33. Integração X inclusãoIntegração X inclusão FARIA; CAVALCANTE (2015) p. 38
  • 34. Avaliação do sistema educacional (avaliações externas), avaliação do currículo, avaliação da escola (organização interna e monitoramento das ações e avaliação docente (FARIA; CAVALCANTE, 2005, p. 32). Avaliação do sistema educacional (avaliações externas), avaliação do currículo, avaliação da escola (organização interna e monitoramento das ações e avaliação docente (FARIA; CAVALCANTE, 2005, p. 32). FARIA; CAVALCANTE (2015) p. 31 Obs: Na formação de outubro de 2013 essas avaliações foram detalhadas. No entanto, nem todos os municípios desenvolveram a temática por conta do tempo. Obs: Na formação de outubro de 2013 essas avaliações foram detalhadas. No entanto, nem todos os municípios desenvolveram a temática por conta do tempo.
  • 35. O texto como unidade de ensino importante no processo avaliativo. O trabalho com reescrita dos textos reescrevendo e replanejando... O texto como unidade de ensino importante no processo avaliativo. O trabalho com reescrita dos textos reescrevendo e replanejando... FARIA; CAVALCANTE (2015) p. 33
  • 36. FARIA; CAVALCANTE (2015) p. 33 Sentem falta de alguma motivação importante para o planejamento da escrita? Sentem falta de alguma motivação importante para o planejamento da escrita?
  • 37. Identificaram alguma fragilidade? Como elas podem ser trabalhadas com os professores alfabetizadores? Identificaram alguma fragilidade? Como elas podem ser trabalhadas com os professores alfabetizadores?
  • 38. As autores sinalizam na prática da reescrita a importância de se perguntar para quem se dirige o convite. O que podemos observar na página 36. No entanto, é imprescindível dar todas as condições de produção no direcionamento da proposta de produção de texto.
  • 39. Por mais banal que possa parecer uma produção de textos, é preciso que • a) se tenha o que dizer; • b) se tenha uma razão para dizer o que se tem a dizer; • c) se tenha para quem dizer o que se tem a dizer; • d) o locutor se constitua como tal, enquanto sujeito que diz o que diz para quem diz [...]; • e) se escolham as estratégias para realizar (a), (c) e (d) (GERALDI, 1991, p.137)
  • 40. Sobre a proposta de avaliação da escrita...Sobre a proposta de avaliação da escrita... FARIA; CAVALCANTE (2015) p. 36 FARIA; CAVALCANTE (2015) p. 37
  • 41. No processo avaliativo já foi destacado a importância de compreender o que as crianças já sabem e o que ainda não consolidaram ou têm dúvidas. Apenas reescrevendo e dizendo qual palavra foi escrita desconsiderando a ortografia não ajuda na compreensão das complexas relações que envolvem a escrita. Necessidade de avaliar para sistematizar o que ensinar...
  • 42. FARIA; CAVALCANTE (2015) p. 35 Importante refletir sobre a mediação pedagógica nas escritas que são grafadas considerando a fala.
  • 43. Outro relato que contempla algumas possibilidades. A prática buscou avaliar diagnosticamente a partir do lúdico e dos jogos. Destaca-se que os jogos proporcionam conhecer como as crianças se relacionam e colocam em prática conhecimentos dos seus contextos sociais, além do diagnóstico de vários conhecimentos. Diferentes possibilidades para diagnosticar aprendizagens e dificuldades foram apresentadas ... Diferentes possibilidades para diagnosticar aprendizagens e dificuldades foram apresentadas ... Relato Professora Elis Beatriz. CRIARTE/UFES A turma é composta por crianças de 5 e 6 anos. Sendo 16 meninos e 4 meninas
  • 44. No início do ano letivo, o trabalho foi vivenciado com um planejamento a ser realizado de fevereiro à abril, visto que, nesses meses faria o período de acolhimento, a observação dos interesses naturais das crianças para a realização do projeto da turma e o diagnóstico inicial contemplando os saberes do mundo matemático, da leitura, da escrita, arte, conhecimentos do mundo físico, social, do tempo e da natureza dentre outros.
  • 46. As práticas nos meses de fevereiro à abril permitiram observar que o interesse das crianças era pelos brinquedos e brincadeiras. Brincar é a atividade natural das crianças, no entanto, no grupo 5 ele se mostrava ainda mais latente. Por esse motivo, propomos o projeto Brinquedos e brincadeiras: que diversidade! Que legal!, cujo objetivo geral é:
  • 47. Apresentar o planejamento inicial e a temática do projeto que está sendo desenvolvido com as crianças se faz necessário porque nos slides seguintes serão relatadas atividades que foram desenvolvidas ora no início do ano letivo ora a partir do projeto sobre brinquedos e brincadeiras.
  • 48. Como o ser humano fazia para contar o tempo antigamente? Sempre existiu o calendário e relógio? Fizemos uma ampulheta, conversamos sobre a contagem do tempo pela observação da lua. O início do trabalho tendo como objetivo diagnosticar os conhecimentos do mundo da matemático... O início do trabalho tendo como objetivo diagnosticar os conhecimentos do mundo da matemático...
  • 49. Chegamos então ao calendário, instrumento para medir a passagem do tempo utilizado por nós. A prática do calendário (no qual são marcados eventos e outros acontecimentos, como o recesso de julho) foi iniciada em março como diagnóstico, sem intervenções. A partir dele as intervenções foram acontecendo, como as práticas com jogos. Em julho, novamente realizado sem intervenções para avaliar por exemplo, a escrita espelhada dos números.
  • 50. A reorientação do trabalho...A reorientação do trabalho... O trabalho na rotina com o calendário é realizado com diferentes estratégias. Por exemplo, organizar as crianças em sequência numérica, na qual cada uma precisa escrever o seu número em um papel e afixar no calendário da sala. A prática tem contribuído para atender algumas necessidades identificadas acerca dos números e quantidades e sobre a passagem do tempo...
  • 51. Como no planejamento foi objetivo vivenciar os números em sua função social, criamos na sala mercadinho com as embalagens trazidas por eles em outra atividade que explorava as escritas conhecidas por eles. Escolheram o nome do supermercado, colocaram preços nos produtos, simularam venda, calcularam, fizeram lista de compras, deram troco, simularam papeis sociais (embalador, caixa, dono, cliente)...
  • 52. Jogo das operações (adaptado). Avaliando relação número e quantidade, noção de adição e a própria escrita dos numerais...
  • 53. Jogo do boliche. Avaliando noção de adição e a utilização de material concreto ou não para a contagem.
  • 55. Jogo das duas mãos (adaptado). Relação número e quantidade. Ao final de algumas rodadas as crianças estão com montinhos de 10 palitos. Foi possível diagnosticar crianças que não precisaram no material concreto, fizeram cálculo mental. (“Aqui eu tenho 30 palitos”) Costumo realizar o registro de acontecimentos e descobertas de habilidades assim em um caderno, pois são observações que integrarm o relatório das crianças.
  • 56. Jogo Pizzaria maluca. Números e quantidade, adição e subtração. Precisam acrescentar ou retirar ingredientes.
  • 57. Nas estratégias de leitura também destacamos a relação números e quantidade...
  • 58. Tratamento da informação após realização de uma pesquisa. Atividade do projeto sobre brinquedos e brincadeiras. Na conversa sobre o projeto as crianças relataram que existiam brincadeiras para meninos e brincadeiras para meninas... Uma das brincadeiras citadas foi o futebol. Então, as crianças foram pesquisar em outra turma a opinião dos colegas.
  • 59. Partida de futebol entre meninos e meninas no mesmo time...
  • 60. Foi vivenciada com as crianças uma sequência didática sobre a História da escrita, que posteriormente incluiu a história dos números. Iniciamos assistindo o filme Os Croods. O início do trabalho tendo como objetivo diagnosticar os conhecimentos do mundo da leitura e da escrita... O início do trabalho tendo como objetivo diagnosticar os conhecimentos do mundo da leitura e da escrita...
  • 61. Escrita coletiva sobre o filme. Queríamos divulgar na escola para os demais colegas a sinopse do mesmo.
  • 62. Abordamos que antigamente as pessoas não usavam letras para escrever e nem tinham cadernos e lápis, como temos hoje. Elas costumavam desenhar nas paredes das cavernas.
  • 63. Brincamos de registrar como homens e mulheres da caverna...
  • 64. Ainda utilizamos “desenhos especiais” para comunicar, orientar e informar. Onde podemos encontrar placas como essas? Elas servem para quê? Podemos encontrá-las próximo à escola?
  • 65. A sequência didática sobre a história da escrita culminou com a chegada do Bichinho diferente na sala. Cada dia sorteava-se o nome da criança que levaria o bichinho para passear em sua casa. Nesse momento observava quem reconhecia nomes dos colegas também. Destacava-se a letra inicial para adivinharem quem era o colega. Quem era sorteado escrevia seu nome no cartaz que constava a ordem os sorteado. O bichinho foi utilizado no diagnóstico inicial.
  • 66. Instrumento utilizado para registro, que foi realizado individualmente com cada criança. Na leitura da poesia, foi apresentada uma versão sem o desenho do bichinho. As crianças foram solicitadas a ler as letras das patinhas do bichinho e em outro momento foram solicitadas a escrever as mesmas, mas sem consultar o bichinho. (próximo slide)
  • 67. Essa criança foi muito criativa e inventiva. No momento de ler as letras do bichinho, como ficou em dúvida na leitura da letra V disse: “essa é um U diferente”. Ao chegar na letra W disse: “essa é dois U diferente”. Na escrita demonstrou muitas dúvidas em relacionar nome e formas das letras. Em um determinado momento disse: “eu não estou lembrando quais são as letras então vou inventar. Vou fazer uma letra japonesa”.
  • 68. A atividade foi ponto de partida para o projeto sobre brinquedos e brincadeiras. Após a produção apresentaram para a turma e nós fizemos uma tabela sobre as brincadeiras preferidas delas. “Pique-esconde”
  • 69. Após o período de trabalho relatado acima, recebemos uma criança que já sabia ler e escrever. Como diagnóstico foi solicitado que ela produzisse um texto instrucional sobre o brinquedo que fizemos na turma. A única intervenção foi dizer que era para escrever os materiais e o modo de fazer. A criança escreve obedecendo as regras ortográficas. O que vem demandando a realização de um trabalho diferenciado com ele.
  • 70. A reorientação do trabalho...A reorientação do trabalho...
  • 71. Pesquisa em jornais e revistas dos diferentes tipos de letras. Conhecendo os diferentes tipos de letras do computador.
  • 72. Pesquisa da escrita nos espaços urbanos. Conhecendo essas escritas e suas finalidades.
  • 73. Elaboração da agenda da turma. Uma criança questionou “eu não preciso ter meu nome na agenda, pois eu não vou ligar para mim”. Refletimos se ele saberia seu nome de memória para informar a outras pessoas...
  • 75. Organizando a ordem de leitura dos livros que a turma ganhou. Todos queriam escolher qual seria lido primeiro, sugerimos então, seguir a ordem alfabética...
  • 77. Produção de texto após trabalho com a literatura “A verdadeira história dos três porquinhos”. A proposta consistiu em escrever as opiniões das crianças sobre a história lida ser verdadeira ou não.
  • 78. Culinária... Fazendo o bolo que o lobo não conseguiu na fazer na história...
  • 79. Bingo de letras. A brincadeira tem contribuído para o reconhecimento das letras do alfabeto, letra e nome da letra...
  • 80. Jogo Trilha do alfabeto. As crianças definem o que dirão com a letra inicial (nomes de pessoas, de bichos etc.)
  • 81. Jogo Pizzaria maluca. Existem cartas chamadas sorte ou azar, nas quais as crianças precisam ler para saber se ganharam ingredientes ou perderam. As crianças que estão lendo são solicitadas pelos próprios colegas para auxiliar. Isso tem potencializado a valorização da heterogeneidade de saberes na turma...
  • 82. Práticas de leitura realizada pelas próprias crianças.
  • 83. Os usos do caderno e agenda, por exemplo, contribuem para avaliar aspectos relacionados a direção e alinhamento da escrita, traçado das letras e dos números, emprego dos espaços em branco.
  • 84. As produções individuais contribuem para avaliar as apropriações acerca da escrita.
  • 85. Cada professor pode/deve elaborar suas próprias formas de registro para acompanhar as aprendizagens dos seus alunos ao longo do ano. Assim, a avaliação não necessita ser padronizada, no entanto, nas edições anteriores do PNAIC, alguns instrumentos de acompanhamento foram apresentados. Cada professor pode/ deve fazer usos e apropriações desses instrumentos. Relembrando sobre os instrumentos... Relembrando sobre os instrumentos...
  • 88. Instrumento formação 1º ano PNAIC/ UFES
  • 89. ATIVIDADE 1 - PARA OS ORIENTADORES DE ESTUDO REALIZAREM COM OS PROFESSORES ALFABETIZADORES Professor(a), Estamos estudando uma importante temática: a avaliação do processo ensinoaprendizagem na alfabetização. Com base nas leituras e nas discussões que efetuamos na formação do PNAIC, elabore o esboço de um planejamento de como realizará a avaliação das crianças ao longo do SEGUNDO SEMESTRE de 2015 no que tange a linguagem escrita. O esboço deverá indicar: a) Descrição dos momentos em que fará a avaliação do ensinoaprendizagem dos seus alunos; IX–Atividadeaserrealizadacom professores IX–Atividadeaserrealizadacom professores
  • 90.  Enumeração de estratégias de avaliação que fará uso para analisar o ensinoaprendizagem dos conhecimentos trabalhados;  Enumeração das formas de registros que utilizará para analisar o ensinoaprendizagem dos aspectos trabalhados;  Descrição de como procederá para analisar os resultados do ensinoaprendizagem (o que levará em conta para chegar ao resultado) ATENÇÃO! A atividade deverá ser entregue para os orientadores de estudo entregarem para os formadores da UFES no próximo encontro do PNAIC na UFES (19 e 20 de agosto).
  • 91. FARIA; Evangelina Maria Britto de; CAVALCANTE, Marianne Carvalho Bezerra. Avaliação na alfabetização na perspectiva de um currículo inclusivo. In: BRASIL, Pacto Nacional pela Alfabetização na Idade Certa, Caderno 1, 2015. LIMA, Maria Sonaly Machado de. Uma experiência com textos da tradição oral no ciclo de alfabetização. In: BRASIL, Pacto Nacional pela Alfabetização na Idade Certa, Caderno 1, 2015. GERALDI, João Wanderley. Portos de passagem. São Paulo: Martins Fontes, 1991. X–ReferênciasX–Referências

Notas do Editor

  1. Dialogar sobre as diversas possibilidades de diagnosticar e de registrar, que não precisa ser padronizada, pois cada um tem uma forma...
  2. Pensei em colocar alguns pontos para orientar a leitura do texto. Pois quando mostrarmos as questões elas talvez observarão a necessidade de uma segunda leitura... E não teremos tempo.
  3. Deixar que elas relatem primeiramente e depois abrir os destaques, excertos dos textos. Os conhecimentos estão descritos de acordo com o quadro de Direitos de Aprendizagem. Os conhecimentos são: Segmentar palavras em textos, reconhecer e nomear letras, identificar semelhanças sonoras em rimas, compreender que palavras diferentes compartilham certas letras.
  4. Sistema de escrita alfabética (Direitos PNAIC): Perceber que palavras diferentes compartilham certas letras e Perceber que palavras diferentes variam quanto ao número, repertório e ordem de letras.
  5. Quadro PNAIC Oralidade: Valorizar os textos de tradição oral reconhecendo-os como manifestações culturais.
  6. Estão em consonância com direitos de uma das dimensões. Nos objetivos do trabalho, p. 86 a professora declarou apenas essa dimensão mesmo. No entanto, comentaremos mais adiante sobre a lógica da dicotomização das dimensões.
  7. Como a ênfase se dá na letra F, o direito que se encaixa é Conhecer e fazer uso das grafias de palavras com correspondências regulares diretas entre letras e fonemas (P, B, T, D, F, V)
  8. Prática de leitura com dicionário
  9. Em leitura o direito contemplado é “ler textos de tradição oral com autonomia”
  10. Prática de leitura com texto de receita. Quadro leitura PNAIC: Apreender assuntos/ temas tratados em textos de diferentes gêneros lidos pelo professor ou outro leitor experiente.
  11. Indicativos de uma escrita com a finalidade organizar informações, fazer síntese...
  12. A prática de escrita foi digitar o trava-língua. Observamos que as crianças realizaram um atividade escrita e não uma produção de texto, visto que, na produção seria necessário pensar no contexto de produção, atendendo as condições (o quê, para quê e pra quem).
  13. O que é uma escola inclusiva? (VER TEXTO ADIANTE SOBRE A QUESTÃO DA LÍNGUA ETC. E AS POTENCIALIDADES... ACHO QUE TEM CRÍTICA AQUI...
  14. A professora demonstra preocupação com a heterogeneidade da turma...
  15. Oralizar o trava-língua aparenta ser uma avaliação para a aprendizagem acerca da recitação do texto. Aprender textos de memória. Para saber se eles haviam memorizado e para saber se dariam conta de organizar tomando como referência não apenas a letra inicial, visto que quase todas as palavras começam com F.
  16. A atividade de digitação do trava-língua vai ao encontro da expectativa de avaliar a escrita de textos memorizados pelas crianças e para saber os avanços na aquisição da leitura e da escrita alfabética.
  17. Ler para produzir sentidos, concordando ou refutando ideias
  18. Uma avaliação com ênfase em seu aspecto processual, contínuo, que tem como finalidade compreender o que os alunos já sabem e que precisam aprender. Avaliação formativa concorrendo para o crescimento de todos os envolvidos no processo educativo. Se concorre par ao crescimento de todos a perspectiva da INCLUSÃO está posta. É fundamental para a lógica do ciclo tendo em vista garantir o direito de alfabetização plena dos alunos até o 3º ano.
  19. Muitas vezes por conta das dificuldades, crianças e adolescentes com altas habilidades não são trabalhados em suas necessidades de aprendizagem.
  20. Somos diferentes, com percursos de vida e experiências diversos, com interesses e motivações pessoais variados. Essa é uma característica intrínseca ao ser humano (heterogeneidade), mas temos necessidades de aprendizagem devido a não consolidação de conhecimentos do processo de alfabetização que podem não ter sidos oportunizados às crianças e adolescentes...
  21. Completa a ideia do slide anterior sobre heterogeneidade
  22. Avaliação do sistema – PISA, PAEBES, Prova Brasil, Provinha Brasil, ANA.
  23. Situar que a prática de tomar o texto como ponto de partida e chegada para a avaliação é muito importante.
  24. Refletir e relembrar com elas as condições de produção textual que foram estudadas na formação do PNAIC em 2013. Para quem? Qual será o interlocutor do texto...
  25. Vamos deixar elas apontarem e depois apresentamos algumas identificadas por nós, que podem ser as que elas destacarem ou não...
  26. Seria importante refletir sobre as intervenções na escrita desconsiderando a relação fala e escrita...
  27. CONFERIR SE É NÚMERO OU NUMERAL...
  28. CONFERIR SE É NÚMERO OU NUMERAL...
  29. Questão subjetiva
  30. Destacar a importância de voltar nesses instrumentos para