Walter Ong

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Apresentação do capitulo 6 e 7 do Livro "Orality and Literacy" de Walter Ong no Second Life

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    1. 1. Academia SL, 08 de Junho de 2009
    2. 2. Surge, em todo o percurso, desde as culturas primárias orais até à literacia avançada e ao processamento electrónico de informação. O Primado do Enredo
    3. 3. O conhecimento advém da experiência humana. Só conhecemos aquilo que somos capazes de recordar. O orador, para elaborar e exprimir um discurso devidamente articulado, tem de constituir um registo memorizado no seu pensamento, de forma a fluir no tempo. O Primado do Enredo
    4. 4. Usam as histórias com acção humana para armazenar, organizar e comunicar muito do que sabem. Histórias das guerras Troianas entre os antigos Gregos Anansi (aranha) As histórias Mwindo, entre os Nyanga Narrativas e Culturas Orais
    5. 5. Nas culturas orais primitivas, as narrativas são mais funcionais. Não existe qualquer referência ao texto visual perceptível. O som entra de uma forma natural no sentido existencial humano. Narrativas e Culturas Orais
    6. 6. Ong considera a escrita como o maior acontecimento de todas as invenções tecnológicas humanas. O Desenlace da Intriga: da História de Viagens à História Policial A sua reflexividade impulsionou o crescimento da consciência para lá do inconsciente.
    7. 7. O antigo drama clássico Grego foi a primeira forma de arte verbal ocidental a ser totalmente controlada pela escrita. Atinge o seu auge no romance policial, iniciado com o “The Murders in the Rue Morgue” de Poe, publicado em 1841. O Desenlace da Intriga: da História de Viagens à História Policial Pirâmide de Freytag
    8. 8. A Personagem “Redonda”, Escrita e Impressa Foi também no antigo drama clássico Grego que surgiram as primeiras aproximações à Personagem “Redonda”, usando o termo de E.M. Forster. A escrita e a leitura, como actividades solitárias que são, envolvem a mente num pensamento árduo, interiorizado e individualizado, inacessível para o povo na oralidade.
    9. 9. A escrita e a impressão não eliminaram inteiramente a personagem plana. A Personagem “Redonda”, Escrita e Impressa As culturas da escrita … podem, de facto, gerar em certos pontos o epíteto de personagem tipo, ou seja, personagens abstractas.
    10. 10. História Literária <ul><li>Antiguidade ao Séc. XVIII </li></ul><ul><ul><ul><li>textos literários destinavam-se a recitações públicas </li></ul></ul></ul><ul><li>Séc. XX ao aparecimento da Cultura Electrónica </li></ul><ul><ul><ul><li>ler para a família e pequenos grupos </li></ul></ul></ul>
    11. 11. Oralidade Processamento Electrónico das Palavras Épico - Forma Arte Verbal Romance - Cultura Quirográfica - dependente dos modos orais de pensamento e expressão História Literária
    12. 12. <ul><li>Melhorou o ensino das habilidades da escrita </li></ul>História Literária Compreensão da Psicodinâmica da Oralidade em relação à Psicodinâmica da Escrita
    13. 13. <ul><li>Poemas </li></ul><ul><li>Linguagem que apela às próprias palavras </li></ul><ul><li>Tem o seu próprio ser autónomo e interior </li></ul>Novas Críticas e Formalismo <ul><li>Trabalhos Literários </li></ul><ul><li>“ Ícone Verbal” </li></ul>
    14. 14. Antiga Crítica <ul><li>Mentalidade Oral Residual </li></ul>Mentalidade Textual Formalismo e Nova Crítica Mudança Novas Críticas e Formalismo
    15. 15. <ul><li>Foco na narrativa oral </li></ul><ul><li>Liberdade de parcialidade quirográfica e tipográfica </li></ul>Estruturalismo /Textualistas e Desconstrutivistas ESTRUTURALISTAS TEXTUALISTAS <ul><li>Textos impressos </li></ul><ul><li>Época do romantismo </li></ul><ul><li>Pouca importância com as continuidades históricas </li></ul><ul><li>Diminuição da parcialidade quirográfica e tipográfica </li></ul><ul><li>Rejeição da comunicação electrónica </li></ul>
    16. 16. <ul><li>Realismo bruto </li></ul><ul><li>Atenção à primazia do som </li></ul><ul><li>Incentivado pela textualidade </li></ul><ul><li>Mais marcante logo após a textualidade quirográfica ser reforçada pela cópia </li></ul>Textualistas e Desconstrutivistas CONEXÃO LOGOCENTRISMO - FONOCENTRISMO
    17. 17. Teorias dos actos de Linguagem e da Estética da Recepção <ul><li>Teorias dos actos de Linguagem </li></ul><ul><li>Três actos da Linguagem: </li></ul><ul><li>Acto Locutório </li></ul><ul><li>Acto Ilocutório </li></ul><ul><li>Acto Perlocutório </li></ul>
    18. 18. Teorias dos actos de Linguagem e da Estética da Recepção <ul><li>Nesta descrição estão implícitos: </li></ul><ul><li>Princípio de Cooperação </li></ul><ul><li>Implicatura </li></ul>
    19. 19. Teorias dos actos de Linguagem e da Estética da Recepção <ul><li>Teoria da Estética da Recepção </li></ul><ul><li>Diferenças entre ler e escrever e a comunicação oral, em termos de ausência </li></ul>
    20. 20. Oralidade, Escrita e Ser Humano <ul><li>A passagem da oralidade para a escrita foi muito importante em grande parte das mudanças da vida humana (trocas comerciais, práticas educativas, organização da política, entre outros aspectos). </li></ul><ul><li>Tanto a oralidade como a crescente literacia, fora da oralidade, são necessárias para a evolução da consciência. </li></ul>
    21. 21. Media versus Comunicação Humana <ul><li>O modelo «medium» condiciona a oralidade e a escrita, uma vez que a existência de um destinatário é necessária quando se produz uma mensagem. </li></ul><ul><li>A comunicação é intersubjectiva. O modelo dos media não o é. </li></ul>
    22. 22. O voltar-se para dentro: Consciência e Texto <ul><li>No início da vida do ser humano, o indivíduo desenvolve a sua oralidade, estruturando a linguagem. Quando se inicia na escrita, começa a intensificar o seu sentido do «eu» </li></ul><ul><li>Escrever é o despertar da consciência. </li></ul><ul><li>Oralidade e literacia relacionam-se assim com as dinâmicas da própria consciência. </li></ul>
    23. 23. Rita Anemolif Mimia Nalemi Alicia Benji

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