SlideShare uma empresa Scribd logo
1 de 16
Baixar para ler offline
UNIVERSIDADE ESTADUAL DO PIAUÍ – UESPI
PLANO NACIONAL DE FORMAÇÃO DE PROFESSORES DA EDUCAÇÃO
BÁSICA = PARFOR
LICENCIATURA PLENA EM COMPUTAÇÃO
DISCIPLINA: LÍNGUA PORTUGUESA (PORTUGUÊS INSTRUMENTAL)
PROFESSORA: ANAILZA

ACADÊMICOS
Gilvan Almondes
Jonas Antunes
Juliana de Santana
Maria Evanilda
Pedro Roteles
GRUPO 02





Texto e contexto

(Con)Texto, leitura e sentido
A Leitura de um texto se dá primeiramente a
partir do processo de decodificação, quando
temos contato com o “conteúdo” e buscamos
compreendê-lo,
mas
que
requer
a
mobilização de um vasto conjunto de
saberes.
 Existem elementos que nos ajudam a
interpretar os textos que estão a nossa volta,
mas para que se possa compreender bem
um texto é necessário identificar o contexto
(social, cultural, estético, político) no qual ele
está inserido. Exemplo: as imagens no texto.

Em determinados textos a informação sobre
acontecimentos passados contribui para sua
compreensão. Por isso, quanto mais variado
o campo de conhecimento, mais facilidade
encontrará o leitor para ler e interpretar
textos.
 O pressuposto
é construído na interação
sujeitos-texto levando-se em consideração o
contexto. Ex.: Exemplo



Para entender o contexto usamos a metáfora
do iceberg que tem uma pequena superfície
à flor da água (o explícito) e uma imensa
superfície subjacente, que fundamenta a
interpretação ( o implícito). Podemos chamar
de contexto o iceberg.
CONTEXTO SOCIOCOGNITIVO
Para que duas ou mais pessoas possam
compreender-se mutuamente, é preciso que
seus contextos sociocognitivos sejam, pelo
menos, parcialmente semelhantes.
 Ao entrar em uma interação, cada um dos
parceiros já traz consigo sua bagagem
cognitiva.
 A cada momento de interação , esse contexto é
alterado, ampliado, e os parceiros obrigados a
ajustar-se aos novos contextos que se vão
originando sucessivamente.

CONVERSA DE MÃE E FILHA
Leitura na página 62 da apostila.
O contexto, portanto, é indispensável para a
compreensão e para a construção da
coerência textual.
 O contexto engloba não só cotexto( a ideia
concretizada), como também a situação de
interação imediata, a situação mediata e o
contexto cognitivo dos interlocutores.

O contexto cognitivo dos interlocutores reúne
todos os tipos de conhecimentos arquivados
na memória dos atores sociais, tais como:
*O conhecimento linguístico propriamente dito;
* O conhecimento enciclopédico, quer
declarativo, quer episódico;
*O conhecimento da situação comunicativa e
de suas regras

* O conhecimento superestrutural ou tipológico
(gêneros e tipos textuais);
*O conhecimento estilístico (registros, variedades de língua e suas adequações às situações
comunicativas); e
* O conhecimento de outros textos que permeiam nossa cultura (intertextualidade)
Nessa acepção, vê-se o contexto como
constitutivo da própria ocorrência linguística.
 É nesse sentido que se pode dizer que
certos enunciados são gramaticalmente
ambíguos, mas o discurso se encarrega de
fornecer condições para sua interpretação
unívoca.
 O contexto é, portanto, um conjunto de
suposições.

OS FATORES CONTEXTUAIS PODEM ALTERAR O
QUE SE DIZ
Uma expressão linguística pode ter seu
signifi-cado alterado em função de fatores
contextuais como os gestos, movimento de
corpo, expressões fisionômicas, entonação,
etc. na língua falada.
Falar de contexto implica considerar fatores
externos à língua, alguma coisa do seu
exterior, para entender o que nele é dito que
por si só seria insuficiente.
CONTEXTUALIZAÇÃO NA ESCRITA
É preciso fazer distinção entre o contexto
de produção (circunstâncias da escrita) e
contexto de uso (circunstâncias da leitura).
 No caso da interação face a face, eles
coincidem; mas, no caso da escrita, não é
o mais importante; mas sim o contexto de
uso.

Os objetos de discurso a que o texto faz
referência são apresentados em grande parte
de forma incompleta, permanecendo muita
coisa implícita, visto que não existem textos
totalmente explícitos.
 O produtor de um texto necessita proceder ao
“balanceamento” do que necessita ser
explicado textualmente e do que pode
permanecer implícito, supondo que o
interlocutor poderá recuperar essa informação
por meio de interferências.

EXEMPLO: COLETIVOS
Lobo alcateia

Cão - matilha

Peixes cardume

Abelha - enrascada

Mais conteúdo relacionado

Mais procurados

Os tipos de textos
Os tipos de textosOs tipos de textos
Os tipos de textosangelafreire
 
Fatores de Coerência - Linguística Textual
Fatores de Coerência - Linguística Textual Fatores de Coerência - Linguística Textual
Fatores de Coerência - Linguística Textual Talita Schweig
 
9º ano E. F. II - Interpretação de Texto
9º ano E. F. II - Interpretação de Texto9º ano E. F. II - Interpretação de Texto
9º ano E. F. II - Interpretação de TextoAngélica Manenti
 
AULA 05 - DICAS DE REDAÇÃO - DETALHES QUE FARÃO DIFERENÇA NA SUA REDAÇÃO
AULA 05 - DICAS DE REDAÇÃO - DETALHES QUE FARÃO DIFERENÇA NA SUA REDAÇÃOAULA 05 - DICAS DE REDAÇÃO - DETALHES QUE FARÃO DIFERENÇA NA SUA REDAÇÃO
AULA 05 - DICAS DE REDAÇÃO - DETALHES QUE FARÃO DIFERENÇA NA SUA REDAÇÃOMarcelo Cordeiro Souza
 
Linguagem verbal-não-verbal-e-mista
Linguagem verbal-não-verbal-e-mistaLinguagem verbal-não-verbal-e-mista
Linguagem verbal-não-verbal-e-mistaMariaAnita16
 
Compreensão e Interpretação de Textos
Compreensão e Interpretação de Textos Compreensão e Interpretação de Textos
Compreensão e Interpretação de Textos Professor Rômulo Viana
 
Como Fazer Uma DissertaçãO
Como Fazer Uma DissertaçãOComo Fazer Uma DissertaçãO
Como Fazer Uma DissertaçãOmartinsramon
 
Formando o leitor e o produtor de texto
Formando o leitor e o produtor de texto Formando o leitor e o produtor de texto
Formando o leitor e o produtor de texto Elenjusse Martins
 
Elementos da narrativa
Elementos da narrativaElementos da narrativa
Elementos da narrativaAna Castro
 
Anáfora e catáfora
Anáfora e catáforaAnáfora e catáfora
Anáfora e catáforaGleide Leal
 

Mais procurados (20)

Estratégias de leitura
Estratégias de leituraEstratégias de leitura
Estratégias de leitura
 
Conto Fantástico
Conto FantásticoConto Fantástico
Conto Fantástico
 
Os tipos de textos
Os tipos de textosOs tipos de textos
Os tipos de textos
 
Fatores de textualidade
Fatores de textualidade Fatores de textualidade
Fatores de textualidade
 
Texto e textualidade
Texto e textualidadeTexto e textualidade
Texto e textualidade
 
Fatores de Coerência - Linguística Textual
Fatores de Coerência - Linguística Textual Fatores de Coerência - Linguística Textual
Fatores de Coerência - Linguística Textual
 
9º ano E. F. II - Interpretação de Texto
9º ano E. F. II - Interpretação de Texto9º ano E. F. II - Interpretação de Texto
9º ano E. F. II - Interpretação de Texto
 
Crônica
CrônicaCrônica
Crônica
 
Intertextualidade
IntertextualidadeIntertextualidade
Intertextualidade
 
AULA 05 - DICAS DE REDAÇÃO - DETALHES QUE FARÃO DIFERENÇA NA SUA REDAÇÃO
AULA 05 - DICAS DE REDAÇÃO - DETALHES QUE FARÃO DIFERENÇA NA SUA REDAÇÃOAULA 05 - DICAS DE REDAÇÃO - DETALHES QUE FARÃO DIFERENÇA NA SUA REDAÇÃO
AULA 05 - DICAS DE REDAÇÃO - DETALHES QUE FARÃO DIFERENÇA NA SUA REDAÇÃO
 
Linguagem verbal-não-verbal-e-mista
Linguagem verbal-não-verbal-e-mistaLinguagem verbal-não-verbal-e-mista
Linguagem verbal-não-verbal-e-mista
 
Texto narrativo
Texto narrativoTexto narrativo
Texto narrativo
 
Compreensão e Interpretação de Textos
Compreensão e Interpretação de Textos Compreensão e Interpretação de Textos
Compreensão e Interpretação de Textos
 
Conto de terror
Conto de terrorConto de terror
Conto de terror
 
Como Fazer Uma DissertaçãO
Como Fazer Uma DissertaçãOComo Fazer Uma DissertaçãO
Como Fazer Uma DissertaçãO
 
Texto Argumentativo
Texto Argumentativo Texto Argumentativo
Texto Argumentativo
 
Formando o leitor e o produtor de texto
Formando o leitor e o produtor de texto Formando o leitor e o produtor de texto
Formando o leitor e o produtor de texto
 
Elementos da narrativa
Elementos da narrativaElementos da narrativa
Elementos da narrativa
 
Anáfora e catáfora
Anáfora e catáforaAnáfora e catáfora
Anáfora e catáfora
 
Crase
CraseCrase
Crase
 

Destaque

O interlocutor nas propostas de produção textual no livro didático
O interlocutor nas propostas de produção textual no livro didáticoO interlocutor nas propostas de produção textual no livro didático
O interlocutor nas propostas de produção textual no livro didáticoDafianaCarlos
 
O texto e o contexto em perspectiva multidisciplinar literatura
O texto e o contexto em perspectiva multidisciplinar literaturaO texto e o contexto em perspectiva multidisciplinar literatura
O texto e o contexto em perspectiva multidisciplinar literaturaPetterson Castro
 
Compreensão e interpretação de textos
Compreensão e interpretação de textosCompreensão e interpretação de textos
Compreensão e interpretação de textoswelton santos
 
Linguagem, Discurso E Texto
Linguagem, Discurso E TextoLinguagem, Discurso E Texto
Linguagem, Discurso E TextoPré Master
 
COMPREENSÃO E INTERPRETAÇÃO TEXTUAL
COMPREENSÃO E INTERPRETAÇÃO TEXTUALCOMPREENSÃO E INTERPRETAÇÃO TEXTUAL
COMPREENSÃO E INTERPRETAÇÃO TEXTUALnehemiasj
 
Oral de português
Oral de portuguêsOral de português
Oral de português010693
 
Interpretação e Compreensão de Texto
Interpretação e Compreensão de Texto Interpretação e Compreensão de Texto
Interpretação e Compreensão de Texto Cláudia Heloísa
 
AULA SHOW DE LINGUÍSTICA APLICADA À INTERPRETAÇÃO DE TEXTOS EM CONCURSOS, ENE...
AULA SHOW DE LINGUÍSTICA APLICADA À INTERPRETAÇÃO DE TEXTOS EM CONCURSOS, ENE...AULA SHOW DE LINGUÍSTICA APLICADA À INTERPRETAÇÃO DE TEXTOS EM CONCURSOS, ENE...
AULA SHOW DE LINGUÍSTICA APLICADA À INTERPRETAÇÃO DE TEXTOS EM CONCURSOS, ENE...Antônio Fernandes
 
O ensino na língua portuguesa: Perspectivas e Contradi
O ensino na língua portuguesa: Perspectivas e ContradiO ensino na língua portuguesa: Perspectivas e Contradi
O ensino na língua portuguesa: Perspectivas e Contradilagunaedu
 
El Contexto Discursivo
El Contexto DiscursivoEl Contexto Discursivo
El Contexto Discursivojohana1988
 
RESUMO - KOCH e ELIAS intertextualidade
RESUMO - KOCH e ELIAS intertextualidadeRESUMO - KOCH e ELIAS intertextualidade
RESUMO - KOCH e ELIAS intertextualidadeÉrica Camargo
 

Destaque (20)

Texto, contexto e situação
Texto, contexto e situaçãoTexto, contexto e situação
Texto, contexto e situação
 
O interlocutor nas propostas de produção textual no livro didático
O interlocutor nas propostas de produção textual no livro didáticoO interlocutor nas propostas de produção textual no livro didático
O interlocutor nas propostas de produção textual no livro didático
 
O texto e o contexto em perspectiva multidisciplinar literatura
O texto e o contexto em perspectiva multidisciplinar literaturaO texto e o contexto em perspectiva multidisciplinar literatura
O texto e o contexto em perspectiva multidisciplinar literatura
 
Compreensão e interpretação de textos
Compreensão e interpretação de textosCompreensão e interpretação de textos
Compreensão e interpretação de textos
 
Linguagem, Discurso E Texto
Linguagem, Discurso E TextoLinguagem, Discurso E Texto
Linguagem, Discurso E Texto
 
COMPREENSÃO E INTERPRETAÇÃO TEXTUAL
COMPREENSÃO E INTERPRETAÇÃO TEXTUALCOMPREENSÃO E INTERPRETAÇÃO TEXTUAL
COMPREENSÃO E INTERPRETAÇÃO TEXTUAL
 
Aula interpretação
Aula interpretaçãoAula interpretação
Aula interpretação
 
Interlocução e Contexto
Interlocução e ContextoInterlocução e Contexto
Interlocução e Contexto
 
Pressuposto e subentendido
Pressuposto e subentendidoPressuposto e subentendido
Pressuposto e subentendido
 
Oral de português
Oral de portuguêsOral de português
Oral de português
 
Interpretação e Compreensão de Texto
Interpretação e Compreensão de Texto Interpretação e Compreensão de Texto
Interpretação e Compreensão de Texto
 
AULA SHOW DE LINGUÍSTICA APLICADA À INTERPRETAÇÃO DE TEXTOS EM CONCURSOS, ENE...
AULA SHOW DE LINGUÍSTICA APLICADA À INTERPRETAÇÃO DE TEXTOS EM CONCURSOS, ENE...AULA SHOW DE LINGUÍSTICA APLICADA À INTERPRETAÇÃO DE TEXTOS EM CONCURSOS, ENE...
AULA SHOW DE LINGUÍSTICA APLICADA À INTERPRETAÇÃO DE TEXTOS EM CONCURSOS, ENE...
 
Presentación3
Presentación3Presentación3
Presentación3
 
Cloze
ClozeCloze
Cloze
 
Like a prayer
Like a prayerLike a prayer
Like a prayer
 
Ambiguidade
AmbiguidadeAmbiguidade
Ambiguidade
 
O ensino na língua portuguesa: Perspectivas e Contradi
O ensino na língua portuguesa: Perspectivas e ContradiO ensino na língua portuguesa: Perspectivas e Contradi
O ensino na língua portuguesa: Perspectivas e Contradi
 
Trabalho
TrabalhoTrabalho
Trabalho
 
El Contexto Discursivo
El Contexto DiscursivoEl Contexto Discursivo
El Contexto Discursivo
 
RESUMO - KOCH e ELIAS intertextualidade
RESUMO - KOCH e ELIAS intertextualidadeRESUMO - KOCH e ELIAS intertextualidade
RESUMO - KOCH e ELIAS intertextualidade
 

Semelhante a Apresentação português Texto e (Co)texto

A construção dos sentidos - Denotação e Conotação.ppt
A construção dos sentidos - Denotação e Conotação.pptA construção dos sentidos - Denotação e Conotação.ppt
A construção dos sentidos - Denotação e Conotação.pptCaroline Assis
 
Interpretação e leitura de textos slides professora elzimar oliveira
Interpretação e leitura de textos  slides   professora elzimar oliveiraInterpretação e leitura de textos  slides   professora elzimar oliveira
Interpretação e leitura de textos slides professora elzimar oliveiraElzimar Oliveira
 
APOSTILA_COMUNICACAO_E_EXPRESSAO_2013_PR.doc
APOSTILA_COMUNICACAO_E_EXPRESSAO_2013_PR.docAPOSTILA_COMUNICACAO_E_EXPRESSAO_2013_PR.doc
APOSTILA_COMUNICACAO_E_EXPRESSAO_2013_PR.docRosenildaAparecidaLa
 
Processos De Produção Textual
Processos De Produção TextualProcessos De Produção Textual
Processos De Produção TextualLuciane Oliveira
 
PROPOSTA CURRICULAR CBC. LÍNGUA PORTUGUESA.
PROPOSTA CURRICULAR CBC. LÍNGUA PORTUGUESA.PROPOSTA CURRICULAR CBC. LÍNGUA PORTUGUESA.
PROPOSTA CURRICULAR CBC. LÍNGUA PORTUGUESA.Antônio Fernandes
 
Esquema de estudo sobre leitura e produçaõ de textos e as novas ti csl
Esquema de estudo sobre leitura e produçaõ de textos e as novas ti cslEsquema de estudo sobre leitura e produçaõ de textos e as novas ti csl
Esquema de estudo sobre leitura e produçaõ de textos e as novas ti cslEveline Sol
 
Slide prod. e compreens. escrita (quase)
Slide prod. e compreens. escrita (quase)Slide prod. e compreens. escrita (quase)
Slide prod. e compreens. escrita (quase)Ana Camila
 
Gêneros do discurso o que os pcns dizem e o que a prática escolar revela
Gêneros do discurso o que os pcns dizem e o que a prática escolar revelaGêneros do discurso o que os pcns dizem e o que a prática escolar revela
Gêneros do discurso o que os pcns dizem e o que a prática escolar revelaFrancimeire Cesario
 
O registro do texto e as diferentes condições do contexto social de sua produ...
O registro do texto e as diferentes condições do contexto social de sua produ...O registro do texto e as diferentes condições do contexto social de sua produ...
O registro do texto e as diferentes condições do contexto social de sua produ...ssuser2d85e91
 
Aula metodologia da pesquisa_profa_francinete
Aula metodologia da pesquisa_profa_francineteAula metodologia da pesquisa_profa_francinete
Aula metodologia da pesquisa_profa_francineteFrancinete Santos
 
Aula metodologia da pesquisa_profa_francinete
Aula metodologia da pesquisa_profa_francineteAula metodologia da pesquisa_profa_francinete
Aula metodologia da pesquisa_profa_francineteFrancinete Santos
 
Escrita Academica.pdfDASADSADSADSADASDASDSA
Escrita Academica.pdfDASADSADSADSADASDASDSAEscrita Academica.pdfDASADSADSADSADASDASDSA
Escrita Academica.pdfDASADSADSADSADASDASDSAFabinBarreto2
 
Re lendo-michel-pêcheux p.542-562(1)
Re lendo-michel-pêcheux p.542-562(1)Re lendo-michel-pêcheux p.542-562(1)
Re lendo-michel-pêcheux p.542-562(1)Tribeiro Tribeiro
 
Estudos da linguagem
Estudos da linguagemEstudos da linguagem
Estudos da linguagemDllubia
 

Semelhante a Apresentação português Texto e (Co)texto (20)

A construção dos sentidos - Denotação e Conotação.ppt
A construção dos sentidos - Denotação e Conotação.pptA construção dos sentidos - Denotação e Conotação.ppt
A construção dos sentidos - Denotação e Conotação.ppt
 
Interpretação e leitura de textos slides professora elzimar oliveira
Interpretação e leitura de textos  slides   professora elzimar oliveiraInterpretação e leitura de textos  slides   professora elzimar oliveira
Interpretação e leitura de textos slides professora elzimar oliveira
 
APOSTILA_COMUNICACAO_E_EXPRESSAO_2013_PR.doc
APOSTILA_COMUNICACAO_E_EXPRESSAO_2013_PR.docAPOSTILA_COMUNICACAO_E_EXPRESSAO_2013_PR.doc
APOSTILA_COMUNICACAO_E_EXPRESSAO_2013_PR.doc
 
Processos De Produção Textual
Processos De Produção TextualProcessos De Produção Textual
Processos De Produção Textual
 
Pcc
PccPcc
Pcc
 
PROPOSTA CURRICULAR CBC. LÍNGUA PORTUGUESA.
PROPOSTA CURRICULAR CBC. LÍNGUA PORTUGUESA.PROPOSTA CURRICULAR CBC. LÍNGUA PORTUGUESA.
PROPOSTA CURRICULAR CBC. LÍNGUA PORTUGUESA.
 
Esquema de estudo sobre leitura e produçaõ de textos e as novas ti csl
Esquema de estudo sobre leitura e produçaõ de textos e as novas ti cslEsquema de estudo sobre leitura e produçaõ de textos e as novas ti csl
Esquema de estudo sobre leitura e produçaõ de textos e as novas ti csl
 
Leitura e produção
Leitura e produçãoLeitura e produção
Leitura e produção
 
Slide prod. e compreens. escrita (quase)
Slide prod. e compreens. escrita (quase)Slide prod. e compreens. escrita (quase)
Slide prod. e compreens. escrita (quase)
 
A Origem da Nossa Língua e os Vários Estilos de Textos
A Origem da Nossa Língua e os Vários Estilos de TextosA Origem da Nossa Língua e os Vários Estilos de Textos
A Origem da Nossa Língua e os Vários Estilos de Textos
 
CONTEXTUALIZAÇÃO
CONTEXTUALIZAÇÃOCONTEXTUALIZAÇÃO
CONTEXTUALIZAÇÃO
 
Gêneros do discurso o que os pcns dizem e o que a prática escolar revela
Gêneros do discurso o que os pcns dizem e o que a prática escolar revelaGêneros do discurso o que os pcns dizem e o que a prática escolar revela
Gêneros do discurso o que os pcns dizem e o que a prática escolar revela
 
O registro do texto e as diferentes condições do contexto social de sua produ...
O registro do texto e as diferentes condições do contexto social de sua produ...O registro do texto e as diferentes condições do contexto social de sua produ...
O registro do texto e as diferentes condições do contexto social de sua produ...
 
Aula metodologia da pesquisa_profa_francinete
Aula metodologia da pesquisa_profa_francineteAula metodologia da pesquisa_profa_francinete
Aula metodologia da pesquisa_profa_francinete
 
Aula metodologia da pesquisa_profa_francinete
Aula metodologia da pesquisa_profa_francineteAula metodologia da pesquisa_profa_francinete
Aula metodologia da pesquisa_profa_francinete
 
Análise do discurso
Análise do discursoAnálise do discurso
Análise do discurso
 
Linguística textual
Linguística textualLinguística textual
Linguística textual
 
Escrita Academica.pdfDASADSADSADSADASDASDSA
Escrita Academica.pdfDASADSADSADSADASDASDSAEscrita Academica.pdfDASADSADSADSADASDASDSA
Escrita Academica.pdfDASADSADSADSADASDASDSA
 
Re lendo-michel-pêcheux p.542-562(1)
Re lendo-michel-pêcheux p.542-562(1)Re lendo-michel-pêcheux p.542-562(1)
Re lendo-michel-pêcheux p.542-562(1)
 
Estudos da linguagem
Estudos da linguagemEstudos da linguagem
Estudos da linguagem
 

Último

PROPUESTA DE LOGO PARA EL DISTRITO DE MOCHUMI, LLENO DE HISTORIA 200 AÑOS DE ...
PROPUESTA DE LOGO PARA EL DISTRITO DE MOCHUMI, LLENO DE HISTORIA 200 AÑOS DE ...PROPUESTA DE LOGO PARA EL DISTRITO DE MOCHUMI, LLENO DE HISTORIA 200 AÑOS DE ...
PROPUESTA DE LOGO PARA EL DISTRITO DE MOCHUMI, LLENO DE HISTORIA 200 AÑOS DE ...MANUELJESUSVENTURASA
 
Modernidade perspectiva sobre a África e América
Modernidade perspectiva sobre a África e AméricaModernidade perspectiva sobre a África e América
Modernidade perspectiva sobre a África e Américawilson778875
 
EVANGELISMO É MISSÕES ATUALIZADO 2024.pptx
EVANGELISMO É MISSÕES ATUALIZADO 2024.pptxEVANGELISMO É MISSÕES ATUALIZADO 2024.pptx
EVANGELISMO É MISSÕES ATUALIZADO 2024.pptxHenriqueLuciano2
 
CAMINHOS PARA A PROMOÇÃO DA INLUSÃO E VIDA INDEPENDENTE
CAMINHOS PARA  A PROMOÇÃO DA INLUSÃO E VIDA INDEPENDENTECAMINHOS PARA  A PROMOÇÃO DA INLUSÃO E VIDA INDEPENDENTE
CAMINHOS PARA A PROMOÇÃO DA INLUSÃO E VIDA INDEPENDENTEJoaquim Colôa
 
AULA-06---DIZIMA-PERIODICA_9fdc896dbd1d4cce85a9fbd2e670e62f.pptx
AULA-06---DIZIMA-PERIODICA_9fdc896dbd1d4cce85a9fbd2e670e62f.pptxAULA-06---DIZIMA-PERIODICA_9fdc896dbd1d4cce85a9fbd2e670e62f.pptx
AULA-06---DIZIMA-PERIODICA_9fdc896dbd1d4cce85a9fbd2e670e62f.pptxGislaineDuresCruz
 
Minha Luta (Mein Kampf), A História do País que Lutou contra a União Soviétic...
Minha Luta (Mein Kampf), A História do País que Lutou contra a União Soviétic...Minha Luta (Mein Kampf), A História do País que Lutou contra a União Soviétic...
Minha Luta (Mein Kampf), A História do País que Lutou contra a União Soviétic...nexocan937
 
Jogo de Revisão Segunda Série (Primeiro Trimestre)
Jogo de Revisão Segunda Série (Primeiro Trimestre)Jogo de Revisão Segunda Série (Primeiro Trimestre)
Jogo de Revisão Segunda Série (Primeiro Trimestre)Paula Meyer Piagentini
 
Estudo Dirigido de Literatura / Terceira Série do E.M.
Estudo Dirigido de Literatura / Terceira Série do E.M.Estudo Dirigido de Literatura / Terceira Série do E.M.
Estudo Dirigido de Literatura / Terceira Série do E.M.Paula Meyer Piagentini
 
Estudo Dirigido de Literatura / Primeira Série do E.M.
Estudo Dirigido de Literatura / Primeira Série do E.M.Estudo Dirigido de Literatura / Primeira Série do E.M.
Estudo Dirigido de Literatura / Primeira Série do E.M.Paula Meyer Piagentini
 
Livro de bio celular e molecular Junqueira e Carneiro.pdf
Livro de bio celular e molecular Junqueira e Carneiro.pdfLivro de bio celular e molecular Junqueira e Carneiro.pdf
Livro de bio celular e molecular Junqueira e Carneiro.pdfRafaela Vieira
 
As teorias de Lamarck e Darwin. Evolução
As teorias de Lamarck e Darwin. EvoluçãoAs teorias de Lamarck e Darwin. Evolução
As teorias de Lamarck e Darwin. Evoluçãoprofleticiasantosbio
 
O Espetaculo das Racas - Cienti - Lilia Moritz Schwarcz capítulo 2.pdf
O Espetaculo das Racas - Cienti - Lilia Moritz Schwarcz capítulo 2.pdfO Espetaculo das Racas - Cienti - Lilia Moritz Schwarcz capítulo 2.pdf
O Espetaculo das Racas - Cienti - Lilia Moritz Schwarcz capítulo 2.pdfQueleLiberato
 
HORA DO CONTO_BECRE D. CARLOS I_2023_24RITA CALAIM_2023_24.pdf
HORA DO CONTO_BECRE D. CARLOS I_2023_24RITA CALAIM_2023_24.pdfHORA DO CONTO_BECRE D. CARLOS I_2023_24RITA CALAIM_2023_24.pdf
HORA DO CONTO_BECRE D. CARLOS I_2023_24RITA CALAIM_2023_24.pdfSandra Pratas
 
8 ano - Congruência e Semelhança e Angulos em Triangulos.ppt
8 ano - Congruência e Semelhança e  Angulos em Triangulos.ppt8 ano - Congruência e Semelhança e  Angulos em Triangulos.ppt
8 ano - Congruência e Semelhança e Angulos em Triangulos.pptDaniloConceiodaSilva
 
A área de ciências da religião no brasil 2023.ppsx
A área de ciências da religião no brasil  2023.ppsxA área de ciências da religião no brasil  2023.ppsx
A área de ciências da religião no brasil 2023.ppsxGilbraz Aragão
 
música paródia cmsp conteúdo 1 bimestre.pdf
música paródia cmsp conteúdo 1 bimestre.pdfmúsica paródia cmsp conteúdo 1 bimestre.pdf
música paródia cmsp conteúdo 1 bimestre.pdfWALDIRENEPINTODEMACE
 
Slides Lição 01, Central Gospel, Os Sinais do Fim dos Tempos 2Tr24.pptx
Slides Lição 01, Central Gospel, Os Sinais do Fim dos Tempos 2Tr24.pptxSlides Lição 01, Central Gospel, Os Sinais do Fim dos Tempos 2Tr24.pptx
Slides Lição 01, Central Gospel, Os Sinais do Fim dos Tempos 2Tr24.pptxLuizHenriquedeAlmeid6
 
Pizza_literaria.pdf projeto de literatura
Pizza_literaria.pdf projeto de literaturaPizza_literaria.pdf projeto de literatura
Pizza_literaria.pdf projeto de literaturagomescostamma
 
A alimentação na Idade Média era um mosaico de contrastes. Para a elite, banq...
A alimentação na Idade Média era um mosaico de contrastes. Para a elite, banq...A alimentação na Idade Média era um mosaico de contrastes. Para a elite, banq...
A alimentação na Idade Média era um mosaico de contrastes. Para a elite, banq...azulassessoria9
 

Último (20)

PROPUESTA DE LOGO PARA EL DISTRITO DE MOCHUMI, LLENO DE HISTORIA 200 AÑOS DE ...
PROPUESTA DE LOGO PARA EL DISTRITO DE MOCHUMI, LLENO DE HISTORIA 200 AÑOS DE ...PROPUESTA DE LOGO PARA EL DISTRITO DE MOCHUMI, LLENO DE HISTORIA 200 AÑOS DE ...
PROPUESTA DE LOGO PARA EL DISTRITO DE MOCHUMI, LLENO DE HISTORIA 200 AÑOS DE ...
 
Modernidade perspectiva sobre a África e América
Modernidade perspectiva sobre a África e AméricaModernidade perspectiva sobre a África e América
Modernidade perspectiva sobre a África e América
 
EVANGELISMO É MISSÕES ATUALIZADO 2024.pptx
EVANGELISMO É MISSÕES ATUALIZADO 2024.pptxEVANGELISMO É MISSÕES ATUALIZADO 2024.pptx
EVANGELISMO É MISSÕES ATUALIZADO 2024.pptx
 
CAMINHOS PARA A PROMOÇÃO DA INLUSÃO E VIDA INDEPENDENTE
CAMINHOS PARA  A PROMOÇÃO DA INLUSÃO E VIDA INDEPENDENTECAMINHOS PARA  A PROMOÇÃO DA INLUSÃO E VIDA INDEPENDENTE
CAMINHOS PARA A PROMOÇÃO DA INLUSÃO E VIDA INDEPENDENTE
 
AULA-06---DIZIMA-PERIODICA_9fdc896dbd1d4cce85a9fbd2e670e62f.pptx
AULA-06---DIZIMA-PERIODICA_9fdc896dbd1d4cce85a9fbd2e670e62f.pptxAULA-06---DIZIMA-PERIODICA_9fdc896dbd1d4cce85a9fbd2e670e62f.pptx
AULA-06---DIZIMA-PERIODICA_9fdc896dbd1d4cce85a9fbd2e670e62f.pptx
 
“O AMANHÃ EXIGE O MELHOR DE HOJE” _
“O AMANHÃ EXIGE O MELHOR DE HOJE”       _“O AMANHÃ EXIGE O MELHOR DE HOJE”       _
“O AMANHÃ EXIGE O MELHOR DE HOJE” _
 
Minha Luta (Mein Kampf), A História do País que Lutou contra a União Soviétic...
Minha Luta (Mein Kampf), A História do País que Lutou contra a União Soviétic...Minha Luta (Mein Kampf), A História do País que Lutou contra a União Soviétic...
Minha Luta (Mein Kampf), A História do País que Lutou contra a União Soviétic...
 
Jogo de Revisão Segunda Série (Primeiro Trimestre)
Jogo de Revisão Segunda Série (Primeiro Trimestre)Jogo de Revisão Segunda Série (Primeiro Trimestre)
Jogo de Revisão Segunda Série (Primeiro Trimestre)
 
Estudo Dirigido de Literatura / Terceira Série do E.M.
Estudo Dirigido de Literatura / Terceira Série do E.M.Estudo Dirigido de Literatura / Terceira Série do E.M.
Estudo Dirigido de Literatura / Terceira Série do E.M.
 
Estudo Dirigido de Literatura / Primeira Série do E.M.
Estudo Dirigido de Literatura / Primeira Série do E.M.Estudo Dirigido de Literatura / Primeira Série do E.M.
Estudo Dirigido de Literatura / Primeira Série do E.M.
 
Livro de bio celular e molecular Junqueira e Carneiro.pdf
Livro de bio celular e molecular Junqueira e Carneiro.pdfLivro de bio celular e molecular Junqueira e Carneiro.pdf
Livro de bio celular e molecular Junqueira e Carneiro.pdf
 
As teorias de Lamarck e Darwin. Evolução
As teorias de Lamarck e Darwin. EvoluçãoAs teorias de Lamarck e Darwin. Evolução
As teorias de Lamarck e Darwin. Evolução
 
O Espetaculo das Racas - Cienti - Lilia Moritz Schwarcz capítulo 2.pdf
O Espetaculo das Racas - Cienti - Lilia Moritz Schwarcz capítulo 2.pdfO Espetaculo das Racas - Cienti - Lilia Moritz Schwarcz capítulo 2.pdf
O Espetaculo das Racas - Cienti - Lilia Moritz Schwarcz capítulo 2.pdf
 
HORA DO CONTO_BECRE D. CARLOS I_2023_24RITA CALAIM_2023_24.pdf
HORA DO CONTO_BECRE D. CARLOS I_2023_24RITA CALAIM_2023_24.pdfHORA DO CONTO_BECRE D. CARLOS I_2023_24RITA CALAIM_2023_24.pdf
HORA DO CONTO_BECRE D. CARLOS I_2023_24RITA CALAIM_2023_24.pdf
 
8 ano - Congruência e Semelhança e Angulos em Triangulos.ppt
8 ano - Congruência e Semelhança e  Angulos em Triangulos.ppt8 ano - Congruência e Semelhança e  Angulos em Triangulos.ppt
8 ano - Congruência e Semelhança e Angulos em Triangulos.ppt
 
A área de ciências da religião no brasil 2023.ppsx
A área de ciências da religião no brasil  2023.ppsxA área de ciências da religião no brasil  2023.ppsx
A área de ciências da religião no brasil 2023.ppsx
 
música paródia cmsp conteúdo 1 bimestre.pdf
música paródia cmsp conteúdo 1 bimestre.pdfmúsica paródia cmsp conteúdo 1 bimestre.pdf
música paródia cmsp conteúdo 1 bimestre.pdf
 
Slides Lição 01, Central Gospel, Os Sinais do Fim dos Tempos 2Tr24.pptx
Slides Lição 01, Central Gospel, Os Sinais do Fim dos Tempos 2Tr24.pptxSlides Lição 01, Central Gospel, Os Sinais do Fim dos Tempos 2Tr24.pptx
Slides Lição 01, Central Gospel, Os Sinais do Fim dos Tempos 2Tr24.pptx
 
Pizza_literaria.pdf projeto de literatura
Pizza_literaria.pdf projeto de literaturaPizza_literaria.pdf projeto de literatura
Pizza_literaria.pdf projeto de literatura
 
A alimentação na Idade Média era um mosaico de contrastes. Para a elite, banq...
A alimentação na Idade Média era um mosaico de contrastes. Para a elite, banq...A alimentação na Idade Média era um mosaico de contrastes. Para a elite, banq...
A alimentação na Idade Média era um mosaico de contrastes. Para a elite, banq...
 

Apresentação português Texto e (Co)texto

  • 1. UNIVERSIDADE ESTADUAL DO PIAUÍ – UESPI PLANO NACIONAL DE FORMAÇÃO DE PROFESSORES DA EDUCAÇÃO BÁSICA = PARFOR LICENCIATURA PLENA EM COMPUTAÇÃO DISCIPLINA: LÍNGUA PORTUGUESA (PORTUGUÊS INSTRUMENTAL) PROFESSORA: ANAILZA ACADÊMICOS Gilvan Almondes Jonas Antunes Juliana de Santana Maria Evanilda Pedro Roteles
  • 2. GRUPO 02   Texto e contexto (Con)Texto, leitura e sentido
  • 3. A Leitura de um texto se dá primeiramente a partir do processo de decodificação, quando temos contato com o “conteúdo” e buscamos compreendê-lo, mas que requer a mobilização de um vasto conjunto de saberes.  Existem elementos que nos ajudam a interpretar os textos que estão a nossa volta, mas para que se possa compreender bem um texto é necessário identificar o contexto (social, cultural, estético, político) no qual ele está inserido. Exemplo: as imagens no texto. 
  • 4. Em determinados textos a informação sobre acontecimentos passados contribui para sua compreensão. Por isso, quanto mais variado o campo de conhecimento, mais facilidade encontrará o leitor para ler e interpretar textos.  O pressuposto é construído na interação sujeitos-texto levando-se em consideração o contexto. Ex.: Exemplo 
  • 5.
  • 6.  Para entender o contexto usamos a metáfora do iceberg que tem uma pequena superfície à flor da água (o explícito) e uma imensa superfície subjacente, que fundamenta a interpretação ( o implícito). Podemos chamar de contexto o iceberg.
  • 7. CONTEXTO SOCIOCOGNITIVO Para que duas ou mais pessoas possam compreender-se mutuamente, é preciso que seus contextos sociocognitivos sejam, pelo menos, parcialmente semelhantes.  Ao entrar em uma interação, cada um dos parceiros já traz consigo sua bagagem cognitiva.  A cada momento de interação , esse contexto é alterado, ampliado, e os parceiros obrigados a ajustar-se aos novos contextos que se vão originando sucessivamente. 
  • 8. CONVERSA DE MÃE E FILHA Leitura na página 62 da apostila.
  • 9. O contexto, portanto, é indispensável para a compreensão e para a construção da coerência textual.  O contexto engloba não só cotexto( a ideia concretizada), como também a situação de interação imediata, a situação mediata e o contexto cognitivo dos interlocutores. 
  • 10. O contexto cognitivo dos interlocutores reúne todos os tipos de conhecimentos arquivados na memória dos atores sociais, tais como: *O conhecimento linguístico propriamente dito; * O conhecimento enciclopédico, quer declarativo, quer episódico; *O conhecimento da situação comunicativa e de suas regras 
  • 11. * O conhecimento superestrutural ou tipológico (gêneros e tipos textuais); *O conhecimento estilístico (registros, variedades de língua e suas adequações às situações comunicativas); e * O conhecimento de outros textos que permeiam nossa cultura (intertextualidade)
  • 12. Nessa acepção, vê-se o contexto como constitutivo da própria ocorrência linguística.  É nesse sentido que se pode dizer que certos enunciados são gramaticalmente ambíguos, mas o discurso se encarrega de fornecer condições para sua interpretação unívoca.  O contexto é, portanto, um conjunto de suposições. 
  • 13. OS FATORES CONTEXTUAIS PODEM ALTERAR O QUE SE DIZ Uma expressão linguística pode ter seu signifi-cado alterado em função de fatores contextuais como os gestos, movimento de corpo, expressões fisionômicas, entonação, etc. na língua falada. Falar de contexto implica considerar fatores externos à língua, alguma coisa do seu exterior, para entender o que nele é dito que por si só seria insuficiente.
  • 14. CONTEXTUALIZAÇÃO NA ESCRITA É preciso fazer distinção entre o contexto de produção (circunstâncias da escrita) e contexto de uso (circunstâncias da leitura).  No caso da interação face a face, eles coincidem; mas, no caso da escrita, não é o mais importante; mas sim o contexto de uso. 
  • 15. Os objetos de discurso a que o texto faz referência são apresentados em grande parte de forma incompleta, permanecendo muita coisa implícita, visto que não existem textos totalmente explícitos.  O produtor de um texto necessita proceder ao “balanceamento” do que necessita ser explicado textualmente e do que pode permanecer implícito, supondo que o interlocutor poderá recuperar essa informação por meio de interferências. 
  • 16. EXEMPLO: COLETIVOS Lobo alcateia Cão - matilha Peixes cardume Abelha - enrascada