Biossegurança enfermagem centro

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Biossegurança enfermagem centro

  1. 1. SESMT SEGURANÇA NOSEGURANÇA NO TRABALHO Enfermagem Biossegurança no Centro Cirúrgico
  2. 2. Conceito Legal É o que ocorre pelo exercício do trabalho a serviço da empresa ou pelo exercício do trabalho dos segurados especiais, provocando lesão corporal ou perturbação funcional que cause a morte, ou a perda, ou a redução, permanente ou temporária, da capacidade para o trabalho
  3. 3. Conceito Prevencionista Será toda ocorrência inesperada ou não, que interferir no andamento normal do trabalho e da qual resulte lesão no trabalhador e/ou perda de tempo e/ou danos materiais.
  4. 4. 391.875391.875 3.5633.563 Fontes: Ministérios da Previdência e do Trabalho.Fontes: Ministérios da Previdência e do Trabalho. Média de 2000 a 2004 - mais deMédia de 2000 a 2004 - mais de mil acidentes de trabalho pormil acidentes de trabalho por dia.dia. Óbitos - pelo menos noveÓbitos - pelo menos nove trabalhadores por dia.trabalhadores por dia. Realidade BrasilRealidade Brasil
  5. 5. R$ 23,6 BilhõesR$ 23,6 Bilhões R$ 5,9 BilhõesR$ 5,9 Bilhões Acidentes do trabalhoAcidentes do trabalho equivalem a 2,2 % do PIBequivalem a 2,2 % do PIB Benefícios acidentários eBenefícios acidentários e aposentadorias especiaisaposentadorias especiais Fontes: Ministérios da Previdência e do Trabalho.Fontes: Ministérios da Previdência e do Trabalho. Realidade BrasilRealidade Brasil
  6. 6. Quanto custa uma picada ? • Custos diretos: relacionados com o tratamento do profissional. - exames laboratoriais ao paciente e profissional; - medicamentos administrados; - exames periódicos de seguimento; - dias perdidos por afastamentos;
  7. 7. Quanto custa uma picada ? • Custos indiretos: - sensação de frustração e trauma psicológico; - diminuição da produtividade; - reorganização do funcionamento dos serviços; - encargos financeiros com seguros e/ou indenizações;
  8. 8. O acidente do trabalho deve ser comunicado imediatamente ao encarregado ou supervisor e, logo em seguida, deve ser acionada a Medicina do Trabalho, no ambulatório, para atendimento ao acidentado e providências. Caso o acidente ocorra fora do horário administrativo de funcionamento do hospital, a medicina do trabalho deve ser comunicada do acidente no primeiro dia útil após o evento. Se o acidentado necessitar de atendimento médico que não pode ser prestado no hospital, deverá ser encaminhado para atendimento externo.
  9. 9. No caso de exposição a MBPI, seguiro protocolo existente. O prazo legal para comunicação do acidente do trabalho ao INSS é de 24 horas ou, caso seja fim de semana ou feriado, no primeiro dia útil subseqüente. O não cumprimento deste prazo pode acarretar multas para a empresa e , inclusive, o não reconhecimento do nexo causal do acidente pelo INSS.
  10. 10. Exposição Ocupacional • Para os profissionais de saúde o maior fator de risco para adquirir o HIV e a Hepatite B e C é o contato com sangue no ambiente ocupacional
  11. 11. Principais patógenos... - 30 4 %
  12. 12. Fatores de risco • Exposição envolvendo grande volume de sangue; • Injúria profunda; • Sangue visível no dispositivo; • Dispositivo retirado diretamente de veias ou artérias; • Paciente em fase terminal da doença;
  13. 13. Reencapamento – este procedimento incorreto ainda é um dos principais (até 20% dos casos) responsáveis por exposições ocupacionais a material biológico no Brasil Causas dos acidentes e Características das exposições
  14. 14. Coletorde material perfurocortante no chão – não devem estar em contato direto com o chão devido ao risco de serem molhados durante a limpeza do ambiente e de acidentes. Os recipientes para objetos perfurocortantes deverão estardispostos na parte superiordo carrinho de coleta e transporte
  15. 15. Profissional realizando punção venosa periférica semo uso de luvas. Apesar de as luvas não impedirem um acidente percutânea, elas funcionam como uma barreira diminuindo a quantidade de material biológico que atingirá a área lesada.
  16. 16. Procedimento de risco de acidente grave – colocação de tampa em tubo de vidro de coleta a vácuo (pode estourar). Profissional sem luvas - em situação em que há possibilidade de contato com material biológico
  17. 17. Fluxograma A
  18. 18. • Inicio da quimioprofilaxia: até 48 horas após o acidente • Medicamentos indicados: AZT, IND, 3TC • Tempo de administração: 4 semanas
  19. 19. • Efeitos colaterais: – AZT: anemia, leucopenia, dispepsia, cefaléia – 3TC: cefaléia, dispepsia, pancreatite, neuropatia periférica. IND: dispepsia, hiperbilirrubinemia, cefaléia, urolitíase, hematúria
  20. 20. Cuidados com o Acidentado • Evitar doações de sangue ou órgãos durante 6 meses após o acidente • Utilização de preservativos durante 6 meses após o acidente • Gravidez planejada, preferencialmente após 6 meses do acidente
  21. 21. AGENTES AMBIENTAIS SESMT
  22. 22. Agentes Ambientais • São agentes presentes no ambiente de trabalho capazes de prejudicar a saúde e a integridade física dos funcionários • A gravidade é determinada pelo tempo de exposição, concentração e susceptibilidade individual
  23. 23. Agentes Químicos Podem afetar o trabalhador através das vias: cutânea, digestiva e respiratória Conseqüências: • Dermatites, irritações digestivas, deficiência respiratória, irritação das mucosas, etc.
  24. 24. Agentes Ergonômicos São ligados à execução do trabalho Conseqüências: • Lombalgia, desconforto, DORT, irritação, etc.
  25. 25. Agentes Físicos São aqueles originados por fenômenos físicos e que afetam os trabalhadores através de vários agentes, tais como: ruídos, vibrações, temperaturas anormais, radiações, etc. Conseqüência: • surdez, irritabilidade, queimaduras, artroses, etc.
  26. 26. São diversificados e podem estar presentes em ferramentas defeituosas, máquinas, equipamentos, instalações ou parte destas. Conseqüências: • lesões em geral Agentes de Acidentes
  27. 27. Agentes Biológicos São microorganismos e animais que podem afetar os trabalhadores pelas vias: cutânea, digestiva e respiratória. Conseqüências: • tuberculose, hepatite, febre amarela, AIDS, etc.
  28. 28. Medidas de Biossegurança Recomendações gerais Lavagemhabitual e adequada das mãos Tero esquema vacinal completo. Utilizaro EPI quando forrecomendado para sua proteção, mesmo que considere o risco pequeno
  29. 29. Usar luvas quando as atividades a serem desenvolvidas exigirem contato com fluidos corpóreos. Usar os óculos de segurança, principalmente quando houver possibilidade de grande projeção de fluidos. Usar vestimenta de proteção, como aventais, quando o risco biológico for reconhecido.
  30. 30. Proteção Individual Equipamentos de proteção individual, EPI’s: luvas de procedimento estéreis, luvas contra corte, máscaras PFF2, óculos, avental, etc.
  31. 31. Recomendação Para Utilização de EPI
  32. 32. NUNCA REENCAPAR AGULHAS Desprezarmateriais perfuro-cortantes nas caixas adequadas. Observarlimite das caixas coletoras. Participarde treinamento de educação continuada relacionado aos riscos ocupacionais e precauções universais de biossegurança.
  33. 33. Proteções Coletivas (EPC’s) Ar condicionado - Todo centro cirúrgico Pressão positiva e fluxo laminar - salas de cirurgias Sistema triplo de filtragem no insuflamento de ar: - filtro HEPA ( High Efficiency Particulate Air ) - 99,97% eficiência - grades de retorno - troca semanal e no equipamento limpeza mensal e substituição trimestal - filtro tipo bolsa - filtro absoluto
  34. 34. Proteção Coletiva - Cirurgias não contaminadas reaproveita 70% do ar. Cirurgias contaminadas não reaproveita o ar da sala de cirurgia. - Controle do ar semestralmente - poeiras e fungos - A temperatura no local é de 22ºc e a umidade de 65%
  35. 35. RADIOPROTEÇÃO
  36. 36. Este treinamento visa orientar os enfermeiros que atuam no Centro Cirúrgico quanto à proteção radiológica. Não se pode trabalhar com radiação sem uma exposição parcial, ou sem permitir que alguma radioatividade seja liberada em sua vizinhança. INTRODUÇÃO
  37. 37. Sabe-se, entretanto, que existe uma determinada quantidade de radiação que pode ser tolerada, sem que sejam esperados danos físicos que superem os benefícios que sua utilização trará. Cabe, portanto, à ciência denominada radioproteção, proteger as pessoas, propriedades e o meio ambiente de doses de radiação consideradas prejudiciais, isto é intoleráveis.
  38. 38. Átomo Configuração esquemática – sistema solar em miniatura Núcleo – sol Prótons – carga elétrica positiva e massa Neutrons – carga elétrica neutra e massa Elétrons - planetas – carga elétrica negativa e quase sem massa
  39. 39. . e- Núcleo P+ n e- .
  40. 40. •Diâmetro do átomo 10 -8 cm •Diâmetro do núcleo 10 -12 cm Se ampliarmos o átomo até atingir o tamanho do mineirão, seu núcleo se apresentaria como uma bolinha de ping pong
  41. 41. Radiações São formas de energia que se transmitem pelo espaço como ondas eletromagnéticas ou, em alguns casos, de forma corpuscular.
  42. 42. Radiações Fazem parte do mundo em que vivemos. Sempre estivemos expostos a radiações visíveis e invisíveis provenientes dos corpos do universo. Luz - visível Calor - sensível Raios ultravioleta e Raios X - não são visíveis nem sensíveis instantaneamente
  43. 43. PERIGO - NÃO PERCEPTÍVEL O perigo de ocorrerem exposições despercebidas a radiações ionizantes reside no fato de que o organismo humano não possui mecanismo sensorial que permita detectá-las. Portanto, se não há percepção das radiações por parte dos trabalhadores, este não pode, naturalmente, evitá-las
  44. 44. Efeitos principais da absorção das radiações pelo organismo •Excitação •Ionização
  45. 45. Excitação R E . e- Núcleo P+ n e- .
  46. 46. Ionização + . e- R Núcleo P+ n e- .
  47. 47. Classificação das Radiações • Não Ionizantes - Excitação - aquecimento • Ionizantes - Ionização - Par iônico
  48. 48. Formas de proteção • Distância (1/d²) ; • Blindagem; • Tempo de exposição (<);
  49. 49. Alfa (Papel, pele)) Beta (madeira, chapa metálica) Gama ou Raios X (Chumbo) Tipos de Radiação
  50. 50. CNEN - Dose Anual • Trabalhador (controlado): 5 Rem / ano • Público: 0,1 Rem / ano
  51. 51. EFEITOS DA RADIAÇÃO EFEITOS SOMÁTICOS Produzem lesões nas células do indivíduo que foi irradiado, entretanto, estas lesões não são transmitidas hereditariamente. CRÔNICO - baixas doses por longo tempo- Ex.Câncer de pele, anemia, leucemia, etc. AGUDO - altas doses curto espaço de tempo. Ex. Náuseas, vômitos, diarréia, febre, sangramento, morte
  52. 52. EFEITOS GENÉTICOS Produzem mutações nas células germinativas da pessoa irradiada, as quais poderão ser transmitidas aos seus descendentes. Ex. ausência de íris no olho(anirida), surdo mudez, alguns tipos de catarata EFEITOS DA RADIAÇÃO
  53. 53. EFEITO ESTOCÁSTICO Aumenta o risco com o aumento da dose de exposição Ex: câncer NÃO ESTOCÁSTICO Se atingir a dose já ocorre o efeito - Ex: esterilidade 200 REM – homem e 100 REM - mulher EFEITOS DA RADIAÇÃO
  54. 54. Proteção Coletiva Sistema de baritas nas salas de cirurgia
  55. 55. Proteção Individual Equipamentos de proteção individual, com proteção plumbífera: luvas, óculos, avental, protetor de tireóide, etc.
  56. 56. • Monitoração individual de radiação através de dosímetro - No caso de utilização de avental plumbífero, o dosímetro deve ser colocado sobre o avental e o resultado da medição é dividido por 10 - Portaria 453/98 ANVISA, Ministério da Saúde • Exames periódicos semestrais • Rodízio Medidas Administrativas

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