Apresentação para décimo ano de 2014 5, aula 45-46

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Apresentação para décimo ano de 2014 5, aula 45-46

  1. 1. Retrato com ________________________ a musa [= poesia, inspiração de escritor] { encontrarão outro nome que simbolize os vossos interesses Ou seja, não era o vosso nome ou vocês, mas um símbolo}
  2. 2. A|té | à | tó|ni|ca | se | de|ve | con|tar 12 3 4 5 6 7 8 9 10 11 aguda
  3. 3. • Não deixem de me dar folhas com fragmentos inspirados em músicas (mesmo que não tenham feito depois o tepecê no verso da folha); • O mesmo se diga das folhas com versos hexassilábicos de autorretrato; • E, ainda, das folhas com adaptação à nossa época de carta de há cem anos.
  4. 4. Tarefa grande — Quem não entregou dentro do prazo os trabalhos de microfilme (gravação), pode (e deve) fazê-lo ainda. À medida que se afastarem da data que combináramos, poderá haver alguma penalização, conforme o atraso de que se trate, mas vale sempre a pena entregar esta tarefa, que é a mais importante em termos de expressão oral. Verificaram se eu agradeci? (Já lancei no blogue o que me chegou.)
  5. 5. Na última aula do período quero que todos o caderno (ou dossiê) de Português (com todas as folhas (e trabalhos). Por favor, não quero tudo escondido em plásticos.
  6. 6. antecedente Comprei uma castanha, mas os pombos comeram-na. pronome/anáfora
  7. 7. Abre o livro nas pp. 314-315, para veres definições de: Conotação (valor conotativo) Denotação (valor denotativo) Polissemia (palavras polissémicas) Monossemia (palavras monossémicas) Homonímia (palavras homónimas)
  8. 8. O recorte à esquerda permite-nos ver que o trocadilho com «banco» nos anúncios do Banif aproveita duas aceções de «banco»: a segunda no verbete, ‘instituição financeira’, e a primeira, ‘móvel para as pessoas se sentarem’ (embora, num dicionário mais completo, decerto figurasse ainda o sentido específico de ‘banco de suplentes’). Estamos, portanto, no domínio do campo semântico de uma única palavra. Estamos perante um fenómeno de polissemia.
  9. 9. Já «canto» (‘ângulo’) e «canto» (‘ato de cantar’) — à direita — não são aceções de uma mesma palavra. São duas palavras diferentes, como se conclui do facto de estarem em verbetes próprios e confirma o terem étimos diferentes (canthu- e cantu-). São palavras homónimas. São exemplos do fenómeno de homonímia.
  10. 10. perspetiva sincrónica diacrónica homónimas convergentes cantu- > canto canthu- > canto sunt- > são sanu- > são sanctu-> São
  11. 11. A relação que há entre os dois verbos «mofar» cujos verbetes (do Dicionário da Língua Portuguesa, Porto, Porto Editora, 2011) te apresento é de homonímia. São palavras homónimas, como se infere de terem origem diferente: o étimo de «mofar» é o germânico «muffen» (‘estar mal-humorado’), enquanto «mofar» virá de «mofo» + «ar».
  12. 12. A estas palavras, que, tendo étimos diferentes, vieram a coincidir (mas apenas na aparência gráfica e fonética), chamamos também, numa perspectiva histórica, palavras convergentes.
  13. 13. Este processo nada tem que ver com o da polissemia: aí, temos uma mesma palavra original a ganhar vários sentidos (várias aceções), num fenómeno de enriquecimento semântico (seja por extensão do sentido inicial, seja por redução).
  14. 14. Quanto a «mofo» e «bafio», são palavras polissémicas, mesmo se os sentidos de «bafio» não estão numerados. Aliás, têm uma aceção comum a ambas, ‘bolor’, e uma outra em que o significado dado remete precisamente para o outro elemento do par de aqui se trata. Há depois uma aceção popular, coloquial, de «mofo», correspondente a ‘coisa grátis, borla’, mas já distante das outras.
  15. 15. Ou seja, a diferença que no sketch se queria encontrar não está dicionarizada. A diferença percecionada pelos dois amigos dever-se-ia a uma conotação de ordem puramente subjectiva.
  16. 16. Nos verbetes de «maniatar» e de «bloquear» reconhecemos a aceção em que o político usava as duas palavras; a aceção n.º 1 de «maniatar» e a n.º 4 de «bloquear». No entanto, as pessoas que ouvem o discurso parecem atribuir a «maniatar» conotação diferente da que dão a «bloquear».
  17. 17. Esse matiz mais ofensivo talvez esteja contemplado na aceção n.º 3 do verbete, marcada com a abreviatura que assinala sentido figurado, ‘tolher a liberdade’.
  18. 18. Porém, também pode ser que a aversão a «maniatar» se relacione com o facto de esta palavra, na aceção 2, incluir expressões do campo lexical da ‘polícia’: «deter», «prender». A multidão interpretaria «maniatar» nesse sentido, sinónimo de «algemar».
  19. 19. Sinonímia (palavras ou expressões sinónimas) fez / efetuou parece-me que / dá-me a sensação de que permite / possibilita / torna possível ser preciso / ser exato entrevista / conversa amena partir a perna / fraturar a perna continuávamos / prosseguíamos pergunta / questão
  20. 20. Antonímia (palavras antónimas) permitir / impedir continuávamos / parávamos
  21. 21. Homonímia (palavras homónimas [e convergentes]) Verão (< veranum) verão (< videre + habeo)
  22. 22. Homografia (palavras homógrafas) pega [é] pega [ê]
  23. 23. Homofonia (palavras homófonas) cem sem
  24. 24. Paronímia (palavras parónimas) Verão / verão virão
  25. 25. TPC (i) [no 10.º 8.ª e no 10.º 5.ª: escusa de ser para amanhã] Vai revendo gramática: no mesmo estilo que recomendei para a parte sobre ‘Relações semânticas’, vai experimentando o Caderno de Actividades, pp. 38-41 (‘polissemia’); e, no manual, vê a p. 314 (‘significação lexical’) — em Gaveta de Nuvens, reproduzirei a ficha do Caderno de Atividades. (ii) Prepara leitura em voz alta do soneto de Bocage que estudámos hoje (p. 147).

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