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adição
(inserção de sons)
no princípio: prótese
no meio: epêntese
no final: paragoge
supressão
(perda de sons)
no princípio: aférese
no meio: síncope
no final: apócope
alteração (mudança de sons)
aproximação a um som vizinho: assimilação
diferenciação relativamente a um som
vizinho: dissim...
transposição
passagem de um som para
outro ponto da palavra:
metátese
1. a) prótese;
b) epêntese;
c) síncope;
d) crase;
e) sinérese;
f) assimilação;
g) nasalação;
h) vocalização.
2. angelical — ‘que parece um anjo’;
convento — ‘local onde estão reunidos
os religiosos de uma determinada ordem’;
doloro...
sacramento — ‘rito sagrado instituído
por Jesus Cristo para confirmar ou
aumentar a graça (baptismo,
confirmação, comunhão...
3.
a) síncope do N intervocálico e
nasalação do A;
b) síncope do L intervocálico;
c) crase;
d) crase;
e) sonorização do T;...
g) vocalização do C;
h) sonorização do P e síncope do
L intervocálico;
i) apócope do E;
j) síncope do D intervocálico;
l) ...
Na p. 58, item 4, repara na
etimologia de «tragédia»: do grego
tragoidia (= ‘canto do bode’; tragos
= ‘bode’), pelo latim ...
Ouvir colegas (mas ir lendo também o
que está no texto)
Com a cena I do acto III ficamos a saber que:
Manuel de Sousa e mulher decidem
professar;
Madalena não suspeita da verdade...
TPC
Em folha solta, responde às perguntas
4.3 e 5.3 da p. 153 de Antologia.
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Apresentação para décimo primeiro ano, aula 36

  1. 1. 5.2. (p. 137) Na cena que abre o II acto, o retrato de D. João de Portugal é um dos elementos que estabelecem a ligação com o acto anterior, que fechara com o quadro de Manuel de Sousa em chamas. Maria exige de Telmo a identificação da figura representada, que tanto fascínio exerce sobre ela. Esta indagação conduz a outra função desempenhada pelo retrato, que surge ladeado pelos de D. Sebastião e de Camões: representar o passado.
  2. 2. No fim do acto, o retrato tem utilidade para o reconhecimento pedido por Madalena. Por outro lado, a melancolia profunda que Maria adivinhara no vulto representado na pintura identifica-se com o estado de espírito do Romeiro (o próprio modelo, agora «Ninguém»).
  3. 3. isto é ou seja
  4. 4. Retrato esse que
  5. 5. pílula / *pírula / dissimilação / evita-se a semelhança que havia entre dois sons. Neste caso particular, um dos LL modificou-se em R.
  6. 6. fizeram-lo / fizeram-no / assimilação / o pronome (lo) passa a ligar-se por uma consoante nasal (n), porque assim se aproxima do som nasal da última sílaba do verbo.
  7. 7. festra (arc.) (<fenestra) / fresta / metátese / houve a transposição da consoante r da segunda para a primeira sílaba (há uma metátese quando um som muda o seu lugar dentro da palavra).
  8. 8. crudu / cruu (arc.) / síncope / síncope é a perda de um som a meio da palavra. Neste caso, uma consoante que havia na palavra latina «crudu», -d-, desapareceu na palavra portuguesa arcaica «cruu» (que aliás, depois, ainda evoluiria para «cru»).
  9. 9. a + a; a + as / à; às / crase / a contracção da preposição «a» com o artigo definido «a» e «as» é a crase mais frequente.
  10. 10. tio / *tiu / sinérese / tal como a crase, a sinérese também contrai duas vogais, só que tornando as duas vogais num ditongo (neste caso: i-o > iu).
  11. 11. sic / si (arc.) / apócope / apócope é a perda de um som ou sílaba finais. No exemplo, a palavra latina «sic» veio a dar «si» (que, depois, evoluiu para sim).
  12. 12. Alandroal / *Landroal / aférese / aférese é a perda dos sons do início de uma palavra.
  13. 13. você / *cê / aférese / esta pronúncia pode acontecer no português do Brasil.
  14. 14. portanto / *ptanto / síncope / o autarca que ouvimos não pronunciava um som a meio da palavra.
  15. 15. precisamente / *samente / aférese / o médico que ouvimos omitia o início do advérbio.
  16. 16. ignorante / *iguinorante / epêntese / a epêntese é o desenvolvimento de um som a meio da palavra. Neste caso, a vogal inserida, i, desfez um grupo que não é natural no português, gn (este tipo de epênteses é frequente no português do Brasil).
  17. 17. pneu / *peneu / epêntese / de novo um grupo de consoantes demasiado erudito (-PN-) a ser desfeito pela inserção de uma vogal (em Portugal, produzimos um e; os brasileiros podem inserir um i [*pineu]).
  18. 18. Skip / *cequipe / epêntese / assim estava escrito num supermercado. Quem escreveu mal inseria um som vocálico entre [s] e [k].
  19. 19. sexo / *cequisso (no pg. do Brasil) / epêntese / aqui o par de consoantes desfeito foi o que existia escondido na letra <x>, os sons ks.
  20. 20. sport (ingl.) / esporte / prótese / o desenvolvimento de um som no início da palavra é uma prótese. Os brasileiros costumam fazer esta adaptação aos seus empréstimos começados por s- seguido de consoante (snob > esnobe), enquanto em Portugal é mais comum a manutenção da sequência estrangeira (snob).
  21. 21. mora / amora / prótese / a palavra portuguesa que descendeu da palavra latina mora tem um som inicial que não havia no seu étimo.
  22. 22. alguidar / *alguidare / paragoge / a paragoge é o desenvolvimento de som no final da palavra. É comum, por exemplo, na pronúncia alentejana.
  23. 23. muito / *muinto / nasalação / nasalação (ou nasalização) é a passagem de um som não nasal a nasal, como sucedeu ao ditongo de «muito», que todos pronunciamos -uin-, por influência do m- inicial (uma consoante nasal).
  24. 24. actu- (‘acto’) / auto (‘peça’) / vocalização / houve aqui uma vocalização: a consoante latina c ([k]) evoluiu para um som vocálico.
  25. 25. secundária / *segundária / sonorização / houve uma sonorização: uma consoante surda (p, t, c [k], f, s, ...) evolui para sonora (b, d, g, v, z, ... ).
  26. 26. adição (inserção de sons) no princípio: prótese no meio: epêntese no final: paragoge
  27. 27. supressão (perda de sons) no princípio: aférese no meio: síncope no final: apócope
  28. 28. alteração (mudança de sons) aproximação a um som vizinho: assimilação diferenciação relativamente a um som vizinho: dissimilação contracção de duas vogais numa só: crase contracção de duas vogais num ditongo: sinérese passagem de um som não nasal a nasal: nasalação passagem de um som consonântico a vocálico: vocalização passagem de consoante surda a sonora: sonorização
  29. 29. transposição passagem de um som para outro ponto da palavra: metátese
  30. 30. 1. a) prótese; b) epêntese; c) síncope; d) crase; e) sinérese; f) assimilação; g) nasalação; h) vocalização.
  31. 31. 2. angelical — ‘que parece um anjo’; convento — ‘local onde estão reunidos os religiosos de uma determinada ordem’; doloroso — ‘que provoca a dor’; manual — ‘relativo a mão, que se faz à mão’; manufacturar — ‘fabricar à mão’; maritalmente — ‘como no casamento, como marido e mulher’; nocturno — ‘relativo à noite’; noctívago — ‘que tem hábitos nocturnos, que vive à noite’;
  32. 32. sacramento — ‘rito sagrado instituído por Jesus Cristo para confirmar ou aumentar a graça (baptismo, confirmação, comunhão...)’; sacrilégio — ‘pecado contra as coisas sagradas’; popular — ‘que é próprio do povo, que agrada ao povo’; sóror — ‘forma de tratamento para uma freira (‘uma irmã’)’.
  33. 33. 3. a) síncope do N intervocálico e nasalação do A; b) síncope do L intervocálico; c) crase; d) crase; e) sonorização do T; f) sonorização do T;
  34. 34. g) vocalização do C; h) sonorização do P e síncope do L intervocálico; i) apócope do E; j) síncope do D intervocálico; l) sinérese.
  35. 35. Na p. 58, item 4, repara na etimologia de «tragédia»: do grego tragoidia (= ‘canto do bode’; tragos = ‘bode’), pelo latim tragoedia.
  36. 36. Ouvir colegas (mas ir lendo também o que está no texto)
  37. 37. Com a cena I do acto III ficamos a saber que: Manuel de Sousa e mulher decidem professar; Madalena não suspeita da verdadeira identidade do Romeiro; Maria está gravemente doente; João de Portugal aguarda encontro com Telmo (na cela de Jorge).
  38. 38. TPC Em folha solta, responde às perguntas 4.3 e 5.3 da p. 153 de Antologia.

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