Apresentação para décimo ano de 2011 2, aula 17

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Apresentação para décimo ano de 2011 2, aula 17

  1. 2. <ul><li>O tratamento de 2.ª pessoa do plural dirigido a um só indivíduo </li></ul><ul><li>a) ainda se usa no Alentejo e em alguns bairros de Lisboa. </li></ul><ul><li>b) só se mantém no norte (e por falantes bastante idosos). </li></ul><ul><li>c) deve ser usado sempre que se interpelem professores de Matemática. </li></ul><ul><li>d) só sobrevive nas orações, como tratamento para Deus. </li></ul>
  2. 3. <ul><li>O tratamento por «tu» é usado </li></ul><ul><li>a) entre pessoas que se conhecem mal, desde que adultas. </li></ul><ul><li>b) cada vez mais de pais para filhos e, generalizadamente, no Brasil. </li></ul><ul><li>c) entre jovens, e é mais informal do que o tratamento na 3.ª pessoa. </li></ul><ul><li>d) no norte, seguido da terceira pessoa verbal. </li></ul>
  3. 4. <ul><li>Se à pergunta «Como te chamas?» alguém responder «Bem, os meus pais pensavam dar-me o nome do fundador da nacionalidade. No entanto, depois de hesitarem, pensaram que devia ter antes o nome do rei que, em Alcácer Quibir, foi derrotado e ninguém mais encontrou. Chamo-me Sebastião», estará a infringir </li></ul><ul><li>a) a máxima de qualidade. </li></ul><ul><li>b) o princípio de cortesia. </li></ul><ul><li>c) a máxima de quantidade. </li></ul><ul><li>d) a máxima de modo indicativo. </li></ul>
  4. 5. <ul><li>No Brasil, o tratamento mais generalizado é </li></ul><ul><li>a) «tu» e segunda pessoa do singular. </li></ul><ul><li>b) «cê» e segunda pessoa do singular. </li></ul><ul><li>c) «você» e segunda pessoa do singular. </li></ul><ul><li>d) «você» e terceira pessoa do singular. </li></ul>
  5. 6. <ul><li>Em aula, apercebemo-nos de que uma evolução em curso (ou já confirmada, mesmo) era a de que os filhos </li></ul><ul><li>a) já tratam os pais por «vossemecê». </li></ul><ul><li>b) já pedem aos pais mais nenucos. </li></ul><ul><li>c) já tratam os pais mais por «tu» do que na 3.ª pessoa. </li></ul><ul><li>d) tratam os pais cada vez mais na 2.ª pessoa do plural. </li></ul>
  6. 7. <ul><li>Em Portugal, o tratamento por «você» (mais terceira pessoa [você quer...] ) é </li></ul><ul><li>a) mais abrangente do que o tratamento por «você» no Brasil. </li></ul><ul><li>b) especialmente ofensivo no campo. </li></ul><ul><li>c) reservado aos interlocutores mais cultos. </li></ul><ul><li>d) sentido como mais distante, ou menos delicado, do que o tratamento por primeiro nome («o Luís») e terceira pessoa. </li></ul>
  7. 8. <ul><li>O tratamento de 2.ª pessoa do plural («ides») dirigido a vários indivíduos </li></ul><ul><li>a) já não se usa em lado nenhum. </li></ul><ul><li>b) ainda se usa no Norte, sobretudo por parte de falantes idosos. </li></ul><ul><li>c) ainda se usa no Brasil. </li></ul><ul><li>d) é o que deveriam usar os alunos em diálogo com um grupo de professores. </li></ul>
  8. 9. <ul><li>Quando, em vez de dizer «estudem até à página tal», um professor diz «pedia-lhes que estudassem até à página tal», está a usar uma estratégia que visa cumprir </li></ul><ul><li>a) a matéria do programa. </li></ul><ul><li>b) o princípio de cooperação. </li></ul><ul><li>c) o princípio de cortesia. </li></ul><ul><li>d) a máxima de modo. </li></ul>
  9. 10. <ul><li>A forma «tivestes» é </li></ul><ul><li>a) agramatical (um erro, portanto). só se se destinasse ao singular </li></ul><ul><li>b) a 2.ª pessoa do plural do Pretérito Perfeito de «Estar». estivestes </li></ul><ul><li>c) a 2.ª pessoa do plural do Pretérito Perfeito de «Ter». </li></ul><ul><li>d) a 2.ª pessoa do singular do Pretérito Perfeito de «Ter». tiveste </li></ul>
  10. 11. <ul><li>Além da tradicional 2.ª pessoa (no singular e no plural), o Imperativo socorre-se de formas do </li></ul><ul><li>a) Presente do Conjuntivo (1.ª pessoa do singular e do plural). </li></ul><ul><li>b) Presente do Conjuntivo, para a negativa ou para a 3.ª pessoa e a 1.ª pessoa do plural. </li></ul><ul><li>c) Presente do Indicativo (para a negativa) e do Presente do Conjuntivo (para «você», «vocês» e «nós»). </li></ul><ul><li>d) Presente do Indicativo (na afirmativa, na 3.ª pessoa e na 1.ª do plural) e do Presente do Conjuntivo (na negativa). </li></ul>
  11. 12. <ul><li>come tu não comas </li></ul><ul><li>coma você não coma </li></ul><ul><li>comamos nós não comamos </li></ul><ul><li>comei vós não comais </li></ul><ul><li>comam vocês não comam </li></ul>
  12. 13. <ul><li>A primeira pessoa do singular Presente do Conjuntivo dos verbos da 1.ª conjugação (-AR) termina em </li></ul><ul><li>a) e . gost ar | que eu gost e </li></ul><ul><li>b) a . </li></ul><ul><li>c) i . </li></ul><ul><li>d) o . </li></ul>
  13. 14. <ul><li>gost ar gost e </li></ul><ul><li>com er com a </li></ul><ul><li>part ir part a </li></ul>
  14. 15. <ul><li>A terceira pessoa do plural do Futuro do Indicativo equivale a </li></ul><ul><li>a) Infinitivo Impessoal + ão . </li></ul><ul><li>b) Infinitivo Impessoal + am . </li></ul><ul><li>c) 1.ª pessoa do singular do Infinitivo Pessoal + am . </li></ul><ul><li>d) 3.ª pessoa do plural do Pretérito Mais-que-Perfeito menos desinência pessoal + ão . </li></ul>
  15. 16. <ul><li>falar + ei (Futuro) </li></ul><ul><li>falar + ia (Condicional) </li></ul><ul><li>fal (ar) + va (Imperfeito do Indicativo) </li></ul><ul><li>beb (er) + ia </li></ul>
  16. 17. <ul><li>Na 1.ª pessoa do plural, o Imperfeito do Indicativo termina em </li></ul><ul><li>a) ávamos (1.ª conjugação) e íamos (2.ª e 3.ª conjugações). </li></ul><ul><li>b) ávamos (1.ª e 2.ª conjugações) e íamos (3.ª conjugação). </li></ul><ul><li>c) ávamos (verbos de tema em A ou em E) e íamos (verbos de tema em I). </li></ul><ul><li>d) ámos (verbos de tema em A), emos (verbos de tema em E), imos (verbos de tema em I). </li></ul>
  17. 18. <ul><li>A sequência «Andarmos, Anda, Andasse» corresponde, por esta ordem, a </li></ul><ul><li>a) Futuro do Conjuntivo, Presente do Indicativo, Presente do Conjuntivo. </li></ul><ul><li>b) Futuro do Conjuntivo, Imperativo, Imperfeito do Conjuntivo. </li></ul><ul><li>c) Infinitivo Pessoal, Presente do Indicativo, Imperfeito do Indicativo . </li></ul><ul><li>d) Condicional , Imperativo, Futuro do Conjuntivo. </li></ul>
  18. 19. <ul><li>A sequência «Estiveram, Tenho feito, Fazia» corresponde, por esta ordem, a </li></ul><ul><li>a) Mais-que-perfeito do Indicativo, Perfeito Composto, Condicional . </li></ul><ul><li>b) Perfeito do Indicativo, Presente Composto, Imperfeito do Indicativo. </li></ul><ul><li>c) Perfeito do Indicativo, Perfeito Composto, Condicional . </li></ul><ul><li>d) Mais-que-perfeito do Indicativo, Perfeito Composto, Imperfeito do Indicativo. </li></ul>
  19. 20. <ul><li>A sequência «Falado, Olharias, Comeis» corresponde, por esta ordem, a </li></ul><ul><li>a) Gerúndio , Condicional, Imperativo . </li></ul><ul><li>b) Particípio Passado, Futuro do Indicativo , Perfeito do Indicativo . </li></ul><ul><li>c) Particípio Passado, Condicional, Presente do Indicativo. </li></ul><ul><li>d) Particípio Passado, Imperfeito do Indicativo , Imperativo . </li></ul>
  20. 21. <ul><li>A sequência «Ouvi, Visto, Caber» corresponde a </li></ul><ul><li>a) Perfeito do Indicativo, Particípio Passado, Futuro do Conjuntivo . </li></ul><ul><li>b) Imperfeito do Indicativo , Particípio Passado, Infinitivo Pessoal. </li></ul><ul><li>c) Imperativo, Particípio Passado, Infinitivo Pessoal. </li></ul><ul><li>d) Perfeito do Indicativo, Gerúndio , Infinitivo Impessoal. </li></ul>
  21. 22. <ul><li>Na frase «Dá-me , Luís, a espada.», faltam duas vírgulas, que serviriam para isolar o </li></ul><ul><li>a) modificador apositivo. </li></ul><ul><li>b) complemento directo. </li></ul><ul><li>c) sujeito. </li></ul><ul><li>d) vocativo. </li></ul>
  22. 23. <ul><li>A alínea que tem a pontuação correcta é </li></ul><ul><li>a) E, quando os ornitorrincos comem pizzas, a Helena, gentil iguana, ressona. </li></ul><ul><li>b) E quando os ornitorrincos comem pizzas, a Helena, gentil iguana, ressona. </li></ul><ul><li>c) E quando os ornitorrincos comem pizzas, a Helena gentil iguana, ressona. </li></ul><ul><li>d) E, quando os ornitorrincos comem pizzas a Helena, gentil iguana, ressona. </li></ul>
  23. 24. <ul><li>E, quando os ornitorrincos comem pizzas , </li></ul><ul><li> oração adverbial temporal </li></ul><ul><li>a Helena, gentil iguana , ressona. </li></ul><ul><li> modificador apositivo </li></ul><ul><li>oração subordinante </li></ul>
  24. 25. <ul><li>Em «Ontem , se nevasse, teria ido aos Himalaias», as vírgulas visam delimitar </li></ul><ul><li>a) uma oração subordinada adverbial condicional. </li></ul><ul><li>b) um vocativo. </li></ul><ul><li>c) uma oração subordinada adverbial temporal. </li></ul><ul><li>d) um modificador apositivo. </li></ul>
  25. 26. <ul><li>A alínea que tem a pontuação correcta é </li></ul><ul><li>a) A maioria dos sacanitas que tenho como alunos vai errar esta questão. </li></ul><ul><li>b) A maioria dos sacanitas, que tenho como alunos, vai errar, esta questão. </li></ul><ul><li>c) A maioria dos sacanitas, que tenho como alunos vai errar esta questão. </li></ul><ul><li>d) A maioria dos sacanitas que tenho como alunos, vai errar, esta questão. </li></ul>
  26. 27. <ul><li>Em «Os cadernos ficam sobre as mesas os telemóveis ficam dentro dos sacos», falta uma vírgula, que separaria </li></ul><ul><li>a) dois nomes. </li></ul><ul><li>b) modificador e vocativo. </li></ul><ul><li>c) duas orações. </li></ul><ul><li>d) verbo e complemento directo. </li></ul>
  27. 28. <ul><li>Os cadernos ficam sobre as mesas, </li></ul><ul><li>os telemóveis ficam dentro dos sacos. </li></ul><ul><li>orações coordenadas assindéticas. </li></ul>
  28. 29. <ul><li>Num diário, podemos esperar encontrar sobretudo estas marcas: </li></ul><ul><li>a) 1.ª pessoa, Presente do Indicativo, Imperfeito do Indicativo. </li></ul><ul><li>b) 2.ª pessoa, Perfeito do Indicativo, Presente do Indicativo </li></ul><ul><li>c) 1.ª e 2.ª pessoas, Presente do Indicativo. </li></ul><ul><li>d) 1.ª pessoa, Perfeito do Indicativo, Presente do Indicativo. </li></ul>
  29. 30. <ul><li>10 de Novembro de 2011 </li></ul><ul><li>Querido diário-slide, </li></ul><ul><li>Hoje estive toda a manhã a passar estúpidos slides sobre como se escreve em diários; agora escrevo em ti, querido slide, que estive toda a manhã a passar estúpidos slides. Pronto, agora vou ter com a Anne Frank. </li></ul>
  30. 31. <ul><li>O narrador de umas memórias autobiográficas é decerto um </li></ul><ul><li>a) narrador na 1.ª pessoa; e um narrador homodiegético. </li></ul><ul><li>b) narrador na 3.ª pessoa; e um narrador autodiegético. </li></ul><ul><li>c) narrador na 1.ª pessoa; e um narrador heterodiegético. </li></ul><ul><li>d) narrador na 2.ª pessoa; e um narrador omnisciente. </li></ul>
  31. 32. <ul><li>São elementos do campo semântico de «bolas» </li></ul><ul><li>«bolas!» «bola» </li></ul><ul><li>a) ‘que chatice!’, ‘objetos esféricos de borracha’, ‘bolos doces fritos em óleo’. </li></ul><ul><li>«bolas de Berlim» </li></ul><ul><li>b) bolinhas, bolita, carambola, rebolar. </li></ul><ul><li>c) basquetebol, voleibol, bolada, remate. </li></ul><ul><li>d) borracha, desportos, saltar, remate. </li></ul>
  32. 33. <ul><li>São da família de «bolsa» </li></ul><ul><li>a) ‘subsídio’, ‘oferta de’, ‘mala de mão’. </li></ul><ul><li>b) bola, bomba, bolseiro, reembolso. </li></ul><ul><li>c) moedas, dinheiro, roubar, rico. </li></ul><ul><li>d) desembolsar, bolsista, bolseiro, embolso. </li></ul>
  33. 34. <ul><li>Há uma sequência «merónimo, holónimo; hipónimo, hiperónimo» em </li></ul><ul><li>a) livro, objecto cultural; torneira, lavatório. </li></ul><ul><li>b) chão, casa; verde, cor. </li></ul><ul><li>c) prédio, andar; Porto, distrito. </li></ul><ul><li>d) atacador, ténis; literatura, Fernando Pessoa. </li></ul>
  34. 35. <ul><li>Há uma sequência de «hiperónimo, hipónimo; merónimo, holónimo» em </li></ul><ul><li>a) país, Portugal; deserto, areia. </li></ul><ul><li>b) piano, tecla; corda, harpa. </li></ul><ul><li>c) flor, rosa; bolso, casaco. </li></ul><ul><li>d) Lisboa, Jerónimos; braguilha, calças. </li></ul>
  35. 36. <ul><li>Integram o campo lexical de «deserto» </li></ul><ul><li>a) areia, sede, desabitado, cáfila. </li></ul><ul><li>b) ‘desejoso de’, ‘abandonado’, despovoado’. </li></ul><ul><li>c) desertar, desértico, desertor. </li></ul><ul><li>d) água, basquetebol, amor, ler. </li></ul>
  36. 37. <ul><li>As aceções em «fazer uma perninha», «isto tem pernas para andar», «és um perna de pau», «as pernas de Magdalena eram bonitas» integram </li></ul><ul><li>a) o campo semântico de «perna». </li></ul><ul><li>b) um pernil de porco. </li></ul><ul><li>c) o campo lexical de «perna». </li></ul><ul><li>d) a família de «perna». </li></ul>
  37. 38. <ul><li>A relação que há entre «gato» e «rato» é de </li></ul><ul><li>a) hiperónimo e hipónimo. </li></ul><ul><li>b) merónimo e holónimo. </li></ul><ul><li>c) co-hipónimos. </li></ul><ul><li>d) holónimo e merónimo. </li></ul>
  38. 39. <ul><li>Não há relação de hipónimo / hiperónimo em </li></ul><ul><li>a) casa de banho / divisão de casa. </li></ul><ul><li>b) limonada / bebida. </li></ul><ul><li>c) Filosofia / 10.º ano. </li></ul><ul><li>d) Amor ou Consequência / filme. </li></ul>
  39. 40. <ul><li>Há uma relação de holónimo / merónimo em </li></ul><ul><li>a) miolo / pão. </li></ul><ul><li>b) alimento / pão. </li></ul><ul><li>c) pão / côdea. </li></ul><ul><li>d) pão / trigo. </li></ul>
  40. 41. <ul><li>Nas frases «Sancha foi beijada pelo marido », «Sancho deu um doce ao dragão », « Em Elvas , comprámos azeitonas», as preposições introduzem, respectivamente, </li></ul><ul><li>a) complemento agente da passiva, complemento directo, complemento indirecto. </li></ul><ul><li>b) complemento agente da passiva, complemento indirecto, modificador. </li></ul><ul><li>c) complemento agente da passiva, modificador apositivo, complemento directo. </li></ul><ul><li>d) modificador, complemento directo, complemento indirecto. </li></ul>
  41. 42. <ul><li>A preposição a surge, contraída ou não, em todos os três segmentos da alínea </li></ul><ul><li>a) «Estou a dormir»; «O nascimento e a morte são tristes» ; «Vou à feira». </li></ul><ul><li>b) «Ao caminhar, coxeava»; «Às armas, às armas!»; «Não bastavam os rebuçados a Zulmira». </li></ul><ul><li>c) «Há três minutos que não como cherne» ; «Saiu-me o ás de copas»; «Escrevam um texto sem AA» . </li></ul><ul><li>d) «Dei a prenda ao Honório»; «Bebamos ao Osório!»; «Cada vez mais linda a Ofélia...» . </li></ul>
  42. 43. <ul><li>São contrações de preposição e artigo </li></ul><ul><li>a) pelo, como , à, dos. </li></ul><ul><li>b) no, pela, aos, de . </li></ul><ul><li>c) na, nu , nua , nus . </li></ul><ul><li>d) pelos, no, do, à. </li></ul>
  43. 44. <ul><li>A série de preposições/locuções prepositivas em que não há intrusos de outras classes é </li></ul><ul><li>a) a, com, por, antes de. </li></ul><ul><li>b) de, entre, contra, que . </li></ul><ul><li>c) e , em, durante, a. </li></ul><ul><li>d) mas , da, até, perante. </li></ul>
  44. 45. <ul><li>A sequência «Deve recolher as fezes do seu cão num invólucro de plástico. Deverá segurar o papel de apoio com a mão esquerda, enquanto deposita o cocó no referido saco. Para o efeito, procederá do seguinte modo: [...]» ilustra bem o tipo textual </li></ul><ul><li>a) instrucional. </li></ul><ul><li>b) expositivo-explicativo. </li></ul><ul><li>c) argumentativo. </li></ul><ul><li>d) conversacional. </li></ul>
  45. 46. <ul><li>A sequência «O texto argumentativo tem como objetivo interferir ou transformar o ponto de vista do leitor relativamente ao mundo que o rodeia. Esse ponto de vista assenta num conjunto de normas ou valores» é exemplo do tipo textual </li></ul><ul><li>a) argumentativo. </li></ul><ul><li>b) expositivo. </li></ul><ul><li>c) descritivo. </li></ul><ul><li>d) narrativo. </li></ul>
  46. 47. <ul><li>Na sequência «Arnaldo Antunes, natural de Bogotá, numa manhã de domingo, passeava pelo campo, quando ouviu o realejo do Franjinhas», predomina o tipo textual </li></ul><ul><li>a) expositivo. </li></ul><ul><li>b) descritivo. </li></ul><ul><li>c) narrativo. </li></ul><ul><li>d) argumentativo. </li></ul>
  47. 49. <ul><li>Não falei contigo </li></ul><ul><li>com medo que os montes (1) </li></ul><ul><li>e vales que me achas </li></ul><ul><li>caíssem (2) a teus pés... </li></ul><ul><li>Acredito e entendo </li></ul><ul><li>que a estabilidade (3) lógica </li></ul><ul><li>de quem não quer explodir </li></ul><ul><li>faça bem ao escudo (4) que és... </li></ul>
  48. 50. <ul><li>Saudade é o ar (5) </li></ul><ul><li>que vou sugando e aceitando </li></ul><ul><li>como fruto (6) de verão </li></ul><ul><li>nos jardins (7) do teu beijo... </li></ul><ul><li>Mas sinto que sabes </li></ul><ul><li>que sentes também </li></ul><ul><li>que num dia maior </li></ul><ul><li>serás trapézio (8) sem rede </li></ul><ul><li>a pairar sobre o mundo (9) </li></ul><ul><li>e tudo o que vejo... </li></ul>
  49. 51. <ul><li>É que hoje acordei e lembrei-me </li></ul><ul><li>que sou mago (10) feiticeiro </li></ul><ul><li>Que a minha bola de cristal (11) </li></ul><ul><li>é folha (12) de papel </li></ul><ul><li>Nela te pinto nua </li></ul><ul><li>numa chama (13) minha e tua. </li></ul>
  50. 52. <ul><li>Desconfio que ainda não reparaste </li></ul><ul><li>que o teu destino (14) foi inventado </li></ul><ul><li>por gira-discos (15) estragados </li></ul><ul><li>aos quais te vais moldando... </li></ul><ul><li>E todo o teu planeamento (16) estratégico </li></ul><ul><li>de sincronização (17) do coração </li></ul><ul><li>são leis (18) como paredes e tetos </li></ul><ul><li>cujos vidros (19) vais pisando... </li></ul>
  51. 53. <ul><li>Anseio o dia em que acordares </li></ul><ul><li>por cima de todos os teus números (20) </li></ul><ul><li>raízes quadradas (21) de somas subtraídas (22) </li></ul><ul><li>sempre com a mesma solução... </li></ul>
  52. 54. <ul><li>Podias deixar de fazer da vida </li></ul><ul><li>um ciclo (23) vicioso </li></ul><ul><li>harmonioso (24) ao teu gesto mimado (25) </li></ul><ul><li>e à palma da tua mão... </li></ul>
  53. 55. <ul><li>É que hoje acordei e lembrei-me </li></ul><ul><li>que sou mago (26) feiticeiro </li></ul><ul><li>e a minha bola de cristal (27) </li></ul><ul><li>é folha (28) de papel </li></ul><ul><li>E nela te pinto nua </li></ul><ul><li>Numa chama (29) minha e tua. </li></ul>
  54. 56. <ul><li>Desculpa se te fiz fogo (30) e noite </li></ul><ul><li>sem pedir autorização (31) por escrito </li></ul><ul><li>ao sindicato (32) dos Deuses... </li></ul><ul><li>mas não fui eu que te escolhi (33). </li></ul>
  55. 57. <ul><li>Desculpa se te usei </li></ul><ul><li>como refúgio (34) dos meus sentidos </li></ul><ul><li>pedaço de silêncios (35) perdidos </li></ul><ul><li>que voltei a encontrar em ti... </li></ul>
  56. 58. <ul><li>É que hoje acordei e lembrei-me </li></ul><ul><li>Que sou mago (36) feiticeiro... </li></ul><ul><li>... nela te pinto nua </li></ul><ul><li>Numa chama (37) minha e tua. </li></ul><ul><li>Ainda magoas (38) alguém </li></ul><ul><li>O tiro (39) passou-me ao lado </li></ul><ul><li>Ainda magoas (40) alguém </li></ul><ul><li>Se não te deste a ninguém </li></ul><ul><li>magoaste alguém </li></ul><ul><li>A mim... passou-me ao lado. </li></ul>
  57. 59. <ul><li>Escrev o este slide às oito da noite. Neste computador que me vej o obrigado a usar — que alerta constantemente «É necessário o restauro do sistema pós-infeção» — convém fazer 'guardar' com frequência. Ali, ao fundo, tenh o um melhor, mas tem um programa «open», o que não dá jeito. Agora , v o u parar. </li></ul><ul><li>deíticos pessoais </li></ul><ul><li>deíticos espaciais </li></ul><ul><li>deíticos temporais </li></ul>
  58. 60. <ul><li>enunciado </li></ul><ul><li>enunciação (acto de produção de um enunciado) </li></ul><ul><li>deíticos são marcas da enunciação . </li></ul>
  59. 61. <ul><li>Trata-se de um texto redigido na 1.ª pessoa em que o enunciador do discurso expressa os sentimentos de forma directa a um interlocutor. </li></ul><ul><li>São deíticos pessoais, entre outros: «Falei»; «me», «minha»; «eu». </li></ul>
  60. 62. <ul><li>Apesar de o texto não apresentar a forma de uma carta, em termos temáticos e linguísticos justifica-se essa classificação, uma vez que encontramos emissor («eu») que se dirige a um interlocutor ausente («tu») para lhe dar conta de circunstâncias e sentimentos específicos da sua vida e da sua relação. </li></ul>
  61. 64. <ul><ul><li>Senhora Malena </li></ul></ul><ul><li>Alguém bem mais capaz do que eu escreveu que o único verdadeiro amor é o amor não correspondido. Percebo agora porquê. Passou-se tanto tempo desde que não sai de casa... Mas quanto mais separados estamos mais forte o meu amor se torna. </li></ul><ul><li>Dizem que vai casar com o advo-gado Centorbi. Posso ser miúdo, como me chamou quando passou por mim nos degraus, sem me ver, como é </li></ul>
  62. 65. <ul><li>costume — mas como poderá viver com um velho gordo, calvo e que mu-lher alguma quis, de tão feio? Diz-se que ele nunca se lava e que fede como um bode. Como é que a sua pele tão branca e macia suportará encostar-se à suada de um velho, que nunca dá um passo sem o consentimento da beata da mãe? </li></ul>
  63. 66. <ul><li>TPC </li></ul><ul><li>Prepara a leitura em voz alta das cartas nas pp. 131 (carta de José Régio a Jorge de Sena) e 132 (carta de texto ficcional). </li></ul>

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