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FILOSOFIA



LUCI BONINI
A mente que se abre para uma nova ideia, jamais retorna ao seu
tamanho original. A. Einstein
PROGRAMA DA
  DISCIPLINA
Ementa
• A disciplina de Filosofia aborda fundamentos
  filosóficos como instrumentais de reflexão e
  compreensão do universo no qual se inserem
  as atividades sociais e o profissional da área
  de ciências jurídicas para o desenvolvimento
  de uma visão crítica da realidade em sua
  diversidade cultural.
Objetivo
• Identificar os conceitos básicos da filosofia,
  possibilitando a sua compreensão no contexto
  da realidade contemporânea.
• Refletir sobre a realidade social e a vida
  cotidiana nos âmbitos profissional e pessoal
  utilizando instrumentos de reflexão filosófica,
  criticidade e rigor filosófico.
Conteúdo programático
•   Unidade I – Filosofia: aspectos teóricos e
    conceituais
        •   Conceitos e terminologia
        •   A Filosofia e o conhecimento humano
•   Unidade II – Origem e desenvolvimento
    histórico
    •          2.1 Origem e desenvolvimento histórico
    •          2.2 Principais períodos e escolas
• Unidade III – a racionalidade instrumental –
  prisão na imanência do mundo
  • 3.1 Campos de investigação da filosofia
  • 3.2 A concepção de homen – Ideologia e
    Socialização
• Unidade V – filosofia: a reflexão filosófica na
  vida cotidiana
  • 4.1 Indústria Cultural e Teoria Crítica da Sociedade
  • 4.2 Ética e Moral – conceitos e definição
  • 4.3 Atitude reflexiva, análise e crítica do cotidiano
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  Soceidade
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• 4.3 Atitude reflexiva, análise e crítica do
  cotidiano
• Metodologia
  – Aulas expositivas dialogadas, estudo dirigido, seminários
    de pesquisa
• Forma de Avaliação
  – A avaliação do desempenho é realizada de forma contínua
    a fim de diagnosticar o desenvolvimento do processo de
    aprendizagem por meio dos seguintes instrumentos em
    conformidade com as normas da IES.
  – 1. Avaliação discursiva
  – 2. Avaliação Objetiva
  – 3. Participação em sala de aula
  – 4. Avaliação Interdisciplinar
Bibliografia - Básica
• ARANHA, Maria Lucia de Arruda; MARTINS Maria
  Helena Pires. Filosofando: Introdução à filosofia.
  3ª.ed. São Paulo: Moderna. 2007
• CHAUÍ, Marilena. Convite à Filosofia. 13ª.ed. São
  Paulo. Ática. 2005
• GHIRALDELLI JUNIOR, Paulo. Introdução à Filosofia.
  1ª.ed. São Paulo: Manole. 2003
• ADORNO, Theodor. Educação e Emancipação. 2ª.ed.
  São Paulo: Paz e Terra. 2000
Bibliografia - Complementar
• ARANHA, Maria Lúcia de Arruda. Temas de Filosofia. 3ª.ed.
  São Paulo: Moderna. 2005
• CHAUÍ, Marilena de Sousa. Introdução à história da Filosofia.
  3ª.ed. São Paulo: Cia. Das Letras. 2002
• MARITAIN, Jacques. Elementos de Filosofia i: Introdução geral
  à Filosofia. 18ª.ed. São Paulo: Agir. 2001
• REALE, Miguel. Introdução à Filosofia. 4ª.ed. São Paulo:
  Saraiva. 2004
• COTRIM, Gilberto. Fundamentos da Filosofia. 16ª.ed. São
  Paulo: Saraiva. 2006
Algumas reflexões a partir do livro de:BITTAR, Eduardo C. B. &
ALMEIDA, Guilherme Assis de. Curso de Filosofia do Direito. 7ª
                 ed. São Paulo: Atlas, 2009

• Filosofia e o simbolismo da sabedoria
  – Em muitas línguas (hibou, no francês, owl, no inglês,
    Eule, no alemão) a coruja é a ave que simboliza a
    sabedoria. Isso se deve ao fato de, na tradição grega, a
    coruja (koukoubagía) ter sido vista como a ave de
    Athena (Minerva, para os romanos), ou seja, como
    símbolo da racionalidade e da sabedoria (sophia),
    como a representação da atitude desperta, que
    procura e que não dorme, que age sob o fluxo lunar e
    que, portanto, não dorme quando se trata da busca
    do conhecimento. (p. 1)
• A sabedoria realmente evoca experiência e
  capacidade de absorção reflexiva da
  experiência mundana
• (...) O espanto diante do mundo.
• A coruja que plana e que observa à distância,
  com grandes olhos, retira das alturas sua
  vantagem na observação. (p.2)
• O mosteiro, que para a sociedade medieval é
  o lugar, por definição, da reclusão, da vida
  monástica, da oração, da preservação da
  tradição, da proclamação da fé e da ligação
  com o divino, da concentração no espiritual
  e, exatamente por isso, o lugar da busca da
  ascese espiritual que se faz somente na
  proximidade do caelum, confere aos monges a
  condição de mediadores entre o mundo
  humano (mundo terreno) e o mundo divino
  (mundo celeste), se situando entre ambos. (p.
  2)
Mosteiro Bizantino em Meteora na
             Grécia
• Por sua vez, a fortaleza desempenha o papel
  defensivo contra os ataques sorrateiros do
  inimigo, especialmente em uma sociedade
  profundamente dividida, sujeita a invasões
  permanentes e especialmente descentrada de
  uma unificação das forças de defesa e proteção.
  Por isso, a fortaleza se posta sobre a colina,
  próxima ao despenhadeiro, de onde a sentinela
  pode tudo observar. Um mundo acossado
  permanentemente pelo medo é um mundo para
  o qual é necessário todo tipo de atitude
  defensiva, e as comunidades procuram o abrigo
  dos muros fortificados. (p. 2)
Fortaleza – Castelo Medieval
• O filósofo se distancia para compreender, o
  monge se distancia para contemplar e o
  guerreiro se distancia para ter a visão defensiva
  estrategicamente completa. (...) theorós, a
  daquele que se posta a observar. (p. 3)
Vamos resumir: um coelho branco é tirado de dentro
                  de uma cartola.

Todas as crianças nascem bem na
  ponta dos finos pêlos do
  coelho. Por isso elas
  conseguem se encantar com a
  impossibilidade do número de
  mágica a que assistem. Mas
  conforme vão envelhecendo,
  elas vão se arrastando cada
  vez mais para o interior da
  pelagem do coelho...
E ficam por lá. Lá embaixo é tão confortável que elas não
   ousam mais subir até a ponta dos finos pêlos, lá em cima.




Só os filósofos têm ousadia para se lançar nesta jornada rumo aos limites da
   linguagem e da existência.
Alguns deles ... berram
   para as pessoas que
   estão lá embaixo...




Mas nenhuma das
 pessoas lá de baixo
 se interessa pela
 gritaria dos filósofos.
  (Gaarder, O Mundo de
  Sofia)
Quem
sou?
Por que estou aqui?
Como o mundo começou?
Existe um Deus?
Para onde e vou depois de morrer?
A racionalidade deu à luz a todas as
                   ciências
• Física, Química, Biologia
  e até Matemática já
  fizeram parte da
  Filosofia.
• Mas, com o avanço da
  tecnologia, a filosofia e
  a ciência se separaram.
Segundo Einstein, o objeto é observado de maneira diferente
dependendo do ponto de vista do observador.

COMO VOCÊ VÊ O MUNDO
Então, para que serve a filosofia hoje em
                   dia?

• Os filósofos são muito mais procurados por
  serem preparados para pensar claramente
  sobre os problemas.
• É comum jornais e outros meios de
  comunicação perguntarem a opinião de
  filósofos sobre os temas atuais.
• Muitos filósofos
  trabalham em
  universidades.
• Eles ensinam aos jovens
  como pensar e
  argumentar claramente
  estudando outros
  filósofos.
Conceitos
• A palavra filosofia é de origem grega.
• É composta por duas outras: philo e sophia.
• Philo deriva-se de philia, que significa
  amizade, amor fraterno, respeito entre os
  iguais.
• Sophia quer dizer sabedoria e dela vem a
  palavra sophos, sábio.
• Filosofia é a arte que busca conhecer
  racionalmente a natureza, o ser humano, o
  universo e as transformações que neles
  ocorrem.
• Entende-se por filosofia grega os períodos que
  existiram antes e depois de Sócrates, sendo
  eles:
  – Período pré-socrático,
  – Período socrático,
  – Período sistemático
  – Período helenístico.
• Filosofia é razão - O
  Filósofo é a razão em
  movimento na busca de
  si mesma.
• A idéia da Filosofia
  como razão consolidou-
  se na afirmação de
  Aristóteles: "O homem é
  um animal racional".
Razão

• X + 2y - 5 =0
• A Terra gira em torno do
  sol
• Todos os homens são mortais.
  Sócrates é homem, logo Ele é
  mortal
• Filosofia é Paixão - O
  Filósofo antes de tudo é
  um amante da
  sabedoria.
• O que move o mundo
  não é a razão, mas a
  paixão. "O coração tem
  razões que a própria
  razão desconhece"
  Pascal
• Filosofia é Mito - O Filósofo é um mítico em busca da verdade velada.
• Só pensamos naquilo que cremos, e só cremos naquilo que queremos.
• O mito para a Filosofia é vital, pois cria ícones possíveis do mundo
  das idéias.
• "Há mais mistérios entre os céus e a terra do que pressupõe a vossa
  vã Filosofia". William Shakespeare.
Características da Filosofia
• Aristóteles espanto,
  com o reconhecimento
  da ignorância.
• ignorância 
  incapacidade de dar
  sentido à vida e ao
  universo.
• Alegoria da caverna.
• Reivindicação de liberdade: o filósofo reconhece a
  sua razão como a capacidade mais importante do ser
  humano conjunto de capacidades de pensar, de
  explicar os fenômenos, de calcular, de prever, de
  projetar, de sonhar, de imaginar, de criar
  e, também, de destruir, pois a racionalidade não está
  isenta de erro
• Errar é uma possibilidade que está aberta ao ser
  humano
• Liberdade motivação e um quadro valorativo que
  oriente o uso da liberdade.
Reconhe
           Espanto      cimento
                           da
                      Ignorância




                                  Busca
Radicalidade
                                da verdade




            Univer       Auto
           salidade     nomia
OBJETO DA FILOSOFIA
• Questões
  metafísicas:
• Meta  além do
  físico
  – problemas do ser
    e da realidade
  – o Homem como
    fundamento e
    suporte de tudo o
    que existe
• Questões lógicas:
  problemas do pensar.
• Questões gnoseológicas ou teoria do conhecimento:
  problemas do conhecimento em geral.
• Questões epistemológicas, de
  teoria e filosofia da ciência:
  problemas do conhecimento
  científico e da ciência
• Enquanto as outras ciências
  conhecem, a filosofia estuda a
  possibilidade do próprio
  conhecimento, os seus
  pressupostos e os limites do
  conhecimento possível.
• Questões de axiologia,
  ética, filosofia política,
  estética, etc.:
  problemas dos valores e
  da ação humana - ao
  contrário das outras
  ciências que estudam o
  que é, a filosofia estuda
  o que deve ser
• Questões de filosofia da linguagem: problemas da
  linguagem - a filosofia estuda a linguagem das outras
  ciências na perspectiva da sua estrutura.
Constituição da República Federativa
               do Brasil
• PREÂMBULO: Nós, representantes do povo brasileiro,
  reunidos em Assembléia Nacional Constituinte para instituir
  um Estado Democrático, destinado a assegurar o exercício dos
  direitos sociais e individuais, a liberdade, a segurança, o bem-
  estar, o desenvolvimento, a igualdade e a justiça como valores
  supremos de uma sociedade fraterna, pluralista e sem
  preconceitos, fundada na harmonia social e comprometida,
  na ordem interna e internacional, com a solução pacífica das
  controvérsias, promulgamos, sob a proteção de Deus, a
  seguinte CONSTITUIÇÃO DA REPÚBLICA FEDERATIVA DO
  BRASIL.
• Art. 1º A República Federativa do Brasil, formada pela
  união indissolúvel dos Estados e Municípios e do
  Distrito Federal, constitui-se em Estado Democrático de
  Direito e tem como fundamentos:
   –   I - a soberania;
   –   II - a cidadania;
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   –   IV - os valores sociais do trabalho e da livre iniciativa;
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        • Parágrafo único. Todo o poder emana do povo, que o exerce por meio
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    – II - garantir o desenvolvimento nacional;
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filosofia

  • 2.
  • 3. A mente que se abre para uma nova ideia, jamais retorna ao seu tamanho original. A. Einstein
  • 4.
  • 5. PROGRAMA DA DISCIPLINA
  • 6. Ementa • A disciplina de Filosofia aborda fundamentos filosóficos como instrumentais de reflexão e compreensão do universo no qual se inserem as atividades sociais e o profissional da área de ciências jurídicas para o desenvolvimento de uma visão crítica da realidade em sua diversidade cultural.
  • 7. Objetivo • Identificar os conceitos básicos da filosofia, possibilitando a sua compreensão no contexto da realidade contemporânea. • Refletir sobre a realidade social e a vida cotidiana nos âmbitos profissional e pessoal utilizando instrumentos de reflexão filosófica, criticidade e rigor filosófico.
  • 8. Conteúdo programático • Unidade I – Filosofia: aspectos teóricos e conceituais • Conceitos e terminologia • A Filosofia e o conhecimento humano • Unidade II – Origem e desenvolvimento histórico • 2.1 Origem e desenvolvimento histórico • 2.2 Principais períodos e escolas
  • 9. • Unidade III – a racionalidade instrumental – prisão na imanência do mundo • 3.1 Campos de investigação da filosofia • 3.2 A concepção de homen – Ideologia e Socialização • Unidade V – filosofia: a reflexão filosófica na vida cotidiana • 4.1 Indústria Cultural e Teoria Crítica da Sociedade • 4.2 Ética e Moral – conceitos e definição • 4.3 Atitude reflexiva, análise e crítica do cotidiano
  • 10. • Unidade V – filosofia: a reflexão filosófica na vida cotidiana • 4.1 Indústria Cultural e Teoria Crítica da Soceidade • 4.2 Ética e Moral – conceitos e definição • 4.3 Atitude reflexiva, análise e crítica do cotidiano
  • 11. • Metodologia – Aulas expositivas dialogadas, estudo dirigido, seminários de pesquisa • Forma de Avaliação – A avaliação do desempenho é realizada de forma contínua a fim de diagnosticar o desenvolvimento do processo de aprendizagem por meio dos seguintes instrumentos em conformidade com as normas da IES. – 1. Avaliação discursiva – 2. Avaliação Objetiva – 3. Participação em sala de aula – 4. Avaliação Interdisciplinar
  • 12. Bibliografia - Básica • ARANHA, Maria Lucia de Arruda; MARTINS Maria Helena Pires. Filosofando: Introdução à filosofia. 3ª.ed. São Paulo: Moderna. 2007 • CHAUÍ, Marilena. Convite à Filosofia. 13ª.ed. São Paulo. Ática. 2005 • GHIRALDELLI JUNIOR, Paulo. Introdução à Filosofia. 1ª.ed. São Paulo: Manole. 2003 • ADORNO, Theodor. Educação e Emancipação. 2ª.ed. São Paulo: Paz e Terra. 2000
  • 13. Bibliografia - Complementar • ARANHA, Maria Lúcia de Arruda. Temas de Filosofia. 3ª.ed. São Paulo: Moderna. 2005 • CHAUÍ, Marilena de Sousa. Introdução à história da Filosofia. 3ª.ed. São Paulo: Cia. Das Letras. 2002 • MARITAIN, Jacques. Elementos de Filosofia i: Introdução geral à Filosofia. 18ª.ed. São Paulo: Agir. 2001 • REALE, Miguel. Introdução à Filosofia. 4ª.ed. São Paulo: Saraiva. 2004 • COTRIM, Gilberto. Fundamentos da Filosofia. 16ª.ed. São Paulo: Saraiva. 2006
  • 14. Algumas reflexões a partir do livro de:BITTAR, Eduardo C. B. & ALMEIDA, Guilherme Assis de. Curso de Filosofia do Direito. 7ª ed. São Paulo: Atlas, 2009 • Filosofia e o simbolismo da sabedoria – Em muitas línguas (hibou, no francês, owl, no inglês, Eule, no alemão) a coruja é a ave que simboliza a sabedoria. Isso se deve ao fato de, na tradição grega, a coruja (koukoubagía) ter sido vista como a ave de Athena (Minerva, para os romanos), ou seja, como símbolo da racionalidade e da sabedoria (sophia), como a representação da atitude desperta, que procura e que não dorme, que age sob o fluxo lunar e que, portanto, não dorme quando se trata da busca do conhecimento. (p. 1)
  • 15. • A sabedoria realmente evoca experiência e capacidade de absorção reflexiva da experiência mundana • (...) O espanto diante do mundo. • A coruja que plana e que observa à distância, com grandes olhos, retira das alturas sua vantagem na observação. (p.2)
  • 16. • O mosteiro, que para a sociedade medieval é o lugar, por definição, da reclusão, da vida monástica, da oração, da preservação da tradição, da proclamação da fé e da ligação com o divino, da concentração no espiritual e, exatamente por isso, o lugar da busca da ascese espiritual que se faz somente na proximidade do caelum, confere aos monges a condição de mediadores entre o mundo humano (mundo terreno) e o mundo divino (mundo celeste), se situando entre ambos. (p. 2)
  • 17. Mosteiro Bizantino em Meteora na Grécia
  • 18. • Por sua vez, a fortaleza desempenha o papel defensivo contra os ataques sorrateiros do inimigo, especialmente em uma sociedade profundamente dividida, sujeita a invasões permanentes e especialmente descentrada de uma unificação das forças de defesa e proteção. Por isso, a fortaleza se posta sobre a colina, próxima ao despenhadeiro, de onde a sentinela pode tudo observar. Um mundo acossado permanentemente pelo medo é um mundo para o qual é necessário todo tipo de atitude defensiva, e as comunidades procuram o abrigo dos muros fortificados. (p. 2)
  • 20. • O filósofo se distancia para compreender, o monge se distancia para contemplar e o guerreiro se distancia para ter a visão defensiva estrategicamente completa. (...) theorós, a daquele que se posta a observar. (p. 3)
  • 21. Vamos resumir: um coelho branco é tirado de dentro de uma cartola. Todas as crianças nascem bem na ponta dos finos pêlos do coelho. Por isso elas conseguem se encantar com a impossibilidade do número de mágica a que assistem. Mas conforme vão envelhecendo, elas vão se arrastando cada vez mais para o interior da pelagem do coelho...
  • 22. E ficam por lá. Lá embaixo é tão confortável que elas não ousam mais subir até a ponta dos finos pêlos, lá em cima. Só os filósofos têm ousadia para se lançar nesta jornada rumo aos limites da linguagem e da existência.
  • 23. Alguns deles ... berram para as pessoas que estão lá embaixo... Mas nenhuma das pessoas lá de baixo se interessa pela gritaria dos filósofos. (Gaarder, O Mundo de Sofia)
  • 25. Por que estou aqui?
  • 26. Como o mundo começou?
  • 28. Para onde e vou depois de morrer?
  • 29. A racionalidade deu à luz a todas as ciências • Física, Química, Biologia e até Matemática já fizeram parte da Filosofia. • Mas, com o avanço da tecnologia, a filosofia e a ciência se separaram.
  • 30. Segundo Einstein, o objeto é observado de maneira diferente dependendo do ponto de vista do observador. COMO VOCÊ VÊ O MUNDO
  • 31.
  • 32.
  • 33.
  • 34.
  • 35.
  • 36.
  • 37.
  • 38. Então, para que serve a filosofia hoje em dia? • Os filósofos são muito mais procurados por serem preparados para pensar claramente sobre os problemas. • É comum jornais e outros meios de comunicação perguntarem a opinião de filósofos sobre os temas atuais.
  • 39.
  • 40. • Muitos filósofos trabalham em universidades. • Eles ensinam aos jovens como pensar e argumentar claramente estudando outros filósofos.
  • 41. Conceitos • A palavra filosofia é de origem grega. • É composta por duas outras: philo e sophia. • Philo deriva-se de philia, que significa amizade, amor fraterno, respeito entre os iguais. • Sophia quer dizer sabedoria e dela vem a palavra sophos, sábio.
  • 42. • Filosofia é a arte que busca conhecer racionalmente a natureza, o ser humano, o universo e as transformações que neles ocorrem. • Entende-se por filosofia grega os períodos que existiram antes e depois de Sócrates, sendo eles: – Período pré-socrático, – Período socrático, – Período sistemático – Período helenístico.
  • 43. • Filosofia é razão - O Filósofo é a razão em movimento na busca de si mesma. • A idéia da Filosofia como razão consolidou- se na afirmação de Aristóteles: "O homem é um animal racional".
  • 44. Razão • X + 2y - 5 =0 • A Terra gira em torno do sol • Todos os homens são mortais. Sócrates é homem, logo Ele é mortal
  • 45. • Filosofia é Paixão - O Filósofo antes de tudo é um amante da sabedoria. • O que move o mundo não é a razão, mas a paixão. "O coração tem razões que a própria razão desconhece" Pascal
  • 46. • Filosofia é Mito - O Filósofo é um mítico em busca da verdade velada. • Só pensamos naquilo que cremos, e só cremos naquilo que queremos. • O mito para a Filosofia é vital, pois cria ícones possíveis do mundo das idéias. • "Há mais mistérios entre os céus e a terra do que pressupõe a vossa vã Filosofia". William Shakespeare.
  • 47. Características da Filosofia • Aristóteles espanto, com o reconhecimento da ignorância. • ignorância  incapacidade de dar sentido à vida e ao universo. • Alegoria da caverna.
  • 48. • Reivindicação de liberdade: o filósofo reconhece a sua razão como a capacidade mais importante do ser humano conjunto de capacidades de pensar, de explicar os fenômenos, de calcular, de prever, de projetar, de sonhar, de imaginar, de criar e, também, de destruir, pois a racionalidade não está isenta de erro • Errar é uma possibilidade que está aberta ao ser humano • Liberdade motivação e um quadro valorativo que oriente o uso da liberdade.
  • 49. Reconhe Espanto cimento da Ignorância Busca Radicalidade da verdade Univer Auto salidade nomia
  • 51. • Questões metafísicas: • Meta  além do físico – problemas do ser e da realidade – o Homem como fundamento e suporte de tudo o que existe
  • 52. • Questões lógicas: problemas do pensar.
  • 53. • Questões gnoseológicas ou teoria do conhecimento: problemas do conhecimento em geral.
  • 54. • Questões epistemológicas, de teoria e filosofia da ciência: problemas do conhecimento científico e da ciência • Enquanto as outras ciências conhecem, a filosofia estuda a possibilidade do próprio conhecimento, os seus pressupostos e os limites do conhecimento possível.
  • 55. • Questões de axiologia, ética, filosofia política, estética, etc.: problemas dos valores e da ação humana - ao contrário das outras ciências que estudam o que é, a filosofia estuda o que deve ser
  • 56. • Questões de filosofia da linguagem: problemas da linguagem - a filosofia estuda a linguagem das outras ciências na perspectiva da sua estrutura.
  • 57. Constituição da República Federativa do Brasil • PREÂMBULO: Nós, representantes do povo brasileiro, reunidos em Assembléia Nacional Constituinte para instituir um Estado Democrático, destinado a assegurar o exercício dos direitos sociais e individuais, a liberdade, a segurança, o bem- estar, o desenvolvimento, a igualdade e a justiça como valores supremos de uma sociedade fraterna, pluralista e sem preconceitos, fundada na harmonia social e comprometida, na ordem interna e internacional, com a solução pacífica das controvérsias, promulgamos, sob a proteção de Deus, a seguinte CONSTITUIÇÃO DA REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL.
  • 58. • Art. 1º A República Federativa do Brasil, formada pela união indissolúvel dos Estados e Municípios e do Distrito Federal, constitui-se em Estado Democrático de Direito e tem como fundamentos: – I - a soberania; – II - a cidadania; – III - a dignidade da pessoa humana; – IV - os valores sociais do trabalho e da livre iniciativa; – V - o pluralismo político. • Parágrafo único. Todo o poder emana do povo, que o exerce por meio de representantes eleitos ou diretamente, nos termos desta Constituição.
  • 59. • Art. 3º Constituem objetivos fundamentais da República Federativa do Brasil: – I - construir uma sociedade livre, justa e solidária; – II - garantir o desenvolvimento nacional; • III - erradicar a pobreza e a marginalização e reduzir as desigualdades sociais e regionais; – IV - promover o bem de todos, sem preconceitos de origem, raça, sexo, cor, idade e quaisquer outras formas de discriminação.