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Sofistas
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especial em Atenas. Destacaram
especialmente dois dos maiores sofistas de
todos os tempos, Protágoras e Górgias.
Protágoras
• Conhecido como o
primeiro sofista, pensava
que o homem é a medida
de todas as coisas,
inclusive da verdade que
não poderia ser pautada,
portando, pela fé nos
deuses. Seu pensamento
pode ser considerado
humanista e relativista.
Górgias
• Descartando qualquer noção
de moral ou virtude, Górgias
determinou a persuasão
como algo essencial ao
homem. Segundo ele, o
domínio dessa técnica
permite ao homem conhecer
todas as coisas e, com isso,
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Dualismo Platonico
• Platão concebe o mundo como dual, ou
seja, como uma dupla realidade. Para
Platão existem dois tipos de
conhecimento, o Mundo das Ideias, que
é o mais verdadeiro porque se mantém
igual, e o Mundo Real, que altera-se e
transforma-se, sem manter-se igual.
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• É quando tudo permanece igual, por
exemplo: Uma casa. Ao fecharmos os
olhos ou passar certo tempo sem vê-la,
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dela, desde cor, forma e textura. A casa irá
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• É quando algo ou alguém modifica-se.
Mantendo o exemplo da casa, nesse certo
tempo sem vê-la, podem ocorrer
mudanças, bem como: reformas, pinturas,
agregações, etc. Na realidade tudo muda,
pode deixar de existir, o amanhã pode ser
diferente.
Epicurismo
• É o sistema filosófico que prega a procura
dos prazeres modernos para atingir um
estado de tranquilidade e de libertação do
medo, com a ausência do sofrimento
corporal pelo conhecimento do
funcionamento do mundo e das limitações
dos desejos. Já quando os desejos são
exacerbados podem ser fonte de
perturbações constantes, ensinado por
Epicuro de Samos, filósofo ateniense do
século IV a.C., e dado sequência por outros
filósofos, conhecidos como Epicuristas.
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Cinismo
• O Cinismo foi uma escola
filosófica grega criada por
Antístenes, seguidor de
Sócrates, aproximadamente no
ano 400 a.C., mas seu nome de
maior destaque foi Diógenes de
Sínope. Estes filósofos
menosprezavam os pactos
sociais, defendiam o
desprendimento dos bens
materiais e a existência nômada
que levavam.
Pirronismo
• Também conhecido como cepticismo pirrónico, foi
uma tradição da corrente filosófica do cepticismo
fundada por Enesidemo de Cnossos no século I
d.C., e registrada por Sexto Empírico no século III.
Toma o seu nome de Pirro de Élies, um céptico
que viveu entre 360 a 270 a.C., embora a relação
entre a filosofia da escola essa figura histórica
seja pouco clara.
• O pirronismo tornou-se influente há alguns
séculos desde o surgimento da moderna visão
cientifica do mundo.
‘’Nada pode ser conhecido, nem mesmo isto. ’’
(Pirro de Élies)
Conhecimento Científico e Lógico
Conhecimento Científico
• O conhecimento científico vai além da visão empírica,
preocupa-se não só com os efeitos, mas principalmente com
as causas e leis que o motivaram, esta nova percepção do
conhecimento se deu de forma lenta e gradual, evoluindo de
um conceito que era entendido como um sistema de
proposições rigorosamente demonstradas e imutáveis, para
um processo contínuo de construção, onde não existe o
pronto e o definitivo, “é uma busca constante de explicações
e soluções e a reavaliação de seus resultados”. Este conceito
ganhou força a partir do século XVI com Copérnico, Bacon,
Galileu, Descartes e outros.No seu conceito teórico, é tratado
como um saber ordenado e lógico que possibilita a formação
de ideias, num processo complexo de pesquisa, análise e
síntese, de maneira que as afirmações que não podem ser
comprovadas são descartadas do âmbito da ciência. Este
conhecimento é privilégio de especialistas das diversas áreas
das ciências.
Conhecimento Lógico
• Conhecimento lógico é todo raciocínio que
possuímos desde o nascimento, é
baseado nas reações naturais do ser
humano , ditados pelo instinto de
sobrevivência , não há necessidade de
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Socio 23 mp

  • 1. Trabalho de sociologia Gabriele Bertamoni e Guilherme Portella, 23MP.
  • 2. Sofistas • Os sofistas eram reconhecidos como um grupo de mestres que realizavam seus trabalhos em diversas cidades. Iam em busca de jovens e lhes proporcionavam educação, bem como palestras, discursos, etc. São famosos e numerosos os Sofistas que se destacaram na Grécia Antiga, em especial em Atenas. Destacaram especialmente dois dos maiores sofistas de todos os tempos, Protágoras e Górgias.
  • 3. Protágoras • Conhecido como o primeiro sofista, pensava que o homem é a medida de todas as coisas, inclusive da verdade que não poderia ser pautada, portando, pela fé nos deuses. Seu pensamento pode ser considerado humanista e relativista.
  • 4. Górgias • Descartando qualquer noção de moral ou virtude, Górgias determinou a persuasão como algo essencial ao homem. Segundo ele, o domínio dessa técnica permite ao homem conhecer todas as coisas e, com isso, ser feliz.
  • 5. Dualismo Platonico • Platão concebe o mundo como dual, ou seja, como uma dupla realidade. Para Platão existem dois tipos de conhecimento, o Mundo das Ideias, que é o mais verdadeiro porque se mantém igual, e o Mundo Real, que altera-se e transforma-se, sem manter-se igual.
  • 6. Mundo das ideias: • É quando tudo permanece igual, por exemplo: Uma casa. Ao fecharmos os olhos ou passar certo tempo sem vê-la, conseguimos ainda guardar lembranças dela, desde cor, forma e textura. A casa irá manter-se sempre igual.
  • 7. Mundo real: • É quando algo ou alguém modifica-se. Mantendo o exemplo da casa, nesse certo tempo sem vê-la, podem ocorrer mudanças, bem como: reformas, pinturas, agregações, etc. Na realidade tudo muda, pode deixar de existir, o amanhã pode ser diferente.
  • 8. Epicurismo • É o sistema filosófico que prega a procura dos prazeres modernos para atingir um estado de tranquilidade e de libertação do medo, com a ausência do sofrimento corporal pelo conhecimento do funcionamento do mundo e das limitações dos desejos. Já quando os desejos são exacerbados podem ser fonte de perturbações constantes, ensinado por Epicuro de Samos, filósofo ateniense do século IV a.C., e dado sequência por outros filósofos, conhecidos como Epicuristas.
  • 10. Cinismo • O Cinismo foi uma escola filosófica grega criada por Antístenes, seguidor de Sócrates, aproximadamente no ano 400 a.C., mas seu nome de maior destaque foi Diógenes de Sínope. Estes filósofos menosprezavam os pactos sociais, defendiam o desprendimento dos bens materiais e a existência nômada que levavam.
  • 11. Pirronismo • Também conhecido como cepticismo pirrónico, foi uma tradição da corrente filosófica do cepticismo fundada por Enesidemo de Cnossos no século I d.C., e registrada por Sexto Empírico no século III. Toma o seu nome de Pirro de Élies, um céptico que viveu entre 360 a 270 a.C., embora a relação entre a filosofia da escola essa figura histórica seja pouco clara. • O pirronismo tornou-se influente há alguns séculos desde o surgimento da moderna visão cientifica do mundo. ‘’Nada pode ser conhecido, nem mesmo isto. ’’
  • 13. Conhecimento Científico e Lógico Conhecimento Científico • O conhecimento científico vai além da visão empírica, preocupa-se não só com os efeitos, mas principalmente com as causas e leis que o motivaram, esta nova percepção do conhecimento se deu de forma lenta e gradual, evoluindo de um conceito que era entendido como um sistema de proposições rigorosamente demonstradas e imutáveis, para um processo contínuo de construção, onde não existe o pronto e o definitivo, “é uma busca constante de explicações e soluções e a reavaliação de seus resultados”. Este conceito ganhou força a partir do século XVI com Copérnico, Bacon, Galileu, Descartes e outros.No seu conceito teórico, é tratado como um saber ordenado e lógico que possibilita a formação de ideias, num processo complexo de pesquisa, análise e síntese, de maneira que as afirmações que não podem ser comprovadas são descartadas do âmbito da ciência. Este conhecimento é privilégio de especialistas das diversas áreas das ciências.
  • 14. Conhecimento Lógico • Conhecimento lógico é todo raciocínio que possuímos desde o nascimento, é baseado nas reações naturais do ser humano , ditados pelo instinto de sobrevivência , não há necessidade de cursarmos uma escola para aprendermos a nos defender ,a este tipo de pensamento Emmanuel Kant em Critica da Razão Pura denominou "a priori".