SlideShare uma empresa Scribd logo
1 de 4
Leitura 6
DAMIANI, Amélia. População e Geografia.

Resumo do livro
O texto é constituído pelas ideias de superpopulação e modos de subsistência da
população, decorrentes, das atividades humanas. As teorias ou reflexões, como as de
Malthus e os neomalthusianos e, as de Marx fazem parte significativamente no modo
de produção existentes na atualidade.
No fim do século XIX, ocorreram transformações que mudariam o ritmo de produção
mundial, o desenvolvimento de grandes maquinarios e a mecanização que, substituíra
a manufatura. Esse sistema revolucionou a vida de milhares de trabalhadores,
expulsando-os de seus empregos, ou substituindo em muitas vezes a mão-de-obra
adulta pelo trabalho de crianças e de mulheres. Essa situação acarretou no Ludismo,
que é um movimento contrário à mecanização do trabalho, trazida pela revolução
industrial.
Segundo Malthus, a causa verdadeira da miséria humana não era a sociedade dividida
entre proprietários e trabalhadores, entre ricos e pobres. A miséria, na verdade, seria
um obstáculo positivo que, atuou ao longo de toda a historia humana, para
reequilibrar a desproporção natural entre a multiplicação dos homens, ou seja, o
crescimento populacional e, a produção dos meios de subsistência. Em outras
palavras, o crescimento natural da população, que é determinado pela paixão entre os
sexos, excede a capacidade da terra de produzir alimentos para o homem. A miséria
para Malthus, é, portanto, necessária, ficando o pobre com a parte menos favorecida,
ou, a pior parte. A paixão entre os sexos, faria com que a população dobraria de 25 em
25 anos.
Malthus não só esta vivo através do pensamento neomalthusiano do século XX, como
orientou a construção demográfica, ao conferir importância sócioeconômica aos
problemas populacionais. Baseando-se na autonomia conferida à população por
pensadores como Malthus, a demografia formal chega a superestimar essa tendência,
constituindo técnicas para pesquisar as formas de movimento da população, como:
nas analises de natalidade, de mortalidade, quanto à constituição do crescimento
vegetativo, entre outros.
Para Marx, o pobre não é somente aquele privado de recursos, mas aquele incapaz de
se apropriar dos meios de subsistência, por meio do trabalho. Isto ocorre, porque, no
capitalismo a finalidade da produção é o lucro, ou melhor, a produção do capital e não
a satisfação das necessidades da produção.
A superpopulação é relativa e não esta ligada diretamente ao crescimento absoluto da
população, mas, aos de termos históricos do processo da população social, de como se
desenvolve e reproduz o capital.
Portanto, nem os trabalhadores já empregados, nem os trabalhadores adicionais, que,
periodicamente, se incorporam ao mercado, são necessariamente reabsorvidos.
Constitui-se, assim, uma massa de trabalhadores disponível, ou se criam excedentes
populacionais úteis, que constituem uma reserva de trabalhadores inativos, passiveis
de serem usados a qualquer momento, dependendo das necessidades de valorização
ou expansão do capital.
A mecanização, expulsa o trabalhador adulto de certas etapas produtivas e, o substitui
pelo trabalho infantil, ou feminino. Essa questão, para Marx, implicaria no rápido
rendimento das gerações trabalhadoras, com casamentos precoces, por exemplo. A
divisão do trabalho, fixa o trabalhador, engessando-o em um certo tipo de atividade,
isto é, dificultando o enfrentamento de novos tipos de trabalho. Em outras palavras, a
miséria é a causa da superpopulação.
O malthusianismo e o neomalthusiano, para não seguirem a risca as teorias de Malthus,
atualizam-se sempre, em relação aos novos problemas sociais e econômicos históricos,
a partir da comparação entre, a quantidade de população e as possibilidades de
abastecimento, vitais, para a manutenção de um dado território.
É possível compreender, os argumentos semelhantes, usados em situações opostas,
para justificar a intervenção fascista do mundo. Os italianos, por exemplo, legitimaram
sua agressão na segunda guerra pela, necessidade de espaço vital, decorrente da alta
natalidade e, formação de uma superpopulação em seu território. Contrariamente,
entre os alemães, a luta pela ampliação do espaço vital era justificada como a luta
contra a extinção da população que, registrava uma baixa natalidade.
O malthusianismo não explicaria a produção simultânea e, contraditória da riqueza e
da miséria, da superprodução de alimentos e da fome. O malthusianismo e
neomalthusiano são uma ideologia que, se traduz em estratégias políticas reais e
relativamente eficazes.
O crescimento populacional, especialmente a partir da década de 50, nos países de
terceiro mundo, no entender da teoria neomalthusiano, determinaria a existência de
uma população excedente às possibilidades do desenvolvimento econômico desses
países. Apesar de muitos considerarem que os programas de desenvolvimento dos
países de terceiro mundo teriam um efeito redutor sobre a natalidade, admitindo-se a,
real necessidade de políticas de controle da natalidade. Ainda hoje, empréstimos
internacionais aos países do terceiro mundo, feitos pelo FMI, têm como exigência, o
controle de natalidade para serem liberados. O modelo de família que, é veiculado
pelos meios de comunicação são os de famílias nucleares, que, possuem um ou dois
filhos.
A Conferência de População de Bucareste, em 1974, foi reveladora quanto à questão
da complexidade da superpopulação. Alguns países pobres apresentaram o argumento
que a pobreza erradicada, o desenvolvimento, é o melhor anticoncepcional. Entrou,
também, na pauta das discussões, o superconsumo.
Elementos da dinâmica populacional
A dinâmica populacional contém como componentes, a natalidade, a mortalidade e a
migração. Os procedimentos metodológicos da dinâmica populacional variam.
Exemplo disso é associação entre o aumento de escolaridade e a diminuição de filhos
da família.
Mortalidade
O índice de mortalidade geral equivale à relação entre o numero de óbitos em
determinado ano e a população total desse ano; multiplica-se o resultado por mil, para
evitar excessos decimais.
Dados referentes a 1998 definem taxas de mortalidade geral da ordem de 10 por 1000
para todo o mundo. Contudo, se examinarmos país por país, mesmo sem remetermos
a variações regionais, locais, sociais, obteremos taxas de mortalidade que vão desde,
24 por 1000 na Etiópia e, até 6 por 1000 na Albânia.
Essa taxa é calculada multiplicando-se por mil o número de crianças com menos de um
ano, que morrem em determinado ano, e divido pelo número de crianças nascidas
vivas nesse mesmo ano.
Natalidade e fecundidade
O índice de natalidade equivale ao número de nascimentos num dado ano,
multiplicado por mil e divido pela população total no ano e local. A fecundidade, por
sua vez, relaciona o número de crianças com menos de cinco anos de idade ao número
de mulheres em idade reprodutiva.
A fecundidade, em princípio, sofreria a variação da idade de casamento, que, por sua
vez, sofre a influência de fatores culturais (religiosos), econômicos e políticos. Quanto
à taxa de fecundidade da população brasileira, o que se observa é, uma queda
acentuada: de 5,5 em 1940 para 2,78 em 1980. No mundo, essa taxa equivale a 1,7%,
sendo 0,5% a dos países desenvolvidos.
Migração
A discussão da migração tem um caráter estratégico no desvendamento da relação
entre a dinâmica populacional e processo de acumulação de capital, para além da
concepção de crescimento natural. Mais de cinqüenta milhões de europeus foram pra
o estrangeiro. O maior volume dirigiu-se para a América do Norte. Com relação aos
países da América Latina, foi significativa a migração para a Argentina e o Brasil. Pierre
George fala de migração não só como deslocação humana, mas como irradiação
geográfica de um dado sistema econômico e de uma dada estrutura social.
Com o colapso do regime de trabalho escravo no Brasil, deu-se, em meados do século
XIX, a progressiva substituição do cativeiro para o trabalho livre.
Tanto as migrações internacionais, como as migrações internas - rural-urbana e ruralrural - comprovam o processo de expropriação e de exploração, que marcaram o
desenvolvimento do capitalismo em países como o Brasil.
Se no discurso sobre o desenvolvimento, a migração era um elemento secundário de
análise, a partir dos anos 60, houve uma inversão: o crescimento natural aparece como
subordinado da análise da migração.
Dessa forma, abrem perspectivas de análise dos dramas humanos, nascidos das
contradições e constrangimentos recentes de nossa sociedade, e das relações e
valores, que, de maneira deteriorada ou não, são preservados, definindo os termos da
reprodução e da vida.
Fatores de distribuição da população
A terra (solo), onde a humanidade vive, não seria explicada apenas por fatores
naturais, mas também históricos. A desigualdade na ocupação dos continentes. Até
meados do século XX, por volta de 2/3 dos habitantes, estariam concentrados em 1/7
da superfície do globo. Apesar da variação dos dados a respeito desta desigualdade,
era unânime sua concentração na Europa, China e índia.
A Importância da Demografia na Análise Geográfica da População
A demografia auxilia na determinação da balança dos nascimentos e dos óbitos ou, em
outras palavras, no movimento natural da população. O volume da população em
idade “dependente”, anuncia a emergência de investimentos demográficos: escolas,
hospitais entre outros. Estes, são causadores de prejuízos em investimentos
produtivos, reproduzindo ritmos lentos de crescimento econômico. Portanto, a
pressão demográfica pode reproduzir estágios de subdesenvolvimento.
O esquema clássico utilizado é o da divisão da população ativa em três setores: setor
primário - população agrícola, pescadores, mineiros,etc.; setor secundário - população
trabalhadora na industria, que transforma os produtos brutos; e setor terciário população voltada aos serviços.
Superpopulação
A noção de superpopulação surge como, “formas do sistema econômico-social
capitalista”. Se, nos países industrializados registrou-se um acréscimo do nível de vida
médio (classe média), é preciso considerar que as necessidades cresceram mais que a
distribuição - inclusive, sugerindo deslocações geográficas de população.
Em última análise, a superpopulação nos países subdesenvolvidos acaba aparecendo
como uma negativa geográfica entre os responsáveis pelos maiores crescimentos e a
distribuição dos meios e fontes de produção. Um grande encômodo(medo) do mundo
capitalista quanto ao crescimento demográfico dos países subdesenvolvidos parece ter
se atenuado, pelo menos no nível dos discursos ao bloco desses países.
O Crescimento Demográfico e a Homogeneização
Hoje, o crescimento demográfico se destaca como uma das razões, entre tantas
outras, para a manutenção do esquema de homogeneidade, baseados nas regras da
industria, da organização e do crescimento, em vez de ressaltar os diferentes
problemas para cada país, povos ou culturas.
O crescimento demográfico, entre outras razões, tornaria mais "natural" a lógica da
quantidade, na perda da qualidade. Técnicas para dar conta das quantidades não
falam: teoria da informação, da cibernética, etc. Técnicas aprimoradas permitem
calcular quantas escolas, postos de saúde, casas, etc, são necessárias no corpo de uma
vida social reduzida.
A pressão demográfica favorece a deterioração da vida urbana nas grandes cidades,
que explodem em centros congestionados, em grandes condomínios periféricos e
luxuosos, em periferias empobrecidas e desurbanizadas.

Mais conteúdo relacionado

Mais procurados

Conceitos demográficos
Conceitos demográficosConceitos demográficos
Conceitos demográficosProfessor
 
Urbanização Mundial e Brasileira
Urbanização Mundial e BrasileiraUrbanização Mundial e Brasileira
Urbanização Mundial e BrasileiraArtur Lara
 
Cap. 4 - A industrialização brasileira
Cap. 4 - A industrialização brasileiraCap. 4 - A industrialização brasileira
Cap. 4 - A industrialização brasileiraprofacacio
 
Dinâmica populacional brasileira
Dinâmica populacional brasileiraDinâmica populacional brasileira
Dinâmica populacional brasileiraPedro Neves
 
UrbanizaçãO e Crescimento Urbano
UrbanizaçãO e Crescimento UrbanoUrbanizaçãO e Crescimento Urbano
UrbanizaçãO e Crescimento Urbanovallmachado
 
RESENHA Região e organização espacial
RESENHA Região e organização espacialRESENHA Região e organização espacial
RESENHA Região e organização espacialHemily Sued
 
Região: um conceito geografico
Região: um conceito geograficoRegião: um conceito geografico
Região: um conceito geograficoJoel Neto Pereira
 
Slide 1 - Regionalização do Brasil
Slide 1 - Regionalização do BrasilSlide 1 - Regionalização do Brasil
Slide 1 - Regionalização do BrasilLaisa Cabral Caetano
 
Problemas sociais no Brasil
Problemas sociais no BrasilProblemas sociais no Brasil
Problemas sociais no Brasil97636768
 
Rede e hierarquia urbana
Rede e hierarquia urbanaRede e hierarquia urbana
Rede e hierarquia urbanaSuely Takahashi
 
GLOBALIZAÇÃO E EXCLUSÃO SOCIAL
GLOBALIZAÇÃO E EXCLUSÃO SOCIALGLOBALIZAÇÃO E EXCLUSÃO SOCIAL
GLOBALIZAÇÃO E EXCLUSÃO SOCIALHudson Frota
 

Mais procurados (20)

Conceitos demográficos
Conceitos demográficosConceitos demográficos
Conceitos demográficos
 
Urbanização
UrbanizaçãoUrbanização
Urbanização
 
Populaçao brasileira
Populaçao brasileiraPopulaçao brasileira
Populaçao brasileira
 
Urbanização Mundial e Brasileira
Urbanização Mundial e BrasileiraUrbanização Mundial e Brasileira
Urbanização Mundial e Brasileira
 
Cap. 4 - A industrialização brasileira
Cap. 4 - A industrialização brasileiraCap. 4 - A industrialização brasileira
Cap. 4 - A industrialização brasileira
 
Dinâmica populacional brasileira
Dinâmica populacional brasileiraDinâmica populacional brasileira
Dinâmica populacional brasileira
 
Espaço urbano
Espaço urbano  Espaço urbano
Espaço urbano
 
UrbanizaçãO e Crescimento Urbano
UrbanizaçãO e Crescimento UrbanoUrbanizaçãO e Crescimento Urbano
UrbanizaçãO e Crescimento Urbano
 
RESENHA Região e organização espacial
RESENHA Região e organização espacialRESENHA Região e organização espacial
RESENHA Região e organização espacial
 
Fusos horarios completo
Fusos horarios completoFusos horarios completo
Fusos horarios completo
 
Paisagem, espaço e lugar
Paisagem, espaço e lugarPaisagem, espaço e lugar
Paisagem, espaço e lugar
 
Pirâmide etária
Pirâmide etáriaPirâmide etária
Pirâmide etária
 
Região: um conceito geografico
Região: um conceito geograficoRegião: um conceito geografico
Região: um conceito geografico
 
Urbanização
UrbanizaçãoUrbanização
Urbanização
 
Teorias populacionais
Teorias populacionaisTeorias populacionais
Teorias populacionais
 
Slide 1 - Regionalização do Brasil
Slide 1 - Regionalização do BrasilSlide 1 - Regionalização do Brasil
Slide 1 - Regionalização do Brasil
 
Problemas sociais no Brasil
Problemas sociais no BrasilProblemas sociais no Brasil
Problemas sociais no Brasil
 
Migraçoes
MigraçoesMigraçoes
Migraçoes
 
Rede e hierarquia urbana
Rede e hierarquia urbanaRede e hierarquia urbana
Rede e hierarquia urbana
 
GLOBALIZAÇÃO E EXCLUSÃO SOCIAL
GLOBALIZAÇÃO E EXCLUSÃO SOCIALGLOBALIZAÇÃO E EXCLUSÃO SOCIAL
GLOBALIZAÇÃO E EXCLUSÃO SOCIAL
 

Destaque

O que é geografia da população
O que é geografia da populaçãoO que é geografia da população
O que é geografia da populaçãoPedro Neves
 
Geografia da populacao
Geografia da populacaoGeografia da populacao
Geografia da populacaoMarcia Magal
 
Resenha do livro a historia da Riqueza do Homem
Resenha do livro a historia da Riqueza do HomemResenha do livro a historia da Riqueza do Homem
Resenha do livro a historia da Riqueza do HomemFelipe S. Macedo
 
Resumo a história da riqueza do homem
Resumo a história da riqueza do homemResumo a história da riqueza do homem
Resumo a história da riqueza do homemErika Renata
 
Comentários contextuais porto gonçalves, carlos walter. a globalização da nat...
Comentários contextuais porto gonçalves, carlos walter. a globalização da nat...Comentários contextuais porto gonçalves, carlos walter. a globalização da nat...
Comentários contextuais porto gonçalves, carlos walter. a globalização da nat...ajr_tyler
 
Geografia Humana - 10. RESUMO - PATARRA, Neide. “Tendências e Modalidades R...
Geografia Humana - 10. RESUMO   - PATARRA, Neide. “Tendências e Modalidades R...Geografia Humana - 10. RESUMO   - PATARRA, Neide. “Tendências e Modalidades R...
Geografia Humana - 10. RESUMO - PATARRA, Neide. “Tendências e Modalidades R...Jessica Amaral
 
Geografia do Brasil - 1. O Continente Brasileiro, Jean Demageot. Capitulo III...
Geografia do Brasil - 1. O Continente Brasileiro, Jean Demageot. Capitulo III...Geografia do Brasil - 1. O Continente Brasileiro, Jean Demageot. Capitulo III...
Geografia do Brasil - 1. O Continente Brasileiro, Jean Demageot. Capitulo III...Jessica Amaral
 
7 população, meio ambiente e desenvolvimento
7   população, meio ambiente e desenvolvimento7   população, meio ambiente e desenvolvimento
7 população, meio ambiente e desenvolvimentoJessica Amaral
 
Geografia Humana - 8. RESUMO -ELZA BERQUÓ. “Evolução Demográfica” (Capitulo ...
Geografia Humana - 8. RESUMO  -ELZA BERQUÓ. “Evolução Demográfica” (Capitulo ...Geografia Humana - 8. RESUMO  -ELZA BERQUÓ. “Evolução Demográfica” (Capitulo ...
Geografia Humana - 8. RESUMO -ELZA BERQUÓ. “Evolução Demográfica” (Capitulo ...Jessica Amaral
 
Geografia Humana - 2. MORAES, A. C. R. Geografia: Pequena Historia Critica. P...
Geografia Humana - 2. MORAES, A. C. R. Geografia: Pequena Historia Critica. P...Geografia Humana - 2. MORAES, A. C. R. Geografia: Pequena Historia Critica. P...
Geografia Humana - 2. MORAES, A. C. R. Geografia: Pequena Historia Critica. P...Jessica Amaral
 
Geografia Humana - 5. CARLOS, Ana Fani Alessandri. Os caminhos da geografia h...
Geografia Humana - 5. CARLOS, Ana Fani Alessandri. Os caminhos da geografia h...Geografia Humana - 5. CARLOS, Ana Fani Alessandri. Os caminhos da geografia h...
Geografia Humana - 5. CARLOS, Ana Fani Alessandri. Os caminhos da geografia h...Jessica Amaral
 
Geografia do Brasil - 3. Território e Historia no Brasil, Antônio Carlos Robe...
Geografia do Brasil - 3. Território e Historia no Brasil, Antônio Carlos Robe...Geografia do Brasil - 3. Território e Historia no Brasil, Antônio Carlos Robe...
Geografia do Brasil - 3. Território e Historia no Brasil, Antônio Carlos Robe...Jessica Amaral
 
Geografia do Brasil - 2. Território e Historia no Brasil, Antônio Carlos Robe...
Geografia do Brasil - 2. Território e Historia no Brasil, Antônio Carlos Robe...Geografia do Brasil - 2. Território e Historia no Brasil, Antônio Carlos Robe...
Geografia do Brasil - 2. Território e Historia no Brasil, Antônio Carlos Robe...Jessica Amaral
 
Gografia do Brasil - 5. Brasil – Território e Sociedade no Inicio do Século X...
Gografia do Brasil - 5. Brasil – Território e Sociedade no Inicio do Século X...Gografia do Brasil - 5. Brasil – Território e Sociedade no Inicio do Século X...
Gografia do Brasil - 5. Brasil – Território e Sociedade no Inicio do Século X...Jessica Amaral
 
Sociologia - Relatorio ASSENTAMENTOS PRIMAVERA E TUPÃCIRETÃ. Unesp, 2012.
Sociologia - Relatorio ASSENTAMENTOS PRIMAVERA E TUPÃCIRETÃ. Unesp, 2012.Sociologia - Relatorio ASSENTAMENTOS PRIMAVERA E TUPÃCIRETÃ. Unesp, 2012.
Sociologia - Relatorio ASSENTAMENTOS PRIMAVERA E TUPÃCIRETÃ. Unesp, 2012.Jessica Amaral
 
Geografia do Brasil - 4. Brasil – Território e Sociedade no Inicio do Século ...
Geografia do Brasil - 4. Brasil – Território e Sociedade no Inicio do Século ...Geografia do Brasil - 4. Brasil – Território e Sociedade no Inicio do Século ...
Geografia do Brasil - 4. Brasil – Território e Sociedade no Inicio do Século ...Jessica Amaral
 
Relatorio regras e normas de segurança
Relatorio   regras e normas de segurançaRelatorio   regras e normas de segurança
Relatorio regras e normas de segurançaJessica Amaral
 

Destaque (20)

O que é geografia da população
O que é geografia da populaçãoO que é geografia da população
O que é geografia da população
 
Geografia da populacao
Geografia da populacaoGeografia da populacao
Geografia da populacao
 
Fichamento de Texto
Fichamento de TextoFichamento de Texto
Fichamento de Texto
 
Resenha do livro a historia da Riqueza do Homem
Resenha do livro a historia da Riqueza do HomemResenha do livro a historia da Riqueza do Homem
Resenha do livro a historia da Riqueza do Homem
 
Resumo a história da riqueza do homem
Resumo a história da riqueza do homemResumo a história da riqueza do homem
Resumo a história da riqueza do homem
 
Comentários contextuais porto gonçalves, carlos walter. a globalização da nat...
Comentários contextuais porto gonçalves, carlos walter. a globalização da nat...Comentários contextuais porto gonçalves, carlos walter. a globalização da nat...
Comentários contextuais porto gonçalves, carlos walter. a globalização da nat...
 
Geografia Humana - 10. RESUMO - PATARRA, Neide. “Tendências e Modalidades R...
Geografia Humana - 10. RESUMO   - PATARRA, Neide. “Tendências e Modalidades R...Geografia Humana - 10. RESUMO   - PATARRA, Neide. “Tendências e Modalidades R...
Geografia Humana - 10. RESUMO - PATARRA, Neide. “Tendências e Modalidades R...
 
Geografia do Brasil - 1. O Continente Brasileiro, Jean Demageot. Capitulo III...
Geografia do Brasil - 1. O Continente Brasileiro, Jean Demageot. Capitulo III...Geografia do Brasil - 1. O Continente Brasileiro, Jean Demageot. Capitulo III...
Geografia do Brasil - 1. O Continente Brasileiro, Jean Demageot. Capitulo III...
 
9 somos um pais jovem
9   somos um pais jovem9   somos um pais jovem
9 somos um pais jovem
 
7 população, meio ambiente e desenvolvimento
7   população, meio ambiente e desenvolvimento7   população, meio ambiente e desenvolvimento
7 população, meio ambiente e desenvolvimento
 
Geografia Humana - 8. RESUMO -ELZA BERQUÓ. “Evolução Demográfica” (Capitulo ...
Geografia Humana - 8. RESUMO  -ELZA BERQUÓ. “Evolução Demográfica” (Capitulo ...Geografia Humana - 8. RESUMO  -ELZA BERQUÓ. “Evolução Demográfica” (Capitulo ...
Geografia Humana - 8. RESUMO -ELZA BERQUÓ. “Evolução Demográfica” (Capitulo ...
 
trabalho
trabalhotrabalho
trabalho
 
Geografia Humana - 2. MORAES, A. C. R. Geografia: Pequena Historia Critica. P...
Geografia Humana - 2. MORAES, A. C. R. Geografia: Pequena Historia Critica. P...Geografia Humana - 2. MORAES, A. C. R. Geografia: Pequena Historia Critica. P...
Geografia Humana - 2. MORAES, A. C. R. Geografia: Pequena Historia Critica. P...
 
Geografia Humana - 5. CARLOS, Ana Fani Alessandri. Os caminhos da geografia h...
Geografia Humana - 5. CARLOS, Ana Fani Alessandri. Os caminhos da geografia h...Geografia Humana - 5. CARLOS, Ana Fani Alessandri. Os caminhos da geografia h...
Geografia Humana - 5. CARLOS, Ana Fani Alessandri. Os caminhos da geografia h...
 
Geografia do Brasil - 3. Território e Historia no Brasil, Antônio Carlos Robe...
Geografia do Brasil - 3. Território e Historia no Brasil, Antônio Carlos Robe...Geografia do Brasil - 3. Território e Historia no Brasil, Antônio Carlos Robe...
Geografia do Brasil - 3. Território e Historia no Brasil, Antônio Carlos Robe...
 
Geografia do Brasil - 2. Território e Historia no Brasil, Antônio Carlos Robe...
Geografia do Brasil - 2. Território e Historia no Brasil, Antônio Carlos Robe...Geografia do Brasil - 2. Território e Historia no Brasil, Antônio Carlos Robe...
Geografia do Brasil - 2. Território e Historia no Brasil, Antônio Carlos Robe...
 
Gografia do Brasil - 5. Brasil – Território e Sociedade no Inicio do Século X...
Gografia do Brasil - 5. Brasil – Território e Sociedade no Inicio do Século X...Gografia do Brasil - 5. Brasil – Território e Sociedade no Inicio do Século X...
Gografia do Brasil - 5. Brasil – Território e Sociedade no Inicio do Século X...
 
Sociologia - Relatorio ASSENTAMENTOS PRIMAVERA E TUPÃCIRETÃ. Unesp, 2012.
Sociologia - Relatorio ASSENTAMENTOS PRIMAVERA E TUPÃCIRETÃ. Unesp, 2012.Sociologia - Relatorio ASSENTAMENTOS PRIMAVERA E TUPÃCIRETÃ. Unesp, 2012.
Sociologia - Relatorio ASSENTAMENTOS PRIMAVERA E TUPÃCIRETÃ. Unesp, 2012.
 
Geografia do Brasil - 4. Brasil – Território e Sociedade no Inicio do Século ...
Geografia do Brasil - 4. Brasil – Território e Sociedade no Inicio do Século ...Geografia do Brasil - 4. Brasil – Território e Sociedade no Inicio do Século ...
Geografia do Brasil - 4. Brasil – Território e Sociedade no Inicio do Século ...
 
Relatorio regras e normas de segurança
Relatorio   regras e normas de segurançaRelatorio   regras e normas de segurança
Relatorio regras e normas de segurança
 

Semelhante a População, Geografia e Teorias Demográficas

Aula dia 11 02-11 demografia.....sem fig
Aula dia 11 02-11 demografia.....sem figAula dia 11 02-11 demografia.....sem fig
Aula dia 11 02-11 demografia.....sem figSILVIO Candido da Mata
 
Aula dia 11 02-11 demografia........97-2003
Aula dia 11 02-11 demografia........97-2003Aula dia 11 02-11 demografia........97-2003
Aula dia 11 02-11 demografia........97-2003SILVIO Candido da Mata
 
Aula dia 11 02-11 demografia........97-2003
Aula dia 11 02-11 demografia........97-2003Aula dia 11 02-11 demografia........97-2003
Aula dia 11 02-11 demografia........97-2003SILVIO Candido da Mata
 
www.CentroApoio.com - Geografia - Teorias Demográficas - Vídeo Aulas
www.CentroApoio.com - Geografia - Teorias Demográficas - Vídeo Aulaswww.CentroApoio.com - Geografia - Teorias Demográficas - Vídeo Aulas
www.CentroApoio.com - Geografia - Teorias Demográficas - Vídeo AulasVídeo Aulas Apoio
 
Espaço, sociedade e economia
Espaço, sociedade e economiaEspaço, sociedade e economia
Espaço, sociedade e economiaWander Junior
 
Aula 1 frente 2 população parte 1
Aula 1 frente 2   população parte 1Aula 1 frente 2   população parte 1
Aula 1 frente 2 população parte 1CADUCOC2
 
Aula 5 População_Parte_1_cursinho_az
Aula 5 População_Parte_1_cursinho_azAula 5 População_Parte_1_cursinho_az
Aula 5 População_Parte_1_cursinho_azCADUCOC1
 
Populacao mundial e teorias demográficas
Populacao mundial e teorias demográficasPopulacao mundial e teorias demográficas
Populacao mundial e teorias demográficasdela28
 
Teorias do crescimento demográfico
Teorias do crescimento demográficoTeorias do crescimento demográfico
Teorias do crescimento demográficoPedro Neves
 
Aula 1 população
Aula 1 populaçãoAula 1 população
Aula 1 populaçãosukilina
 
aula 2 ano ( conceitos basicos de população) (1).pptx
aula 2 ano ( conceitos basicos de população) (1).pptxaula 2 ano ( conceitos basicos de população) (1).pptx
aula 2 ano ( conceitos basicos de população) (1).pptxCarladeOliveira25
 
Alimentação feminina
Alimentação femininaAlimentação feminina
Alimentação femininaThaís Gama
 

Semelhante a População, Geografia e Teorias Demográficas (20)

Aula dia 11 02-11 demografia.....sem fig
Aula dia 11 02-11 demografia.....sem figAula dia 11 02-11 demografia.....sem fig
Aula dia 11 02-11 demografia.....sem fig
 
Aula dia 11 02-11 demografia........97-2003
Aula dia 11 02-11 demografia........97-2003Aula dia 11 02-11 demografia........97-2003
Aula dia 11 02-11 demografia........97-2003
 
Aula dia 11 02-11 demografia........97-2003
Aula dia 11 02-11 demografia........97-2003Aula dia 11 02-11 demografia........97-2003
Aula dia 11 02-11 demografia........97-2003
 
Populacao sartre
Populacao sartrePopulacao sartre
Populacao sartre
 
Economia c
Economia cEconomia c
Economia c
 
Geografia modulo iii
Geografia modulo iiiGeografia modulo iii
Geografia modulo iii
 
Artigo
Artigo Artigo
Artigo
 
www.CentroApoio.com - Geografia - Teorias Demográficas - Vídeo Aulas
www.CentroApoio.com - Geografia - Teorias Demográficas - Vídeo Aulaswww.CentroApoio.com - Geografia - Teorias Demográficas - Vídeo Aulas
www.CentroApoio.com - Geografia - Teorias Demográficas - Vídeo Aulas
 
Espaço, sociedade e economia
Espaço, sociedade e economiaEspaço, sociedade e economia
Espaço, sociedade e economia
 
Aula 1 frente 2 população parte 1
Aula 1 frente 2   população parte 1Aula 1 frente 2   população parte 1
Aula 1 frente 2 população parte 1
 
Aula 5 População_Parte_1_cursinho_az
Aula 5 População_Parte_1_cursinho_azAula 5 População_Parte_1_cursinho_az
Aula 5 População_Parte_1_cursinho_az
 
2º Mb Grupo 08
2º Mb   Grupo 082º Mb   Grupo 08
2º Mb Grupo 08
 
Eti cid sus_12_pdf
Eti cid sus_12_pdfEti cid sus_12_pdf
Eti cid sus_12_pdf
 
Populacao mundial e teorias demográficas
Populacao mundial e teorias demográficasPopulacao mundial e teorias demográficas
Populacao mundial e teorias demográficas
 
Teorias do crescimento demográfico
Teorias do crescimento demográficoTeorias do crescimento demográfico
Teorias do crescimento demográfico
 
Aula 1 população
Aula 1 populaçãoAula 1 população
Aula 1 população
 
aula 2 ano ( conceitos basicos de população) (1).pptx
aula 2 ano ( conceitos basicos de população) (1).pptxaula 2 ano ( conceitos basicos de população) (1).pptx
aula 2 ano ( conceitos basicos de população) (1).pptx
 
Alimentação feminina
Alimentação femininaAlimentação feminina
Alimentação feminina
 
2º Md Grupo 08
2º Md   Grupo 082º Md   Grupo 08
2º Md Grupo 08
 
Demografia geral
Demografia geralDemografia geral
Demografia geral
 

Mais de Jessica Amaral

Sociologia - Fichamento MARX, Karl. “A Mercadoria” (Capitulo I). IN: O Capital
Sociologia - Fichamento MARX, Karl. “A Mercadoria” (Capitulo I). IN: O CapitalSociologia - Fichamento MARX, Karl. “A Mercadoria” (Capitulo I). IN: O Capital
Sociologia - Fichamento MARX, Karl. “A Mercadoria” (Capitulo I). IN: O CapitalJessica Amaral
 
Sociologia - MARX, Karl; ENGELS, Friedrich. “A ideologia em geral e particula...
Sociologia - MARX, Karl; ENGELS, Friedrich. “A ideologia em geral e particula...Sociologia - MARX, Karl; ENGELS, Friedrich. “A ideologia em geral e particula...
Sociologia - MARX, Karl; ENGELS, Friedrich. “A ideologia em geral e particula...Jessica Amaral
 
Sociologia - Fichamento DURKHEIM, Émile. “As Regras do Método Sociológico” (p...
Sociologia - Fichamento DURKHEIM, Émile. “As Regras do Método Sociológico” (p...Sociologia - Fichamento DURKHEIM, Émile. “As Regras do Método Sociológico” (p...
Sociologia - Fichamento DURKHEIM, Émile. “As Regras do Método Sociológico” (p...Jessica Amaral
 
Sociologia - Fichamento de artigo - MARX, Karl Heinrich; ENGELS, Friedrich. ...
Sociologia - Fichamento de artigo  - MARX, Karl Heinrich; ENGELS, Friedrich. ...Sociologia - Fichamento de artigo  - MARX, Karl Heinrich; ENGELS, Friedrich. ...
Sociologia - Fichamento de artigo - MARX, Karl Heinrich; ENGELS, Friedrich. ...Jessica Amaral
 
Quimica Experimental - Relatorio TRANSFORMAÇÕES QUIMÍCAS E FÍSICAS
Quimica Experimental - Relatorio TRANSFORMAÇÕES  QUIMÍCAS E FÍSICASQuimica Experimental - Relatorio TRANSFORMAÇÕES  QUIMÍCAS E FÍSICAS
Quimica Experimental - Relatorio TRANSFORMAÇÕES QUIMÍCAS E FÍSICASJessica Amaral
 
Quimica Experimental - Relatorio REAÇÕES COM METAIS
Quimica Experimental - Relatorio REAÇÕES COM METAISQuimica Experimental - Relatorio REAÇÕES COM METAIS
Quimica Experimental - Relatorio REAÇÕES COM METAISJessica Amaral
 
Quimica experimental - Relatorio PREPARAÇÃO E PADRONIZAÇÃO DE SOLUÇÕES
Quimica experimental - Relatorio PREPARAÇÃO  E PADRONIZAÇÃO  DE SOLUÇÕESQuimica experimental - Relatorio PREPARAÇÃO  E PADRONIZAÇÃO  DE SOLUÇÕES
Quimica experimental - Relatorio PREPARAÇÃO E PADRONIZAÇÃO DE SOLUÇÕESJessica Amaral
 
Antropologia - Relatorio RELAÇÕES ENTRE ANTROPOLOGIA E BIOLOGIA
Antropologia - Relatorio RELAÇÕES ENTRE ANTROPOLOGIA  E BIOLOGIAAntropologia - Relatorio RELAÇÕES ENTRE ANTROPOLOGIA  E BIOLOGIA
Antropologia - Relatorio RELAÇÕES ENTRE ANTROPOLOGIA E BIOLOGIAJessica Amaral
 
Pesquisas arqueológicas
Pesquisas arqueológicasPesquisas arqueológicas
Pesquisas arqueológicasJessica Amaral
 
Antropologia - Relatorio HABITAÇÕES DO PRÉ-HISTORICO AO CONTEMPORÂNEO
Antropologia - Relatorio HABITAÇÕES  DO PRÉ-HISTORICO  AO CONTEMPORÂNEOAntropologia - Relatorio HABITAÇÕES  DO PRÉ-HISTORICO  AO CONTEMPORÂNEO
Antropologia - Relatorio HABITAÇÕES DO PRÉ-HISTORICO AO CONTEMPORÂNEOJessica Amaral
 
Antropologia - Relatório CHARLES ROBERT DARWIN: BIOGRAFIA E A SELEÇÃO NATURAL
Antropologia - Relatório CHARLES ROBERT DARWIN: BIOGRAFIA E A SELEÇÃO NATURALAntropologia - Relatório CHARLES ROBERT DARWIN: BIOGRAFIA E A SELEÇÃO NATURAL
Antropologia - Relatório CHARLES ROBERT DARWIN: BIOGRAFIA E A SELEÇÃO NATURALJessica Amaral
 
CENTRO DE MUSEOLOGIA, ANTROPOLOGIA E ARQUEOLOGIA / CEMAARQ DA FCT/UNESP DE PR...
CENTRO DE MUSEOLOGIA, ANTROPOLOGIA E ARQUEOLOGIA / CEMAARQ DA FCT/UNESP DE PR...CENTRO DE MUSEOLOGIA, ANTROPOLOGIA E ARQUEOLOGIA / CEMAARQ DA FCT/UNESP DE PR...
CENTRO DE MUSEOLOGIA, ANTROPOLOGIA E ARQUEOLOGIA / CEMAARQ DA FCT/UNESP DE PR...Jessica Amaral
 
Antropologia - Relatorio XIII SEMANA DA GEOGRAFIA E VIII ENCONTRO DE ESTUDAN...
Antropologia - Relatorio XIII SEMANA DA GEOGRAFIA E  VIII ENCONTRO DE ESTUDAN...Antropologia - Relatorio XIII SEMANA DA GEOGRAFIA E  VIII ENCONTRO DE ESTUDAN...
Antropologia - Relatorio XIII SEMANA DA GEOGRAFIA E VIII ENCONTRO DE ESTUDAN...Jessica Amaral
 
Geografia do Brasil - Aula - Brasil integração do território e a articulação ...
Geografia do Brasil - Aula - Brasil integração do território e a articulação ...Geografia do Brasil - Aula - Brasil integração do território e a articulação ...
Geografia do Brasil - Aula - Brasil integração do território e a articulação ...Jessica Amaral
 

Mais de Jessica Amaral (14)

Sociologia - Fichamento MARX, Karl. “A Mercadoria” (Capitulo I). IN: O Capital
Sociologia - Fichamento MARX, Karl. “A Mercadoria” (Capitulo I). IN: O CapitalSociologia - Fichamento MARX, Karl. “A Mercadoria” (Capitulo I). IN: O Capital
Sociologia - Fichamento MARX, Karl. “A Mercadoria” (Capitulo I). IN: O Capital
 
Sociologia - MARX, Karl; ENGELS, Friedrich. “A ideologia em geral e particula...
Sociologia - MARX, Karl; ENGELS, Friedrich. “A ideologia em geral e particula...Sociologia - MARX, Karl; ENGELS, Friedrich. “A ideologia em geral e particula...
Sociologia - MARX, Karl; ENGELS, Friedrich. “A ideologia em geral e particula...
 
Sociologia - Fichamento DURKHEIM, Émile. “As Regras do Método Sociológico” (p...
Sociologia - Fichamento DURKHEIM, Émile. “As Regras do Método Sociológico” (p...Sociologia - Fichamento DURKHEIM, Émile. “As Regras do Método Sociológico” (p...
Sociologia - Fichamento DURKHEIM, Émile. “As Regras do Método Sociológico” (p...
 
Sociologia - Fichamento de artigo - MARX, Karl Heinrich; ENGELS, Friedrich. ...
Sociologia - Fichamento de artigo  - MARX, Karl Heinrich; ENGELS, Friedrich. ...Sociologia - Fichamento de artigo  - MARX, Karl Heinrich; ENGELS, Friedrich. ...
Sociologia - Fichamento de artigo - MARX, Karl Heinrich; ENGELS, Friedrich. ...
 
Quimica Experimental - Relatorio TRANSFORMAÇÕES QUIMÍCAS E FÍSICAS
Quimica Experimental - Relatorio TRANSFORMAÇÕES  QUIMÍCAS E FÍSICASQuimica Experimental - Relatorio TRANSFORMAÇÕES  QUIMÍCAS E FÍSICAS
Quimica Experimental - Relatorio TRANSFORMAÇÕES QUIMÍCAS E FÍSICAS
 
Quimica Experimental - Relatorio REAÇÕES COM METAIS
Quimica Experimental - Relatorio REAÇÕES COM METAISQuimica Experimental - Relatorio REAÇÕES COM METAIS
Quimica Experimental - Relatorio REAÇÕES COM METAIS
 
Quimica experimental - Relatorio PREPARAÇÃO E PADRONIZAÇÃO DE SOLUÇÕES
Quimica experimental - Relatorio PREPARAÇÃO  E PADRONIZAÇÃO  DE SOLUÇÕESQuimica experimental - Relatorio PREPARAÇÃO  E PADRONIZAÇÃO  DE SOLUÇÕES
Quimica experimental - Relatorio PREPARAÇÃO E PADRONIZAÇÃO DE SOLUÇÕES
 
Antropologia - Relatorio RELAÇÕES ENTRE ANTROPOLOGIA E BIOLOGIA
Antropologia - Relatorio RELAÇÕES ENTRE ANTROPOLOGIA  E BIOLOGIAAntropologia - Relatorio RELAÇÕES ENTRE ANTROPOLOGIA  E BIOLOGIA
Antropologia - Relatorio RELAÇÕES ENTRE ANTROPOLOGIA E BIOLOGIA
 
Pesquisas arqueológicas
Pesquisas arqueológicasPesquisas arqueológicas
Pesquisas arqueológicas
 
Antropologia - Relatorio HABITAÇÕES DO PRÉ-HISTORICO AO CONTEMPORÂNEO
Antropologia - Relatorio HABITAÇÕES  DO PRÉ-HISTORICO  AO CONTEMPORÂNEOAntropologia - Relatorio HABITAÇÕES  DO PRÉ-HISTORICO  AO CONTEMPORÂNEO
Antropologia - Relatorio HABITAÇÕES DO PRÉ-HISTORICO AO CONTEMPORÂNEO
 
Antropologia - Relatório CHARLES ROBERT DARWIN: BIOGRAFIA E A SELEÇÃO NATURAL
Antropologia - Relatório CHARLES ROBERT DARWIN: BIOGRAFIA E A SELEÇÃO NATURALAntropologia - Relatório CHARLES ROBERT DARWIN: BIOGRAFIA E A SELEÇÃO NATURAL
Antropologia - Relatório CHARLES ROBERT DARWIN: BIOGRAFIA E A SELEÇÃO NATURAL
 
CENTRO DE MUSEOLOGIA, ANTROPOLOGIA E ARQUEOLOGIA / CEMAARQ DA FCT/UNESP DE PR...
CENTRO DE MUSEOLOGIA, ANTROPOLOGIA E ARQUEOLOGIA / CEMAARQ DA FCT/UNESP DE PR...CENTRO DE MUSEOLOGIA, ANTROPOLOGIA E ARQUEOLOGIA / CEMAARQ DA FCT/UNESP DE PR...
CENTRO DE MUSEOLOGIA, ANTROPOLOGIA E ARQUEOLOGIA / CEMAARQ DA FCT/UNESP DE PR...
 
Antropologia - Relatorio XIII SEMANA DA GEOGRAFIA E VIII ENCONTRO DE ESTUDAN...
Antropologia - Relatorio XIII SEMANA DA GEOGRAFIA E  VIII ENCONTRO DE ESTUDAN...Antropologia - Relatorio XIII SEMANA DA GEOGRAFIA E  VIII ENCONTRO DE ESTUDAN...
Antropologia - Relatorio XIII SEMANA DA GEOGRAFIA E VIII ENCONTRO DE ESTUDAN...
 
Geografia do Brasil - Aula - Brasil integração do território e a articulação ...
Geografia do Brasil - Aula - Brasil integração do território e a articulação ...Geografia do Brasil - Aula - Brasil integração do território e a articulação ...
Geografia do Brasil - Aula - Brasil integração do território e a articulação ...
 

Último

Cartilha 1º Ano Alfabetização _ 1º Ano Ensino Fundamental
Cartilha 1º Ano Alfabetização _ 1º Ano Ensino FundamentalCartilha 1º Ano Alfabetização _ 1º Ano Ensino Fundamental
Cartilha 1º Ano Alfabetização _ 1º Ano Ensino Fundamentalgeone480617
 
DIA DO INDIO - FLIPBOOK PARA IMPRIMIR.pdf
DIA DO INDIO - FLIPBOOK PARA IMPRIMIR.pdfDIA DO INDIO - FLIPBOOK PARA IMPRIMIR.pdf
DIA DO INDIO - FLIPBOOK PARA IMPRIMIR.pdfIedaGoethe
 
Guia completo da Previdênci a - Reforma .pdf
Guia completo da Previdênci a - Reforma .pdfGuia completo da Previdênci a - Reforma .pdf
Guia completo da Previdênci a - Reforma .pdfEyshilaKelly1
 
PRÉ-MODERNISMO - GUERRA DE CANUDOS E OS SERTÕES
PRÉ-MODERNISMO - GUERRA DE CANUDOS E OS SERTÕESPRÉ-MODERNISMO - GUERRA DE CANUDOS E OS SERTÕES
PRÉ-MODERNISMO - GUERRA DE CANUDOS E OS SERTÕESpatriciasofiacunha18
 
637743470-Mapa-Mental-Portugue-s-1.pdf 4 ano
637743470-Mapa-Mental-Portugue-s-1.pdf 4 ano637743470-Mapa-Mental-Portugue-s-1.pdf 4 ano
637743470-Mapa-Mental-Portugue-s-1.pdf 4 anoAdelmaTorres2
 
Bingo da potenciação e radiciação de números inteiros
Bingo da potenciação e radiciação de números inteirosBingo da potenciação e radiciação de números inteiros
Bingo da potenciação e radiciação de números inteirosAntnyoAllysson
 
VALORES HUMANOS NA DISCIPLINA DE ENSINO RELIGIOSO
VALORES HUMANOS NA DISCIPLINA DE ENSINO RELIGIOSOVALORES HUMANOS NA DISCIPLINA DE ENSINO RELIGIOSO
VALORES HUMANOS NA DISCIPLINA DE ENSINO RELIGIOSOBiatrizGomes1
 
HORA DO CONTO3_BECRE D. CARLOS I_2023_2024
HORA DO CONTO3_BECRE D. CARLOS I_2023_2024HORA DO CONTO3_BECRE D. CARLOS I_2023_2024
HORA DO CONTO3_BECRE D. CARLOS I_2023_2024Sandra Pratas
 
geografia 7 ano - relevo, altitude, topos do mundo
geografia 7 ano - relevo, altitude, topos do mundogeografia 7 ano - relevo, altitude, topos do mundo
geografia 7 ano - relevo, altitude, topos do mundonialb
 
BRASIL - DOMÍNIOS MORFOCLIMÁTICOS - Fund 2.pdf
BRASIL - DOMÍNIOS MORFOCLIMÁTICOS - Fund 2.pdfBRASIL - DOMÍNIOS MORFOCLIMÁTICOS - Fund 2.pdf
BRASIL - DOMÍNIOS MORFOCLIMÁTICOS - Fund 2.pdfHenrique Pontes
 
PRIMEIRO---RCP - DEA - BLS estudos - basico
PRIMEIRO---RCP - DEA - BLS estudos - basicoPRIMEIRO---RCP - DEA - BLS estudos - basico
PRIMEIRO---RCP - DEA - BLS estudos - basicoSilvaDias3
 
Slides Lição 4, CPAD, Como se Conduzir na Caminhada, 2Tr24.pptx
Slides Lição 4, CPAD, Como se Conduzir na Caminhada, 2Tr24.pptxSlides Lição 4, CPAD, Como se Conduzir na Caminhada, 2Tr24.pptx
Slides Lição 4, CPAD, Como se Conduzir na Caminhada, 2Tr24.pptxLuizHenriquedeAlmeid6
 
Sociologia Contemporânea - Uma Abordagem dos principais autores
Sociologia Contemporânea - Uma Abordagem dos principais autoresSociologia Contemporânea - Uma Abordagem dos principais autores
Sociologia Contemporânea - Uma Abordagem dos principais autoresaulasgege
 
QUARTA - 1EM SOCIOLOGIA - Aprender a pesquisar.pptx
QUARTA - 1EM SOCIOLOGIA - Aprender a pesquisar.pptxQUARTA - 1EM SOCIOLOGIA - Aprender a pesquisar.pptx
QUARTA - 1EM SOCIOLOGIA - Aprender a pesquisar.pptxIsabellaGomes58
 
HABILIDADES ESSENCIAIS - MATEMÁTICA 4º ANO.pdf
HABILIDADES ESSENCIAIS  - MATEMÁTICA 4º ANO.pdfHABILIDADES ESSENCIAIS  - MATEMÁTICA 4º ANO.pdf
HABILIDADES ESSENCIAIS - MATEMÁTICA 4º ANO.pdfdio7ff
 
HORA DO CONTO5_BECRE D. CARLOS I_2023_2024
HORA DO CONTO5_BECRE D. CARLOS I_2023_2024HORA DO CONTO5_BECRE D. CARLOS I_2023_2024
HORA DO CONTO5_BECRE D. CARLOS I_2023_2024Sandra Pratas
 
Aula 1, 2 Bacterias Características e Morfologia.pptx
Aula 1, 2  Bacterias Características e Morfologia.pptxAula 1, 2  Bacterias Características e Morfologia.pptx
Aula 1, 2 Bacterias Características e Morfologia.pptxpamelacastro71
 
Slide de exemplo sobre o Sítio do Pica Pau Amarelo.pptx
Slide de exemplo sobre o Sítio do Pica Pau Amarelo.pptxSlide de exemplo sobre o Sítio do Pica Pau Amarelo.pptx
Slide de exemplo sobre o Sítio do Pica Pau Amarelo.pptxconcelhovdragons
 
Recurso Casa das Ciências: Sistemas de Partículas
Recurso Casa das Ciências: Sistemas de PartículasRecurso Casa das Ciências: Sistemas de Partículas
Recurso Casa das Ciências: Sistemas de PartículasCasa Ciências
 
Educação São Paulo centro de mídias da SP
Educação São Paulo centro de mídias da SPEducação São Paulo centro de mídias da SP
Educação São Paulo centro de mídias da SPanandatss1
 

Último (20)

Cartilha 1º Ano Alfabetização _ 1º Ano Ensino Fundamental
Cartilha 1º Ano Alfabetização _ 1º Ano Ensino FundamentalCartilha 1º Ano Alfabetização _ 1º Ano Ensino Fundamental
Cartilha 1º Ano Alfabetização _ 1º Ano Ensino Fundamental
 
DIA DO INDIO - FLIPBOOK PARA IMPRIMIR.pdf
DIA DO INDIO - FLIPBOOK PARA IMPRIMIR.pdfDIA DO INDIO - FLIPBOOK PARA IMPRIMIR.pdf
DIA DO INDIO - FLIPBOOK PARA IMPRIMIR.pdf
 
Guia completo da Previdênci a - Reforma .pdf
Guia completo da Previdênci a - Reforma .pdfGuia completo da Previdênci a - Reforma .pdf
Guia completo da Previdênci a - Reforma .pdf
 
PRÉ-MODERNISMO - GUERRA DE CANUDOS E OS SERTÕES
PRÉ-MODERNISMO - GUERRA DE CANUDOS E OS SERTÕESPRÉ-MODERNISMO - GUERRA DE CANUDOS E OS SERTÕES
PRÉ-MODERNISMO - GUERRA DE CANUDOS E OS SERTÕES
 
637743470-Mapa-Mental-Portugue-s-1.pdf 4 ano
637743470-Mapa-Mental-Portugue-s-1.pdf 4 ano637743470-Mapa-Mental-Portugue-s-1.pdf 4 ano
637743470-Mapa-Mental-Portugue-s-1.pdf 4 ano
 
Bingo da potenciação e radiciação de números inteiros
Bingo da potenciação e radiciação de números inteirosBingo da potenciação e radiciação de números inteiros
Bingo da potenciação e radiciação de números inteiros
 
VALORES HUMANOS NA DISCIPLINA DE ENSINO RELIGIOSO
VALORES HUMANOS NA DISCIPLINA DE ENSINO RELIGIOSOVALORES HUMANOS NA DISCIPLINA DE ENSINO RELIGIOSO
VALORES HUMANOS NA DISCIPLINA DE ENSINO RELIGIOSO
 
HORA DO CONTO3_BECRE D. CARLOS I_2023_2024
HORA DO CONTO3_BECRE D. CARLOS I_2023_2024HORA DO CONTO3_BECRE D. CARLOS I_2023_2024
HORA DO CONTO3_BECRE D. CARLOS I_2023_2024
 
geografia 7 ano - relevo, altitude, topos do mundo
geografia 7 ano - relevo, altitude, topos do mundogeografia 7 ano - relevo, altitude, topos do mundo
geografia 7 ano - relevo, altitude, topos do mundo
 
BRASIL - DOMÍNIOS MORFOCLIMÁTICOS - Fund 2.pdf
BRASIL - DOMÍNIOS MORFOCLIMÁTICOS - Fund 2.pdfBRASIL - DOMÍNIOS MORFOCLIMÁTICOS - Fund 2.pdf
BRASIL - DOMÍNIOS MORFOCLIMÁTICOS - Fund 2.pdf
 
PRIMEIRO---RCP - DEA - BLS estudos - basico
PRIMEIRO---RCP - DEA - BLS estudos - basicoPRIMEIRO---RCP - DEA - BLS estudos - basico
PRIMEIRO---RCP - DEA - BLS estudos - basico
 
Slides Lição 4, CPAD, Como se Conduzir na Caminhada, 2Tr24.pptx
Slides Lição 4, CPAD, Como se Conduzir na Caminhada, 2Tr24.pptxSlides Lição 4, CPAD, Como se Conduzir na Caminhada, 2Tr24.pptx
Slides Lição 4, CPAD, Como se Conduzir na Caminhada, 2Tr24.pptx
 
Sociologia Contemporânea - Uma Abordagem dos principais autores
Sociologia Contemporânea - Uma Abordagem dos principais autoresSociologia Contemporânea - Uma Abordagem dos principais autores
Sociologia Contemporânea - Uma Abordagem dos principais autores
 
QUARTA - 1EM SOCIOLOGIA - Aprender a pesquisar.pptx
QUARTA - 1EM SOCIOLOGIA - Aprender a pesquisar.pptxQUARTA - 1EM SOCIOLOGIA - Aprender a pesquisar.pptx
QUARTA - 1EM SOCIOLOGIA - Aprender a pesquisar.pptx
 
HABILIDADES ESSENCIAIS - MATEMÁTICA 4º ANO.pdf
HABILIDADES ESSENCIAIS  - MATEMÁTICA 4º ANO.pdfHABILIDADES ESSENCIAIS  - MATEMÁTICA 4º ANO.pdf
HABILIDADES ESSENCIAIS - MATEMÁTICA 4º ANO.pdf
 
HORA DO CONTO5_BECRE D. CARLOS I_2023_2024
HORA DO CONTO5_BECRE D. CARLOS I_2023_2024HORA DO CONTO5_BECRE D. CARLOS I_2023_2024
HORA DO CONTO5_BECRE D. CARLOS I_2023_2024
 
Aula 1, 2 Bacterias Características e Morfologia.pptx
Aula 1, 2  Bacterias Características e Morfologia.pptxAula 1, 2  Bacterias Características e Morfologia.pptx
Aula 1, 2 Bacterias Características e Morfologia.pptx
 
Slide de exemplo sobre o Sítio do Pica Pau Amarelo.pptx
Slide de exemplo sobre o Sítio do Pica Pau Amarelo.pptxSlide de exemplo sobre o Sítio do Pica Pau Amarelo.pptx
Slide de exemplo sobre o Sítio do Pica Pau Amarelo.pptx
 
Recurso Casa das Ciências: Sistemas de Partículas
Recurso Casa das Ciências: Sistemas de PartículasRecurso Casa das Ciências: Sistemas de Partículas
Recurso Casa das Ciências: Sistemas de Partículas
 
Educação São Paulo centro de mídias da SP
Educação São Paulo centro de mídias da SPEducação São Paulo centro de mídias da SP
Educação São Paulo centro de mídias da SP
 

População, Geografia e Teorias Demográficas

  • 1. Leitura 6 DAMIANI, Amélia. População e Geografia. Resumo do livro O texto é constituído pelas ideias de superpopulação e modos de subsistência da população, decorrentes, das atividades humanas. As teorias ou reflexões, como as de Malthus e os neomalthusianos e, as de Marx fazem parte significativamente no modo de produção existentes na atualidade. No fim do século XIX, ocorreram transformações que mudariam o ritmo de produção mundial, o desenvolvimento de grandes maquinarios e a mecanização que, substituíra a manufatura. Esse sistema revolucionou a vida de milhares de trabalhadores, expulsando-os de seus empregos, ou substituindo em muitas vezes a mão-de-obra adulta pelo trabalho de crianças e de mulheres. Essa situação acarretou no Ludismo, que é um movimento contrário à mecanização do trabalho, trazida pela revolução industrial. Segundo Malthus, a causa verdadeira da miséria humana não era a sociedade dividida entre proprietários e trabalhadores, entre ricos e pobres. A miséria, na verdade, seria um obstáculo positivo que, atuou ao longo de toda a historia humana, para reequilibrar a desproporção natural entre a multiplicação dos homens, ou seja, o crescimento populacional e, a produção dos meios de subsistência. Em outras palavras, o crescimento natural da população, que é determinado pela paixão entre os sexos, excede a capacidade da terra de produzir alimentos para o homem. A miséria para Malthus, é, portanto, necessária, ficando o pobre com a parte menos favorecida, ou, a pior parte. A paixão entre os sexos, faria com que a população dobraria de 25 em 25 anos. Malthus não só esta vivo através do pensamento neomalthusiano do século XX, como orientou a construção demográfica, ao conferir importância sócioeconômica aos problemas populacionais. Baseando-se na autonomia conferida à população por pensadores como Malthus, a demografia formal chega a superestimar essa tendência, constituindo técnicas para pesquisar as formas de movimento da população, como: nas analises de natalidade, de mortalidade, quanto à constituição do crescimento vegetativo, entre outros. Para Marx, o pobre não é somente aquele privado de recursos, mas aquele incapaz de se apropriar dos meios de subsistência, por meio do trabalho. Isto ocorre, porque, no capitalismo a finalidade da produção é o lucro, ou melhor, a produção do capital e não a satisfação das necessidades da produção. A superpopulação é relativa e não esta ligada diretamente ao crescimento absoluto da população, mas, aos de termos históricos do processo da população social, de como se desenvolve e reproduz o capital. Portanto, nem os trabalhadores já empregados, nem os trabalhadores adicionais, que, periodicamente, se incorporam ao mercado, são necessariamente reabsorvidos. Constitui-se, assim, uma massa de trabalhadores disponível, ou se criam excedentes populacionais úteis, que constituem uma reserva de trabalhadores inativos, passiveis
  • 2. de serem usados a qualquer momento, dependendo das necessidades de valorização ou expansão do capital. A mecanização, expulsa o trabalhador adulto de certas etapas produtivas e, o substitui pelo trabalho infantil, ou feminino. Essa questão, para Marx, implicaria no rápido rendimento das gerações trabalhadoras, com casamentos precoces, por exemplo. A divisão do trabalho, fixa o trabalhador, engessando-o em um certo tipo de atividade, isto é, dificultando o enfrentamento de novos tipos de trabalho. Em outras palavras, a miséria é a causa da superpopulação. O malthusianismo e o neomalthusiano, para não seguirem a risca as teorias de Malthus, atualizam-se sempre, em relação aos novos problemas sociais e econômicos históricos, a partir da comparação entre, a quantidade de população e as possibilidades de abastecimento, vitais, para a manutenção de um dado território. É possível compreender, os argumentos semelhantes, usados em situações opostas, para justificar a intervenção fascista do mundo. Os italianos, por exemplo, legitimaram sua agressão na segunda guerra pela, necessidade de espaço vital, decorrente da alta natalidade e, formação de uma superpopulação em seu território. Contrariamente, entre os alemães, a luta pela ampliação do espaço vital era justificada como a luta contra a extinção da população que, registrava uma baixa natalidade. O malthusianismo não explicaria a produção simultânea e, contraditória da riqueza e da miséria, da superprodução de alimentos e da fome. O malthusianismo e neomalthusiano são uma ideologia que, se traduz em estratégias políticas reais e relativamente eficazes. O crescimento populacional, especialmente a partir da década de 50, nos países de terceiro mundo, no entender da teoria neomalthusiano, determinaria a existência de uma população excedente às possibilidades do desenvolvimento econômico desses países. Apesar de muitos considerarem que os programas de desenvolvimento dos países de terceiro mundo teriam um efeito redutor sobre a natalidade, admitindo-se a, real necessidade de políticas de controle da natalidade. Ainda hoje, empréstimos internacionais aos países do terceiro mundo, feitos pelo FMI, têm como exigência, o controle de natalidade para serem liberados. O modelo de família que, é veiculado pelos meios de comunicação são os de famílias nucleares, que, possuem um ou dois filhos. A Conferência de População de Bucareste, em 1974, foi reveladora quanto à questão da complexidade da superpopulação. Alguns países pobres apresentaram o argumento que a pobreza erradicada, o desenvolvimento, é o melhor anticoncepcional. Entrou, também, na pauta das discussões, o superconsumo. Elementos da dinâmica populacional A dinâmica populacional contém como componentes, a natalidade, a mortalidade e a migração. Os procedimentos metodológicos da dinâmica populacional variam. Exemplo disso é associação entre o aumento de escolaridade e a diminuição de filhos da família. Mortalidade O índice de mortalidade geral equivale à relação entre o numero de óbitos em determinado ano e a população total desse ano; multiplica-se o resultado por mil, para evitar excessos decimais.
  • 3. Dados referentes a 1998 definem taxas de mortalidade geral da ordem de 10 por 1000 para todo o mundo. Contudo, se examinarmos país por país, mesmo sem remetermos a variações regionais, locais, sociais, obteremos taxas de mortalidade que vão desde, 24 por 1000 na Etiópia e, até 6 por 1000 na Albânia. Essa taxa é calculada multiplicando-se por mil o número de crianças com menos de um ano, que morrem em determinado ano, e divido pelo número de crianças nascidas vivas nesse mesmo ano. Natalidade e fecundidade O índice de natalidade equivale ao número de nascimentos num dado ano, multiplicado por mil e divido pela população total no ano e local. A fecundidade, por sua vez, relaciona o número de crianças com menos de cinco anos de idade ao número de mulheres em idade reprodutiva. A fecundidade, em princípio, sofreria a variação da idade de casamento, que, por sua vez, sofre a influência de fatores culturais (religiosos), econômicos e políticos. Quanto à taxa de fecundidade da população brasileira, o que se observa é, uma queda acentuada: de 5,5 em 1940 para 2,78 em 1980. No mundo, essa taxa equivale a 1,7%, sendo 0,5% a dos países desenvolvidos. Migração A discussão da migração tem um caráter estratégico no desvendamento da relação entre a dinâmica populacional e processo de acumulação de capital, para além da concepção de crescimento natural. Mais de cinqüenta milhões de europeus foram pra o estrangeiro. O maior volume dirigiu-se para a América do Norte. Com relação aos países da América Latina, foi significativa a migração para a Argentina e o Brasil. Pierre George fala de migração não só como deslocação humana, mas como irradiação geográfica de um dado sistema econômico e de uma dada estrutura social. Com o colapso do regime de trabalho escravo no Brasil, deu-se, em meados do século XIX, a progressiva substituição do cativeiro para o trabalho livre. Tanto as migrações internacionais, como as migrações internas - rural-urbana e ruralrural - comprovam o processo de expropriação e de exploração, que marcaram o desenvolvimento do capitalismo em países como o Brasil. Se no discurso sobre o desenvolvimento, a migração era um elemento secundário de análise, a partir dos anos 60, houve uma inversão: o crescimento natural aparece como subordinado da análise da migração. Dessa forma, abrem perspectivas de análise dos dramas humanos, nascidos das contradições e constrangimentos recentes de nossa sociedade, e das relações e valores, que, de maneira deteriorada ou não, são preservados, definindo os termos da reprodução e da vida. Fatores de distribuição da população A terra (solo), onde a humanidade vive, não seria explicada apenas por fatores naturais, mas também históricos. A desigualdade na ocupação dos continentes. Até meados do século XX, por volta de 2/3 dos habitantes, estariam concentrados em 1/7 da superfície do globo. Apesar da variação dos dados a respeito desta desigualdade, era unânime sua concentração na Europa, China e índia.
  • 4. A Importância da Demografia na Análise Geográfica da População A demografia auxilia na determinação da balança dos nascimentos e dos óbitos ou, em outras palavras, no movimento natural da população. O volume da população em idade “dependente”, anuncia a emergência de investimentos demográficos: escolas, hospitais entre outros. Estes, são causadores de prejuízos em investimentos produtivos, reproduzindo ritmos lentos de crescimento econômico. Portanto, a pressão demográfica pode reproduzir estágios de subdesenvolvimento. O esquema clássico utilizado é o da divisão da população ativa em três setores: setor primário - população agrícola, pescadores, mineiros,etc.; setor secundário - população trabalhadora na industria, que transforma os produtos brutos; e setor terciário população voltada aos serviços. Superpopulação A noção de superpopulação surge como, “formas do sistema econômico-social capitalista”. Se, nos países industrializados registrou-se um acréscimo do nível de vida médio (classe média), é preciso considerar que as necessidades cresceram mais que a distribuição - inclusive, sugerindo deslocações geográficas de população. Em última análise, a superpopulação nos países subdesenvolvidos acaba aparecendo como uma negativa geográfica entre os responsáveis pelos maiores crescimentos e a distribuição dos meios e fontes de produção. Um grande encômodo(medo) do mundo capitalista quanto ao crescimento demográfico dos países subdesenvolvidos parece ter se atenuado, pelo menos no nível dos discursos ao bloco desses países. O Crescimento Demográfico e a Homogeneização Hoje, o crescimento demográfico se destaca como uma das razões, entre tantas outras, para a manutenção do esquema de homogeneidade, baseados nas regras da industria, da organização e do crescimento, em vez de ressaltar os diferentes problemas para cada país, povos ou culturas. O crescimento demográfico, entre outras razões, tornaria mais "natural" a lógica da quantidade, na perda da qualidade. Técnicas para dar conta das quantidades não falam: teoria da informação, da cibernética, etc. Técnicas aprimoradas permitem calcular quantas escolas, postos de saúde, casas, etc, são necessárias no corpo de uma vida social reduzida. A pressão demográfica favorece a deterioração da vida urbana nas grandes cidades, que explodem em centros congestionados, em grandes condomínios periféricos e luxuosos, em periferias empobrecidas e desurbanizadas.