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Jessica Amaral
1º Semestre Geografia Matutino/2012
Docente Rosangela Hespanhol
RESUMO
- BRITO, Fausto; CARVALHO, José Alberto M. “Somos um país jovem? – Mitos e
realidades do perfil demográfico brasileiro” (pág. 179 a 205). IN: ALBULQUERQUE, E.S.
“Que país é esse? – Pensando o Brasil contemporâneo”. SP; Globo, 2005.

No inicio, o texto relaciona os mitos da identidade dos brasileiros vistos pela população
exterior principalmente feito pelos meios de comunicação em massa como o estereótipo
de que o brasileiro se identifica pela paixão ao futebol, onde na verdade, o que faz um
individua cidadão, são documentos e números registrados em cartório, além de
informações ao seu respeito para pesquisas demográficas.
Com isso, o autor os mitos e as realidades de outros vários mitos dentro da sociedade
brasileira como o da explosão e densidade demográfica, excessiva concentração
populacional nas grandes capitais, das migrações internas e de uma população jovem.
O MITO DA EXPLOSÃO DEMOGRAFICA
Esse mito considera que a população brasileira já alcançou um tamanho exorbitante e
continuara a crescer exageradamente a cada ano.
Isso se faz por alguns cientistas americanos que se espantam com o grande crescimento
populacional de pais pobres, entre eles o Brasil.
Mas instituições como a ONU desmentem com o censo. Enquanto era previsto uma
população entre 8 e 9 bilhões para 2000, os dados mostraram que ficaram em torno de 6
bilhões.
No período entre 1950 e 1970, a população brasileira crescia a uma taxa medi de 3% ao
ano, e imaginava-se que a em 1993 a população brasileira chegaria a 186 milhões de
habitantes. Segundo a ONU, a população brasileira chegou a esse numero em 2010, já
que a taxa media de crescimento anual reduzia-se cada vez chegando a 1,2%.
No inicio da década de 1960, depois de instituições privadas atuarem na esterilização de
mulheres, o governo avaliou e reconheceu a necessidade e resultados favoráveis á
implementação de políticas de controle do crescimento demográfico.
A Igreja e as Forças Armadas eram contrarias a qualquer forma de controle de
crescimento demográfico. A Igreja, porque não concordava com a utilização dos
métodos contraceptivos; os militares, porque o território brasileiro ainda era
precariamente ocupado e havia espaço para uma população ainda muito maior, o que
ajudaria a garantir a soberania ou a segurança nacional.
Outro fator para a diminuição da taxa de crescimento da população foi o processo de
mudanças sociais e econômicas. Os casais queriam definir por sua própria conta o
numero de filhos que julgassem adequado ter segundo os seus interesses, considerando
seus valores sociais, a participação de cada um na sociedade e no mercado de trabalho e
suas condições econômicas.
O MITO DA DENSIDADE DEMOGRAFICA
Com relação ao que foi dito sobre a rejeição dos militares à regulação da fecundidade na
década de 1970, se baseia no fato de que há desproporção entre o tamanho da população
e o território brasileiro.
Esse mito foi construído meramente à primeira vista sem qualquer tipo de
aprofundamento. De fato, há uma disparidade das regiões que são mais povoadas que
outras. Isso se deve a dinâmica da sociedade e da economia brasileira, que levo a uma
ocupação do território e a uma distribuição espacial da população extremamente
irregular: uma intensa concentração demográfica em algumas áreas do país coexistindo
com uma grande dispersão demográfica em outras.
A heterogeneidade ecológica do Brasil coloca fortes limites à ocupação das duas
maiores regiões brasileiros. Na segunda metade do século XX, a população do Norte se
multiplicou em sete a sua população, onde uma parte da floresta Amazônica foi
comprometida; o Centro-Oeste cresceu sua população em seis desde 1950, onde a
tecnologia tem expandido a agricultura moderna de grãos pelo cerrado.
Como o agronegócio avança em direção aos biomas dessas regiões, carece no País, uma
definição de políticas que conciliem o desenvolvimento da economia e o equilíbrio
ambiental.
O MITO DA EXCESSIVA CONCENTRAÇÃO
POPULACIONAL NAS GRANDES CAPITAIS
Esse mito se expressa no sentido em que a dispersão populacional em todo pais é
acompanhada de uma grande concentração da população urbana nos municípios com
mais de 100 mil habitantes, que ocupam cerca de 4% do território brasileiro.
A maior parte desse crescimento deveu-se a migração rural-urbana na década de 1960,
além das altas taxas de fecundidade que ainda prevaleciam até a metade dessa década.
As migrações internas significaram ligações entre as profundas mudanças estruturais e a
expansão urbana.
Entre os anos 1950 e 1970, a população era concentrada no Rio de Janeiro e São Paulo,
mas já não conseguiam gerar oferta de emprego. Com isso, a expansão urbana teve seu
auge em 1980. Em 2000, 17% da população já residia nas cidades, mostrando alivio
demográfico para as grandes cidades, que segundo o mito não perderiam sua crescente
capacidade de concentração populacional.
O crescimento das aglomerações metropolitanas tem reduzido muito a sua velocidade.
A crise econômica vivenciada pelo país no final do século XX levou a uma grande
redução da capacidade de inserção da população no mercado de trabalho e a uma
ampliação da crise social nas grandes cidades, que desacelerou os fluxos migratórios
internos.
Entre 1970 e 1980, era nítida a concentração populacional nas aglomerações
metropolitanas, no entanto, todos os aglomerados metropolitanos têm diminuído em
razão do declínio da fecundidade e das migrações, ao passo em que as periferias estão
crescendo a taxas muito altas. Trata-se de uma população pobre, obrigado a emigrar
para municípios vizinhos em busca de moradia mais barata.
O MITO DAS MIGRAÇÕES INTERNAS
Outro mito refere-se à idéia de que as migrações internas estão crescendo cada vez
mais, sempre tendo como principais origens o Nordeste, Minas Gerais e as áreas rurais.
O auge das migrações deu-se nos anos 1960 e 1970, quando a economia brasileira
experimentava um forte crescimento e gerava muitos empregos.
A diminuição das migrações deve-se a crise econômica das ultimas décadas; ao
desinteresse das cidades grandes por parte da violência; a redução da taxa de emprego,
onde o mercado de trabalho tornou-se rígido, que por sua vez intensifica os mecanismos
de descriminação de descriminação pelos mais pobres nessa sociedade mais competitiva
e menos solidaria.
A migração de retorno, que tendeu a se generalizar na segunda metade da década de
1990, é a contramão dos antigos caminhos migratórios de grande parte do migrante não
absorvido econômica e socialmente na região de destino. O mesmo ocorre com os
migrantes em direção as fronteiras agrícolas, cuja dimensão social era dada pela
possibilidade de acesso a terra.
Os migrantes têm sido atraídos para Minas Gerais pelas oportunidades geradas nas
regiões de expansão agroindustrial. No caso do nordeste é bastante alimentada pela
migração de retorno.
Muito migrantes existem e existiram, sobretudo, pobres procurando condições melhores
que aquelas persistentes apesar da recente dinâmica da economia e da sociedade
brasileira terem restringido a criação de oportunidades ocupacionais e acesso a terra,
esvaziando a relação entre as migrações e a mobilidade social.
O MITO DA POPULAÇÃO JOVEM
Por fim, há um mito no Brasil que diz que sua população vai ser predominantemente
jovem. O que colabora com essa idéia é que a estrutura etária da população do país
ainda esta muito distante da realidade demográfica do Velho Mundo.
Poucos reconhecem que os mais jovens estão diminuindo diante do fato de que as
mudanças demográficas são relativamente recentes. Entre as mudanças observadas para
argumentar sobre a transição de uma população jovem para uma população idosa é a
diminuição da taxa de fecundidade.
Esse processo de envelhecimento se Dara a um ritmo muito mais rápido do aquele
observado em países desenvolvidos, já que o Brasil passou-se de uma fecundidade alta
para uma fecundidade baixa em um intervalo de tempo muito menor.
Essa transição da estrutura etária brasileira propicia ao país oportunidades para superar
alguns problemas sociais crônicos, como aquele relacionados a saúde, nutrição e
educação das crianças e jovens.

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  • 1. Jessica Amaral 1º Semestre Geografia Matutino/2012 Docente Rosangela Hespanhol RESUMO - BRITO, Fausto; CARVALHO, José Alberto M. “Somos um país jovem? – Mitos e realidades do perfil demográfico brasileiro” (pág. 179 a 205). IN: ALBULQUERQUE, E.S. “Que país é esse? – Pensando o Brasil contemporâneo”. SP; Globo, 2005. No inicio, o texto relaciona os mitos da identidade dos brasileiros vistos pela população exterior principalmente feito pelos meios de comunicação em massa como o estereótipo de que o brasileiro se identifica pela paixão ao futebol, onde na verdade, o que faz um individua cidadão, são documentos e números registrados em cartório, além de informações ao seu respeito para pesquisas demográficas. Com isso, o autor os mitos e as realidades de outros vários mitos dentro da sociedade brasileira como o da explosão e densidade demográfica, excessiva concentração populacional nas grandes capitais, das migrações internas e de uma população jovem. O MITO DA EXPLOSÃO DEMOGRAFICA Esse mito considera que a população brasileira já alcançou um tamanho exorbitante e continuara a crescer exageradamente a cada ano. Isso se faz por alguns cientistas americanos que se espantam com o grande crescimento populacional de pais pobres, entre eles o Brasil. Mas instituições como a ONU desmentem com o censo. Enquanto era previsto uma população entre 8 e 9 bilhões para 2000, os dados mostraram que ficaram em torno de 6 bilhões. No período entre 1950 e 1970, a população brasileira crescia a uma taxa medi de 3% ao ano, e imaginava-se que a em 1993 a população brasileira chegaria a 186 milhões de habitantes. Segundo a ONU, a população brasileira chegou a esse numero em 2010, já que a taxa media de crescimento anual reduzia-se cada vez chegando a 1,2%. No inicio da década de 1960, depois de instituições privadas atuarem na esterilização de mulheres, o governo avaliou e reconheceu a necessidade e resultados favoráveis á implementação de políticas de controle do crescimento demográfico. A Igreja e as Forças Armadas eram contrarias a qualquer forma de controle de crescimento demográfico. A Igreja, porque não concordava com a utilização dos métodos contraceptivos; os militares, porque o território brasileiro ainda era precariamente ocupado e havia espaço para uma população ainda muito maior, o que ajudaria a garantir a soberania ou a segurança nacional. Outro fator para a diminuição da taxa de crescimento da população foi o processo de mudanças sociais e econômicas. Os casais queriam definir por sua própria conta o numero de filhos que julgassem adequado ter segundo os seus interesses, considerando seus valores sociais, a participação de cada um na sociedade e no mercado de trabalho e suas condições econômicas. O MITO DA DENSIDADE DEMOGRAFICA Com relação ao que foi dito sobre a rejeição dos militares à regulação da fecundidade na década de 1970, se baseia no fato de que há desproporção entre o tamanho da população e o território brasileiro.
  • 2. Esse mito foi construído meramente à primeira vista sem qualquer tipo de aprofundamento. De fato, há uma disparidade das regiões que são mais povoadas que outras. Isso se deve a dinâmica da sociedade e da economia brasileira, que levo a uma ocupação do território e a uma distribuição espacial da população extremamente irregular: uma intensa concentração demográfica em algumas áreas do país coexistindo com uma grande dispersão demográfica em outras. A heterogeneidade ecológica do Brasil coloca fortes limites à ocupação das duas maiores regiões brasileiros. Na segunda metade do século XX, a população do Norte se multiplicou em sete a sua população, onde uma parte da floresta Amazônica foi comprometida; o Centro-Oeste cresceu sua população em seis desde 1950, onde a tecnologia tem expandido a agricultura moderna de grãos pelo cerrado. Como o agronegócio avança em direção aos biomas dessas regiões, carece no País, uma definição de políticas que conciliem o desenvolvimento da economia e o equilíbrio ambiental. O MITO DA EXCESSIVA CONCENTRAÇÃO POPULACIONAL NAS GRANDES CAPITAIS Esse mito se expressa no sentido em que a dispersão populacional em todo pais é acompanhada de uma grande concentração da população urbana nos municípios com mais de 100 mil habitantes, que ocupam cerca de 4% do território brasileiro. A maior parte desse crescimento deveu-se a migração rural-urbana na década de 1960, além das altas taxas de fecundidade que ainda prevaleciam até a metade dessa década. As migrações internas significaram ligações entre as profundas mudanças estruturais e a expansão urbana. Entre os anos 1950 e 1970, a população era concentrada no Rio de Janeiro e São Paulo, mas já não conseguiam gerar oferta de emprego. Com isso, a expansão urbana teve seu auge em 1980. Em 2000, 17% da população já residia nas cidades, mostrando alivio demográfico para as grandes cidades, que segundo o mito não perderiam sua crescente capacidade de concentração populacional. O crescimento das aglomerações metropolitanas tem reduzido muito a sua velocidade. A crise econômica vivenciada pelo país no final do século XX levou a uma grande redução da capacidade de inserção da população no mercado de trabalho e a uma ampliação da crise social nas grandes cidades, que desacelerou os fluxos migratórios internos. Entre 1970 e 1980, era nítida a concentração populacional nas aglomerações metropolitanas, no entanto, todos os aglomerados metropolitanos têm diminuído em razão do declínio da fecundidade e das migrações, ao passo em que as periferias estão crescendo a taxas muito altas. Trata-se de uma população pobre, obrigado a emigrar para municípios vizinhos em busca de moradia mais barata. O MITO DAS MIGRAÇÕES INTERNAS Outro mito refere-se à idéia de que as migrações internas estão crescendo cada vez mais, sempre tendo como principais origens o Nordeste, Minas Gerais e as áreas rurais. O auge das migrações deu-se nos anos 1960 e 1970, quando a economia brasileira experimentava um forte crescimento e gerava muitos empregos. A diminuição das migrações deve-se a crise econômica das ultimas décadas; ao desinteresse das cidades grandes por parte da violência; a redução da taxa de emprego, onde o mercado de trabalho tornou-se rígido, que por sua vez intensifica os mecanismos de descriminação de descriminação pelos mais pobres nessa sociedade mais competitiva e menos solidaria.
  • 3. A migração de retorno, que tendeu a se generalizar na segunda metade da década de 1990, é a contramão dos antigos caminhos migratórios de grande parte do migrante não absorvido econômica e socialmente na região de destino. O mesmo ocorre com os migrantes em direção as fronteiras agrícolas, cuja dimensão social era dada pela possibilidade de acesso a terra. Os migrantes têm sido atraídos para Minas Gerais pelas oportunidades geradas nas regiões de expansão agroindustrial. No caso do nordeste é bastante alimentada pela migração de retorno. Muito migrantes existem e existiram, sobretudo, pobres procurando condições melhores que aquelas persistentes apesar da recente dinâmica da economia e da sociedade brasileira terem restringido a criação de oportunidades ocupacionais e acesso a terra, esvaziando a relação entre as migrações e a mobilidade social. O MITO DA POPULAÇÃO JOVEM Por fim, há um mito no Brasil que diz que sua população vai ser predominantemente jovem. O que colabora com essa idéia é que a estrutura etária da população do país ainda esta muito distante da realidade demográfica do Velho Mundo. Poucos reconhecem que os mais jovens estão diminuindo diante do fato de que as mudanças demográficas são relativamente recentes. Entre as mudanças observadas para argumentar sobre a transição de uma população jovem para uma população idosa é a diminuição da taxa de fecundidade. Esse processo de envelhecimento se Dara a um ritmo muito mais rápido do aquele observado em países desenvolvidos, já que o Brasil passou-se de uma fecundidade alta para uma fecundidade baixa em um intervalo de tempo muito menor. Essa transição da estrutura etária brasileira propicia ao país oportunidades para superar alguns problemas sociais crônicos, como aquele relacionados a saúde, nutrição e educação das crianças e jovens.