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Teste diagnóstico resolvido
GRUPO I
(Interpretação de texto)
1. Leia o texto e selecione a opção correta.
«O relativismo cultural, como tem sido chamado, desafia a nossa crença habitual na
objetividade e universalidade da verdade moral. Afirma, com efeito, que não existe verdade
universal em ética; existem apenas os vários códigos morais e nada mais. Além disso, o nosso
próprio código moral não tem um estatuto especial: é apenas um entre muitos. […]
[...] A estratégia usada pelos relativistas culturais é argumentar, a partir de factos sobre as
diferenças entre perspetivas culturais, a favor de uma conclusão sobre o estatuto da
moralidade [como se segue].
1. Culturas diferentes têm códigos morais diferentes.
2. Logo, não há uma “verdade” objetiva na moralidade. Certo e errado são apenas
questões de opinião e as opiniões variam de cultura para cultura.
Podemos chamar a isto o argumento das diferenças culturais. Para muitas pessoas é
persuasivo. Mas, de um ponto de vista lógico, será sólido? Não é sólido. O problema é que a
conclusão não se segue da premissa – isto é, mesmo que a premissa seja verdadeira, a
conclusão pode continuar a ser falsa. A premissa diz respeito àquilo em que as pessoas
acreditam – em algumas sociedades as pessoas acreditam numa coisa; noutras sociedades
acreditam noutra. A conclusão, no entanto, diz respeito ao que na verdade se passa. O
problema é que este tipo de conclusão não se segue logicamente deste tipo de premissa. [...]
Para tornar este aspeto mais claro, considere-se um tema diferente. Em algumas
sociedades as pessoas acreditam que a Terra é plana. Noutras sociedades, como a nossa, as
pessoas acreditam que a Terra é (aproximadamente) esférica. Segue-se daqui, do mero facto
de as pessoas discordarem, que não há “verdade objetiva” em geografia? Claro que não; nunca
chegaríamos a tal conclusão, porque percebemos que, nas suas crenças sobre o mundo, os
membros de algumas sociedades podem simplesmente estar errados. Não há qualquer razão
para pensar que se o mundo é redondo, todos têm de saber disso. Da mesma maneira, não há
qualquer razão para pensar que, se existe uma verdade moral, todos têm de conhecê-la.»
James Rachels, Elementos de Filosofia Moral, Lisboa, Gradiva, 2004, pp. 36-39
1.1.O problema filosófico discutido no texto reside em saber se há
(A) verdades morais.
(B) diferenças culturais.
(C) verdades morais objetivas.
(D) verdades morais subjetivas.
1.2. Defender a «objetividade e universalidade da verdade moral» significa acreditar que
(A) todas as pessoas têm os mesmos valores.
(B) todas as pessoas têm valores.
(C) há valores morais objetivos e universais.
(D) há um código moral que todos cumprem.
1.3 O autor do texto
(A) defende a estratégia usada pelos relativistas culturais.
(B) condena a existência de diferenças culturais.
(C) apoia a existência de diferenças morais.
(D) ataca um argumento a favor do relativismo moral.
1.4. Segundo o autor, o argumento das diferenças culturais
(A) é inválido.
(B) parte de premissas falsas.
(C) é falso.
(D) parte do princípio de que a Terra é plana.
GRUPO II
(Domínio concetual)
Selecione a opção que contém aquele que, em filosofia, é geralmente entendido como
oposto de cada um dos seguintes termos:
1. Normativo
(A) Irregular. 
(B) Descritivo. 
(C) Valorativo. 
(D) Imoral. 
2. Concreto
(A) Vago. 
(B) Irreal. 
(C) Abstrato. 
(D) Impreciso. 
3. Juízo de facto
(A) Juízo moral. 
(B) Juízo estético. 
(C) Juízo falso. 
(A) Juízo de valor. 
4. Subjetivismo
(B) Objetivismo. 
(A) Determinismo. 
(B) Utilitarismo. 
(C) Relativismo. 
5. Universal
(A) Geral. 
(B) Pessoal. 
(C) Particular. 
(C) Nacional. 
6. Verdade
(A) Mentira. 
(B) Opinião. 
(C) Falsidade. 
(D) Dúvida. 
7. Categórico
(D) Hipotético. 
(E) Ético. 
(F) Imperativo. 
(G) Subjetivo. 
8. Dogmático
(A) Científico. 
(B) Incerto. 
(C) Duvidoso. 
(H) Crítico. 
GRUPO III
(Negar teses)
Indique quais das seguintes afirmações são verdadeiras e quais são falsas, corrigindo
estas.
a) A negação da frase «Há filósofos que não são relativistas» é «Há filósofos que são
relativistas».
V  F 
(Todos os filósofos são relativistas.)
b) A negação da frase «Nenhuma obra de arte é feia» é «Alguma obra de arte é bonita».
V  F 
(Alguma obra de arte é feia.)
c) A negação da frase «Aristóteles é egípcio ou romano» é «Aristóteles não é egípcio nem
é romano».
V  F 
d) A negação da frase «É falso que Mill é um filósofo utilitarista» é «Mill é utilitarista».
V  F 
GRUPO IV
(Conteúdos dos 10.º ano)
HORIZONTAIS
6. Argumento válido com premissas verdadeiras.
7. Defendem que todas as ações são causadas
10. Um argumento que não tem, nem pode ter, premissas verdadeiras e conclusão falsa.
11. O imperativo moral, defendido por Kant.
12. A definição explícita de um conceito deve incluir essas condições, além das necessárias.
VERTICAIS
1.Defende a estratégia maximin.
2.Perspetiva segundo a qual a felicidade é prazer e ausência de dor.
3.Devem apoiar a conclusão de um argumento.
4.O tipo de teoria ética defendida por Kant.
5.Uma frase com a forma «Se P, então Q».
8.Disciplina filosófica que trata das questões acerca do que devemos ou não devemos fazer.
9.Defensor do utilitarismo.
FIM
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Resolução_teste_diagnóstico_11

  • 1. Teste diagnóstico resolvido GRUPO I (Interpretação de texto) 1. Leia o texto e selecione a opção correta. «O relativismo cultural, como tem sido chamado, desafia a nossa crença habitual na objetividade e universalidade da verdade moral. Afirma, com efeito, que não existe verdade universal em ética; existem apenas os vários códigos morais e nada mais. Além disso, o nosso próprio código moral não tem um estatuto especial: é apenas um entre muitos. […] [...] A estratégia usada pelos relativistas culturais é argumentar, a partir de factos sobre as diferenças entre perspetivas culturais, a favor de uma conclusão sobre o estatuto da moralidade [como se segue]. 1. Culturas diferentes têm códigos morais diferentes. 2. Logo, não há uma “verdade” objetiva na moralidade. Certo e errado são apenas questões de opinião e as opiniões variam de cultura para cultura. Podemos chamar a isto o argumento das diferenças culturais. Para muitas pessoas é persuasivo. Mas, de um ponto de vista lógico, será sólido? Não é sólido. O problema é que a conclusão não se segue da premissa – isto é, mesmo que a premissa seja verdadeira, a conclusão pode continuar a ser falsa. A premissa diz respeito àquilo em que as pessoas acreditam – em algumas sociedades as pessoas acreditam numa coisa; noutras sociedades acreditam noutra. A conclusão, no entanto, diz respeito ao que na verdade se passa. O problema é que este tipo de conclusão não se segue logicamente deste tipo de premissa. [...] Para tornar este aspeto mais claro, considere-se um tema diferente. Em algumas sociedades as pessoas acreditam que a Terra é plana. Noutras sociedades, como a nossa, as pessoas acreditam que a Terra é (aproximadamente) esférica. Segue-se daqui, do mero facto de as pessoas discordarem, que não há “verdade objetiva” em geografia? Claro que não; nunca chegaríamos a tal conclusão, porque percebemos que, nas suas crenças sobre o mundo, os membros de algumas sociedades podem simplesmente estar errados. Não há qualquer razão para pensar que se o mundo é redondo, todos têm de saber disso. Da mesma maneira, não há qualquer razão para pensar que, se existe uma verdade moral, todos têm de conhecê-la.» James Rachels, Elementos de Filosofia Moral, Lisboa, Gradiva, 2004, pp. 36-39
  • 2. 1.1.O problema filosófico discutido no texto reside em saber se há (A) verdades morais. (B) diferenças culturais. (C) verdades morais objetivas. (D) verdades morais subjetivas. 1.2. Defender a «objetividade e universalidade da verdade moral» significa acreditar que (A) todas as pessoas têm os mesmos valores. (B) todas as pessoas têm valores. (C) há valores morais objetivos e universais. (D) há um código moral que todos cumprem. 1.3 O autor do texto (A) defende a estratégia usada pelos relativistas culturais. (B) condena a existência de diferenças culturais. (C) apoia a existência de diferenças morais. (D) ataca um argumento a favor do relativismo moral. 1.4. Segundo o autor, o argumento das diferenças culturais (A) é inválido. (B) parte de premissas falsas. (C) é falso. (D) parte do princípio de que a Terra é plana.
  • 3. GRUPO II (Domínio concetual) Selecione a opção que contém aquele que, em filosofia, é geralmente entendido como oposto de cada um dos seguintes termos: 1. Normativo (A) Irregular.  (B) Descritivo.  (C) Valorativo.  (D) Imoral.  2. Concreto (A) Vago.  (B) Irreal.  (C) Abstrato.  (D) Impreciso.  3. Juízo de facto (A) Juízo moral.  (B) Juízo estético.  (C) Juízo falso.  (A) Juízo de valor.  4. Subjetivismo (B) Objetivismo.  (A) Determinismo.  (B) Utilitarismo.  (C) Relativismo.  5. Universal (A) Geral.  (B) Pessoal.  (C) Particular.  (C) Nacional.  6. Verdade (A) Mentira. 
  • 4. (B) Opinião.  (C) Falsidade.  (D) Dúvida.  7. Categórico (D) Hipotético.  (E) Ético.  (F) Imperativo.  (G) Subjetivo.  8. Dogmático (A) Científico.  (B) Incerto.  (C) Duvidoso.  (H) Crítico.  GRUPO III (Negar teses) Indique quais das seguintes afirmações são verdadeiras e quais são falsas, corrigindo estas. a) A negação da frase «Há filósofos que não são relativistas» é «Há filósofos que são relativistas». V  F  (Todos os filósofos são relativistas.) b) A negação da frase «Nenhuma obra de arte é feia» é «Alguma obra de arte é bonita». V  F  (Alguma obra de arte é feia.) c) A negação da frase «Aristóteles é egípcio ou romano» é «Aristóteles não é egípcio nem é romano».
  • 5. V  F  d) A negação da frase «É falso que Mill é um filósofo utilitarista» é «Mill é utilitarista». V  F  GRUPO IV (Conteúdos dos 10.º ano) HORIZONTAIS 6. Argumento válido com premissas verdadeiras. 7. Defendem que todas as ações são causadas 10. Um argumento que não tem, nem pode ter, premissas verdadeiras e conclusão falsa. 11. O imperativo moral, defendido por Kant. 12. A definição explícita de um conceito deve incluir essas condições, além das necessárias. VERTICAIS
  • 6. 1.Defende a estratégia maximin. 2.Perspetiva segundo a qual a felicidade é prazer e ausência de dor. 3.Devem apoiar a conclusão de um argumento. 4.O tipo de teoria ética defendida por Kant. 5.Uma frase com a forma «Se P, então Q». 8.Disciplina filosófica que trata das questões acerca do que devemos ou não devemos fazer. 9.Defensor do utilitarismo. FIM
  • 7. 1.Defende a estratégia maximin. 2.Perspetiva segundo a qual a felicidade é prazer e ausência de dor. 3.Devem apoiar a conclusão de um argumento. 4.O tipo de teoria ética defendida por Kant. 5.Uma frase com a forma «Se P, então Q». 8.Disciplina filosófica que trata das questões acerca do que devemos ou não devemos fazer. 9.Defensor do utilitarismo. FIM