Segundo encontro Claudia e Fabiana 10 maio PNAIC Duque de Caxias

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Segundo encontro Claudia e Fabiana 10 maio PNAIC Duque de Caxias

  1. 1. PNAIC/2014 Alfabetização matemática
  2. 2. Boas Vindas - Acolhimento Feliz Dia das Mães!
  3. 3. LEITURA COMPARTILHADA TE ESPEREITE ESPEREI (Fabiana Esteves)(Fabiana Esteves) Não foi por noveNão foi por nove mesesmeses que te esperei.que te esperei. Mas me prepareiMas me preparei com o mesmo anseio.com o mesmo anseio. Tantos filhosTantos filhos gerados por acidente.gerados por acidente. Você não.Você não. Eu te procureiEu te procurei te acolhite acolhi te ameite amei te quis.te quis. Você é muito maisVocê é muito mais do que parte de mim.do que parte de mim.
  4. 4. OBJETIVOS DO ENCONTRO DE HOJE: Compartilhar as atividades desenvolvidas em sala de aula a partir das discussões geradas no primeiro encontro, valorizando a importância de um ambiente alfabetizador /problematizador, Apresentar os objetivos e eixos estruturantes dos direitos de aprendizagem em Matemática na perspectiva do letramento; Trabalhar situações problemas, enfatizando as diferentes formas de registro que podem ser feitas na resolução destas situações.
  5. 5. Agenda do dia 8h - Acolhimento, , Objetivos do dia e Agenda 8:10 - Leitura Compartilhada (poema “Te esperei”) 8:20 – Discussão sobre o texto lido no trabalho pessoal 8:45 - Relato das atividades implementadas nas turmas 9:15 - Direitos de Aprendizagem: Exposição Dialogada 9:30 –Planejamento de atividades a partir do eixo estruturante 1 10h – Leitura Teórica: “Um ambiente para ensinar e aprender matemática” 10:15 – Discussão do texto 10:30 - Leitura do livro “Três Contos Africanos” 10:50 – Atividade prática (problema do caracol) 11:10 – Problemas: expandindo os limites do nosso pensamento matemático (resolução, registro de atividade, análise de registros) 11:40 - Escrita Docente: “O que estamos perdendo quando impomos uma forma de organização artificial para a resolução de problemas?” 12h – Leitura do livro “Poemas Problemas”, planejamento de uma sequência didática por ano de escolaridade 13:00 – Trabalho pessoal e encaminhamentos para o próximo encontro, previsto para 07/06/14
  6. 6. RETOMADA: TRABALHO PESSOAL Leitura do caderno Apresentação, páginas 12 a 18: “A criança e a matemática escolar” Planejamento, execução e relato de uma atividade a partir de um dos elementos que surgiram na discussão sobre ambiente alfabetizador em matemática.
  7. 7. EXPOSIÇÃO DIALOGADA Eixos estruturantes e objetivos dos Direitos de Aprendizagem para a alfabetização matemática na perspectiva do letramento (presentes no caderno de apresentação 2014, páginas 45-55 e na unidade 4, páginas 32-37 dos cadernos 2013)
  8. 8. OS OBJETIVOS QUE NORTEIAM OS DIREITOS DE APRENDIZAGEM A criança tem Direito a aprender em Matemática a: I. Utilizar caminhos próprios na construção do conhecimento matemático, como ciência e cultura construídas pelo homem, através dos tempos, em resposta a necessidades concretas e a desafios próprios dessa construção. II. Reconhecer regularidades em diversas situações, de diversas naturezas, compará-las e estabelecer relações entre elas e as regularidades já conhecidas. III. Perceber a importância da utilização de uma linguagem simbólica universal na representação e modelagem de situações matemáticas como forma de comunicação. IV. Desenvolver o espírito investigativo, crítico e criativo, no contexto de situações-problema, produzindo registros próprios e buscando diferentes estratégias de solução. V. Fazer uso do cálculo mental, exato, aproximado e de estimativas. Utilizar as Tecnologias da Informação e Comunicação potencializando sua aplicação em diferentes situações. Caderno apresentação 2014, página 49
  9. 9. DIREITOS DE APRENDIZAGEM MATEMÁTICA Unidade 4, páginas 32-37 dos cadernos 2013
  10. 10. unidade 4, páginas 32-37 dos cadernos 2013
  11. 11. O ensino de Matemática, de acordo com documentos oficiais brasileiros, está organizado em quatro campos (blocos ou eixos):  números e operações;  espaço e forma (geometria, pensamento geométrico);  grandezas e medidas e;  tratamento da informação (estatística). DIREITOS DE APRENDIZAGEM unidade 4, páginas 32-37 dos cadernos 2013
  12. 12. ALGUMAS CONSIDERAÇÕES SOBRE OS DIREITOS DE APRENDIZAGEM EM MATEMÁTICA (MONTEIRO, 2010): “Desde muito pequenas, as crianças entram em contato com grande quantidade e variedade de noções matemáticas, ouvem e falam sobre números, comparam, agrupam, separam, ordenam e resolvem pequenos problemas envolvendo operações, acompanham a marcação do tempo feita pelos adultos, exploram e comparam pesos e tamanhos, observam e experimentam as propriedades e as formas dos objetos, percorrem e exploram diferentes espaços e distancias etc. Esses conhecimentos, assistemáticos e heterogêneos, variam, em maior ou menor grau, de acordo com a cultura e o meio social aos quais as crianças pertencem e constituem um bom ponto de partida para novas aprendizagens”.
  13. 13. ALGUMAS CONSIDERAÇÕES SOBRE OS DIREITOS DE APRENDIZAGEM EM MATEMÁTICA (MONTEIRO, 2010): Atenção: “Uma das praticas frequentes é ensinar um numero de cada vez - primeiro o 1, depois o 2 e assim sucessivamente enfatizando o seu traçado, o treino e a percepção, por meio de propostas como: passar o lápis sobre os algarismos pontilhados, colar bolinhas de papel crepom ou colorir os algarismos, anotar ou ligar o numero a quantidade de objetos correspondente (por exemplo, ligar o 2 ao desenho de duas bolas). Esse tipo de pratica se apoia na ideia que as crianças aprendem por repetição, memorização e associação e deixa de lado os conhecimentos construídos pelas crianças no seu convívio social”.
  14. 14. ALGUMAS CONSIDERAÇÕES SOBRE OS DIREITOS DE APRENDIZAGEM EM MATEMÁTICA (MONTEIRO, 2010): “Quando o sujeito constrói conhecimento sobre conteúdos matemáticos, assim como sobre tantos outros, as operações de classificação e seriação necessariamente são exercidas e se desenvolvem sem que haja um esforço didático especial para isso. Graças a numerosas investigações sobre a produção e compreensão de notações numéricas, hoje sabemos que as crianças elaboram conceptualizações próprias e originais sobre os números. Já não consideramos a conservação do numero como pré-requisito para trabalhar com os números. Sabemos que as crianças desde pequenas podem trabalhar diretamente com o número, contando objetos, lendo e escrevendo números, resolvendo situações de comparação, ordenação e reunião de quantidades, sempre em situações significativas, contextualizadas e com sentido”.
  15. 15. ALGUMAS CONSIDERAÇÕES SOBRE OS DIREITOS DE APRENDIZAGEM EM MATEMÁTICA (MONTEIRO, 2010): “Os conhecimentos que as crianças possuem, embora heterogêneos e assistemáticos, pois resultam das diferentes experiências vividas pelas crianças, são o ponto de partida para a resolução de problemas e, como tal, devem ser considerados pelos adultos. Dessa forma, as situações propostas precisam ser criteriosamente planejadas, a fim de remeterem aos conhecimentos prévios das crianças, possibilitando a ampliação de repertórios de estratégias no que se refere a resolução de operações, notação numérica, formas de representação e comunicação, etc., e mostrando-se como uma necessidade que justifique a busca de novas informações”.
  16. 16. ALGUMAS CONSIDERAÇÕES SOBRE OS DIREITOS DE APRENDIZAGEM EM MATEMÁTICA (MONTEIRO, 2010): “Para que as crianças possam se apropriar e atribuir sentido a um conteúdo é preciso que tenham contato com ele mais de uma vez, por meio de problemas similares ou diferentes. Para cada noção matemática é possível planejar um conjunto de problemas envolvendo uma multiplicidade de contextos. A abordagem de um determinado conteúdo por meio de uma ou algumas atividades recortadas e isoladas pode gerar conhecimentos compartimentados, estanques, desvinculados entre si e que não estarão disponíveis, em outros momentos, quando a criança necessitar deles. A aprendizagem não é um processo linear nem é o mesmo para todas as crianças”.
  17. 17. ALGUMAS CONSIDERAÇÕES SOBRE OS DIREITOS DE APRENDIZAGEM EM MATEMÁTICA (MONTEIRO, 2010): “Dessa forma, fica evidente a necessidade de prever sequências de trabalho que contemplem prazos extensos para o tratamento dos conteúdos. Ao ter oportunidade de revistar o conteúdo em diferentes momentos, as crianças poderão avançar sobre a elaboração destes conceitos ou, algumas, poderão construir o que não foi possível construir anteriormente. As sequências didáticas preveem o encadeamento das propostas de tal modo que cada momento de trabalho constitui um ponto de apoio para o seguinte e este por sua vez retoma e avança em algum sentido sobre o anterior.
  18. 18. Em seis grupos: Elaborar uma atividade envolvendo uma das habilidades do eixo Números e Operações. Podem ser aproveitados os exemplos/recursos citados na atividade anterior (listagem coletiva). 1º ano: Identificar posição de um objeto ou número numa série explicitando a noção de sucessor e antecessor. 2º ano: Utilizar diferentes estratégias para quantificar e comunicar quantidades de elementos de uma coleção, utilizando a linguagem oral, a notação numérica e/ou registros não convencionais, nas brincadeiras e em situações nas quais as crianças reconheçam sua necessidade: contagem oral, pareamento, estimativa e correspondência de agrupamento. 3º ano: Identificar regularidades na série numérica para nomear, ler e escrever números menos frequentes.
  19. 19. LEITURA TEÓRICA Capítulo 2: “Um ambiente para ensinar e aprender matemática”
  20. 20. LEITURA TEÓRICA
  21. 21. LEITURA TEÓRICA
  22. 22. LEITURA TEÓRICA
  23. 23. LEITURA TEÓRICA
  24. 24. LEITURA TEÓRICA
  25. 25. Problemas: expandindo os limites do nosso pensamento matemático
  26. 26. Problemas: expandindo os limites do nosso pensamento matemático O CARACOL E OS TIJOLOS Um caracol começou a escalar uma pilha com 10 tijolos. Ele consegue subir 4 tijolos em uma hora. Mas como faz muito esforço, coitado, depois que sobe, ele dorme uma hora. E, quando dorme, escorrega três tijolos. Quanto tempo ele vai gastar para chegar no topo da pilha de tijolos? Registro em duplas
  27. 27. Análise de problemas (e seus desafios) e caminhos para a resolução (registros)
  28. 28. Análise de problemas (e seus desafios) e caminhos para a resolução (registros)
  29. 29. Análise de problemas (e seus desafios) e caminhos para a resolução (registros)
  30. 30. ESCRITA DOCENTE
  31. 31. Trabalho pessoal LEITURA DO TEXTO DO CADERNO 1: “ORGANIZAÇÃO DA SALA DE AULA, FAZENDO A AULA ACONTECER” – PÁGINAS 15 A 40 PLANEJAMENTO DE SEQUENCIA DIDÁTICA COM O LIVRO “POEMAS PROBLEMAS”
  32. 32. Planejamento por ano de escolaridade Planejar uma sequência didática que contemple os direitos de aprendizagem em matemática em articulação com a língua e outras áreas, a partir dos poemas do livro. Compartilhar com as colegas o planejamento.
  33. 33. AVALIAÇÃO DO ENCONTRO Fabiana Esteves claudiofabiana@gmail.com Claudia da Cruz claudiadacruz@yahoo.com.br Data prevista para nosso próximo encontro... http://fabianaestevespnaicdc.blogspot.com.br/ https://www.facebook.com/groups/441887675894714/

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