4º encontro pnaic vânia 2015

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CADERNO 2 PNAIC 2015
A CRIANÇA NO CICLO DE ALFABETIZAÇÃO

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4º encontro pnaic vânia 2015

  1. 1. PACTO NACIONAL PELA ALFABETIZAÇÃO NA IDADE CERTA Orientadora de Estudo Rozivania Lima Vicência, 05 de setembro de 2015.
  2. 2. Vídeo: Pororó Pequenos Atos
  3. 3. E-mail da turma: pnaic3vicencia@gmail.com SOCIALIZAÇÃO Elaborar um instrumento diagnóstico da turma, considerando as principais aprendizagens desejadas para o ano em curso, vivenciar a situação e registrar quais conhecimentos os alunos demonstraram ter-se apropriado e o que precisa ser garantido em 2015. Fazer o registro do perfil da turma em Língua Portuguesa e Matemática, para discutir no encontro seguinte, sem exceções .
  4. 4. Caderno 2
  5. 5. Iniciando a conversa Este caderno apresenta uma discussão acerca do tema “A criança no Ciclo de Alfabetização” e tem como foco maior provocar, a partir de reflexões teóricas e de relatos de experiência, um debate sobre a necessidade de desenvolver, no ambiente escolar, uma ação pedagógica que possibilite às crianças a garantia de seus direitos, principalmente o de serem crianças e, portanto, preservarem suas identidades sociais e suas necessidades de aprender de forma lúdica e contextualizada.
  6. 6. O direito de ser criança, com as suas múltiplas maneiras de ser e de viver a infância, caminha, muitas vezes, em uma direção contrária a outro direito que todos os meninos e meninas têm: o de estar alfabetizado(a) até os oito anos de idade. Entendemos por alfabetização não somente a compreensão do sistema de escrita alfabética e o domínio das correspondências entre grafemas e fonemas, mas também as capacidades de ler e produzir textos de diferentes gêneros textuais, relativos aos diferentes componentes curriculares, com autonomia. Neste caderno, defendemos a não incompatibilidade entre ser criança e ingressar no mundo da cultura escrita, que, desde cedo, interessa à criança e compõe o seu universo social e cultural.
  7. 7.  refletir sobre os conceitos de “criança” e “infância” e sua pluralidade, compreendendo-os enquanto produtos das relações socioculturais;  compreender a importância do lúdico no desenvolvimento infantil, valorizando a sua presença no processo educativo da criança;  analisar o processo de inclusão da criança de seis anos no Ensino Fundamental e a transição dela da Educação Infantil para essa segunda etapa da Educação Básica;  compreender a escrita e a infância como construções sociais e como conceitos complementares e inter-relacionados;  refletir sobre infância e educação inclusiva como direito de todos;  discutir alguns pressupostos sobre a Educação do Campo e as identidades sociais das crianças do campo;  reconhecer a importância da afetividade na sala de aula e na escola, compreendendo a necessidade de um olhar integral sobre a infância. Objetivos do Caderno
  8. 8. VÍDEO: A invenção da infância
  9. 9. Hora do Lanche
  10. 10. CONCEPÇÃO DE CRIANÇA, INFÂNCIA E EDUCAÇÃO
  11. 11. O que é ser criança? O que é infância?
  12. 12. Debatendo Contexto Histórico? Concepção de infância? Criança?  Significado do Trabalho?
  13. 13. CONCEPÇÃO DE CRIANÇA, INFÂNCIA E EDUCAÇÃO (Claudinéia Maria Vischi Avanzini, Lisandra Ogg Gomes
  14. 14. A criança, enquanto um ser genérico; a infância, como uma geração ou fase da vida, ou seja, ela não termina quando as crianças crescem. Essa geração continua a existir e a receber novas crianças; Não podemos idealizar uma única infância ou criança, pois são diversas as infâncias que as crianças vivem. A infância passou a ser reconhecida como uma geração que é parte da estrutura social, e as crianças, como atores sociais.
  15. 15. Compreensão histórica das ideias acerca da Infância e da Criança IDADE MÉDIA Diante de determinados contextos e circunstâncias, era grande a mortalidade infantil; A escola, de responsabilidade da Igreja, era extremamente dual, seletiva e excludente; As relações sociais eram fundadas em uma hierarquia por grupos de idade e as crianças, na medida das suas capacidades, participavam da vida social misturadas aos adultos, expostas aos perigos e às violências da época .
  16. 16. Compreensão histórica das ideias acerca da Infância e da Criança SÉCULO XV Passou a existir na sociedade uma crescente vontade de salvar as crianças; Inicia um processo de grandes transformações na sociedade, com a moralização dos comportamentos, o nascimento da família moderna e a ampliação nas formas de comunicação; Começa a se concretizar e difundir a ideia de uma escola para todos, um corpo de professores – formados nas ordens religiosas, por uma disciplina rígida, classes numerosas e normas que são diversas daquelas dos adultos;
  17. 17. Compreensão histórica das ideias acerca da Infância e da Criança ...SÉCULO XV Alguns conceitos – denominados de “pré-sociológicos” – a respeito da criança, com influências em mitos e filosofias a cerca do homem; Uma dessas concepções é a da criança má, ou seja, tem disposição para a maldade, corrupção e mesquinharia, devido a sua natureza pecaminosa; Com isso, a criança, precisa ser educada e controlada, para isso, são efetivadas práticas pedagógicas de correção, adestramento, controle e aprimoramento do corpo e da mente infantis.
  18. 18. Compreensão histórica das ideias acerca da Infância e da Criança ...SÉCULO XVII e XVIII A Criança começa a ser vista como diferente dos adultos em suas peculiaridades, segundo a visão de Locke (1632-1704) e Jean- Jacques Rousseau (1712-1778); A educação deve ser de estímulo, cuidado, segurança e simplicidade, através de jogos, objetos e ambientes que permitam uma formação por meio da experiência, manipulação e ação. Para Jean-Jacques Rousseau, as crianças não são adultos em miniatura, são naturalmente boas, inocentes e puras;
  19. 19. Jean-Jacques Rousseau defende que a criança é um ser com características próprias, ao contrario das ideias comuns no seu tempo que defendiam que a educação da criança deveria ser voltada para os interesses do adulto e da vida adulta.
  20. 20. Adnilson José da Silva A obra Jean-Jacques Rousseau influencia o pensamento pedagógico até os dias atuais, sobretudo as correntes que valorizam a autonomia e a liberdade dos sujeito aprendentes, sem descuidar dos necessários limites impostos pela convivência social. Do ponto de vista de Rousseau, o homem educado seria caracterizado pela vontade consciente que o manteria autônomo, tanto frente aos determinismos naturais quanto às imposições sociais. INFÂNCIA E EDUCAÇÃO NA OBRA DE ROUSSEAU
  21. 21. Compreensão histórica das ideias acerca da Infância e da Criança ...SÉCULOS XVII e XVIII Para Locke (1632-1704) , as crianças são seres passivos e que a aprendizagem ocorre pelas vivências adquiridas com os objetos; A Educação teria uma papel fundamental de moldá-la para o bem ou para o mal; A Criança seria por natureza diferente em comparação ao adulto, tendo sua mente como uma carta branca, que deveria ser preenchida a partir das experiências;
  22. 22. Compreensão histórica das ideias acerca da Infância e da Criança SÉCULOS XX Os estudos realizados no campo da Psicologia transformam o modo de compreender a criança e influenciam a constituição da infância como uma fase da vida; Jean Piaget (1896-1980), o começo do conhecimento é a ação do sujeito sobre o objeto, ou seja, o conhecimento humano se constrói na interação homem-meio, sujeito-objeto. As formas de conhecer são construídas nas trocas com os objetos, tendo uma melhor organização em momentos sucessivos de adaptação ao objeto.
  23. 23. Lev Vygotsky (1896-1934), a criança é um indivíduo que aprende a se desenvolver na interação com outros mais experientes do seu meio sociocultural; Sigmund Freud (1856-1939) A infância é o passado do adulto. É a criança inconsciente, um recurso para compreender os desvios, delitos e as anormalidades do adulto. SÉCULO XX Compreensão histórica das ideias acerca da Infância e da Criança
  24. 24. Compreensão histórica das ideias acerca da Infância e da Criança É apenas no século XX que a infância se torna uma realidade de fato – um fenômeno social; As novas concepções desse período questionam o modelo de criança universal, pois se reconhece que as crianças são plurais e pertencem a diferentes culturas.  As crianças são construtoras ativas em seus mundo sociais (CORSARO, 2003; QVORTRUP, 2011); SÉCULO XX
  25. 25. As crianças como atores sociais, agentes em seus processos de aprendizagem; e a infância é reconhecida como uma categoria geracional essencial para a estrutura da sociedade, que influência e é influenciado por ela.
  26. 26. Compreensão histórica das ideias acerca da Infância e da Criança  Lev Vygotsky (1896-1934), a criança é um indivíduo que aprende a se desenvolver na interação com outros mais experientes do seu meio sociocultural; Sigmund Freud (1856-1939) A infância é o passado do adulto. É a criança inconsciente, um recurso para compreender os desvios, delitos e as anormalidades do adulto. ...SÉCULOS XX
  27. 27. As teorias interacionais são críticas em relação à concepção tradicional de ensino, de cunho epistemológico empirista. Piaget e Vygotsky, ambos interacionista buscaram em suas teorias um caminho a explicar o processo de conhecer, sendo este, um processo de construção através da relação sujeito e meio. JEAN PIAGET VYGOTYSK
  28. 28. VÍDEO: Piaget X Vygotsky
  29. 29. Vídeo Teoria Le Vygotsky
  30. 30. TRABALHO EM GRUPOS
  31. 31. FORMAÇÃO DE 4 GRUPOS Comando: Ler o texto, selecionar os pontos fundamentais e registar no cartaz para apresentação em plenária. Texto 2: A CRIANÇA NO CICLO DE ALFABETIZAÇÃO: LUDICIDADE NOS ESPAÇOS/TEMPOS ESCOLARES Texto 3: A CRIANÇA, A EDUCAÇÃO INFANTIL E O ENSINO FUNDAMENTAL
  32. 32. SOCIALIZAÇÃO DOS GRUPOS PLENÁRIA
  33. 33. Hora do Almoço
  34. 34. Dinâmica dos balões
  35. 35. Dinâmica/ reflexão
  36. 36. TRABALHO EM DUPLAS Escolher uma brincadeira da lista produzir a regra do jogo. INSTRUÇÃO DE BRINCADEIRAS: -O QUE PRECISAMOS CONSIDERAR? -Nome da brincadeira -Quantidade de pessoas para brincar e como se organizam -Objetos / recursos -Regras da brincadeira -Local para brincar -Ilustração, se necessário.
  37. 37. • Qual seria a finalidade desta escrita? • Para quem foi escrito? • Qual gênero é mais adequado para esta finalidade? • Em qual suporte iremos inserir os textos? • Onde estes textos circularão?
  38. 38. PROPOSTA: Atividade: produção de texto escrito em dupla Finalidade de escrita: instruir/ explicar sobre como brincar Gênero: regras de jogos Suporte: Catálogo da turma Destinatário: professores alfabetizadores 1º, 2º e 3º anos
  39. 39. - O que são textos instrucionais? - Quais são suas características? - O que é importante ensinar às crianças em relação à produção e compreensão desses textos? - Como poderíamos trazê-los para a sala de aula, inseridos em contextos significativos? TEXTOS INSTRUCIONAIS
  40. 40. Textos instrucionais São textos da ordem do descrever ações, voltados para a “regulação mútua de comportamentos”, seja através de prescrições (projetos de leis, contratos, regulamentos, comandos...) ou de instruções (instruções de jogo, instruções de montagem, receita culinária, instruções de uso) (Dolz e Schneuwly, 1996).
  41. 41. OS GÊNEROS TEXTUAIS CONSIDERADOS COMO INSTRUCIONAIS ATENDEM A CARACTERÍSTICAS DO TIPO INJUNTIVO. [...] diz respeito àquele tipo de texto que se caracteriza por organizar informações e instruções ou ordens com a finalidade de orientar determinado comportamento do interlocutor. Também chamado de instrucional, esse tipo de texto se manifesta, por exemplo, nos gêneros regras de jogo, receitas culinárias, regulamentos, instruções de uso de máquinas e aparelhos eletrodomésticos, entre outros. (Val e Barros, 2003, p. 135-136).
  42. 42. Os textos injuntivos apresentam predomínio de sequências imperativas e enunciados incitadores à ação (Marcuschi, 2002, p. 28). Kaufman e Rodrigues (1995) enfatizam que os textos instrucionais “independentemente de sua complexidade, compartilham da função apelativa, à medida que prescrevem ações e empregam a trama descritiva para representar o processo a ser seguido na tarefa empreendida” (p. 35).
  43. 43. PRODUÇÃO DE TEXTOS NA PERSPECTIVA DA LUDICIDADE E DA INTERAÇÃO
  44. 44. -Rousseau, Pestalozzi, Frebel, Dewel, Claparéde, Montessori, Piaget e Vygotsky foram importantes na organização de concepções pedagógicas em que a atividade lúdica é percebida como um processo pelo qual a criança enriquece o senso de responsabilidade, desenvolve a auto expressão e desenvolve-se física, cognitiva e socialmente (CARLETO, 2003, p. 98) -LUCKESI (2005) "Brincadeiras lúdicas são aquelas atividades que propiciam uma experiência de plenitude, em que nos envolvemos por inteiro estando flexíveis e saudáveis".
  45. 45. • O lúdico apresenta dois elementos que o caracterizam: o prazer e o esforço espontâneo. • Ele é considerado prazeroso, por sua capacidade de absorver o indivíduo de forma intensa e um clima de entusiasmo. • É este aspecto de envolvimento emocional que o torna uma atividade com forte teor motivacional, capaz de gerar um estado de vibração e euforia. • As atividades lúdicas são excitantes, mas também requerem um esforço voluntário. • As situações lúdicas mobilizam esquemas mentais. Sendo uma atividade física e mental, a ludicidade aciona e ativa as funções psico-neurológicas e as operações mentais, estimulando o pensamento. • As atividades de produção textual envolvendo atividade lúdicas, despertam emoções e motivação para a realização da produção; • O desenvolvimento da leitura e da escrita acontece de forma prazerosa; • O uso de jogos e das brincadeira antes, durante ou depois da produção textual pode animar e estimular a criatividade das crianças.
  46. 46. As atividades lúdicas integram as várias dimensões da personalidade: afetiva, motora e cognitiva. O ser que brinca e joga é, também, o ser que age, sente, pensa, aprende e se desenvolve. (TEIXEIRA, 1995, p. 23).
  47. 47. TRABALHO EM GRUPO
  48. 48. COMANDO: TEXTO 4: O LUGAR DA CULTURA ESCRITA NA EDUCAÇÃO DA CRIANÇA: PODE A ESCRIA ROUBAR A INFANCIA? TEXTO 5: INFÂNCIA E EDUCAÇÃO INCLUSIVA COMO DIREITOS DE TODOS
  49. 49. COMANDO: Destaque da ideia central e/ou um parágrafo que dá ideia do todo
  50. 50. Referências BibliográficasARIÈS, Philippe. História social da criança e da família. 2 ed. Rio de Janeiro: LTC, 1981. ARIÈS, Philippe. Padri e figli nell’Europa medievale e moderna. Roma-Bari: Biblioteca Storica Laterza, 1999. BARALDI, Claudio. Forms of educations in infant schools. A sociological approach. In: A collection of papers from the international conference. Childhood and children’s culture. Organised by South Jutland University Centre and Odense University. Esbjerg, Denmark, p. 1-21, 30 may to 02 june 1997. BECCHI, Egle. Il bambino nella storia. Roma-Bari: Laterza, 2010. BECCHI, Egle. L’Ottocento. In: BECCHI, Egle; JULIA, Dominique. Storia dell’infanzia. Volume II. Dal Sttencento a Oggi. Roma: Editori Laterza, 1996. BECCHI, Egle; JULIA, Dominique. Storia dell’infanzia. Volume I. Dall’antichità al seicento. Roma: Editori Laterza, 1996. BRASIL. Lei N.o 8.069, de 13 de julho de 1990. Estatuto da Criança e do Adolescente. Brasília, 1990. BÜHLER-NIEDERBERGER, Doris. Introduction: childhood sociology – defining the State of the Art and ensuring reflection. Current Sociology. SAGE, vol. 58, n.o 02, p. 155-164, march, 2010. CAMBI, Franco. Un paradigma culturale forte e articolato. In: CAMBI, Franco.; Di BARI, Cosimo; SARSINI, Daniela. Il mondo dell’infanzia. BRASIL. Pacto Nacional pela Alfabetização na Idade Certa. Caderno 2015
  51. 51. Dalla scoperta al mito alla relazione di cura. Milano: Apogeo, 2012. p. 1-20. CIFALI, Mireilli. Psicanálise e educação. In: ZANTEN, Agnès van. (Coord.). Dicionário de Educação. Petrópolis, RJ: 2011. p. 670-675. COMENIUS, Jan Amos. Didática Magna. São Paulo: Martins Fontes, 2006. CORSARO, William. Le culture dei bambini. Bologna: Editrice il Mulino, 2003. CRAHAY, Marcel. Psicologia da Educação. In: ZANTEN, Agnès van. (Coord.). Dicionário de Educação. Petrópolis, RJ: 2011. p. 675-681. DELALANDE, Julie. Infância (Socioantropologia). In: ZANTEN, Agnès van. Dicionário de educação. Petrópolis, RJ: Vozes, 2011. p. 471-476. DURKHEIM, Émile. Educação e sociologia. São Paulo: Edições Melhoramentos, 1955. FREUD, Sigmund. Edição standard brasileira das obras psicológicas completas de Sigmund Freud. Rio de Janeiro: Imago, 1996. GÉLIS, Jacques. A Individualização da criança. In: ÁRIES, Philippe; CHARTIER, Roger (Orgs.). História da vida Privada 3: da Renascença ao século das luzes. São Paulo: Companhia das Letras, 1991. p. 311-329. GONDRA José.; GARCIA, Inára. A arte de endurecer “miolos moles e cérebros brandos”: a racionalidade médico-higiênica e a construção social da infância. Revista Brasileira de Educação. Rio de Janeiro, n.o 26, p. 69-84, maio-ago/2004. Referências Bibliográficas
  52. 52. PARA CASA: -ELABORAR UMA SEQUÊNCIA DIDÁTICA SEMANAL COM O GÊNERO TEXTUAL JOGOS E BRINCADEIRAS DE ACORDO COM O QUE TRABALHAMOS.
  53. 53. Rozivania Lima wanyacastro13@gmail.com Cel. (81)99873-2269 Muito Obrigada!

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