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1. Objetivos;
2. Alfabetização Matemática;
3. Unidades Temáticas de Matemática do Currículo de
Pernambuco;
4. Análise dos resultados do SAEPE 2022;
5. Prática e reflexão de situações pedagógicas;
6. Avaliação.
Compreender a Matemática nas relações cotidianas para
fortalecimento do trabalho pedagógico a partir dos
pressupostos da Alfabetização Matemática.
 Apresentar as Unidades Temáticas e discutir a importância
das conexões entre elas;
 Refletir sobre o letramento matemático, a partir da
resolução de problemas, considerando o Currículo de
Pernambuco;
 Propor práticas pedagógicas que favoreçam o
desenvolvimento de habilidades de Matemática e a
relação com outros componentes curriculares.
● Saber Matemática é um dom ou pode ser
aprendido?
● Há relação entre Alfabetização e Letramento?
● Já ouviu falar sobre Alfabetização Matemática?
Alfabetização Matemática pode ser entendida como: “o conjunto das contribuições da
educação Matemática no Ciclo de Alfabetização para a promoção da apropriação pelos
aprendizes de práticas sociais de leitura e escrita de diversos tipos de textos, práticas de leitura e
escrita do mundo.” Pacto Nacional pela Alfabetização na Idade Certa. (Brasil, 2014, p 31)
“[...] Compreendo a alfabetização matemática, portanto, como fenômeno que trata da
compreensão, da interpretação e da comunicação dos conteúdos matemáticos ensinados na
escola, tidos como iniciais para a construção do conhecimento matemático.” (Danyluk, 2002, p.
20)
“A linguagem Matemática pode ser definida como um sistema simbólico, com símbolos
próprios que se relacionam segundo determinadas regras. Esse conjunto de símbolos e regras
deve ser entendido pela comunidade que o utiliza. A apropriação desse conhecimento é
indissociável do processo do conhecimento.” (Lorensatti, 2009, p. 90).
 Práticas sociais em que a linguagem é um instrumento de comunicação e
interação social;
 Situações sociais que demandam o conhecimento linguístico e matemático
para resolvermos os problemas que surgem em nosso cotidiano;
 Uso dos gêneros textuais que facilitem o ensino da matemática, garantindo o
letramento matemático, para que o estudante interaja socialmente e de
forma contextualizada.
Tem como principal objetivo construir os
significados dos números naturais em seus quatro
aspectos: o de indicador da quantidade de
elementos de uma coleção discreta, o de
grandezas, o de indicador de posição e o de
código. Distinções que devem ser construídas a
partir de situações de uso do número natural.
Também aconselha a construção do significado
do Sistema de Numeração Decimal e ensino das
operações fundamentais (adição, subtração,
multiplicação e divisão) a partir de situações
ligadas ao cotidiano da criança.
A ênfase é no pensamento algébrico,
desenvolvido a partir de um trabalho que busca
generalizações e regularidades, em diferentes
sequências (numéricas, de figuras ou de outro
tipo). O desafio de pensar em como determinar o
valor desconhecido em uma igualdade
matemática, explorando a ideia de operações
inversas, também contribui com o
desenvolvimento do pensamento algébrico. A
noção de proporcionalidade pode ser introduzida
por meio de situações ligadas ao cotidiano do
estudante.
Posição e deslocamentos no espaço, formas e
relações entre elementos de figuras planas e
espaciais são alguns dos objetos de
conhecimento dessa unidade temática. O
esperado é que esses conceitos ajudem o
estudante a desenvolver o raciocínio necessário
para investigar propriedades, entender
proporcionalidade e observar semelhanças.
Essa unidade também contempla o trabalho
com as transformações geométricas e as
habilidades de construção e de representação
que devem ser trabalhadas explorando malhas
de diferentes tipos.
Deve-se destacar a necessidade de ligação do
estudo das grandezas e medidas a situações do
cotidiano do estudante. A sistematização das
unidades convencionais de medida somente
deve ser realizada após a construção dos
significados das grandezas envolvidas. É
fundamental a apresentação de situações que
levem o estudante a comparar grandezas sem
recorrer a medições ou que explorem a
distinção entre figura e grandeza (figuras
diferentes com o mesmo perímetro ou
recipientes diferentes com a mesma
capacidade, etc.).
Tem como principal objetivo desenvolver
competências para formular questões que
envolvam a obtenção de dados, coleta,
organização e apresentação de informações,
observação e interpretação de fenômenos. É
recomendável que se leve em conta a
curiosidade, muitas vezes presente na criança.
Além disso, trabalhar a ideia de chance
favorecerá que o estudante construa a noção
de probabilidade a ser elaborada
posteriormente.
PEDRINHO
b) No formato, sim.
Mas, na direção não.
UT: Grandezas e
Medidas / Geometria
c) Sim, dois com a
ponta para um lado e
dois para o outro.
UT: Álgebra /
Números
d) Sim, porque a ideia
de sequência exige
isso.
UT: Álgebra
e) O primeiro igual ao
último, em seguida
dois com a direção
contrária.
UT: Álgebra / Números
Embora os objetos de conhecimento tenham sido apresentados em uma lista organizada em
unidades temáticas, o ensino não deve ser linear, centrado nos conteúdos que precisam ser
estudados, um a um.
O ideal é que o(a) professor(a) planeje suas aulas a partir de sequências didáticas que
dialoguem entre as diversas áreas do conhecimento, componentes curriculares e unidades
temáticas.
Assim, poderá auxiliar os estudantes a estabelecerem relações e a realizarem sínteses para
explicar as conexões percebidas.
2º ano
Num problema, reconhecer
e utilizar as unidades usuais
de medidas de tempo.
Resolver problema envolvendo
adição e/ou subtração de
números naturais.
https://avaliacaoemonitoramentopernambuco.caeddigital.net/#!/programa
 Indicadores de participação e desempenho dos estudantes nas
avaliações somativas (final dos ciclos);
 Os dados indicam o nível de aprendizado dos estudantes por etapa
e componente curricular;
 Traçar e monitorar estratégias, metas e iniciativas.
https://avaliacaoemonitoramentopernambuco.caeddigital.net/#!/programa
Quais as principais dificuldades e facilidades no trabalho com as
habilidades destacadas?
Como são trabalhadas essas habilidades na sala de aula?
É possível refletir outras perspectivas para essas habilidades? Se sim,
quais?
Identificação
Reconhecer
que há um
problema a
ser resolvido;
Distinção
especificamente
o que se precisa
resolver e como
isso será feito;
Investigação/
Planejamento
estudar formas de
chegar ao
objetivo, quais
meios e objetos
empregar;
utilizar estratégia
para verificação,
geralmente com
caminho inverso
da solução. Caso
não ocorra a
confirmação, rever
o passo para
corrigir.
Execução
realizar o
previsto para
atingir a
resolução do
problema;
Verificação/
Correção
https://idocode.com.br/blog/educacao/resolucao-de-problemas/
https://idocode.com.br/blog/educacao/resolucao-de-problemas/
1º - Problema: Houve uma
mudança na quantidade de
bexigas de Gabriel;
3º - Investigação: método de adição;
2º - Distinção: ele ganhou bexigas;
4º - Execução: quadro ao lado;
5º - Verificação: subtração.
Brasil, 2014.
Transformação desconhecida São conhecidos os estados inicial e
final da situação.
Tayná tinha 5 frutas. Ganhou mais
algumas frutas de Moema. Agora
Tayná tem 8 frutas. Quantas frutas
Tayná ganhou?
Moema
Tayná
Tayná
Transformação com estado inicial
desconhecido
O estado inicial também pode ser
desconhecido nas situações de
transformação.
Paulo tinha alguns carrinhos. Deu 4
carrinhos para Pedro e ficou com 7.
Quantos carrinhos Paulo tinha?
Paulo
Pedro
Unidade Temática Números
Unidade Temática Grandezas e Medidas
Leitura
Análise Linguística
Oralidade
Produção Escrita
Página 30. Almanaque Ano 1. PCA
O que é, o que é? Sabe os dias, mas não sabe
as horas?
GÊNERO: ADIVINHAS
As adivinhas são um gênero textual relacionado
à cultura popular. Elas são caracterizadas pelo
seu aspecto enigmático e configuram jogos com
pergunta e resposta.
FINALIDADE
Gênero lúdico, de entretenimento, para
realização das brincadeiras de adivinhações.
ESTRUTURA
PERGUNTA INICIAL- A adivinha sempre se inicia
com a pergunta “O que é, o que é? ”. Essa
pergunta inicial tem o objetivo de chamar a
atenção do interlocutor para a pergunta
seguinte, já com a intenção de desafiar e
estimular a sua solução.
PERGUNTA – DESAFIO A segunda pergunta da adivinha é a pergunta-desafio. Por
meio dessa pergunta, o interlocutor (a pessoa com quem se conversa) é levado a
utilizar-se de conhecimentos sociais, culturais e linguísticos para a solução do
problema proposto.
Depois das perguntas inicial e desafio, é necessário que haja a resposta. Assim,
percebe-se que esse tipo de texto trata-se de um diálogo e, por isso, exige um emissor
e um receptor, isto é, alguém que faz a pergunta e alguém que a responde. Além
disso, a construção da resposta pede muito além de conhecimentos linguísticos, pois é
solicitado ao receptor uma capacidade interpretativa que requer dele um
conhecimento de mundo. Dessa maneira, esse tipo de gênero textual pode ter muitas
funções no ensino de língua portuguesa.
O que é, o que é? Sabe os dias, mas não sabe as horas?
Resposta: Calendário.
1. Em uma RODA DE CONVERSA, questionar:
Quais instrumentos utilizamos para medir o tempo?
Que dia é hoje? Como sabemos que dia é hoje?
Qual a data de hoje? Como sabemos a data de hoje?
Vocês já ouviram falar em calendário? O que compreendemos ao ouvir a palavra
Calendário?
Sabem se existem diferentes calendários? Onde encontramos calendários?
Por que são importantes?
Durante a conversa explicar para os estudantes o que é calendário, falar que existem
diferentes calendários, para que servem e que importância tem para nós.
FINALIDADE
É, na verdade, um instrumento que permite
a partilha de experiências e o
desenvolvimento de reflexões sobre as
práticas educativas dos sujeitos, em um
processo mediado pela interação com os
pares, através de diálogos internos e no
silêncio observador e reflexivo.
GÊNERO:
Roda de Conversa
As Rodas de Conversa consistem
em “momentos dedicados ao
debate sobre um determinado
tema, nos quais os participantes se
reúnem formando um círculo e
todos têm oportunidade de
expressarem-se, dentro de uma
determinada ordem, previamente
informada pelo mediador, que é a
pessoa por organizar e conduzir o
diálogo.” (Boyes-watson, 2011)
A página 72 do Almanaque Ilustrado de Alfabetização Ano 2, um dos
materiais complementares disponibilizado pelo PCA para os municípios
parceiros, traz informações a respeito de um calendário criado pelo povo
Atikum.
O povo Atikum, assim como outros povos indígenas, organizam calendários
próprios.
Nesse contexto trabalharemos a sequência didática, permitindo um diálogo entre as
habilidades citadas anteriormente, que estão incluídas nas Unidades Temáticas:
Números e Grandezas e Medidas.
Almanaque Ilustrado
de Alfabetização
Ano 2 página 72
2. Explorar o Calendário do Povo Atikum exibido no referido
Almanaque:
a) Abreviação dos nomes correspondentes aos meses do
Ano;
b) Quantidade de meses no ano;
c) Leitura de imagens;
d) As datas que são especificadas com a identificação
numérica;
e) Refletir sobre o que os estudantes entendem ao ler no
mês de julho: 17 a 25.
Calendário é um sistema para contagem e agrupamento de dias que
visa a atender principalmente às necessidades civis e religiosas de uma
cultura. A palavra deriva do latim calendarium, "livro de registro", que, por
sua vez, deriva de calendae, que indicava o primeiro dia de um mês
romano. As unidades principais de agrupamento dos dias são o mês e o
ano.
ESTRUTURA
Esse gênero possui traços bem
característicos, tem como aspectos
composicionais a indicação dos nomes dos
meses do ano, os dias da semana, as datas
comemorativas e feriados representados
numericamente, podem apresentar
informações referentes as fases da lua, a
indicação do início de cada estação do
ano.
GÊNERO: CALENDÁRIO
O calendário é um gênero típico no
ensino da matemática, mas também
pode ser trabalhado de forma
interdisciplinar, abrangendo outras
temáticas.
FINALIDADE
O gênero textual calendário tem a
finalidade de nos orientar na
organização do tempo, no
planejamento cotidiano de nossa
vida em sociedade
https://blogdegenerostextuais.blogspot.com/2014/05/o-calendario-um-genero-
textual-que-nao.html
3. Nesse momento compare o calendário do Povo Atikum com o calendário do Ano
2023 usado no Brasil.
Mostre um calendário com identificação de meses do ano, dias da semana, feriados
nacionais e fases da lua. Fixe-o na sala e realize as seguintes ideias:
Solicite que cada estudante:
● identifique o dia de seu aniversário no calendário;
● escreva o que está ocorrendo no calendário do Povo Atikum no mês de seu
aniversário;
● Observando o calendário marque o dia do seu aniversário e conte quantos dias
falta para o final do mês.
Responda:
Neste ano o seu aniversário já
aconteceu?
Se já aconteceu, em que mês e
dia da semana foi?
Se ainda não aconteceu, em
que mês e dia da semana
será?
Calcule quantos meses faltam
ou passaram em relação ao
seu aniversário.
Que dia está antes do seu
aniversário? E depois?
Quantos dias têm o mês em que
acontece a Venda dos produtos
agrícolas do calendário do povo
Atikum,?
No Brasil, qual feriado Nacional é
comemorado em setembro? E em
que dia?
Em que dias do mês de julho
acontece o Festejo de Nossa
Senhora Santana, de acordo com
o calendário do povo Atikum?
Esse festejo acontece durante quantos
dias?
No mês de julho, tirando os dias de
realização do Festejo de Nossa Senhora
Santana, sobram quantos dias?
1
2
3
4
5
4. Construir um calendário anual é muito desafiante, portanto, sugira o
registro de rotina em um dos dias da semana e no final de semana para
cada estudante compor, usando imagens e/ou palavras, registrando
horários de suas atividades comuns.
Usar três folhas de ofício, na primeira registra a rotina de Domingo (primeiro dia da
semana), na segunda folha registra a rotina de um dos dias da semana e na terceira
registra a rotina do dia de sábado (sétimo dia da semana). No registro precisará ter o
horário, desenho e/ou descrição do que o estudante faz nos diferentes horários na sua
rotina do dia, desde o acordar até o deitar.
Pode-se usar esse modelo a seguir para facilitar a construção dos estudantes, sendo
delimitado o dia em cada folha
Para que saibam registrar corretamente o tempo, exiba dois tipos de relógio
(analógico e digital), esclareça a forma correta de registro e a relação entre eles.
Podem ser propostas algumas atividades antes da produção.
Exemplos:
a) Registro do horário: da entrada e da saída dos estudantes na escola, do início e do fim do
intervalo na sala de aula;
b) Cálculo do horário que os estudantes ficam na escola: diferença entre o horário da saída e
da entrada;
c) Cálculo do tempo destinado ao intervalo: diferença entre o horário do fim e do início do
intervalo;
d) Escrita correta das unidades de medida de tempo e respectivas abreviações: horas (h),
minutos (min) e segundos (s);
e) Indicação de que 18 horas é correspondente à 6 horas da noite. Inclusive usando a
indicação nos dois tipos de relógio.
A folha inicial de cada estudante deve estar identificada com o seu nome, e as três folhas
grampeadas. O professor deverá guardá-las até o próximo bimestre, entregar para os estudantes e
ajudá-los a fazer revisão e reescrita de sua produção, essa produção ficará com o estudante para
relembrar sua rotina, ele poderá fixar em seu quarto.
5. Construção de problemas: Explorar o número de dias dos meses e outros itens do calendário para
elaboração de problemas matemáticos do campo aditivo. Para isso é importante que o estudante
tenha contato com vários problemas antes de elaborar, para perceber as especificidades do gênero.
Alguns exemplos:
a) O mês de fevereiro tem 28 dias, e o de março tem 31 dias. Quantos dias março tem a mais que
fevereiro?
b) Em fevereiro de 2023, a primeira quarta-feira foi dia 1, a próxima foi dia 8. Considerando que se
somou 7 para encontrar a data da próxima quarta-feira, então a terceira quarta-feira desse
mesmo período foi em que data?
c) No mês de fevereiro de 2023 houve feriado de Carnaval nas escolas estaduais nos dias 20, 21 e
22. A partir do dia 02, quantos dias letivos teve o mês de fevereiro?
d) O mês de maio tem 31 dias, quais outros meses do ano tem 31 dias? Quantos têm até 30 dias?
Observação: os problemas depois de revisados e reescritos pelos estudantes servirão de
base para vivenciar a trilha.
Vamos brincar na trilha?
“Letrar é mais que alfabetizar, é ensinar a ler e
escrever dentro de um contexto onde a escrita e a
leitura tenham sentido e façam parte da vida do
aluno.”
Magda Soares
“As camadas populares têm que lutar muito contra
a discriminação e a injustiça. Alfabetização e
letramento têm esse objetivo: dar às pessoas o
domínio da língua como instrumento de inserção na
sociedade e de luta por direitos fundamentais”;
“A arma social de luta mais poderosa é o domínio
da linguagem”;
Se organizem em dupla e sigam os seguintes passos:
1. Ficar de costas um para o outro;
2. Juntar as mãos;
3. Abrir os braços;
4. Levantar as mãos;
5. Descer os braços na altura dos ombros;
6. Solte as mãos e ainda de costas entrelaçar os braços;
7. Tentar suspender um ao outro. Representando que um pode confiar no
outro.
8. Abrir os braços novamente e gira paraficar um na frente do outro;
9. Continuar com as mãos para cima;
10. Coloca os braços na altura do ombro e...
11. Abraçar um ao outro.
Que sejamos fortalecidos neste abraço.
Brasil. Secretaria de Educação Básica. Diretoria de apoio à Gestão Educacional. Pacto Nacional pela
Alfabetização na Idade Certa: Apresentação/Ministério da Educação Básica, Diretoria de apoio à Gestão
Educacional. _ Brasília: MEC, SEB, 2014.
Brasil. Secretaria de Educação Básica. Diretoria de apoio à Gestão Educacional. Pacto Nacional pela
Alfabetização na Idade Certa: Operações na resolução de problemas/Ministério da Educação Básica, Diretoria
de apoio à Gestão Educacional. _ Brasília: MEC, SEB, 2014.
Calendário.https://portal.educacao.pe.gov.br/calendario-escolar-2023-2/.
https://pt.wikipedia.org/wiki/Calend%C3%A1rio.
https://blogdegenerostextuais.blogspot.com/2014/05/o-calendario-um-genero-textual-que-nao.html
https://editorarealize.com.br/editora/anais/conedu/2018/TRABALHO_EV117_MD1_SA13_ID8434_23082018174813.p
df
DANYLUK, Ocsana. Alfabetização matemática: as primeiras manifestações da escrita infantil/Ocsana Danyluk. _
Porto Alegre: Sulina, Passo Fundo: Ediupf, 2002. 2ª ed. 240 p.
LOPES, Greice Duarte; MENNA, André Luiz A.; SILVA, João Alberto; Alfabetização matemática e numeramento nos
anos iniciais do ensino fundamental. Disponível em: http://anaisjem.upf.br/download/de-212-lopes.pdf Acesso em
15 set. 2023.
LORENSATTI, E.J.C. Linguagem Matemática e Língua Portuguesa: diálogo necessário na resolução de problemas
matemáticos. Revista Conjectura: Filosofia e Educação. Caxias do Sul, v. 14, n. 2, p. 89-99, 2009. Disponível
em:<http://www.ucs.br/etc/revistas/index.php/conjectura/article/view/17/16>. Acesso em: 28 de ago. 2023.
Nova Escola. https://novaescola.org.br/bncc/conteudo/34/conheca-os-principais-pontos-em-cada-unidade-
tematica-de-matematica
PERNAMBUCO. SECRETARIA DE EDUCAÇÃO DE PERNAMBUCO. Currículo de Pernambuco – Ensino Fundamental.
Recife. 2019.
Resolução de problemas: entenda a metodologia por trás da solução. Disponível em:
https://idocode.com.br/blog/educacao/resolucao-de-problemas/ Acesso em 24 de Ago. 2023
Resultados do SAEPE. https://avaliacaoemonitoramentopernambuco.caeddigital.net/#!/programa
Roda de conversa (Boyes-watson, 2011)
https://educapes.capes.gov.br/bitstream/capes/433385/2/ROTEIRO%20PARA%20RODA%20DE%20CONVERSA%20SOB
RE%20O%20PNAES.pdf
https://periodicos.ufpb.br/ojs2/index.php/rteo/article/view/18338/11399
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FORMAÇÃO DE MATEMÁTICA PCA - Brejinho PE

  • 1.
  • 2.
  • 5. 1. Objetivos; 2. Alfabetização Matemática; 3. Unidades Temáticas de Matemática do Currículo de Pernambuco; 4. Análise dos resultados do SAEPE 2022; 5. Prática e reflexão de situações pedagógicas; 6. Avaliação.
  • 6. Compreender a Matemática nas relações cotidianas para fortalecimento do trabalho pedagógico a partir dos pressupostos da Alfabetização Matemática.
  • 7.  Apresentar as Unidades Temáticas e discutir a importância das conexões entre elas;  Refletir sobre o letramento matemático, a partir da resolução de problemas, considerando o Currículo de Pernambuco;  Propor práticas pedagógicas que favoreçam o desenvolvimento de habilidades de Matemática e a relação com outros componentes curriculares.
  • 8. ● Saber Matemática é um dom ou pode ser aprendido? ● Há relação entre Alfabetização e Letramento? ● Já ouviu falar sobre Alfabetização Matemática? Alfabetização Matemática pode ser entendida como: “o conjunto das contribuições da educação Matemática no Ciclo de Alfabetização para a promoção da apropriação pelos aprendizes de práticas sociais de leitura e escrita de diversos tipos de textos, práticas de leitura e escrita do mundo.” Pacto Nacional pela Alfabetização na Idade Certa. (Brasil, 2014, p 31) “[...] Compreendo a alfabetização matemática, portanto, como fenômeno que trata da compreensão, da interpretação e da comunicação dos conteúdos matemáticos ensinados na escola, tidos como iniciais para a construção do conhecimento matemático.” (Danyluk, 2002, p. 20) “A linguagem Matemática pode ser definida como um sistema simbólico, com símbolos próprios que se relacionam segundo determinadas regras. Esse conjunto de símbolos e regras deve ser entendido pela comunidade que o utiliza. A apropriação desse conhecimento é indissociável do processo do conhecimento.” (Lorensatti, 2009, p. 90).
  • 9.  Práticas sociais em que a linguagem é um instrumento de comunicação e interação social;  Situações sociais que demandam o conhecimento linguístico e matemático para resolvermos os problemas que surgem em nosso cotidiano;  Uso dos gêneros textuais que facilitem o ensino da matemática, garantindo o letramento matemático, para que o estudante interaja socialmente e de forma contextualizada.
  • 10. Tem como principal objetivo construir os significados dos números naturais em seus quatro aspectos: o de indicador da quantidade de elementos de uma coleção discreta, o de grandezas, o de indicador de posição e o de código. Distinções que devem ser construídas a partir de situações de uso do número natural. Também aconselha a construção do significado do Sistema de Numeração Decimal e ensino das operações fundamentais (adição, subtração, multiplicação e divisão) a partir de situações ligadas ao cotidiano da criança.
  • 11. A ênfase é no pensamento algébrico, desenvolvido a partir de um trabalho que busca generalizações e regularidades, em diferentes sequências (numéricas, de figuras ou de outro tipo). O desafio de pensar em como determinar o valor desconhecido em uma igualdade matemática, explorando a ideia de operações inversas, também contribui com o desenvolvimento do pensamento algébrico. A noção de proporcionalidade pode ser introduzida por meio de situações ligadas ao cotidiano do estudante.
  • 12. Posição e deslocamentos no espaço, formas e relações entre elementos de figuras planas e espaciais são alguns dos objetos de conhecimento dessa unidade temática. O esperado é que esses conceitos ajudem o estudante a desenvolver o raciocínio necessário para investigar propriedades, entender proporcionalidade e observar semelhanças. Essa unidade também contempla o trabalho com as transformações geométricas e as habilidades de construção e de representação que devem ser trabalhadas explorando malhas de diferentes tipos.
  • 13. Deve-se destacar a necessidade de ligação do estudo das grandezas e medidas a situações do cotidiano do estudante. A sistematização das unidades convencionais de medida somente deve ser realizada após a construção dos significados das grandezas envolvidas. É fundamental a apresentação de situações que levem o estudante a comparar grandezas sem recorrer a medições ou que explorem a distinção entre figura e grandeza (figuras diferentes com o mesmo perímetro ou recipientes diferentes com a mesma capacidade, etc.).
  • 14. Tem como principal objetivo desenvolver competências para formular questões que envolvam a obtenção de dados, coleta, organização e apresentação de informações, observação e interpretação de fenômenos. É recomendável que se leve em conta a curiosidade, muitas vezes presente na criança. Além disso, trabalhar a ideia de chance favorecerá que o estudante construa a noção de probabilidade a ser elaborada posteriormente.
  • 15.
  • 16. PEDRINHO b) No formato, sim. Mas, na direção não. UT: Grandezas e Medidas / Geometria c) Sim, dois com a ponta para um lado e dois para o outro. UT: Álgebra / Números d) Sim, porque a ideia de sequência exige isso. UT: Álgebra e) O primeiro igual ao último, em seguida dois com a direção contrária. UT: Álgebra / Números Embora os objetos de conhecimento tenham sido apresentados em uma lista organizada em unidades temáticas, o ensino não deve ser linear, centrado nos conteúdos que precisam ser estudados, um a um. O ideal é que o(a) professor(a) planeje suas aulas a partir de sequências didáticas que dialoguem entre as diversas áreas do conhecimento, componentes curriculares e unidades temáticas. Assim, poderá auxiliar os estudantes a estabelecerem relações e a realizarem sínteses para explicar as conexões percebidas.
  • 17. 2º ano Num problema, reconhecer e utilizar as unidades usuais de medidas de tempo. Resolver problema envolvendo adição e/ou subtração de números naturais. https://avaliacaoemonitoramentopernambuco.caeddigital.net/#!/programa
  • 18.  Indicadores de participação e desempenho dos estudantes nas avaliações somativas (final dos ciclos);  Os dados indicam o nível de aprendizado dos estudantes por etapa e componente curricular;  Traçar e monitorar estratégias, metas e iniciativas. https://avaliacaoemonitoramentopernambuco.caeddigital.net/#!/programa
  • 19. Quais as principais dificuldades e facilidades no trabalho com as habilidades destacadas? Como são trabalhadas essas habilidades na sala de aula? É possível refletir outras perspectivas para essas habilidades? Se sim, quais?
  • 20.
  • 21. Identificação Reconhecer que há um problema a ser resolvido; Distinção especificamente o que se precisa resolver e como isso será feito; Investigação/ Planejamento estudar formas de chegar ao objetivo, quais meios e objetos empregar; utilizar estratégia para verificação, geralmente com caminho inverso da solução. Caso não ocorra a confirmação, rever o passo para corrigir. Execução realizar o previsto para atingir a resolução do problema; Verificação/ Correção https://idocode.com.br/blog/educacao/resolucao-de-problemas/
  • 22. https://idocode.com.br/blog/educacao/resolucao-de-problemas/ 1º - Problema: Houve uma mudança na quantidade de bexigas de Gabriel; 3º - Investigação: método de adição; 2º - Distinção: ele ganhou bexigas; 4º - Execução: quadro ao lado; 5º - Verificação: subtração.
  • 24. Transformação desconhecida São conhecidos os estados inicial e final da situação. Tayná tinha 5 frutas. Ganhou mais algumas frutas de Moema. Agora Tayná tem 8 frutas. Quantas frutas Tayná ganhou? Moema Tayná Tayná
  • 25. Transformação com estado inicial desconhecido O estado inicial também pode ser desconhecido nas situações de transformação. Paulo tinha alguns carrinhos. Deu 4 carrinhos para Pedro e ficou com 7. Quantos carrinhos Paulo tinha? Paulo Pedro
  • 26.
  • 27.
  • 31. Página 30. Almanaque Ano 1. PCA O que é, o que é? Sabe os dias, mas não sabe as horas? GÊNERO: ADIVINHAS As adivinhas são um gênero textual relacionado à cultura popular. Elas são caracterizadas pelo seu aspecto enigmático e configuram jogos com pergunta e resposta. FINALIDADE Gênero lúdico, de entretenimento, para realização das brincadeiras de adivinhações. ESTRUTURA PERGUNTA INICIAL- A adivinha sempre se inicia com a pergunta “O que é, o que é? ”. Essa pergunta inicial tem o objetivo de chamar a atenção do interlocutor para a pergunta seguinte, já com a intenção de desafiar e estimular a sua solução. PERGUNTA – DESAFIO A segunda pergunta da adivinha é a pergunta-desafio. Por meio dessa pergunta, o interlocutor (a pessoa com quem se conversa) é levado a utilizar-se de conhecimentos sociais, culturais e linguísticos para a solução do problema proposto. Depois das perguntas inicial e desafio, é necessário que haja a resposta. Assim, percebe-se que esse tipo de texto trata-se de um diálogo e, por isso, exige um emissor e um receptor, isto é, alguém que faz a pergunta e alguém que a responde. Além disso, a construção da resposta pede muito além de conhecimentos linguísticos, pois é solicitado ao receptor uma capacidade interpretativa que requer dele um conhecimento de mundo. Dessa maneira, esse tipo de gênero textual pode ter muitas funções no ensino de língua portuguesa. O que é, o que é? Sabe os dias, mas não sabe as horas? Resposta: Calendário.
  • 32. 1. Em uma RODA DE CONVERSA, questionar: Quais instrumentos utilizamos para medir o tempo? Que dia é hoje? Como sabemos que dia é hoje? Qual a data de hoje? Como sabemos a data de hoje? Vocês já ouviram falar em calendário? O que compreendemos ao ouvir a palavra Calendário? Sabem se existem diferentes calendários? Onde encontramos calendários? Por que são importantes? Durante a conversa explicar para os estudantes o que é calendário, falar que existem diferentes calendários, para que servem e que importância tem para nós.
  • 33. FINALIDADE É, na verdade, um instrumento que permite a partilha de experiências e o desenvolvimento de reflexões sobre as práticas educativas dos sujeitos, em um processo mediado pela interação com os pares, através de diálogos internos e no silêncio observador e reflexivo. GÊNERO: Roda de Conversa As Rodas de Conversa consistem em “momentos dedicados ao debate sobre um determinado tema, nos quais os participantes se reúnem formando um círculo e todos têm oportunidade de expressarem-se, dentro de uma determinada ordem, previamente informada pelo mediador, que é a pessoa por organizar e conduzir o diálogo.” (Boyes-watson, 2011)
  • 34. A página 72 do Almanaque Ilustrado de Alfabetização Ano 2, um dos materiais complementares disponibilizado pelo PCA para os municípios parceiros, traz informações a respeito de um calendário criado pelo povo Atikum. O povo Atikum, assim como outros povos indígenas, organizam calendários próprios. Nesse contexto trabalharemos a sequência didática, permitindo um diálogo entre as habilidades citadas anteriormente, que estão incluídas nas Unidades Temáticas: Números e Grandezas e Medidas.
  • 36. 2. Explorar o Calendário do Povo Atikum exibido no referido Almanaque: a) Abreviação dos nomes correspondentes aos meses do Ano; b) Quantidade de meses no ano; c) Leitura de imagens; d) As datas que são especificadas com a identificação numérica; e) Refletir sobre o que os estudantes entendem ao ler no mês de julho: 17 a 25.
  • 37. Calendário é um sistema para contagem e agrupamento de dias que visa a atender principalmente às necessidades civis e religiosas de uma cultura. A palavra deriva do latim calendarium, "livro de registro", que, por sua vez, deriva de calendae, que indicava o primeiro dia de um mês romano. As unidades principais de agrupamento dos dias são o mês e o ano.
  • 38. ESTRUTURA Esse gênero possui traços bem característicos, tem como aspectos composicionais a indicação dos nomes dos meses do ano, os dias da semana, as datas comemorativas e feriados representados numericamente, podem apresentar informações referentes as fases da lua, a indicação do início de cada estação do ano. GÊNERO: CALENDÁRIO O calendário é um gênero típico no ensino da matemática, mas também pode ser trabalhado de forma interdisciplinar, abrangendo outras temáticas. FINALIDADE O gênero textual calendário tem a finalidade de nos orientar na organização do tempo, no planejamento cotidiano de nossa vida em sociedade https://blogdegenerostextuais.blogspot.com/2014/05/o-calendario-um-genero- textual-que-nao.html
  • 39.
  • 40.
  • 41. 3. Nesse momento compare o calendário do Povo Atikum com o calendário do Ano 2023 usado no Brasil. Mostre um calendário com identificação de meses do ano, dias da semana, feriados nacionais e fases da lua. Fixe-o na sala e realize as seguintes ideias: Solicite que cada estudante: ● identifique o dia de seu aniversário no calendário; ● escreva o que está ocorrendo no calendário do Povo Atikum no mês de seu aniversário; ● Observando o calendário marque o dia do seu aniversário e conte quantos dias falta para o final do mês. Responda: Neste ano o seu aniversário já aconteceu? Se já aconteceu, em que mês e dia da semana foi? Se ainda não aconteceu, em que mês e dia da semana será? Calcule quantos meses faltam ou passaram em relação ao seu aniversário. Que dia está antes do seu aniversário? E depois? Quantos dias têm o mês em que acontece a Venda dos produtos agrícolas do calendário do povo Atikum,? No Brasil, qual feriado Nacional é comemorado em setembro? E em que dia? Em que dias do mês de julho acontece o Festejo de Nossa Senhora Santana, de acordo com o calendário do povo Atikum? Esse festejo acontece durante quantos dias? No mês de julho, tirando os dias de realização do Festejo de Nossa Senhora Santana, sobram quantos dias? 1 2 3 4 5
  • 42. 4. Construir um calendário anual é muito desafiante, portanto, sugira o registro de rotina em um dos dias da semana e no final de semana para cada estudante compor, usando imagens e/ou palavras, registrando horários de suas atividades comuns. Usar três folhas de ofício, na primeira registra a rotina de Domingo (primeiro dia da semana), na segunda folha registra a rotina de um dos dias da semana e na terceira registra a rotina do dia de sábado (sétimo dia da semana). No registro precisará ter o horário, desenho e/ou descrição do que o estudante faz nos diferentes horários na sua rotina do dia, desde o acordar até o deitar. Pode-se usar esse modelo a seguir para facilitar a construção dos estudantes, sendo delimitado o dia em cada folha
  • 43.
  • 44. Para que saibam registrar corretamente o tempo, exiba dois tipos de relógio (analógico e digital), esclareça a forma correta de registro e a relação entre eles. Podem ser propostas algumas atividades antes da produção.
  • 45. Exemplos: a) Registro do horário: da entrada e da saída dos estudantes na escola, do início e do fim do intervalo na sala de aula; b) Cálculo do horário que os estudantes ficam na escola: diferença entre o horário da saída e da entrada; c) Cálculo do tempo destinado ao intervalo: diferença entre o horário do fim e do início do intervalo; d) Escrita correta das unidades de medida de tempo e respectivas abreviações: horas (h), minutos (min) e segundos (s); e) Indicação de que 18 horas é correspondente à 6 horas da noite. Inclusive usando a indicação nos dois tipos de relógio. A folha inicial de cada estudante deve estar identificada com o seu nome, e as três folhas grampeadas. O professor deverá guardá-las até o próximo bimestre, entregar para os estudantes e ajudá-los a fazer revisão e reescrita de sua produção, essa produção ficará com o estudante para relembrar sua rotina, ele poderá fixar em seu quarto.
  • 46. 5. Construção de problemas: Explorar o número de dias dos meses e outros itens do calendário para elaboração de problemas matemáticos do campo aditivo. Para isso é importante que o estudante tenha contato com vários problemas antes de elaborar, para perceber as especificidades do gênero. Alguns exemplos: a) O mês de fevereiro tem 28 dias, e o de março tem 31 dias. Quantos dias março tem a mais que fevereiro? b) Em fevereiro de 2023, a primeira quarta-feira foi dia 1, a próxima foi dia 8. Considerando que se somou 7 para encontrar a data da próxima quarta-feira, então a terceira quarta-feira desse mesmo período foi em que data? c) No mês de fevereiro de 2023 houve feriado de Carnaval nas escolas estaduais nos dias 20, 21 e 22. A partir do dia 02, quantos dias letivos teve o mês de fevereiro? d) O mês de maio tem 31 dias, quais outros meses do ano tem 31 dias? Quantos têm até 30 dias? Observação: os problemas depois de revisados e reescritos pelos estudantes servirão de base para vivenciar a trilha.
  • 47. Vamos brincar na trilha?
  • 48. “Letrar é mais que alfabetizar, é ensinar a ler e escrever dentro de um contexto onde a escrita e a leitura tenham sentido e façam parte da vida do aluno.” Magda Soares “As camadas populares têm que lutar muito contra a discriminação e a injustiça. Alfabetização e letramento têm esse objetivo: dar às pessoas o domínio da língua como instrumento de inserção na sociedade e de luta por direitos fundamentais”; “A arma social de luta mais poderosa é o domínio da linguagem”;
  • 49. Se organizem em dupla e sigam os seguintes passos: 1. Ficar de costas um para o outro; 2. Juntar as mãos; 3. Abrir os braços; 4. Levantar as mãos; 5. Descer os braços na altura dos ombros; 6. Solte as mãos e ainda de costas entrelaçar os braços; 7. Tentar suspender um ao outro. Representando que um pode confiar no outro. 8. Abrir os braços novamente e gira paraficar um na frente do outro; 9. Continuar com as mãos para cima; 10. Coloca os braços na altura do ombro e... 11. Abraçar um ao outro. Que sejamos fortalecidos neste abraço.
  • 50. Brasil. Secretaria de Educação Básica. Diretoria de apoio à Gestão Educacional. Pacto Nacional pela Alfabetização na Idade Certa: Apresentação/Ministério da Educação Básica, Diretoria de apoio à Gestão Educacional. _ Brasília: MEC, SEB, 2014. Brasil. Secretaria de Educação Básica. Diretoria de apoio à Gestão Educacional. Pacto Nacional pela Alfabetização na Idade Certa: Operações na resolução de problemas/Ministério da Educação Básica, Diretoria de apoio à Gestão Educacional. _ Brasília: MEC, SEB, 2014. Calendário.https://portal.educacao.pe.gov.br/calendario-escolar-2023-2/. https://pt.wikipedia.org/wiki/Calend%C3%A1rio. https://blogdegenerostextuais.blogspot.com/2014/05/o-calendario-um-genero-textual-que-nao.html https://editorarealize.com.br/editora/anais/conedu/2018/TRABALHO_EV117_MD1_SA13_ID8434_23082018174813.p df DANYLUK, Ocsana. Alfabetização matemática: as primeiras manifestações da escrita infantil/Ocsana Danyluk. _ Porto Alegre: Sulina, Passo Fundo: Ediupf, 2002. 2ª ed. 240 p.
  • 51. LOPES, Greice Duarte; MENNA, André Luiz A.; SILVA, João Alberto; Alfabetização matemática e numeramento nos anos iniciais do ensino fundamental. Disponível em: http://anaisjem.upf.br/download/de-212-lopes.pdf Acesso em 15 set. 2023. LORENSATTI, E.J.C. Linguagem Matemática e Língua Portuguesa: diálogo necessário na resolução de problemas matemáticos. Revista Conjectura: Filosofia e Educação. Caxias do Sul, v. 14, n. 2, p. 89-99, 2009. Disponível em:<http://www.ucs.br/etc/revistas/index.php/conjectura/article/view/17/16>. Acesso em: 28 de ago. 2023. Nova Escola. https://novaescola.org.br/bncc/conteudo/34/conheca-os-principais-pontos-em-cada-unidade- tematica-de-matematica PERNAMBUCO. SECRETARIA DE EDUCAÇÃO DE PERNAMBUCO. Currículo de Pernambuco – Ensino Fundamental. Recife. 2019. Resolução de problemas: entenda a metodologia por trás da solução. Disponível em: https://idocode.com.br/blog/educacao/resolucao-de-problemas/ Acesso em 24 de Ago. 2023 Resultados do SAEPE. https://avaliacaoemonitoramentopernambuco.caeddigital.net/#!/programa
  • 52. Roda de conversa (Boyes-watson, 2011) https://educapes.capes.gov.br/bitstream/capes/433385/2/ROTEIRO%20PARA%20RODA%20DE%20CONVERSA%20SOB RE%20O%20PNAES.pdf https://periodicos.ufpb.br/ojs2/index.php/rteo/article/view/18338/11399
  • 53. gifs animados balança - Bing images gifs miolos - Bing images https://www.google.com.br/url?sa=i&url=https%3A%2F%2Fbr.pinterest.com%2Fpin%2F679410293772596811%2F &psig=AOvVaw29XUlTksvuhb7TaWD5lFd- &ust=1694027543001000&source=images&cd=vfe&opi=89978449&ved=0CA4QjRxqFwoTCOiqoJaXlIEDFQAAAA AdAAAAABAQ https://www.google.com.br/url?sa=i&url=https%3A%2F%2Ftenor.com%2Fview%2Feyesonyou-eyes-looking-gif- 12301981&psig=AOvVaw3NC99u- JuKQF4LeMhbyxFN&ust=1694029361921000&source=images&cd=vfe&opi=89978449&ved=0CA4QjRxqFwoTCPi XgaedlIEDFQAAAAAdAAAAABAH https://i.pinimg.com/originals/34/78/8f/34788f7f58057bf027985460008a1b3f.gif https://media.tenor.com/A_H_GjwWCecAAAAM/qoobee-doubt.gif https://www.ufmg.br/ead/wp-content/uploads/roda-de-conversa.png