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INSTITUTO FEDERAL PERNAMBUCO – CAMPUS RECIFE
CURSO TÉCNICO EM QUÍMICA INDUSTRIAL
DISCIPLINA DE BIOQUÍ MICA
PROFESSOR : JOÃO CARLOS
IDENTIFICAÇÃO DE CARBOIDRATOS
ALDO HERNIQUE FRANCISCO DA SILVA REIS
CARLOS VINÍCIUS BRABALHO DA SILVA
GABRIELLA SÁ LUCENA DA SILVA
JOSÉ EGITO DE SOUSA FILHO
MÔNICA DA SILVA BARBOSA
RECIFE 4 DE ABRIL 2017
Sumário
1. INTRODUÇÃO................................................................................................................2
1.1 OBJETIVO....................................................................................................................2
2.MATERIAS E METODOS ......................................................................................................3
2.1 Materiais:.......................................................................................................................3
2.2Métodos:........................................................................................................................3
2.2.1Reação de Tollens:........................................................................................................3
2.2.2Reação de Molisch:.......................................................................................................3
2.2.3Reação de Benedict:......................................................................................................4
2.2.4Reação de Barfoed:.......................................................................................................4
2. RESULTADOS E DISCUSSÕES...........................................................................................5
2.1 Reação de Tollens..................................................................................................5
2.2 Reação de Molisch.................................................................................................6
3.3 Reação de Benedict.........................................................................................................8
3.4 Reação de Barfoed........................................................................................................10
4 CONCLUSÃO....................................................................................................................11
5.REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICA...........................................................................................12
2
1. INTRODUÇÃO
Carboidratos são moléculas orgânicas formadas por carbono, hidrogênio e
oxigênio. Glicídios, hidratos de carbono e açúcares são outros nomes que eles podem
receber. São as principais fontes de energia dos sistemas vivos Duas principais funções
são relacionadas aos carboidratos. A primeira é a energética, em que as moléculas são
convertidas em energia para os trabalhos celulares, armazenada em nosso organismo
sob a forma de ATP. O carboidrato pode ser armazenado para posterior utilização. Nas
plantas este processo ocorre nos amiloplastos e a forma armazenada é o amido. Já nos
animais armazena-se o glicogênio no fígado e nos músculos
Os métodos químicos usados para determinar carboidratos na forma de
monossacarídeos e oligossacarídeos são baseados no fato de que muitos desses
apresentam poder redutor (em meio alcalino a quente) sobre o cobre, a prata, o ferro
e/ou outras substâncias, produzindo complexos coloridos, ou precipitados que podem
ser quantificados. Os carboidratos não redutores podem ser determinados pelos mesmos
métodos de determinação dos açúcares redutores, desde que eles primeiro sejam
hidrolisados, enzimática ou quimicamente, para se tornarem redutores.
Todos os monossacarídeos são redutores por possuírem grupos carbonílico e
cetônico livres e o mecanismo de óxido-redução está relacionado com a formação de
um enediol, função fortemente redutora em meio alcalino, que interconverte aldoses e
cetoses. A glicose, em meio alcalino, é rapidamente transformada no enediol, levando à
formação de frutose e de manose, e este composto, conhecido como redutona, ao ser
oxidado à função aldônica causa a redução dos íons cúpricos.
As desvantagens dos métodos químicos baseados na redução de metais e outros
compostos são: os resultados dependem de um tempo de reação preciso, a temperatura
da reação e concentração dos reagentes devem ser cuidadosamente controladas; não
distingue os diferentes tipos de açúcares redutores; é susceptível à interferência de
outros tipos de moléculas que atuam como agentes redutores
1.1 OBJETIVO
• Realizar testes para a identificação de carboidratos utilizando os testes de
Tollens, Molisch, Benedict e Barfoed.
3
2.MATERIAS E METODOS
2.1 Materiais:
 Tubos de ensaio;
 Soluções de carboidratos: Glicose, Galactose, Xilose, Rhamnose, Maltose,
Sacarose,
 Reagentes: Nitrato de prata, Hidróxido de amônio, Hidróxido de sódio, Reativo
de Molisch, Reativo de Benedict, Reativo de Barfoed;
 Bécker;
 Pinça;
 Pipeta de Pasteur;
 Chapa Aquecedora
2.2Métodos:
2.2.1Reação de Tollens:
 Foram identificados os tubos de ensaio com as letras: G (Glicose), Ga
(Galactose), X (Xilose), R (Rhamnose), M (Maltose) e S (Sacarose);
 Adicionamos em sues respectivos tubos, 2 mL das soluções dos
carboidratos;
 Adicionamos, em cada tubo de ensaio, 1 mL da solução de nitrato de
prata 10% e agitar;
 Adicionamos, em cada tubo de ensaio, 5 gotas da solução de hidróxido
de amônio 2% e agitar;
 Adicionamos, em cada tubo de ensaio, 1mL da solução de hidróxido de
sódio 10% e agitar levemente.
2.2.2Reação de Molisch:
 Identificamos os tubos de ensaio com as letras: G (Glicose), Ga
(Galactose), X (Xilose), R (Rhamnose), M (Maltose) e S (Sacarose);
 Inserimos nos respectivos tubos 2 mL das soluções dos carboidratos;
 Adicionamos, em cada tubo, 5 gotas do reativo de Molisch e agitar
levemente;
 Adicionamos, lentamente, pelas paredes de cada tubo evitando a mistura
dos líquidos, 2 mL de H2SO4 (Ácido. Sulfúrico) concentrado (realizar a
operação numa capela).
4
2.2.3Reação de Benedict:
 Identificamos os tubos de ensaio com as letras: G (Glicose), Ga (Galactose),
X (Xilose), R (Rhamnose), M (Maltose) e S (Sacarose);
 Colocamos em seus respectivos tubos 2 mL das soluções dos carboidratos;
 Adicionamos, em cada tubo, 2 mL gotas do reativo de Benedict;
 Agitamos e colocamos para aquecer os tubos em banho-maria
(aproximadamente a 80°C) por 5 minutos.
2.2.4Reação de Barfoed:
 Identificamos os tubos de ensaio com as letras: G (Glicose), Ga
(Galactose), X (Xilose), R (Rhamnose), M (Maltose) e S (Sacarose);
 Colocamos em seus respectivos tubos, 2 mL das soluções dos
carboidratos;
 Adicionamos em cada tubo, 2 mL do reativo de Barfoed;
 Agitamos e colocamos para aquecer os tubos em banho-maria
(aproximadamente a 80°C) por 3 minutos.
5
2. RESULTADOS E DISCUSSÕES
2.1 Reação de Tollens
O reagente de Tollens foi desenvolvido pelo químico alemão Bernhard Christian
Gottfried Tollens (1841-1918). É utilizado em laboratórios para diferenciar aldeídos
de cetonas. O nitrato de prata inicialmente reage com o hidróxido de amônio
precipitanto hidróxido de prata. Adição de excesso de hidróxido de amônio dissolve
o precipitado pela formação do íon complexo diamin prata. Em presença de aldeído a
prata no complexo é reduzida a prata metálica e o aldeído oxidado a carboxilato. A
prata metálica sob condições de repouso e pH adequado se deposita nas paredes do
tubo de ensaio formando um espelho de prata ( Como mostra a reação). Caso o pH
não esteja básico o suficiente ou o sistema seja perturbado, pode-se formar apenas
um precipitado cinza, que também caracteriza a presença de açúcares redutores.
Figura 1 – Mecanismo de reação de aldeidos na reação de Tollens
Após a adição em cada tubo de ensaio, 1 mL de hidróxido de sódio 10% é possivel
observsar a formação do espelho de prata no fundo dos tudos de Glicose, Galactose,
Xilose e Rhamnose obtendo uma resultado possitivo para aldeidos. A Maltose é um
dissacarideo formado por duas moleculas de Glicose, nas extremidades da molécula é
possivel encontra uma hidroxila dando uma caracteristica redutora a Maltose sendo
possivel notar a pouca formação do espelho de prata , outro disssacarideo utilizado
no expeirmento foi a Sacarose que é formada por uma molécula de Glicose e outra de
Frutose, não é possivel notar a formção do espelho de prata no tubo, pois seria
nescesario a hidrolise da molécula em dois monossacarideos, sendo óbtido o
resultado negativo para açúcar redutor no teste de Tollens.
6
Figura 2 – Resultado do teste de Tollens (Glicose, Galactose, Xilose , Rhamanose, Maltose e Sacarose,
respectivamente da direita para a esquerda)
2.2 Reação de Molisch
Os monossacarídeos mais importantes são os formados por cinco ou seis átomos
de carbono (pentoses e hexoses, respectivamente). Por serem moléculas muito ricas
em grupamentos hidroxila (OH), os monossacarídeos podem ser facilmente
desidratados por ação de ácidos fortes concentrados, como o ácido sulfúrico
(H2SO4). O ácido rompe facilmente as ligações glicosídicas presentes em moléculas
de polissacarídeos, quebrando os e fornecendo seus monossacarídeos. Esses, por sua
vez, são desidratados e podemos ter como produto: o furfural, quando o
monossacarídeo desidratado for uma pentose, e o hidroximetilfurfural (HMF),
quando for uma hexose. Tanto o furfural quanto o HMF são substâncias incolores,
impedindo que a reação seja visualizada. Para resolver esse problema, adicionasse
um composto fenólico ao meio (alfanaftol, conhecido como reativo de Molisch, . O
fenol reage como os produtos incolores, e provoca o aparecimento de um anel de
coloração lilás.
Figura 3- Teste Molish: Reacção de furfural hidroximetil furfural e comα-naftol
7
O teste de Molisch é um teste químico sensível para a presença de carboidratos.
Uma pequena quantidade de reagente de Molisch (α-naftol dissolvido em etanol) às
soluções testadas. Este teste baseia-se na desidratação do carboidrato pelo ácido
sulfúrico ou pelo ácido clorídrico, dando origem a um aldeído, que sofre condensação
com duas moléculas de fenol (normalmente o α-naftol, mas também podem ser outros
fenóis, como resorcinol ou timol), resultando na coloração vermelha ou violeta na
presença de albumina ou peptona. Na ausência de carboidratos, a reação se torna
negativa, não apresentando a coloração violeta.
Todos os carboidratos – monossacáridos, dissacarídeos e polissacáridos – devem
levar a testes positivos. Ácidos nucleicos e glicoproteínas também podem dar resultados
positivos, dado possuírem carboidratos, os quais são hidrolisados por ácidos minerais
fortes. As pentoses são desidratadas a furfural, enquanto que as hexoses são hidrolisadas
a 5-hidroximetilfurfural. Qualquer um destes aldeídos, quando presentes na solução
teste, condensam-se com duas moléculas de naftol, formando um produto com
coloração violeta
Figura 4- Esquema reacional do teste de Molish para a glicose
Após a adição do ácido sulfurico concentrado foi possivel notar a formação do anel
violeta indicando açúcares redutores em todos os açúcares usados no experimento. A
Maltose e a Sacarose por serem dissacarideos foi necessario a hidrolise e em seguida a
liberação dos monossacarios constituintes das moléculas.
8
Figura 4- Resultado do teste de Molish (Glicose, Galactose, Xilose, Rhamnose, Maltose e
Sacarose,respectivamente da esquerda para a direita).
3.3 Reação de Benedict
A glicose , reage positivamente frente à redução dos íons cobre, apresentando
alteração de cor. O aquecimento do açúcar redutor em presença de íons Cu(II) e OH
reduz o cobre a Cu(I) e o açúcar é oxidado, havendo a formação de precipitado de Cu, o
que causa a variação de cor, de acordo com a concentração do açúcar redutor.Para os
dissacarídeos promoverem a formação do precipitado precisam da presença de uma
extremidade redutora, o que não ocorre com a sacarose. O açúcar de cana é um
dissacarídeo de glicose e frutose e não possui átomos de carbono anomérico livres, pois
esses estão ligados entre si e, consequentemente, não podem sofrer oxidação.
9
Figura 5 – Reação de Benedict
Após o aquecimento foi possível notar a mudança de cor inicial das soluções de azul
para laranja para Glicose, Galactose, Xilose, Rhamnose e Maltose obtendo positivo para
açúcar redutor, já no tubo que continha a solução com Sacarose é possível notar a
coloração verde indicando a possível quebra da molécula através da temperatura e
liberando molécula uma de glicose que tem característica redutora.
Figura 6 – Aquecimento (esquerdo) e resultado (direito) na reação de Benedict (Glicose,
Galactose, Xilose,Rhamnose, ,Maltose, Sacarose respectivamente na figura direita)
10
3.4 Reação de Barfoed
O teste de Barfoed é utilizado para detectar monossacarídeos. Ele baseia-se na
redução de cobre (II) (forma de acetato) de cobre (I) (como óxido), que forma um
precipitado vermelho tijolo.
Figura 7 – Esquema da reação de Barfoed
Como os monossacarídeos, dissacarídeos também reagir com o reagente Barfoed, mas
um tempo mais longo. O grupo aldeído do monossacárido encontrado em forma
hemiacetal é oxidado para o seu ácido carboxílico correspondente. É por isso que muitas
substâncias, incluindo cloreto de sódio, podem interferir na reação.
Após o aquecimento de aproximadamente 5 minutos, é possível notar a formação de
precipitado cor vermelho tijolo, em tubos que tinham soluções com açucares redutores
sendo positivo para Glicose, Galactose, Xilose, Rhamnose, Maltose . A Sacarose por ser
um dissacarídeo seria necessária a hidrolise para a liberação da molécula de glicose
presente na sua constituição, obtido assim resultado negativo sendo a Sacarose um
açúcar não redutor.
Figura 8- Resultado da reação de Barfoed (Glicose, Galactose, Xilose, Rhamnose,Maltose ,
Sacarose respectivamente da esquerda para a direita)
11
4 CONCLUSÃO
A partir dos experimentos realizados (Tollens, Molisch, Benedict e
Barfoed) conclui-se que os seguintes açucares são redutores para todos os
testes: Glicose, Galactose, Xilose, Rhamnose e Maltose, já para a Sacarose
teve resultados variantes. Em Tollens e Molisch, foi obtido resultado negativo,
pois seria necessário realizar hidrolise da Sacarose para liberar os
monossacarídeos de característica redutora na ocasião a Glicose.
Em Benedict, a sacarose ocorreu à uma possível quebra da molécula
devido aumento da temperatura e observando-se a coloração verde ocorrida
na redução da glicose liberada. Em Barfoed encontrou-se o resultado negativo,
já esperado para a Sacarose.
12
5.REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICA
http://www.fcfar.unesp.br/alimentos/bioquimica/praticas_ch/molisch.htm. Acessado
em 30/04/2017 ás 21:05
INTERFERÊNCIA DO ACIDO ASCÓRBICO NA DETERMINAÇÃO DE
AÇÚCARES REDUTORES PELO MÉTODO DE LANE E EYNON José Torquato de
Queiroz Tavares*, Ricardo Luis Cardoso, João Albany Costa, Francisco de Souza
Fadigas e Antônio Augusto Fonseca *e-mail: torquato@ufrb.edu.br Quim. Nova, Vol.
33, No. 4, 805-809, 2010
20. Reacciones coloreadas para la determinación cualitativa de azúcares Nieves Abril
Díaz, Jesús V. Jorrín Novo y José A. Bárcena Ruíz Dep. de Bioquímica y Biología
Molecular, Edificio C-6 (Severo Ochoa), Campus de Rabanales, Universidad de
Córdoba,14071 Córdoba, España.
IDENTIFICAÇÃO DE AÇÚCARES REDUTORES PELA REAÇÃO DE BENEDICT
COMO PRÁTICA PEDAGÓGICA PARA O ENSINO DE QUÍMICA. 12° SIMPEQUI
31/10/2015
FIGUEIRA, A.C.M.; ROCHA, J.B.T. Açúcares redutores no ensino superior:
atividades baseadas na resolução de problemas. Experiências em Ensino de Ciências, v.
7, n. 3, 2012.
HENRY, J.B. Diagnósticos Clínicos e Tratamento por Métodos Laboratoriais. 20ª
edição, São Paulo: Editora Manole, 2008.
OLIVEIRA, R.O.; SANTA MARIA, L.C.; MERÇÓN, F.; AGUIAR, M.R.M.P.
Preparo e emprego do reagente de Benedict na análise de açúcares: uma proposta para o
ensino de química orgânica. Química Nova na Escola, n. 23, mai 2006.
https://www.google.com.br/search?q=reaccion+de+barfoed+pdf&source=lnms&tbm=is
ch&sa=X&ved=0ahUKEwifiJnvvM3TAhWCiJAKHZgfCvg4HhD8BQgGKAE&biw=1
366&bih=651#imgrc=_ZZgHZFTF74aZM:&spf=196. Acessado em 30/04/2017 ás
22:18
BARREIROS , A.L.B.S ,BARREIROS, M,L. Química Biomoléculas aula experimental
2: carboidratos. Disponível em:
http://www.cesadufs.com.br/ORBI/public/uploadCatalago/12175010072012Quimica_B
iomoleculas_aula_2.pdf . Acessado em 30/04/2017

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Rel 1 bioquimica 2017

  • 1. INSTITUTO FEDERAL PERNAMBUCO – CAMPUS RECIFE CURSO TÉCNICO EM QUÍMICA INDUSTRIAL DISCIPLINA DE BIOQUÍ MICA PROFESSOR : JOÃO CARLOS IDENTIFICAÇÃO DE CARBOIDRATOS ALDO HERNIQUE FRANCISCO DA SILVA REIS CARLOS VINÍCIUS BRABALHO DA SILVA GABRIELLA SÁ LUCENA DA SILVA JOSÉ EGITO DE SOUSA FILHO MÔNICA DA SILVA BARBOSA RECIFE 4 DE ABRIL 2017
  • 2. Sumário 1. INTRODUÇÃO................................................................................................................2 1.1 OBJETIVO....................................................................................................................2 2.MATERIAS E METODOS ......................................................................................................3 2.1 Materiais:.......................................................................................................................3 2.2Métodos:........................................................................................................................3 2.2.1Reação de Tollens:........................................................................................................3 2.2.2Reação de Molisch:.......................................................................................................3 2.2.3Reação de Benedict:......................................................................................................4 2.2.4Reação de Barfoed:.......................................................................................................4 2. RESULTADOS E DISCUSSÕES...........................................................................................5 2.1 Reação de Tollens..................................................................................................5 2.2 Reação de Molisch.................................................................................................6 3.3 Reação de Benedict.........................................................................................................8 3.4 Reação de Barfoed........................................................................................................10 4 CONCLUSÃO....................................................................................................................11 5.REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICA...........................................................................................12
  • 3. 2 1. INTRODUÇÃO Carboidratos são moléculas orgânicas formadas por carbono, hidrogênio e oxigênio. Glicídios, hidratos de carbono e açúcares são outros nomes que eles podem receber. São as principais fontes de energia dos sistemas vivos Duas principais funções são relacionadas aos carboidratos. A primeira é a energética, em que as moléculas são convertidas em energia para os trabalhos celulares, armazenada em nosso organismo sob a forma de ATP. O carboidrato pode ser armazenado para posterior utilização. Nas plantas este processo ocorre nos amiloplastos e a forma armazenada é o amido. Já nos animais armazena-se o glicogênio no fígado e nos músculos Os métodos químicos usados para determinar carboidratos na forma de monossacarídeos e oligossacarídeos são baseados no fato de que muitos desses apresentam poder redutor (em meio alcalino a quente) sobre o cobre, a prata, o ferro e/ou outras substâncias, produzindo complexos coloridos, ou precipitados que podem ser quantificados. Os carboidratos não redutores podem ser determinados pelos mesmos métodos de determinação dos açúcares redutores, desde que eles primeiro sejam hidrolisados, enzimática ou quimicamente, para se tornarem redutores. Todos os monossacarídeos são redutores por possuírem grupos carbonílico e cetônico livres e o mecanismo de óxido-redução está relacionado com a formação de um enediol, função fortemente redutora em meio alcalino, que interconverte aldoses e cetoses. A glicose, em meio alcalino, é rapidamente transformada no enediol, levando à formação de frutose e de manose, e este composto, conhecido como redutona, ao ser oxidado à função aldônica causa a redução dos íons cúpricos. As desvantagens dos métodos químicos baseados na redução de metais e outros compostos são: os resultados dependem de um tempo de reação preciso, a temperatura da reação e concentração dos reagentes devem ser cuidadosamente controladas; não distingue os diferentes tipos de açúcares redutores; é susceptível à interferência de outros tipos de moléculas que atuam como agentes redutores 1.1 OBJETIVO • Realizar testes para a identificação de carboidratos utilizando os testes de Tollens, Molisch, Benedict e Barfoed.
  • 4. 3 2.MATERIAS E METODOS 2.1 Materiais:  Tubos de ensaio;  Soluções de carboidratos: Glicose, Galactose, Xilose, Rhamnose, Maltose, Sacarose,  Reagentes: Nitrato de prata, Hidróxido de amônio, Hidróxido de sódio, Reativo de Molisch, Reativo de Benedict, Reativo de Barfoed;  Bécker;  Pinça;  Pipeta de Pasteur;  Chapa Aquecedora 2.2Métodos: 2.2.1Reação de Tollens:  Foram identificados os tubos de ensaio com as letras: G (Glicose), Ga (Galactose), X (Xilose), R (Rhamnose), M (Maltose) e S (Sacarose);  Adicionamos em sues respectivos tubos, 2 mL das soluções dos carboidratos;  Adicionamos, em cada tubo de ensaio, 1 mL da solução de nitrato de prata 10% e agitar;  Adicionamos, em cada tubo de ensaio, 5 gotas da solução de hidróxido de amônio 2% e agitar;  Adicionamos, em cada tubo de ensaio, 1mL da solução de hidróxido de sódio 10% e agitar levemente. 2.2.2Reação de Molisch:  Identificamos os tubos de ensaio com as letras: G (Glicose), Ga (Galactose), X (Xilose), R (Rhamnose), M (Maltose) e S (Sacarose);  Inserimos nos respectivos tubos 2 mL das soluções dos carboidratos;  Adicionamos, em cada tubo, 5 gotas do reativo de Molisch e agitar levemente;  Adicionamos, lentamente, pelas paredes de cada tubo evitando a mistura dos líquidos, 2 mL de H2SO4 (Ácido. Sulfúrico) concentrado (realizar a operação numa capela).
  • 5. 4 2.2.3Reação de Benedict:  Identificamos os tubos de ensaio com as letras: G (Glicose), Ga (Galactose), X (Xilose), R (Rhamnose), M (Maltose) e S (Sacarose);  Colocamos em seus respectivos tubos 2 mL das soluções dos carboidratos;  Adicionamos, em cada tubo, 2 mL gotas do reativo de Benedict;  Agitamos e colocamos para aquecer os tubos em banho-maria (aproximadamente a 80°C) por 5 minutos. 2.2.4Reação de Barfoed:  Identificamos os tubos de ensaio com as letras: G (Glicose), Ga (Galactose), X (Xilose), R (Rhamnose), M (Maltose) e S (Sacarose);  Colocamos em seus respectivos tubos, 2 mL das soluções dos carboidratos;  Adicionamos em cada tubo, 2 mL do reativo de Barfoed;  Agitamos e colocamos para aquecer os tubos em banho-maria (aproximadamente a 80°C) por 3 minutos.
  • 6. 5 2. RESULTADOS E DISCUSSÕES 2.1 Reação de Tollens O reagente de Tollens foi desenvolvido pelo químico alemão Bernhard Christian Gottfried Tollens (1841-1918). É utilizado em laboratórios para diferenciar aldeídos de cetonas. O nitrato de prata inicialmente reage com o hidróxido de amônio precipitanto hidróxido de prata. Adição de excesso de hidróxido de amônio dissolve o precipitado pela formação do íon complexo diamin prata. Em presença de aldeído a prata no complexo é reduzida a prata metálica e o aldeído oxidado a carboxilato. A prata metálica sob condições de repouso e pH adequado se deposita nas paredes do tubo de ensaio formando um espelho de prata ( Como mostra a reação). Caso o pH não esteja básico o suficiente ou o sistema seja perturbado, pode-se formar apenas um precipitado cinza, que também caracteriza a presença de açúcares redutores. Figura 1 – Mecanismo de reação de aldeidos na reação de Tollens Após a adição em cada tubo de ensaio, 1 mL de hidróxido de sódio 10% é possivel observsar a formação do espelho de prata no fundo dos tudos de Glicose, Galactose, Xilose e Rhamnose obtendo uma resultado possitivo para aldeidos. A Maltose é um dissacarideo formado por duas moleculas de Glicose, nas extremidades da molécula é possivel encontra uma hidroxila dando uma caracteristica redutora a Maltose sendo possivel notar a pouca formação do espelho de prata , outro disssacarideo utilizado no expeirmento foi a Sacarose que é formada por uma molécula de Glicose e outra de Frutose, não é possivel notar a formção do espelho de prata no tubo, pois seria nescesario a hidrolise da molécula em dois monossacarideos, sendo óbtido o resultado negativo para açúcar redutor no teste de Tollens.
  • 7. 6 Figura 2 – Resultado do teste de Tollens (Glicose, Galactose, Xilose , Rhamanose, Maltose e Sacarose, respectivamente da direita para a esquerda) 2.2 Reação de Molisch Os monossacarídeos mais importantes são os formados por cinco ou seis átomos de carbono (pentoses e hexoses, respectivamente). Por serem moléculas muito ricas em grupamentos hidroxila (OH), os monossacarídeos podem ser facilmente desidratados por ação de ácidos fortes concentrados, como o ácido sulfúrico (H2SO4). O ácido rompe facilmente as ligações glicosídicas presentes em moléculas de polissacarídeos, quebrando os e fornecendo seus monossacarídeos. Esses, por sua vez, são desidratados e podemos ter como produto: o furfural, quando o monossacarídeo desidratado for uma pentose, e o hidroximetilfurfural (HMF), quando for uma hexose. Tanto o furfural quanto o HMF são substâncias incolores, impedindo que a reação seja visualizada. Para resolver esse problema, adicionasse um composto fenólico ao meio (alfanaftol, conhecido como reativo de Molisch, . O fenol reage como os produtos incolores, e provoca o aparecimento de um anel de coloração lilás. Figura 3- Teste Molish: Reacção de furfural hidroximetil furfural e comα-naftol
  • 8. 7 O teste de Molisch é um teste químico sensível para a presença de carboidratos. Uma pequena quantidade de reagente de Molisch (α-naftol dissolvido em etanol) às soluções testadas. Este teste baseia-se na desidratação do carboidrato pelo ácido sulfúrico ou pelo ácido clorídrico, dando origem a um aldeído, que sofre condensação com duas moléculas de fenol (normalmente o α-naftol, mas também podem ser outros fenóis, como resorcinol ou timol), resultando na coloração vermelha ou violeta na presença de albumina ou peptona. Na ausência de carboidratos, a reação se torna negativa, não apresentando a coloração violeta. Todos os carboidratos – monossacáridos, dissacarídeos e polissacáridos – devem levar a testes positivos. Ácidos nucleicos e glicoproteínas também podem dar resultados positivos, dado possuírem carboidratos, os quais são hidrolisados por ácidos minerais fortes. As pentoses são desidratadas a furfural, enquanto que as hexoses são hidrolisadas a 5-hidroximetilfurfural. Qualquer um destes aldeídos, quando presentes na solução teste, condensam-se com duas moléculas de naftol, formando um produto com coloração violeta Figura 4- Esquema reacional do teste de Molish para a glicose Após a adição do ácido sulfurico concentrado foi possivel notar a formação do anel violeta indicando açúcares redutores em todos os açúcares usados no experimento. A Maltose e a Sacarose por serem dissacarideos foi necessario a hidrolise e em seguida a liberação dos monossacarios constituintes das moléculas.
  • 9. 8 Figura 4- Resultado do teste de Molish (Glicose, Galactose, Xilose, Rhamnose, Maltose e Sacarose,respectivamente da esquerda para a direita). 3.3 Reação de Benedict A glicose , reage positivamente frente à redução dos íons cobre, apresentando alteração de cor. O aquecimento do açúcar redutor em presença de íons Cu(II) e OH reduz o cobre a Cu(I) e o açúcar é oxidado, havendo a formação de precipitado de Cu, o que causa a variação de cor, de acordo com a concentração do açúcar redutor.Para os dissacarídeos promoverem a formação do precipitado precisam da presença de uma extremidade redutora, o que não ocorre com a sacarose. O açúcar de cana é um dissacarídeo de glicose e frutose e não possui átomos de carbono anomérico livres, pois esses estão ligados entre si e, consequentemente, não podem sofrer oxidação.
  • 10. 9 Figura 5 – Reação de Benedict Após o aquecimento foi possível notar a mudança de cor inicial das soluções de azul para laranja para Glicose, Galactose, Xilose, Rhamnose e Maltose obtendo positivo para açúcar redutor, já no tubo que continha a solução com Sacarose é possível notar a coloração verde indicando a possível quebra da molécula através da temperatura e liberando molécula uma de glicose que tem característica redutora. Figura 6 – Aquecimento (esquerdo) e resultado (direito) na reação de Benedict (Glicose, Galactose, Xilose,Rhamnose, ,Maltose, Sacarose respectivamente na figura direita)
  • 11. 10 3.4 Reação de Barfoed O teste de Barfoed é utilizado para detectar monossacarídeos. Ele baseia-se na redução de cobre (II) (forma de acetato) de cobre (I) (como óxido), que forma um precipitado vermelho tijolo. Figura 7 – Esquema da reação de Barfoed Como os monossacarídeos, dissacarídeos também reagir com o reagente Barfoed, mas um tempo mais longo. O grupo aldeído do monossacárido encontrado em forma hemiacetal é oxidado para o seu ácido carboxílico correspondente. É por isso que muitas substâncias, incluindo cloreto de sódio, podem interferir na reação. Após o aquecimento de aproximadamente 5 minutos, é possível notar a formação de precipitado cor vermelho tijolo, em tubos que tinham soluções com açucares redutores sendo positivo para Glicose, Galactose, Xilose, Rhamnose, Maltose . A Sacarose por ser um dissacarídeo seria necessária a hidrolise para a liberação da molécula de glicose presente na sua constituição, obtido assim resultado negativo sendo a Sacarose um açúcar não redutor. Figura 8- Resultado da reação de Barfoed (Glicose, Galactose, Xilose, Rhamnose,Maltose , Sacarose respectivamente da esquerda para a direita)
  • 12. 11 4 CONCLUSÃO A partir dos experimentos realizados (Tollens, Molisch, Benedict e Barfoed) conclui-se que os seguintes açucares são redutores para todos os testes: Glicose, Galactose, Xilose, Rhamnose e Maltose, já para a Sacarose teve resultados variantes. Em Tollens e Molisch, foi obtido resultado negativo, pois seria necessário realizar hidrolise da Sacarose para liberar os monossacarídeos de característica redutora na ocasião a Glicose. Em Benedict, a sacarose ocorreu à uma possível quebra da molécula devido aumento da temperatura e observando-se a coloração verde ocorrida na redução da glicose liberada. Em Barfoed encontrou-se o resultado negativo, já esperado para a Sacarose.
  • 13. 12 5.REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICA http://www.fcfar.unesp.br/alimentos/bioquimica/praticas_ch/molisch.htm. Acessado em 30/04/2017 ás 21:05 INTERFERÊNCIA DO ACIDO ASCÓRBICO NA DETERMINAÇÃO DE AÇÚCARES REDUTORES PELO MÉTODO DE LANE E EYNON José Torquato de Queiroz Tavares*, Ricardo Luis Cardoso, João Albany Costa, Francisco de Souza Fadigas e Antônio Augusto Fonseca *e-mail: torquato@ufrb.edu.br Quim. Nova, Vol. 33, No. 4, 805-809, 2010 20. Reacciones coloreadas para la determinación cualitativa de azúcares Nieves Abril Díaz, Jesús V. Jorrín Novo y José A. Bárcena Ruíz Dep. de Bioquímica y Biología Molecular, Edificio C-6 (Severo Ochoa), Campus de Rabanales, Universidad de Córdoba,14071 Córdoba, España. IDENTIFICAÇÃO DE AÇÚCARES REDUTORES PELA REAÇÃO DE BENEDICT COMO PRÁTICA PEDAGÓGICA PARA O ENSINO DE QUÍMICA. 12° SIMPEQUI 31/10/2015 FIGUEIRA, A.C.M.; ROCHA, J.B.T. Açúcares redutores no ensino superior: atividades baseadas na resolução de problemas. Experiências em Ensino de Ciências, v. 7, n. 3, 2012. HENRY, J.B. Diagnósticos Clínicos e Tratamento por Métodos Laboratoriais. 20ª edição, São Paulo: Editora Manole, 2008. OLIVEIRA, R.O.; SANTA MARIA, L.C.; MERÇÓN, F.; AGUIAR, M.R.M.P. Preparo e emprego do reagente de Benedict na análise de açúcares: uma proposta para o ensino de química orgânica. Química Nova na Escola, n. 23, mai 2006. https://www.google.com.br/search?q=reaccion+de+barfoed+pdf&source=lnms&tbm=is ch&sa=X&ved=0ahUKEwifiJnvvM3TAhWCiJAKHZgfCvg4HhD8BQgGKAE&biw=1 366&bih=651#imgrc=_ZZgHZFTF74aZM:&spf=196. Acessado em 30/04/2017 ás 22:18 BARREIROS , A.L.B.S ,BARREIROS, M,L. Química Biomoléculas aula experimental 2: carboidratos. Disponível em: http://www.cesadufs.com.br/ORBI/public/uploadCatalago/12175010072012Quimica_B iomoleculas_aula_2.pdf . Acessado em 30/04/2017