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DEUS ESCOLHE ARÃO
E SEUS FILHOS PARA
O SACERDÓCIO.
José Roberto Alves da Silva
Petrolina, Març0 - 14/03/2014
DEUS ESCOLHE ARÃO E SEUS FILHOS PARA O SACERDÓCIO.
Texto para Estudo: Êxodo 28.1-11.
Introdução:
Começaremos o estudo relembrando algumas particularidades do Livro de Êxodo,
trazendo a memória fatos importantes que nos farão entender o passo a passo sobre o
estabelecimento do sacerdócio em Israel. Ao começarmos no capítulo 19, vemos Deus
chamando para si a nação como povo de propriedade peculiar Dele (5), e em seguida chama
a nação de reino sacerdotal (6). Veremos:
1. Deus queria fazer de Israel a nação intercessora que levasse todas as outras nações para
Deus e aparentemente Israel aceitou esse encargo. (Ex. 19.6,8);
2. Deus precisava fazer a nação escutar a sua voz pessoalmente, e então recebesse a Lei e
pudesse então subir o Monte Sinai. (Ex 19.13,14);
3. O Monte Sinai era o Tabernáculo natural de Deus (Lição 9), considerando as
seguintes partes:
a) O Cume do Monte era o Santo dos Santos, somente Moisés podia está lá na presença
de Deus (3).
b) O Monte Sinai em um todo, representa o lugar Santo, onde o povo jamais poderia
tocar (13).
c) E a outra parte, seria fora dos termos do monte, ou seja, o lugar que fica ao pé do
Monte, este lugar seria a representação do Pátio do Tabernáculo (12).
Infelizmente a nação israelita temeu muito ao ouvir a voz de Deus, pedindo a
intermediação a Moisés, para que assim pudesse ouvir Deus por intermédio de seu servo, o
povo temeu muito a voz de Deus (Ex. 20.18,19), Israel estava demonstrando a rejeição ao seu
chamado de sacerdócio, pedido apenas que uma só pessoa fosse a mediadora entre Deus e o
povo. “Deus queria que a nação aprendesse a maneira correta de servir-Lo, rejeitando de vez
por todas todo pensamento ou formas litúrgicas que poderia ter adquirido no Egito,
principalmente a idolatria”.
1. A TRANSMISSÃO DA LEI.
Israel reafirmou ou aceitou o Código da Aliança ( o decálogo), tendo como confirmação o
estabelecimento da presença de Deus no meio do povo, logo temos Moisés erguendo um
altar conforme a ordem de Deus (Ex 20.24-26) e os mancebos de todas as tribos ofereceram
sacrifícios sobre os altares que Moisés fizera para Deus (Ex 24.5).
Por que mancebos de todas as tribos?
Segundo o relato bíblico, Moisés havia levantado 12 pedras, representando as 12 tribos de
Israel e os jovens de cada tribo ofereceram sobre elas (Ex 24.4), o sangue fora derramado
sobre o altar e depois aspergido sobre o povo entrando em vigor, em sancionamento a Lei,
onde o povo garantiu obedecê-la (Ex 24.3). Desta forma, mesmo Israel rejeitando o oficio,
não escapara do mesmo, assumindo de forma inferior o relacionamento com Deus, não
tendo a mesma relação que Abraão e Moisés tinha com Deus, pois a nação não mantinha
contato direto com Deus, por isso a necessidade do mediador.
2. ISRAEL, QUEBRA A ALIANÇA .
Enquanto Moisés estava no monte recebendo as tábuas da Lei e as instruções para a
construções do tabernáculo e todas as demais leis: religiosa, civil e penal (veja Lição 10), e
após passar um período de 40 dias ausente, o povo começa a entrar em decadência espiritual,
induzindo Arão a fabricar um ídolo (bezerro de ouro) como meio de adoração (Ex 32.23; veja
Lição 6). Deus ordena Moises a descer depressa, pois o povo estava pecando, e quando ele
desce e chega ao pé do monte e vê o povo, irou-se muito ao ponto de quebrar as tábuas da Lei
(Ex 32.19), dando a entender a quebra dos mandamentos, que nesse caso seria a infração do
primeiro mandamento, e Israel quebrara (Ex 20.3-5).
2.1 – A escolha da Tribo de Levi (Ex 32.26; Dt 18.1-8).
Quando o povo pecou, Moisés de imediato executou o julgamento, e ao convocar toda
nação e perguntar sobre quem estaria com ele ao lado do Senhor, a única tribo que se
prontificou a servi-lo foi apenas a tribo de Levi (Ex 32.26). E foi ela que demonstrou zelo,
executando o juízo divino conforme a ordem de Deus dado a Moisés (Ex 32.27,28). Com
certeza a escolha de Deus por essa tribo para o trabalho de auxilares no Tabernáculo deu-se
pelo o seu zelo diante do Senhor. Embora Arão e seus filhos e Moisés descendentes desta
mesmo tribo (Ex 2.1-10; 4.14; 6.25.). Até o momento apenas Deus havia separado somente a
casa de arão, vindo depois a separação de toda a tribo de lei (Dt 18.1). Ficou o restante das
tribos impossibilitadas de servir ao Senhor.
Deus em sua onisciência sabia que Israel quebraria a Lei, por isso então era preciso
estabelecer a mediação entre Ele e seu povo, Moisés já fazia essa mediação, mas Deus quis
convocar Arão e seus filhos (Ex 28.1) e daí então com a tribo de Levi desse continuidade a
essa mediação.
2.2 – O Sacerdócio Arônico (Ex 28.1).
O sacerdócio de Arão também conhecido como o sacerdócio levítico é resultante da Lei,
visto que Israel era em primeira ocasião a nação que Deus queria constituir para servir-Lo,
dentro da promessa feita a Abraão (Gn 12.3). A instituição do sacerdócio levítico era
justamente a continuação dessa mediação que Moisés fazia, como resultado do pedido que o
povo fizera (Ex 20.19; Dt 18.16), de que eles não viesse diretamente a falar com Deus como já
víamos falado anteriormente e esta mediação só teria fim com a chegada de um grande
profeta na mesma qualidade de Moisés, conforme Deuteronômio 18.15 que já anunciava a
vinda de Cristo, profecia essa confirmada (Lc 2427; Jo 1.45).
Em nosso já não é preciso utilizar este tipo de mediação, visto que as profecias se
cumpriram em Cristo que estabeleceu um novo sacerdócio, sendo Ele o Sumo sacerdote
segundo a ordem de Melquisedeque (Hb 7.12; 15-17; 26-28). O sacerdócio de Arão nos serve
apenas como figura, que apontavam para o sacerdócio de Cristo, sabendo que Jesus não
pertencia a tribo de Levi, por isso Ele se tornou sacerdote segundo a ordem de
Melquisedeque, que sem genealogia demonstra ser o sacerdócio eterno (Hb 7.17;28).
3. AS VESTES SACERDOTAIS.
Em Êxodo 28.2, vemos Deus ordenar Moisés fazer vestidos santos para seu irmão Arão,
eram vestes diferenciadas, levando em conta, que para os crentes da nova Aliança, não é
diferente, pois devemos:
a) Possuir vestes de salvação (Is 61.10);
b) Possuir vestes espirituais em santidade, lavadas no sangue do Cordeiro (Ap 22.14);
c) Vestes brancas (I Pe 3.4);
De igual modo, como diferente deveria ser as vestes sacerdotais de Arão e sua
descendência, devemos nos manter com integridade com as nossas vestimentas, além das
espirituais, as vestimentas físicas deve ser de maneira que os homens possam glorificar a
Deus, o nosso Pai celestial (Mt 5.16; II Co 3.18 – cf. Ap 3.18; 16.15).
3.1 – O simbolismo das vestes sacerdotais (Ex 28.4).
O sumo sacerdote e os sacerdotes tinham vestimentas com peças em comum, que eram:
Calções de linho, Turbante de linho e uma Túnica de linho sem costura. Estas peças por ser
feitas de linho, simbolizavam de forma sublime a justiça dos santos (Ap 19.8) e a brancura do
linho simboliza a santidade (Ex 28.2), jamais devemos exercer de maneira negligente a nossa
mordomia com vestes sujas, pois o nosso inimigo, está pronto a nos acusar dia e noite diante
Deus (Zc 3.3), e se isso acontecer, devemos suplicar a intervenção de Cristo em nossas vidas
(Ap 3.4,5). O linho também fala da voluntariedade do serviço (Ez 44.18), o sacerdote deverá
usar linho para que também não se veja suor, pois o suor demonstra as marcas de serviço
penoso, sacrifício, e o serviço para Deus deve ser voluntário. O serviço para Deus deve ser
feito de boa vontade (II Co 8.11; 9.7). O manto sacerdotal era de cor azul, carmesim, fundo de
linho e de púrpura e eles representam os quatros evangelhos (Lição 8):
a) Púrpura – Simboliza realeza, rei e representa o Evangelho de Mateus, que anuncia as
boas novas do Reino de Deus e apresenta Jesus como o Rei.
b) Carmesim – Tipifica o sofrimento, representa em sua cor o sangue e apontam para o
sacrifício de Cristo, seu sofrimento e morte e representa o servo que é o Evangelho de
Marcos.
c) Fundo de Linho – o linho como aprendemos é simbolo de pureza e santidade e
aponta para a santidade de Jesus, homem santo e verdadeiro e representa o Evangelho de
Lucas.
d) Azul – Significa o caráter espiritual de Jesus Cristo como Filho de Deus, a sua divindade
e representa o Evangelho de João (Jo 1.1).
3.2 – As peças que eram partes exclusivas das vestes do sumo sacerdote (Ex 28.8
vv).
1. O Cinto (v. 8) – mesmo sendo peças comuns entre as vestimentas do sacerdote e do
sumo sacerdote, ela tipifica a verdade (Ef 6.14), este cinto servia para prender as túnicas
sacerdotais, para que impedisse que suas vestes atrapalhassem o serviço no tabernáculo, a
verdade como cinto deve ser firme na vida dos crentes da nova aliança, é uma peça
fundamental. Jesus nos ensina que a palavra de Deus é a verdade (Jo 17.17).
2. Nas tiras sobre os ombros haviam existiam duas pedras sardônicas, uma ao lado da
outra trazendo o nome das 12 tribos de Israel (Ex 28.9,10). As pedras levadas sobre os ombros
do sumo sacerdote, fala do oficio do mesmo que diante de Deus tem a responsabilidade de
carregar a nação sobre os ombros, sendo o mediador do povo (Ex 28.12).
3. O peitoral do Juízo – Feito do mesmo material do éfode (Ex 28.15) e designava “o
Juízo de Deus” que no peitoral referia ao “Urim e Tumim”, uma peça que importante que o
sacerdote utilizava para consultar a Deus, que eram jogados como dados para obter respostas
sobre algum assunto, dependendo de qual pedra que era jogada, a resposta de acordo com a
pedra era de sim ou não e significavam “Luz e Perfeição” (Ex 28.30). Outras referencias: Ex
29.10; Nm 16.40; 27.21; Ed 12.63).
4. O manto do éfode – (Ex 28.31-35) Com campainhas e romãs nas pontas, as romãs
eram de cores diferentes e a campainha de Ouro (Ex 28.33,34). As romãs simbolizam:
alimentos, fertilidades e alegria.
5. Lâmina de Ouro – (Ex 28.36-38) Usado na mitra sacerdotal, ou seja, no turbante
(v.37), na lâmina tinha nomes gravados que indicavam claramente “Santidade ao Senhor” (Ex
28.36) e nos alertam, que na vida cristã devemos permanecer em santidade, sem a qual
jamais veremos o Senhor (Hb 12.14). Obs: Não existe corda alguma na cintura do sumo
sacerdote quando este adentrava no santuário.
4. O SACERDÓCIO NA ATUALIDADE.
Cristo ao assumir de maneira superior o sacerdócio da nova aliança, diferentemente dos
sacerdotes da antiga aliança que ofereciam animais em sacrifício, ele entregou-se como
sacrifício, estabelecendo com o próprio sangue uma superior e nova
aliança, entre Deus e os homens. Todos os homens por intermédio de seu sacrifício se
aproximam de Deus sem impedimento algum, tornando cada crente em um sacerdote que
pode agora se achegar a Deus (Is 61.6; 66.21; Ap 1.6 e 5.10). A igreja constituída
universalmente de todos os crente é agora o que Deus queria que Israel fosse, ima nação
sacerdotal (I Pe 2.9; cf. Dt 10.15; Ex 19.5,6).
*(Há ainda a manutenção de forma contrária a palavra de Deus por meio das igrejas
católicas, ortodoxas e Anglicana, que mantém a ordem sacramentária de sacerdote, como
meio de mediação entre Deus e o povo).
4.1– O fim do sacerdócio levítico e a instauração do sacerdócio de Cristo (Hb 7. 11,12).
O sacerdócio segundo a ordem levítica teve seu fim com o surgir do grande profeta, que foi
anunciado por Moisés. Jesus ao ser levado ao sinédrio conforme relato dos evangelhos, e ao
ser questionado por aquilo que o povo dizia ao seu respeito, e Ele confrontado na sua
afirmação, diz-nos os textos que o Sacerdote Anás rasgou suas vestes em fúria, coisa que a
própria Lei declarava que o sacerdote jamais poderia fazer aquilo (Lv 21.10). Fazendo isso,
Anás literalmente estava renunciado o seu oficio de Sumo sacerdote, fazendo Cristo por
intermédio de sua morte na cruz, estabelecer um novo sacerdócio (Hb 7.12), e a prova disso é
que quando Ele padeceu, declarando ao Pai a consumação de tudo, o véu que fazia separação
entre Deus e o homem fora rasgado de alto abaixo (Mt 27.51) estabelecendo um novo e
permanente acesso do homem transformado com Deus (Hb 10.19,20).
4.2– Sacerdócio universal x sacerdócio levítico (I Co 4.1).
Paulo declara explicitamente que nós devemos ser reconhecidos pela a sociedade como
ministros de Cristo e dispenseiros dos mistérios de Deus, tendo como Sumo sacerdote Cristo,
o mediador entre Deus e os homens (I Tm 2.5) e nós apenas como mordomos dos cuidados
que Ele nos confiou diante de Deus, exercendo de forma inferior o nosso sacerdócio, que é o
sacerdócio universal de todos os crentes.
– Se de fato fora extinto o sacerdócio levítico, por que deveria ser estudado?
– 1. O sacerdócio e tudo que é descrito no A.T era uma tipologia ou sombras que
apontavam para o futuro de Israel espiritual (Hb 10.1), tornando assim o velho em obsoleto e
estabelece o novo (Hb 813). Como Deus escolhera Arão e seus filhos na antiga aliança, Cristo
nos escolheu, ou seja, a sua igreja, para o novo sacerdócio, como disse, sacerdócio universal
(Jo 15.16; I Pe 2.9).
– 2. Sendo Arão e seus descentes administradores do Tabernáculo (Lv 10.1,2), ensina-nos
que devemos exercer com zelo a nossa escolha, o nosso chamado, sendo administradores de
nossas vidas oferecendo a Deus sacrifício vivo e santo diante da sua presença, por que Deus é
Santo (Rm 12. 1; I Pe 1.16,17).
CONCLUSÃO:
A lição nos apresenta de forma clara sobre a necessidade de Deus transformar a nação de
Israel em uma nação sacerdotal, tendo Moisés como o mediador, o povo não quis assumir a
posição que Deus queria estabelecer, e então Ele ordena Moisés consagrar Arão e seus filhos
para o oficio sacerdotal. E mais tarde Deus escolhe a tribo de Levi para o serviço do templo
(Ex 32). Esta ação de Deus nos exorta a manter como crista uma vida de zelo e santidade
diante de Deus. Jesus veio ao mundo, nasceu, cresceu, sofreu e padeceu por causa da sua
missão, que é salvar o povo de seus pecados, viveu todos os pormenores da Lei e com sangue
derramado na cruz, estabeleceu a nova Aliança. Pode agora perfeitamente salvar o mais vil
pecador, garantindo lhes vida abundante. A antiga aliança encerrou-se nos dias de Cristo, e
aqueles antigos preceitos tornou-se efêmero, e na nova aliança, Cristo nos garante uma
eternidade junto ao Pai. O sacerdócio levítico, suas vestes e todas as peças da vestimenta nos
ensina a andar na presença de Deus com inteireza e sinceridade de coração. Cristo por meio
na Nova Aliança estabeleceu o sacerdócio universal de todos os crentes. (Ap 1.6/ I Pe 2.9).
José Roberto Alves da Silva, Petrolina, PE, Brasil. Servo de Deus, Músico, Teólogo com
Formação Básica pelo FATEFAMA (Faculdade de Educação Teológica Fama) e Teologia
Sistemática pelo CENEDI, Aconselhamento Cristão (Clinica Pastoral) IBADERJ (Instituto Bíblico
da Assembleia de Deus no Estado do Rio de Janeiro), Bacharel em Teologia - Superior. Casado,
tem uma família abençoada, e defendo as sagradas escrituras que é o fundamento da nossa fé,
assim como os crentes bereanos na época da igreja primitiva, conferido todas as coisas pelas
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DEUS ESCOLHE ARÃO PARA O SACERDÓCIO

  • 1. DEUS ESCOLHE ARÃO E SEUS FILHOS PARA O SACERDÓCIO. José Roberto Alves da Silva Petrolina, Març0 - 14/03/2014
  • 2. DEUS ESCOLHE ARÃO E SEUS FILHOS PARA O SACERDÓCIO. Texto para Estudo: Êxodo 28.1-11. Introdução: Começaremos o estudo relembrando algumas particularidades do Livro de Êxodo, trazendo a memória fatos importantes que nos farão entender o passo a passo sobre o estabelecimento do sacerdócio em Israel. Ao começarmos no capítulo 19, vemos Deus chamando para si a nação como povo de propriedade peculiar Dele (5), e em seguida chama a nação de reino sacerdotal (6). Veremos: 1. Deus queria fazer de Israel a nação intercessora que levasse todas as outras nações para Deus e aparentemente Israel aceitou esse encargo. (Ex. 19.6,8); 2. Deus precisava fazer a nação escutar a sua voz pessoalmente, e então recebesse a Lei e pudesse então subir o Monte Sinai. (Ex 19.13,14); 3. O Monte Sinai era o Tabernáculo natural de Deus (Lição 9), considerando as seguintes partes: a) O Cume do Monte era o Santo dos Santos, somente Moisés podia está lá na presença de Deus (3). b) O Monte Sinai em um todo, representa o lugar Santo, onde o povo jamais poderia tocar (13). c) E a outra parte, seria fora dos termos do monte, ou seja, o lugar que fica ao pé do Monte, este lugar seria a representação do Pátio do Tabernáculo (12). Infelizmente a nação israelita temeu muito ao ouvir a voz de Deus, pedindo a intermediação a Moisés, para que assim pudesse ouvir Deus por intermédio de seu servo, o povo temeu muito a voz de Deus (Ex. 20.18,19), Israel estava demonstrando a rejeição ao seu chamado de sacerdócio, pedido apenas que uma só pessoa fosse a mediadora entre Deus e o povo. “Deus queria que a nação aprendesse a maneira correta de servir-Lo, rejeitando de vez por todas todo pensamento ou formas litúrgicas que poderia ter adquirido no Egito, principalmente a idolatria”. 1. A TRANSMISSÃO DA LEI. Israel reafirmou ou aceitou o Código da Aliança ( o decálogo), tendo como confirmação o
  • 3. estabelecimento da presença de Deus no meio do povo, logo temos Moisés erguendo um altar conforme a ordem de Deus (Ex 20.24-26) e os mancebos de todas as tribos ofereceram sacrifícios sobre os altares que Moisés fizera para Deus (Ex 24.5). Por que mancebos de todas as tribos? Segundo o relato bíblico, Moisés havia levantado 12 pedras, representando as 12 tribos de Israel e os jovens de cada tribo ofereceram sobre elas (Ex 24.4), o sangue fora derramado sobre o altar e depois aspergido sobre o povo entrando em vigor, em sancionamento a Lei, onde o povo garantiu obedecê-la (Ex 24.3). Desta forma, mesmo Israel rejeitando o oficio, não escapara do mesmo, assumindo de forma inferior o relacionamento com Deus, não tendo a mesma relação que Abraão e Moisés tinha com Deus, pois a nação não mantinha contato direto com Deus, por isso a necessidade do mediador. 2. ISRAEL, QUEBRA A ALIANÇA . Enquanto Moisés estava no monte recebendo as tábuas da Lei e as instruções para a construções do tabernáculo e todas as demais leis: religiosa, civil e penal (veja Lição 10), e após passar um período de 40 dias ausente, o povo começa a entrar em decadência espiritual, induzindo Arão a fabricar um ídolo (bezerro de ouro) como meio de adoração (Ex 32.23; veja Lição 6). Deus ordena Moises a descer depressa, pois o povo estava pecando, e quando ele desce e chega ao pé do monte e vê o povo, irou-se muito ao ponto de quebrar as tábuas da Lei (Ex 32.19), dando a entender a quebra dos mandamentos, que nesse caso seria a infração do primeiro mandamento, e Israel quebrara (Ex 20.3-5). 2.1 – A escolha da Tribo de Levi (Ex 32.26; Dt 18.1-8). Quando o povo pecou, Moisés de imediato executou o julgamento, e ao convocar toda nação e perguntar sobre quem estaria com ele ao lado do Senhor, a única tribo que se prontificou a servi-lo foi apenas a tribo de Levi (Ex 32.26). E foi ela que demonstrou zelo, executando o juízo divino conforme a ordem de Deus dado a Moisés (Ex 32.27,28). Com certeza a escolha de Deus por essa tribo para o trabalho de auxilares no Tabernáculo deu-se pelo o seu zelo diante do Senhor. Embora Arão e seus filhos e Moisés descendentes desta mesmo tribo (Ex 2.1-10; 4.14; 6.25.). Até o momento apenas Deus havia separado somente a casa de arão, vindo depois a separação de toda a tribo de lei (Dt 18.1). Ficou o restante das tribos impossibilitadas de servir ao Senhor. Deus em sua onisciência sabia que Israel quebraria a Lei, por isso então era preciso estabelecer a mediação entre Ele e seu povo, Moisés já fazia essa mediação, mas Deus quis convocar Arão e seus filhos (Ex 28.1) e daí então com a tribo de Levi desse continuidade a
  • 4. essa mediação. 2.2 – O Sacerdócio Arônico (Ex 28.1). O sacerdócio de Arão também conhecido como o sacerdócio levítico é resultante da Lei, visto que Israel era em primeira ocasião a nação que Deus queria constituir para servir-Lo, dentro da promessa feita a Abraão (Gn 12.3). A instituição do sacerdócio levítico era justamente a continuação dessa mediação que Moisés fazia, como resultado do pedido que o povo fizera (Ex 20.19; Dt 18.16), de que eles não viesse diretamente a falar com Deus como já víamos falado anteriormente e esta mediação só teria fim com a chegada de um grande profeta na mesma qualidade de Moisés, conforme Deuteronômio 18.15 que já anunciava a vinda de Cristo, profecia essa confirmada (Lc 2427; Jo 1.45). Em nosso já não é preciso utilizar este tipo de mediação, visto que as profecias se cumpriram em Cristo que estabeleceu um novo sacerdócio, sendo Ele o Sumo sacerdote segundo a ordem de Melquisedeque (Hb 7.12; 15-17; 26-28). O sacerdócio de Arão nos serve apenas como figura, que apontavam para o sacerdócio de Cristo, sabendo que Jesus não pertencia a tribo de Levi, por isso Ele se tornou sacerdote segundo a ordem de Melquisedeque, que sem genealogia demonstra ser o sacerdócio eterno (Hb 7.17;28). 3. AS VESTES SACERDOTAIS. Em Êxodo 28.2, vemos Deus ordenar Moisés fazer vestidos santos para seu irmão Arão, eram vestes diferenciadas, levando em conta, que para os crentes da nova Aliança, não é diferente, pois devemos: a) Possuir vestes de salvação (Is 61.10); b) Possuir vestes espirituais em santidade, lavadas no sangue do Cordeiro (Ap 22.14); c) Vestes brancas (I Pe 3.4); De igual modo, como diferente deveria ser as vestes sacerdotais de Arão e sua descendência, devemos nos manter com integridade com as nossas vestimentas, além das espirituais, as vestimentas físicas deve ser de maneira que os homens possam glorificar a Deus, o nosso Pai celestial (Mt 5.16; II Co 3.18 – cf. Ap 3.18; 16.15). 3.1 – O simbolismo das vestes sacerdotais (Ex 28.4). O sumo sacerdote e os sacerdotes tinham vestimentas com peças em comum, que eram: Calções de linho, Turbante de linho e uma Túnica de linho sem costura. Estas peças por ser feitas de linho, simbolizavam de forma sublime a justiça dos santos (Ap 19.8) e a brancura do linho simboliza a santidade (Ex 28.2), jamais devemos exercer de maneira negligente a nossa mordomia com vestes sujas, pois o nosso inimigo, está pronto a nos acusar dia e noite diante
  • 5. Deus (Zc 3.3), e se isso acontecer, devemos suplicar a intervenção de Cristo em nossas vidas (Ap 3.4,5). O linho também fala da voluntariedade do serviço (Ez 44.18), o sacerdote deverá usar linho para que também não se veja suor, pois o suor demonstra as marcas de serviço penoso, sacrifício, e o serviço para Deus deve ser voluntário. O serviço para Deus deve ser feito de boa vontade (II Co 8.11; 9.7). O manto sacerdotal era de cor azul, carmesim, fundo de linho e de púrpura e eles representam os quatros evangelhos (Lição 8): a) Púrpura – Simboliza realeza, rei e representa o Evangelho de Mateus, que anuncia as boas novas do Reino de Deus e apresenta Jesus como o Rei. b) Carmesim – Tipifica o sofrimento, representa em sua cor o sangue e apontam para o sacrifício de Cristo, seu sofrimento e morte e representa o servo que é o Evangelho de Marcos. c) Fundo de Linho – o linho como aprendemos é simbolo de pureza e santidade e aponta para a santidade de Jesus, homem santo e verdadeiro e representa o Evangelho de Lucas. d) Azul – Significa o caráter espiritual de Jesus Cristo como Filho de Deus, a sua divindade e representa o Evangelho de João (Jo 1.1). 3.2 – As peças que eram partes exclusivas das vestes do sumo sacerdote (Ex 28.8 vv). 1. O Cinto (v. 8) – mesmo sendo peças comuns entre as vestimentas do sacerdote e do sumo sacerdote, ela tipifica a verdade (Ef 6.14), este cinto servia para prender as túnicas sacerdotais, para que impedisse que suas vestes atrapalhassem o serviço no tabernáculo, a verdade como cinto deve ser firme na vida dos crentes da nova aliança, é uma peça fundamental. Jesus nos ensina que a palavra de Deus é a verdade (Jo 17.17). 2. Nas tiras sobre os ombros haviam existiam duas pedras sardônicas, uma ao lado da outra trazendo o nome das 12 tribos de Israel (Ex 28.9,10). As pedras levadas sobre os ombros do sumo sacerdote, fala do oficio do mesmo que diante de Deus tem a responsabilidade de carregar a nação sobre os ombros, sendo o mediador do povo (Ex 28.12). 3. O peitoral do Juízo – Feito do mesmo material do éfode (Ex 28.15) e designava “o Juízo de Deus” que no peitoral referia ao “Urim e Tumim”, uma peça que importante que o sacerdote utilizava para consultar a Deus, que eram jogados como dados para obter respostas sobre algum assunto, dependendo de qual pedra que era jogada, a resposta de acordo com a pedra era de sim ou não e significavam “Luz e Perfeição” (Ex 28.30). Outras referencias: Ex 29.10; Nm 16.40; 27.21; Ed 12.63).
  • 6. 4. O manto do éfode – (Ex 28.31-35) Com campainhas e romãs nas pontas, as romãs eram de cores diferentes e a campainha de Ouro (Ex 28.33,34). As romãs simbolizam: alimentos, fertilidades e alegria. 5. Lâmina de Ouro – (Ex 28.36-38) Usado na mitra sacerdotal, ou seja, no turbante (v.37), na lâmina tinha nomes gravados que indicavam claramente “Santidade ao Senhor” (Ex 28.36) e nos alertam, que na vida cristã devemos permanecer em santidade, sem a qual jamais veremos o Senhor (Hb 12.14). Obs: Não existe corda alguma na cintura do sumo sacerdote quando este adentrava no santuário. 4. O SACERDÓCIO NA ATUALIDADE. Cristo ao assumir de maneira superior o sacerdócio da nova aliança, diferentemente dos sacerdotes da antiga aliança que ofereciam animais em sacrifício, ele entregou-se como sacrifício, estabelecendo com o próprio sangue uma superior e nova aliança, entre Deus e os homens. Todos os homens por intermédio de seu sacrifício se aproximam de Deus sem impedimento algum, tornando cada crente em um sacerdote que pode agora se achegar a Deus (Is 61.6; 66.21; Ap 1.6 e 5.10). A igreja constituída universalmente de todos os crente é agora o que Deus queria que Israel fosse, ima nação sacerdotal (I Pe 2.9; cf. Dt 10.15; Ex 19.5,6). *(Há ainda a manutenção de forma contrária a palavra de Deus por meio das igrejas católicas, ortodoxas e Anglicana, que mantém a ordem sacramentária de sacerdote, como meio de mediação entre Deus e o povo). 4.1– O fim do sacerdócio levítico e a instauração do sacerdócio de Cristo (Hb 7. 11,12). O sacerdócio segundo a ordem levítica teve seu fim com o surgir do grande profeta, que foi anunciado por Moisés. Jesus ao ser levado ao sinédrio conforme relato dos evangelhos, e ao ser questionado por aquilo que o povo dizia ao seu respeito, e Ele confrontado na sua afirmação, diz-nos os textos que o Sacerdote Anás rasgou suas vestes em fúria, coisa que a própria Lei declarava que o sacerdote jamais poderia fazer aquilo (Lv 21.10). Fazendo isso, Anás literalmente estava renunciado o seu oficio de Sumo sacerdote, fazendo Cristo por intermédio de sua morte na cruz, estabelecer um novo sacerdócio (Hb 7.12), e a prova disso é que quando Ele padeceu, declarando ao Pai a consumação de tudo, o véu que fazia separação entre Deus e o homem fora rasgado de alto abaixo (Mt 27.51) estabelecendo um novo e permanente acesso do homem transformado com Deus (Hb 10.19,20). 4.2– Sacerdócio universal x sacerdócio levítico (I Co 4.1). Paulo declara explicitamente que nós devemos ser reconhecidos pela a sociedade como
  • 7. ministros de Cristo e dispenseiros dos mistérios de Deus, tendo como Sumo sacerdote Cristo, o mediador entre Deus e os homens (I Tm 2.5) e nós apenas como mordomos dos cuidados que Ele nos confiou diante de Deus, exercendo de forma inferior o nosso sacerdócio, que é o sacerdócio universal de todos os crentes. – Se de fato fora extinto o sacerdócio levítico, por que deveria ser estudado? – 1. O sacerdócio e tudo que é descrito no A.T era uma tipologia ou sombras que apontavam para o futuro de Israel espiritual (Hb 10.1), tornando assim o velho em obsoleto e estabelece o novo (Hb 813). Como Deus escolhera Arão e seus filhos na antiga aliança, Cristo nos escolheu, ou seja, a sua igreja, para o novo sacerdócio, como disse, sacerdócio universal (Jo 15.16; I Pe 2.9). – 2. Sendo Arão e seus descentes administradores do Tabernáculo (Lv 10.1,2), ensina-nos que devemos exercer com zelo a nossa escolha, o nosso chamado, sendo administradores de nossas vidas oferecendo a Deus sacrifício vivo e santo diante da sua presença, por que Deus é Santo (Rm 12. 1; I Pe 1.16,17). CONCLUSÃO: A lição nos apresenta de forma clara sobre a necessidade de Deus transformar a nação de Israel em uma nação sacerdotal, tendo Moisés como o mediador, o povo não quis assumir a posição que Deus queria estabelecer, e então Ele ordena Moisés consagrar Arão e seus filhos para o oficio sacerdotal. E mais tarde Deus escolhe a tribo de Levi para o serviço do templo (Ex 32). Esta ação de Deus nos exorta a manter como crista uma vida de zelo e santidade diante de Deus. Jesus veio ao mundo, nasceu, cresceu, sofreu e padeceu por causa da sua missão, que é salvar o povo de seus pecados, viveu todos os pormenores da Lei e com sangue derramado na cruz, estabeleceu a nova Aliança. Pode agora perfeitamente salvar o mais vil pecador, garantindo lhes vida abundante. A antiga aliança encerrou-se nos dias de Cristo, e aqueles antigos preceitos tornou-se efêmero, e na nova aliança, Cristo nos garante uma eternidade junto ao Pai. O sacerdócio levítico, suas vestes e todas as peças da vestimenta nos ensina a andar na presença de Deus com inteireza e sinceridade de coração. Cristo por meio na Nova Aliança estabeleceu o sacerdócio universal de todos os crentes. (Ap 1.6/ I Pe 2.9).
  • 8. José Roberto Alves da Silva, Petrolina, PE, Brasil. Servo de Deus, Músico, Teólogo com Formação Básica pelo FATEFAMA (Faculdade de Educação Teológica Fama) e Teologia Sistemática pelo CENEDI, Aconselhamento Cristão (Clinica Pastoral) IBADERJ (Instituto Bíblico da Assembleia de Deus no Estado do Rio de Janeiro), Bacharel em Teologia - Superior. Casado, tem uma família abençoada, e defendo as sagradas escrituras que é o fundamento da nossa fé, assim como os crentes bereanos na época da igreja primitiva, conferido todas as coisas pelas escrituras...