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Textos Problemáticos                                               21finalmente regozijar-se quando verem a Cristo em Seu ...
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Textos Problemáticos                                                  24     Apenas o contexto indica se a conjunção "até"...
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  1. 1. TEXTOS PROBLEMÁTICOS Amós 9:11-12 Como Aplicado em Atos 15:16-18 Durante o primeiro concílio apostólico em Jerusalém foi discutida aquestão se os gentios crentes em Cristo deveriam ser circuncidados e seteriam que obedecer a lei de Moisés a fim de serem salvos (ver Atos15:1, 5, 6). Pedro então testificou que Deus lhe havia demonstrado, naconversão de Cornélio e de sua parentela (ver Atos 10), que Ele "nãoestabeleceu distinção alguma entre nós e eles, purificando-lhes pela fé ocoração" (Atos 15:9). Daí concluiu, "Mas cremos que fomos salvos pelagraça do Senhor Jesus, como também aqueles o foram" (verso 11). Depois que Barnabé e Paulo confirmaram essa conclusão ao relatara sua própria experiência, Tiago, o irmão de Jesus, concordou que Deusaparentemente havia constituído "dentre eles um povo para o seu nome"(verso 14). Tiago usou uma frase que foi reservada para Israel como opovo do concerto de Jeová (Deut. 7:6; 14:2; 28:9, 10; Isaías 43:7). Assim, os gentios crentes em Cristo estão incluídos no povo doconcerto divino. Tiago não pensou haver decretado um novo arranjo desalvação para os gentios, mas sua resposta é exatamente o contrário:"Conferem com isto as palavras dos profetas [plural], como está escrito"[citado de Amós 9:11, 12, na versão Septuaginta] (Atos 15:15). Essainterpretação de Amós por Tiago confirma a aplicação de Pedro de Joel2:28-32 para a Igreja (em Atos 2:16-21). A missão da Igreja apostólicaaos gentios, forma uma parte essencial do propósito divino predito. Aprofecia de Amós de restauração de Israel recebe uma aplicaçãoescatológica, por isso os gentios devem ser inteiramente aceitos noremanescente messiânico (Romanos 11:5), a Igreja, apenas pela fé. Deusoutorgou o Seu Espírito Santo aos gentios em Cesaréia mesmo antes quefossem batizados (Atos 10:44-47)! Amós predisse explicitamente que osfiéis remanescentes de Edom e outras nações serão abençoadosjuntamente com o Israel restaurado:
  2. 2. Textos Problemáticos 2 Naquele dia, levantarei o tabernáculo caído de Davi, repararei as suasbrechas; e, levantando-o das suas ruínas, restaurá-lo-ei como fora nos diasda antiguidade; para que possuam o restante de Edom e todas as naçõesque são chamadas pelo meu nome, diz o SENHOR, que faz estas coisas(Amós 9:1l-12). A finalidade de Tiago em citar essa passagem na conclusão doconcílio apostólico é demonstrar que a predição de Amós havia setornado realidade desde o Pentecostes através do influxo dos crentesgentios para dentro da Igreja. O fato de que Tiago altera o texto hebraicoao citar a profecia de Amós havia dado uma oportunidade à ScofieldReference Bible para impor o seu programa de eventosdispensacionalista nas palavras introdutórias de Amós como citadas porTiago: "Cumpridas estas coisas, voltarei e reedificarei o tabernáculocaído de Davi" (Atos 15:16). As palavras "cumpridas estas coisasvoltarei" são interpretadas como significando ...o período após o presente testemunho mundial (Atos 1:8), quandoCristo retornar. Trago mostrou que haverá crentes gentios naquele tempo,bem como crentes judeus. Daí ele concluiu que não é requerido dos gentiostornarem-se prosélitos pela circuncisão.1 Essa teoria tem como objetivo, três dispensações sucessivas notexto de Amós 9:11: (1) O chamado de um povo dentre os gentiosdurante a era da Igreja presente. (2) "Cumpridas estas coisas", significa,depois desta era da Igreja, a reunião do Israel nacional e a restauração dotrono Davídico sobre a terra durante o milênio. (3) Depois disso, asalvação do remanescente de Israel e de todos os gentios.2 Esta construção dogmática não tem recebido apoio dos exegetasbíblicos de uma maneira geral. A razão é que a exegese responsável dasEscrituras não admite a interpretação dispensacionalista quando apassagem está ligada ao contexto original no livro de Amós e com ocontexto imediato de Atos 15:13-15. No contexto do livro de Amós, a frase "Naquele dia, levantarei otabernáculo caído de Davi", se refere claramente ao tempo da restauraçãode Israel depois do cativeiro babilônico. J. F. Walvoord declara, contudo,
  3. 3. Textos Problemáticos 3que as palavras da citação de Amós, "cumpridas estas coisas, voltarei"(Atos 15:16), quer dizer que depois do juízo divino sobre Israel – suadispersão e disciplina – Cristo retornará.3 Esta conclusão viola a exegesehistórica literal de Amós 9, que requer a aplicação do juízo divino sobreIsrael com o exílio na Assíria e Babilônia (ver Amós 5:27). Esse juízocomeçou nos dias do próprio Amós, em 722 a.C. Depois do exíliobabilônico, o Senhor retornou em favor de Jerusalém e restaurou a Suateocracia ao remanescente fiel de Israel (ver Zacarias 8). Zacariasadicionou a promessa de que o Messias viria governar Israel e o mundocom a paz universal (Zacarias 9:9, 10). O juízo final de Deus sobre Israeldependeria de sua resposta ao sacrifício expiatório do Messias (Daniel9:26, 27; ver o capítulo 11, abaixo). É a alegação de Tiago em Atos 15que a profecia de Amós encontrou o seu progressivo cumprimento desdea primeira vinda do Messias, na missão da Igreja apostólica. No aparecimento de Cristo, Deus retornou para Israel. J. BartonPayne explica: A referência [a reedificação do tabernáculo caído de Davi] deve ser àSua primeira vinda, pois Atos 15:16 enfatiza que é esse evento que capacitaaos gentios a verem a Deus, do período apostólico em diante.... [Então]ocorreu o enxerto dos gentios incircuncisos na Igreja, para quem Atos 15aplica a passagem do VT, de maneira que ela não possa se referir a temposainda futuros.4 Deus restaurou o trono de Davi na ressurreição, ascensão einauguração de Cristo Jesus como Senhor e Redentor de Israel(Atos2:36; 5:31). Cristo já é o Rei Sacerdote à mão direita de Deus (Atos2:33-36; Hebreus 1:3, 13), para quem é dada toda a autoridade no céu ena terra (Mateus 28:18). Como os reis Davídicos estavam assentados "notrono do reino do SENHOR" (1 Crônicas 28:5; 29:23), assim Cristo estáagora assentado com Seu Pai no Seu trono (Apocalipse 3:21). O tronoDavídico não está mais desocupado ou ineficaz, mas transferido deJerusalém para a sala real no céu, onde Cristo é, no presente o ReiDavídico (Atos 2:34-36; 1 Coríntios 15:25; Efésios 1:20-22). O trono deDavi e o trono do Senhor não podem estar separados, como presume o
  4. 4. Textos Problemáticos 4dispensacionalismo. A predição de Amós da restauração do trono deDavi foi cumprida na entronização de Cristo no céu. Esta é a mensagem apostólica. G. E. Ladd confirma essa conclusão: Tiago cita a profecia de Amós 9:11-12 para provar que a experiência dePedro com Cornélio foi um cumprimento do propósito divino para visitar osgentios e extrair deles um povo para o seu nome. Por isso, continua, "areedificação da habitação de Davi" que havia resultado na missão aosgentios deve referir-se à exaltação e entronização de Cristo sobre o trono(celestial) de Davi e o estabelecimento da igreja como o verdadeiro povo deDeus, o novo Israel. Desde que Deus havia trazido os gentios à fé sem a lei,não havia necessidade de insistir que os gentios se tornassem judeus paraserem salvos.5 A aplicação neotestamentária de Amós 9:11-12 é chamadacristológica-eclesiológica das promessas de restauração de Israel. Umaverificação mais atenta revela outra característica interessante. EnquantoAmós profetizou a conquista física do reinado Davídico sobre oremanescente de Edom, Tiago transporta esse reinado político-militar auma conquista de Cristo mais elevada e espiritual sobre o coração doscrentes gentílicos. A frase de Amós "para que possuam o restante deEdom", torna-se em Atos 15:17, "para que os demais homens busquemao Senhor." Martin J. Wyngaarden analisa Atos 15:16-18 como segue: Aqui o exaltado reino de Cristo do céu, representa a gloriosarestauração da dinastia, o remanescente de Edom torna-se o resíduo dehomens, a possessão militar de Edom dá lugar á busca voluntária do Senhorpelos gentios, com a ausência de batalha física sugerida pela imagempictórica de Amós.6 Ele caracteriza essa transformação como uma espiritualização doNovo Testamento autorizada pelo Espírito Santo. A igreja apostólicauniversal é a restauração de Israel.
  5. 5. Textos Problemáticos 5 Isaías 11:1-12: Qual Será o Cumprimento do "Segundo" Ajuntamento de Israel? Naquele dia, recorrerão as nações à raiz de Jessé que está posta porestandarte dos povos; a glória lhe será a morada. Naquele dia, o Senhortornará a estender a mão para resgatar o restante do seu povo, que fordeixado, da Assíria, do Egito, de Patros, da Etiópia, de Elão, de Sinar, deHamate e das terras do mar. Levantará um estandarte para as nações,ajuntará os desterrados de Israel e os dispersos de Judá recolherá desde osquatro confins da terra (Isaías 11:10-12). A New Scofield Reference Bible considera essa passagem um textoprova para a sua esperada reconstituição futura de Isael como umateocracia nacional na Palestina na segunda vinda de Cristo (NSRB 723).J. F. Walvoord sustenta esse futurismo com um apelo à seqüência deIsaías que descreve primeiro o reino messiânico (versos 6-9) e depois oajuntamento de Israel (versos 10-15).7 Sobre a base dessa seqüêncialiterária, Walvoord argumenta, a reunião messiânica de Israel tomarálugar apenas quando o Messias aparecer em glória no começo domilênio. Contudo, essa interpretação futurista fracassa em fazer justiça,tanto à exegese histórico-gramatical de Isaías 11, quanto à interpretaçãoteológica do Novo Testamento. Para uma discussão ordenada dessaprofecia messiânica devemos relacionar Isaías 11: (1) ao tempo de suaprópria dispensação; (2) à primeira vinda de Cristo; (3) à segunda vindade Cristo. 1 . O Cumprimento Inicial de Isaías 11. Isaías profetizou a respeito do "segundo" ajuntamento do Israel deDeus por volta de 701 a.C., quando a Assíria já havia deportado muitastribos israelitas para além do rio Eufrates (721 a.C.). Ele vê Israel deforma ampla no exílio da Assíria e da Babilônia (naquele tempo umaprovíncia da Assíria), prediz as boas novas de que o Deus de Israelreunirá "o restante do seu povo, que for deixado" entre as nações do
  6. 6. Textos Problemáticos 6Oriente Médio e relaciona claramente essa reunião futura ao antigoajuntamento de Israel, quando Moisés miraculosamente secou as águasdo Mar Vermelho de maneira que Israel tivesse um caminho livre parafora do cativeiro egípcio. Haverá caminho plano para o restante do seu povo, que for deixado, daAssíria, como o houve para Israel no dia em que subiu da terra do Egito(Isaías 11:16; ênfase acrescentada). O profeta Isaías fica entre o êxodo passado do Egito sob o comandode Moisés e o futuro êxodo de Babilônia (ver diagrama abaixo). PASSADO PRESENTE FUTURO Primeiro Êxodo de Predição de Isaías Segundo Êxodo de Israel: Do Egito Israel: De Babilônia Tempo: Tempo: Tempo: Sob Moisés Cerca de 700 a.C. Cumprido no retorno de Israel à Palestina em 536 a.C. sob Zorobabel Quando o príncipe Davídico Zorobabel ajuntou o fiel remanescentede Israel da Babilônia (Esdras 1:5) e retornou para Jerusalém em 536 a.C.,Deus realmente começou a cumprir a promessa em Isaías de reclamar ofiel remanescente uma "segunda" vez de sua dispersão entre as naçõesgentílicas (ver Esdras 1-2). É certamente correto concluir que esseajuntamento de Israel sob Zorobabel em 536 a.C. e mais tarde em 457 a.C.sob Esdras, não constituiu o cumprimento completo de Isaías 11:11-15,porque o Messias ainda não havia aparecido. Não obstante, Zorobabelera um príncipe da casa de Davi e, por isso, um tipo do Messias. Isso fazdo êxodo israelita sob Zorobabel basicamente um cumprimento inicial daprofecia do ajuntamento messiânico, que apenas reforçava a promessa deIsaías do ajuntamento escatológico de todas as pessoas crentes noMessias dentre Israel e dentre todas as nações, pelo Próprio Cristo naSua vinda.
  7. 7. Textos Problemáticos 7 A predição de Isaías de que o "SENHOR fará secar...o Eufrates"(Isaías 11:15; NVI) a fim de libertar Israel, também encontrou umadmirável cumprimento histórico. Ciro, o general persa, desviou aságuas do Eufrates, ao norte da cidade de Babilônia, a fim de precipitar asua queda repentina em 539 a.C. O sentido mais profundo da profecia deIsaías quanto a essa secagem das águas do Eufrates em favor de Israel, étrazido à luz no Apocalipse do Novo Testamento (Apocalipse 16:12), emligação com a igreja remanescente do tempo do fim.5 2. O Cumprimento Cristológico-Eclesiológico de Isaías 11 Isaías começa com a predição da vinda do Messias em umamanifestação dupla. A que é comparada a um rebento do tronco de Jessé,fortalecido pela unção do Espírito do Senhor (versos 1-3). A segundamanifestação é o Seu aparecimento como glorioso juiz que "ferirá a terracom a vara de sua boca e com o sopro dos seus lábios matará o perverso"(versos 4-5). O Novo Testamento revela que essas duas manifestações doMessias se referem a dois diferentes adventos históricos de Cristo aomundo. Pelo fato de ser do mesmo Messias, ambos os adventospartilham basicamente o mesmo Senhorio ou reino de Cristo. Por isso, apaz e a justiça do reino messiânico, como descritos em Isaías 11:6-9,encontram os seus cumprimentos conforme o aparecimento de Cristo. Aprimeira vinda de Cristo traz paz interna com Deus e com o próximo,através do sacrifício reconciliatório e do Espírito de Cristo (ver Col.1:19-20; Efésios 2:14-18). A segunda vinda adicionará paz externa e ajustificação universal através do julgamento do mundo e a Sua novacriação (2 Tess. 1:5-10; 2 Tessalonicenses 2:8; Apocalipse 21:1-5). A previsão de Isaías do ajuntamento de Israel está profundamentecentralizada em Deus e no Messias. O ajuntamento é primariamente aopróprio Messias e apenas secundariamente à terra de Israel. Além domais, o ajuntamento não é apenas de Israel, mas explicitamente, de todosos crentes gentílicos (Isaías 11:10).
  8. 8. Textos Problemáticos 8 O cumprimento histórico desse ajuntamento messiânico ao "lugarde descanso" divino, já começou com o primeiro advento de Cristo (verMateus 12:30; João 12:32; Hebreus 4:14-16). O apóstolo Paulo cita a essência de Isaías 11:1, 10, para assegurar àigreja em Roma que a predição de Isaías do repouso messiânico agoraestá sendo experimentado através da fé em Cristo (Romanos 15:8, 9, 12).Dessa maneira, Paulo faz uma inegável aplicação cristológica-eclesiológica de Isaías 11:10. O remanescente profético de Israel emIsaías é o crente em Cristo, não simplesmente uma nação étnica-políticaque rejeita a Jesus como o Messias. Cristo é o "Estandarte" para o qual oremanescente recorrerá. Os cristãos do Israel étnico e os gentios já estãobebendo "água das fontes da salvação" com alegria messiânica (Isaías12:3; João 7:38, 39; 15:11). 3. A Consumação Apocalíptica de Isaías 11 A intenção mais profunda das profecias de Isaías em relação aoajuntamento de Israel da dispersão, indubitavelmente implica umaperspectiva apocalíptica. Apenas quando o fiel remanescente for restauradona Palestina (Isaías 11:1-9) o ajuntamento de todo Israel estará completo.Unicamente quando todos os ímpios forem julgados pela justiça do Messias(Isaías 11:4), as promessas em Isaías serão completamente realizadas: "Nãose fará mal nem dano algum em todo o meu santo monte, porque a terra seencherá do conhecimento do SENHOR, como as águas cobrem o mar"(Isaías 11:1-9). Essa perspectiva universal é expandida em Isaías 24-27, oassim chamado Apocalipse de Isaías, que tem sido intitulado "uma daspartes mais belas e magníficas do VT" (E. Sellin). Essa unidadeapocalíptica culmina na trombeta divina chamando Israel para se reunir aoSenhor no reino eterno. Naquele dia, em que o SENHOR debulhará o seu cereal desde oEufrates até ao ribeiro do Egito; e vós, ó filhos de Israel, sereis colhidos um aum. Naquele dia, se tocará uma grande trombeta, e os que andavamperdidos pela terra da Assíria e os que forem desterrados para a terra do
  9. 9. Textos Problemáticos 9Egito tornarão a vir e adorarão ao SENHOR no monte santo em Jerusalém(Isaías 27:12-13; ênfase acrescentada). Esse remanescente final de Israel não é retratado como um grupoétnico ou uma entidade política, mas como um remanescente religioso. Opropósito da última trombeta de Deus é congregar cada israelita demaneira que todo Israel possa "adorar Jeová" em Seu santo templo emverdade e no Espírito, e da libertação eterna de toda a opressão. Cristo e os escritores do Novo Testamento visualizavam talajuntamento apocalíptico do Israel de Deus no glorioso segundoadvento? Cristo via a Sua segunda vinda como a colheita final de Suamissão em atrair todos os homens a Si através da cruz (João 12:24, 32;14:1-3). Ele anunciou que retornaria com poder e grande glória parajulgar Israel e as nações da terra em relação à sua rejeição ou fé na Suamissão messiânica de morrer pelos seus pecados (João 5:22-24). Ele atodos julgaria pela sua relação para com o Seu povo (Mateus 25:31-46).Quando Ele retornar, "enviará os seus anjos, com grande clangor detrombeta, os quais reunirão os seus escolhidos, dos quatro ventos, deuma a outra extremidade dos céus" (Mateus 24:31). Cristo aqui se refere, não a um Israel étnico, mas aos "Seus eleitos".Esse Israel messiânico será congregado, não ao Oriente Médio, mas a Simesmo "dos quatro ventos, de uma a outra extremidade dos céus" (cf.João 14:2, 3; 1 Tessalonicenses 4:16, 17). Esta é a aplicação final deCristo às promessas de ajuntamento em Isaías (cf. Mateus 8:11, 12). 4. A Interpretação Dispensacionalista de Isaías 11:11-15 O hebreu cristão Arthur W. Kac, defende a tese de que a formaçãodo moderno Estado de Israel em 1948 A.D., foi o cumprimento inicial ou"preparatório" da profecia de Isaías. Deus agora está ajuntando Israeluma "segunda vez" das nações para a sua terra natal (Isaías 11:11), a fimde reconstituí-lo como "um Estado Soberano inteiramenteindependente".9
  10. 10. Textos Problemáticos 10 Então, o que Kac vê como o primeiro ajuntamento de Israel? Elerejeita a libertação do Egito como o primeiro ajuntamento divino dopovo de Deus, porque a permanência de Israel no Egito foi "voluntáriapor cerca de quatrocentos anos" (contudo, verifique Gênesis 15:13-16!). Kac assevera: "A primeira dispersão do povo judeu foi realizada porBabilônia e o primeiro retorno tomou lugar no fim do exílio babilônico.A passagem citada acima [Isaías 11:11] fala de um segundo ajuntamentoe implicava uma segunda dispersão".10 Ele até mesmo afirma que "aspromessas [de restauração] ... nunca encontraram cumprimento após aconclusão do exílio babilônico".11 Conseqüentemente, Kac esboça aseguinte ordem de eventos em Isaías 11:11 (ver diagrama) : Isaías prediz dois Primeiro, um ajunta- Um segundo ajunta- ajuntamentos mento de Israel da mento de Israel de futuros Babilônia todas as nações Tempo: 700 a.C. Cumprido depois de Cumprido desde 1948 537 a.C. A.D. Kac parece não aceitar qualquer cumprimento da promessa de Isaíaspara o período depois do exílio babilônico. Ele afirma categoricamenteque as promessas divinas de ajuntamento "nunca encontraramcumprimento depois da conclusão do exílio babilônico", embora admitaque "o primeiro retorno ocorreu no final do exílio babilônico".Geralmente se reconhece que o retorno de Israel de Babilônia foi umcumprimento verdadeiro, embora parcial da profecia de Isaías doajuntamento de Israel. De acordo com a exegese literal, Isaías nãopredisse que Deus ajuntaria Israel "duas vezes", mas "uma segunda vez".Evidentemente, a implicação é que o primeiro ajuntamento ocorreu nopassado de Isaías (ver Isaías 11:16). Uma outra indicação de uma faltabásica de exegese histórica da parte de Kac é encontrada nas observações
  11. 11. Textos Problemáticos 11de que a profecia de Zacarias capítulo 8 foi feita "depois que oajuntamento do Exílio Babilônico já havia ocorrido, econseqüentemente "implica outra Restauração".12 Kac simplesmentepassa por alto o fato de que a profecia de Zacarias foi feita em 518 a.C(Zacarias 7:1) e se cumpriu mais tarde no ajuntamento ulterior de Israelda Babilônia sob Esdras em 457 a.C. (Esdras 7). Esta foi de fato, arestauração prometida por Zacarias. Mais sério ainda, é o fato de que Kac viola o princípio fundamentaldo Novo Testamento de interpretação das profecias do VelhoTestamento que passam da velha para a nova dispensação. A cruz e aressurreição de Cristo irrevogavelmente transformam a natureza de Israele todos os seus cumprimentos escatológicos (ver o capítulo 7 acima). A aplicação étnica e política feita por Kac do Israel escatológico,priva ao "remanescente" de seus profundos elementos essenciaisreligiosos-teológicos e deixa apenas uma nação secular restaurada, omoderno Estado de Israel. Como esse presente Estado israelita "épreparatório para a redenção final e completa de Israel, e como"redundará na transformação do reino desta terra no reino de Deus"13,são questões deixadas abertas. Ele "associa" o presente Estado de Israelao retorno de Jesus Cristo, de uma maneira inexplicada e misteriosa. A posição dispensacionalista sobre Isaías 11 é apresentada na NewScofield Reference Bible: "Este capítulo é um quadro profético da glóriado futuro reino que será estabelecido quando o Filho de Davi retornar emglória (Lucas 1:31-32; Atos 15:15-16)" (p. 723). J. F. Walvoord tambémdeclarou que o ajuntamento de Israel tomará lugar apenas na segundavinda de Cristo baseado na seqüência da descrição de Isaías.14 Mais tardeele afirmou: O ajuntamento final de Israel, do qual a presente ocupação de umaporção da Terra Santa é o primeiro estágio, culminará quando o Messias deIsrael retornar à terra com poder e glória para reinar.15 Como Kac, Walvoord agora aplica o "segundo" ajuntamento deIsaías ao Estado secular de Israel, desde 1948 A.D. A seqüência da
  12. 12. Textos Problemáticos 12descrição de Isaías aparentemente não é mais acolhida literalmente(primeiro o reino messiânico de justiça e depois o ajuntamento de Israel).Dessa maneira, o Israel restaurado é basicamente privado de sua essênciateológica. O falecido erudito em Velho Testamento J. Barton Payne, apresentauma interpretação das profecias de ajuntamento em Isaías que pertencebasicamente à hermenêutica do dispensacionalismo. Em suaEncyclopedia of Biblical Prophecy (Harper, 1973), Payne reconhecebrevemente que o ajuntamento prometido de Israel em Isaías 11:11pressupõe "a primeira vez tendo sido em seu êxodo do Egito (p. 299). Oseu interesse é pelo tempo do cumprimento do predito "segundo"ajuntamento do Israel étnico. Para ele, isso será "o reajuntamento dosjudeus convertidos, após Cristo haver estabelecido o Seu reino futuro".Ele intitula esse fato de "o re-ajuntamento milenial divino de Israel" (p.300), "o retorno milenial de Israel para a Palestina" (p. 398; sobre Oséias1:11; 2:23). Payne passa por alto completamente o cumprimentohistórico de Isaías 11 no retorno de Israel da Babilônia, mas apontaexclusivamente para um cumprimento futuro apocalíptico para o Israelétnico no Oriente Médio no segundo advento de Cristo. Seu esboço deIsaías 11:11 é (ver diagrama) : O primeiro Ajunta- Isaías Prediz O "Segundo" ou mento Israel do Milenial Ajuntamento Egito do Israel Nacional Convertido na Palestina Sob Moisés Tempo: 700 a.C. Milênio A confusão do literalismo dispensacionalista torna-se mais evidentequando se nota que a exegese de Isaías 11 de Kac conclui que o primeiroajuntamento de Israel não foi do Egito, mas de Babilônia. O segundoajuntamento, então começou em 1948 A.D. Payne, contudo, declara queo primeiro ajuntamento foi do Egito e que o segundo começará na
  13. 13. Textos Problemáticos 13segunda vinda de Cristo. Além do mais existe a confusão acerca danatureza do remanescente de Israel. Kac opera apenas com um Israelsecular e natural, enquanto Payne aborda sobre "judeus conversos" queserão convertidos "pelo aparecimento de Cristo nas nuvens", acima dacidade de Jerusalém (p. 140). Não obstante, todos os dispensacionalistasconcordam que o Israel escatológico deve ser o povo judeu que retornaráà Palestina, de maneira que Cristo possa restabelecer o reino Davídicopara eles na velha Jerusalém. Agora precisamos inquirir, com que base Payne retém as restriçõesétnicas e geográficas em seu cumprimento escatológico. O seuargumento básico é que a Igreja será arrebatada da terra para o céu, deforma que o Messias reinará na terra apenas sobre Israel. Suapressuposição é que Israel e a Igreja devem estar para sempre separados,a despeito do ensino de Cristo e da revelação do Novo Testamento. Eleassevera mais particularmente: A base para distinguir entre aqueles para quem Ele vem, se para aIgreja, em seu arrebatamento, ou para os judeus, em seu ajuntamento, deveser encontrada nos ensinos das Escrituras de que os judeus devem sertrazidos de volta por outros povos (Isa 14:2, 49:22) e pelo uso de meiosemblemáticos, e.g. um caminho, 11:16, 35:8. A igreja, em contraste,experimenta o seu arrebatamento por uma ação direta de Deus. Ela podeser identificada por tais elementos sobrenaturais como o soar de Sua grandetrombeta (Isa 27:12-13; Mat 24:31; 1 Tess 4:16; "última trombeta", 1 Cor15:52). Alusões geográficas, indicando a presença localizada de Jesus Cristo,formam uma chave básica para a identificação das profecias mileniais.16 Nossa crítica fundamental da interpretação profética de Payne é queele opera com uma hermenêutica preconcebida do literalismo. Subordinaa Cristo e a escatologia do Novo Testamento a aspectos étnicos egeográficos do velho concerto, ao invés de fazer de Cristo a normasuperior pela qual todas as alusões étnicas e geográficas sãotransformadas e transcendidas (ver capítulos 7 e 9, acima). Ilustramosisso com um exemplo das declarações de Payne:
  14. 14. Textos Problemáticos 14 Quando Zacarias 8:22, por exemplo, fala de muitas nações buscandoao Senhor, pode-se imaginá-las na era da igreja, como em Zacarias 2:11;mas as nações no capítulo 8 "vêm para buscar Jeová em Jerusalém".17 Um exame minucioso de Zacarias 2 revela, contudo, que Zacarias2:11 em nenhum respeito é diferente de 8:22, como afirma Payne. Assimcomo no capítulo 8, Zacarias 2 se refere à "filha de Sião" (2:10) e a"Judá como sua [de Jeová] porção na terra santa e [Ele], de novo,escolherá a Jerusalém" (2:12). Além disso, as designações geográficas de Jerusalém", "MonteSião", etc., sempre significam a realidade religiosa da presença de Jeovádentro das profecias do Velho Testamento, daí a qualificação teológicamonte "santo", cidade "santa", terra "santa". A presença da glória doShekinah de Jeová determina se Jerusalém ou qualquer outro lugar estásob a bênção do concerto. No Salmo 46 Israel canta a respeito deJerusalém: "Deus está no meio dela; jamais será abalada;...O SENHORdos Exércitos está conosco; o Deus de Jacó é o nosso refúgio" (Salmo46:5-7). Se a glória de Jeová sempre se afastava do templo por causa dasabominações de Israel, então a maldição de Deus substituía a benditaproteção e o lugar "profano" era destruído (Lev. 26:31-33; Ez. 8, 9). Issoaconteceu com Jerusalém no tempo de Ezequiel. Depois que a presençade Deus deixou o templo através do Portão Oriental (Ez. 11:22, 23),Nabucodonosor destruiu Jerusalém e o templo em 586 A.C. Issoaconteceu de novo quando Jerusalém se recusou a ser ajuntada aoMessias (Mateus 23:37). Cristo então anunciou: "Eis que a vossa casavos ficará deserta" (Mateus 23:38). Essa maldição punitiva – causadapelo afastamento do Messias de Jerusalém – caiu sobre a cidadecondenada em 70 A.D., através do general romano Tito. Assim, aprofecia de Daniel 9:26, 27, que predizia a destruição de Jerusalém porcausa da rejeição do Messias, foi cumprida dramaticamente. O Novo Testamento não prediz outra restauração da glória de Jeována velha Jerusalém que até estes dias rejeita o sacrifício expiatório esubstituinte de Cristo na cruz. Contudo, proclama as boas novas a Israel
  15. 15. Textos Problemáticos 15e aos gentios de que todos os que aceitam o Cristo crucificado, ressurretoe exaltado como seu Senhor e Salvador, chegaram assim ao "verdadeirotabernáculo" (Hebreus 8:1, 2), e ao monte Sião e à cidade do Deus vivo, a Jerusalém celestial...e àuniversal assembléia e igreja dos primogênitos arrolados nos céus...e aJesus , o Mediador da nova aliança (Hebreus 12:22, 23, 24; ênfaseacrescentada). Paulo conclui que a presente cidade de Jerusalém está "emescravidão com seus filhos", teologicamente falando. A nossa Jerusalémé de "cima" e "é nossa mãe" (Gálatas 4:25, 26). Se o dispensacionalismo tomasse a Cristo como sua normaorientadora de interpretação profética ao invés do literalismo geográfico,ele não poderia mais considerar o velho Monte Sião como o sagradocentro da profecia. A glória de Cristo excede em muito à do velhotemplo (Mateus 12:6; João 4:21). A revelação progressiva do Shekinahdivino em Cristo é o princípio decisivo da escatologia cristã. O princípioapostólico da interpretação cristológica-eclesiológica dificilmente podeser chamada uma "espiritualização indiscriminada de todos os termos epromessas relacionados à terra.18 Não é legítimo concluir que simplesmente porque as promessasgeográficas a Israel foram "afirmadas e reafirmadas tantas vezes", queessa freqüência por si mesma "torna claro que Deus tencionava quefossem encaradas na sua forma nominal".19 O nosso conceito de"literalismo" é a norma divina para a compreensão do cumprimento dasprofecias escatológicas de Israel? Ou Cristo deveria ser a nossa normapara o verdadeiro entendimento do Velho Testamento, sob a direção doEspírito Santo no Novo Testamento?Mateus 23:39 Os Judeus Serão Salvos Quando Verem o Messias em Sua Glória?
  16. 16. Textos Problemáticos 16 Jerusalém, Jerusalém, que matas os profetas e apedrejas os que teforam enviados! Quantas vezes quis eu reunir os teus filhos, como a galinhaajunta os seus pintinhos debaixo das asas, e vós não o quisestes! Eis que avossa casa vos ficará deserta. Declaro-vos, pois, que, desde agora, já nãome vereis, até que venhais a dizer: Bendito o que vem em nome do Senhor!(Mateus 23:37-39; ênfase adicionada; cf. Lucas 13:35). Os escritores dispensacionalistas usam a declaração final dodiscurso antifarisaico de Jesus (Mateus 23:39) como uma promessaescatológica de restauração de uma teocracia judaica. Em sua visão,Cristo meramente adia o cumprimento do reino Davídico para a nação deIsrael porque a Sua geração contemporânea O rejeitou como Messias.20Walvoord considera Mateus 23:39 como a promessa de Cristo de umajuntamento apocalíptico do remanescente piedoso de Israel na Suasegunda vinda: Ao pronunciar juízo sobre a Sua geração, Cristo estava de fato,predizendo a sua dispersão final e o seu ajuntamento definitivo quando oremanescente piedoso de Israel dirá arrependido: "Bendito o que vem emnome do Senhor".21 Em outras palavras, o juízo de Cristo sobre Israel foi apenas umapunição temporária, não o Seu julgamento final. O dispensacionalismoapela para a conversão de Paulo próximo a Damasco (Atos 9:3-6) comouma ilustração da futura conversão nacional de Israel.22 J. D. Pentecostvê Mateus 23:39 também como um paralelo à afirmação de Paulo emRomanos 11:26, "E, assim, todo o Israel será salvo, como está escrito:Virá de Sião o Libertador e ele apartará de Jacó as impiedades." Por issoele assume, "Deve ser notado que o remanescente de Romanos 11:26 nãoserá convertido até o segundo advento de Cristo".23 Os textos recebem os seus significados específicos do seu contexto.Uma verificação detalhada do contexto de Mateus 23:39 leva-nos aconclusão de que os sete ais em Mateus 23 contêm uma inevitável notade desígnio. É o ajuste de contas final do Israel teocrático: Enchei vós, pois, a medida de vossos pais... para que sobre vós recaiatodo o sangue justo derramado sobre a terra, desde o sangue do justo Abelaté ao sangue de Zacarias, filho de Baraquias, a quem matastes entre o
  17. 17. Textos Problemáticos 17santuário e o altar. Em verdade vos digo que todas estas coisas hão de virsobre a presente geração (Mateus 23:32, 35, 36; ênfase acrescentada). Esse caráter de juízo final torna-se explícito também na parábolados lavradores maus (Mateus 21:33-42), que sumaria a história darebelião israelita contra Deus até que alcance ao seu clímax na violentarejeição do Filho do proprietário, o cumprimento messiânico da pedrarejeitada pelos construtores do Salmo 118:22, 23. Mateus não separa oslíderes judeus da nação judaica, como se a punição divina fosse finalpara os líderes, mas apenas temporária para a nação judaica. Mateus adiciona a interpretação ambígua: Portanto, vos digo que o reino de Deus vos será tirado e será entreguea uma nação [ethnos] que lhe produza os respectivos frutos (Mateus 21:43,RSV; ênfase acrescentada). Essa inspirada interpretação da parábola de Jesus dos lavradoresinfiéis, claramente implica a rejeição de Israel como uma teocracianacional. A perda desse status privilegiado como o povo exclusivo deDeus, também é afirmada explicitamente nos ditos escatológicos deJesus em Mateus 8:11, 12. A punição real da nação culpada não foi adestruição do templo e da cidade ou a dispersão do povo judeu entre asnações, mas o afastamento da presença do Messias, o ato de Deus retirarda nação o Seu reino ou as bênçãos do concerto. Para um povoescolhido, nenhuma posição neutra é possível. A nação judaica sópoderia ser por Ele ou contra Ele (Mateus 12:30). Em Cristo, Jerusalémestava se deparando ou com o seu Salvador ou com o seu Juiz. Todo o que cair sobre esta pedra ficará em pedaços; e aquele sobrequem ela cair ficará reduzido a pó (Mateus 21:44). Eis que a vossa casa vos ficará deserta. Declaro-vos, pois, que, desdeagora, já não me vereis, até que venhais a dizer: Bendito o que vem emnome do Senhor! (Mateus 23:38, 39). "Vossa casa" parece referir-se diretamente ao templo, do qual Jesushavia dito pouco tempo antes, "Está escrito: A minha casa será chamadacasa de oração; vós, porém, a transformais em covil de salteadores"(Mateus 21:13). Em seu sentido mais amplo, toda a cidade e a nação
  18. 18. Textos Problemáticos 18estavam inextricavelmente ligadas ao templo. Toda a nação ficaria"desolada", porque Cristo deixaria aquela geração e a entregaria ao juízo(cf Jeremias 7:14, 15). Esta relação causal da rejeição de Cristo porJerusalém e a sua destruição parece estar implícita nas palavras de Jesus:"Declaro-vos, pois, que, desde agora, já não me vereis..." Um eruditointerpreta estas palavras como significando: "Nossa casa seráabandonada porque o Messias retirou-Se".24 Mas o dispensacionalismo insiste em interpretar as seguintespalavras de Jesus, "até que venhais a dizer: Bendito o que vem em nomedo Senhor!", como uma promessa de que um remanescente escatológicode Israel reconhecerá a Cristo quando Ele retornar em glória. Serãosalvos porque confessarão, "Bendito o que vem em nome do Senhor!"Então devemos supor que Cristo prediz Sua aceitação forçada pelosjudeus no Seu glorioso segundo advento? Essa nova maneira de salvação– "pela visão" ao invés de "pela fé" – vai contra a própria essência doevangelho (ver Romanos 10:17). Cristo nunca coage a vontade ou ocoração humano a aceitá-Lo. Ele já poderia tê-lo feito em Seu primeiroadvento. A projeção de tal controle forçado sobre o coração dos judeusno segundo advento é uma especulação injustificada. A implicação seriauma mancha sobre o caráter de Deus: Deus não força a vontade de Suas criaturas. Ele não pode aceitarhomenagem que não Lhe seja prestada de maneira voluntária e inteligente.Uma submissão forçada impediria todo verdadeiro desenvolvimento doespírito ou do caráter, tornaria o ser humano em simples máquina.25 Os judeus não são salvos de outra maneira, senão pela crença namensagem evangélica do Salvador crucificado e ressurreto (ver capítulo 8). A pergunta é levantada, Paulo de Tarso não foi convertido pelagloriosa visão de Cristo na estrada de Damasco? A experiência deDamasco foi o chamado de Saulo por Cristo para se tornar o Seu"instrumento escolhido". Ele deveria testemunhar do Cristo ressurreto atodos os povos com a mesma autoridade apostólica quanto os outros
  19. 19. Textos Problemáticos 19apóstolos para quem o Salvador ressuscitado havia aparecido (Gálatas1:12, 15, 16). Cristo comissionou a Saulo: ...livrando-te do povo e dos gentios, para os quais eu te envio, paralhes abrires os olhos e os converteres das trevas para a luz e da potestadede Satanás para Deus, a fim de que recebam eles remissão de pecados eherança entre os que são santificados pela fé em mim (Atos 26:17, 18) Paulo cumpriu esse elevado chamado "demonstrando [pelaEscritura] que Jesus é o Cristo" (Atos 9:22; 17:3; 18:5, 28). A auto-revelação de Cristo a Saulo próximo de Damasco não foi da mesmaespécie daquela que ocorrerá no Seu glorioso segundo advento.Primeiramente, apenas Saulo viu, "uma luz do céu brilhou ao seu redor"e apenas ele ouviu uma voz distinta dirigir-se a ele, enquanto "Os seuscompanheiros de viagem pararam emudecidos, ouvindo a voz, nãovendo, contudo, ninguém" (Atos 9:7; cf. 22:9). Além do mais, nemmesmo Saulo sabia com quem estava se deparando, e por isso perguntou,"Quem és tu, Senhor?" (Atos 9:5; 22:8; 26:15). Em contraste, quandoCristo retornar à terra em Sua gloria divina, "todo olho o verá, atéquantos o traspassaram. E todas as tribos da terra se lamentarão sobreele" (Apocalipse 1:7; cf. Mateus 24:30). Ao invés de uma novaoportunidade de salvação para aqueles que O rejeitaram como oCordeiro de Deus, os ouviremos clamar, "Caí sobre nós e escondei-nosda face daquele que se assenta no trono e da ira do Cordeiro, porquechegou o grande Dia da ira deles; e quem é que pode suster-se?"(Apocalipse 6:16, 17; cf. Hebreus 10:29-31). O segundo advento será muito tarde para o verdadeiroarrependimento. Por isso, Paulo adverte: "eis, agora, o tempo sobremodooportuno, eis, agora, o dia da salvação" (2 Coríntios 6:2). As palavras deCristo aos líderes do Sinédrio israelita são similares àquelas registradasem Mateus 23:39: ...entretanto, eu vos declaro que, desde agora, vereis o Filho doHomem assentado á direita do Todo-Poderoso e vindo sobre as nuvens docéu (Mateus 26:64).
  20. 20. Textos Problemáticos 20 Estas não são palavras que prometem uma nova oportunidade paraarrependimento e salvação na segunda vinda de Cristo, mas pelocontrário, sugerem que os judeus que o rejeitaram terão que reconhecerpor ocasião de Seu glorioso aparecimento como Messias Juiz, que esteJesus a quem agora desprezam é o verdadeiro Rei messiânico de Israel. Apenas então eles O verão novamente, o Bendito "que vem emnome do Senhor". Nessa ocasião se encontrarão com Ele como o seu Juiz(ver também Mateus 7:21-23). Esse clímax adapta-se exatamente à sériede "ais" em Mateus 23. Nenhuma perspectiva de conversão repentinapode ser projetada na solene previsão de Cristo em Mateus 23:39, apartir do contexto imediato ou mais amplo dos Evangelhos. Em adição, o texto nada sugere quanto a um futuro político paraIsrael.26 As palavras de Jesus foram pronunciadas no contexto de juízodivino sobre a nação. Parecem sugerir a condição irrevogável para a pazde Israel: Primeiro Cristo deve ser aceito como o Servo SofredorMessias, a pedra rejeitada do Salmo 118:22, antes que sejacumprimentado com as expressões de alegria, "Bendito o que vem emnome do Senhor" (Salmo 118:26; cf. Lucas 19:41-44). Ele não pode seraceito meramente como o Messias que aparece gloriosamente. Cristo nãoestá interessado em ser aceito na base de Seus milagres divinos. Quandoos judeus "estavam para vir com o intuito de arrebatá-lo para oproclamarem rei" (João 6:15) por ser Ele o notável Profeta messiânico deDeuteronômio 18:15 (João 6:14), Cristo não aceitou tal espécie decoroação. Ele atrai todos os homens para a salvação apenas através deSua cruz: E eu, quando for levantado da terra, atrairei todos a mim mesmo. Istodizia, significando de que gênero de morte estava para morrer (João 12:32,33). Se os judeus persistirem em sua descrença e rejeição de Cristocomo o Messias sofredor e ressurreto, O encontrarão irrevogavelmentecomo seu Juiz (Mateus 8:11-12). Apenas aqueles judeus que chegaram àfé em Cristo através da proclamação do evangelho apostólico irão
  21. 21. Textos Problemáticos 21finalmente regozijar-se quando verem a Cristo em Seu glorioso segundoadvento. Este tema é ainda tratado por Paulo em Romanos 11:25-27 (vercapítulo 8).Lucas 21:24 Jerusalém Já Não está Mais Sendo Pisada Pelos Gentios desde 1967 a.D? Cairão a fio de espada e serão levados cativos para todas as nações;e, até que os tempos dos gentios se completem, Jerusalém será pisada poreles (Lucas 21:24). O escritor dispensacionalista J. D. Pentecost oferece essainteressante exposição: O "tempo dos gentios" foi definido pelo Senhor como aquele período detempo no qual Jerusalém estava sob o domínio da autoridade gentílica(Lucas 21:24). Este período começou com o cativeiro babilônico quandoJerusalém caiu nas mãos dos gentios, continuou até o tempo presente eseguirá através do período da tribulação, em cuja era os poderes gentílicosserão julgados. O domínio dos gentios termina no segundo advento doMessias á terra.27 A New Scofield Reference Bible da mesma maneira explica o fimdo "tempo dos gentios" como sendo "a destruição do poder gentílicomundial por uma pedra cortada sem auxílio de mãos (Daniel 2:34-35,44), isto é, a vinda do Senhor em glória (Ap 19:11, 21)".28 Outros, nãoobstante, aplicam o final do "tempo dos gentios" ao momento quando oexército judeu recapturou a velha cidade de Jerusalém dos árabes naguerra dos seis dias de 1967. J. Ockenga vê até mesmo a data de seis dejunho de 1967 como "uma notável manifestação do cumprimento daPalavra de Deus" em Levítico 26:18, 24, 28, onde Moisés anuncia queDeus puniria um Israel apóstata por seus pecados "ainda sete vezes". 29Ele converte a expressão idiomática "sete vezes" em sete anossimbólicos e então aplica o simbolismo cada-dia-por-um-ano de maneiraque se torne mais de 2556 anos literais. Começando com o cerco deJerusalém por Nabucodonosor em 7 de março de 588 a.C., os anos
  22. 22. Textos Problemáticos 22terminam exatamente em 6 de junho de 1967. Realmente notável! Eleconclui especulativamente: A terminação do tempo dos gentios é aquele período quando a geraçãode então não passará até que todas as profecias concernentes á segundavinda de nosso Senhor tenham sido cumpridas (Lucas 21:23).30 Em outras palavras, Ockenga prediz que a geração de 1967 nãopassará antes que Cristo retorne em glória. Outros estudantes da Palavra profética aplicam a frase de Jesus"tempos dos gentios" apenas à destruição de Jerusalém pelo exércitoromano em 70 A.D.31, ou lhes estendem até a segunda vinda de Cristo, J.B. Payne, por exemplo, conclui: "Esses tempos, então, apareceriamainda como continuando hoje, porque, muito embora o exército israelitacapturasse a Velha Cidade de Jerusalém em 1967, a política presente étão pouco receptiva a Cristo e tão gentílica no sentido do NovoTestamento (ver Rom 2:28; Filip. 3:2) quanto foi o governo árabeprecedente".32 Por outro lado, alguns têm interpretado esses "tempos dos gentios"– não há artigo definido na frase grega – como um período deoportunidade para os gentios entrarem no reino de Deus. Eles aindaligaram a frase de Jesus com as palavras de Paulo de que a plenitude dosgentios chegará "E, assim, todo o Israel será salvo" (Rom. 11:25, 26).33Chegaram à conclusão de que quando tais "tempos dos gentios" foremcompletados, todo o Israel étnico (Jerusalém) "será salvo". A expectativade tal interpretação de Lucas 21:24 – por meio de Romanos 11 – não émais um ressurgimento político de Israel, mas apenas o seu retornoespiritual para Deus através da fé no evangelho. Contudo, o contexto deLucas 21:20-24 é baseado nas predições de Daniel do calcar aos pés osantuário israelita (Daniel 8:13) e da destruição de Jerusalém (Daniel9:26, 27). Por essa razão os tempos dos gentios são caracterizados comoperíodos de perseguição e inquietude para o Israel étnico. A pergunta permanece, qual a implicação da expressão "até que ostempos dos gentios se completem" (Lucas 21:24)? Indicaria uma futura
  23. 23. Textos Problemáticos 23restauração de Jerusalém e do templo para a nação judaica no segundoadvento de Cristo, como era antes de 70 A.D.? C. F. Baker argumentaque "se a cidade for pisada ATÉ um certo período, deve necessariamentechegar um tempo seguindo aquele quando a cidade será calcada...Se essaEscritura ensina qualquer coisa, é que a Jerusalém terrestre deve serrestaurada".34 Tal raciocínio parece lógico a princípio, mas não énecessariamente escriturístico, porque não relaciona Escritura comEscritura, como requer a exegese responsável. A conjunção "até" nemsempre implica uma promessa de restauração a uma situação precedente.O significado preciso de "até" depende do contexto no qual é usado. Adeclaração de W Hendriksen é mais orientada biblicamente: Aqui em Lucas 21:24, o significado é simplesmente este, que paraJerusalém a condição de ser calcada a pés não cessará em cem anos, oucinqüenta anos, ou mesmo dez anos antes do retorno de Cristo, mas duraráinterminavelmente até a Sua segunda vinda. De alguma forma similar é osignificado dessa pequena palavra em Romanos 11:25; 1 Coríntios 11:26;15:25 e Apocalipse 2:25. Está claro, por isso, que nem a palavra até nem qualquer outra coisanessa passagem é ou implica uma predição da restauração nacional emreserva para os judeus ou pouco antes ou em ligação com o retorno deCristo.35 É definitivamente verdade que a conjunção "até" (achri) não contémem si mesma a sugestão de mudança para uma situação prévia. Isso podeser demonstrado a partir de seu uso em outros lugares da Escritura:36 Sê fiel até á morte, e dar-te-ei a coroa da vida (Apocalipse 2:10). Tão-somente conservai o que tendes, até que eu venha (Apoc. 2:25). Ao vencedor, que guardar até ao fim as minhas obras... (Apoc. 2:25). Porque convém que ele reine até que haja posto todos os inimigosdebaixo dos pés (1 Coríntios 15:25). Em todas estas passagens o vocábulo "até" (achri) não é usado parasugerir uma mudança futura na atitude dos crentes ou no governo deCristo. A mensagem é claramente que depois da morte ou do segundoadvento, nenhuma mudança na fidelidade dos crentes deve ocorrer – quenenhuma reversão a uma situação prévia tomará lugar.
  24. 24. Textos Problemáticos 24 Apenas o contexto indica se a conjunção "até" tenciona transmitir aidéia de mudança. Em relação a Lucas 21:24, o discurso apocalípticocomo um todo (Lucas 21), em parte alguma sugere qualquer restauraçãoda velha Jerusalém a uma glória ou teocracia prévias. Por isso, é "maisprovável que nenhuma seqüência aos tempos dos gentios foi antevista anão ser a consumação final".37 O livro de Daniel prediz que guerra edesolação – significando a ausência da glória messiânica – foramdecretadas para continuar em Jerusalém "até ao fim" (Daniel 9:26, 27). Aúnica restauração prometida à Jerusalém no Novo Testamento é a novaJerusalém construída pelo Próprio Deus como a metrópole da nova terrapara o Seu povo fiel (Apocalipse 21-22; ver o capítulo 9). Referências Bibliográficas: 1. NSRB, P. 1186 (em Atos 15:16). Scofield conclui que o textohebraico em Amós 9:11 deve ser falso o qual fora originado de após aescrita de Atos 15 (p. 938, em Amós 9:12). As palavras "Neste dia" (Amós9:11) do texto hebraico obviamente não oferece suporte para a exegesedispensacionalista (ver Wyngaarden, na nota 6). 2. NSRB, p. 1186. 3. Walvoord, Israel in Prophecy, p. 92. Ver também, G. D. Young, emProphecy in the Making, ed. C. F. Henry (Carol Stream, Ill.: CreationHouse, I971), p. 166. 4. Payne, Encyclopedia of Biblical Prophecy, p. 417 (nos. 23, 24). 5. Ladd, A Theology of the New Testament, p. 355. Ver a refutação daexegese dispensacional de Atos 15:15-18 por A. C. Schultz no The NewTestament and Wycliffe Bible Commentary, 4a. edição (New York:Yversen-Norman Assn., 1973), p. 483. Também por P E. Hughes,Interpreting Prophecy: Na Essay in Biblical Perspectives. (Grand Rapids,Mich.: Wm. B. Eerdmans Pub. Co., 1976), p. 107; e M. J. Wyngaarden,The Future of the Kingdom (Grand Rapids, Mich.: Baker Book House,1955), pp. 110-112, 168-169.
  25. 25. Textos Problemáticos 25 6. Wyngaarden, The Future of the Kingdom, p. 168. Ele defende comêxito a autenticidade do texto hebraico em Amós 9:12 nas pp. 112-113,nota. 7. Walvoord, Israel in Prophecy, p. 66. 8. Ver SDABC, vol. 7 (1957), p. 842-844. Extensivamente por Were,The Certainty of the Third Angels Message, chapter 25. 9. A. W. Kac, The Rebirth of the State of Israel: Is It of God or ofMen?, ref. Ed. (Grand Rapids, Mich.: Baker Book House, 1976), pp. 39,372. 10. Ibid., p. 38. 11. Ibid., p. 39. 12. Ibid., p. 41. 13. Ibid., p. 372. 14. Walvoord, Israel in Prophecy, pp. 66. 15. Walvoord, Prophecy in the Making, p. 338. 16. Payne, Encyclopedia of Biblical Prophecy, pp. 114, 115 (ênfaseadicionada). 17. Ibid., p. 115. 18. Walvoord, Prophecy in the Making, p. 72. 19. Ibid. 20. Pentecost, Things to Come, pp. 142, 248, 266 (citando L. S.Chafer). 21. Walvoord, Israel in Prophecy, p. 106; cf. seu The MillennialKingdom, p. 268. 22. Pentecost, Things to Come, pp. 298, 299. 23. Ibid., p. 298. 24. Trilling, Das Wahre Israel, p. 86 (minha tradução). Ver tambémLucas 19:41-44. 25. Ellen G. White, Steps to Christ (Mountain View, Calif.: PacificPress Pub. Assn., 1908, 1921, 1956), p. 44. 26. R. T. France, "OT Prophecy and the Future of Israel," Tyt1daleBulletin 26 (1975) : 53-7 8. Citação na p. 76, n° 41. 27. Pentecost, Things to Come, p. 315 (ênfase adicionada).
  26. 26. Textos Problemáticos 26 28. NSRB, p. 1368 (em Apocalipse 16:19). 29. J. Ockenga, "Fulfilled and Unfulfilled Prophecy," em Prophecy inthe Making (Carol Stream, Ill.: Creation House, 1971), p. 309. 30. Ibid., pp. 309, 3 lo. 31. L. A. DeCaro, Israel Today: Fulfilled of Prophecy? (Grand Rapids,Mich.: Baker Bock House, 1974). 32. Payne, Encyclopedia of Biblical Prophecy, p. 100. Ver também nota12, capitulo 2. 33. Ver I. H. Marshall, Luke, Historian and Theologian (Exeter,England: Paternoster Press, 1970), pp. 186-187. 34. Baker, A Dispensational Theology, p. 606. 35. Hendriksen, Israel in Prophecy, p. 28. 36. Ver W. Bauer, Greek-English Lexicon of the New Testament, trans.And ed. W. F. Arndt and F. W. Gingrich (Chicago: University of ChicagoPress, 1957). 37. Cf. France, "OT Prophecy and the Future of Israel", p. 76.

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