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Lição 12 – 1º TrimestreLição 12 – 1º Trimestre
A CONSAGRAÇÃOA CONSAGRAÇÃO
DOS SACERDOTESDOS SACERDOTES
José Roberto AlvesJosé Roberto Alves
Igreja Assembleia de Deus emIgreja Assembleia de Deus em
Jardim Maravilha – Petrolina - PEJardim Maravilha – Petrolina - PE
Lição: 12Lição: 12
(1º trimestre)(1º trimestre)
A CONSAGRAÇÃO DOSA CONSAGRAÇÃO DOS
SACERDOTES.SACERDOTES.
Assembleia de Deus – Jardim Maravilha, Petrolina – PE.Assembleia de Deus – Jardim Maravilha, Petrolina – PE.
Texto elaborado e pesquisado por:Texto elaborado e pesquisado por:
José Roberto AlvesJosé Roberto Alves
Texto Áureo: Hb 9.22Texto Áureo: Hb 9.22
““E quase todas as coisas, seE quase todas as coisas, se--
gundo a lei, se purificam comgundo a lei, se purificam com
sangue; e sem derramamentosangue; e sem derramamento
de sangue não há remissão.”de sangue não há remissão.”
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cularidade da cerimonia.cularidade da cerimonia.
Não podia ser diferente com relação a outras nações, DeusNão podia ser diferente com relação a outras nações, Deus
precisava estabelecer o serviço de adoração, onde a nação poderiaprecisava estabelecer o serviço de adoração, onde a nação poderia
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demais deuses, mas como o Único e Verdadeiro Deus, que estariademais deuses, mas como o Único e Verdadeiro Deus, que estaria
reivindicando toda a adoração a Si. Mediante as páginas sagradas ereivindicando toda a adoração a Si. Mediante as páginas sagradas e
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Abraão descendia de família religiosa e politeísta, que segundoAbraão descendia de família religiosa e politeísta, que segundo
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era diferente. O recinto sagrado, a circunscrição do templo, não eraera diferente. O recinto sagrado, a circunscrição do templo, não era
dedicada exclusivamente ao culto dos deuses. Além dos atos dodedicada exclusivamente ao culto dos deuses. Além dos atos do
culto, os sacerdotes desempenhavam muitas outras funções...”culto, os sacerdotes desempenhavam muitas outras funções...”
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reconhecera a presença do sacerdote como alguém quereconhecera a presença do sacerdote como alguém que
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20). O próprio Israel mesmo presenciara o sistema religioso do20). O próprio Israel mesmo presenciara o sistema religioso do
Egito, bem como a maneira que se procedia os sacerdotesEgito, bem como a maneira que se procedia os sacerdotes
mediantes as suas divindades (pagãs), e o próprio Moisés tinha omediantes as suas divindades (pagãs), e o próprio Moisés tinha o
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não identificado a qual dividade ele servia.não identificado a qual dividade ele servia.
Veremos agora, passo a passo os elementos ritualísticos daVeremos agora, passo a passo os elementos ritualísticos da
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ser com a finalização do ritual, o sacrifício. Era usado aser com a finalização do ritual, o sacrifício. Era usado a
pia de cobre para tal procedimento, conforme podemospia de cobre para tal procedimento, conforme podemos
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dote apenas lavava, antes de proceder com o serviço dodote apenas lavava, antes de proceder com o serviço do
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de lavagem (Ex 29.1; 44).de lavagem (Ex 29.1; 44).
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Em Hebreus 12.14 afirma: “...sem santificação, ninguém veráEm Hebreus 12.14 afirma: “...sem santificação, ninguém verá
o Senhor”, sendo imprescindível que aquele que procurao Senhor”, sendo imprescindível que aquele que procura
servir ao Senhor, precisa fazê-lo em santidade.servir ao Senhor, precisa fazê-lo em santidade.
A unção do Azeite (Ex 29.7; 30.22-33).A unção do Azeite (Ex 29.7; 30.22-33).
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a) Arão assim com seus filhos precisavam serem ungidos coma) Arão assim com seus filhos precisavam serem ungidos com
azeite (Ex 29.7; 30.30) que segundo o Comentário Beacon, Elesazeite (Ex 29.7; 30.30) que segundo o Comentário Beacon, Eles
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vida....”, e revela-nos que só em Cristo há cumprimento davida....”, e revela-nos que só em Cristo há cumprimento da
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As ofertas pelo o pecado (Ex 29.10-18).As ofertas pelo o pecado (Ex 29.10-18).
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dotes, só seria compensada com a morte, quedotes, só seria compensada com a morte, que
neste caso era o sacrifício do novilho. “Cristo é aneste caso era o sacrifício do novilho. “Cristo é a
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2. O SACRIFÍCIO2. O SACRIFÍCIO
DA POSSEDA POSSE
(Ex 29.19-37).(Ex 29.19-37).
2.1. O carneiro da consagração (Ex 29.19-22).2.1. O carneiro da consagração (Ex 29.19-22).
Este era o segundo carneiro para o sacrifício, era umaEste era o segundo carneiro para o sacrifício, era uma
oferta pacífica, que apontavam para a morte vicária deoferta pacífica, que apontavam para a morte vicária de
Cristo no calvário, o animal inocente era imolado e seuCristo no calvário, o animal inocente era imolado e seu
sangue derramado sobre o altar e era também aspergidosangue derramado sobre o altar e era também aspergido
sobre as vestes sacerdotais e os corpos dos sacerdotessobre as vestes sacerdotais e os corpos dos sacerdotes
(Lv 8.15; Ex 29.11) a saber: a ponta da orelha direita, o(Lv 8.15; Ex 29.11) a saber: a ponta da orelha direita, o
polegar direito e dedo do pé direito de todos eles, e opolegar direito e dedo do pé direito de todos eles, e o
Azeite da mesma forma, era aspergido sobre eles e signiAzeite da mesma forma, era aspergido sobre eles e signi--
ficava a santificação de todos (Ex 29.20,21).ficava a santificação de todos (Ex 29.20,21).
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cerimônia de posse do sumo sacerdote, isso se repetia quando umcerimônia de posse do sumo sacerdote, isso se repetia quando um
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a) Durante aqueles dias eram necessário fazer o sacrifício pelaa) Durante aqueles dias eram necessário fazer o sacrifício pela
manhã e pela tarde, ou seja, dois cordeiros por dia (Ex 29.38,39).manhã e pela tarde, ou seja, dois cordeiros por dia (Ex 29.38,39).
b) No sacrifício, era ordenado sacrificar o cordeiro juntamente comb) No sacrifício, era ordenado sacrificar o cordeiro juntamente com
farinha, misturada com azeite batido (o pão) que apontavam para ofarinha, misturada com azeite batido (o pão) que apontavam para o
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de Deus fosse contínua no meio da congregação dode Deus fosse contínua no meio da congregação do
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tuário assim como fora o seu pai, levando em conta quetuário assim como fora o seu pai, levando em conta que
a unção era nova, onde o mesmo iria de fato adquirir asa unção era nova, onde o mesmo iria de fato adquirir as
suas novas experiencias.suas novas experiencias.
3. CRISTO,3. CRISTO,
O SUMOO SUMO
SACERDOTESACERDOTE
PERFEITO E ETERNO.PERFEITO E ETERNO.
a) Segundo a Ordem de Melquisedeque (Sl 110.4; Hb 5.6).a) Segundo a Ordem de Melquisedeque (Sl 110.4; Hb 5.6).
Como já estudamos, Cristo não pertencia a tribo de Levi eComo já estudamos, Cristo não pertencia a tribo de Levi e
nem tão pouco poderia assumir o sacerdócio Arônico, poisnem tão pouco poderia assumir o sacerdócio Arônico, pois
o sacerdócio daqueles apontavam simbolicamente a Cristo,o sacerdócio daqueles apontavam simbolicamente a Cristo,
mas que na verdade o sacerdócio de Cristo era ainda demas que na verdade o sacerdócio de Cristo era ainda de
uma ordem superior, que as escriturasuma ordem superior, que as escriturasdefinem como odefinem como o
“Sumo sacerdote segundo a Ordem de Melquisedeque (Hb“Sumo sacerdote segundo a Ordem de Melquisedeque (Hb
5.6,10; 7.1-28) tendo como referencia profética: Salmos 110.4.5.6,10; 7.1-28) tendo como referencia profética: Salmos 110.4.
Jesus Cristo segundo as escrituras é aquEle que tem “umJesus Cristo segundo as escrituras é aquEle que tem “um
sacerdócio perpétuo” (Hb 7.24).sacerdócio perpétuo” (Hb 7.24).
b) O sacrifício perfeito e eterno de Cristo (Hb 8.1,6;
7.24).
Nos serviços do tabernáculo, naqueles dias, os sacerdotes de-
viam oferecer sacrifícios diários que mostravam o quanto
eram imperfeitos e que por isso constantemente precisavam
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Deus 9Ex 29.42; Hb 9.14,25,26). mas Cristo era justo, santo e
perfeito e o seu sacrifício fora aceito por Deus de uma vez por
todas, satisfazendo todos os requisitos da lei (Hb 7.26-28).
Não precisamos mais realizar tais sacrifícios, pois foram sa-
tisfatoriamente realizados por Cristo, o que apenas devemos
fazer, é tão somente manter-se na vontade Deus, procurando
a lavagem de sua palavra e oferecendo as nossas vidas como
“sacrifício vivo, santo e agradável a Deus, que é o vosso culto
racional” (Rm 12.1), isto é, a responsabilidade da condução do
serviço cristão e adoração a Deus.
CONCLUSÃO:CONCLUSÃO:
O cerimonial levítico das consagrações e posses dos serviços saO cerimonial levítico das consagrações e posses dos serviços sa--
cerdotais era apenas sombras das coisas que viriam acontecercerdotais era apenas sombras das coisas que viriam acontecer
futuramente, as quais foram realizadas em Cristo (Hb 8.5),futuramente, as quais foram realizadas em Cristo (Hb 8.5),
apontavam para a excelência do eterno e superior sacerdócio deapontavam para a excelência do eterno e superior sacerdócio de
Cristo. Diferentemente daqueles que precisavam imolar um corCristo. Diferentemente daqueles que precisavam imolar um cor--
deiro em substituição de si mesmos, Cristo como cordeiro purodeiro em substituição de si mesmos, Cristo como cordeiro puro
e imaculado entregou-se a si mesmo pelo o pecado dos outros,e imaculado entregou-se a si mesmo pelo o pecado dos outros,
sendo o próprio executor e executado para de uma vez por todassendo o próprio executor e executado para de uma vez por todas
garantir a redenção da humanidade (Hb 9.28). Amém, Aleluia egarantir a redenção da humanidade (Hb 9.28). Amém, Aleluia e
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Aula 12 A CONSAGRAÇÃO DOS SACERDOTES EM SLIDES - JOSE ROBERTO

  • 1. Lição 12 – 1º TrimestreLição 12 – 1º Trimestre A CONSAGRAÇÃOA CONSAGRAÇÃO DOS SACERDOTESDOS SACERDOTES José Roberto AlvesJosé Roberto Alves Igreja Assembleia de Deus emIgreja Assembleia de Deus em Jardim Maravilha – Petrolina - PEJardim Maravilha – Petrolina - PE
  • 2. Lição: 12Lição: 12 (1º trimestre)(1º trimestre) A CONSAGRAÇÃO DOSA CONSAGRAÇÃO DOS SACERDOTES.SACERDOTES. Assembleia de Deus – Jardim Maravilha, Petrolina – PE.Assembleia de Deus – Jardim Maravilha, Petrolina – PE. Texto elaborado e pesquisado por:Texto elaborado e pesquisado por: José Roberto AlvesJosé Roberto Alves
  • 3. Texto Áureo: Hb 9.22Texto Áureo: Hb 9.22 ““E quase todas as coisas, seE quase todas as coisas, se-- gundo a lei, se purificam comgundo a lei, se purificam com sangue; e sem derramamentosangue; e sem derramamento de sangue não há remissão.”de sangue não há remissão.”
  • 4. INTRODUÇÃOINTRODUÇÃO Estamos chegando ao final deste trimestre, tendo em vista que estudamosEstamos chegando ao final deste trimestre, tendo em vista que estudamos durantes estas 12 lições, assuntos importantíssimos sobre a formação dadurantes estas 12 lições, assuntos importantíssimos sobre a formação da nação israelita, desde quando ela fora resgatada do Egito, o seu cativeiro enação israelita, desde quando ela fora resgatada do Egito, o seu cativeiro e libertação, a sua condução por Moisés desde da sua saída até a travessialibertação, a sua condução por Moisés desde da sua saída até a travessia do Mar Vermelho, como seu desenvolvimento religioso e o estabelecimentodo Mar Vermelho, como seu desenvolvimento religioso e o estabelecimento da nação como reino sacerdotal, é alí no deserto que Deus se manifesta aoda nação como reino sacerdotal, é alí no deserto que Deus se manifesta ao seu povo, entrega-lhes as leis: religiosa, civil e penal, conforme vimos noseu povo, entrega-lhes as leis: religiosa, civil e penal, conforme vimos no decorrer das lições anteriores que estudamos. Estabelece a construção dodecorrer das lições anteriores que estudamos. Estabelece a construção do Tabernáculo, separa Arão e seus filhos ao serviço do santuário e por fimTabernáculo, separa Arão e seus filhos ao serviço do santuário e por fim neste capitulo, iremos abordar os pormenores ritualísticos da cerimônia deneste capitulo, iremos abordar os pormenores ritualísticos da cerimônia de posse do Sacerdócio de Arão e de seus filhos, levando em conta cada partiposse do Sacerdócio de Arão e de seus filhos, levando em conta cada parti-- cularidade da cerimonia.cularidade da cerimonia.
  • 5. Não podia ser diferente com relação a outras nações, DeusNão podia ser diferente com relação a outras nações, Deus precisava estabelecer o serviço de adoração, onde a nação poderiaprecisava estabelecer o serviço de adoração, onde a nação poderia de fato reconhecer o seu Deus, não tendo como um Deus entre osde fato reconhecer o seu Deus, não tendo como um Deus entre os demais deuses, mas como o Único e Verdadeiro Deus, que estariademais deuses, mas como o Único e Verdadeiro Deus, que estaria reivindicando toda a adoração a Si. Mediante as páginas sagradas ereivindicando toda a adoração a Si. Mediante as páginas sagradas e a história secular, sempre existiu a figura do sacerdote em meio asa história secular, sempre existiu a figura do sacerdote em meio as nações gentílicas daquela época, levando em conta que o próprionações gentílicas daquela época, levando em conta que o próprio Abraão descendia de família religiosa e politeísta, que segundoAbraão descendia de família religiosa e politeísta, que segundo Werner Keller em seu livro “E a Bíblia tinha razão”, afirma que “...UrWerner Keller em seu livro “E a Bíblia tinha razão”, afirma que “...Ur era diferente. O recinto sagrado, a circunscrição do templo, não eraera diferente. O recinto sagrado, a circunscrição do templo, não era dedicada exclusivamente ao culto dos deuses. Além dos atos dodedicada exclusivamente ao culto dos deuses. Além dos atos do culto, os sacerdotes desempenhavam muitas outras funções...”culto, os sacerdotes desempenhavam muitas outras funções...”
  • 6. Também não era diferente para Abraão, pois o mesmoTambém não era diferente para Abraão, pois o mesmo reconhecera a presença do sacerdote como alguém quereconhecera a presença do sacerdote como alguém que representasse o próprio Deus, podemos ver isso no episódio derepresentasse o próprio Deus, podemos ver isso no episódio de Melquisedeque , tido por sacerdote do Deus Altíssimo (Gn 14.18-Melquisedeque , tido por sacerdote do Deus Altíssimo (Gn 14.18- 20). O próprio Israel mesmo presenciara o sistema religioso do20). O próprio Israel mesmo presenciara o sistema religioso do Egito, bem como a maneira que se procedia os sacerdotesEgito, bem como a maneira que se procedia os sacerdotes mediantes as suas divindades (pagãs), e o próprio Moisés tinha omediantes as suas divindades (pagãs), e o próprio Moisés tinha o sogro que era considerado sacerdote em Midiã (Ex 3.16), emborasogro que era considerado sacerdote em Midiã (Ex 3.16), embora não identificado a qual dividade ele servia.não identificado a qual dividade ele servia. Veremos agora, passo a passo os elementos ritualísticos daVeremos agora, passo a passo os elementos ritualísticos da consagração de Arão e seus filhos ao serviço sacerdotal.consagração de Arão e seus filhos ao serviço sacerdotal.
  • 7. 1. A CONSAGRAÇÃO1. A CONSAGRAÇÃO DE ARÃO E SEUSDE ARÃO E SEUS FILHOS.FILHOS.
  • 8.
  • 9. 1.1 – A lavagem com água. (Ex 29.4)1.1 – A lavagem com água. (Ex 29.4) a)a) Era o simbolo do batismo, conforme podemos enconEra o simbolo do batismo, conforme podemos encon-- trar nos dias Cristo, como forma de purificação, nãotrar nos dias Cristo, como forma de purificação, não sendo ainda a limpeza por total pois a mesma só poderiasendo ainda a limpeza por total pois a mesma só poderia ser com a finalização do ritual, o sacrifício. Era usado aser com a finalização do ritual, o sacrifício. Era usado a pia de cobre para tal procedimento, conforme podemospia de cobre para tal procedimento, conforme podemos ver em Êxodo 30.17-21, depois da consagração, o sacerver em Êxodo 30.17-21, depois da consagração, o sacer-- dote apenas lavava, antes de proceder com o serviço dodote apenas lavava, antes de proceder com o serviço do santuário. A santificação só ocorreria através desse atosantuário. A santificação só ocorreria através desse ato de lavagem (Ex 29.1; 44).de lavagem (Ex 29.1; 44).
  • 10. b)b) O chamado para aquele oficio com podemos ver, nãoO chamado para aquele oficio com podemos ver, não seria voluntario por parte do homem, mas somente oseria voluntario por parte do homem, mas somente o próprio Deus poderia fazê-lo,(Ex 28.1,2). “...Elas não erampróprio Deus poderia fazê-lo,(Ex 28.1,2). “...Elas não eram pessoas que estavam ali simplesmente por que queriam oupessoas que estavam ali simplesmente por que queriam ou porque se achavam competentes para tal. Estavam aliporque se achavam competentes para tal. Estavam ali porque Deus chamara, como afirma o escritor aosporque Deus chamara, como afirma o escritor aos Hebreus... (Hb 5.4,5).Hebreus... (Hb 5.4,5). c) Essa lavagem pode significar a purificação pelo o Sanguec) Essa lavagem pode significar a purificação pelo o Sangue de Jesus e a lavagem da sua palavra, (I Jo 1.7; Jo 15.3; 17.17).de Jesus e a lavagem da sua palavra, (I Jo 1.7; Jo 15.3; 17.17). Em Hebreus 12.14 afirma: “...sem santificação, ninguém veráEm Hebreus 12.14 afirma: “...sem santificação, ninguém verá o Senhor”, sendo imprescindível que aquele que procurao Senhor”, sendo imprescindível que aquele que procura servir ao Senhor, precisa fazê-lo em santidade.servir ao Senhor, precisa fazê-lo em santidade.
  • 11. A unção do Azeite (Ex 29.7; 30.22-33).A unção do Azeite (Ex 29.7; 30.22-33).
  • 12. 1.2 -A unção do Azeite (Ex 29.7; 30.22-33).1.2 -A unção do Azeite (Ex 29.7; 30.22-33). a) Arão assim com seus filhos precisavam serem ungidos coma) Arão assim com seus filhos precisavam serem ungidos com azeite (Ex 29.7; 30.30) que segundo o Comentário Beacon, Elesazeite (Ex 29.7; 30.30) que segundo o Comentário Beacon, Eles “...em três ações seriam vestidos com os camisões e gorros (Ex“...em três ações seriam vestidos com os camisões e gorros (Ex 29.8,9). Este ato de investidura e unção empossavam estes ho29.8,9). Este ato de investidura e unção empossavam estes ho-- mens e seus sucessores no oficio sacerdotal para o resto dasmens e seus sucessores no oficio sacerdotal para o resto das vida....”, e revela-nos que só em Cristo há cumprimento davida....”, e revela-nos que só em Cristo há cumprimento da eternidade deste oficio (Hb 5.6).eternidade deste oficio (Hb 5.6). b) O crente agora é um sacerdote de Cristo (Não segundo ob) O crente agora é um sacerdote de Cristo (Não segundo o levítico, mas o sacerdócio real e universal – I Pe 2.9), e precisalevítico, mas o sacerdócio real e universal – I Pe 2.9), e precisa está ungido com o Espirito Santo, assim como Cristo que a iniestá ungido com o Espirito Santo, assim como Cristo que a ini-- ciar o seu ministério na terram precisou ser cheio do Espiritociar o seu ministério na terram precisou ser cheio do Espirito Santo, como inicio daquilo que iria exercer o Sumo sacerdócio,Santo, como inicio daquilo que iria exercer o Sumo sacerdócio, entrou nas águas do Jordão, em um ritual de lavagem “o batentrou nas águas do Jordão, em um ritual de lavagem “o bat-- ismo” (Mt 3.16; Is 11.2; Lc 3.22).ismo” (Mt 3.16; Is 11.2; Lc 3.22).
  • 13. c) O Azeite tinha que ser especial (Ex 30.22-25) e não poderia ser misturado, nem com composição diferente. Aquela fórmula era exclusiva, não po- dendo ser usada para outro fins, a não ser o ser- viço na obra de Deus (Ex 30.31-33). Deus não aceita mistura, jamais a sua unção poderá se misturar com fórmulas mundanas. Não há con- córdia entre luz e trevas (I Co 6.14-18).
  • 14. As ofertas pelo o pecado (Ex 29.10-18).As ofertas pelo o pecado (Ex 29.10-18).
  • 15. 1.3 – As ofertas pelo o pecado (Ex 29.10-18).1.3 – As ofertas pelo o pecado (Ex 29.10-18). a) Arão e seus filhos tinham que pôr as mãos sobrea) Arão e seus filhos tinham que pôr as mãos sobre a cabeça do animal, como substituição ou transa cabeça do animal, como substituição ou trans-- ferência dos pecados próprios para o animal inoferência dos pecados próprios para o animal ino-- cente (Lv 8.14,15; Ex 29.11,12). A culpa por causa docente (Lv 8.14,15; Ex 29.11,12). A culpa por causa do pecado, que naquele instante se referia aos sacerpecado, que naquele instante se referia aos sacer-- dotes, só seria compensada com a morte, quedotes, só seria compensada com a morte, que neste caso era o sacrifício do novilho. “Cristo é aneste caso era o sacrifício do novilho. “Cristo é a expiação dos nossos pecados” (Jo 3.16; I Co 15.3; I Joexpiação dos nossos pecados” (Jo 3.16; I Co 15.3; I Jo 1.7).1.7).
  • 16. 2. O SACRIFÍCIO2. O SACRIFÍCIO DA POSSEDA POSSE (Ex 29.19-37).(Ex 29.19-37).
  • 17.
  • 18. 2.1. O carneiro da consagração (Ex 29.19-22).2.1. O carneiro da consagração (Ex 29.19-22). Este era o segundo carneiro para o sacrifício, era umaEste era o segundo carneiro para o sacrifício, era uma oferta pacífica, que apontavam para a morte vicária deoferta pacífica, que apontavam para a morte vicária de Cristo no calvário, o animal inocente era imolado e seuCristo no calvário, o animal inocente era imolado e seu sangue derramado sobre o altar e era também aspergidosangue derramado sobre o altar e era também aspergido sobre as vestes sacerdotais e os corpos dos sacerdotessobre as vestes sacerdotais e os corpos dos sacerdotes (Lv 8.15; Ex 29.11) a saber: a ponta da orelha direita, o(Lv 8.15; Ex 29.11) a saber: a ponta da orelha direita, o polegar direito e dedo do pé direito de todos eles, e opolegar direito e dedo do pé direito de todos eles, e o Azeite da mesma forma, era aspergido sobre eles e signiAzeite da mesma forma, era aspergido sobre eles e signi-- ficava a santificação de todos (Ex 29.20,21).ficava a santificação de todos (Ex 29.20,21).
  • 19. a) A aspersão na orelha direita significava a santificação dea) A aspersão na orelha direita significava a santificação de sua “atenção”.sua “atenção”. b) Sobre o polegar direito, era a santificação do seu “trabalho”.b) Sobre o polegar direito, era a santificação do seu “trabalho”. c) E sobre o pé direito, santificava o seu “andar e seu proceder”.c) E sobre o pé direito, santificava o seu “andar e seu proceder”. “O sangue e o azeito juntos falam do sangue de Cristo e do Es“O sangue e o azeito juntos falam do sangue de Cristo e do Es-- pirito Santo, da justificação e da santificação, do perdão e dopirito Santo, da justificação e da santificação, do perdão e do poder purificadores.”poder purificadores.” “Era uma verdade de grande importância.“Era uma verdade de grande importância. Cristo não somente morreu por nossos pecados 'segundo as esCristo não somente morreu por nossos pecados 'segundo as es-- crituras' (I Co 15.3), como foi feito pecado por nós (I Co 5.21).crituras' (I Co 15.3), como foi feito pecado por nós (I Co 5.21). Esta é a doutrina do sacrifício da expiação do pecado.”Esta é a doutrina do sacrifício da expiação do pecado.”
  • 21. 2.2 – Os sacrifícios diários (Ex 29.35-39).2.2 – Os sacrifícios diários (Ex 29.35-39). As ofertas diárias como estão claramente escrita, e como o próprioAs ofertas diárias como estão claramente escrita, e como o próprio nome a diz, eram realizados por setes dias, que eram os dias danome a diz, eram realizados por setes dias, que eram os dias da cerimônia de posse do sumo sacerdote, isso se repetia quando umcerimônia de posse do sumo sacerdote, isso se repetia quando um novo sumo sacerdote era separado para o oficio (Lv 8.33-35).novo sumo sacerdote era separado para o oficio (Lv 8.33-35). a) Durante aqueles dias eram necessário fazer o sacrifício pelaa) Durante aqueles dias eram necessário fazer o sacrifício pela manhã e pela tarde, ou seja, dois cordeiros por dia (Ex 29.38,39).manhã e pela tarde, ou seja, dois cordeiros por dia (Ex 29.38,39). b) No sacrifício, era ordenado sacrificar o cordeiro juntamente comb) No sacrifício, era ordenado sacrificar o cordeiro juntamente com farinha, misturada com azeite batido (o pão) que apontavam para ofarinha, misturada com azeite batido (o pão) que apontavam para o corpo de Cristo, cuja carne era simbolizada no N.T pelo o pão dacorpo de Cristo, cuja carne era simbolizada no N.T pelo o pão da Santa Ceia (Mt 26.26; I Co 11.24).Santa Ceia (Mt 26.26; I Co 11.24).
  • 22. c)c) Este cerimonial era necessário para que a presençaEste cerimonial era necessário para que a presença de Deus fosse contínua no meio da congregação dode Deus fosse contínua no meio da congregação do povo de Israel (Ex 25.8; Lv 26.12), tudo precisava estápovo de Israel (Ex 25.8; Lv 26.12), tudo precisava está santificado por meio do holocaustos, era mandamentosantificado por meio do holocaustos, era mandamento perpétuo “por vossas gerações” (Ex 29.42-46).perpétuo “por vossas gerações” (Ex 29.42-46). d) Quando houvesse a necessidade de consagrar umd) Quando houvesse a necessidade de consagrar um novo sumo sacerdote, as indumentária era passado denovo sumo sacerdote, as indumentária era passado de pai para filho, ou seja, as responsabilidades erampai para filho, ou seja, as responsabilidades eram demonstradas nas vestimentas, onde o sumo sacerdotedemonstradas nas vestimentas, onde o sumo sacerdote manteria a sua postura de conduzir o serviço do sanmanteria a sua postura de conduzir o serviço do san-- tuário assim como fora o seu pai, levando em conta quetuário assim como fora o seu pai, levando em conta que a unção era nova, onde o mesmo iria de fato adquirir asa unção era nova, onde o mesmo iria de fato adquirir as suas novas experiencias.suas novas experiencias.
  • 23. 3. CRISTO,3. CRISTO, O SUMOO SUMO SACERDOTESACERDOTE PERFEITO E ETERNO.PERFEITO E ETERNO.
  • 24.
  • 25. a) Segundo a Ordem de Melquisedeque (Sl 110.4; Hb 5.6).a) Segundo a Ordem de Melquisedeque (Sl 110.4; Hb 5.6). Como já estudamos, Cristo não pertencia a tribo de Levi eComo já estudamos, Cristo não pertencia a tribo de Levi e nem tão pouco poderia assumir o sacerdócio Arônico, poisnem tão pouco poderia assumir o sacerdócio Arônico, pois o sacerdócio daqueles apontavam simbolicamente a Cristo,o sacerdócio daqueles apontavam simbolicamente a Cristo, mas que na verdade o sacerdócio de Cristo era ainda demas que na verdade o sacerdócio de Cristo era ainda de uma ordem superior, que as escriturasuma ordem superior, que as escriturasdefinem como odefinem como o “Sumo sacerdote segundo a Ordem de Melquisedeque (Hb“Sumo sacerdote segundo a Ordem de Melquisedeque (Hb 5.6,10; 7.1-28) tendo como referencia profética: Salmos 110.4.5.6,10; 7.1-28) tendo como referencia profética: Salmos 110.4. Jesus Cristo segundo as escrituras é aquEle que tem “umJesus Cristo segundo as escrituras é aquEle que tem “um sacerdócio perpétuo” (Hb 7.24).sacerdócio perpétuo” (Hb 7.24).
  • 26. b) O sacrifício perfeito e eterno de Cristo (Hb 8.1,6; 7.24). Nos serviços do tabernáculo, naqueles dias, os sacerdotes de- viam oferecer sacrifícios diários que mostravam o quanto eram imperfeitos e que por isso constantemente precisavam da continuidade do sacrifico para aceitação do povo diante de Deus 9Ex 29.42; Hb 9.14,25,26). mas Cristo era justo, santo e perfeito e o seu sacrifício fora aceito por Deus de uma vez por todas, satisfazendo todos os requisitos da lei (Hb 7.26-28). Não precisamos mais realizar tais sacrifícios, pois foram sa- tisfatoriamente realizados por Cristo, o que apenas devemos fazer, é tão somente manter-se na vontade Deus, procurando a lavagem de sua palavra e oferecendo as nossas vidas como “sacrifício vivo, santo e agradável a Deus, que é o vosso culto racional” (Rm 12.1), isto é, a responsabilidade da condução do serviço cristão e adoração a Deus.
  • 27. CONCLUSÃO:CONCLUSÃO: O cerimonial levítico das consagrações e posses dos serviços saO cerimonial levítico das consagrações e posses dos serviços sa-- cerdotais era apenas sombras das coisas que viriam acontecercerdotais era apenas sombras das coisas que viriam acontecer futuramente, as quais foram realizadas em Cristo (Hb 8.5),futuramente, as quais foram realizadas em Cristo (Hb 8.5), apontavam para a excelência do eterno e superior sacerdócio deapontavam para a excelência do eterno e superior sacerdócio de Cristo. Diferentemente daqueles que precisavam imolar um corCristo. Diferentemente daqueles que precisavam imolar um cor-- deiro em substituição de si mesmos, Cristo como cordeiro purodeiro em substituição de si mesmos, Cristo como cordeiro puro e imaculado entregou-se a si mesmo pelo o pecado dos outros,e imaculado entregou-se a si mesmo pelo o pecado dos outros, sendo o próprio executor e executado para de uma vez por todassendo o próprio executor e executado para de uma vez por todas garantir a redenção da humanidade (Hb 9.28). Amém, Aleluia egarantir a redenção da humanidade (Hb 9.28). Amém, Aleluia e Glória a Deus, a Cristo e ao Espirito Santo!Glória a Deus, a Cristo e ao Espirito Santo!
  • 28. DIGITAÇÃO, PESQUISA E ESTUDOS:DIGITAÇÃO, PESQUISA E ESTUDOS: José Roberto Alves da SilvaJosé Roberto Alves da Silva Teólogo com Formação Básica pelo FATEFAMA (Faculdade de EduTeólogo com Formação Básica pelo FATEFAMA (Faculdade de Edu-- cação Teológica Fama) e Teologia Sistemática pelo CENEDI, Aconcação Teológica Fama) e Teologia Sistemática pelo CENEDI, Acon-- selhamento Cristão (Clinica Pastoral) IBADERJ (Instituto Bíblico daselhamento Cristão (Clinica Pastoral) IBADERJ (Instituto Bíblico da Assembleia de Deus no Estado do Rio de Janeiro), Bacharel em TeoAssembleia de Deus no Estado do Rio de Janeiro), Bacharel em Teo-- logia - Superior.logia - Superior.