O documento explora a superioridade do sacerdócio de Cristo em relação ao de Arão, enfatizando que Jesus, sendo divino e eterno, cumpre plenamente o papel de sumo sacerdote segundo a ordem de Melquisedeque. Ele é descrito como perfeito e capaz de oferecer salvação eterna a todos que lhe obedecem, ao contrário dos sacerdotes do Antigo Testamento, que eram limitados e imperfeitos. A obra argumenta que, com o ministério de Jesus, os rituais e instituições do Antigo Testamento foram superados, estabelecendo uma nova relação mediadora entre Deus e a humanidade.