SlideShare uma empresa Scribd logo
1 de 2
Baixar para ler offline
LIÇÃO 02 – A SALVAÇÃO NA PÁSCOA
JUDAICA - 4º TRIMESTRE DE 2017 (Êx
12.21-24,29)
INTRODUÇÃO
Sem dúvida, a Páscoa era uma das festas mais
importantes do judaísmo, e a sua celebração era
carregada de valor simbólico. Quando instituiu a Santa
Ceia, por ocasião da celebração da última Páscoa, Jesus
tinha em mente esses fatos. A libertação da páscoa
reveste-se, portanto, de um caráter introspectivo, por
mostrar a necessidade pessoal de libertação por meio da
substituição. E um caráter prospectivo, porque
profetizava a libertação antes dela acontecer e
prenunciava a obra de Cristo que prometeu a libertação a
todos quantos crerem nele (Jo 8.32,36; Mt 11.28).
I – PÁSCOA, A PRIMEIRA FESTA RELIGIOSA DOS JUDEUS
1.1 Nome da festa. A palavra portuguesa “Páscoa” é
usada para designar a festa dos judeus que, no hebraico,
é chamada “Pesach”, que significa: “saltar por cima”, ou
“passar por sobre”. Esse nome surgiu em face do registro
bíblico de que o anjo da morte, ou anjo destruidor,
passou por sobre as casas marcadas com o sangue do
cordeiro pascal, quando ele matou os primogênitos do
Egito “E aquele sangue vos será por sinal nas casas em
que estiverdes; vendo eu sangue, passarei por cima de
vós, e não haverá entre vós praga de mortandade,
quando eu ferir a terra do Egito” (Êx 12.23).
1.2 A data em que foi celebrada. O nome hebraico do
mês que aconteceu a primeira Páscoa foi em Abibe, que
significa “espigas verdes”. Corresponde a Março-Abril em
nosso calendário. Durante o Exílio babilônico foi
substituído pelo nome Nisã que significa “começo,
abertura” (Ne 2.1). Ainda hoje o ano civil começa no
outono, com a Festa das Trombetas (Lv 23.24; Nm.
29.1), chamado Rosh Hashanah, que significa “Ponta do
Ano” ou “Ano Novo”.
1.3 Uma festa em família. O registro bíblico nos mostra
que a Páscoa era uma cerimônia familiar:“Falai a toda a
congregação de Israel, dizendo: Aos dez deste mês tome
cada um para si um cordeiro, segundo as casas dos pais,
um cordeiro paracada família” (Êx 12.3). Quando a
família fosse pequena demais deveria unir-se a outra. De
acordo com a tradição judaica, a expressão “pequena
demais” significava com menos de dez pessoas. Eles
deviam calcular quanto cada um poderia comer e assim
determinar se deviam se reunir com alguma outra família
(Êx 12.4).
1.4 Elementos da festa. Os participantes da Páscoa
deveriam ter os lombos cingidos, sandálias nos pés e
cajado na mão. Conforme o registro bíblico, a festa da
Páscoa deveria ser preparada com os seguintes
elementos: um cordeiro ou cabrito, pães asmos, ervas
amargas e o sangue do cordeiro que deveria ser aplicado
nas vergas e nos umbrais da porta. Cada um dos
componentes desta celebração tinha um sentido literal e
espiritual, que Deus tinha em mente transmitir não
somente aos filhos de Israel, como a seus descendentes
(Êx 12.24-27).
ELEMENTOS EXIGÊNCIAS PARA A FESTA DA PÁSCOA
SIGNIFICADO ESPIRITUAL.
Cordeiro
Este animal deveria ser: macho, de um ano, e sem
mancha (Êx 12.5). Os hebreus deveriam avaliar o cordeiro
durante quatro dias, e assim verificar se ele estava apto
para ser sacrificado como cordeiro pascal (Êx 12.3,6). Os
hebreus deveriam sacrificar o cordeiro no décimo quarto
dia no período da tarde (Êx 12.6). O sangue do animal
deveria ser colocado nas vergas e no umbral da porta
(Êx 12.7).
Este cordeiro substituiria o primogênito de cada família
dos hebreus morrendo em seu lugar (Êx
12.12,13). A partir daquela comemoração cada
primogênito deveria ser consagrado ao Senhor, tanto dos
homens quanto dos animais (Êx 13.1,2,12-15).
Sangue
O sangue no umbral e nas vergas das portas dos hebreus,
serviria como sinal para livramento, pois o Senhor
“passaria por cima” destas casas poupando da morte o
primogênito (Êx 12.12,13). O Sangue representa a
expiação. O sangue de Cristo nos traz a libertação do
pecado (Jo 3.16; Hb 9.22; 1Jo. 1.7).
Pães asmos
Os pães asmos ou ázimo, do hebraico “matzá” (Êx
12.8), é um tipo de pão assado sem fermento. O pão
asmo é feito somente de farinha de trigo e água.
O pão deveria ser assado sem fermento, pois não
havia tempo para que o pão pudesse crescer
(Êx12.8,11,34-36). A saída do Egito deveria ser rápida. A
farinha amassada sem ter recebido o fermento simboliza
pureza. O fermento servia de símbolo da corrupção moral
(Mt 16.11; Mc 8.15).
Ervas amargas
Os hebreus deveriam comer a páscoa com ervas amargas
(Êx 12.8). A tradição judaica menciona alface, escarola,
chicória, hortelã e dente-de-leão como essas ervas.
As ervas amargas ou alface agreste deveriam ser comidos
para recordar a opressão do Egito e a amargura do
cativeiro que os hebreus sofreram por tanto tempo (Êx
1.14; 12.8).
II – A PÁSCOA E O SEU SIGNIFICADO PARA A IGREJA
Embora a celebração da festa da Páscoa seja uma
ordenança divina para aos judeus (Êx 12; Nm 9.2,4; Dt
16), ela tem um profundo significado para o cristão por
representar a obra de Cristo para a nossa redenção, pois
as festas de Israel eram “sombras das coisas futuras” (Cl
2.17). Observemos algumas similaridades entre a Páscoa
e Cristo:
2.1 O significado profético da Páscoa. Assim como um
cordeiro foi sacrificado no dia da páscoa para a libertação
dos judeus no Egito, Cristo foi sacrificado para a
libertação dos nossos pecados: “…Ele salvará o seu povo
dos pecados deles” (Mt 1.21); “… pelo seu sangue nos
libertou dos nossos pecados” (Ap 1.5); “…Cristo, nosso
cordeiro pascal, foi imolado” (1Co 5.7). Há uma perfeita
identificação entre o pecado do crente e a oferta pelo
pecado (Jo 3.14 ver Jo 1.29).
2.2 O poder profético do sacrifício de Cristo. Este era o
método usado por Deus, desde os tempos de Adão, para
perdoar os pe- cados: O sangue deveria ser derramado
“Porque a vida da carne está no sangue” (Lv 17.11).
“Aquele que não conheceu peca- do, ele o fez (oferta
pelo) pecado por nós…” (2Co 5.21). Por isso “… sem
derramamento de sangue não há remissão de peca- dos”
(Hb 9.22). No tempo do AT o sangue dos animais apenas
cobria os pecados, no NT o sangue de Cristo tira o pecado
do mundo (Jo 1.29; Hb 10.10-12).
A PÁSCOA JUDAICA
JESUS CRISTO
O Messias é comparado a um cordeiro pelo profeta Isaías
(Is 53.4). Filipe interpreta essa
Cordeiro sem defeito
(Êx 12.5)
O cordeiro deveria ser observado durante quatro dias a
fim de verificar se não tinha defeito (Êx 12.3,6).
O cordeiro foi morto de maneira vicária; seu sangue
trouxe livramento e sua carne tornou-se alimento (Êx
12.6,23; 12.8). profecia aplicando-a a Jesus (At 8.32-35).
Profeticamente Jesus é o Cordeiro de Deus (Jo
1.29). O cordeiro representava o preço da redenção e
libertação de Israel do Egito e Cristo é a nossa libertação
do pecado (Jo 1.36; 19.36). O Messias nasceu e viveu
uma vida imaculada e irrepreensível (1Pd 1.19; 2.22; Hb
7.26).
(1) Examinado pelos grupos religiosos. No relato de
Mateus 22 do verso 15 ao 46, encontramos Jesus, sendo
examinado pelos herodianos, saduceus, escribas e
fariseus e nenhum deles conseguiu achar nele nenhum
defeito que o incriminasse e eles mesmo ficaram sem
condições de responder-lhe nenhuma palavra (Mt 22.46).
(2) Examinado pelo sumo sacerdote. O cordeiro da
Páscoa era submetido a um exame pelos sacerdotes que
o julgavam, com base no exame de sua perfeição, apto
para ser sacrificado. Caifás queria evidências para o
entregar a Pilatos, mas não as encontrou (Jo
18.29).
(3) Examinado por Herodes e Pilatos. Herodes ao
entrevistá-lo não viu nada de errado (Lc
23.7-11). Pilatos por sua vez, após ter examinado Jesus,
“…não achou nele crime algum…” (Jo 19.4). Pelo menos
três vezes Pilatos declarou que Jesus era inocente (Jo
18.28; 19.4, 6). Sua esposa também viu isso num sonho
(Mt 27.19), bem como o soldado que estava ao pé da
cruz (Lc 23.47).
Jesus foi morto pelos judeus (Mc 15.11-14; At 2.23,36); o
seu sangue foi derramado para nos livrar da ira divina
(Rm 3.25; 5.1; 1Ts 1.10); e a sua carne simbolizada no pão
da ceia instituída pelo Senhor é alimento (Mt 26.26; Jo
6.51,55).
III – PRINCÍPIOS QUE A IGREJA APRENDE COM A FESTA
DA PÁSCOA
3.1 A Páscoa significa libertação. Se esta festa era a festa
da libertação, porque então ela foi celebrada antes da
libertação propriamente dita? Porque Deus quis ensinar
que o sacrifício expiatório, a fé e a nossa obediência
precedem a plena libertação, afinal, Israel não estava
sendo liberto apenas de Faraó, mas também do Anjo
Destruidor. E isto implica que a libertação espiritual
sempre precede a física.
3.2 A Páscoa significa salvação. Observem que a
promessa de Deus era que por meio do sacrifício de um
cordeiro cada casa era salva do destruidor (Êx 12.3). O
Faraó havia dito ao povo hebreu que eles podiam ir, mas
sem os seus filhos (Êx 10.8-11) e nisto podemos entender
a vontade do Diabo quanto as nossas famílias. Satanás
sempre tentará cativar e destruir nossos filhos.
3.3 A Páscoa significa redenção. As festas eram “sombras
das coisas futuras” (Hb 10.1; Cl 2.17), ou seja, elas
tipificavam aquilo que, como no caso da Páscoa, um dia
tornar-se-ia história na encarnação do Senhor. E a Páscoa
era exatamente uma antecipação figurativa da obra de
Jesus no Calvário.
CONCLUSÃO
Concluímos que a Páscoa para os judeus é a memória da
ação salvadora de Deus. Para nós, os cristãos, é a
recordação da ação redentora de Jesus em favor da
humanidade. Cristo é a nossa verdadeira Páscoa, o
Cordeiro único e o Sumo Sacerdote por excelência. Seu
sacrifício foi definitivo e completo e ilimitado, ou seja,
para todos os homens (Jo 3.16).
REFERÊNCIAS
MCMURTRY, Grady Shannon. As Festas Judaicas do Antigo
Testamento. ADSantos.
VAUX, Roland de. Instituições de Israel no Antigo Testamento. Vida
Nova.
STAMPS, Donald C. Bíblia de Estudo Pentecostal. CPAD.

Mais conteúdo relacionado

Mais procurados

Aula 5 - Levítico
Aula 5 - LevíticoAula 5 - Levítico
Aula 5 - Levíticoibrdoamor
 
Jesus nos cinco sacrifícios do a.t.
Jesus nos cinco sacrifícios do a.t.Jesus nos cinco sacrifícios do a.t.
Jesus nos cinco sacrifícios do a.t.Dókimos Aprovado
 
Lição 4 a celebração da primeira páscoa
Lição 4   a celebração da primeira páscoaLição 4   a celebração da primeira páscoa
Lição 4 a celebração da primeira páscoaAnderson Silva
 
Lição 14 - Entre a Páscoa e o Pentecostes
Lição 14 - Entre a Páscoa e o PentecostesLição 14 - Entre a Páscoa e o Pentecostes
Lição 14 - Entre a Páscoa e o PentecostesHamilton Souza
 
41 Estudo Panorâmico da Bíblia (Levítico)
41   Estudo Panorâmico da Bíblia (Levítico)41   Estudo Panorâmico da Bíblia (Levítico)
41 Estudo Panorâmico da Bíblia (Levítico)Robson Tavares Fernandes
 
Historia de israel aula 10 páscoa
Historia de israel aula 10 páscoaHistoria de israel aula 10 páscoa
Historia de israel aula 10 páscoaRICARDO CARDOSO
 
A verdadeira páscoa'
A verdadeira páscoa'A verdadeira páscoa'
A verdadeira páscoa'Marly Brito
 
Historia de israel aula 11 pães asmos e primícias
Historia de israel aula 11 pães asmos e primíciasHistoria de israel aula 11 pães asmos e primícias
Historia de israel aula 11 pães asmos e primíciasRICARDO CARDOSO
 
Lição 6 - A Doutrina do Culto Levítico
Lição 6 - A Doutrina do Culto LevíticoLição 6 - A Doutrina do Culto Levítico
Lição 6 - A Doutrina do Culto LevíticoÉder Tomé
 
Lição 12(o mundo vindouro)2017
Lição 12(o mundo vindouro)2017Lição 12(o mundo vindouro)2017
Lição 12(o mundo vindouro)2017Antonio Filho
 
Lição 9 - A purificação da lepra
Lição 9 - A purificação da lepraLição 9 - A purificação da lepra
Lição 9 - A purificação da lepraÉder Tomé
 
Lição 6 - O sacrifício pela culpa
Lição 6 - O sacrifício pela culpaLição 6 - O sacrifício pela culpa
Lição 6 - O sacrifício pela culpaÉder Tomé
 

Mais procurados (20)

LIÇÃO 11 - A ÚLTIMA CEIA
LIÇÃO 11 - A ÚLTIMA CEIALIÇÃO 11 - A ÚLTIMA CEIA
LIÇÃO 11 - A ÚLTIMA CEIA
 
Dia da expiação
Dia da expiaçãoDia da expiação
Dia da expiação
 
Aula 5 - Levítico
Aula 5 - LevíticoAula 5 - Levítico
Aula 5 - Levítico
 
O sacerdócio Levítico
O sacerdócio LevíticoO sacerdócio Levítico
O sacerdócio Levítico
 
7. O Livro de Levítico
7. O Livro de Levítico7. O Livro de Levítico
7. O Livro de Levítico
 
Jesus nos cinco sacrifícios do a.t.
Jesus nos cinco sacrifícios do a.t.Jesus nos cinco sacrifícios do a.t.
Jesus nos cinco sacrifícios do a.t.
 
Lição 4 a celebração da primeira páscoa
Lição 4   a celebração da primeira páscoaLição 4   a celebração da primeira páscoa
Lição 4 a celebração da primeira páscoa
 
Ebd bos
Ebd bosEbd bos
Ebd bos
 
Lição 14 - Entre a Páscoa e o Pentecostes
Lição 14 - Entre a Páscoa e o PentecostesLição 14 - Entre a Páscoa e o Pentecostes
Lição 14 - Entre a Páscoa e o Pentecostes
 
41 Estudo Panorâmico da Bíblia (Levítico)
41   Estudo Panorâmico da Bíblia (Levítico)41   Estudo Panorâmico da Bíblia (Levítico)
41 Estudo Panorâmico da Bíblia (Levítico)
 
Lição 11 hebreus
Lição 11   hebreusLição 11   hebreus
Lição 11 hebreus
 
Historia de israel aula 10 páscoa
Historia de israel aula 10 páscoaHistoria de israel aula 10 páscoa
Historia de israel aula 10 páscoa
 
Escatologia
EscatologiaEscatologia
Escatologia
 
A verdadeira páscoa'
A verdadeira páscoa'A verdadeira páscoa'
A verdadeira páscoa'
 
Historia de israel aula 11 pães asmos e primícias
Historia de israel aula 11 pães asmos e primíciasHistoria de israel aula 11 pães asmos e primícias
Historia de israel aula 11 pães asmos e primícias
 
Lição 6 - A Doutrina do Culto Levítico
Lição 6 - A Doutrina do Culto LevíticoLição 6 - A Doutrina do Culto Levítico
Lição 6 - A Doutrina do Culto Levítico
 
Lição 12(o mundo vindouro)2017
Lição 12(o mundo vindouro)2017Lição 12(o mundo vindouro)2017
Lição 12(o mundo vindouro)2017
 
Lição 9 - A purificação da lepra
Lição 9 - A purificação da lepraLição 9 - A purificação da lepra
Lição 9 - A purificação da lepra
 
Lição 6 - O sacrifício pela culpa
Lição 6 - O sacrifício pela culpaLição 6 - O sacrifício pela culpa
Lição 6 - O sacrifício pela culpa
 
O que o novo testamento diz acerca do dízimo
O que o novo testamento diz acerca do dízimoO que o novo testamento diz acerca do dízimo
O que o novo testamento diz acerca do dízimo
 

Semelhante a A salvação judaica

A Salvação na Páscoa Judaica.
A Salvação na Páscoa Judaica.A Salvação na Páscoa Judaica.
A Salvação na Páscoa Judaica.Márcio Martins
 
Lição 02 - A Salvação na Páscoa Judaíca
Lição 02 - A Salvação na Páscoa JudaícaLição 02 - A Salvação na Páscoa Judaíca
Lição 02 - A Salvação na Páscoa JudaícaÉder Tomé
 
A Última Ceia - Lição 11 - 2º Trimestre/2015
A Última Ceia - Lição 11 - 2º Trimestre/2015A Última Ceia - Lição 11 - 2º Trimestre/2015
A Última Ceia - Lição 11 - 2º Trimestre/2015Pr. Andre Luiz
 
A Páscoa e seu verdadeiro sentido
A Páscoa e seu verdadeiro sentidoA Páscoa e seu verdadeiro sentido
A Páscoa e seu verdadeiro sentidoiev.comunidade
 
LBA LIÇÃO 2 - A salvação na páscoa judaica
LBA LIÇÃO 2 - A salvação na páscoa judaicaLBA LIÇÃO 2 - A salvação na páscoa judaica
LBA LIÇÃO 2 - A salvação na páscoa judaicaNatalino das Neves Neves
 
Lição 4 A Celebração da Primeira Páscoa
Lição 4   A Celebração da Primeira PáscoaLição 4   A Celebração da Primeira Páscoa
Lição 4 A Celebração da Primeira PáscoaPr. Andre Luiz
 
ORIGEM DA PÁSCOA E SUA RELAÇÃO COM JESUS.pdf
ORIGEM DA PÁSCOA E SUA RELAÇÃO COM JESUS.pdfORIGEM DA PÁSCOA E SUA RELAÇÃO COM JESUS.pdf
ORIGEM DA PÁSCOA E SUA RELAÇÃO COM JESUS.pdfNelson Pereira
 
O verdadeiro sentido da páscoa (2)
O verdadeiro sentido da páscoa (2)O verdadeiro sentido da páscoa (2)
O verdadeiro sentido da páscoa (2)Antonio Filho
 
EscravidãO Para Liberdade
EscravidãO Para LiberdadeEscravidãO Para Liberdade
EscravidãO Para LiberdadeVerdade Gospel
 
Escravidão para liberdade
Escravidão para liberdadeEscravidão para liberdade
Escravidão para liberdadeVerdade Gospel
 
Lição 5 - Páscoa: a Libertação de um povo
Lição 5 - Páscoa: a Libertação de um povoLição 5 - Páscoa: a Libertação de um povo
Lição 5 - Páscoa: a Libertação de um povoÉder Tomé
 
A celebração da primeira páscoa
A celebração da primeira páscoaA celebração da primeira páscoa
A celebração da primeira páscoaMoisés Sampaio
 
Verdadeiro significado da páscoa.pdf
Verdadeiro significado da páscoa.pdfVerdadeiro significado da páscoa.pdf
Verdadeiro significado da páscoa.pdfMichelleAlmeida82
 

Semelhante a A salvação judaica (20)

A Salvação na Páscoa Judaica.
A Salvação na Páscoa Judaica.A Salvação na Páscoa Judaica.
A Salvação na Páscoa Judaica.
 
Lição 02 - A Salvação na Páscoa Judaíca
Lição 02 - A Salvação na Páscoa JudaícaLição 02 - A Salvação na Páscoa Judaíca
Lição 02 - A Salvação na Páscoa Judaíca
 
A Última Ceia - Lição 11 - 2º Trimestre/2015
A Última Ceia - Lição 11 - 2º Trimestre/2015A Última Ceia - Lição 11 - 2º Trimestre/2015
A Última Ceia - Lição 11 - 2º Trimestre/2015
 
A última Ceia
A última CeiaA última Ceia
A última Ceia
 
A Páscoa e seu verdadeiro sentido
A Páscoa e seu verdadeiro sentidoA Páscoa e seu verdadeiro sentido
A Páscoa e seu verdadeiro sentido
 
A ultima ceia apresentação
A ultima ceia apresentaçãoA ultima ceia apresentação
A ultima ceia apresentação
 
LBA LIÇÃO 2 - A salvação na páscoa judaica
LBA LIÇÃO 2 - A salvação na páscoa judaicaLBA LIÇÃO 2 - A salvação na páscoa judaica
LBA LIÇÃO 2 - A salvação na páscoa judaica
 
Lição 2 - A Salvação na Páscoa Judaica
Lição 2 - A Salvação na Páscoa JudaicaLição 2 - A Salvação na Páscoa Judaica
Lição 2 - A Salvação na Páscoa Judaica
 
Lição 4 A Celebração da Primeira Páscoa
Lição 4   A Celebração da Primeira PáscoaLição 4   A Celebração da Primeira Páscoa
Lição 4 A Celebração da Primeira Páscoa
 
Slide A Pascoa
Slide A PascoaSlide A Pascoa
Slide A Pascoa
 
ORIGEM DA PÁSCOA E SUA RELAÇÃO COM JESUS.pdf
ORIGEM DA PÁSCOA E SUA RELAÇÃO COM JESUS.pdfORIGEM DA PÁSCOA E SUA RELAÇÃO COM JESUS.pdf
ORIGEM DA PÁSCOA E SUA RELAÇÃO COM JESUS.pdf
 
O verdadeiro sentido da páscoa (2)
O verdadeiro sentido da páscoa (2)O verdadeiro sentido da páscoa (2)
O verdadeiro sentido da páscoa (2)
 
EscravidãO Para Liberdade
EscravidãO Para LiberdadeEscravidãO Para Liberdade
EscravidãO Para Liberdade
 
Escravidão para liberdade
Escravidão para liberdadeEscravidão para liberdade
Escravidão para liberdade
 
Lição 5 - Páscoa: a Libertação de um povo
Lição 5 - Páscoa: a Libertação de um povoLição 5 - Páscoa: a Libertação de um povo
Lição 5 - Páscoa: a Libertação de um povo
 
A verdadeira pascoa
A verdadeira pascoaA verdadeira pascoa
A verdadeira pascoa
 
A celebração da primeira páscoa
A celebração da primeira páscoaA celebração da primeira páscoa
A celebração da primeira páscoa
 
A páscoa verdadeira
A páscoa verdadeiraA páscoa verdadeira
A páscoa verdadeira
 
Verdadeiro significado da páscoa.pdf
Verdadeiro significado da páscoa.pdfVerdadeiro significado da páscoa.pdf
Verdadeiro significado da páscoa.pdf
 
Páscoa
PáscoaPáscoa
Páscoa
 

Mais de JOSE ROBERTO ALVES DA SILVA

Revista da Escola Dominical - Reforma Protestante 500 Anos - Todos Podem Preg...
Revista da Escola Dominical - Reforma Protestante 500 Anos - Todos Podem Preg...Revista da Escola Dominical - Reforma Protestante 500 Anos - Todos Podem Preg...
Revista da Escola Dominical - Reforma Protestante 500 Anos - Todos Podem Preg...JOSE ROBERTO ALVES DA SILVA
 
O Desafio da Evangelização - Revista Lições Bíblicas 3° Trimestre 2016
O Desafio da Evangelização - Revista Lições Bíblicas 3° Trimestre 2016O Desafio da Evangelização - Revista Lições Bíblicas 3° Trimestre 2016
O Desafio da Evangelização - Revista Lições Bíblicas 3° Trimestre 2016JOSE ROBERTO ALVES DA SILVA
 
QUEM É JESUS CRISTO SEGUNDO AS TESTEMUNHAS DE JEOVÁ?
QUEM É JESUS CRISTO SEGUNDO AS TESTEMUNHAS DE JEOVÁ?QUEM É JESUS CRISTO SEGUNDO AS TESTEMUNHAS DE JEOVÁ?
QUEM É JESUS CRISTO SEGUNDO AS TESTEMUNHAS DE JEOVÁ?JOSE ROBERTO ALVES DA SILVA
 
Aula 12 A CONSAGRAÇÃO DOS SACERDOTES EM SLIDES - JOSE ROBERTO
Aula 12   A CONSAGRAÇÃO DOS SACERDOTES EM SLIDES - JOSE ROBERTOAula 12   A CONSAGRAÇÃO DOS SACERDOTES EM SLIDES - JOSE ROBERTO
Aula 12 A CONSAGRAÇÃO DOS SACERDOTES EM SLIDES - JOSE ROBERTOJOSE ROBERTO ALVES DA SILVA
 
A consagração dos sacerdotes by josé roberto alves teologo
A consagração dos sacerdotes by josé roberto alves   teologoA consagração dos sacerdotes by josé roberto alves   teologo
A consagração dos sacerdotes by josé roberto alves teologoJOSE ROBERTO ALVES DA SILVA
 
Lição 12 – a consagração dos sacerdotes  1º trimestre 2014 recife
Lição 12 – a consagração dos sacerdotes   1º trimestre 2014 recifeLição 12 – a consagração dos sacerdotes   1º trimestre 2014 recife
Lição 12 – a consagração dos sacerdotes  1º trimestre 2014 recifeJOSE ROBERTO ALVES DA SILVA
 
Lição 9 um lugar de adoração a deus no deserto
Lição 9    um lugar de adoração a deus no desertoLição 9    um lugar de adoração a deus no deserto
Lição 9 um lugar de adoração a deus no desertoJOSE ROBERTO ALVES DA SILVA
 
Aula 11 deus escolhe arão e seus filhos para o sacerdócio slide pdf
Aula 11   deus escolhe arão e seus filhos para o sacerdócio slide pdfAula 11   deus escolhe arão e seus filhos para o sacerdócio slide pdf
Aula 11 deus escolhe arão e seus filhos para o sacerdócio slide pdfJOSE ROBERTO ALVES DA SILVA
 
Deus escolhe arão e seus filhos para o sacerdócio por josé roberto
Deus escolhe arão e seus filhos para o sacerdócio por josé robertoDeus escolhe arão e seus filhos para o sacerdócio por josé roberto
Deus escolhe arão e seus filhos para o sacerdócio por josé robertoJOSE ROBERTO ALVES DA SILVA
 
Lição 10 as leis civis entregues por moisés aos israelitas
Lição 10   as leis civis entregues por moisés aos israelitasLição 10   as leis civis entregues por moisés aos israelitas
Lição 10 as leis civis entregues por moisés aos israelitasJOSE ROBERTO ALVES DA SILVA
 

Mais de JOSE ROBERTO ALVES DA SILVA (20)

Licao 4 3 t - 2019 - MORDOMIA DA FAMILA
Licao 4   3 t - 2019 - MORDOMIA DA FAMILALicao 4   3 t - 2019 - MORDOMIA DA FAMILA
Licao 4 3 t - 2019 - MORDOMIA DA FAMILA
 
TODA FAMILIA - ORLANDO BOYER
TODA FAMILIA - ORLANDO BOYERTODA FAMILIA - ORLANDO BOYER
TODA FAMILIA - ORLANDO BOYER
 
Revista da Escola Dominical - Reforma Protestante 500 Anos - Todos Podem Preg...
Revista da Escola Dominical - Reforma Protestante 500 Anos - Todos Podem Preg...Revista da Escola Dominical - Reforma Protestante 500 Anos - Todos Podem Preg...
Revista da Escola Dominical - Reforma Protestante 500 Anos - Todos Podem Preg...
 
Lições biblicas do 4 trimestre 2017
Lições biblicas do 4 trimestre 2017 Lições biblicas do 4 trimestre 2017
Lições biblicas do 4 trimestre 2017
 
Quem foi barrabás
Quem foi barrabásQuem foi barrabás
Quem foi barrabás
 
Revista adulto de professor 3º trimestre 2017.
Revista adulto de professor 3º trimestre 2017.Revista adulto de professor 3º trimestre 2017.
Revista adulto de professor 3º trimestre 2017.
 
Dicionário de acordes violão(port revisado)
Dicionário de acordes violão(port revisado)Dicionário de acordes violão(port revisado)
Dicionário de acordes violão(port revisado)
 
Mil esbocos para_sermoes
Mil esbocos para_sermoesMil esbocos para_sermoes
Mil esbocos para_sermoes
 
O Desafio da Evangelização - Revista Lições Bíblicas 3° Trimestre 2016
O Desafio da Evangelização - Revista Lições Bíblicas 3° Trimestre 2016O Desafio da Evangelização - Revista Lições Bíblicas 3° Trimestre 2016
O Desafio da Evangelização - Revista Lições Bíblicas 3° Trimestre 2016
 
QUEM É JESUS CRISTO SEGUNDO AS TESTEMUNHAS DE JEOVÁ?
QUEM É JESUS CRISTO SEGUNDO AS TESTEMUNHAS DE JEOVÁ?QUEM É JESUS CRISTO SEGUNDO AS TESTEMUNHAS DE JEOVÁ?
QUEM É JESUS CRISTO SEGUNDO AS TESTEMUNHAS DE JEOVÁ?
 
Comentário Geral sobre I Coríntios
Comentário Geral sobre I CoríntiosComentário Geral sobre I Coríntios
Comentário Geral sobre I Coríntios
 
Lição 13 o legado de moisés
Lição 13   o legado de moisésLição 13   o legado de moisés
Lição 13 o legado de moisés
 
Aula 13 o legado de moisés em slides
Aula 13   o legado de moisés em slidesAula 13   o legado de moisés em slides
Aula 13 o legado de moisés em slides
 
Aula 12 A CONSAGRAÇÃO DOS SACERDOTES EM SLIDES - JOSE ROBERTO
Aula 12   A CONSAGRAÇÃO DOS SACERDOTES EM SLIDES - JOSE ROBERTOAula 12   A CONSAGRAÇÃO DOS SACERDOTES EM SLIDES - JOSE ROBERTO
Aula 12 A CONSAGRAÇÃO DOS SACERDOTES EM SLIDES - JOSE ROBERTO
 
A consagração dos sacerdotes by josé roberto alves teologo
A consagração dos sacerdotes by josé roberto alves   teologoA consagração dos sacerdotes by josé roberto alves   teologo
A consagração dos sacerdotes by josé roberto alves teologo
 
Lição 12 – a consagração dos sacerdotes  1º trimestre 2014 recife
Lição 12 – a consagração dos sacerdotes   1º trimestre 2014 recifeLição 12 – a consagração dos sacerdotes   1º trimestre 2014 recife
Lição 12 – a consagração dos sacerdotes  1º trimestre 2014 recife
 
Lição 9 um lugar de adoração a deus no deserto
Lição 9    um lugar de adoração a deus no desertoLição 9    um lugar de adoração a deus no deserto
Lição 9 um lugar de adoração a deus no deserto
 
Aula 11 deus escolhe arão e seus filhos para o sacerdócio slide pdf
Aula 11   deus escolhe arão e seus filhos para o sacerdócio slide pdfAula 11   deus escolhe arão e seus filhos para o sacerdócio slide pdf
Aula 11 deus escolhe arão e seus filhos para o sacerdócio slide pdf
 
Deus escolhe arão e seus filhos para o sacerdócio por josé roberto
Deus escolhe arão e seus filhos para o sacerdócio por josé robertoDeus escolhe arão e seus filhos para o sacerdócio por josé roberto
Deus escolhe arão e seus filhos para o sacerdócio por josé roberto
 
Lição 10 as leis civis entregues por moisés aos israelitas
Lição 10   as leis civis entregues por moisés aos israelitasLição 10   as leis civis entregues por moisés aos israelitas
Lição 10 as leis civis entregues por moisés aos israelitas
 

Último

Mini livro sanfona - Diga não ao bullying
Mini livro sanfona - Diga não ao  bullyingMini livro sanfona - Diga não ao  bullying
Mini livro sanfona - Diga não ao bullyingMary Alvarenga
 
Modernidade perspectiva sobre a África e América
Modernidade perspectiva sobre a África e AméricaModernidade perspectiva sobre a África e América
Modernidade perspectiva sobre a África e Américawilson778875
 
A área de ciências da religião no brasil 2023.ppsx
A área de ciências da religião no brasil  2023.ppsxA área de ciências da religião no brasil  2023.ppsx
A área de ciências da religião no brasil 2023.ppsxGilbraz Aragão
 
v19n2s3a25.pdfgcbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbb
v19n2s3a25.pdfgcbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbv19n2s3a25.pdfgcbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbb
v19n2s3a25.pdfgcbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbyasminlarissa371
 
EVANGELISMO É MISSÕES ATUALIZADO 2024.pptx
EVANGELISMO É MISSÕES ATUALIZADO 2024.pptxEVANGELISMO É MISSÕES ATUALIZADO 2024.pptx
EVANGELISMO É MISSÕES ATUALIZADO 2024.pptxHenriqueLuciano2
 
Mini livro sanfona - Povos Indigenas Brasileiros
Mini livro sanfona  - Povos Indigenas BrasileirosMini livro sanfona  - Povos Indigenas Brasileiros
Mini livro sanfona - Povos Indigenas BrasileirosMary Alvarenga
 
atividades diversas 1° ano alfabetização
atividades diversas 1° ano alfabetizaçãoatividades diversas 1° ano alfabetização
atividades diversas 1° ano alfabetizaçãodanielagracia9
 
HORA DO CONTO_BECRE D. CARLOS I_2023_2024
HORA DO CONTO_BECRE D. CARLOS I_2023_2024HORA DO CONTO_BECRE D. CARLOS I_2023_2024
HORA DO CONTO_BECRE D. CARLOS I_2023_2024Sandra Pratas
 
Ler e compreender 7º ano - Aula 7 - 1º Bimestre
Ler e compreender 7º ano -  Aula 7 - 1º BimestreLer e compreender 7º ano -  Aula 7 - 1º Bimestre
Ler e compreender 7º ano - Aula 7 - 1º BimestreProfaCintiaDosSantos
 
VACINAR E DOAR, É SÓ COMEÇAR - - 1º BIMESTRE
VACINAR E DOAR, É SÓ COMEÇAR - - 1º BIMESTREVACINAR E DOAR, É SÓ COMEÇAR - - 1º BIMESTRE
VACINAR E DOAR, É SÓ COMEÇAR - - 1º BIMESTREIVONETETAVARESRAMOS
 
A alimentação na Idade Média era um mosaico de contrastes. Para a elite, banq...
A alimentação na Idade Média era um mosaico de contrastes. Para a elite, banq...A alimentação na Idade Média era um mosaico de contrastes. Para a elite, banq...
A alimentação na Idade Média era um mosaico de contrastes. Para a elite, banq...azulassessoria9
 
Algumas Curiosidades do uso da Matemática na escrita Phyton
Algumas Curiosidades do uso da Matemática na escrita PhytonAlgumas Curiosidades do uso da Matemática na escrita Phyton
Algumas Curiosidades do uso da Matemática na escrita PhytonRosiniaGonalves
 
PROPUESTA DE LOGO PARA EL DISTRITO DE MOCHUMI, LLENO DE HISTORIA 200 AÑOS DE ...
PROPUESTA DE LOGO PARA EL DISTRITO DE MOCHUMI, LLENO DE HISTORIA 200 AÑOS DE ...PROPUESTA DE LOGO PARA EL DISTRITO DE MOCHUMI, LLENO DE HISTORIA 200 AÑOS DE ...
PROPUESTA DE LOGO PARA EL DISTRITO DE MOCHUMI, LLENO DE HISTORIA 200 AÑOS DE ...MANUELJESUSVENTURASA
 
NOVA ORDEM MUNDIAL - Conceitos básicos na NOM
NOVA ORDEM MUNDIAL - Conceitos básicos na NOMNOVA ORDEM MUNDIAL - Conceitos básicos na NOM
NOVA ORDEM MUNDIAL - Conceitos básicos na NOMHenrique Pontes
 
HORA DO CONTO_BECRE D. CARLOS I_2023_24RITA CALAIM_2023_24.pdf
HORA DO CONTO_BECRE D. CARLOS I_2023_24RITA CALAIM_2023_24.pdfHORA DO CONTO_BECRE D. CARLOS I_2023_24RITA CALAIM_2023_24.pdf
HORA DO CONTO_BECRE D. CARLOS I_2023_24RITA CALAIM_2023_24.pdfSandra Pratas
 
A alimentação na Idade Média era um mosaico de contrastes. Para a elite, banq...
A alimentação na Idade Média era um mosaico de contrastes. Para a elite, banq...A alimentação na Idade Média era um mosaico de contrastes. Para a elite, banq...
A alimentação na Idade Média era um mosaico de contrastes. Para a elite, banq...azulassessoria9
 
Gametogênese, formação dos gametas masculino e feminino
Gametogênese, formação dos gametas masculino e femininoGametogênese, formação dos gametas masculino e feminino
Gametogênese, formação dos gametas masculino e femininoCelianeOliveira8
 
Minha Luta (Mein Kampf), A História do País que Lutou contra a União Soviétic...
Minha Luta (Mein Kampf), A História do País que Lutou contra a União Soviétic...Minha Luta (Mein Kampf), A História do País que Lutou contra a União Soviétic...
Minha Luta (Mein Kampf), A História do País que Lutou contra a União Soviétic...nexocan937
 
Aula - 1º Ano - Ciência, Pesquisa e Sociologia.pdf
Aula - 1º Ano - Ciência, Pesquisa e Sociologia.pdfAula - 1º Ano - Ciência, Pesquisa e Sociologia.pdf
Aula - 1º Ano - Ciência, Pesquisa e Sociologia.pdfaulasgege
 
Poema em homenagem a Escola Santa Maria, pelos seus 37 anos.
Poema em homenagem a Escola Santa Maria, pelos seus 37 anos.Poema em homenagem a Escola Santa Maria, pelos seus 37 anos.
Poema em homenagem a Escola Santa Maria, pelos seus 37 anos.Mary Alvarenga
 

Último (20)

Mini livro sanfona - Diga não ao bullying
Mini livro sanfona - Diga não ao  bullyingMini livro sanfona - Diga não ao  bullying
Mini livro sanfona - Diga não ao bullying
 
Modernidade perspectiva sobre a África e América
Modernidade perspectiva sobre a África e AméricaModernidade perspectiva sobre a África e América
Modernidade perspectiva sobre a África e América
 
A área de ciências da religião no brasil 2023.ppsx
A área de ciências da religião no brasil  2023.ppsxA área de ciências da religião no brasil  2023.ppsx
A área de ciências da religião no brasil 2023.ppsx
 
v19n2s3a25.pdfgcbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbb
v19n2s3a25.pdfgcbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbv19n2s3a25.pdfgcbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbb
v19n2s3a25.pdfgcbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbb
 
EVANGELISMO É MISSÕES ATUALIZADO 2024.pptx
EVANGELISMO É MISSÕES ATUALIZADO 2024.pptxEVANGELISMO É MISSÕES ATUALIZADO 2024.pptx
EVANGELISMO É MISSÕES ATUALIZADO 2024.pptx
 
Mini livro sanfona - Povos Indigenas Brasileiros
Mini livro sanfona  - Povos Indigenas BrasileirosMini livro sanfona  - Povos Indigenas Brasileiros
Mini livro sanfona - Povos Indigenas Brasileiros
 
atividades diversas 1° ano alfabetização
atividades diversas 1° ano alfabetizaçãoatividades diversas 1° ano alfabetização
atividades diversas 1° ano alfabetização
 
HORA DO CONTO_BECRE D. CARLOS I_2023_2024
HORA DO CONTO_BECRE D. CARLOS I_2023_2024HORA DO CONTO_BECRE D. CARLOS I_2023_2024
HORA DO CONTO_BECRE D. CARLOS I_2023_2024
 
Ler e compreender 7º ano - Aula 7 - 1º Bimestre
Ler e compreender 7º ano -  Aula 7 - 1º BimestreLer e compreender 7º ano -  Aula 7 - 1º Bimestre
Ler e compreender 7º ano - Aula 7 - 1º Bimestre
 
VACINAR E DOAR, É SÓ COMEÇAR - - 1º BIMESTRE
VACINAR E DOAR, É SÓ COMEÇAR - - 1º BIMESTREVACINAR E DOAR, É SÓ COMEÇAR - - 1º BIMESTRE
VACINAR E DOAR, É SÓ COMEÇAR - - 1º BIMESTRE
 
A alimentação na Idade Média era um mosaico de contrastes. Para a elite, banq...
A alimentação na Idade Média era um mosaico de contrastes. Para a elite, banq...A alimentação na Idade Média era um mosaico de contrastes. Para a elite, banq...
A alimentação na Idade Média era um mosaico de contrastes. Para a elite, banq...
 
Algumas Curiosidades do uso da Matemática na escrita Phyton
Algumas Curiosidades do uso da Matemática na escrita PhytonAlgumas Curiosidades do uso da Matemática na escrita Phyton
Algumas Curiosidades do uso da Matemática na escrita Phyton
 
PROPUESTA DE LOGO PARA EL DISTRITO DE MOCHUMI, LLENO DE HISTORIA 200 AÑOS DE ...
PROPUESTA DE LOGO PARA EL DISTRITO DE MOCHUMI, LLENO DE HISTORIA 200 AÑOS DE ...PROPUESTA DE LOGO PARA EL DISTRITO DE MOCHUMI, LLENO DE HISTORIA 200 AÑOS DE ...
PROPUESTA DE LOGO PARA EL DISTRITO DE MOCHUMI, LLENO DE HISTORIA 200 AÑOS DE ...
 
NOVA ORDEM MUNDIAL - Conceitos básicos na NOM
NOVA ORDEM MUNDIAL - Conceitos básicos na NOMNOVA ORDEM MUNDIAL - Conceitos básicos na NOM
NOVA ORDEM MUNDIAL - Conceitos básicos na NOM
 
HORA DO CONTO_BECRE D. CARLOS I_2023_24RITA CALAIM_2023_24.pdf
HORA DO CONTO_BECRE D. CARLOS I_2023_24RITA CALAIM_2023_24.pdfHORA DO CONTO_BECRE D. CARLOS I_2023_24RITA CALAIM_2023_24.pdf
HORA DO CONTO_BECRE D. CARLOS I_2023_24RITA CALAIM_2023_24.pdf
 
A alimentação na Idade Média era um mosaico de contrastes. Para a elite, banq...
A alimentação na Idade Média era um mosaico de contrastes. Para a elite, banq...A alimentação na Idade Média era um mosaico de contrastes. Para a elite, banq...
A alimentação na Idade Média era um mosaico de contrastes. Para a elite, banq...
 
Gametogênese, formação dos gametas masculino e feminino
Gametogênese, formação dos gametas masculino e femininoGametogênese, formação dos gametas masculino e feminino
Gametogênese, formação dos gametas masculino e feminino
 
Minha Luta (Mein Kampf), A História do País que Lutou contra a União Soviétic...
Minha Luta (Mein Kampf), A História do País que Lutou contra a União Soviétic...Minha Luta (Mein Kampf), A História do País que Lutou contra a União Soviétic...
Minha Luta (Mein Kampf), A História do País que Lutou contra a União Soviétic...
 
Aula - 1º Ano - Ciência, Pesquisa e Sociologia.pdf
Aula - 1º Ano - Ciência, Pesquisa e Sociologia.pdfAula - 1º Ano - Ciência, Pesquisa e Sociologia.pdf
Aula - 1º Ano - Ciência, Pesquisa e Sociologia.pdf
 
Poema em homenagem a Escola Santa Maria, pelos seus 37 anos.
Poema em homenagem a Escola Santa Maria, pelos seus 37 anos.Poema em homenagem a Escola Santa Maria, pelos seus 37 anos.
Poema em homenagem a Escola Santa Maria, pelos seus 37 anos.
 

A salvação judaica

  • 1. LIÇÃO 02 – A SALVAÇÃO NA PÁSCOA JUDAICA - 4º TRIMESTRE DE 2017 (Êx 12.21-24,29) INTRODUÇÃO Sem dúvida, a Páscoa era uma das festas mais importantes do judaísmo, e a sua celebração era carregada de valor simbólico. Quando instituiu a Santa Ceia, por ocasião da celebração da última Páscoa, Jesus tinha em mente esses fatos. A libertação da páscoa reveste-se, portanto, de um caráter introspectivo, por mostrar a necessidade pessoal de libertação por meio da substituição. E um caráter prospectivo, porque profetizava a libertação antes dela acontecer e prenunciava a obra de Cristo que prometeu a libertação a todos quantos crerem nele (Jo 8.32,36; Mt 11.28). I – PÁSCOA, A PRIMEIRA FESTA RELIGIOSA DOS JUDEUS 1.1 Nome da festa. A palavra portuguesa “Páscoa” é usada para designar a festa dos judeus que, no hebraico, é chamada “Pesach”, que significa: “saltar por cima”, ou “passar por sobre”. Esse nome surgiu em face do registro bíblico de que o anjo da morte, ou anjo destruidor, passou por sobre as casas marcadas com o sangue do cordeiro pascal, quando ele matou os primogênitos do Egito “E aquele sangue vos será por sinal nas casas em que estiverdes; vendo eu sangue, passarei por cima de vós, e não haverá entre vós praga de mortandade, quando eu ferir a terra do Egito” (Êx 12.23). 1.2 A data em que foi celebrada. O nome hebraico do mês que aconteceu a primeira Páscoa foi em Abibe, que significa “espigas verdes”. Corresponde a Março-Abril em nosso calendário. Durante o Exílio babilônico foi substituído pelo nome Nisã que significa “começo, abertura” (Ne 2.1). Ainda hoje o ano civil começa no outono, com a Festa das Trombetas (Lv 23.24; Nm. 29.1), chamado Rosh Hashanah, que significa “Ponta do Ano” ou “Ano Novo”. 1.3 Uma festa em família. O registro bíblico nos mostra que a Páscoa era uma cerimônia familiar:“Falai a toda a congregação de Israel, dizendo: Aos dez deste mês tome cada um para si um cordeiro, segundo as casas dos pais, um cordeiro paracada família” (Êx 12.3). Quando a família fosse pequena demais deveria unir-se a outra. De acordo com a tradição judaica, a expressão “pequena demais” significava com menos de dez pessoas. Eles deviam calcular quanto cada um poderia comer e assim determinar se deviam se reunir com alguma outra família (Êx 12.4). 1.4 Elementos da festa. Os participantes da Páscoa deveriam ter os lombos cingidos, sandálias nos pés e cajado na mão. Conforme o registro bíblico, a festa da Páscoa deveria ser preparada com os seguintes elementos: um cordeiro ou cabrito, pães asmos, ervas amargas e o sangue do cordeiro que deveria ser aplicado nas vergas e nos umbrais da porta. Cada um dos componentes desta celebração tinha um sentido literal e espiritual, que Deus tinha em mente transmitir não somente aos filhos de Israel, como a seus descendentes (Êx 12.24-27). ELEMENTOS EXIGÊNCIAS PARA A FESTA DA PÁSCOA SIGNIFICADO ESPIRITUAL. Cordeiro Este animal deveria ser: macho, de um ano, e sem mancha (Êx 12.5). Os hebreus deveriam avaliar o cordeiro durante quatro dias, e assim verificar se ele estava apto para ser sacrificado como cordeiro pascal (Êx 12.3,6). Os hebreus deveriam sacrificar o cordeiro no décimo quarto dia no período da tarde (Êx 12.6). O sangue do animal deveria ser colocado nas vergas e no umbral da porta (Êx 12.7). Este cordeiro substituiria o primogênito de cada família dos hebreus morrendo em seu lugar (Êx 12.12,13). A partir daquela comemoração cada primogênito deveria ser consagrado ao Senhor, tanto dos homens quanto dos animais (Êx 13.1,2,12-15). Sangue O sangue no umbral e nas vergas das portas dos hebreus, serviria como sinal para livramento, pois o Senhor “passaria por cima” destas casas poupando da morte o primogênito (Êx 12.12,13). O Sangue representa a expiação. O sangue de Cristo nos traz a libertação do pecado (Jo 3.16; Hb 9.22; 1Jo. 1.7). Pães asmos Os pães asmos ou ázimo, do hebraico “matzá” (Êx 12.8), é um tipo de pão assado sem fermento. O pão asmo é feito somente de farinha de trigo e água. O pão deveria ser assado sem fermento, pois não havia tempo para que o pão pudesse crescer (Êx12.8,11,34-36). A saída do Egito deveria ser rápida. A farinha amassada sem ter recebido o fermento simboliza pureza. O fermento servia de símbolo da corrupção moral (Mt 16.11; Mc 8.15). Ervas amargas Os hebreus deveriam comer a páscoa com ervas amargas (Êx 12.8). A tradição judaica menciona alface, escarola, chicória, hortelã e dente-de-leão como essas ervas. As ervas amargas ou alface agreste deveriam ser comidos para recordar a opressão do Egito e a amargura do cativeiro que os hebreus sofreram por tanto tempo (Êx 1.14; 12.8). II – A PÁSCOA E O SEU SIGNIFICADO PARA A IGREJA Embora a celebração da festa da Páscoa seja uma ordenança divina para aos judeus (Êx 12; Nm 9.2,4; Dt 16), ela tem um profundo significado para o cristão por representar a obra de Cristo para a nossa redenção, pois
  • 2. as festas de Israel eram “sombras das coisas futuras” (Cl 2.17). Observemos algumas similaridades entre a Páscoa e Cristo: 2.1 O significado profético da Páscoa. Assim como um cordeiro foi sacrificado no dia da páscoa para a libertação dos judeus no Egito, Cristo foi sacrificado para a libertação dos nossos pecados: “…Ele salvará o seu povo dos pecados deles” (Mt 1.21); “… pelo seu sangue nos libertou dos nossos pecados” (Ap 1.5); “…Cristo, nosso cordeiro pascal, foi imolado” (1Co 5.7). Há uma perfeita identificação entre o pecado do crente e a oferta pelo pecado (Jo 3.14 ver Jo 1.29). 2.2 O poder profético do sacrifício de Cristo. Este era o método usado por Deus, desde os tempos de Adão, para perdoar os pe- cados: O sangue deveria ser derramado “Porque a vida da carne está no sangue” (Lv 17.11). “Aquele que não conheceu peca- do, ele o fez (oferta pelo) pecado por nós…” (2Co 5.21). Por isso “… sem derramamento de sangue não há remissão de peca- dos” (Hb 9.22). No tempo do AT o sangue dos animais apenas cobria os pecados, no NT o sangue de Cristo tira o pecado do mundo (Jo 1.29; Hb 10.10-12). A PÁSCOA JUDAICA JESUS CRISTO O Messias é comparado a um cordeiro pelo profeta Isaías (Is 53.4). Filipe interpreta essa Cordeiro sem defeito (Êx 12.5) O cordeiro deveria ser observado durante quatro dias a fim de verificar se não tinha defeito (Êx 12.3,6). O cordeiro foi morto de maneira vicária; seu sangue trouxe livramento e sua carne tornou-se alimento (Êx 12.6,23; 12.8). profecia aplicando-a a Jesus (At 8.32-35). Profeticamente Jesus é o Cordeiro de Deus (Jo 1.29). O cordeiro representava o preço da redenção e libertação de Israel do Egito e Cristo é a nossa libertação do pecado (Jo 1.36; 19.36). O Messias nasceu e viveu uma vida imaculada e irrepreensível (1Pd 1.19; 2.22; Hb 7.26). (1) Examinado pelos grupos religiosos. No relato de Mateus 22 do verso 15 ao 46, encontramos Jesus, sendo examinado pelos herodianos, saduceus, escribas e fariseus e nenhum deles conseguiu achar nele nenhum defeito que o incriminasse e eles mesmo ficaram sem condições de responder-lhe nenhuma palavra (Mt 22.46). (2) Examinado pelo sumo sacerdote. O cordeiro da Páscoa era submetido a um exame pelos sacerdotes que o julgavam, com base no exame de sua perfeição, apto para ser sacrificado. Caifás queria evidências para o entregar a Pilatos, mas não as encontrou (Jo 18.29). (3) Examinado por Herodes e Pilatos. Herodes ao entrevistá-lo não viu nada de errado (Lc 23.7-11). Pilatos por sua vez, após ter examinado Jesus, “…não achou nele crime algum…” (Jo 19.4). Pelo menos três vezes Pilatos declarou que Jesus era inocente (Jo 18.28; 19.4, 6). Sua esposa também viu isso num sonho (Mt 27.19), bem como o soldado que estava ao pé da cruz (Lc 23.47). Jesus foi morto pelos judeus (Mc 15.11-14; At 2.23,36); o seu sangue foi derramado para nos livrar da ira divina (Rm 3.25; 5.1; 1Ts 1.10); e a sua carne simbolizada no pão da ceia instituída pelo Senhor é alimento (Mt 26.26; Jo 6.51,55). III – PRINCÍPIOS QUE A IGREJA APRENDE COM A FESTA DA PÁSCOA 3.1 A Páscoa significa libertação. Se esta festa era a festa da libertação, porque então ela foi celebrada antes da libertação propriamente dita? Porque Deus quis ensinar que o sacrifício expiatório, a fé e a nossa obediência precedem a plena libertação, afinal, Israel não estava sendo liberto apenas de Faraó, mas também do Anjo Destruidor. E isto implica que a libertação espiritual sempre precede a física. 3.2 A Páscoa significa salvação. Observem que a promessa de Deus era que por meio do sacrifício de um cordeiro cada casa era salva do destruidor (Êx 12.3). O Faraó havia dito ao povo hebreu que eles podiam ir, mas sem os seus filhos (Êx 10.8-11) e nisto podemos entender a vontade do Diabo quanto as nossas famílias. Satanás sempre tentará cativar e destruir nossos filhos. 3.3 A Páscoa significa redenção. As festas eram “sombras das coisas futuras” (Hb 10.1; Cl 2.17), ou seja, elas tipificavam aquilo que, como no caso da Páscoa, um dia tornar-se-ia história na encarnação do Senhor. E a Páscoa era exatamente uma antecipação figurativa da obra de Jesus no Calvário. CONCLUSÃO Concluímos que a Páscoa para os judeus é a memória da ação salvadora de Deus. Para nós, os cristãos, é a recordação da ação redentora de Jesus em favor da humanidade. Cristo é a nossa verdadeira Páscoa, o Cordeiro único e o Sumo Sacerdote por excelência. Seu sacrifício foi definitivo e completo e ilimitado, ou seja, para todos os homens (Jo 3.16). REFERÊNCIAS MCMURTRY, Grady Shannon. As Festas Judaicas do Antigo Testamento. ADSantos. VAUX, Roland de. Instituições de Israel no Antigo Testamento. Vida Nova. STAMPS, Donald C. Bíblia de Estudo Pentecostal. CPAD.