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aqW2 
Gerenciamento de Projetos Gerenciamento do Tempo
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Gerenciamento de Projetos Gerenciamento da Integração do Projeto e Iniciação 
Realizado através da aplicação dos processos do PMBOK agrupados em cinco processos e nas áreas de conhecimento : 
Cinco Processos 
Necessidades 
Seleção de Projetos 
Planejamento 
Implementação 
Controle 
Término 
Iniciação 
Planejamento 
Execução 
Controle 
Encerramento
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Definição das Atividades 
Sequenciamento das Atividades 
Estimativa de Recursos e Duração 
das Atividades 
Desenvolvimento do Cronograma 
Controle do Cronograma 
Processos necessários para assegurar que o projeto termine 
dentro do prazo previsto. 
Identificar as atividades específicas 
que devem ser realizadas para 
produzir os diversos subprodutos do projeto. 
Identificar e documentar as relações de 
dependência entre as atividades. 
Estimar a quantidade de períodos de trabalho 
que serão necessários para a implementação 
de cada atividade. 
Analisar a sequencia e as durações das 
atividades, e os requisitos de recursos 
para criar o cronograma do projeto. 
Controlar as mudanças no 
cronograma do projeto. Gerenciamento do Tempo do Projeto 
Estudar métodos para definição, sequenciamento e interatividade entre atividades que irão produzir os resultados descritos na WBS
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O processo identificará as entregas no nível mais baixo da estrutura analítica do projeto (EAP), a que chamamos de pacote de trabalho. 
Os pacotes de trabalho do projeto são planejados (decompostos) em componentes menores, chamados de atividades, para fornecer uma base para a estimativa, elaboração de cronogramas, execução, e monitoramento e controle do trabalho do projeto. 
Para o desenvolvimento deste processo é necessário acessar a EAP, dicionário da EAP, a declaração do Escopo e o Plano de Gerenciamento do Projeto. 
Será necessário fazer a decomposição das entregas em atividades. Utilize outros modelos já prontos. 
O resultado será a lista de atividades com suas atribuições e os marcos. 
–Marcos (Milestones) : Um marco e evento significativo do projeto, usualmente representando a entrega de um dos “deliverables” principais ou outros momentos importantes no cronograma. Também são usados para representar premissas ou restrições; 
Definição das Atividades
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Decomposição das Atividades
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Lista de Atividades com suas atribuições 
Lista das Atividades
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Definição das Atividades
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Identificação e a documentação de dependências entre as atividades do cronograma. 
As dependências podem ser: 
–Obrigatórias, ou seja, em uma ordem rígida (hard logic), deve ser executada em uma determinada sequencia; 
–Preferenciais ou soft logic, que são definidas pela equipe do projeto e são escolhidas por uma questão de serem mais aceitáveis ou por serem resultados de melhores práticas. 
–Externas, que são baseadas em necessidades ou desejos de uma parte de fora do projeto 
Sequenciamento das Atividades
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Chamado de Atividade no No (“Activity on Node” - AON) 
Onde as setas representam as dependências 
Tipos: 
–1.Término-Início - Uma tarefa deve finalizar antes que outra inicie 
–2. Início-Término - Quando uma tarefa inicia, outra deve terminar 
–3. Início-Início - Duas tarefas devem iniciar ao mesmo tempo 
–4. Término-Término - Duas tarefas devem terminar ao mesmo tempo 
Sequenciamento das Atividades 
Método de Diagrama de Precedência ou 
PDM – Precedence Diagramming Method 
Início 
A5 
A2 
A3 
A4 
A1 
Fim 
Dicas: usar T-I sempre que possível. As demais ligações são exceções. As ligações I-I e T-T normalmente podem ser substituídas por T-I
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Exemplos: 
Sequenciamento das Atividades 
Método de Diagrama de Precedência ou PDM – Precedence Diagramming Method
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A estimativa de recursos das atividades envolve determinar os recursos (pessoas, equipamentos e materiais), as quantidades de cada recurso que serão usados e quando cada recurso estará disponível para realizar as atividades do projeto.” 
–Tipos de recursos: Pessoas, materiais, equipamentos, suprimentos...que vão impactar nos custos do projeto. 
–O Trabalho é igual a duração das atividade multiplicado pelo número de recursos: T = DAT x NR - 3 dias (24h) x 1 técnico = 24 horas de trabalho (T) 
A duração das atividades é estimar o numero de períodos de trabalho que serão necessários para concluir atividades individuais do cronograma.” 
–Desenvolva as durações baseadas no tempo necessário para completar as atividades, nos recursos disponíveis e suas quantidades, premissas e restrições, históricos e riscos. 
Estimativa de Recursos e Duração das Atividades
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Recursos x Atividades 
–Os recursos influenciam a duração de uma atividade 
–O tempo de dedicação, ou seja, o esforço – Part time ou Full Time influenciará a duração da atividade 
–Recursos mais experientes podem ajudar na finalização mais rápida da atividade 
Tipos de Estimativas 
–Análoga: Baseia-se em informações históricas 
–Paramétricas: fórmulas matemáticas para estimar o esforço necessário para uma atividade. Procura-se estabelecer o tempo estimado para desenvolver a atividade 
Três Prontos: A precisão da estimativa pode ser aprimorada se considerarmos os riscos já conhecidos na estimativa inicial. 
–Baseia-se em 3 tipos de estimativas: 
•Pessimista (P): considera o pior cenário 
•Mais provável (M): considera expectativas realistas, utilização dos recursos previstos, dependências e interrupções previstas 
•Otimista (O): considera o melhor cenário possível 
Estimativa de Recursos e Duração 
das Atividades
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Estimativas Três Pontos - Fórmulas – PERT 
Onde, se a atividade tiver a duração: 
–+ - (1) Um DP =>68,3% 
–+ - (2) Dois DP =>95,4% 
–+ - (3) Três DP => 99,7% 
 
Estimativa de Recursos e Duração das Atividades 
Analise de Programas (Program Evaluation and Review Technique - PERT) 
Indica a Probabilidade de finalizar a tarefa
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Estimativas Três Pontos - Fórmulas – PERT 
Vamos ao gráfico: 
Estimativa de Recursos e Duração 
das Atividades 
Analise de Programas (Program Evaluation and Review Technique - PERT)
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Estimativas Três Pontos - Fórmulas – PERT 
Agora vamos ao exemplo: 
Estimativa de Recursos e Duração 
das Atividades 
Analise de Programas (Program Evaluation and Review Technique - PERT)
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Tarefa: 
Estimativa de Recursos e Duração das Atividades 
Analise de Programas (Program Evaluation and Review Technique - PERT) 
PRAZOS (dias) 
ATIVIDADE 
OTIMISTA 
MAIS PROV. 
PESSIMISTA 
DURAÇÃO “PERT” 
DESVIO PADRÃO 
A 
15 
26 
46 
B 
40 
59 
88 
C 
38 
43 
47 
D 
28 
36 
41
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Principais Características: 
–Utiliza interações para calcular as diversas “datas” para término e suas probabilidades. 
–Necessita de histórico para maior precisão. 
–Utiliza, para as atividades do cronograma, opções de distribuições probabilísticas. 
Estimativa de Recursos e Duração das Atividades 
Simulação de Monte Carlo 
Ferramentas
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A proposta é “Analisar as sequencias das atividades, durações, recursos necessários e restrições de tempo para criar o cronograma do projeto. 
É o responsável por determinar as datas de inicio e termino planejadas das atividades e do projeto. 
Calendários do projeto e dos recursos identificam quando o trabalho poderá ser executado (ex. dias, no. horas/dia, etc.) . Calendários de projetos afetam todos os recursos 
Desenvolvimento do Cronograma
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Considerações: 
–Calendários do projeto e dos recursos identificam quando o trabalho poderá ser executado (ex. dias, no. horas/dia, etc.). Os calendários de projetos afetam todos os recursos 
Restrições de Datas 
–Restringe movimentação das datas das atividades. 
Desenvolvimento do Cronograma
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–Passos para o desenvolvimento: 
1) Identificar as atividades usando a EAP 
2) Determinar dependências entre atividades e seus relacionamentos 
3) Desenhar a rede Desenvolvimento do Cronograma 
4) Estimar duração de atividades 
5) Determinar o tempo para completar os caminhos de ida e volta 
6) Determinar folgas para cada atividade 
7) Identificar o caminho critico 
Desenvolvimento do Cronograma Diagrama de Rede
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Caminho Crítico: 
–É o maior dos caminhos através do cronograma. 
–É o caminho de menor “folga” (normalmente ZERO). 
–Determina a duração do projeto. 
–Adicionando-se “tempo” ou “atraso” ao longo do caminho crítico aumenta-se a duração esperada do projeto. 
–É possível haver mais de um caminho crítico. 
Desenvolvimento do Cronograma 
Cálculo das Folgas FOLGA LIVRE (FL) Quando uma atividade pode atrasar sem atrasar sua sucessora direta FL = IMC (sucessora) - TMC (predecessora) FOLGA TOTAL (FT) Quando uma atividade pode atrasar sem atrasar o projeto FT = IMT - IMC ou TMT - TMC (sempre de uma mesma atividade)
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Passo 1 – Crie um diagrama de rede 
Desenvolvimento do Cronograma
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Passo 2 – Defina o IMC e o TMC ou o Caminho de Ida 
Término mais cedo da atividade = Início mais cedo + duração 
Desenvolvimento do Cronograma 
Como a atividade “A” é a primeira do diagrama, considera-se o tempo 0 como tempo inicial. 
No caso da atividade “D” que depende tanto de “C” quanto de “B” deve se considerar o maior término: Término B = 5 + 4 = 9 Término C = 5 + 3 = 8 Portanto o início mais cedo de “D” é 9 sendo que o seu término será 15. O mesmo vale para a atividade F
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Passo 3 – Defina o IMT e o TMT ou o Caminho de volta 
Início mais tarde = Término mais tarde - Duração 
Término mais tarde = Menor Início mais tarde das atividades 
Desenvolvimento do Cronograma 
O caminho de volta é calculado da última para a primeira atividade. Veja Atividade “F”: como ela é a última atividade do diagrama o início/término mais tarde dela será igual ao início/término mais cedo. 
Atividade “D”: o cálculo para a atividade “D” ficaria da seguinte forma: Término mais tarde = 17 Início mais tarde = 17 – 6 = 11
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Passo 3 – Defina o IMT e o TMT ou o Caminho de volta 
Início mais tarde = Término mais tarde - Duração 
Desenvolvimento do Cronograma 
Atividade “C”: como a atividade C depende tanto de “D” quanto “E” deve ser efetuado dois cálculos para identificação do término mais tarde: Término mais tarde 1 = Menor Início mais tarde da atividade C Término mais tarde = 11 Término mais tarde 2 = Menor Início mais tarde da atividade E Término mais tarde = 8 Como a fórmula indica que deve ser usado o menor valor, o término mais tarde da atividade “C” é 8. Início mais tarde = 8 – 3 = 5
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Passo 4 – Defina as folgas 
Desenvolvimento do Cronograma 
As atividades B e D possuem uma folga livre de 2 tempos, sendo que a folga total do projeto será de 4 tempos. As atividades A, C, E e F compõem o caminho crítico do diagrama de rede do projeto e será o maior foco de atenção do gestor do projeto. Representação gráfica: 
A diferença entre início mais cedo e mais tarde é denominada folga livre.
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IMC 
IMC 
IMC 
IMC 
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TMC 
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TMC 
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TMC 
TMC 
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TMT 
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TMT 
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Início 0 dias 
Fim 0 dias 
B 3 dias 
F 2 dias 
D 3 dias 
A 7 dias 
C 6 dias 
G 3 dias 
E 3 dias 
H 2 dias 
Qual o Caminho Crítico ? 
Desenvolvimento do Cronograma 
Saiba mais: http://goo.gl/bdvevI
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IMC 
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Início 0 dias 
Fim 0 dias 
B 3 dias 
F 2 dias 
D 3 dias 
A 7 dias 
C 6 dias 
G 3 dias 
E 3 dias 
H 2 dias 
Qual o Caminho Crítico ? A – C – G – H (18 dias) 
Desenvolvimento do Cronograma
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IMC 
IMC 
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Início 0 dias 
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B 3 dias 
F 2 dias 
D 3 dias 
A 7 dias 
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G 3 dias 
E 3 dias 
H 2 dias 
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Quais as FOLGAS LIVRES? Calcule as Datas “Mais Cedo” (ida) 
FL = IMC ( sucessora) - TMC ( predecessora ) 
Desenvolvimento do Cronograma
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Qual as FOLGAS TOTAIS? Calcule as Datas “Mais Tarde” (volta) 
IMC 
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Fim 0 dias 
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FT = IMT - IMC ou TMT – TMC ( sempre de uma mesma atividade) 
Desenvolvimento do Cronograma
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Simbologia Utilizada 
Data Mais Tarde 
Data Mais Cedo 
10 
Tt 
Tc 
Evento 
A 
Atividade 
Duração 
3 
Desenvolvimento do Cronograma 
Diagrama em Flechas
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Caminhos Críticos? Datas Mais Cedo e Mais Tarde? Folgas? 
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Desenvolvimento do Cronograma 
Diagrama em Flechas
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Caminhos Críticos? Datas Mais Cedo e Mais Tarde? Folgas? 
Desenvolvimento do Cronograma 
Diagrama em Flechas
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Desenvolvimento do Cronograma 
Nivelamento de Recursos 
- Método para nivelar o cronograma quando os recursos estão superalocados 
- Garantir que os recursos não estão superestimados 
- Normalmente, aumenta o prazo do projeto 
-Tira recursos de atividades não criticas e os aloca em atividades criticas 
- Revela a verdadeira data final do projeto 
- Ajuda a apontar onde melhor alocar os recursos 
Caminho Crítico 
Caminho Crítico dos Recursos 
Foco nos recursos
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Desenvolvimento do Cronograma
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Controle do Cronograma 
Controle do Cronograma se refere a: a) Determinar o status atual do projeto b) Influenciar fatores que geram alterações no cronograma. c) Confirmar que o cronograma foi alterado d) Gerenciar as alterações realizadas quando elas ocorrerem. O controle pode se dar através de relatórios de acompanhamento do andamento das atividades, assim como da alocação de recursos nas atividades. 
Saiba mais: http://pt.slideshare.net/mcprotecnologia/mcpro-website-diagramarede

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Administração de projetos - Planejamento - Tempo - aula 9

  • 1. Page  1 aqW2 Gerenciamento de Projetos Gerenciamento do Tempo
  • 2. Page  2 Gerenciamento de Projetos Gerenciamento da Integração do Projeto e Iniciação Realizado através da aplicação dos processos do PMBOK agrupados em cinco processos e nas áreas de conhecimento : Cinco Processos Necessidades Seleção de Projetos Planejamento Implementação Controle Término Iniciação Planejamento Execução Controle Encerramento
  • 4. Page  4 Definição das Atividades Sequenciamento das Atividades Estimativa de Recursos e Duração das Atividades Desenvolvimento do Cronograma Controle do Cronograma Processos necessários para assegurar que o projeto termine dentro do prazo previsto. Identificar as atividades específicas que devem ser realizadas para produzir os diversos subprodutos do projeto. Identificar e documentar as relações de dependência entre as atividades. Estimar a quantidade de períodos de trabalho que serão necessários para a implementação de cada atividade. Analisar a sequencia e as durações das atividades, e os requisitos de recursos para criar o cronograma do projeto. Controlar as mudanças no cronograma do projeto. Gerenciamento do Tempo do Projeto Estudar métodos para definição, sequenciamento e interatividade entre atividades que irão produzir os resultados descritos na WBS
  • 5. Page  5 O processo identificará as entregas no nível mais baixo da estrutura analítica do projeto (EAP), a que chamamos de pacote de trabalho. Os pacotes de trabalho do projeto são planejados (decompostos) em componentes menores, chamados de atividades, para fornecer uma base para a estimativa, elaboração de cronogramas, execução, e monitoramento e controle do trabalho do projeto. Para o desenvolvimento deste processo é necessário acessar a EAP, dicionário da EAP, a declaração do Escopo e o Plano de Gerenciamento do Projeto. Será necessário fazer a decomposição das entregas em atividades. Utilize outros modelos já prontos. O resultado será a lista de atividades com suas atribuições e os marcos. –Marcos (Milestones) : Um marco e evento significativo do projeto, usualmente representando a entrega de um dos “deliverables” principais ou outros momentos importantes no cronograma. Também são usados para representar premissas ou restrições; Definição das Atividades
  • 6. Page  6 Decomposição das Atividades
  • 7. Page  7 Lista de Atividades com suas atribuições Lista das Atividades
  • 8. Page  8 Definição das Atividades
  • 9. Page  9 Identificação e a documentação de dependências entre as atividades do cronograma. As dependências podem ser: –Obrigatórias, ou seja, em uma ordem rígida (hard logic), deve ser executada em uma determinada sequencia; –Preferenciais ou soft logic, que são definidas pela equipe do projeto e são escolhidas por uma questão de serem mais aceitáveis ou por serem resultados de melhores práticas. –Externas, que são baseadas em necessidades ou desejos de uma parte de fora do projeto Sequenciamento das Atividades
  • 10. Page  10 Chamado de Atividade no No (“Activity on Node” - AON) Onde as setas representam as dependências Tipos: –1.Término-Início - Uma tarefa deve finalizar antes que outra inicie –2. Início-Término - Quando uma tarefa inicia, outra deve terminar –3. Início-Início - Duas tarefas devem iniciar ao mesmo tempo –4. Término-Término - Duas tarefas devem terminar ao mesmo tempo Sequenciamento das Atividades Método de Diagrama de Precedência ou PDM – Precedence Diagramming Method Início A5 A2 A3 A4 A1 Fim Dicas: usar T-I sempre que possível. As demais ligações são exceções. As ligações I-I e T-T normalmente podem ser substituídas por T-I
  • 11. Page  11 Exemplos: Sequenciamento das Atividades Método de Diagrama de Precedência ou PDM – Precedence Diagramming Method
  • 12. Page  12 A estimativa de recursos das atividades envolve determinar os recursos (pessoas, equipamentos e materiais), as quantidades de cada recurso que serão usados e quando cada recurso estará disponível para realizar as atividades do projeto.” –Tipos de recursos: Pessoas, materiais, equipamentos, suprimentos...que vão impactar nos custos do projeto. –O Trabalho é igual a duração das atividade multiplicado pelo número de recursos: T = DAT x NR - 3 dias (24h) x 1 técnico = 24 horas de trabalho (T) A duração das atividades é estimar o numero de períodos de trabalho que serão necessários para concluir atividades individuais do cronograma.” –Desenvolva as durações baseadas no tempo necessário para completar as atividades, nos recursos disponíveis e suas quantidades, premissas e restrições, históricos e riscos. Estimativa de Recursos e Duração das Atividades
  • 13. Page  13 Recursos x Atividades –Os recursos influenciam a duração de uma atividade –O tempo de dedicação, ou seja, o esforço – Part time ou Full Time influenciará a duração da atividade –Recursos mais experientes podem ajudar na finalização mais rápida da atividade Tipos de Estimativas –Análoga: Baseia-se em informações históricas –Paramétricas: fórmulas matemáticas para estimar o esforço necessário para uma atividade. Procura-se estabelecer o tempo estimado para desenvolver a atividade Três Prontos: A precisão da estimativa pode ser aprimorada se considerarmos os riscos já conhecidos na estimativa inicial. –Baseia-se em 3 tipos de estimativas: •Pessimista (P): considera o pior cenário •Mais provável (M): considera expectativas realistas, utilização dos recursos previstos, dependências e interrupções previstas •Otimista (O): considera o melhor cenário possível Estimativa de Recursos e Duração das Atividades
  • 14. Page  14 Estimativas Três Pontos - Fórmulas – PERT Onde, se a atividade tiver a duração: –+ - (1) Um DP =>68,3% –+ - (2) Dois DP =>95,4% –+ - (3) Três DP => 99,7%  Estimativa de Recursos e Duração das Atividades Analise de Programas (Program Evaluation and Review Technique - PERT) Indica a Probabilidade de finalizar a tarefa
  • 15. Page  15 Estimativas Três Pontos - Fórmulas – PERT Vamos ao gráfico: Estimativa de Recursos e Duração das Atividades Analise de Programas (Program Evaluation and Review Technique - PERT)
  • 16. Page  16 Estimativas Três Pontos - Fórmulas – PERT Agora vamos ao exemplo: Estimativa de Recursos e Duração das Atividades Analise de Programas (Program Evaluation and Review Technique - PERT)
  • 17. Page  17 Tarefa: Estimativa de Recursos e Duração das Atividades Analise de Programas (Program Evaluation and Review Technique - PERT) PRAZOS (dias) ATIVIDADE OTIMISTA MAIS PROV. PESSIMISTA DURAÇÃO “PERT” DESVIO PADRÃO A 15 26 46 B 40 59 88 C 38 43 47 D 28 36 41
  • 18. Page  18 Principais Características: –Utiliza interações para calcular as diversas “datas” para término e suas probabilidades. –Necessita de histórico para maior precisão. –Utiliza, para as atividades do cronograma, opções de distribuições probabilísticas. Estimativa de Recursos e Duração das Atividades Simulação de Monte Carlo Ferramentas
  • 19. Page  19 A proposta é “Analisar as sequencias das atividades, durações, recursos necessários e restrições de tempo para criar o cronograma do projeto. É o responsável por determinar as datas de inicio e termino planejadas das atividades e do projeto. Calendários do projeto e dos recursos identificam quando o trabalho poderá ser executado (ex. dias, no. horas/dia, etc.) . Calendários de projetos afetam todos os recursos Desenvolvimento do Cronograma
  • 20. Page  20 Considerações: –Calendários do projeto e dos recursos identificam quando o trabalho poderá ser executado (ex. dias, no. horas/dia, etc.). Os calendários de projetos afetam todos os recursos Restrições de Datas –Restringe movimentação das datas das atividades. Desenvolvimento do Cronograma
  • 21. Page  21 –Passos para o desenvolvimento: 1) Identificar as atividades usando a EAP 2) Determinar dependências entre atividades e seus relacionamentos 3) Desenhar a rede Desenvolvimento do Cronograma 4) Estimar duração de atividades 5) Determinar o tempo para completar os caminhos de ida e volta 6) Determinar folgas para cada atividade 7) Identificar o caminho critico Desenvolvimento do Cronograma Diagrama de Rede
  • 22. Page  22 Caminho Crítico: –É o maior dos caminhos através do cronograma. –É o caminho de menor “folga” (normalmente ZERO). –Determina a duração do projeto. –Adicionando-se “tempo” ou “atraso” ao longo do caminho crítico aumenta-se a duração esperada do projeto. –É possível haver mais de um caminho crítico. Desenvolvimento do Cronograma Cálculo das Folgas FOLGA LIVRE (FL) Quando uma atividade pode atrasar sem atrasar sua sucessora direta FL = IMC (sucessora) - TMC (predecessora) FOLGA TOTAL (FT) Quando uma atividade pode atrasar sem atrasar o projeto FT = IMT - IMC ou TMT - TMC (sempre de uma mesma atividade)
  • 23. Page  23 Passo 1 – Crie um diagrama de rede Desenvolvimento do Cronograma
  • 24. Page  24 Passo 2 – Defina o IMC e o TMC ou o Caminho de Ida Término mais cedo da atividade = Início mais cedo + duração Desenvolvimento do Cronograma Como a atividade “A” é a primeira do diagrama, considera-se o tempo 0 como tempo inicial. No caso da atividade “D” que depende tanto de “C” quanto de “B” deve se considerar o maior término: Término B = 5 + 4 = 9 Término C = 5 + 3 = 8 Portanto o início mais cedo de “D” é 9 sendo que o seu término será 15. O mesmo vale para a atividade F
  • 25. Page  25 Passo 3 – Defina o IMT e o TMT ou o Caminho de volta Início mais tarde = Término mais tarde - Duração Término mais tarde = Menor Início mais tarde das atividades Desenvolvimento do Cronograma O caminho de volta é calculado da última para a primeira atividade. Veja Atividade “F”: como ela é a última atividade do diagrama o início/término mais tarde dela será igual ao início/término mais cedo. Atividade “D”: o cálculo para a atividade “D” ficaria da seguinte forma: Término mais tarde = 17 Início mais tarde = 17 – 6 = 11
  • 26. Page  26 Passo 3 – Defina o IMT e o TMT ou o Caminho de volta Início mais tarde = Término mais tarde - Duração Desenvolvimento do Cronograma Atividade “C”: como a atividade C depende tanto de “D” quanto “E” deve ser efetuado dois cálculos para identificação do término mais tarde: Término mais tarde 1 = Menor Início mais tarde da atividade C Término mais tarde = 11 Término mais tarde 2 = Menor Início mais tarde da atividade E Término mais tarde = 8 Como a fórmula indica que deve ser usado o menor valor, o término mais tarde da atividade “C” é 8. Início mais tarde = 8 – 3 = 5
  • 27. Page  27 Passo 4 – Defina as folgas Desenvolvimento do Cronograma As atividades B e D possuem uma folga livre de 2 tempos, sendo que a folga total do projeto será de 4 tempos. As atividades A, C, E e F compõem o caminho crítico do diagrama de rede do projeto e será o maior foco de atenção do gestor do projeto. Representação gráfica: A diferença entre início mais cedo e mais tarde é denominada folga livre.
  • 28. Page  28 28 IMC IMC IMC IMC IMC IMC IMC IMC TMC TMC TMC TMC TMC TMC TMC TMC TMT TMT TMT TMT TMT TMT TMT TMT IMT IMT IMT IMT IMT IMT IMT IMT Início 0 dias Fim 0 dias B 3 dias F 2 dias D 3 dias A 7 dias C 6 dias G 3 dias E 3 dias H 2 dias Qual o Caminho Crítico ? Desenvolvimento do Cronograma Saiba mais: http://goo.gl/bdvevI
  • 29. Page  29 29 IMC IMC IMC IMC IMC IMC IMC IMC TMC TMC TMC TMC TMC TMC TMC TMC TMT TMT TMT TMT TMT TMT TMT TMT IMT IMT IMT IMT IMT IMT IMT IMT Início 0 dias Fim 0 dias B 3 dias F 2 dias D 3 dias A 7 dias C 6 dias G 3 dias E 3 dias H 2 dias Qual o Caminho Crítico ? A – C – G – H (18 dias) Desenvolvimento do Cronograma
  • 30. Page  30 30 IMC IMC IMC IMC IMC IMC IMC IMC TMC TMC TMC TMC TMC TMC TMC TMC TMT TMT TMT TMT TMT TMT TMT TMT IMT IMT IMT IMT IMT IMT IMT IMT Início 0 dias Fim 0 dias B 3 dias F 2 dias D 3 dias A 7 dias C 6 dias G 3 dias E 3 dias H 2 dias 0 7 7 3 0 3 3 13 6 5 13 6 16 9 16 18 Quais as FOLGAS LIVRES? Calcule as Datas “Mais Cedo” (ida) FL = IMC ( sucessora) - TMC ( predecessora ) Desenvolvimento do Cronograma
  • 31. Page  31 31 Qual as FOLGAS TOTAIS? Calcule as Datas “Mais Tarde” (volta) IMC IMC IMC IMC IMC IMC IMC IMC TMC TMC TMC TMC TMC TMC TMC TMC TMT TMT TMT TMT TMT TMT TMT TMT IMT IMT IMT IMT IMT IMT IMT IMT Início 0 dias Fim 0 dias B 3 dias F 2 dias D 3 dias A 7 dias C 6 dias G 3 dias E 3 dias H 2 dias 0 7 7 3 0 3 3 13 6 5 13 6 16 9 16 18 18 16 16 16 13 13 13 13 13 10 11 7 7 10 0 7 FT = IMT - IMC ou TMT – TMC ( sempre de uma mesma atividade) Desenvolvimento do Cronograma
  • 32. Page  32 32 Simbologia Utilizada Data Mais Tarde Data Mais Cedo 10 Tt Tc Evento A Atividade Duração 3 Desenvolvimento do Cronograma Diagrama em Flechas
  • 33. Page  33 33 Caminhos Críticos? Datas Mais Cedo e Mais Tarde? Folgas? 3 7 10 20 30 50 40 60 70 D H A E B G F C 1 2 1 5 6 2 0 13 Desenvolvimento do Cronograma Diagrama em Flechas
  • 34. Page  34 34 3 7 10 20 30 50 40 60 70 D H A E B G F C 1 2 1 5 6 2 0 13 13 7 2 3 4 1 6 7 2 0 4 5 Caminhos Críticos? Datas Mais Cedo e Mais Tarde? Folgas? Desenvolvimento do Cronograma Diagrama em Flechas
  • 35. Page  35 Desenvolvimento do Cronograma Nivelamento de Recursos - Método para nivelar o cronograma quando os recursos estão superalocados - Garantir que os recursos não estão superestimados - Normalmente, aumenta o prazo do projeto -Tira recursos de atividades não criticas e os aloca em atividades criticas - Revela a verdadeira data final do projeto - Ajuda a apontar onde melhor alocar os recursos Caminho Crítico Caminho Crítico dos Recursos Foco nos recursos
  • 36. Page  36 Desenvolvimento do Cronograma
  • 37. Page  37 Controle do Cronograma Controle do Cronograma se refere a: a) Determinar o status atual do projeto b) Influenciar fatores que geram alterações no cronograma. c) Confirmar que o cronograma foi alterado d) Gerenciar as alterações realizadas quando elas ocorrerem. O controle pode se dar através de relatórios de acompanhamento do andamento das atividades, assim como da alocação de recursos nas atividades. Saiba mais: http://pt.slideshare.net/mcprotecnologia/mcpro-website-diagramarede