Reencarnação, objetivo, justiça e escolha das provas

1.924 visualizações

Publicada em

Palestra espirita sobre REENCARNAÇÃO abordando o objetivo, justiça e escolha das provas, feitas a partir das obras básicas de Allan Kardec e demais livros espiritas
Feita por Eduardo Ottonelli Pithan

Publicada em: Espiritual
0 comentários
0 gostaram
Estatísticas
Notas
  • Seja o primeiro a comentar

  • Seja a primeira pessoa a gostar disto

Sem downloads
Visualizações
Visualizações totais
1.924
No SlideShare
0
A partir de incorporações
0
Número de incorporações
55
Ações
Compartilhamentos
0
Downloads
95
Comentários
0
Gostaram
0
Incorporações 0
Nenhuma incorporação

Nenhuma nota no slide

Reencarnação, objetivo, justiça e escolha das provas

  1. 1. Eduardo Ottonelli Pithan Grupo Vagalumes – Novo Hamburgo E-mail: epithan@bm.rs.gov.br Facebook: facebook.com/Eduardoo.pithan Facebook.com/aprendendoaviveravida 82042277
  2. 2.  EVANGELHO SEGUNDO ESPIRITISMO, Allan Kardec, Cap V  LIVRO DOS ESPIRITOS, Allan Kardec  O CONSOLADOR, Emmanuel por Chico Xavier – Pergunta 246  EVOLUÇÃO EM DOIS MUNDOS, André Luiz por Chico Xavier;  CÉU E INFERNO, André Luiz por Chico xavier
  3. 3. Hoje, em cada passo que damos, cada escolha que fazemos, vamos reparando ou agravando nossos débitos e, construindo nossa próxima encarnação, que pode ser um caminho de dor ou amor, mas a escolha sempre será nossa. (Eduardo Pithan, inspirado por amigos espirituais)
  4. 4. ARREPENDIMENTO EXPIAÇÃO REPARAÇÃO
  5. 5. Número 4 Interroguem friamente suas consciências todos os que são feridos no coração pelas vicissitudes e decepções da vida; remontem passo a passo à origem dos males que os torturam e verifiquem se, as mais das vezes, não poderão dizer: Se eu houvesse feito, ou deixado de fazer tal coisa, não estaria em semelhante condição. Número 6 Na vida presente todo efeito tem uma causa, tais misérias (situações pelas quais passamos) são efeitos que hão de ter uma causa e, desde que se admita um Deus justo, essa causa também há de ser justa. Número 12 Cada nova falta aumenta a dívida, pois não existe uma única falta contra as Leis Divinas que não crie a necessidade de reparação.
  6. 6. 990. O arrependimento se dá no estado corporal ou no estado espiritual? “No estado espiritual; mas, também pode ocorrer no estado corporal, quando bem compreendeis a diferença entre o bem e o mal.” 991. Qual a consequência do arrependimento no estado espiritual? “Desejar o arrependido uma nova encarnação para se purificar. O Espírito compreende as imperfeições que o privam de ser feliz e por isso aspira a uma nova existência em que possa expiar suas faltas.”
  7. 7. 998. A expiação se cumpre no estado corporal ou no estado espiritual? “A expiação se cumpre durante a existência corporal, mediante as provas a que o Espírito se acha submetido e, na vida espiritual, pelos sofrimentos morais, inerentes ao estado de inferioridade do Espírito.”
  8. 8. O CONSOLADOR – Chico Xavier, por Emmanuel 246 –Qual a diferença entre provação e expiação? A provação é a luta que ensina ao discípulo rebelde e preguiçoso a estrada do trabalho e da edificação espiritual. A expiação é a pena imposta ao malfeitor que comete um crime.
  9. 9. 132. Qual o objetivo da encarnação dos Espíritos? “Deus lhes impõe a encarnação com o fim de fazê-los chegar à perfeição. Para uns, é expiação; para outros, missão.
  10. 10. 573. Em que consiste a missão dos Espíritos encarnados? “Em instruir os homens, em lhes auxiliar o progresso; em lhes melhorar as instituições, por meios diretos e materiais. As missões, porém, são mais ou menos gerais e importantes. O que cultiva a terra desempenha tão nobre missão, como o que governa, ou o que instrui. Tudo em a Natureza se encadeia. Ao mesmo tempo que o Espírito se depura pela encarnação, concorre, dessa forma, para a execução dos desígnios da Providência. Cada um tem neste mundo a sua missão, porque todos podem ter alguma utilidade.”
  11. 11. 166. Como pode a alma, que não alcançou a perfeição durante a vida corpórea, acabar de depurar-se? “Sofrendo a prova de uma nova existência.” 167. Qual o fim objetivado com a reencarnação? “Expiação, melhoramento progressivo da Humanidade. Sem isto, onde a justiça?” 365. Por que é que alguns homens muito inteligentes, o que indica acharem-se encarnados neles Espíritos superiores, são ao mesmo tempo profundamente viciosos? “É que não são ainda bastante puros os Espíritos encarnados nesses homens, que, então, e por isso, cedem à influência de outros Espíritos mais imperfeitos. O Espírito progride em insensível marcha ascendente, mas o progresso não se efetua simultaneamente em todos os sentidos. Durante um período da sua existência, ele se adianta em ciência; durante outro, em moralidade.”
  12. 12. 192. Pode alguém, por um proceder impecável na vida atual transpor todos os degraus da escala do aperfeiçoamento e tornar-se espírito puro, sem passar por outros degraus intermédios? (...) “Demais, ao espirito cumpre progredir em inteligência e em moral. Se somente se adiantou em um sentido, importa se adiante no outro, para atingir o extremo superior da escala.” 780. O progresso moral acompanha sempre o progresso intelectual? a – Como pode o progresso intelectual engendrar a progresso moral? “Fazendo compreensíveis o bem e o mal. O homem, desde então, pode escolher. O desenvolvimento do livre-arbítrio acompanha o da inteligência e aumenta a responsabilidade dos atos”
  13. 13. 171. Em que se funda o dogma da reencarnação? “Na justiça de Deus e na revelação, pois incessantemente repetimos: o bom pai deixa sempre aberta a seus filhos uma porta para o arrependimento. (...)Sua justiça, porém, lhes concede realizar, em novas existências, o que não puderam fazer ou concluir numa primeira prova. (...) doutrina da reencarnação, isto é, a que consiste em admitir para o Espírito muitas existências sucessivas, é a única que corresponde à ideia que formamos da justiça de Deus para com os homens que se acham em condição moral inferior; a única que pode explicar o futuro e firmar as nossas esperanças, pois que nos oferece os meios de resgatarmos os nossos erros por novas provações.
  14. 14. 172. As nossas diversas existências corporais se verificam todas na Terra? “Não; vivemo-las em diferentes mundos. As que aqui passamos não são as primeiras, nem as últimas; são, porém, das mais materiais e das mais distantes da perfeição.” 178. Podem os Espíritos encarnar em um mundo relativamente inferior a outro onde já viveram? “Sim, quando em missão, com o objetivo de auxiliarem o progresso, caso em que aceitam alegres as tribulações de tal existência, por lhes proporcionar meio de se adiantarem.” a) - Mas, não pode dar-se também por expiação? Não pode Deus degredar para mundos inferiores Espíritos rebeldes? “Os Espíritos podem conservar-se estacionários, mas não retrogradam. Em caso de estacionamento, a punição deles consiste em não avançarem, em recomeçarem, no meio conveniente à sua natureza, as existências mal empregadas.” b) - Quais os que têm de recomeçar a mesma existência? “Os que faliram em suas missões ou em suas provas.”
  15. 15. 179. Os seres que habitam cada mundo hão todos alcançado o mesmo nível de perfeição? “Não; dá-se em cada um o que ocorre na Terra: uns Espíritos são mais adiantados do que outros.” 180. Passando deste planeta para outro, conserva o Espírito a inteligência que aqui tinha? “Sem dúvida; a inteligência não se perde. Pode, porém, acontecer que ele não disponha dos mesmos meios para manifestá-la, dependendo isto da sua superioridade e das condições do corpo que tomar.” (Veja-se: “Influência do organismo”. cap. VII, para 2ª.) .
  16. 16. 258. Quando na erraticidade, antes de começar nova existência corporal, tem o Espírito consciência e previsão do que lhe sucederá no curso da vida terrena? “Ele próprio escolhe o gênero de provas por que há de passar e nisso consiste o seu livre-arbítrio.”
  17. 17. 261. Nas provações por que lhe cumpre passar para atingir a perfeição, tem o Espírito que sofrer tentações de todas as naturezas? Tem que se achar em todas as circunstâncias que possam excitar-lhe o orgulho, a inveja, a avareza, a sensualidade, etc.? “Certo que não, pois bem sabeis haver Espíritos que desde o começo tomam um caminho que os exime de muitas provas. Aquele, porém, que se deixa arrastar para o mau caminho, corre todos os perigos que o inçam. Pode um Espírito, por exemplo, pedir a riqueza e ser-lhe esta concedida. Então, conforme o seu caráter, poderá tornar-se avaro ou pródigo, egoísta ou generoso, ou ainda lançar-se a todos os gozos da sensualidade. Daí não se segue, entretanto, que haja de forçosamente passar por todas estas tendências.”
  18. 18. 264. Que é o que dirige o Espírito na escolha das provas que queira sofrer? “Ele escolhe, de acordo com a natureza de suas faltas, as que o levem à expiação destas e a progredir mais depressa. Uns, portanto, impõem a si mesmos uma vida de misérias e privações, objetivando suportá-las com coragem; outros preferem experimentar as tentações da riqueza e do poder, muito mais perigosas, pelos abusos e má aplicação a que podem dar lugar, pelas paixões inferiores que uma e outros desenvolvem; muitos, finalmente, se decidem a experimentar suas forças nas lutas que terão de sustentar em contato com o vício.”
  19. 19. 269. Pode o Espírito enganar-se quanto à eficiência da prova que escolheu? “Pode escolher uma que esteja acima de suas forças e sucumbir. Pode também escolher alguma que nada lhe aproveite, como sucederá se buscar vida ociosa e inútil. Mas, então, voltando ao mundo dos Espíritos, verifica que nada ganhou e pede outra que lhe faculte recuperar o tempo perdido.”
  20. 20. 386. Podem dos seres, que se conheceram e estimaram, encontrar-se noutra existência corporal e reconhecer-se? “Reconhecer-se, não. Podem, porém, sentir-se atraídos um para o outro. E, frequentemente, diversa não é a causa de íntimas ligações fundadas em sincera afeição. Um do outro dois seres se aproximam devido a circunstâncias aparentemente fortuitas, mas que na realidade resultam da atração de dois Espíritos, que se buscam reciprocamente por entre a multidão.” a) - Não lhes seria agradável reconhecerem-se? “Nem sempre. A recordação das passadas existências teria inconvenientes maiores do que imaginais. Depois de mortos, reconhecer-se-ão e saberão que tempo passaram juntos.” (392)
  21. 21. DEPOIS DA MORTE — Efetivamente, logo após a morte física, sofre a alma culpada minucioso processo de purgação, tanto mais produtivo quanto mais se lhe exteriorize a dor do arrependimento, e, apenas depois disso, consegue elevar-se a esferas de reconforto e reeducação. ARREPENDIMENTO É A PORTA DE ENTRADA.
  22. 22. PRIMEIRO – ARREPENDIMENTO PARA O SOCORRO SEGUNDO – REVER O PRETÉRITO TERCEIRO – ESTUDAR QUARTO - VOLTAR
  23. 23. REENCARNAÇÕES ESPECIAIS — Entretanto, reencarnações se processam, muita vez, sem qualquer consulta aos que necessitam segregação em certas lutas no plano físico, providências essas comparáveis às que assumimos no mundo com enfermos e criminosos que, pela própria condição ou conduta, perderam temporariamente a faculdade de resolver quanto à sorte que lhes convêm no espaço de tempo em que se lhes perdura a enfermidade ou em que se mantenham sob as determinações da justiça. São os problemas especiais, em que a individualidade renasce de cérebro parcialmente inibido ou padecendo mutilações congênitas, ao lado daqueles que lhe devem abnegação e carinho. Incapazes de eleger o caminho de reajuste, pelo estado de loucura ou de sofrimento que evidenciam, semelhantes enfermos são decididamente internados na cela física como doentes isolados sob assistência precisa. Vemo-los, assim, repontando de lares faustosos ou paupérrimos, contrariando, por vezes, até certo ponto, os estatutos que regem a hereditariedade, por representarem dolorosas exceções no caminho normal.
  24. 24. REENCARNAÇÕES E EVOLUÇÃO — Criaturas que avultam na bondade, em muitas ocasiões requerem conhecimento nobilitante, e muitas que se agigantaram na inteligência permanecem à míngua de virtude. MORAL = INTELECTUAL O progresso pode ser comparado a montanha que nos cabe transpor, sofrendo-se naturalmente os problemas e as fadigas da marcha, enquanto que a recuperação ou a expiação podem ser consideradas como essa mesma subida, devidamente recapitulada, através de embaraços e armadilhas, miragens e espinheiros que nós mesmos criamos. Se soubermos, porém, suar no trabalho honesto, não precisaremos suar e chorar no resgate justo.
  25. 25. PARTICULARIDADES DA REENCARNAÇÃO — Perguntar-se-á razoavelmente, se existe uma técnica invariável no serviço reencarnatório Seria o mesmo que indagar se a morte na Terra é única em seus processos para todas as criaturas.
  26. 26. RESTRINGIMENTOS DO CORPO FÍSICO — Corpos, membros, órgãos, fibras e células são aí esboçados e estudados, antes que se definam os primórdios da rematerialização terrestre, porque, nesses casos, em que a alma oscila entre méritos e deméritos, a reencarnação permanece sob os auspícios de autoridades e servidores da Justiça Espiritual que administra recursos a cada aprendiz da sublimação, de acordo com as obras edificantes que lhes constem do currículo da existência. (...)Desse modo, regressam ao berço humano, nas condições precisas, recolhidos a novo corpo, qual operário detentor de virtudes e defeitos a quem se concede novo uniforme de trabalho e nova oportunidade de realização.
  27. 27.  Paternidade e maternidade, raça e pátria, lar e sistema consanguíneo são conjugados com previdente sabedoria para que não faltem ao reencarnante todas as possibilidades necessárias ao êxito no empreendimento que se inicia..  É senhor das experiências adquiridas que lhe despontam do ser, em forma de tendências e impulsos, recebe o Espírito um corpo físico inteiramente novo, em olvido temporário, mas não absoluto, das experiências pregressas, corpo com o qual será defrontado pelas circunstâncias favoráveis ou não do caminho que deve percorrer, para prosseguir na obra digna em que se haja empenhado ou para retificar as lições em que haja falido.  Nessas diretrizes, nem sempre estará integrado normalmente na posição em que a vida mental e o campo somático se mostram em sinergia ideal. Às vezes, deve sofrer mutilações e enfermidades benéficas, inibições e dificuldades orgânicas de caráter inevitável, porque, de aprendizado a aprendizado e de tarefa a tarefa, quanto o aluno de estágio a estágio para as grandes metas educativas, é que se levantará, vitorioso, para a ascensão à Imortalidade Celeste.
  28. 28. Evolução em dois mundos
  29. 29. 1º - A alma ou Espírito sofre na vida espiritual as consequências de todas as imperfeições que não conseguiu corrigir na vida corporal. O seu estado, feliz ou desgraçado, é inerente ao seu grau de pureza ou impureza. 2º A completa felicidade prende-se à perfeição, isto é, à purificação completa do Espírito. Toda imperfeição é, por sua vez, causa de sofrimento e de privação de gozo, do mesmo modo que toda perfeição adquirida é fonte de gozo e atenuante de sofrimentos. 3º - Não há uma única imperfeição da alma que não importe funestas e inevitáveis consequências, como não há uma só qualidade boa que não seja fonte de um gozo.
  30. 30. Quando você conseguir superar graves problemas de relacionamentos, não se detenha na lembrança dos momentos difíceis, mas na alegria de haver atravessado mais essa prova em sua vida. Quando sair de um longo tratamento de saúde, não pense no sofrimento que foi necessário enfrentar, mas na benção de Deus que permitiu a cura. Leve na sua memória, para o resto da vida, as coisas boas que surgiram nas dificuldades. Elas serão uma prova de sua capacidade, e lhe darão confiança diante de qualquer obstáculo. Uns queriam um emprego melhor; outros, só um emprego. Uns queriam uma refeição mais farta; outros, só uma refeição. Uns queriam uma vida mais amena; outros, apenas viver. Uns queriam pais mais esclarecidos; outros, ter pais. Uns queriam ter olhos claros; outros, enxergar. Uns queriam ter voz bonita; outros, falar. Uns queriam silêncio; outros, ouvir. Uns queriam sapato novo; outros, ter pés. Uns queriam um carro; outros, andar. Uns queriam o supérfluo; outros, apenas o necessário. Há dois tipos de sabedoria: a inferior e a superior. A sabedoria inferior é dada pelo quanto uma pessoa sabe e a superior é dada pelo quanto ela tem consciência de que não sabe. Tenha a sabedoria superior. Seja um eterno aprendiz na escola da vida. A sabedoria superior tolera, a inferior julga; a superior alivia, a inferior culpa; a superior perdoa, a inferior condena. Tem coisas que o coração só fala para quem sabe escutar! Chico Xavier , por Emmanuel
  31. 31. O homem sofre sempre a consequência das suas faltas, e não existe uma só infração à lei de Deus que não fique sem a correspondente punição. LEI DE JUSTIÇA. A severidade do castigo é proporcional a gravidade da falta. LEI DA AÇÃO E REAÇÃO ou LEI DE CAUSA E EFEITO. A duração do castigo para qualquer falta é indeterminada e fica subordinada ao arrependimento do culpado e o seu consequente retorno ao bem. “desde que o culpado clame por misericórdia, Deus o ouve e lhe concede a esperança. Mas o simples arrependimento não basta; é preciso a reparação da falta. Por essa razão o culpado é submetido a novas provas, onde poderá, pelo uso do seu livre-arbítrio, fazer o bem reparando o mal que praticou” Assim, o homem é constantemente o juiz da sua própria sorte. Pode abreviar o seu suplício ou prolongá-lo indefinidamente. Sua felicidade ou desgraça depende de sua vontade em fazer o bem. Na maioria das vezes, o que lhe falta e a vontade, a força e a coragem. Com nossas preces podemos lhe inspirar essa vontade, dando-lhe apoio e entusiasmo. Com nossos conselhos podemos transmitir a ele o conhecimento que lhe falta, com isso, estamos sendo instrumentos de outra lei: LEI DO AMOR E DA CARIDADE.

×