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Apresentação dos espíritos da natureza

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Estudo sobre os Espíritos da natureza ou conhecido como elementais

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Apresentação dos espíritos da natureza

  1. 1. aí NN “ÍIN
  2. 2. ACREDAITA NA EXISTENCIA DOS SERES ELEMENTAIS?
  3. 3. ESPÍRITAS AMAI-vos: ESPIRITAS INSTRUI-VOS! ESPÍRITO DE VERDADE! !!
  4. 4. x. x¡ 9_ 8 ! "i : I'M Â I ' a a 7°- 'ici . l fã"- ? › r . -3. . _, r T'_ _ _ &CX/ V5 1 í, __. _M-f . ›Ik~: -- w , « / . "r _ , i' _' CHICO miriam mp3,": LUIS CREDÍVEL? PIÂG 279 CAP50
  5. 5. i @lê s" m l¡ e 1_ l l . : - wish. = JH** “ v” ' , . , ^ ~- «~ ›~A. A _ ~: x_v-”'I "-'* FV i ¡' li '-- '_ , à . (› ' u w . -r -- “V, o ~ L *' . uv-"N. ', a ¡'- g4' " çg* , , 1 , . I a1 'We
  6. 6. Acompanhei-a sem hesitação, e ela, notando-me a estranheza, acentuou: - Não só o homem pode receber fluidos e emiti-Ios. As forças naturais fazem o mesmo, nos reinos diversos em que se subdividem. Para o caso do nosso enfermo, precisamos das árvores. Elas nos auxiliarão eficazmente.
  7. 7. Admirado da lição nova, segui-a em silencio. Chegados ao local onde se alinhavam enormes frondes, Narcisa chamou alguém, com expressões que eu não podia compreender. Daí a momentos, oito entidades espirituais atendiam-se-Ihe ao apelo. imensamente surpreendido, vi-a indagar da existência de mangueiras e eucaliptos
  8. 8. Devidamente informada pelos amigos, que me eram 'ÍOÊÃEHT lente ¡SEÍQ-iê. a enfermeira explicou: -São ireçzei. I, os irrraãâo c LlC-J nos : T- - i v¡ É¡ ; en CSI @iii . -À vista da minha surpresa, rematou: seiwricíores comuns do reino 'a
  9. 9. -Como vê, nada existe de inútil na Casa de Nosso Pai. Em toda a parte, se há quem necessite aprender, há quem ensine; e onde aparece a dificuldade, surge a Providência. - "Íiruic o ! cl est¡ e"r¡¡”c'LI'r= .¡ cl o. . 'rua ¡oÍora 1 l *firm o esíoírito irnlrireviálente. *true l lc; ;in cl eímoigj "tire11j; ¡e_; :l*zlçrçnrz¡lclzlcle, (W l T6,
  10. 10. ?OIT-ESSO i' D¡ O . .H É C; l4ercul Lhno LI! "o CEIJTRO ESPÍRITrl-x"
  11. 11. ., .-. " O aparente) mecanismo dos naturais ? está carreg', a,clo, .d. e intenções, Osfisiôlogos ; gregos sabiam disso, e-quando Tales de 'Milejto -ser ; referia a'os. ldle'us. es~ que enchiam o Mundo em suas dimensões, - afirmava o prin_, c“ípio ; espíritade 'qduega estrutura' lplanfetária, ;emxséus mínimos . detalhes, é controla_da'pelo'st Espj ritos: incumbidos. da «manutenção da Terra, djesdte os 'simples relementais. (ainda em ; evolução paraia cjonjdiçãor¡ humana! ) até os Espíritos¡ lísuperiores, .próximos da Angelitude, que. suçpervisionam : e orientam as actividades: -telúricasW
  12. 12. ;a Hi T ? Ui P” É TA D ; E C A i_ Ni .43. 513,9; w
  13. 13. .L. llH? .l~? t,í'-. .l;9' "list, "vtuétff : el: VIA u. : 1:43 l l: rf_ Íífvlgjíçitçkâ? “ÍFJ Ale-Lil: lj'= ;;-j'- . nm : ,_' 1 ; lt l ; ijiílit-islitgiãtlín , cifras 7 r a , I i , scale , i,_r; íljl;4_j_ »a '_i”; l_í_l7l_i. zllailuil A; _, fiákfl~, .l, ¡§i: ,lt'. i«t *la ÍÍUÍÉ- êkfkftãjlê? * ir-l , lf;1i§, íii; l I"= .I~, Íl=4.*' l ; lua as»
  14. 14. "Podemos parar aqui um par. l a' e goensar se «Jesus PÊÍO ' rconsciência cia. *tempeei; a.: ie, cguancio tudo era violêrgcie, :: dos elementos ida. tslattureza. , e os cêiscípLqlos esvtavanw apavorados, logo estariam gritarlcfo pois cane se sentiam inseguros. "
  15. 15. " E Jesus não acordava? E seria preciso Ele acordar? Não estaria Ele a pôr à prova mais uma vez aqueles homens, que escolhera para O seguirem, e serem eles os continuadores de Sua mensagem? Como quer que seja, o facto de estar Jesus a dormir trancauilamente, durante a tempestade, atesta de Sua parte uma segurança que se pode explicar pela circunstância de que Seu Espírito via não haver perigo nenhum e que a tempestade ia amainar. "
  16. 16. l O EVANGELHO SEGIMDOOESPRITISNIO BODAS DE ALLAN KARDEC . ~ . CANA DEJOÃO EVANGELHO
  17. 17. “ ? ÍrTÍÍiÍÂEílE-Íãfãsíãíi ; tim íiíitiitítça : nbr . ea 'ir]ÍJÉÇIÇiÍIÍIEJÉ; i Í ÍITY': lI'~*r'. -.. l=' r -T: "z. *: ta: ,kTfiÍÍvR- Iíifiiif 1» u; 13-17; lie) ? A154 tt- leiiiltz-lãt, u I=4 'Jia', -= .li7lifz. lÍle-iift. ÃíiíÍlÍitkilfiêà» rczcm, IP's» Nail'r, '¡_i:4_| _i, l~; tl; ;,, lííj": Hr Mai: :
  18. 18. ;El fa' 'FEI"ÍÍÍÍ_, _ÍÍÍ_E_IÍF'ÊLL, jrjrflii; i*'çiñ , nr 7,6¡ . ) liri_ '. _À r' r . í! .i'à_; f6(= ii= .,ll x. . ¡ 'iii ; 'í'-. “=". '_. ” s = 'qlrÚiIF-_I v' n . » v-llgl A; ,|; ;r= j|l, _ll. J-. ilt Nil"- . I "l lc¡ l( ~Is_l'll'~: n ? SJ-iii i: :: lã left: ' #um mui* lzl : l kdquiãcrlt, Íl-. ltlne 'Íql l 4]_ n "Íicl -. : p: *-l n l Tufi-A. : 1-. n* a».
  19. 19. qu_ Auem› ' Ano 2 n' s e, ; 'a à. ” à. : $250' . _ f. -_. ,._ Ae tempestades = pág' “eliilõíà-j _r Espíritos nos fenómenoe-naiúñíej à _ _ "Concebemos perfeitamente', ' ' que a vontade de Deus seja a- causa primeira, nisto como em todas as coisas, mas sabemos também que os Espíritos são agentes. Ora, uma vez que sabemos que os Espíritos têm uma acção sobre a matéria, não vemos porque, alguns dentre eles, não teriam uma acção sobre os elementos, para acalmá-los, dirigi-los. "
  20. 20. REVÃSTA . ..O duende doméstico me ESPIRITA entretinha. .. eu repetia o que ele murmurava em meu ouvido atento. A encantadora coisa de sentir viver ao redor de si, esses hóspedes invisíveis. Com 'Ç'“"'? ? eles nada de mistérios, eles , . r ç í vos amam, embora Ano 3 ng malgrado VOS COnhecçe . .a melhor do que não . :'95 ^ 0 Duende vós mesmos. Familiar lillltkâq Iâl. Al¡[ Espirito comuni. _ “
  21. 21. A ACÇÃO nos ESPÍRITOS A NOS FENOMENOS DA A a' NATUREZA: PERG 535/540 P: São devidos a causas fortuitas, ou ao contrário, têm todos um fim providencial? ... R: Tudo tem uma razão de ser e nada acontece sem a permissão de Deus.
  22. 22. P: Objectivam sempre o homem esses fenómenos? R: às vezes têm, como imediata razão de ser, o homem. Na maioria dos casos, têm t; or único motivo o resrtafaelecimehto do eouilítario e da harmonia físicas da Natureza P: os Espíritos exercem certa influência sobre os elementos para os agitar, acalmar ou dirigir? R: Nem poderia ser de outro modo. Deus não exerce acção directa sobre a matéria. É encontra agentes dedicados em todos os csraus da escala dos mundos! !!
  23. 23. Na mitologia encontramos ideias de muitos deuses P: .. .esses espíritos eram encarregados dos ventos, dos raios, outros de presidir ao fenómeno da vegetação, etc. isto é destituído de fundamento? R. Tão pouco destituída é de fundamento, que ainda está muito aquém da verdade. P: Há espiritos que habitam o interior da Terra e presidem aos fenómenos geológicos? R: Não habitam positivamente a Terra. Presidem aos fenómenos e os dirigem de acordo com as atribuições que têm. Dia virá em que recebereis a explicação de todos esses fenómenos e os compreendereis.
  24. 24. -. A. ,¡ 1. n ' by? h- ! U. _›VÀ ¡ e . .n vlkal í '_nn n -na _n j. : j' il', “v4 "=3:Í'~. “Íil rí"| '“u . M_ M. , l_ í i 5-.
  25. 25. P: 560- Tem atribuições especiais cada Esphho? Resp: - Todos temos que habitar em toda a parte e adguirir o conhecimento de todas as coisas, presidindo sucessivamente ao gue se efectua em todos os pontos do Universo. ivias, como diz o Eclesiaste, há tempo para tudo. Assim, tal Espírito cumpre hoie neste mundo o seu destino, tal outro cumprirá ou iá cumpriu o seu, em época diversa na Terra, na Água, no Ar, etc.
  26. 26. LIVRO DOS Espinhos, p: 536 a 54o P: - São cêevictas a causas 'fortuitas, ou ao contrario, têm 'todos um tim EJFOVÍCÊQMCÍSJ, os grandes 'fenómenos da Natureza, os que se consideram como perturbação dos elementos? Tudo tem uma rem-cão de ser e ¡iacta acontece sem a permissão de Deus!
  27. 27. P: - Objectivam sempre o homem esses fenómenos? R: - às vezes têm, como imediata razão de ser, o homem. Na maioria dos casos, entretanto, I u x A. .. _M_ -_ u #A v_ . -trico ircixre e . select . feixe do ec: _-¡lí': ¡ie e : ta: ¡farm Ti? :a Eli; reza
  28. 28. P: - sabendo que os Espíritos exercem acção sobre a matéria e que são os agentes da vontade de Deus, perguntamos se glguns dentre eles, não exercerão certa intluência sobre os elementos para os agitar, acalmar ou dirigir? Rz- Nem poderia ser de outro modo. Deus não exerce acção directa sobre a matéria. Ele encontra ggentes ciedicactos em todos os graus da escala dos mundoslll!
  29. 29. Umbanda SSÍUCÍB estes seres e até 'têm 'trabalhos com eles o ESPÍRITO DE ROCHESTER NO LIVRO "NARRATIVAS no OCULTO" Editora Boa Nova SSCTC-'Àiç-L' sobiregas, ". . . .a oncinas, r e à n l" *l -I- 'a A a3 IJo L- cS R** r¡ f¡ - r¡ 'rm 'f' "I d; ' L c- cinto: : C C13 IÍOlSS . _› . r 7._ x¡ -l u. . i Lv Ã"
  30. 30. INICIAQ ÃOT- VIAGEM ASTRAL - João Nunes Maia Espirito LancÍelinz- "Os mares são divididos, assim como fa Terra e o ar, as plantas e os animais, e' em _cad_a 'divisão há um plano de assistência: infalível porfser de'ordem divina. Nos oceanos, desdeo protozoário, à baleia, não falta» a protecção 'dos Espíritos encarregados nesse labor de Deus. As montanhas, campinas, laveuras, cerrados, matos, horticultura, floricultura, pecuária, t_udo recebe as bênçãos, de Deus, atravésdos Espíritos adestrados neste ramode operação
  31. 31. O ar, e o fogo têm sua falanges que os orientam; as chuvas, até mesmo as tempestades, os tufões e os furacões, que aparentemente são destruidores, Iimpam a A A Natureza carregada de é magnetismo inferior plasmado pelo próprio homem, que se descuidou da higiene mental! "
  32. 32. É¡ Existem Espíritos Elementais na L -2 ' Natureza? _ l R: Sim, existem e contribuem em favor j; do desenvolvimento dos recursos da 'r Natureza. tornando-se assim alguns * oívíiiiíó” deles "deuses". Qual o estágio evolutivo? R: Alguns de elevada categoria e comandam os menos evoluídos que se lhes submetem docilmente.
  33. 33. .to . trainee . têàiêíi íefjiííàlft = u m: .I '-4 ; il r; _ _ '. V4, 1:. : ' : :limit ' sl' . u r u, ': _tf'+lj'tiçl”v. _l l5;l_l~, _l[T-* u, -. :: ? katia . im Í"f-r= .;I. Íi-fl'. ii. 'lÍl<'-_~ r Im i IÍll: , i'll r I i1¡ I "'l: - : R1 -l 'alva _gl , ljiÍl-“_l . ln*_i~“ -psr-s¡ . ._.
  34. 34. Vivemos na Sê Dimensão, certo? Existem então outras dimensões, abaixo e acima de nós? Muito ainda temos que palmilhar neste vasto campo do Conhecimento da Vida e de seus segredos, que serão um dia entendidos por todos nós, quando tivermos ouvidos de ouvir e olhos de ver.
  35. 35. Ainda que haja uma terrível tempestade l e grande destruição i0¡ . a i P' à sua volta, leia , E °'7:: Í 7-* ' Â . l , z , k ; i não te assombres, porque Eu sou o teu Deus. Tu estarás seguro no meio da tempestade, na palma da Minha mão, por debaixo de ti estão os Meus braços eternos. " (ls.41:1o; Deut.33:27

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