O CRISTÃO E AS FINANÇAS
Planejando em Tempos de Crise
O QUE É ERRADO?
• AMOR AO DINHEIRO
• DESAPEGO DO DINHEIRO
• AMOR AS COISAS
• DESAPEGO DAS COISAS
O QUE É ERRADO?
• AMOR AO DINHEIRO
• DESAPEGO DO DINHEIRO
• AMOR AS COISAS
• DESAPEGO DAS COISAS
“ Porque o amor ao
dinheiro é a raiz de
toda a espécie de
males; e nessa
cobiça alguns se
desviaram da fé, e se
traspassaram a si
mesmos com muitas
dores." I Timóteo 6:10
TER DINHEIRO
• SEGURANÇA
• COMIDADE
• CONTROLE
• PODER
• STATUS
• LIBERDADE
NÃO TER DINHEIRO
•INSEGURANÇA
•INFERIORIDADE
•MEDO
•ANSIEDADE
"E disse-lhes: Acautelai-
vos e guardai-vos da
ganância; porque a vida
do homem não consiste
na abundância do que
possui.” Lucas 12:15.
DINHEIRO X FELICIDADE
INSANIDADES
•“PENSAR APENAS NO FUTURO,
ESQUECER O PRESENTE. E NÃO
VIVER NEM O PRESENTE E NEM O
FUTURO.”
INSANIDADES
• “NEGLIGENCIAR A SAÚDE PARA GANHAR
DINHEIRO, E TER QUE GASTAR O DINHEIRO
PARA RECUPERAR A SAÚDE QUE PERDEU”
INSANIDADES
• “ECONOMIZAR COMO SENUNCA
FOSSE MORRER. E MORRER COMO SE
NUNCA
TIVESSEVIVIDO”
DINHEIRO
O Dinheiro é usado como minha
arma para controlar.
“Eu o ganhei, eu decido como
usá-lo”.
 Serve para comprar o amor.
 Com o dinheiro consigo tudo.
BÍBLIA
• “Dos 107 versículos do Sermão da Montanha, 28
tratam da mordomia; das 49 parábolas, 16 usam
dinheiro ou bens materiais como base de instrução e
8 delas nos ensinam como usar nosso dinheiro”
W.C. Taylor
BENÇÃO
“O dinheiro não é necessariamente uma
maldição; ele é de grande valor porque se
corretamente usado, pode fazer bem na
salvação de almas, em bênçãos a outros que
são mais pobres do que nós mesmos.
Mediante uso inadequado ou desavisado, ... o
dinheiro se tornará um laço para o seu
possuidor”EGW, LA 372
“Nossas bênçãos temporais são-nos dadas
em confiança, a fim de se provar se nos
podem ser confiadas às riquezas eternas”.
EGW, O Lar Adventista, p. 367.
DÍVIDAS
“E quando alguém se envolve com dívidas,
caiu na armadilha que Satanás
prepara para as almas...
Em lugar disto, negue a você mesmo mil coisas, em
vez de incorrer em débito.”
O Lar Adventista,pág. 392, 393
DÍVIDAS
“E quando alguém se envolve com dívidas,
caiu na armadilha que Satanás
prepara para as almas...
Em lugar disto, negue a você mesmo mil coisas, em
vez de incorrer em débito.”
O Lar Adventista,pág. 392, 393
“Tem-se cometido erros ao incorrer em dívida para
fazer o que poderia ter esperado até um tempo
qualquer no futuro.” CM., 278
“Todos devem aprender a praticar a economia.
Nenhum Cristão deve manejar seus negócios de
modo a incorrer em dívida. ...Envolvendo-se
voluntariamente em dívidas, ele se está amaranhando
numa das redes de Satanás colocada para apanhar as
almas.” Colp. Evang., 97
DÍVIDAS
1. Cortar todos os gastos possíveis
2. Não contrair mais dívidas
3. Fazerum plano de quitação
4. Pagar primeiro as pessoas físicas, ou as
que mais juros cobrem
5. Cuidado ao fazerempréstimos para
pagar empréstimos
6. Não deixar de ser fiel a Deus nos
dízimos e ofertas porcausa das dívidas
• “Vi que alguns se têm escusado de ajudar à
causa de Deus por terem dívidas. Tivessem
eles examinado cuidadosamente seu próprio
coração, e teriam descoberto que a verdadeira
razão de não levarem a Deus oferta voluntária
era o egoísmo.
“Alguns sempre continuarão devendo. Devido
à sua cobiça, a mão prosperadora do Senhor
não estará com eles, para lhes abençoar os
empreendimentos. Amam mais a este mundo
do que à verdade. Não estão sendo
habilitados e preparados para o reino de
Deus”EGW, CSM 93
“Alguns não se têm erguido e unido no plano
da doação sistemática, desculpando-se de não
estarem livres de dívidas. Alegam que
primeiro a ninguém devem ficar devendo
coisa alguma. (Rom. 13:8.) Mas o fato de
terem dívidas não os escusa...”
Conselhos sobre Mordomia, 258
“Gastar e usar o dinheiro para qualquer fim,
antes que o mesmo seja ganho, é um laço...
Esteja determinado a nunca mais tornar a
incorrer em dívidas. Negai-vos antes mil
coisas a incorrer em dívidas. Evitai-as, como
evitaríeis a varíola.” EGW, Lar Adventista, 392
QUEM VENCERÁ?
“Cuide dos centavos, e os reais
cuidarão de si mesmos.”
EGW, Conselhos Sobre Mordomia, 257
“Não nos devemos sentir perturbados se
nossos vizinhos constroem suas casas
e as mobiliam de tal forma que
não somos autorizados
a acompanhar.”
EGW, O LarAdventista,
pág. 384
CONSELHOS PRÁTICOS
 Comece a comprar na presença de Deus.
 Quem controla as finanças?
Reúna os fatos antes de qualquer
decisão financeira importante.
 Não confunda preço com qualidade.
 Medite muito sobre compras grandes.
 Evite, ou pelo menos adie compras a crédito.
 Evite viagens desnecessárias.
 Pratique a medicina preventiva.
 Pergunte pelos preços à vista -Pechinche!!!
PAGUE TUDO NO MESMO DIA
• Mude a data de vencimento de todas as suas
contas fixaspara logo após o dia em que cai o seu
salário. Assim fica bem mais fácil se organizar. O
dinheiro entra, você já paga tudo o que deve e
fica na conta apenas com o dinheiro necessário
para passar o mês.
CRIE PRAZOS PARA SEUS OBJETIVOS
Quer juntar dinheiro para comprar um carro?
Daqui a quanto tempo? Quando as metas
têm data ficamos maismotivados para
alcançá-las.
FALE SOBRE DINHEIRO EM FAMÍLIA
• Se você é casado, o tema finanças
deve fazer parte do dia-a-dia do
casal. Se tem filhos, o mesmo vale
para a família.
BUSQUE OUTRAS FONTES DE RENDA
• Para que ficar dependendo apenas do seu salário,
quando você pode distribuir os ovos em várias
caixinhas?
FÉRIAS AO CARTÃO DE CRÉDITO
• O grande problema do cartão de crédito é nos dar
a falsa impressão de que temos uma renda maior
do que na realidade.
COMPRAS COM DINHEIRO VIVO
• Outra dica infalível para quem não quer gastar
mais do que o planejado no supermercado ou no
shopping é irfazercompras com o dinheiro
contado na carteira. Assim nos preocupamos mais
em saber quanto estamos gastando e caso o valor
final ultrapasse nossa meta, seremos obrigados a
deixar algumas coisasna prateleira.
NÃO SE CONSOLE COM COMPRAS
• Depois de uma semana difícil de trabalho, é muito
comum cedermos a um impulso de consumo com
o pensamento “eu mereço comprar isso”.
APRENDA A DIZER NÃO
• Quantas vezes você já prometeu ficarem casa no
fim de semana, mas acabou cedendo à pressão
da turma para sair (e gastar demais)? Seja firme
quando não quiser fazer alguma coisa. Quem for
amigo de verdade irá entender
.
PEQUENOS GASTOS
• Um chocolatinho depois do almoço e o lanchinho
da tarde não fazem diferença no seu orçamento,
certo? Errado! Algumas pessoas acabam
ignorando os pequenos gastos do dia-a-dia sem
perceber que, muitas vezes, eles são os principais
vilões do orçamento.
POUPE
• Tudo bem que o ideal é guardar 15%da sua renda.
O segredo então é poupar o que for possível.
Imagine que sua poupança mensal é mais uma
conta que tem vencimento e não pode deixar de
ser paga.
“Deus quer que todos os obreiros pratiquem a
economia e, especialmente, que sejam fiéis
contabilistas.” EGW Test., vol. 7, 206
“Devemos praticar a economia em todos os sentidos
para conservar-nos flutuando, e não nos
submergirmos nas dívidas...” EGW, CM pg, 270
PARA PENSAR
• “Foi-me apresentado que a
incapacidade para economizar nas
coisas pequenas é uma das razões de
muitas famílias sofrerem a falta das
coisas necessárias da vida”.
EGW Orientação da Criança, pág. 135.
PARA PENSAR
MERCADO
• A maioria compra por impulso. Pelos apelos
da propaganda.
• Compram sem planejar. Leve uma lista.
• Leve uma calculadora.
MERCADO
• Não se deve ir com fome e sede
• Não ir para passear.
• Não se deve levar crianças.
CRIANÇAS
• I
NFLUÊNCIA DE PERSONAGEM FAMOSO
• I
NFLUÊNCIA DA PUBLICIDADE
• I
NFLUÊNCIA DE BRINDES E JOGOS
• I
NFLUÊNCIA DE AMIGOS
CONSUMISMO
• “A vida se resume num constante desejo de
ter, e no tédio de possuir
."
CONSUMISMO
• “Compramos o que não precisamos com o
dinheiro que não temos para impressionar
quem não gostamos."
PERGUNTAS
PARA AVALIAÇÃO
DE COMPRAS EM
POTENCIAL
7/7
 Necessito disto realmente?
Tenho dado a Deus uma oportunidade de prover
isto dentro do preço ao meu alcance?
Isto significará progresso em meu crescimento
espiritual?
É esta compra motivada por um certo amor
às coisasmateriais?
 Quanto tempo posso esperar por isto até que
tenha uma real necessidade?
 T
enho dúvidas sobre isto?
 É um bom investimento?
Posso pagar à vista, ou esta compra me deixa com
dívida?
 É ela importante para minha família?
 T
al compra agradará a Deus?
“Cuidai dos centavos – Não
gasteis vossos centavos e reais
na aquisição de coisas
desnecessárias. Podeis pensar
que essas pequenas
importâncias nada
representarão muito... Deus...
gostaria que praticassem a
economia em tudo, e nada
desperdiçassem”.
EGW, O Lar Adventista, p. 383
ORÇAMENTO
 Planejamento: curto, médio e
longo prazo
 Orçamento
 Controle de Despesas
 Fundo de Reserva
• “Todos devem aprender a tomar notas
de suas despesas. Alguns o
negligenciam como não sendo coisa
essencial; é um erro, porém. Todas as
despesas devem ser anotadas com
exatidão.
” EGW, O Lar Adventista, pág. 374.
CONTROLAR TUDO
APLICATIVOS
FUNDO DE RESERVA
• Será calculado tendo como base a
diferença entre o total das receitas e
despesas.
FUNDO DE RESERVA
• Toda semana você deve pôr em lugar
seguro alguma quantia e não ser tocada
salvo em caso de enfermidade. Com
economia pode pôr alguma coisa a
render. Manejando com sabedoria você
pode economizar alguma coisa depois
de haver pago as contas.”
EGW, O LarAdventista, pág. 396.
PROVÉRBIOS 21:20
•
CASA PRÓPRIA
 Ter uma casa própria deve ser o plano
de investimento de toda família
 Mesmo os empregados que moram em
residências funcionais ou que têm auxílio
do aluguel devem priorizar a aquisição
da casa própria
 A casa própria trará segurança
financeira e emocional e proporcionará
bem-estar para todos os membros da
família
Estabilidade financeira
associada ao tamanho
não está
do salário
mas sim na forma como se
administra aquilo que se ganha.
Saber gastar é tão importante
quanto saber ganhar.
“Se nos compenetramos de que Deus é
o doador de todo o bem, que o dinheiro
Lhe pertence, então exerceremos
sabedoria no gastá-lo, de conformidade
com Sua Santa vontade. O mundo, seus
costumes, suas modas, não serão nossa
norma. Não teremos o desejo de
conformar-nos com suas práticas; não
permitiremos que nossa própria
inclinação nos controle.
”
EGW, O Lar Adventista, pág. 368.
"Antes te lembrarás do
Senhor teu Deus, que
ele é o que te dá força
para adquirires riqueza;
para confirmar a sua
aliança, que jurou a
teus pais, como se vê
neste dia.” Dt 8:18.
QUEM NOS DÁ FORÇAS?
DEUS EM PRIMEIRO
APlaC UCOB DSA Educação Novo Tempo Sels
UCOB
10%
DSA
10%
AG
3%
2,5%
EDUCAÇÃO: 1,5% IAP
1,5% IABC
NOVO TEMPO
1%
SELS
73,5%
APLAC
10
%
AG
10%
6
0
%
2
0
%
1
4
%
3,60%
2,
4%
I
g. Logal Mundiais APLAC UCOB DSA
IGREJA MUNDIAL
IGREJA MUNDIAL
• Jesus vai voltar, não quando
pregarmos o evangelho apenas aqui.
Mas quando pregarmos no mundo
todo.
• Nossa igreja não é apenas local, mas
mundial. Não é congregacionalista.
• O sangue de Jesus não teve efeito só
para os israelitas que creram nEle, mas
para todo mundo.
IGREJA MUNDIAL
• Se os pioneiros da IASD pensassem
apenas na comunidade local, o
evangelho nunca teria chego aqui no
Brasil, nem alcançado você.
• Quando a oferta é sistemática e
segue o plano da IASD, haverá
sempre recursos para os
departametos.
IGREJA MUNDIAL
• Essa é a orientação, mas a igreja
deixa cada membro livre.
Soou a Hora
de Brasília
O S W A L D O R . A Z E V E D O
(Presidente da União Sul-Brasileira tia
I. A. S. D.)
M U I T O t e m sido escrito o u
falado a respeito d e Brasí-
lia e n ã o desejamos acumular
mais palavras a o q u e f o i dito
ou escrito, m a s apenas salien-
tar q u e aquela Brasília espera-
da e desejada através d e mui-
tos anos, aquela cidade ciclópi-
ca l á está para atestar d a von-
tade d e u m povo n a luta pelo
seu propósito d e progredir e de-
senvolver-se. E a o passar pelas
ruas daquela maravilhosa m e -
trópole, constataremos q u e l á
há d e tudo a f i m d e q u e seja
mantida a vida: H á a l i belas
residências, amplas avenidas,
boa iluminação, bons mercados,
boa água, hospitais, escolas d e
todos os níveis, h á u m próspero
comércio e sobretudo está a l i
a sede do Governo Federal. H á
ali d e tudo q u e se possa ima-
g inar a f i m d e proporcionar o
bem-estar social e material aos
seus 200.000 habitantes.
Mas apesar d e todas essas
possibilidades, algo essencial es-
tá faltando. U m a falta que cla-
ma aos C é u s ! - O TEMPLO
ADVENTISTA.
É chegada a hora d e preen-
chermos esta lacuna; é chegada
a hora d e Brasília possuir uma
Igreja Adventista. Devemos l e-
vantar-nos como u m povo u n i -
Est a a pr i m
ei r a casa de r euni ões da i gr
const r uç
do e construir imediatamente a
Igreja Adventista d e Brasília.
Contamos c o m o apoio d e t o -
dos os irmãos e amigos d o s
quatro cantos d o Brasil para
que esta obra seja levada a efei-
to c o m a maior presteza.
Há ali grandes possibilidades
de evangelização e j á os pro-
gramas d a V o z d a Profecia e
Fé para Hoje estão n o ar. Pos-
suímos u m ótimo e amplo ter-
reno.
Em se tratando d a Capital
de nossa amada Pátria, este apê-
Q
<
D
i $- posi çi
UANDO a l uz di vi na bril ha no c
egoí sm
o habi t ual af rouxa as gc
Deus. . . . Sat anás . . . nã o se a
rei no do Redent or . . . .
O coração dos homens endurece-
Bem
, di rá al guém
, cont i nuam a
cansado de dar. E
starei s m
esm
o cai
E
stai s cansados de receber das benel
de vos abençoar, dei xarí ei s de esta
que rei vi ndi ca. Êl e vos abençoa par
outros. Quando est i verdes cansados
cansado de tantos pedi dos para da
e 42.
Templ o advent i st a d e Taguat i nga, s a -
t él i t e de Br así l i a.
18 REVISTA ADVENTISTA Junho, 1964
Soou a Hora
de Brasília
O S W A L D O R . A Z E V E D O
(Presidente da União Sul-Brasileira tia
I. A. S. D.)
M U I T O te m sido escrito o u
falado a respeito d e Brasí-
lia e n ã o desejamos acumular
mais palavras ao q u e f o i dito
ou escrito, m a s apenas salien-
tar q u e aquela Brasília espera-
da e desejada através d e mu i -
tos anos, aquela cidade ciclópi-
ca lá está para atestar d a von-
tade d e u m povo n a luta pelo
seu propósito d e progredir e de-
senvolver-se. E ao passar pelas
ruas daquela maravilhosa m e -
trópole, constataremos q u e lá
há d e tudo a f i m d e q u e seja
mantida a vida: H á a l i belas
residências, amplas avenidas,
boa iluminação, bons mercados,
boa água, hospitais, escolas d e
todos os níveis, h á u m próspero
comércio e sobretudo está a l i
a sede do Governo Federal. H á
ali d e tudo q u e se possa ima-
ginar a f i m d e proporcionar o
bem-estar social e material aos
seus 200.000 habitantes.
Mas apesar d e todas essas
possibilidades, algo essencial es-
tá faltando. Uma falta que cla-
TEMPLO
ma aos C é u s ! - O
ADVENTISTA.
É chegada a hora d e preen-
chermos esta lacuna; é chegada
a hora d e Brasília possuir uma
Igreja Adventista. Devemos le-
vantar-nos como u m povo u ni-
Est a a pr i mei r a casa de r euni ões d a i gr
const r uç
do e construir imediatamente a
Igreja Adventista d e Brasília.
Contamos c o m o apoio d e to-
dos os irmãos e amigos dos
quatro cantos d o Brasil para
que esta obra seja levada a efei-
to c o m a maior presteza.
Há ali grandes possibilidades
de evangelização e já os pro-
gramas d a V o z d a Profecia e
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suímos u m ótimo e amplo ter-
E
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a " I g r e j i n h a " q u e f i c a a o l a -
d o d a s u p e r q u a d r a d o I A P B ,
se n d o q u e a m a i o r i a a i n d a
a p r e se n t a m a sp e ct o s p r o v i só -
r i o s) , i n c l u í d a s a m a t r i z , o u -
t r a s i gr e j a s n ã o p r i n c i p a i s,
ca p e l a s p ú b l i ca s e n ã o p ú b l i -
ca s.
P o d e m o s a f i r m a r q u e m a i s
d e. q u a r e n t a t e m p l os p r o t e s-
t a n t es, a l é m d e q u a r e n t a e
u m sa l õ e s d e cu l t os, d e v á -
r i a s d e n o m i n a ç õ e s se e r g u e m
e m B r a sí l i a ( a l g u n s j á e m
c o n st r u ç ã o d e f i n i t i v a , o u t r o s
a i n d a e m c a r á t e r p r o v i só r i o ) .
É d i gn o d e s e r m e n c i o n a d o
a q u i o T e m p l o M e m o r i a l B a -
t i st a , n a A v . W - 5 q u e é u m a
g e m a d a a r q u i t e t u r a b r a s i l i -
e n se . E s t e t e m p l o q u e c u s-
t ou h á u n s t r ês a n o s, m a i s
o u m e n o s 9 0 m i l h õ e s d e c r u -
z e i r o s , c o n st i t u i - se n u m a v e r -
d a d e i r a a p o t e o se e t o r n a - se
u m d e sa f i o a t od os q u a n t os
a m a m a i g r e j a a q u e p e r t e n -
c e m , p oi s ê l e f oi u m a d oa ç ã o
d e u m m e m b r o d a i g r e j a b a -
t i st a d o s E st a d o s U n i d o s a o s
M agni fi cent e T empl o M emor ial Bat i st a, sit uado n a Av en i d a W- 5 .
m e m b r o s d a r e f e r i d a i g r e j a ,
e m B r a sí l i a .
P a r a a l e g r i a d e t od os os
n osso s i r m ã o s d o B r a s i l q u e -
r e m o s d i z e r q u e a n o ssa i gr e -
j a a l i t a m b é m p r o g r i d e d e
m a n e i r a i m p r e ssi o n a n t e .
N o s s o t e m p l o n a c i d a d e s a -
t él i t e d e T a g u a t i n g a f o i o p r i -
m e i r o , d e n o ssa d e n o m i n a ç ã o ,
a s e r c o n st r u í d o n o D i st r i t o
Congresso N aci on al e M i n i st ér i os.
o d i a 2 0 d e j u n h o .
F e d e r a l . T r a t a - s e d a ú n i c a
i gr e j a c o m p l e t a m e n t e a c a b a -
d a n e ssa c i d a d e , se n d o q u e
a s d e m a i s sã o sa l õ e s i m p r o -
v i sa d o s, i n c l u si v e a c a t ó l i c a .
N o m o m e n t o c o n t a m o s c o m
m a i s d e 7 0 0 m e m b r o s n a e s -
c o l a sa b a t i n a , e n g l o b a d o s o s
d i v e r so s g r u p o s q u e t e m o s
e m B r a sí l i a .
N ã o n o s e sq u e ç a m o s, i r -
m ã o s : E m B r a sí l i a d e v e r e -
m o s p r e g a r o e v a n g e l h o d o
A d v e n t o a o s g r a n d e s d e n o ssa
t e r r a . T u d o e st á se n d o p r e -
p a r a d o p a r a a l c a n ç a r m o s es-
se o b j e t i v o . E n t r e t a n t o , c o m
o n o sso t e m p l o n o P l a n o P i -
loto se r á m u i t o m a i s f á ci l .
E s t a é a g r a n d e p r e o c u p a ç ã o
d a U n i ã o S u l - B r a s i l e i r a e a
p r i n c i p a l m e t a a s e r a l c a n ç a -
d a p e l a M i s s ã o G o i a n o - M i -
n e i r a n o s d i a s q u e e st ã o à
n o ssa f r e n t e . C o m D e u s e
c o m o a p oi o e o r a ç õ e s d o s
n o sso s i r m ã o s d e t o d o o B r a -
si l , c o n se g u i r e m o s l e v a r a c a -
b o m a i s este e m p r e e n d i m e n -
to d a C a u s a d o S e n h o r .
P o d e m o s a f i r m a r q u e m a i
s de . q u a r e n t a t e m p l os p r o t e
s- t a n t es, a l é m d e q u a r e n t a
e
u m sa l õe s d e cu l t os,
r i a s d e n o m i n a ç õ e s se
e m B r a sí l i a ( a l gu n s
con st r u çã o d e f i n i t i v a ,
d e v á -
e r g u e m
j á e m
ou t r os
a i n d a e m c a r á t e r p r o v i só r i o ) .
É d i gn o d e s e r m e n c i o n a d o
a q u i o T e m p l o M e m o r i a l B a -
t i st a , n a A v . W - 5 q u e é u m a
ge m a d a a r q u i t e t u r a b r a si l i
-
e n se . E s t e t e m p l o q u e
t ou h á u n s t r ês a n os,
ou m e n o s 9 0 m i l h õ e s d e
z e i r o s , c on st i t u i - se n u m a
c u s -
m a i s
c r u -
v e r -
d a d e i r a a p o t e ose e t o r n a - se
u m d e sa f i o a t od os q u a n t
os a m a m a i g r e j a a q u e p e r t
e n - c e m , p oi s ê l e f o i u m a d
o a ç ã o d e u m m e m b r o d a i g r e
j a b a -
t i st a d o s E st a d o s U n i d o s a o s
M agni fi cent e T empl o M emor i al Bat i st a, si t uado n a Av en i d a W - 5 .
m e m b r o s d a r e f e r i d a i g r e j a
, e m B r a sí l i a .
P a r a a l e g r i a d e t od os
o s n ossos i r m ã o s d o B r a s i l q
u e - r e m o s d i z e r q u e a n o ssa i
gr e - j a a l i t a m b é m p r o g r i d e
d e
m a n e i r a i m p r e ssi o n a n t e .
N o s s o t e m p l o n a c i d a d e s a -
t él i t e d e T a g u a t i n g a f oi o p r i
-
m e i r o , d e n o ssa d e n o m i n a ç ã o ,
a s e r c o n st r u í d o n o D i st r i t o
Congr esso N aci onal e M ini stér ios.
o d i a 2 0 d e j u n h o
.
F e d e r a l . T r a t a - s e d a ú n i c a
i gr e j a c o m p l e t a m e n t e a c a b a -
d a n e ssa c i d a d e , se n d o q u e
a s d e m a i s sã o sa l õe s i m p r o -
v i sa d o s , i n c l u si v e a c a t ól i ca
.
N o m o m e n t o c o n t a m o s c o m
m a i s d e 7 0 0 m e m b r o s n a e s -
c o l a sa b a t i n a , e n g l o b a d os o s
d i v e r so s g r u p o s q u e t e m o s
e m B r a sí l i a .
N ã o n o s
m ã o s: E m
m o s p r e g a r
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B r a sí l i a d e v e r e -
o e v a n g e l h o d o
A d v e n t o a o s g r a n d e s d e n o ssa
t e r r a . T u d o
p a r a d o p a r a
se o b j e t i v o.
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E n t r e t a n t o , c o m
o n o sso t e m p l o n o P l a n o P i
- lot o se r á m u i t o m a i s f
á ci l . E s t a é a g r a n d e p r e o c u
p a ç ã o
d a U n i ã o S u l - B r a s i l e i r a e a
p r i n c i p a l m e t a a s e r a l c a n ça -
d a p e l a M i s sã o G o i a n o - M i -
n e i r a n o s d i a s q u e e st ã o à
n o ss a f r e n t e . C o m D e u s e
c o m o a p oi o e o r a ç õ e s d o s
n osso s i r m ã o s d e t o d o o B r a -
si l , c o n se g u i r e m o s l e v a r a c a -
b o m a i s este e m p r e e n d i m e n
- t o d a C a u s a d o S e n h o r .
“Nossas bênçãos temporais são-nos dadas
em confiança, a fim de se provar se nos
podem ser confiadas às riquezas eternas”.
EGW, O Lar Adventista, p. 367.
o cristão e as finanças a luz da bíblia .

o cristão e as finanças a luz da bíblia .

  • 1.
    O CRISTÃO EAS FINANÇAS Planejando em Tempos de Crise
  • 2.
    O QUE ÉERRADO? • AMOR AO DINHEIRO • DESAPEGO DO DINHEIRO • AMOR AS COISAS • DESAPEGO DAS COISAS
  • 3.
    O QUE ÉERRADO? • AMOR AO DINHEIRO • DESAPEGO DO DINHEIRO • AMOR AS COISAS • DESAPEGO DAS COISAS
  • 4.
    “ Porque oamor ao dinheiro é a raiz de toda a espécie de males; e nessa cobiça alguns se desviaram da fé, e se traspassaram a si mesmos com muitas dores." I Timóteo 6:10
  • 5.
    TER DINHEIRO • SEGURANÇA •COMIDADE • CONTROLE • PODER • STATUS • LIBERDADE
  • 6.
  • 7.
    "E disse-lhes: Acautelai- vose guardai-vos da ganância; porque a vida do homem não consiste na abundância do que possui.” Lucas 12:15. DINHEIRO X FELICIDADE
  • 8.
    INSANIDADES •“PENSAR APENAS NOFUTURO, ESQUECER O PRESENTE. E NÃO VIVER NEM O PRESENTE E NEM O FUTURO.”
  • 9.
    INSANIDADES • “NEGLIGENCIAR ASAÚDE PARA GANHAR DINHEIRO, E TER QUE GASTAR O DINHEIRO PARA RECUPERAR A SAÚDE QUE PERDEU”
  • 10.
    INSANIDADES • “ECONOMIZAR COMOSENUNCA FOSSE MORRER. E MORRER COMO SE NUNCA TIVESSEVIVIDO”
  • 11.
    DINHEIRO O Dinheiro éusado como minha arma para controlar. “Eu o ganhei, eu decido como usá-lo”.  Serve para comprar o amor.  Com o dinheiro consigo tudo.
  • 12.
    BÍBLIA • “Dos 107versículos do Sermão da Montanha, 28 tratam da mordomia; das 49 parábolas, 16 usam dinheiro ou bens materiais como base de instrução e 8 delas nos ensinam como usar nosso dinheiro” W.C. Taylor
  • 13.
    BENÇÃO “O dinheiro nãoé necessariamente uma maldição; ele é de grande valor porque se corretamente usado, pode fazer bem na salvação de almas, em bênçãos a outros que são mais pobres do que nós mesmos. Mediante uso inadequado ou desavisado, ... o dinheiro se tornará um laço para o seu possuidor”EGW, LA 372
  • 14.
    “Nossas bênçãos temporaissão-nos dadas em confiança, a fim de se provar se nos podem ser confiadas às riquezas eternas”. EGW, O Lar Adventista, p. 367.
  • 15.
    DÍVIDAS “E quando alguémse envolve com dívidas, caiu na armadilha que Satanás prepara para as almas... Em lugar disto, negue a você mesmo mil coisas, em vez de incorrer em débito.” O Lar Adventista,pág. 392, 393
  • 16.
    DÍVIDAS “E quando alguémse envolve com dívidas, caiu na armadilha que Satanás prepara para as almas... Em lugar disto, negue a você mesmo mil coisas, em vez de incorrer em débito.” O Lar Adventista,pág. 392, 393
  • 18.
    “Tem-se cometido errosao incorrer em dívida para fazer o que poderia ter esperado até um tempo qualquer no futuro.” CM., 278 “Todos devem aprender a praticar a economia. Nenhum Cristão deve manejar seus negócios de modo a incorrer em dívida. ...Envolvendo-se voluntariamente em dívidas, ele se está amaranhando numa das redes de Satanás colocada para apanhar as almas.” Colp. Evang., 97
  • 19.
    DÍVIDAS 1. Cortar todosos gastos possíveis 2. Não contrair mais dívidas 3. Fazerum plano de quitação 4. Pagar primeiro as pessoas físicas, ou as que mais juros cobrem 5. Cuidado ao fazerempréstimos para pagar empréstimos 6. Não deixar de ser fiel a Deus nos dízimos e ofertas porcausa das dívidas
  • 20.
    • “Vi quealguns se têm escusado de ajudar à causa de Deus por terem dívidas. Tivessem eles examinado cuidadosamente seu próprio coração, e teriam descoberto que a verdadeira razão de não levarem a Deus oferta voluntária era o egoísmo.
  • 21.
    “Alguns sempre continuarãodevendo. Devido à sua cobiça, a mão prosperadora do Senhor não estará com eles, para lhes abençoar os empreendimentos. Amam mais a este mundo do que à verdade. Não estão sendo habilitados e preparados para o reino de Deus”EGW, CSM 93
  • 22.
    “Alguns não setêm erguido e unido no plano da doação sistemática, desculpando-se de não estarem livres de dívidas. Alegam que primeiro a ninguém devem ficar devendo coisa alguma. (Rom. 13:8.) Mas o fato de terem dívidas não os escusa...” Conselhos sobre Mordomia, 258
  • 23.
    “Gastar e usaro dinheiro para qualquer fim, antes que o mesmo seja ganho, é um laço... Esteja determinado a nunca mais tornar a incorrer em dívidas. Negai-vos antes mil coisas a incorrer em dívidas. Evitai-as, como evitaríeis a varíola.” EGW, Lar Adventista, 392
  • 24.
  • 25.
    “Cuide dos centavos,e os reais cuidarão de si mesmos.” EGW, Conselhos Sobre Mordomia, 257
  • 26.
    “Não nos devemossentir perturbados se nossos vizinhos constroem suas casas e as mobiliam de tal forma que não somos autorizados a acompanhar.” EGW, O LarAdventista, pág. 384
  • 27.
    CONSELHOS PRÁTICOS  Comecea comprar na presença de Deus.  Quem controla as finanças? Reúna os fatos antes de qualquer decisão financeira importante.  Não confunda preço com qualidade.  Medite muito sobre compras grandes.  Evite, ou pelo menos adie compras a crédito.  Evite viagens desnecessárias.  Pratique a medicina preventiva.  Pergunte pelos preços à vista -Pechinche!!!
  • 28.
    PAGUE TUDO NOMESMO DIA • Mude a data de vencimento de todas as suas contas fixaspara logo após o dia em que cai o seu salário. Assim fica bem mais fácil se organizar. O dinheiro entra, você já paga tudo o que deve e fica na conta apenas com o dinheiro necessário para passar o mês.
  • 29.
    CRIE PRAZOS PARASEUS OBJETIVOS Quer juntar dinheiro para comprar um carro? Daqui a quanto tempo? Quando as metas têm data ficamos maismotivados para alcançá-las.
  • 30.
    FALE SOBRE DINHEIROEM FAMÍLIA • Se você é casado, o tema finanças deve fazer parte do dia-a-dia do casal. Se tem filhos, o mesmo vale para a família.
  • 31.
    BUSQUE OUTRAS FONTESDE RENDA • Para que ficar dependendo apenas do seu salário, quando você pode distribuir os ovos em várias caixinhas?
  • 32.
    FÉRIAS AO CARTÃODE CRÉDITO • O grande problema do cartão de crédito é nos dar a falsa impressão de que temos uma renda maior do que na realidade.
  • 33.
    COMPRAS COM DINHEIROVIVO • Outra dica infalível para quem não quer gastar mais do que o planejado no supermercado ou no shopping é irfazercompras com o dinheiro contado na carteira. Assim nos preocupamos mais em saber quanto estamos gastando e caso o valor final ultrapasse nossa meta, seremos obrigados a deixar algumas coisasna prateleira.
  • 34.
    NÃO SE CONSOLECOM COMPRAS • Depois de uma semana difícil de trabalho, é muito comum cedermos a um impulso de consumo com o pensamento “eu mereço comprar isso”.
  • 35.
    APRENDA A DIZERNÃO • Quantas vezes você já prometeu ficarem casa no fim de semana, mas acabou cedendo à pressão da turma para sair (e gastar demais)? Seja firme quando não quiser fazer alguma coisa. Quem for amigo de verdade irá entender .
  • 36.
    PEQUENOS GASTOS • Umchocolatinho depois do almoço e o lanchinho da tarde não fazem diferença no seu orçamento, certo? Errado! Algumas pessoas acabam ignorando os pequenos gastos do dia-a-dia sem perceber que, muitas vezes, eles são os principais vilões do orçamento.
  • 37.
    POUPE • Tudo bemque o ideal é guardar 15%da sua renda. O segredo então é poupar o que for possível. Imagine que sua poupança mensal é mais uma conta que tem vencimento e não pode deixar de ser paga.
  • 38.
    “Deus quer quetodos os obreiros pratiquem a economia e, especialmente, que sejam fiéis contabilistas.” EGW Test., vol. 7, 206 “Devemos praticar a economia em todos os sentidos para conservar-nos flutuando, e não nos submergirmos nas dívidas...” EGW, CM pg, 270 PARA PENSAR
  • 39.
    • “Foi-me apresentadoque a incapacidade para economizar nas coisas pequenas é uma das razões de muitas famílias sofrerem a falta das coisas necessárias da vida”. EGW Orientação da Criança, pág. 135. PARA PENSAR
  • 40.
    MERCADO • A maioriacompra por impulso. Pelos apelos da propaganda. • Compram sem planejar. Leve uma lista. • Leve uma calculadora.
  • 41.
    MERCADO • Não sedeve ir com fome e sede • Não ir para passear. • Não se deve levar crianças.
  • 42.
    CRIANÇAS • I NFLUÊNCIA DEPERSONAGEM FAMOSO • I NFLUÊNCIA DA PUBLICIDADE • I NFLUÊNCIA DE BRINDES E JOGOS • I NFLUÊNCIA DE AMIGOS
  • 43.
    CONSUMISMO • “A vidase resume num constante desejo de ter, e no tédio de possuir ."
  • 44.
    CONSUMISMO • “Compramos oque não precisamos com o dinheiro que não temos para impressionar quem não gostamos."
  • 45.
  • 46.
     Necessito distorealmente? Tenho dado a Deus uma oportunidade de prover isto dentro do preço ao meu alcance? Isto significará progresso em meu crescimento espiritual? É esta compra motivada por um certo amor às coisasmateriais?  Quanto tempo posso esperar por isto até que tenha uma real necessidade?
  • 47.
     T enho dúvidassobre isto?  É um bom investimento? Posso pagar à vista, ou esta compra me deixa com dívida?  É ela importante para minha família?  T al compra agradará a Deus?
  • 48.
    “Cuidai dos centavos– Não gasteis vossos centavos e reais na aquisição de coisas desnecessárias. Podeis pensar que essas pequenas importâncias nada representarão muito... Deus... gostaria que praticassem a economia em tudo, e nada desperdiçassem”. EGW, O Lar Adventista, p. 383
  • 49.
    ORÇAMENTO  Planejamento: curto,médio e longo prazo  Orçamento  Controle de Despesas  Fundo de Reserva
  • 50.
    • “Todos devemaprender a tomar notas de suas despesas. Alguns o negligenciam como não sendo coisa essencial; é um erro, porém. Todas as despesas devem ser anotadas com exatidão. ” EGW, O Lar Adventista, pág. 374. CONTROLAR TUDO
  • 52.
  • 53.
    FUNDO DE RESERVA •Será calculado tendo como base a diferença entre o total das receitas e despesas.
  • 54.
    FUNDO DE RESERVA •Toda semana você deve pôr em lugar seguro alguma quantia e não ser tocada salvo em caso de enfermidade. Com economia pode pôr alguma coisa a render. Manejando com sabedoria você pode economizar alguma coisa depois de haver pago as contas.” EGW, O LarAdventista, pág. 396. PROVÉRBIOS 21:20 •
  • 55.
  • 56.
     Ter umacasa própria deve ser o plano de investimento de toda família  Mesmo os empregados que moram em residências funcionais ou que têm auxílio do aluguel devem priorizar a aquisição da casa própria  A casa própria trará segurança financeira e emocional e proporcionará bem-estar para todos os membros da família
  • 57.
    Estabilidade financeira associada aotamanho não está do salário mas sim na forma como se administra aquilo que se ganha.
  • 58.
    Saber gastar étão importante quanto saber ganhar.
  • 59.
    “Se nos compenetramosde que Deus é o doador de todo o bem, que o dinheiro Lhe pertence, então exerceremos sabedoria no gastá-lo, de conformidade com Sua Santa vontade. O mundo, seus costumes, suas modas, não serão nossa norma. Não teremos o desejo de conformar-nos com suas práticas; não permitiremos que nossa própria inclinação nos controle. ” EGW, O Lar Adventista, pág. 368.
  • 60.
    "Antes te lembrarásdo Senhor teu Deus, que ele é o que te dá força para adquirires riqueza; para confirmar a sua aliança, que jurou a teus pais, como se vê neste dia.” Dt 8:18. QUEM NOS DÁ FORÇAS?
  • 61.
  • 64.
    APlaC UCOB DSAEducação Novo Tempo Sels UCOB 10% DSA 10% AG 3% 2,5% EDUCAÇÃO: 1,5% IAP 1,5% IABC NOVO TEMPO 1% SELS 73,5% APLAC 10 % AG 10%
  • 66.
  • 67.
  • 68.
    IGREJA MUNDIAL • Jesusvai voltar, não quando pregarmos o evangelho apenas aqui. Mas quando pregarmos no mundo todo. • Nossa igreja não é apenas local, mas mundial. Não é congregacionalista. • O sangue de Jesus não teve efeito só para os israelitas que creram nEle, mas para todo mundo.
  • 69.
    IGREJA MUNDIAL • Seos pioneiros da IASD pensassem apenas na comunidade local, o evangelho nunca teria chego aqui no Brasil, nem alcançado você. • Quando a oferta é sistemática e segue o plano da IASD, haverá sempre recursos para os departametos.
  • 70.
    IGREJA MUNDIAL • Essaé a orientação, mas a igreja deixa cada membro livre.
  • 81.
    Soou a Hora deBrasília O S W A L D O R . A Z E V E D O (Presidente da União Sul-Brasileira tia I. A. S. D.) M U I T O t e m sido escrito o u falado a respeito d e Brasí- lia e n ã o desejamos acumular mais palavras a o q u e f o i dito ou escrito, m a s apenas salien- tar q u e aquela Brasília espera- da e desejada através d e mui- tos anos, aquela cidade ciclópi- ca l á está para atestar d a von- tade d e u m povo n a luta pelo seu propósito d e progredir e de- senvolver-se. E a o passar pelas ruas daquela maravilhosa m e - trópole, constataremos q u e l á há d e tudo a f i m d e q u e seja mantida a vida: H á a l i belas residências, amplas avenidas, boa iluminação, bons mercados, boa água, hospitais, escolas d e todos os níveis, h á u m próspero comércio e sobretudo está a l i a sede do Governo Federal. H á ali d e tudo q u e se possa ima- g inar a f i m d e proporcionar o bem-estar social e material aos seus 200.000 habitantes. Mas apesar d e todas essas possibilidades, algo essencial es- tá faltando. U m a falta que cla- ma aos C é u s ! - O TEMPLO ADVENTISTA. É chegada a hora d e preen- chermos esta lacuna; é chegada a hora d e Brasília possuir uma Igreja Adventista. Devemos l e- vantar-nos como u m povo u n i - Est a a pr i m ei r a casa de r euni ões da i gr const r uç do e construir imediatamente a Igreja Adventista d e Brasília. Contamos c o m o apoio d e t o - dos os irmãos e amigos d o s quatro cantos d o Brasil para que esta obra seja levada a efei- to c o m a maior presteza. Há ali grandes possibilidades de evangelização e j á os pro- gramas d a V o z d a Profecia e Fé para Hoje estão n o ar. Pos- suímos u m ótimo e amplo ter- reno. Em se tratando d a Capital de nossa amada Pátria, este apê- Q < D i $- posi çi UANDO a l uz di vi na bril ha no c egoí sm o habi t ual af rouxa as gc Deus. . . . Sat anás . . . nã o se a rei no do Redent or . . . . O coração dos homens endurece- Bem , di rá al guém , cont i nuam a cansado de dar. E starei s m esm o cai E stai s cansados de receber das benel de vos abençoar, dei xarí ei s de esta que rei vi ndi ca. Êl e vos abençoa par outros. Quando est i verdes cansados cansado de tantos pedi dos para da e 42. Templ o advent i st a d e Taguat i nga, s a - t él i t e de Br así l i a. 18 REVISTA ADVENTISTA Junho, 1964
  • 82.
    Soou a Hora deBrasília O S W A L D O R . A Z E V E D O (Presidente da União Sul-Brasileira tia I. A. S. D.) M U I T O te m sido escrito o u falado a respeito d e Brasí- lia e n ã o desejamos acumular mais palavras ao q u e f o i dito ou escrito, m a s apenas salien- tar q u e aquela Brasília espera- da e desejada através d e mu i - tos anos, aquela cidade ciclópi- ca lá está para atestar d a von- tade d e u m povo n a luta pelo seu propósito d e progredir e de- senvolver-se. E ao passar pelas ruas daquela maravilhosa m e - trópole, constataremos q u e lá há d e tudo a f i m d e q u e seja mantida a vida: H á a l i belas residências, amplas avenidas, boa iluminação, bons mercados, boa água, hospitais, escolas d e todos os níveis, h á u m próspero comércio e sobretudo está a l i a sede do Governo Federal. H á ali d e tudo q u e se possa ima- ginar a f i m d e proporcionar o bem-estar social e material aos seus 200.000 habitantes. Mas apesar d e todas essas possibilidades, algo essencial es- tá faltando. Uma falta que cla- TEMPLO ma aos C é u s ! - O ADVENTISTA. É chegada a hora d e preen- chermos esta lacuna; é chegada a hora d e Brasília possuir uma Igreja Adventista. Devemos le- vantar-nos como u m povo u ni- Est a a pr i mei r a casa de r euni ões d a i gr const r uç do e construir imediatamente a Igreja Adventista d e Brasília. Contamos c o m o apoio d e to- dos os irmãos e amigos dos quatro cantos d o Brasil para que esta obra seja levada a efei- to c o m a maior presteza. Há ali grandes possibilidades de evangelização e já os pro- gramas d a V o z d a Profecia e Fé para Hoje estão n o ar. Pos- suímos u m ótimo e amplo ter-
  • 83.
    E s p e r a n ç a " ( a pe n a s u m c o n c l u í d o q u e é a " I g r e j i n h a " q u e f i c a a o l a - d o d a s u p e r q u a d r a d o I A P B , se n d o q u e a m a i o r i a a i n d a a p r e se n t a m a sp e ct o s p r o v i só - r i o s) , i n c l u í d a s a m a t r i z , o u - t r a s i gr e j a s n ã o p r i n c i p a i s, ca p e l a s p ú b l i ca s e n ã o p ú b l i - ca s. P o d e m o s a f i r m a r q u e m a i s d e. q u a r e n t a t e m p l os p r o t e s- t a n t es, a l é m d e q u a r e n t a e u m sa l õ e s d e cu l t os, d e v á - r i a s d e n o m i n a ç õ e s se e r g u e m e m B r a sí l i a ( a l g u n s j á e m c o n st r u ç ã o d e f i n i t i v a , o u t r o s a i n d a e m c a r á t e r p r o v i só r i o ) . É d i gn o d e s e r m e n c i o n a d o a q u i o T e m p l o M e m o r i a l B a - t i st a , n a A v . W - 5 q u e é u m a g e m a d a a r q u i t e t u r a b r a s i l i - e n se . E s t e t e m p l o q u e c u s- t ou h á u n s t r ês a n o s, m a i s o u m e n o s 9 0 m i l h õ e s d e c r u - z e i r o s , c o n st i t u i - se n u m a v e r - d a d e i r a a p o t e o se e t o r n a - se u m d e sa f i o a t od os q u a n t os a m a m a i g r e j a a q u e p e r t e n - c e m , p oi s ê l e f oi u m a d oa ç ã o d e u m m e m b r o d a i g r e j a b a - t i st a d o s E st a d o s U n i d o s a o s M agni fi cent e T empl o M emor ial Bat i st a, sit uado n a Av en i d a W- 5 . m e m b r o s d a r e f e r i d a i g r e j a , e m B r a sí l i a . P a r a a l e g r i a d e t od os os n osso s i r m ã o s d o B r a s i l q u e - r e m o s d i z e r q u e a n o ssa i gr e - j a a l i t a m b é m p r o g r i d e d e m a n e i r a i m p r e ssi o n a n t e . N o s s o t e m p l o n a c i d a d e s a - t él i t e d e T a g u a t i n g a f o i o p r i - m e i r o , d e n o ssa d e n o m i n a ç ã o , a s e r c o n st r u í d o n o D i st r i t o Congresso N aci on al e M i n i st ér i os. o d i a 2 0 d e j u n h o . F e d e r a l . T r a t a - s e d a ú n i c a i gr e j a c o m p l e t a m e n t e a c a b a - d a n e ssa c i d a d e , se n d o q u e a s d e m a i s sã o sa l õ e s i m p r o - v i sa d o s, i n c l u si v e a c a t ó l i c a . N o m o m e n t o c o n t a m o s c o m m a i s d e 7 0 0 m e m b r o s n a e s - c o l a sa b a t i n a , e n g l o b a d o s o s d i v e r so s g r u p o s q u e t e m o s e m B r a sí l i a . N ã o n o s e sq u e ç a m o s, i r - m ã o s : E m B r a sí l i a d e v e r e - m o s p r e g a r o e v a n g e l h o d o A d v e n t o a o s g r a n d e s d e n o ssa t e r r a . T u d o e st á se n d o p r e - p a r a d o p a r a a l c a n ç a r m o s es- se o b j e t i v o . E n t r e t a n t o , c o m o n o sso t e m p l o n o P l a n o P i - loto se r á m u i t o m a i s f á ci l . E s t a é a g r a n d e p r e o c u p a ç ã o d a U n i ã o S u l - B r a s i l e i r a e a p r i n c i p a l m e t a a s e r a l c a n ç a - d a p e l a M i s s ã o G o i a n o - M i - n e i r a n o s d i a s q u e e st ã o à n o ssa f r e n t e . C o m D e u s e c o m o a p oi o e o r a ç õ e s d o s n o sso s i r m ã o s d e t o d o o B r a - si l , c o n se g u i r e m o s l e v a r a c a - b o m a i s este e m p r e e n d i m e n - to d a C a u s a d o S e n h o r .
  • 84.
    P o de m o s a f i r m a r q u e m a i s de . q u a r e n t a t e m p l os p r o t e s- t a n t es, a l é m d e q u a r e n t a e u m sa l õe s d e cu l t os, r i a s d e n o m i n a ç õ e s se e m B r a sí l i a ( a l gu n s con st r u çã o d e f i n i t i v a , d e v á - e r g u e m j á e m ou t r os a i n d a e m c a r á t e r p r o v i só r i o ) . É d i gn o d e s e r m e n c i o n a d o a q u i o T e m p l o M e m o r i a l B a - t i st a , n a A v . W - 5 q u e é u m a ge m a d a a r q u i t e t u r a b r a si l i - e n se . E s t e t e m p l o q u e t ou h á u n s t r ês a n os, ou m e n o s 9 0 m i l h õ e s d e z e i r o s , c on st i t u i - se n u m a c u s - m a i s c r u - v e r - d a d e i r a a p o t e ose e t o r n a - se u m d e sa f i o a t od os q u a n t os a m a m a i g r e j a a q u e p e r t e n - c e m , p oi s ê l e f o i u m a d o a ç ã o d e u m m e m b r o d a i g r e j a b a - t i st a d o s E st a d o s U n i d o s a o s M agni fi cent e T empl o M emor i al Bat i st a, si t uado n a Av en i d a W - 5 . m e m b r o s d a r e f e r i d a i g r e j a , e m B r a sí l i a . P a r a a l e g r i a d e t od os o s n ossos i r m ã o s d o B r a s i l q u e - r e m o s d i z e r q u e a n o ssa i gr e - j a a l i t a m b é m p r o g r i d e d e m a n e i r a i m p r e ssi o n a n t e . N o s s o t e m p l o n a c i d a d e s a - t él i t e d e T a g u a t i n g a f oi o p r i - m e i r o , d e n o ssa d e n o m i n a ç ã o , a s e r c o n st r u í d o n o D i st r i t o Congr esso N aci onal e M ini stér ios. o d i a 2 0 d e j u n h o . F e d e r a l . T r a t a - s e d a ú n i c a i gr e j a c o m p l e t a m e n t e a c a b a - d a n e ssa c i d a d e , se n d o q u e a s d e m a i s sã o sa l õe s i m p r o - v i sa d o s , i n c l u si v e a c a t ól i ca . N o m o m e n t o c o n t a m o s c o m m a i s d e 7 0 0 m e m b r o s n a e s - c o l a sa b a t i n a , e n g l o b a d os o s d i v e r so s g r u p o s q u e t e m o s e m B r a sí l i a . N ã o n o s m ã o s: E m m o s p r e g a r e sq u e ç a m o s, i r - B r a sí l i a d e v e r e - o e v a n g e l h o d o A d v e n t o a o s g r a n d e s d e n o ssa t e r r a . T u d o p a r a d o p a r a se o b j e t i v o. e st á se n d o p r e - a l c a n ç a r m os es- E n t r e t a n t o , c o m o n o sso t e m p l o n o P l a n o P i - lot o se r á m u i t o m a i s f á ci l . E s t a é a g r a n d e p r e o c u p a ç ã o d a U n i ã o S u l - B r a s i l e i r a e a p r i n c i p a l m e t a a s e r a l c a n ça - d a p e l a M i s sã o G o i a n o - M i - n e i r a n o s d i a s q u e e st ã o à n o ss a f r e n t e . C o m D e u s e c o m o a p oi o e o r a ç õ e s d o s n osso s i r m ã o s d e t o d o o B r a - si l , c o n se g u i r e m o s l e v a r a c a - b o m a i s este e m p r e e n d i m e n - t o d a C a u s a d o S e n h o r .
  • 85.
    “Nossas bênçãos temporaissão-nos dadas em confiança, a fim de se provar se nos podem ser confiadas às riquezas eternas”. EGW, O Lar Adventista, p. 367.