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Livro dos espiritos capitulo 6

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Livro dos espiritos capitulo 6

  1. 1. Da vida espírita Capítulo 6.
  2. 2. São espíritos sem corpo material, que aguardam a nova encarnação para evoluírem. Sendo que os espíritos puros,não são errantes pois já atingiram seu estado definitivo. O intervalo em que os espíritos errantes esperam para a nova encarnação é diferente para cada caso,sendo uma conseqüência do livre-arbítrio, mas para alguns constitui um punição por seus atos. Já para os mundos evoluídos a reencarnação costuma ser imediata,pois é menos grosseira a matéria.
  3. 3. As paixões humanas vão diminuindo com o grau de elevação espiritual,e acaba se tornando desnecessárias,não é só porque o espírito deixou o mundo material que ele vai deixar suas paixões,até dormir,comer e tomar banho os espíritos evoluídos deixam de fazer. Na erraticidade,o espírito percebe o que lhe falta para ser feliz e,desde então,procura os meios de alcançá-lo, estudando e escutando palestras e conselhos de espíritos mais elevados. Os espíritos errantes pelo simples fato de terem deixado o corpo se tornam livre para visitar vários mundos, podendo ir a alguns mundos mais superiores, como estrangeiros, mas conseguem somente se for para o auxilio em sua evolução e assim no futuro podem até habitá-los.
  4. 4. Mundos transitórios são mundos destinados particularmente aos seres errantes, mundos que lhes podem servir de habitação temporária, no intervalo de encarnações São, mundos que ainda não tem condição de abrigar a vida material. Os espíritos que lá habitam podem deixá-los livremente.Usamos como exemplos as aves,que pousam em uma ilha para recuperar forças e seguirem seu caminho.Assim como os espíritos, os os mundos também progridem.Sabemos que a Terra já esteve na condição de mundo transitório.
  5. 5. Ocupam posições intermediarias a depender da condição dos espíritos a ele vinculado. A beleza desses mundos é uma questão relativa. Apesar de não terem “beleza natural” refletem a beleza da imensidade cósmica. Os mundos transitórios e as colônias espirituais são diferentes, mas existe uma ligação entre as colônias e os mundos,assim como existe uma ligação entre todas as coisas do universo.
  6. 6. Percepções,sensações e sofrimentos dos espíritos O espírito conserva as percepções que tinha quando encarnado,alem das outras suprimidas pelo corpo. Os espíritos superiores são mais sábios, sendo assim vêem a Deus e o compreende; os inferiores o sentem e os adivinham. Já sentiram o sofrimento físico, mas não estão no estado material então o sofrimento que relatam são angustias morais que o torturam.
  7. 7. A real música 251. São sensíveis à música os Espíritos? “Aludes à música terrena? Que é ela comparada à música celeste? A esta harmonia de que nada na Terra vos pode dar idéia? Uma está para a outra como o canto do selvagem para uma doce melodia. Não obstante, Espíritos vulgares podem experimentar certo prazer em ouvir a vossa música, por lhes não ser dado ainda compreenderem outra mais sublime. A música possui infinitos encantos para os Espíritos, por terem eles muito desenvolvidas as qualidades sensitivas. Refiro-me à música celeste, que é tudo o que de mais belo e delicado pode a imaginação espiritual conceber.”
  8. 8. O corpo é ins trumento da dor. Se não é a causa primária des ta, é pelo menos, a caus a imediata . DOR LEMBRANÇA
  9. 9. Perispirito:principio de vida orgânica. Espírito:principio de vida intelectual, moral e emocional. Sofrimento resulta dos laços que existe entre o espírito e a matéria, quanto mais se liberta da influencia da matéria, mais se desmaterializa sobre as sensações penosas
  10. 10. O espírito pode escolher o gênero de suas provas, mas se for necessário Deus pode impor, isso ocorre com espíritos mais inferiores. Não prevemos os mínimos detalhes de nossa futura vida. Escolhemos somente o gênero das provações. As particularidades são muitas vezes consequências de sua ação . Escolher as próprias provas é uma forma de desenvolver o livre- arbítrio.
  11. 11. O espírito pode escolher uma prova que não seja tão eficiente, se for o caso quando ele retorna ao mundo dos espíritos e tenta recuperar o tempo que perdeu. Existe a transição entre um espírito de raça civilizado reencarne em uma selvagem e que um de raça selvagem reencarne em uma raça civilizada, o que pode auxiliar um pouco na evolução do mesmo e dos outros.
  12. 12. Relações no além-túmulo Os espíritos bons tem a missão de auxiliar os maus e os maus sentem-se na missão de induzir o mal. Se comunicam por pensamento, a palavra é material. Para reunir com os entes dependemos da elevação deles, se um for mais evoluído que o outro se vêem de tempos em tempos mas não reunidos para sempre.Mas após o desencarne muitos espíritos vão ao encontro de seus entes.
  13. 13. Relações no além-túmulo No plano espiritual existe uma hierarquia,que corresponde ao grau de superioridade. “... Então você será honrado na presença de todos os convidados. Pois todo o que se exalta será humilhado, e o que se humilha será exaltado”Lucas. Vs7-14 “ Assim como uma cidade onde homens de todas as classes e todas as condições se vêem e encontram,sem se confundirem; onde as sociedades se formam pela analogia dos gestos; onde a virtude e vício se cotovelam,sem trocarem palavra.”Livro dos Espiritos
  14. 14. Relações de simpatia e antipatia entre os espíritos. As afeições são recíprocas particulares entre os espíritos. Somente os espíritos inferiores sentem ódio por outro, mesmo que um espírito tenha feito mal a outro na terra os espírito puros não conservam ressentimento , perdoam sempre. 296. São suscetíveis de alterar-se as afeições individuais dos Espíritos? “Não, por não estarem eles sujeitos a enganar-se. Falta-lhes a máscara sob que se escondem os hipócritas. Daí vem que, sendo puros, suas afeições são inalteráveis. Suprema felicidade lhes advém do amor que os une.”
  15. 15. Metades eternas “A teoria das metades eternas encerra uma simples figura, representativa da união de dois Espíritos simpáticos. Trata- se de uma expressão usada até na linguagem vulgar e que se não deve tomar ao pé da letra. Não pertencem decerto a uma ordem elevada os Espíritos que a empregaram. Necessariamente, limitado sendo o campo de suas idéias, exprimiram seus pensamentos com os termos de que se teriam utilizado na vida corporal. Não se deve, pois, aceitar a idéia de que, criados um para o outro, dois Espíritos tenham, fatalmente, que se reunir um dia na eternidade, depois de haverem estado separados por tempo mais ou menos longo.”
  16. 16. Recordam-se pouco a pouco da existência corporal, devido as conseqüência que lhe ocorreram. Lembram-se dos fatos mais marcantes, aqueles ainda ligados a si, os que mais quiser lembrar. Lembram de vidas passadas com o objetivo de facilitar sua evolução. Muitas vezes não lembrar de todo o passado é uma benção, não se pode e não se deve saber de tudo.
  17. 17. A situação dos Espíritos e sua maneira de ver as coisas variam, tendo como base o grau de seu desenvolvimento moral e intelectual. 318. As idéias dos Espíritos se modificam na vida de espírito? “Muito; sofrem modificações muito grandes, à medida que o Espírito se desmaterializa. Ele pode, às vezes, permanecer muito tempo com as mesmas idéias, mas pouco a pouco a influência da matéria diminui e ele vê as coisas mais claramente. É então que procura os meios de se melhorar.”
  18. 18. Sensibilizam pelo apelo de pensamento e oração de seus entes, não se importam se foram ou não visitar seu túmulo ou compareceram ao seu velório. Os espíritos não vêem o dia dos mortos como um dia diferente, mas nessa data há sempre mais chamados de seus entes. A reunião dos despojos mortais para o espírito não faz diferença,mas para os homens é uma reunião útil, acabam se recordando do ente que desencarnou. O espírito assiste seu funeral, quando não assiste é por que ainda não tinha consciência do desencarne.

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