Obsessão e desobsessão

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Obsessão e desobsessão

  1. 1. “Qualquer abordagem à complexa problemática daobsessão deve começar, a meu ver, com uma atitude preliminar de humildade e amor fraterno.” Herminio Miranda
  2. 2. “Podem ver, pois queconstantem ente vos rodeiam.”
  3. 3. “A sua influência é maior do que supondes,porque, muito frequentemente, são eles que vos dirigem.”
  4. 4. O QUE ÉOBSESSÃO
  5. 5. Influência que um ou mais Espíritos tentam obter sobre um indivíduo, desejandoprejudicá-lo.
  6. 6. “Apresenta caracteresmuito diversos, desde a simples influência moral, sem perceptíveis sinais exteriores, Até a perturbação completa do organismo e das faculdades mentais” Allan Kardec, Livro dos Médiuns
  7. 7. A ação dosbons espíritos sobre alguém nunca é obsessão, porque é semprebenéfica e não dominadora, respeitando o nosso livre- arbítrio.
  8. 8. QUEM ÉOOBSESSOR??
  9. 9. “São gente como a genteGente que sofre e que precisa de compreensão e paciênciaSão pessoas em conflito consigomesmas e, portanto, com os outros, com o mundo, com a vida, com Deus e com o próprio amor” Adenáuer
  10. 10. “O obsessor não é diferente de nenhum de nós, ainda prisioneiros de paixões milenares que repercutem e ecoam de século em século e vão aos milênios” Hermínio Miranda
  11. 11. “Os Espíritos que provocam as obsessões assim procedem, na maioria dos casos, por vingança pelo que sofreram em outras existências, por estarem sofrendo e querendo que outros sofram e por covardia.” Adenáuer Novaes
  12. 12. Assim, resumindo, o obsessor: Não é um monstro saído das trevas; Não é um ser diferente que só vive de crueldades, nem um condenado sem remissão pela Justiça Divina; Não é um ser estranho a nós. Pelo contrário, é alguém que se privou de nossa intimidade, por vezes com estreitos laços afetivos; É alguém, que amamos outrora. Ou um ser desesperado pelas crueldades que recebeu de nós... O obsessor é um irmão, a quem os sofrimentos e desenganos desequilibram, certamente com a nossa participação Suely C. Schubert, Obsessão/Desobsessão
  13. 13. E QUEMÉ O OBSIDIADO??
  14. 14. “Prisão interior. “Cela As provações que opessoal”, onde grande afligem representammaioria se mantém semlutar por sua libertação, oportunidade deacomodada aos vícios, reajuste, alertando-ocristalizada nos erros. para a necessidade de(...) se moralizar,Obsidiados! Cada um porquanto, sentindo-deles traz consigo um se açulado peloinfinito de problemas verdugo espiritual,que não sabe mais depressa seprecisar.(...) O obsidiado conscientizará daé o algoz de ontem e que grandiosa tarefa a seragora se apresenta como realizada: transformarvítima. o ódio em amor, aOu então é o comparsa vingança em perdão,de crimes, que ocúmplice das sombras e humilhar-se, paranão quer perder, tudo também serfazendo por cerceá-lo em perdoado.”sua trajetória. Joanna de Ângelis
  15. 15. CAUSAS DA OBSESSÃOVingança de Vingança deespíritos contra espíritospessoas que contra pessoaslhes fizeram que lhessofrer nessa ou fizeram sofrerem vias Apegos às nessa ou emanteriores; vias pessoas pelas anteriores; quais nutriam grandes paixões quando em vida; Por interesses em Para usufruir dos destruir, desunir, mesmos dominar, provocar o mal,condicionamentos que manter distúrbios,tinham quando na vida partindo de espíritos física, induzem seus inteligentes das hostes afins a cometê-los; inferiores.
  16. 16. ONDE COMEÇA AOBSESSÃO ?? Em nós mesmos!!!
  17. 17. As nossas imperfeições atraem para junto de nós espíritos com idênticas imperfeições,vícios e falhas morais. Assim, somos nós mesmos que abrimos brechaspsíquicas para obsessão.
  18. 18. IMPERFEIÇÕES QUE BRECHAS PSÍQUICAS PARA OBSESSÃO.DEPRESSÃO APEGO AO DINHEIRO E CALÚNIA AOS BENS MATERIAIS DESÂNIMO MALEDICÊNCIA INCONFORMAÇÃO CIÚMES VÍCIOS: JOGOS, VINGANÇA FUMO, DROGAS, ÁLCOOL, SEXO. RESSENTIMENTOS RAIVAÓDIO INVEJA
  19. 19. “Somente há obsidiados eobsessão porque há endividados espirituais, ocultando a urgência da reparação das dívidas.”. Manoel P. de Miranda,Grilhões Partido, Propulsão.
  20. 20. “A Consciência culpada é sempre porta aberta à invasão da penalidade justa ou arbitrária. E o remorso, (...) faculta osurgimento de ideias fantasmas apavorantes que ensejam os processos obsessivos de resgate das dívidas”. Manoel P. de Miranda, Nos Bastidores da Obsessão, Cap. 4
  21. 21. “Pensamentos e estados emocionais negativos criam zonas mórbidas em nosso campo mental,facultando a inoculação de pensamento alheio, que, virulento, age em nós como se fora uma afecção mental, instalando-se, em decorrência, o processo obsessivo.” Suely C. Shubert – Obsessão/Desobsessão
  22. 22. Mas, o que prende junto a nós o obsessor, não épropriamente a afinidade fluídica, e sim a moral
  23. 23. PROCESSO OBSESSIVO“ Justapondo-se sutilmente cérebro a cérebro, mente a mente, vontade dominante sobre vontade que sedeixa dominar, órgão a órgão, atravésdo periespírito pelo qual se identifica com o encarnado, a cada cessãofeita pelo hospedeiro, mais coercitivase faz a presença do hóspede, que setransforma em parasita insidioso (...)” Manoel P. Miranda, Nos Bastidores da Obsessão
  24. 24. O processo obsessivo não se instala de imediato: é gradual, deacordo com o grau ou a intensidade da obsessão. No inicio, o Espírito perseguidor localiza na sua vitima (...) “os condicionamentos, a predisposição e as defesas desguarnecidas, disso tudo se vale o obsessor para instalar a sua onda mental na mente da pessoa visada. A interferênciase dá por processo análogo ao que acontece no rádio, quando uma emissora clandestina passa a utilizar determinada frequência (...). Prejudicando-lhe a transmissão.”.
  25. 25. O passo seguinte é a açãopersistente do obsessorpara que se estabeleça asintonia mental, entre elee o perseguido. Passa aenviar (...) “os seuspensamentos, numarepetição constantes,hipnótica, à mente davítima, que, incauta,invigilante, assimila-os ereflete-os, deixando-sedominar pelas idéiasintrusas.” (Suely C.Schubert, Obsessão eDesobsessão). Além da ação hipnótica,há também odesenvolvimento fluídico,que torna o perseguidodebilitado, favorecendo,assim, a ação do obsessor.
  26. 26. Durante o sono, sobretudo,age com mais intensidade.A pessoa (...) deixa-sedominar por um inimigoinvisível, durante o sono.Afina-se com o caráterdeste e recebe as suasordens ou sugestões, talcomo o sonâmbulo àsordens do seumagnetizador. Aodespertar, reproduz, maistarde, em ações da sua vidaprática, as ordenaçõesentão recebidas, as quaispoderão levá-lo até mesmoao crime e ao suicídio.
  27. 27. QUAIS AS CONSEQUÊNCIASDA OBSESSÃO ?? DESEQUILÍBRIO FAMILIARLOUCURASUICÍDIO DOENÇAS FÍSICAS DESENCARNES PREMATUROS
  28. 28. CLASSIFICAÇÃO SIMPLESOBSESSÃO FASCINAÇÃO SUBJUGAÇÃO
  29. 29. OBSESSÃO SIMPLES O Espírito inferior procura, através de suatenacidade e persistência, intrometer-se na vida do obsediado, dando-lhe sugestões que, na grande maioria das vezes, são contrárias a sua forma habitual de pensar. Quando se trata, por exemplo, de um médium acometido por obsessão simples, o Espírito inferior se intromete nas suas comunicações e o impede de se comunicar comoutros Espíritos, ou se apresenta substituindo e se fazendo passar por outros
  30. 30. “A obsessãosimples, é umaparasitosecomum emquase todas ascriaturas,considerando onaturalintercâmbiopsíquicoexistente emtodos os setoresdo Universo” Manoel P. de Miranda
  31. 31. Entretanto, o problema reside na fixação, pois opróprio significado da palavra obsessão, como vimos, revela idéia fixa, o que caracteriza o instalação do processo obsessivo. Surgem, assim, como sinais e sintomas da obsessão simples, as desconfianças excessivas, os estados de insegurança pessoal, as enfermidades sem causas definidas, etc.
  32. 32. FASCINAÇÃO Etapa mais intensa do processo obsessivo cujas consequências são mais sérias. É uma ilusão, produzida pela ação direta do Espírito obsessor sobre o pensamento do médium, e que, de certa maneira, lhe paralisa o raciocínio e o seu julgamento relativamente às comunicações.
  33. 33. O fascinado não se senteincomodado com apresença e a influência doobsessor, muitas vezesaté gosta, e forma-se.então o verdadeiroprocesso de simbiosepsíquica.O Espírito obsessornesses casos é hábil,astuto e profundamentehipócrita, pois usa umaimagem que esconde suasverdadeiras intenções
  34. 34. A fascinação é difícilde ser tratada porque oobsediado recusaorientação etratamento, pois não .acredita estar sobinfluência obsessiva, eaté, às vezes, acreditaque todos os demais éque se encontramobsediados, magoa-se eafasta-se das pessoasque o podemesclarecer.
  35. 35. SUBJUGAÇÃO POSSESSÃO A subjugação é o tipo deobsessão em que existe a paralisia da vontade do obsediado e o obsessor assume o domínio completo de sua vítima, que é escravizada, perdendo a vontade própria. A subjugação pode ser moral ou corporal (física).
  36. 36. SUBJUGAÇÃO FÍSICAO Espírito obsessor atua sobreos órgãos materiais e provocaatos motores involuntários,variando, desde situações,como por exemplo, necessidadede escrever nas horas maisinoportunas até situaçõesridículas como gestosinvoluntários, etc.O indivíduo age contra a suavontade e tem consciência doridículo a que se expõe e quenão consegue evitar, sofrendomuito com isso. Pode, algumasvezes, praticar atos violentos.
  37. 37. SUBJUGAÇÃO MORAL OU PSÍQUICAO subjugado é levado a tomar resoluções freqüentementeabsurdas e comprometedoras, muito diversas da sua vontade,que, por uma espécie de ilusão, ele crê sensatas.O paciente subjugado vai sendo dominado mentalmente,tombando em estado de passividade, geralmente sob torturaemocional, chegando a perder por completo a lucidez(consciência).O subjugado perde temporária ou definitivamente, durante a suaatual reencarnação, o controle sobre a área da consciência, nãopodendo se expressar livremente.
  38. 38. ENCARNADO ENCARNADO DESENCARNADO DESENCARNADOENCARNADO DESENCARNADO DESENCARNADO ENCARNADO O HOMEM NÃO RARAMENTE É O OBSESSOR DE SI MESMO OBSESSÃO RECÍPROCA AUTO-OBSESSÃO (Obsessão/Desobsessão - Suely C. Schubert)
  39. 39. Alguns sinais característicos da obsessão Falhas frequentes no curso, conteúdo e forma do pensamento, com consequentes perturbações no contato com a realidade Alterações frequentes de comportamento à revelia da pessoa, gerando constrangimentos Alucinações e delírios Sintomas caracteríscos da síndrome de pânico Alterações constantes na qualidade e quantidade do sono
  40. 40. Outros sintomas
  41. 41. Outros sintomas
  42. 42. Outros sintomasPode-se apresentar ainda, dores por todo o corpo, lesões na pele e surgimento de tumores, etc...
  43. 43. Obsessão tem cura???
  44. 44. Tratamento das obsessões “A desobsessão é, em todos os sentidos, um processo de LIBERTAÇÃO, tanto para o ALGOZ, quanto para sua VÍTIMA”Testemunhos de Chico Xavier
  45. 45. Desobsessão é o nome de um conjunto de técnicas utilizadas no Espiritismo comintuito de eliminar as causas, bem como as consequencias das obsessões. Através de desobsessão: • Desaparecem doenças- fantasma, empeços obscuros, insucessos; • Obtemos mais amplos horizontes ao entendimento da vida e recursos morais inapreciáveis para agir diante do próximo, com desapego e compreensão.
  46. 46. Terapia desobsessiva • Fluidoterapia (passes e agua• Prece fluidificada)• Pensamento e • Apoio familiar força de vontade • Frequência ao• Prática do bem centro espírita• Reforma íntima • Sessão de• Evangelho no lar desobsessão • Terapia médica
  47. 47. “Em todos os casos de obsessão, aPrece prece é o mais poderoso meio de que se dispõe para demover de seus propósitos maléficos o obsessor”. A Gênese - Allan Kardec, cap. XIV, item 46 A prece, ato de ligação entre o Criador e a criatura, é também uma forma de higienização de nossa “causa mental”. Através dela, o homem atrai o concurso do Bons Espíritos que o vêm sustentar nas suas obras e resoluções e inspirar- lhe bons pensamentos. É preciso salientar-se que o poder da prece está no pensamento, independendo de palavras, lugar ou momento em que é feita, tendo como principal requisito a fé.
  48. 48. Pensamento e força de vontade Emmanuel diz que: (...) “é no mundo mental que se processa agênese de todos os trabalhos de comunhão de espírito a espírito”.Acrescenta ainda, o Benfeitor Espiritual, que: “A mente pode sercomparada a espelho vivo, que reflete as imagens que procura”.Por outro lado, a vontade, atributo do Espírito, como alavancapropulsora de nossos ideais e nossas ações, representa umelemento importante na libertação da injunção obsessiva.
  49. 49. Na obra Missionários da Luz, deAndré Luiz, encontramos aseguinte elucidação deAlexandre, no capítulo intitulado“Obsessão”:“apenas o doente convertidovoluntariamente em médico de simesmo, atinge a cura positiva.No doloroso quadro dasobsessões, o princípio é análogo.Quando no tratamento aos quepadecem problemas obsessivos,encontramos um enfermointeressado na própria cura,valendo-se de nossos recursospara aplicá-los à edificaçãointerna, então podemos contartriunfos imediatos”.
  50. 50. Prática do bemA caridade é o amor em Porém, devemos buscaração. no Evangelho, esse roteiro de luz a iluminarTodos podemos e o caminho de nossadevemos nos esforçar evolução, a orientaçãopara praticar a eficiente para a práticacaridade, mesmo que do bem, no exercício doainda não sejamos Amor o próximo como a“bons”, condição que si mesmo”.alcançaremos atravésde nossa reforma “As boas obras são frasesíntima. de luz que endereças à humanidade inteira”.
  51. 51. Reforma íntima “No que diz respeito ao problema das obsessões espirituais, o paciente é, também, o agente da própria cura”. Manoel Philomeno de MirandaA reforma moral ou auto-desobsessão é oato de promover a própria pessoa a suadesobsessão, através da auto-evangelização.É fundamental esclarecermos ao paciente e a sua família quantoa sua participação é importante, o quanto é condição básicapara êxito do tratamento. A falta de participação do enfermo é,muitas vezes, a causa de quadros obsessivos de difícil resolução,às vezes, atravessando uma ou mais encarnações.A auto-desobsessão tem um item óbvio que é a reforma moral doobsediado. É um trabalho consciente e necessário, de mudançasde hábitos e pensamentos. Substituindo os hábitos porpensamentos e sentimentos de elevado conteúdo moral.
  52. 52. Evangelho no larJoanna de Ângelis afirma que o lar é como o porto para umnavio, local de reparos, repouso e preparação para enfrentar ooceano bravio, daí, o papel importante do equilíbrio no lar,como base para o equilibro de todos nós. O obsediado, mais doque ninguém, precisa de um porto seguro e bem aparelhado.
  53. 53. O culto do evangelho no lar facilita a frequência de bons Espíritos nolar do obsidiado, permite a penetração do Evangelho de Jesus na vidade todos, e é também, um elemento importante na fluidoterapia, pelaágua fluidificada.Todos esses elementos envolverão obsidiado(s) e obsessor(es), em umclima de amor, base fundamental para a recuperação de ambos. “Quando uma família ora em casa, reunida nas blandícias do Evangelho, toda a família recebe o benefício da comunhão com o alto.” Joanna de Ângelis - Messe de Amor
  54. 54. FluidoterapiaO obsessor envolvefluidicamente oobsidiado, absorvendo-lhe os fluidos benéficos,substituindo-ospor fluidos deletérios.Só existe um meio deretirarmos estes maus fluidos, ésubstituindo-os por bons fluidos,como afirmava o sábio mestrelionês. Para isso, é fundamentala fluidoterapia, feita pelo passe epela água fluidificada.
  55. 55. A frequência do obsediado aoCentro Espírita é muitoimportante no tratamento:permite a instrução espírita,facilita o hábito de bonspensamentos, permite aprática da caridade comJesus, permite o acesso maisfácil à fluidoterapia, etc.Um fato importante, é queem grande número de casos,quando o obsediado penetrano Centro Espírita, levaconsigo o seu obsessor(es),fato permitido pelaespiritualidade maior, parapropiciar o auxílio renovadortambém para o "irmãozinhoperseguidor".
  56. 56. Apoio familiarNão somente o obsidiado deve ser conscientizado daimportância de sua participação na terapêuticadesobsessiva, mas também os seus familiares. Muitasvezes, o desequilíbrio do obsidiado chega a tal pontoque a participação da família assume ainda maiorimportância.Outro fator importante, como já mencionamos, é ofato do quadro obsessivo, muitas vezes, envolvertoda a Família, ou seja, todo o grupo errou, todosprecisam reparar o erro. É nítido o resultado maispositivo, nos casos em que toda a família participada ajuda ao obsidiado.
  57. 57. Reunião de DesobsessãoReunião de desobsessão: oásis de refazimentoespiritual. Pronto-socorro de espíritos sofredores.Hospital de amor para os doentes da alma.O aposento destinado à reunião de desobsessão é,dentro do Templo Espírita, o local onde sãomedicadas, mais diretamente, as almas.
  58. 58. É a este ambiente apropriado, revestido de vibrações adequadas e que requer cuidados especiais daEspiritualidade Maior, que são trazidos os enfermos do espaço, para receberem o tratamento do amor.Nenhuma outra medicação existe, mais adequada enem mais bem indicada. As chagas morais; as doresque estão esculpidas no âmago do ser, a tortura de ódio que abrasa aquele que o alimenta, o coraçãoque o renegou a Deus e que se apresenta enjaulado dentro de si mesmo, o suicida que se sentemorrendo e vivendo em dores superlativas, o infelizacorrentado às grilhetas do vício, todos, enfim, que representam o cortejo das agonias humanas, só alcançaram alívio e tratamento, resposta e orientação na medicação universal do AMOR !
  59. 59. Tratamento doobsessor nareuniãomediúnica“Para assegurar a libertação da “vítima” da obsessão, indispensável se torna que o Espírito obsessor seja levado a renunciar aos seus maus desígnios; que se faça que o arrependimento desponte nele, assim como o desejo do bem, por meio de instruções habilmente ministradas com o objetivo de dar-lhe
  60. 60. “O obsessor não deve ser arrancado à força ouexpulso. Ele precisa ser convencido a abandonar seus propósitos e levado ao arrependimento.” Hermínio Miranda
  61. 61. “Reconciliai-vos o mais depressa comvosso adversário, enquanto estais com ele no caminho”
  62. 62. Terapia MédicaAlgumas pessoas têm a falsa ideia que aterapêutica médica e a terapêutica espíritaestariam chocando uma contra a outra,quando fossem utilizadas no auxílio ao quadroobsessivo.A terapêutica desobsessiva deve sempre serorientada tendo como base estes doisaspectos: a terapêutica espiritual e aterapêutica médica, pois a não utilização deuma delas pode levar a um tratamentoineficiente e incompleto.Como Espírito encarnado, possuindo Espírito,perispírito e corpo físico, o obsidiado teráalterações psíquicas e orgânicas variadas eimportantes, desde o início do quadro e nodecorrer do mesmo.
  63. 63. Em alguns casos mais graves, para oequilíbrio , o êxito, a desobsessão deve estar alicerçada ao terapêutica médico (psiquiatra, psicólogos, etc.) aliado à terapêutica espiritual.
  64. 64. Bibliografia Livro dos Espíritos; O Evangelho Segundo o Espiritismo; Conhecendo o Espiritismo, Adenáuer Novaes; Diversidade dos Carismas, Hermínio Miranda; Obsessão e desobsessão, Suely Caldas Schubert; Análise do Livro dos Médiuns, feita por Ney Prieto Peres (Boletim MEDNESP n.º 2 – dezembro de 1992)

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