SlideShare uma empresa Scribd logo
1 de 25
Centro
Cirúrgico
Enf. Arthur Custódio Pereira
Esp. Psiquiatria e Saúde Mental
Mestrando em Modelos e Decisões de Saúde - UFPB
Email: artthurgba17@gmail.com
ANESTESIA
A anestesia é uma estratégia utilizada com o objetivo de prevenir a dor ou alguma
sensação durante uma cirurgia ou procedimento doloroso por meio da administração de
medicamentos através da veia ou por meio da inalação.
Procedimentos mais
invasivos
Provocar qualquer tipo de
desconforto ou dor no paciente
Cirurgia do coração, parto.
Procedimentos odontológicos.
Definição
Tipos
Existem vários tipos de anestesia, que afetam o sistema nervoso de várias formas através do
bloqueio de impulsos nervosos, cuja escolha vai depender do tipo de procedimento médico e
do estado de saúde da pessoa. É importante que seja informado ao médico qualquer tipo de
doença crônica ou alergia para que seja indicado o melhor tipo de anestesia sem que haja
qualquer risco.
Tipos
Tipos
Geral
São administrados medicamentos anestésicos que sedam a
pessoa profundamente, para que a cirurgia realizada, como
cirurgia no coração, pulmão ou abdominal, não provoque
qualquer dor ou desconforto.
Acesso venoso
Inalatório
Os medicamentos mais usados na anestesia geral são: benzodiazepinas, narcóticos, sedativos e hipnóticos,
relaxantes musculares e gases halogenados.
Riscos da anestesia geral
Os efeitos colaterais mais comuns são enjoo, vômitos, dor de cabeça e alergias ao medicamento
anestésico. Em casos mais graves, podem ocorrer complicações como parada da respiração,
parada cardíaca ou mesmo sequelas neurológicas em pessoas com saúde mais debilitada devido
a desnutrição, problemas cardíacos, pulmonares ou renais,
Tipos
Local
Envolve uma área muito específica do corpo, não afeta a consciência e
é normalmente usada em cirurgias pequenas como procedimentos
dentários, cirurgia do olho, nariz ou garganta, ou em conjunto com outra
anestesia, como anestesia regional ou de sedação.
Creme ou spray anestésico numa pequena
região da pele ou mucosa
Injetando o medicamento anestésico no
tecido a anestesiar
A lidocaína é o anestésico local mais comum.
Riscos da anestesia local
A anestesia local, quando usada corretamente é segura e quase não apresenta efeitos secundários,
no entanto, em doses elevadas pode ter efeitos tóxicos, podendo afetar o coração e a respiração ou
comprometer a função cerebral, já que doses elevadas podem atingir a corrente sanguínea.
Tipos
É usada quando é necessário anestesiar apenas uma parte do corpo, como um braço ou
uma perna, por exemplo e existem vários tipos de anestesia regional.
Regional
•Na anestesia raquidiana, o anestésico local é administrado com uma agulha fina,
no líquido que banha a medula espinhal, chamado de líquido cefalorraquidiano
Anestesia raquidiana
•Também conhecida por anestesia epidural, este procedimento bloqueia a dor e as
sensações de apenas uma região do corpo, geralmente da cintura para baixo.
Anestesia peridural
•Neste tipo de anestesia regional, o anestésico local é administrado ao redor dos
nervos responsáveis pela sensibilidade e pelo movimento do membro onde vai ser
realizada a cirurgia, podendo ser administrada uma variedade de bloqueadores do
nervo.
Bloqueio dos nervos periféricos
•A anestesia intravenosa é um procedimento em que se coloca um cateter numa
veia de um membro, para que o anestésico local seja administrado, colocando-se
ao mesmo tempo um torniquete acima da área para que a anestesia permaneça
no lugar
Anestesia regional intravenosa
Riscos da anestesia regional
Embora sejam raros, podem ocorrer efeitos colaterais como
suor excessivo, infecção no local da injeção, toxicidade
sistêmica, problemas cardíacos e pulmonares, calafrios, febre,
danos nos nervos, perfuração da membrana que protege a
medula espinhal, chamada de dura-máter, podendo causar
paraplegia.
A perfuração da dura-máter também pode desencadear uma
cefaleia pós-raquianestesia nas primeiras 24 horas ou até 5
Tipos
Sedação
• Pequena redução do nível de consciência para diminuir a ansiedade, o paciente responde
normalmente ao comando verbal
Leve
• Depressão da consciência na qual o paciente desperta ao estímulo verbal e/ou estímulo
tátil leve
Moderada
•Depressão da consciência na qual o paciente dificilmente é despertado por comandos verbais, mas
responde a estímulos intensos.
Profunda
Riscos da
sedação
A anestesia de sedação é administrada por via intravenosa e é geralmente usada em associação com uma anestesia
regional ou local, de forma a aumentar o conforto da pessoa. tem o objetivo de reduzir o nível de consciência para
proporcionar conforto ao paciente durante a realização de procedimentos desagradáveis.
A profundidade da sedação varia em função do tipo e da quantidade do medicamento injetado, da sensibilidade de cada
pessoa, além da idade, peso, altura e condições de saúde.
Embora sejam raras, podem ocorrer
reações alérgicas, dificuldades
respiratórias, alteração do ritmo cardíaco,
enjoo, vômitos, delírio, sudação e infecção
no local de injeção.
Anestésicos
Anestésicos
Gerais
Anestésicos
locais
São amplamente utilizados nos procedimentos em
que se necessita retirar os reflexos do paciente, além
de promover diminuição da dor e desconforto,
levando a perda momentânea da consciência.
Não provocam alterações no nível de consciência
do paciente e são utilizados em procedimentos
menores.
Anestésicos
Anestésicos
Gerais
Os anestésicos gerais são utilizados quando se deseja provocar
depressão global do sistema nervoso central (SNC), levando a
perda da percepção e resposta aos estímulos externos, cursando
com perda da consciência, amnésia anterógrada, analgesia, inibição
dos reflexos autônomos e relaxamento da musculatura esquelética.
Anticolinérgicos
Antieméticos
Anti-histamínicos
Ansiolíticos e/ou hipnóticos
Relaxantes musculares
Anestésicos
• Esses bloqueadores muscarínicos são utilizados
para proteger o coração de uma possível parada
durante o processo de indução anestésica.
Anticolinérgicos
• Inibem a náusea e o vômito durante a anestesia e
no período pós-anestésico.
Antieméticos
• Evitam a ocorrência de reação alérgica e auxiliam
na sedação, diminuindo a quantidade de
anestésico a ser administrado.
Anti-histamínicos
• São utilizados principalmente os benzodiazepínicos e os
barbitúricos. Os barbitúricos ajudam na velocidade da
sedação, temos como principal exemplo o Tiopental,
fármaco bastante eficaz neste processo, capaz de tornar
desnecessária a fase excitatória da anestesia. Já os
benzodiazepínicos são utilizados normalmente 24 horas
antes da anestesia, com o objetivo de controle da
ansiedade do paciente.
Ansiolíticos e/ou hipnóticos
• São utilizados para evitar os reflexos autônomos durante a
indução e também para facilitar a intubação. Opioides
também podem ser utilizadas para controle dos reflexos
autonômicos, bem como para auxílio na analgesia.
Relaxantes musculares
Estágios da Anestesia Geral
A administração dos anestésicos gerais deve ser guiada pelos princípios de
segurança e eficiência, baseada na natureza do procedimento a ser
realizado, condições fisiológicas atuais do paciente e propriedades do
fármaco.
 Preparação pré-anestésica: neste estágio, são utilizados ansiolíticos, como
Midazolam ou Diazepam.
 Indução anestésica: representa a etapa inicial da anestesia, que consiste no
momento de transição ente o estado consciente para o estado inconsciente.
 Bloqueio neuromuscular: pode ser feito com succinilcolina e ou rocurônio
para facilitar a intubação orotraqueal.
 Manutenção: é a fase de ajuste da quantidade de droga inalada e/ou infundida,
minuto a minuto, seguindo os parâmetros clínicos e os dados fornecidos pela
monitorização do paciente. Aqui utiliza-se comumente Propofol e outras classes
medicamentosas podem ser usados, como antieméticos, antiarrítmicos, entre outros, a
depender da necessidade clínica do paciente.
 Recuperação anestésica: consiste na etapa de retorno da consciência quando
é retirado o anestésico gradativamente, mantendo apenas a oxigenação. Nessa etapa,
faz-se uso de Neostigmina, que reverte os efeitos dos bloqueadores musculares, e
Atropina, um anticolinérgico utilizado para diminuir os efeitos bradicárdicos da
Neostigmina, e para diminuir as secreções brônquicas.
Abuso de drogas anestésicas
Silva, Juliana Santos da. Fatores de risco para o despertar intraoperatório e os cuidados
de enfermagem: revisão de escopo. 2022. 94 f. Trabalho de Conclusão de Curso
(Graduação em Enfermagem) - Escola de Enfermagem Aurora de Afonso Costa,
Universidade Federal Fluminense, Niterói, 2022.
http://app.uff.br/riuff/handle/1/26478
Objetivo: Mapear, a partir da literatura internacional, os cuidados de
enfermagem frente aos fatores de risco identificados para o despertar
intraoperatório, no que tange os períodos pré-operatório, intraoperatório e pós
operatório.
Posicionamentos para
Anestesia
PRINCIP
AISATIVIDADES RELACIONADAS À ASSISTÊNCIADE ENFERMAGEM
NA SALA DE OPERAÇÃO
🠶 RECEPÇÃO DO PACIENTE
🠶 TRANSPORTE DO PACIENTE
🠶 CUIDADOS DE ENFERMAGEM NA SALA DE OPERAÇÃO
 ANTES DA CIRURGIA
 DURANTE O ATO ANESTÉSICO CIRÚRGICO
 NO FINAL DA CIRURGIA
 NA ALT
A DO PACIENTE
POSICIONAR O PACIENTE
PRINCIP
AISATIVIDADES RELACIONADAS À ASSISTÊNCIADE ENFERMAGEM
NA SALA DE OPERAÇÃO
POSICIONAR O PACIENTE
AS ORIENTAÇÕES SOBRE POSIÇÃO CIRÚRGICA SÃO RECOMENDADAS
PELA AORN.
 AORN (AS
S
OCIAT
ION OF periOPERAT
IVE REGIS
T
ERED NURSES)
 COMIS
S
ÃO DE ENFERMEIROS DE C.C
 REÚNEM DE 2 EM 2 ANOS
 REVISAM OSPADRÕES
 DETERMINAM O QUE DEVE SER SEGUIDO
EM RELAÇÃO À POS
IÇÃO CIRÚRGICA A
AORN RECOMENDA
 QUE A ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM PERIOPERATÓRIA, QUANTO AO POSICIONAMENTO CIRÚRGICO, DEVE SER
INICIADAANTES DA TRANSFERÊNCIA DO PACIENTE DA MACA PARA A MESA DE CIRURGIA;
 O POSICIONAMENTO CIRÚRGICO REQUER SEGURANÇA, LIMPEZA E ORGANIZAÇÃO DA EQUIPE NO MOMENTO DA
REALIZAÇÃO DO PROCEDIMENTO;
 DURANTE O POSICIONAMENTO A EQUIPE DE ENFERMAGEM DEVE MONITORAR O PACIENTE E MANTER A
INTEGRIDADE DOS TECIDOS;
 DEPOIS DE POSICIONAR O PACIENTE, A EQUIPE DEVE ALINHAR O CORPO DO PACIENTE E AVALIAR A INTEGRIDADE
DOS TECIDOS.
 O POSIC I
ONAMENTO DEVE S
ER FEI
T
O DE MANEIRA SEGURA, LEVANDO EM CONSI
DERAÇÃO A ANATOMIAE FISIOLOGIA
DO PACIENTE,A TÉCNICA DAS INTERVENÇÕES REALIZADAS, A MANUTENÇÃO DO POSICIONAMENTO SEMSEQUELASEO
REGISTRO DE TODOS OS PROCEDIMENTOS EPROTEÇÕES UT
I
L
IZADAS, C OMO DO CUMENTO PARA O PACI
ENTE E PARA A
EQUI
PE PRES
ENTE.
RESPONSABILIDADE DE CADA
MEMBRO DA EQUIPE
Cirurgião
Anestesiologista
Equipe de
enfermagem
EQUIPAMENTOS E RECURSOS DE
PROTEÇÃO
MESA CIRÚRGICA
- Mesa radiotransparente;
- Cabeça removível;
- Pilé (coxim renal);
- Saída de corte perineal;
- Coluna eletro hidráulica;
- Hastes laterais;
- Colchão da mesa.
Mesas cirúrgicas elétricas
Mesas cirúrgicas hidráulicas
EQUIPAMENTOS E RECURSOS DE
PROTEÇÃO
MESA CIRÚRGICA
Kit para Ombro
Kit Urologia / RTU
Kit Ortopédico
(colo de fêmur)
Kit para Coluna
Kit Obesidade Mórbida
ALIANÇA MUNDIAL PARA A
SEGURANÇADO PACIENTE
CIRURGIAS SEGURAS SALVAM VIDAS
SEGUNDO DESAFIO GLOBAL PARA A SEGURANÇA DO
PACIENTE
Manual Cirurgia Segura Anvisa
Referências
"Não procure fora, o que deve ser buscado
dentro." Ana Nery

Mais conteúdo relacionado

Semelhante a CENTRO CIRÚRGICO ASSISTENCIAL E CLINICO NO AMBITO DE SAÚDE

Semelhante a CENTRO CIRÚRGICO ASSISTENCIAL E CLINICO NO AMBITO DE SAÚDE (20)

Apostila natalini completa
Apostila natalini completaApostila natalini completa
Apostila natalini completa
 
Sedação
SedaçãoSedação
Sedação
 
anestesia e curativo cirurgico.pdf
anestesia e curativo cirurgico.pdfanestesia e curativo cirurgico.pdf
anestesia e curativo cirurgico.pdf
 
Anestesia veterinária
Anestesia veterináriaAnestesia veterinária
Anestesia veterinária
 
ANESTÉSICOS aula 5.pptx
ANESTÉSICOS aula 5.pptxANESTÉSICOS aula 5.pptx
ANESTÉSICOS aula 5.pptx
 
Aula de anestesia (1)
Aula de anestesia (1)Aula de anestesia (1)
Aula de anestesia (1)
 
Analgesia e Sedação na UTI
Analgesia e Sedação na UTIAnalgesia e Sedação na UTI
Analgesia e Sedação na UTI
 
tipos de anestesias.pptx
tipos de anestesias.pptxtipos de anestesias.pptx
tipos de anestesias.pptx
 
Aula - SNC - Anestésicos
Aula - SNC - AnestésicosAula - SNC - Anestésicos
Aula - SNC - Anestésicos
 
Anestesia sedacao
Anestesia   sedacaoAnestesia   sedacao
Anestesia sedacao
 
Aula_Anestesia.pdf
Aula_Anestesia.pdfAula_Anestesia.pdf
Aula_Anestesia.pdf
 
Aula_Anestesia.pdf
Aula_Anestesia.pdfAula_Anestesia.pdf
Aula_Anestesia.pdf
 
Anestesia
AnestesiaAnestesia
Anestesia
 
Anestesia em RMN
Anestesia em RMNAnestesia em RMN
Anestesia em RMN
 
quais Tipos de sedação e indicações.pptx
quais Tipos de sedação e indicações.pptxquais Tipos de sedação e indicações.pptx
quais Tipos de sedação e indicações.pptx
 
Aula SPRA e Cuidados POI.pdf
Aula SPRA e Cuidados POI.pdfAula SPRA e Cuidados POI.pdf
Aula SPRA e Cuidados POI.pdf
 
Trabalho farmaco
Trabalho farmacoTrabalho farmaco
Trabalho farmaco
 
Clínica cirúrgica aula teôrica 1 powerpoint data show
Clínica cirúrgica aula teôrica 1  powerpoint data showClínica cirúrgica aula teôrica 1  powerpoint data show
Clínica cirúrgica aula teôrica 1 powerpoint data show
 
Anestesia geral e sedação consciente 2013
Anestesia geral e sedação consciente 2013Anestesia geral e sedação consciente 2013
Anestesia geral e sedação consciente 2013
 
Antesiologia completa (2016)
Antesiologia   completa (2016)Antesiologia   completa (2016)
Antesiologia completa (2016)
 

Mais de ArtthurPereira2

AULA SOBRE SAMU, CONCEITOS E CARACTERICAS
AULA SOBRE SAMU, CONCEITOS E CARACTERICASAULA SOBRE SAMU, CONCEITOS E CARACTERICAS
AULA SOBRE SAMU, CONCEITOS E CARACTERICASArtthurPereira2
 
epidemiologia e biossegurança laboral conceitos e classificações
epidemiologia e biossegurança laboral conceitos e classificaçõesepidemiologia e biossegurança laboral conceitos e classificações
epidemiologia e biossegurança laboral conceitos e classificaçõesArtthurPereira2
 
CUIDADOS E BIOSSEGURANÇA DO TRABALHO CONCEITOS LABORATORIAL E EPIDEMIOLOGICO
CUIDADOS E BIOSSEGURANÇA DO TRABALHO CONCEITOS LABORATORIAL E EPIDEMIOLOGICOCUIDADOS E BIOSSEGURANÇA DO TRABALHO CONCEITOS LABORATORIAL E EPIDEMIOLOGICO
CUIDADOS E BIOSSEGURANÇA DO TRABALHO CONCEITOS LABORATORIAL E EPIDEMIOLOGICOArtthurPereira2
 
SAUDE E SEGURANNÇA DO TRABALHO E EPIDEMIOLOGIA
SAUDE E SEGURANNÇA DO TRABALHO E EPIDEMIOLOGIASAUDE E SEGURANNÇA DO TRABALHO E EPIDEMIOLOGIA
SAUDE E SEGURANNÇA DO TRABALHO E EPIDEMIOLOGIAArtthurPereira2
 
AULA DE SEGURANÇA DO TRABALHO E EPIDEMIOLOGIA
AULA DE SEGURANÇA DO TRABALHO E EPIDEMIOLOGIAAULA DE SEGURANÇA DO TRABALHO E EPIDEMIOLOGIA
AULA DE SEGURANÇA DO TRABALHO E EPIDEMIOLOGIAArtthurPereira2
 
AULA SOBRE O CAMPO DE CONCEITO DA CIPA BIOSSSEGURANÇA
AULA SOBRE O CAMPO DE CONCEITO DA CIPA BIOSSSEGURANÇAAULA SOBRE O CAMPO DE CONCEITO DA CIPA BIOSSSEGURANÇA
AULA SOBRE O CAMPO DE CONCEITO DA CIPA BIOSSSEGURANÇAArtthurPereira2
 
aula de biossegurança laboratorial e epidemiologica
aula de biossegurança laboratorial e epidemiologicaaula de biossegurança laboratorial e epidemiologica
aula de biossegurança laboratorial e epidemiologicaArtthurPereira2
 
MIOLOGIA-ANATOMMIA HUMANA.pDRDRDDDDDDDptx
MIOLOGIA-ANATOMMIA HUMANA.pDRDRDDDDDDDptxMIOLOGIA-ANATOMMIA HUMANA.pDRDRDDDDDDDptx
MIOLOGIA-ANATOMMIA HUMANA.pDRDRDDDDDDDptxArtthurPereira2
 
FARMACOLOGIA E SISTEMAS FISIOLOGICOS HUMANO
FARMACOLOGIA E SISTEMAS FISIOLOGICOS HUMANOFARMACOLOGIA E SISTEMAS FISIOLOGICOS HUMANO
FARMACOLOGIA E SISTEMAS FISIOLOGICOS HUMANOArtthurPereira2
 

Mais de ArtthurPereira2 (12)

AULA SOBRE SAMU, CONCEITOS E CARACTERICAS
AULA SOBRE SAMU, CONCEITOS E CARACTERICASAULA SOBRE SAMU, CONCEITOS E CARACTERICAS
AULA SOBRE SAMU, CONCEITOS E CARACTERICAS
 
epidemiologia e biossegurança laboral conceitos e classificações
epidemiologia e biossegurança laboral conceitos e classificaçõesepidemiologia e biossegurança laboral conceitos e classificações
epidemiologia e biossegurança laboral conceitos e classificações
 
CUIDADOS E BIOSSEGURANÇA DO TRABALHO CONCEITOS LABORATORIAL E EPIDEMIOLOGICO
CUIDADOS E BIOSSEGURANÇA DO TRABALHO CONCEITOS LABORATORIAL E EPIDEMIOLOGICOCUIDADOS E BIOSSEGURANÇA DO TRABALHO CONCEITOS LABORATORIAL E EPIDEMIOLOGICO
CUIDADOS E BIOSSEGURANÇA DO TRABALHO CONCEITOS LABORATORIAL E EPIDEMIOLOGICO
 
SAUDE E SEGURANNÇA DO TRABALHO E EPIDEMIOLOGIA
SAUDE E SEGURANNÇA DO TRABALHO E EPIDEMIOLOGIASAUDE E SEGURANNÇA DO TRABALHO E EPIDEMIOLOGIA
SAUDE E SEGURANNÇA DO TRABALHO E EPIDEMIOLOGIA
 
AULA DE SEGURANÇA DO TRABALHO E EPIDEMIOLOGIA
AULA DE SEGURANÇA DO TRABALHO E EPIDEMIOLOGIAAULA DE SEGURANÇA DO TRABALHO E EPIDEMIOLOGIA
AULA DE SEGURANÇA DO TRABALHO E EPIDEMIOLOGIA
 
AULA SOBRE O CAMPO DE CONCEITO DA CIPA BIOSSSEGURANÇA
AULA SOBRE O CAMPO DE CONCEITO DA CIPA BIOSSSEGURANÇAAULA SOBRE O CAMPO DE CONCEITO DA CIPA BIOSSSEGURANÇA
AULA SOBRE O CAMPO DE CONCEITO DA CIPA BIOSSSEGURANÇA
 
aula de biossegurança laboratorial e epidemiologica
aula de biossegurança laboratorial e epidemiologicaaula de biossegurança laboratorial e epidemiologica
aula de biossegurança laboratorial e epidemiologica
 
MIOLOGIA-ANATOMMIA HUMANA.pDRDRDDDDDDDptx
MIOLOGIA-ANATOMMIA HUMANA.pDRDRDDDDDDDptxMIOLOGIA-ANATOMMIA HUMANA.pDRDRDDDDDDDptx
MIOLOGIA-ANATOMMIA HUMANA.pDRDRDDDDDDDptx
 
FARMACOLOGIA E SISTEMAS FISIOLOGICOS HUMANO
FARMACOLOGIA E SISTEMAS FISIOLOGICOS HUMANOFARMACOLOGIA E SISTEMAS FISIOLOGICOS HUMANO
FARMACOLOGIA E SISTEMAS FISIOLOGICOS HUMANO
 
NEFROLOGIA.pptx
NEFROLOGIA.pptxNEFROLOGIA.pptx
NEFROLOGIA.pptx
 
Apresentação-1.pptx
Apresentação-1.pptxApresentação-1.pptx
Apresentação-1.pptx
 
Apresentação.pptx
Apresentação.pptxApresentação.pptx
Apresentação.pptx
 

Último

AULA_08 SAÚDE E ALIMENTAÇÃO DO IDOSO.pdf
AULA_08 SAÚDE E ALIMENTAÇÃO DO IDOSO.pdfAULA_08 SAÚDE E ALIMENTAÇÃO DO IDOSO.pdf
AULA_08 SAÚDE E ALIMENTAÇÃO DO IDOSO.pdfLviaParanaguNevesdeL
 
AULA 12 DESENVOLVIMENTO FETAL E MUDANÇAS NO CORPO DA MULHER.pptx
AULA 12 DESENVOLVIMENTO FETAL E MUDANÇAS NO CORPO DA MULHER.pptxAULA 12 DESENVOLVIMENTO FETAL E MUDANÇAS NO CORPO DA MULHER.pptx
AULA 12 DESENVOLVIMENTO FETAL E MUDANÇAS NO CORPO DA MULHER.pptxEnfaVivianeCampos
 
A HISTÓRIA DA AVALIAÇÃO PSICOLÓGICA..pdf
A HISTÓRIA DA AVALIAÇÃO PSICOLÓGICA..pdfA HISTÓRIA DA AVALIAÇÃO PSICOLÓGICA..pdf
A HISTÓRIA DA AVALIAÇÃO PSICOLÓGICA..pdfMarceloMonteiro213738
 
1. 2 PLACAS DE SINALIAÇÃO - (1).pptx Material de obras
1. 2 PLACAS DE SINALIAÇÃO - (1).pptx Material de obras1. 2 PLACAS DE SINALIAÇÃO - (1).pptx Material de obras
1. 2 PLACAS DE SINALIAÇÃO - (1).pptx Material de obrasosnikobus1
 
PLANO DE ENSINO Disciplina Projeto Integrado I GESTaO.pdf
PLANO DE ENSINO Disciplina Projeto Integrado I  GESTaO.pdfPLANO DE ENSINO Disciplina Projeto Integrado I  GESTaO.pdf
PLANO DE ENSINO Disciplina Projeto Integrado I GESTaO.pdfHELLEN CRISTINA
 
avaliação pratica. pdf
avaliação pratica.                           pdfavaliação pratica.                           pdf
avaliação pratica. pdfHELLEN CRISTINA
 
PROCESSOS PSICOLOGICOS LINGUAGEM E PENSAMENTO
PROCESSOS PSICOLOGICOS LINGUAGEM E PENSAMENTOPROCESSOS PSICOLOGICOS LINGUAGEM E PENSAMENTO
PROCESSOS PSICOLOGICOS LINGUAGEM E PENSAMENTOvilcielepazebem
 
AULA__04_Sinais_Vitais CUIDADOR DE IDOSOS.pdf
AULA__04_Sinais_Vitais CUIDADOR DE IDOSOS.pdfAULA__04_Sinais_Vitais CUIDADOR DE IDOSOS.pdf
AULA__04_Sinais_Vitais CUIDADOR DE IDOSOS.pdfLviaParanaguNevesdeL
 
Aula sobre ANSIEDADE & Cuidados de Enfermagem
Aula sobre ANSIEDADE & Cuidados de EnfermagemAula sobre ANSIEDADE & Cuidados de Enfermagem
Aula sobre ANSIEDADE & Cuidados de EnfermagemCarlosLinsJr
 
AULA_11 PRINCIPAIS DOENÇAS DO ENVELHECIMENTO.pdf
AULA_11 PRINCIPAIS DOENÇAS DO ENVELHECIMENTO.pdfAULA_11 PRINCIPAIS DOENÇAS DO ENVELHECIMENTO.pdf
AULA_11 PRINCIPAIS DOENÇAS DO ENVELHECIMENTO.pdfLviaParanaguNevesdeL
 
Dengue aspectos clinicos sintomas e forma de prevenir.pdf
Dengue aspectos clinicos sintomas e forma de prevenir.pdfDengue aspectos clinicos sintomas e forma de prevenir.pdf
Dengue aspectos clinicos sintomas e forma de prevenir.pdfEduardoSilva185439
 
aula 7. proteínas.ppt. conceitos de proteina
aula 7. proteínas.ppt. conceitos de proteinaaula 7. proteínas.ppt. conceitos de proteina
aula 7. proteínas.ppt. conceitos de proteinajarlianezootecnista
 
Aula de Anatomia e fisiologia socorrista .pptx
Aula de Anatomia e fisiologia socorrista .pptxAula de Anatomia e fisiologia socorrista .pptx
Aula de Anatomia e fisiologia socorrista .pptxAndersonMoreira538200
 
DEPRESSÃO E CUIDADOS DE ENFERMAGEM - SAÚDE MENTAL
DEPRESSÃO E CUIDADOS DE ENFERMAGEM - SAÚDE MENTALDEPRESSÃO E CUIDADOS DE ENFERMAGEM - SAÚDE MENTAL
DEPRESSÃO E CUIDADOS DE ENFERMAGEM - SAÚDE MENTALCarlosLinsJr
 
Nutrição Enteral e parenteral para enfermagem .pdf
Nutrição Enteral e parenteral para enfermagem .pdfNutrição Enteral e parenteral para enfermagem .pdf
Nutrição Enteral e parenteral para enfermagem .pdfThiagoAlmeida458596
 

Último (15)

AULA_08 SAÚDE E ALIMENTAÇÃO DO IDOSO.pdf
AULA_08 SAÚDE E ALIMENTAÇÃO DO IDOSO.pdfAULA_08 SAÚDE E ALIMENTAÇÃO DO IDOSO.pdf
AULA_08 SAÚDE E ALIMENTAÇÃO DO IDOSO.pdf
 
AULA 12 DESENVOLVIMENTO FETAL E MUDANÇAS NO CORPO DA MULHER.pptx
AULA 12 DESENVOLVIMENTO FETAL E MUDANÇAS NO CORPO DA MULHER.pptxAULA 12 DESENVOLVIMENTO FETAL E MUDANÇAS NO CORPO DA MULHER.pptx
AULA 12 DESENVOLVIMENTO FETAL E MUDANÇAS NO CORPO DA MULHER.pptx
 
A HISTÓRIA DA AVALIAÇÃO PSICOLÓGICA..pdf
A HISTÓRIA DA AVALIAÇÃO PSICOLÓGICA..pdfA HISTÓRIA DA AVALIAÇÃO PSICOLÓGICA..pdf
A HISTÓRIA DA AVALIAÇÃO PSICOLÓGICA..pdf
 
1. 2 PLACAS DE SINALIAÇÃO - (1).pptx Material de obras
1. 2 PLACAS DE SINALIAÇÃO - (1).pptx Material de obras1. 2 PLACAS DE SINALIAÇÃO - (1).pptx Material de obras
1. 2 PLACAS DE SINALIAÇÃO - (1).pptx Material de obras
 
PLANO DE ENSINO Disciplina Projeto Integrado I GESTaO.pdf
PLANO DE ENSINO Disciplina Projeto Integrado I  GESTaO.pdfPLANO DE ENSINO Disciplina Projeto Integrado I  GESTaO.pdf
PLANO DE ENSINO Disciplina Projeto Integrado I GESTaO.pdf
 
avaliação pratica. pdf
avaliação pratica.                           pdfavaliação pratica.                           pdf
avaliação pratica. pdf
 
PROCESSOS PSICOLOGICOS LINGUAGEM E PENSAMENTO
PROCESSOS PSICOLOGICOS LINGUAGEM E PENSAMENTOPROCESSOS PSICOLOGICOS LINGUAGEM E PENSAMENTO
PROCESSOS PSICOLOGICOS LINGUAGEM E PENSAMENTO
 
AULA__04_Sinais_Vitais CUIDADOR DE IDOSOS.pdf
AULA__04_Sinais_Vitais CUIDADOR DE IDOSOS.pdfAULA__04_Sinais_Vitais CUIDADOR DE IDOSOS.pdf
AULA__04_Sinais_Vitais CUIDADOR DE IDOSOS.pdf
 
Aula sobre ANSIEDADE & Cuidados de Enfermagem
Aula sobre ANSIEDADE & Cuidados de EnfermagemAula sobre ANSIEDADE & Cuidados de Enfermagem
Aula sobre ANSIEDADE & Cuidados de Enfermagem
 
AULA_11 PRINCIPAIS DOENÇAS DO ENVELHECIMENTO.pdf
AULA_11 PRINCIPAIS DOENÇAS DO ENVELHECIMENTO.pdfAULA_11 PRINCIPAIS DOENÇAS DO ENVELHECIMENTO.pdf
AULA_11 PRINCIPAIS DOENÇAS DO ENVELHECIMENTO.pdf
 
Dengue aspectos clinicos sintomas e forma de prevenir.pdf
Dengue aspectos clinicos sintomas e forma de prevenir.pdfDengue aspectos clinicos sintomas e forma de prevenir.pdf
Dengue aspectos clinicos sintomas e forma de prevenir.pdf
 
aula 7. proteínas.ppt. conceitos de proteina
aula 7. proteínas.ppt. conceitos de proteinaaula 7. proteínas.ppt. conceitos de proteina
aula 7. proteínas.ppt. conceitos de proteina
 
Aula de Anatomia e fisiologia socorrista .pptx
Aula de Anatomia e fisiologia socorrista .pptxAula de Anatomia e fisiologia socorrista .pptx
Aula de Anatomia e fisiologia socorrista .pptx
 
DEPRESSÃO E CUIDADOS DE ENFERMAGEM - SAÚDE MENTAL
DEPRESSÃO E CUIDADOS DE ENFERMAGEM - SAÚDE MENTALDEPRESSÃO E CUIDADOS DE ENFERMAGEM - SAÚDE MENTAL
DEPRESSÃO E CUIDADOS DE ENFERMAGEM - SAÚDE MENTAL
 
Nutrição Enteral e parenteral para enfermagem .pdf
Nutrição Enteral e parenteral para enfermagem .pdfNutrição Enteral e parenteral para enfermagem .pdf
Nutrição Enteral e parenteral para enfermagem .pdf
 

CENTRO CIRÚRGICO ASSISTENCIAL E CLINICO NO AMBITO DE SAÚDE

  • 1. Centro Cirúrgico Enf. Arthur Custódio Pereira Esp. Psiquiatria e Saúde Mental Mestrando em Modelos e Decisões de Saúde - UFPB Email: artthurgba17@gmail.com
  • 2. ANESTESIA A anestesia é uma estratégia utilizada com o objetivo de prevenir a dor ou alguma sensação durante uma cirurgia ou procedimento doloroso por meio da administração de medicamentos através da veia ou por meio da inalação. Procedimentos mais invasivos Provocar qualquer tipo de desconforto ou dor no paciente Cirurgia do coração, parto. Procedimentos odontológicos. Definição
  • 3. Tipos Existem vários tipos de anestesia, que afetam o sistema nervoso de várias formas através do bloqueio de impulsos nervosos, cuja escolha vai depender do tipo de procedimento médico e do estado de saúde da pessoa. É importante que seja informado ao médico qualquer tipo de doença crônica ou alergia para que seja indicado o melhor tipo de anestesia sem que haja qualquer risco.
  • 5. Tipos Geral São administrados medicamentos anestésicos que sedam a pessoa profundamente, para que a cirurgia realizada, como cirurgia no coração, pulmão ou abdominal, não provoque qualquer dor ou desconforto. Acesso venoso Inalatório Os medicamentos mais usados na anestesia geral são: benzodiazepinas, narcóticos, sedativos e hipnóticos, relaxantes musculares e gases halogenados. Riscos da anestesia geral Os efeitos colaterais mais comuns são enjoo, vômitos, dor de cabeça e alergias ao medicamento anestésico. Em casos mais graves, podem ocorrer complicações como parada da respiração, parada cardíaca ou mesmo sequelas neurológicas em pessoas com saúde mais debilitada devido a desnutrição, problemas cardíacos, pulmonares ou renais,
  • 6. Tipos Local Envolve uma área muito específica do corpo, não afeta a consciência e é normalmente usada em cirurgias pequenas como procedimentos dentários, cirurgia do olho, nariz ou garganta, ou em conjunto com outra anestesia, como anestesia regional ou de sedação. Creme ou spray anestésico numa pequena região da pele ou mucosa Injetando o medicamento anestésico no tecido a anestesiar A lidocaína é o anestésico local mais comum. Riscos da anestesia local A anestesia local, quando usada corretamente é segura e quase não apresenta efeitos secundários, no entanto, em doses elevadas pode ter efeitos tóxicos, podendo afetar o coração e a respiração ou comprometer a função cerebral, já que doses elevadas podem atingir a corrente sanguínea.
  • 7. Tipos É usada quando é necessário anestesiar apenas uma parte do corpo, como um braço ou uma perna, por exemplo e existem vários tipos de anestesia regional. Regional •Na anestesia raquidiana, o anestésico local é administrado com uma agulha fina, no líquido que banha a medula espinhal, chamado de líquido cefalorraquidiano Anestesia raquidiana •Também conhecida por anestesia epidural, este procedimento bloqueia a dor e as sensações de apenas uma região do corpo, geralmente da cintura para baixo. Anestesia peridural •Neste tipo de anestesia regional, o anestésico local é administrado ao redor dos nervos responsáveis pela sensibilidade e pelo movimento do membro onde vai ser realizada a cirurgia, podendo ser administrada uma variedade de bloqueadores do nervo. Bloqueio dos nervos periféricos •A anestesia intravenosa é um procedimento em que se coloca um cateter numa veia de um membro, para que o anestésico local seja administrado, colocando-se ao mesmo tempo um torniquete acima da área para que a anestesia permaneça no lugar Anestesia regional intravenosa Riscos da anestesia regional Embora sejam raros, podem ocorrer efeitos colaterais como suor excessivo, infecção no local da injeção, toxicidade sistêmica, problemas cardíacos e pulmonares, calafrios, febre, danos nos nervos, perfuração da membrana que protege a medula espinhal, chamada de dura-máter, podendo causar paraplegia. A perfuração da dura-máter também pode desencadear uma cefaleia pós-raquianestesia nas primeiras 24 horas ou até 5
  • 8. Tipos Sedação • Pequena redução do nível de consciência para diminuir a ansiedade, o paciente responde normalmente ao comando verbal Leve • Depressão da consciência na qual o paciente desperta ao estímulo verbal e/ou estímulo tátil leve Moderada •Depressão da consciência na qual o paciente dificilmente é despertado por comandos verbais, mas responde a estímulos intensos. Profunda Riscos da sedação A anestesia de sedação é administrada por via intravenosa e é geralmente usada em associação com uma anestesia regional ou local, de forma a aumentar o conforto da pessoa. tem o objetivo de reduzir o nível de consciência para proporcionar conforto ao paciente durante a realização de procedimentos desagradáveis. A profundidade da sedação varia em função do tipo e da quantidade do medicamento injetado, da sensibilidade de cada pessoa, além da idade, peso, altura e condições de saúde. Embora sejam raras, podem ocorrer reações alérgicas, dificuldades respiratórias, alteração do ritmo cardíaco, enjoo, vômitos, delírio, sudação e infecção no local de injeção.
  • 9. Anestésicos Anestésicos Gerais Anestésicos locais São amplamente utilizados nos procedimentos em que se necessita retirar os reflexos do paciente, além de promover diminuição da dor e desconforto, levando a perda momentânea da consciência. Não provocam alterações no nível de consciência do paciente e são utilizados em procedimentos menores.
  • 10. Anestésicos Anestésicos Gerais Os anestésicos gerais são utilizados quando se deseja provocar depressão global do sistema nervoso central (SNC), levando a perda da percepção e resposta aos estímulos externos, cursando com perda da consciência, amnésia anterógrada, analgesia, inibição dos reflexos autônomos e relaxamento da musculatura esquelética. Anticolinérgicos Antieméticos Anti-histamínicos Ansiolíticos e/ou hipnóticos Relaxantes musculares
  • 11. Anestésicos • Esses bloqueadores muscarínicos são utilizados para proteger o coração de uma possível parada durante o processo de indução anestésica. Anticolinérgicos • Inibem a náusea e o vômito durante a anestesia e no período pós-anestésico. Antieméticos • Evitam a ocorrência de reação alérgica e auxiliam na sedação, diminuindo a quantidade de anestésico a ser administrado. Anti-histamínicos • São utilizados principalmente os benzodiazepínicos e os barbitúricos. Os barbitúricos ajudam na velocidade da sedação, temos como principal exemplo o Tiopental, fármaco bastante eficaz neste processo, capaz de tornar desnecessária a fase excitatória da anestesia. Já os benzodiazepínicos são utilizados normalmente 24 horas antes da anestesia, com o objetivo de controle da ansiedade do paciente. Ansiolíticos e/ou hipnóticos • São utilizados para evitar os reflexos autônomos durante a indução e também para facilitar a intubação. Opioides também podem ser utilizadas para controle dos reflexos autonômicos, bem como para auxílio na analgesia. Relaxantes musculares Estágios da Anestesia Geral A administração dos anestésicos gerais deve ser guiada pelos princípios de segurança e eficiência, baseada na natureza do procedimento a ser realizado, condições fisiológicas atuais do paciente e propriedades do fármaco.  Preparação pré-anestésica: neste estágio, são utilizados ansiolíticos, como Midazolam ou Diazepam.  Indução anestésica: representa a etapa inicial da anestesia, que consiste no momento de transição ente o estado consciente para o estado inconsciente.  Bloqueio neuromuscular: pode ser feito com succinilcolina e ou rocurônio para facilitar a intubação orotraqueal.  Manutenção: é a fase de ajuste da quantidade de droga inalada e/ou infundida, minuto a minuto, seguindo os parâmetros clínicos e os dados fornecidos pela monitorização do paciente. Aqui utiliza-se comumente Propofol e outras classes medicamentosas podem ser usados, como antieméticos, antiarrítmicos, entre outros, a depender da necessidade clínica do paciente.  Recuperação anestésica: consiste na etapa de retorno da consciência quando é retirado o anestésico gradativamente, mantendo apenas a oxigenação. Nessa etapa, faz-se uso de Neostigmina, que reverte os efeitos dos bloqueadores musculares, e Atropina, um anticolinérgico utilizado para diminuir os efeitos bradicárdicos da Neostigmina, e para diminuir as secreções brônquicas.
  • 12. Abuso de drogas anestésicas Silva, Juliana Santos da. Fatores de risco para o despertar intraoperatório e os cuidados de enfermagem: revisão de escopo. 2022. 94 f. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Enfermagem) - Escola de Enfermagem Aurora de Afonso Costa, Universidade Federal Fluminense, Niterói, 2022. http://app.uff.br/riuff/handle/1/26478 Objetivo: Mapear, a partir da literatura internacional, os cuidados de enfermagem frente aos fatores de risco identificados para o despertar intraoperatório, no que tange os períodos pré-operatório, intraoperatório e pós operatório.
  • 14. PRINCIP AISATIVIDADES RELACIONADAS À ASSISTÊNCIADE ENFERMAGEM NA SALA DE OPERAÇÃO 🠶 RECEPÇÃO DO PACIENTE 🠶 TRANSPORTE DO PACIENTE 🠶 CUIDADOS DE ENFERMAGEM NA SALA DE OPERAÇÃO  ANTES DA CIRURGIA  DURANTE O ATO ANESTÉSICO CIRÚRGICO  NO FINAL DA CIRURGIA  NA ALT A DO PACIENTE POSICIONAR O PACIENTE
  • 15. PRINCIP AISATIVIDADES RELACIONADAS À ASSISTÊNCIADE ENFERMAGEM NA SALA DE OPERAÇÃO POSICIONAR O PACIENTE AS ORIENTAÇÕES SOBRE POSIÇÃO CIRÚRGICA SÃO RECOMENDADAS PELA AORN.  AORN (AS S OCIAT ION OF periOPERAT IVE REGIS T ERED NURSES)  COMIS S ÃO DE ENFERMEIROS DE C.C  REÚNEM DE 2 EM 2 ANOS  REVISAM OSPADRÕES  DETERMINAM O QUE DEVE SER SEGUIDO
  • 16. EM RELAÇÃO À POS IÇÃO CIRÚRGICA A AORN RECOMENDA  QUE A ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM PERIOPERATÓRIA, QUANTO AO POSICIONAMENTO CIRÚRGICO, DEVE SER INICIADAANTES DA TRANSFERÊNCIA DO PACIENTE DA MACA PARA A MESA DE CIRURGIA;  O POSICIONAMENTO CIRÚRGICO REQUER SEGURANÇA, LIMPEZA E ORGANIZAÇÃO DA EQUIPE NO MOMENTO DA REALIZAÇÃO DO PROCEDIMENTO;  DURANTE O POSICIONAMENTO A EQUIPE DE ENFERMAGEM DEVE MONITORAR O PACIENTE E MANTER A INTEGRIDADE DOS TECIDOS;  DEPOIS DE POSICIONAR O PACIENTE, A EQUIPE DEVE ALINHAR O CORPO DO PACIENTE E AVALIAR A INTEGRIDADE DOS TECIDOS.  O POSIC I ONAMENTO DEVE S ER FEI T O DE MANEIRA SEGURA, LEVANDO EM CONSI DERAÇÃO A ANATOMIAE FISIOLOGIA DO PACIENTE,A TÉCNICA DAS INTERVENÇÕES REALIZADAS, A MANUTENÇÃO DO POSICIONAMENTO SEMSEQUELASEO REGISTRO DE TODOS OS PROCEDIMENTOS EPROTEÇÕES UT I L IZADAS, C OMO DO CUMENTO PARA O PACI ENTE E PARA A EQUI PE PRES ENTE.
  • 17. RESPONSABILIDADE DE CADA MEMBRO DA EQUIPE Cirurgião Anestesiologista Equipe de enfermagem
  • 18. EQUIPAMENTOS E RECURSOS DE PROTEÇÃO MESA CIRÚRGICA - Mesa radiotransparente; - Cabeça removível; - Pilé (coxim renal); - Saída de corte perineal; - Coluna eletro hidráulica; - Hastes laterais; - Colchão da mesa. Mesas cirúrgicas elétricas Mesas cirúrgicas hidráulicas
  • 19. EQUIPAMENTOS E RECURSOS DE PROTEÇÃO MESA CIRÚRGICA Kit para Ombro Kit Urologia / RTU Kit Ortopédico (colo de fêmur) Kit para Coluna Kit Obesidade Mórbida
  • 20. ALIANÇA MUNDIAL PARA A SEGURANÇADO PACIENTE CIRURGIAS SEGURAS SALVAM VIDAS SEGUNDO DESAFIO GLOBAL PARA A SEGURANÇA DO PACIENTE Manual Cirurgia Segura Anvisa
  • 21.
  • 22.
  • 23.
  • 25. "Não procure fora, o que deve ser buscado dentro." Ana Nery