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O QUANTO VOCÊ TEM SE PREPARADO PARA SER O
MELHOR?
MUITOS BUSCAM TER SUCESSO, MAS NÃO QUEREM PAGAR O PREÇO DA PREPARAÇÃO,
TREINO, APRENDER A EXECUTAR COMO NINGUÉM O QUE FAZ!
Apresentação
MEU NOME?
MINHA IDADE?
DE ONDE SOU?
O QUE ESPERO DA DISCIPLINA?
Enf. Esp. Arthur Custódio Pereira
Email: artthurgba17@gmail.com
NEFROLOGIA
Curso Técnico em enfermagem
Apresentação da disciplina
Objetivo;
Discutir os temas mais frequentemente visto em nefrologia, capacitando o
estudante entender a fisiopatologia, e auxiliar no tratamento das patologias mais
prevalentes.
Apresentação da disciplina
Conteúdo programado
1. Aspectos gerais do sistema Urinário
2. DRC - Definição, estagiamento e história natural
3. Insuficiência renal aguda
4. Síndromes glomerulares
5. Nefrolitíse
6. Infecção do trato urinário
7. Hipertensão arterial e Nefropatia diabética
8. Terapia renal substitutiva (diálise e transplante renal)
9. Exames e tipos de tratamentos
Apresentação da disciplina
Metodologia
 Aulas expositivas dialogadas
 Estudos de caso baseado em problemas
 Leitura de textos, debates e realização de exercícios dinâmicos
 Trabalho de grupo / Seminários.
Apresentação da disciplina
Avaliação
Avaliação teórica: 7,0
Estudo de caso: 3,0
Enf. Esp. Arthur Custódio Pereira
Email: artthurgba17@gmail.com
NEFROLOGIA
EXAME DE URINA
(EAS)
Sistema Urinário
Órgãos uropoéticos
Elaborar urina
Armazenamento
temporário
Na urina encontramos ácido úrico, ureia, sódio,
potássio, bicarbonato e etc.
• Produzem a urina.
Órgãos
secretores
• Encarregados de
processar a drenagem
da urina para fora do
corpo.
Órgãos
excretores
Sistema Urinário
RIN
URETERES
BEXIGA
URETRA
RINS
Ocorrem três processos básicos nos néfrons:
1. Filtração
2. Reabsorção
3. Secreção.
Além disso, ao final dessas três etapas ocorre
ainda a excreção da urina.
NÉFRONS
Corpúsculo
Renal
Tubulação
Renal
FUNÇÕES DOS RINS
EXCREÇÃO DE
PRODUTOS
INDESEJÁVEIS DO
METABOLISMO
•UREIA
•CREATINA
•ÁCIDO ÚRICO
•BILIRUBINA
REGULAÇÃO DO
BALANÇO DA
ÁGUA E DOS
ELETRÓLITOS
•DEVE SER CUIDADOSAMENTE
COMBINADO
REGULAÇÃO DA
PRESSÃO
ARTERIAL
•EXCREÇÃO DE SÓDIO
E ÁGUA
REGULAÇÃO DO
BALANÇO ÁCIDO
BÁSICO
REGULAÇÃO DA
PRODUÇÃO DE
ERITRÓCITOS
•EXCREÇÃO DE ÁCIDO
SUFÚRICO E
FOSFÓRO
•ERITROPOETINA
DISTÚRBIOS RENAIS
A infecção renal é de alta incidência em pacientes
internados em Unidade de Terapia Intensiva e os
principais distúrbios renais estão relacionados à IRA,
como sepses, choque séptico, ITU, doença renal
crônicas dentre outras.
DOENÇA RENAL CRÔNICA
(DRC)
DEFINIÇÃO:
A doença renal crônica (DRC)
pode ser definida
por anormalidades estruturais
ou funcionais
persistentes (mais de três
meses), com impacto à saúde.
DOENÇA RENAL CRÔNICA
(DRC)
A doença renal crônica consiste em
lesão renal e perda progressiva e
irreversível da função dos rins
(glomerular, tubular e endócrina).Em
sua fase mais avançada (chamada de
fase terminal de insuficiência renal
crônica-IRC), os rins não conseguem
mais manter a normalidade do meio
interno do paciente.
DOENÇA RENAL CRÔNICA
(DRC)
Os Estágio iniciais podem ser assintomáticos. A progressão da
doença ocorre lentamente ao longo de um período de tempo.
Comum para idades entre 60 e mais velhos.
Histórico familiar pode aumentar a probabilidade
Importante: Os rins são fundamentais no funcionamento do corpo. Eles filtram o sangue e auxiliam na
eliminação de toxinas do organismo. A doença renal crônica é silenciosa, não apresenta sintomas e
tem registrado crescente prevalência, alta mortalidade e elevados custos para os sistemas de saúde
no mundo.
DOENÇA RENAL CRÔNICA
(DRC)
FATORES DE
RISCO
Diabetes
Hipertensão
Idade
•Portadores de
obesidade (IMC >
30 Kg/m²)
•Histórico de doença do
aparelho circulatório
cardíaca.
Histórico de
Doença Renal
Crônica na família
Uso de agentes
nefrotóxicos
Valores de
pressão arterial
acima de 140/90
mmHg em duas
medidas com um
intervalo de 1 a 2
semanas.
Importante: Muitos fatores estão
associados tanto à etiologia quanto à
progressão para a perda de função renal.
Por estes motivos, é importante reconhecer
quem são os indivíduos que estão sob o
risco de desenvolver a doença renal crônica,
com o objetivo do diagnóstico precoce e
início imediato do tratamento.
DOENÇA RENAL CRÔNICA
(DRC)
DIAGNÓSTICO
Existem diversas formas de aferir as funções renais, incluindo um exame de urina e
exames detalhados dos rins, conforme cada caso. No entanto, do ponto de vista clínico
a função excretora é aquela que tem maior correlação com os desfechos clínicos. Todas
as funções renais costumam declinar de forma paralela com a sua função excretora.
TFG alterada
TFG normal ou próxima do normal, mas com evidência de dano renal ou alteração
no exame de imagem.
•É portador de doença renal crônica qualquer indivíduo que, independente da
causa, apresente por pelo menos três meses consecutivos uma
TFG<60ml/min/1,73m².
DOENÇA RENAL CRÔNICA
(DRC)
TRATAMENTO
Para melhor estruturação do tratamento dos pacientes com doenças renais crônicas
é necessário que, após o diagnóstico, todos os pacientes sejam classificados da
seguinte maneira:
•Estágio 1: TFG ³ 90mL/min/1,73m² na presença de proteinúria e/ou hematúria ou alteração no exame de
imagem;
•Estágio 2: TFG ³ 60 a 89 mL/min./1,73m²;
•Estágio 3a: TFG ³ 45 a 59 mL/min./1,73m²;
•Estágio 3b: TFG ³ 30 a 44 mL/min./1,73m²;
•Estágio 4: TFG ³ 15 a 29 mL/min./1,73m²;
•Estágio 5 – Não Diálitico: TFG < 15 mL/min./1,73m²;
•Estágio 5 - Dialítico: TFG < 15 mL/min./1,73m².
Para fins de organização do atendimento integral ao paciente com doença renal crônica (DRC), o tratamento deve
ser classificado em conservador, quando:
- Estágios de 1 a 3, pré-diálise
- 4 e 5-ND (não dialítico) e Terapia Renal Substitutiva (TRS) quando 5-D (dialítico).
DOENÇA RENAL CRÔNICA
(DRC)
PREVENÇÃO
A prevenção das doenças renais
crônicas está diretamente
relacionada a estilos e condições
de vida das pessoas.
SÍNDROME
NEFRÍTICA E NEFRÓTICA
As síndromes nefróticas e nefríticas são condições comuns de infância com
edema e proteinúria. No entanto, existem diferenças entre a síndrome nefrótica
e a síndrome nefrítica nas características clínicas.
SÍNDROME NEFRÓTICA
Na síndrome nefrótica,
há uma perda de
proteína forte na urina
causando baixa
albumina e inchaço
corporal. A causa da
síndrome nefrótica é
desconhecida. Alguns
casos aparecem devido
a purpura de henoch
schonlein (HSP), lúpus
eritematoso sistêmico,
alérgenos e infecções.
síndrome nefrótica apresenta
1
• inchaço ao redor dos olhos, escroto, vulva e membros inferiores
devido à coleta de fluidos.
2
• O líquido se acumula no abdômen (ascite) e nas cavidades
pleurais (derrame).
Existem três tipos de síndrome
nefrótica:
1
• Sensível a esteroides
2
• Resistência a esteroides
3
• Congênita
SÍNDROME NEFRÓTICA
Síndrome nefrótica sensível a esteróides.
•Alergias e asma brônquica;
•Falha renal;
•As infecções do trato respiratório geralmente o precedem;
•perda bruta de fluidos, a coagulação, as infecções e níveis
elevados de colesterol sérico.
Síndrome nefrotica resistente a esteróides.
•Os diuréticos removem o excesso de fluido;
•Os inibidores da ECA e a dieta com baixo teor de sal ajudam
a controlar a pressão arterial;
•Os AINEs podem reduzir a perda de proteína na urina.
Síndrome nefrótica congênita.
•É rara e presente nos primeiros três meses de vida;
•Ele mostra uma herança autossômica recessiva;
•O prognóstico é fraco;
•A insuficiência renal é rara nesses pacientes;
•Ambos os rins podem precisar ser removidos para controlar
o inchaço extremo.
SÍNDROME NEFRÍTICA
A síndrome nefrítica é uma manifestação de
inflamação glomerular (glomerulonefrite) que
ocorre em qualquer idade. As causas diferem de
acordo com a idade e os mecanismos diferem em
relação à causa.
síndrome nefrítica apresenta
1 •Nefrite aguda reduz a filtração glomerular.
2 •Reduz a produção de urina.
3 •Aumenta o volume do fluido corporal.
4 •Eleva a pressão sanguínea e causa ajustes.
5 •Hematúria e Proteinúria.
Existem três tipos de síndrome nefrítica:
1
• Glomerulonefrite aguda
2
• Glomerulonefrite crônica
2
• Primária (idiopática)/Secundária
Síndrome nefrítica é definida pela
Hematúria;
Graus variáveis de proteinúria;
Normalmente hemácias disformes;
No geral, cilindros hemáticos no exame microscópico
do sedimento urinário.
Em geral, ≥ 1 elementos a seguir estão presentes: edema,
hipertensão, elevação da creatinina sérica e oliguria.
A síndrome nefrítica apresenta tanto causas primárias
como secundárias. O diagnóstico baseia-se em história,
exame físico e, às vezes, biópsia renal.
SÍNDROME NEFRÍTICA
Glomerulonefrite aguda
• Glomerulonefrite pós-infecciosa (GNPI), uma síndrome
nefrítica, é a causa mais comum de doença glomerular em
crianças com 5 a 15 anos de idade, sendo rara em
crianças < 2 anos e adultos > 40 anos.
•O período de latência típico é de 6 a 21 dias entre a
infecção e o início da glomerulonefrite, mas a latência pode
se prolongar por até 6 semanas.
•Hematúria assintomática.
•Leve proteinúria até nefrite completa
•oligúria, edema, hipertensão e insuficiência renal.
Glomerulonefrite crônica
•A glomerulonefrite crônica apresenta características
similares às da glomerulonefrite aguda, mas desenvolve-se
de modo lento e pode apresentar proteinúria leve a
moderada.
• Nefropatia por IgA;
• Nefrite hereditária (síndrome de Alport);
• Doença da membrana basal fina
DIAGNÓSTICO
•Exame de urina tipicamente
mostrando eritrócitos
dismórficos, cilindros
hemáticos, proteinúria,
leucócitos e células tubulares
renais
•Evidência clínica de
infecção recente
O tratamento é de suporte e pode incluir restrição de proteínas, sódio e líquidos na dieta e
tratamento do edema e da hipertensão nos casos mais graves. Ocasionalmente, a diálise é
necessária. O tratamento antimicrobiano é preventivo e é instituído apenas quando dentro de
36 h de infecção e antes do estabelecimento da glomerulonefrite.
Hipertensão Arterial e Nefropatia
diabética
A nefropatia diabética corresponde a esclerose e fibrose glomerulares causadas por
alterações metabólicas e hemodinâmicas do diabetes mellitus. Manifesta-se como
albuminúria lentamente progressiva com agravamento da insuficiência renal e
hipertensão.
•Duração e grau da
hiperglicemia
•Tabagismo
Polimorfismos
História familiar
Hipertensão
•Dislipidemia
•Variáveis
genéticas
Hipertensão Arterial e Nefropatia
diabética
FISIOPATOLOGIA Glicosilação de
proteínas
Liberação
influenciada por
hormônios de
citocinas
Deposição de
matriz mesangial
Alteração da
hemodinâmica
glomerular
Hiperfiltração
E
Hiperglicemia
Glomerulosclerose
difusa
Hipertensão Arterial e Nefropatia
diabética
SINAIS E SINTOMAS Hipertensão
Anorexia Náuseas Vômitos
Sintomas da
uremia
Hipertensão Arterial e Nefropatia
diabética
DIAGNÓSTICO
•Triagem anual de todos os pacientes com diabetes através de exame de urina aleatório com determinação da
relação albumina/creatinina.
•Exame de urina para pesquisa de sinais de outras alterações renais (p. ex., hematúria, cilindros hemáticos)
•Proteinúria maciça com história curta de diabetes
•Hematúria macroscópica
•Declínio rápido na taxa de filtração glomerular (TFG)
•Rim de tamanho pequeno
Hipertensão Arterial e Nefropatia
diabética
TRATAMENTO
•Manutenção da Hb glicosilada (HbA1C) ≤ 7,0.
•Inibição da angiotensina
•Diuréticos
•Bloqueadores de canais de cálcio não di-hidropiridínicos.
•Estatinas
Tipo de doença renal % hipertensão arterial
Glomeruloesclerose segmentar e focal 75-80
Glomerulonefrite membranoproliferativa 65-70
Nefropatia diabética 65-70
Glomerulonefrite membranosa 40-50
Glomerulonefrite proliferativa mesangial 35-40
Glomerulonefrite por IgA 30
Glomerulonefrite de lesões mínimas 25-30
Hipertensão Arterial
NEFROLITÍASE
Presença de pedras
cristalinas (cálculos) no
sistema urinário (rins e
ureter)
Compostos por quantidades
variáveis de cristaloide e matriz
orgânica.
INFECÇÃO DO TRATO
URINÁRIO (ITU)
Cistite
• Infecção ou inflamação da bexiga
urinária ou de qualquer parte do
sistema urinário causada por um
tipo de bactéria chamada
Escherichia coli (E. coli). Isso
resulta em vontade de urinar,
sangue na urina e ardor ao urinar.
INFECÇÃO DO TRATO
URINÁRIO (ITU)
Violação da saída
de urina (devido ao
coágulo de sangue).
Violação da
integridade dos
vasos sanguíneos,
a camada
microcirculatória.
INFECÇÃO DO TRATO
URINÁRIO (ITU)
SINAIS E SINTOMAS
DOR
URINA TURVA OU
COM PRESENÇA
DE SANGUE
ARDÊNCIA OU
QUEIMAÇÃO
MICÇÃO
NORTUNA
FREQUENTE
INFECÇÃO DO TRATO
URINÁRIO (ITU)
DIAGNÓSTICOS
Cultura de
urina
Exames de
urina
Cistoscopia Determinar a bactéria responsável
pela infecção.
Verificar a presença de células de
pus e glóbulos vermelhos na urina.
Visualizar o revestimento da
bexiga
INFECÇÃO DO TRATO
URINÁRIO (ITU)
• TRATAMENTO
Medicação
• Antibióticos
Primeira linha
de tratamento • O tipo de antibiótico,
sua dosagem e
duração dependem do
tipo de organismo e da
gravidade da infecção.
Ciprofloxacino
Fosfomicina
TERAPIA RENAL SUBSTITUTIVA
TERAPIA
HEMODIÁLISE
DIÁLISE
PERITONEAL
Uso de um equipamento específico
que filtra o sangue diretamente e o
devolve ao corpo do paciente com
menos impurezas.
Uso de equipamento específico que
infunde e drena uma solução
especial diretamente no abdômen
do paciente, sem contato direto
com o sangue.
Esses procedimentos curam o rim?
Por quanto tempo eu vou ficar fazendo diálise?
Posso fazer a diálise em casa?
TERAPIA RENAL SUBSTITUTIVA
TERAPIA
HEMODIÁLISE
DIÁLISE
PERITONEAL
Como é feita a hemodiálise?
Quanto tempo dura a
hemodiálise?
O que determina a
duração da hemodiálise?
Como o sangue é retirado do
corpo?
Quais são os medicamentos
usados na hemodiálise?
Como é feita a diálise
peritoneal?
Quem faz as trocas das bolsas da
diálise?
Existem desvantagens nesse
tratamento?
Diálise Peritoneal
Automatizada (DPA)
Quais as vantagens
desse tratamento?
TERAPIA RENAL SUBSTITUTIVA
CATETER DE TENCKHOFF
ITB DO PACIENTE RENAL
Exame complementar não invasivo auxiliar no
diagnóstico da doença arterial obstrutiva periférica
(DAOP) dos membros inferiores.
Este índice é calculado pela razão da pressão sistólica da artéria
braquial direita ou esquerda (o maior valor) com a pressão
sistólica das artérias maleolares tibial anterior ou tibial posterior
(o maior valor).
ITB DO PACIENTE RENAL
Este índice é calculado bilateralmente através da seguinte razão:
ITB Direito : Maior PAS do tornozelo direito
____________________________
Maior PAS braquial
ITB Esquerdo : Maior PAS do tornozelo esquerdo
______________________________
Maior PAS braquial
Como interpretar?
≥0,9 – normal
0,71 a 0,9 – alteração discreta
0,41-0,7 – alteração moderada
≤0,4 – alteração importante
≥1,4 – sugere calcificação de Mockenberg
Exame de urina (EAS) Entenda os
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  • 6. Apresentação da disciplina Metodologia  Aulas expositivas dialogadas  Estudos de caso baseado em problemas  Leitura de textos, debates e realização de exercícios dinâmicos  Trabalho de grupo / Seminários.
  • 7. Apresentação da disciplina Avaliação Avaliação teórica: 7,0 Estudo de caso: 3,0
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  • 12. RINS Ocorrem três processos básicos nos néfrons: 1. Filtração 2. Reabsorção 3. Secreção. Além disso, ao final dessas três etapas ocorre ainda a excreção da urina. NÉFRONS Corpúsculo Renal Tubulação Renal
  • 13.
  • 14. FUNÇÕES DOS RINS EXCREÇÃO DE PRODUTOS INDESEJÁVEIS DO METABOLISMO •UREIA •CREATINA •ÁCIDO ÚRICO •BILIRUBINA REGULAÇÃO DO BALANÇO DA ÁGUA E DOS ELETRÓLITOS •DEVE SER CUIDADOSAMENTE COMBINADO REGULAÇÃO DA PRESSÃO ARTERIAL •EXCREÇÃO DE SÓDIO E ÁGUA REGULAÇÃO DO BALANÇO ÁCIDO BÁSICO REGULAÇÃO DA PRODUÇÃO DE ERITRÓCITOS •EXCREÇÃO DE ÁCIDO SUFÚRICO E FOSFÓRO •ERITROPOETINA
  • 15. DISTÚRBIOS RENAIS A infecção renal é de alta incidência em pacientes internados em Unidade de Terapia Intensiva e os principais distúrbios renais estão relacionados à IRA, como sepses, choque séptico, ITU, doença renal crônicas dentre outras.
  • 16. DOENÇA RENAL CRÔNICA (DRC) DEFINIÇÃO: A doença renal crônica (DRC) pode ser definida por anormalidades estruturais ou funcionais persistentes (mais de três meses), com impacto à saúde.
  • 17. DOENÇA RENAL CRÔNICA (DRC) A doença renal crônica consiste em lesão renal e perda progressiva e irreversível da função dos rins (glomerular, tubular e endócrina).Em sua fase mais avançada (chamada de fase terminal de insuficiência renal crônica-IRC), os rins não conseguem mais manter a normalidade do meio interno do paciente.
  • 18. DOENÇA RENAL CRÔNICA (DRC) Os Estágio iniciais podem ser assintomáticos. A progressão da doença ocorre lentamente ao longo de um período de tempo. Comum para idades entre 60 e mais velhos. Histórico familiar pode aumentar a probabilidade Importante: Os rins são fundamentais no funcionamento do corpo. Eles filtram o sangue e auxiliam na eliminação de toxinas do organismo. A doença renal crônica é silenciosa, não apresenta sintomas e tem registrado crescente prevalência, alta mortalidade e elevados custos para os sistemas de saúde no mundo.
  • 19. DOENÇA RENAL CRÔNICA (DRC) FATORES DE RISCO Diabetes Hipertensão Idade •Portadores de obesidade (IMC > 30 Kg/m²) •Histórico de doença do aparelho circulatório cardíaca. Histórico de Doença Renal Crônica na família Uso de agentes nefrotóxicos Valores de pressão arterial acima de 140/90 mmHg em duas medidas com um intervalo de 1 a 2 semanas. Importante: Muitos fatores estão associados tanto à etiologia quanto à progressão para a perda de função renal. Por estes motivos, é importante reconhecer quem são os indivíduos que estão sob o risco de desenvolver a doença renal crônica, com o objetivo do diagnóstico precoce e início imediato do tratamento.
  • 20. DOENÇA RENAL CRÔNICA (DRC) DIAGNÓSTICO Existem diversas formas de aferir as funções renais, incluindo um exame de urina e exames detalhados dos rins, conforme cada caso. No entanto, do ponto de vista clínico a função excretora é aquela que tem maior correlação com os desfechos clínicos. Todas as funções renais costumam declinar de forma paralela com a sua função excretora. TFG alterada TFG normal ou próxima do normal, mas com evidência de dano renal ou alteração no exame de imagem. •É portador de doença renal crônica qualquer indivíduo que, independente da causa, apresente por pelo menos três meses consecutivos uma TFG<60ml/min/1,73m².
  • 21.
  • 22. DOENÇA RENAL CRÔNICA (DRC) TRATAMENTO Para melhor estruturação do tratamento dos pacientes com doenças renais crônicas é necessário que, após o diagnóstico, todos os pacientes sejam classificados da seguinte maneira: •Estágio 1: TFG ³ 90mL/min/1,73m² na presença de proteinúria e/ou hematúria ou alteração no exame de imagem; •Estágio 2: TFG ³ 60 a 89 mL/min./1,73m²; •Estágio 3a: TFG ³ 45 a 59 mL/min./1,73m²; •Estágio 3b: TFG ³ 30 a 44 mL/min./1,73m²; •Estágio 4: TFG ³ 15 a 29 mL/min./1,73m²; •Estágio 5 – Não Diálitico: TFG < 15 mL/min./1,73m²; •Estágio 5 - Dialítico: TFG < 15 mL/min./1,73m². Para fins de organização do atendimento integral ao paciente com doença renal crônica (DRC), o tratamento deve ser classificado em conservador, quando: - Estágios de 1 a 3, pré-diálise - 4 e 5-ND (não dialítico) e Terapia Renal Substitutiva (TRS) quando 5-D (dialítico).
  • 23. DOENÇA RENAL CRÔNICA (DRC) PREVENÇÃO A prevenção das doenças renais crônicas está diretamente relacionada a estilos e condições de vida das pessoas.
  • 24. SÍNDROME NEFRÍTICA E NEFRÓTICA As síndromes nefróticas e nefríticas são condições comuns de infância com edema e proteinúria. No entanto, existem diferenças entre a síndrome nefrótica e a síndrome nefrítica nas características clínicas.
  • 25. SÍNDROME NEFRÓTICA Na síndrome nefrótica, há uma perda de proteína forte na urina causando baixa albumina e inchaço corporal. A causa da síndrome nefrótica é desconhecida. Alguns casos aparecem devido a purpura de henoch schonlein (HSP), lúpus eritematoso sistêmico, alérgenos e infecções. síndrome nefrótica apresenta 1 • inchaço ao redor dos olhos, escroto, vulva e membros inferiores devido à coleta de fluidos. 2 • O líquido se acumula no abdômen (ascite) e nas cavidades pleurais (derrame). Existem três tipos de síndrome nefrótica: 1 • Sensível a esteroides 2 • Resistência a esteroides 3 • Congênita
  • 26. SÍNDROME NEFRÓTICA Síndrome nefrótica sensível a esteróides. •Alergias e asma brônquica; •Falha renal; •As infecções do trato respiratório geralmente o precedem; •perda bruta de fluidos, a coagulação, as infecções e níveis elevados de colesterol sérico. Síndrome nefrotica resistente a esteróides. •Os diuréticos removem o excesso de fluido; •Os inibidores da ECA e a dieta com baixo teor de sal ajudam a controlar a pressão arterial; •Os AINEs podem reduzir a perda de proteína na urina. Síndrome nefrótica congênita. •É rara e presente nos primeiros três meses de vida; •Ele mostra uma herança autossômica recessiva; •O prognóstico é fraco; •A insuficiência renal é rara nesses pacientes; •Ambos os rins podem precisar ser removidos para controlar o inchaço extremo.
  • 27.
  • 28. SÍNDROME NEFRÍTICA A síndrome nefrítica é uma manifestação de inflamação glomerular (glomerulonefrite) que ocorre em qualquer idade. As causas diferem de acordo com a idade e os mecanismos diferem em relação à causa. síndrome nefrítica apresenta 1 •Nefrite aguda reduz a filtração glomerular. 2 •Reduz a produção de urina. 3 •Aumenta o volume do fluido corporal. 4 •Eleva a pressão sanguínea e causa ajustes. 5 •Hematúria e Proteinúria. Existem três tipos de síndrome nefrítica: 1 • Glomerulonefrite aguda 2 • Glomerulonefrite crônica 2 • Primária (idiopática)/Secundária Síndrome nefrítica é definida pela Hematúria; Graus variáveis de proteinúria; Normalmente hemácias disformes; No geral, cilindros hemáticos no exame microscópico do sedimento urinário. Em geral, ≥ 1 elementos a seguir estão presentes: edema, hipertensão, elevação da creatinina sérica e oliguria. A síndrome nefrítica apresenta tanto causas primárias como secundárias. O diagnóstico baseia-se em história, exame físico e, às vezes, biópsia renal.
  • 29. SÍNDROME NEFRÍTICA Glomerulonefrite aguda • Glomerulonefrite pós-infecciosa (GNPI), uma síndrome nefrítica, é a causa mais comum de doença glomerular em crianças com 5 a 15 anos de idade, sendo rara em crianças < 2 anos e adultos > 40 anos. •O período de latência típico é de 6 a 21 dias entre a infecção e o início da glomerulonefrite, mas a latência pode se prolongar por até 6 semanas. •Hematúria assintomática. •Leve proteinúria até nefrite completa •oligúria, edema, hipertensão e insuficiência renal. Glomerulonefrite crônica •A glomerulonefrite crônica apresenta características similares às da glomerulonefrite aguda, mas desenvolve-se de modo lento e pode apresentar proteinúria leve a moderada. • Nefropatia por IgA; • Nefrite hereditária (síndrome de Alport); • Doença da membrana basal fina DIAGNÓSTICO •Exame de urina tipicamente mostrando eritrócitos dismórficos, cilindros hemáticos, proteinúria, leucócitos e células tubulares renais •Evidência clínica de infecção recente O tratamento é de suporte e pode incluir restrição de proteínas, sódio e líquidos na dieta e tratamento do edema e da hipertensão nos casos mais graves. Ocasionalmente, a diálise é necessária. O tratamento antimicrobiano é preventivo e é instituído apenas quando dentro de 36 h de infecção e antes do estabelecimento da glomerulonefrite.
  • 30.
  • 31. Hipertensão Arterial e Nefropatia diabética A nefropatia diabética corresponde a esclerose e fibrose glomerulares causadas por alterações metabólicas e hemodinâmicas do diabetes mellitus. Manifesta-se como albuminúria lentamente progressiva com agravamento da insuficiência renal e hipertensão. •Duração e grau da hiperglicemia •Tabagismo Polimorfismos História familiar Hipertensão •Dislipidemia •Variáveis genéticas
  • 32. Hipertensão Arterial e Nefropatia diabética FISIOPATOLOGIA Glicosilação de proteínas Liberação influenciada por hormônios de citocinas Deposição de matriz mesangial Alteração da hemodinâmica glomerular Hiperfiltração E Hiperglicemia Glomerulosclerose difusa
  • 33. Hipertensão Arterial e Nefropatia diabética SINAIS E SINTOMAS Hipertensão Anorexia Náuseas Vômitos Sintomas da uremia
  • 34. Hipertensão Arterial e Nefropatia diabética DIAGNÓSTICO •Triagem anual de todos os pacientes com diabetes através de exame de urina aleatório com determinação da relação albumina/creatinina. •Exame de urina para pesquisa de sinais de outras alterações renais (p. ex., hematúria, cilindros hemáticos) •Proteinúria maciça com história curta de diabetes •Hematúria macroscópica •Declínio rápido na taxa de filtração glomerular (TFG) •Rim de tamanho pequeno
  • 35. Hipertensão Arterial e Nefropatia diabética TRATAMENTO •Manutenção da Hb glicosilada (HbA1C) ≤ 7,0. •Inibição da angiotensina •Diuréticos •Bloqueadores de canais de cálcio não di-hidropiridínicos. •Estatinas
  • 36. Tipo de doença renal % hipertensão arterial Glomeruloesclerose segmentar e focal 75-80 Glomerulonefrite membranoproliferativa 65-70 Nefropatia diabética 65-70 Glomerulonefrite membranosa 40-50 Glomerulonefrite proliferativa mesangial 35-40 Glomerulonefrite por IgA 30 Glomerulonefrite de lesões mínimas 25-30 Hipertensão Arterial
  • 37. NEFROLITÍASE Presença de pedras cristalinas (cálculos) no sistema urinário (rins e ureter) Compostos por quantidades variáveis de cristaloide e matriz orgânica.
  • 38. INFECÇÃO DO TRATO URINÁRIO (ITU) Cistite • Infecção ou inflamação da bexiga urinária ou de qualquer parte do sistema urinário causada por um tipo de bactéria chamada Escherichia coli (E. coli). Isso resulta em vontade de urinar, sangue na urina e ardor ao urinar.
  • 39. INFECÇÃO DO TRATO URINÁRIO (ITU) Violação da saída de urina (devido ao coágulo de sangue). Violação da integridade dos vasos sanguíneos, a camada microcirculatória.
  • 40. INFECÇÃO DO TRATO URINÁRIO (ITU) SINAIS E SINTOMAS DOR URINA TURVA OU COM PRESENÇA DE SANGUE ARDÊNCIA OU QUEIMAÇÃO MICÇÃO NORTUNA FREQUENTE
  • 41. INFECÇÃO DO TRATO URINÁRIO (ITU) DIAGNÓSTICOS Cultura de urina Exames de urina Cistoscopia Determinar a bactéria responsável pela infecção. Verificar a presença de células de pus e glóbulos vermelhos na urina. Visualizar o revestimento da bexiga
  • 42. INFECÇÃO DO TRATO URINÁRIO (ITU) • TRATAMENTO Medicação • Antibióticos Primeira linha de tratamento • O tipo de antibiótico, sua dosagem e duração dependem do tipo de organismo e da gravidade da infecção. Ciprofloxacino Fosfomicina
  • 43.
  • 44. TERAPIA RENAL SUBSTITUTIVA TERAPIA HEMODIÁLISE DIÁLISE PERITONEAL Uso de um equipamento específico que filtra o sangue diretamente e o devolve ao corpo do paciente com menos impurezas. Uso de equipamento específico que infunde e drena uma solução especial diretamente no abdômen do paciente, sem contato direto com o sangue. Esses procedimentos curam o rim? Por quanto tempo eu vou ficar fazendo diálise? Posso fazer a diálise em casa?
  • 45. TERAPIA RENAL SUBSTITUTIVA TERAPIA HEMODIÁLISE DIÁLISE PERITONEAL Como é feita a hemodiálise? Quanto tempo dura a hemodiálise? O que determina a duração da hemodiálise? Como o sangue é retirado do corpo? Quais são os medicamentos usados na hemodiálise? Como é feita a diálise peritoneal? Quem faz as trocas das bolsas da diálise? Existem desvantagens nesse tratamento? Diálise Peritoneal Automatizada (DPA) Quais as vantagens desse tratamento?
  • 47. ITB DO PACIENTE RENAL Exame complementar não invasivo auxiliar no diagnóstico da doença arterial obstrutiva periférica (DAOP) dos membros inferiores. Este índice é calculado pela razão da pressão sistólica da artéria braquial direita ou esquerda (o maior valor) com a pressão sistólica das artérias maleolares tibial anterior ou tibial posterior (o maior valor).
  • 48. ITB DO PACIENTE RENAL Este índice é calculado bilateralmente através da seguinte razão: ITB Direito : Maior PAS do tornozelo direito ____________________________ Maior PAS braquial ITB Esquerdo : Maior PAS do tornozelo esquerdo ______________________________ Maior PAS braquial Como interpretar? ≥0,9 – normal 0,71 a 0,9 – alteração discreta 0,41-0,7 – alteração moderada ≤0,4 – alteração importante ≥1,4 – sugere calcificação de Mockenberg
  • 49.
  • 50. Exame de urina (EAS) Entenda os resultados

Notas do Editor

  1. Seja específico e direto no título. Use o subtítulo para fornecer o contexto específico da fala. – A meta deve ser prendem a atenção do público, o que pode ser feita com uma citação, uma estatística surpreendente ou fatos. Não é necessário incluir este realce no slide.
  2. Seja específico e direto no título. Use o subtítulo para fornecer o contexto específico da fala. – A meta deve ser prendem a atenção do público, o que pode ser feita com uma citação, uma estatística surpreendente ou fatos. Não é necessário incluir este realce no slide.
  3. Use os pontos do plano de fundo para publicar detalhes que não são de conhecimento comum ou que o público precisa entender o contexto da fala. – Não leia esses pontos principais do PowerPoint, em vez disso, discorra sobre esses pontos durante a fala.
  4. Use os pontos do plano de fundo para publicar detalhes que não são de conhecimento comum ou que o público precisa entender o contexto da fala. – Não leia esses pontos principais do PowerPoint, em vez disso, discorra sobre esses pontos durante a fala.
  5. Use os pontos do plano de fundo para publicar detalhes que não são de conhecimento comum ou que o público precisa entender o contexto da fala. – Não leia esses pontos principais do PowerPoint, em vez disso, discorra sobre esses pontos durante a fala.
  6. Use os pontos do plano de fundo para publicar detalhes que não são de conhecimento comum ou que o público precisa entender o contexto da fala. – Não leia esses pontos principais do PowerPoint, em vez disso, discorra sobre esses pontos durante a fala.
  7. Seja específico e direto no título. Use o subtítulo para fornecer o contexto específico da fala. – A meta deve ser prendem a atenção do público, o que pode ser feita com uma citação, uma estatística surpreendente ou fatos. Não é necessário incluir este realce no slide.
  8. O título do ponto principal 1 deve ser claro e conciso. Cada peça de evidência deve ser resumida para clareza e citada corretamente. Não leia simplesmente as peças de evidências, mas elabore quando necessário. [digite anotações para elaboração aqui] Certifique-se de fazer a transição do ponto principal 2 e o próximo slide.
  9. A etapa ação é o que o público deverá fazer ou pensar sobre o tópico. Ela deve ser uma frase bem pensada e escrita claramente. Também pode ser a declaração da tese reafirmada como uma ação. O objetivo deste slide é deixar o público com uma mensagem clara sobre o que devem fazer ou pensar no final da fala. É uma boa ideia terminar com um citação ou imagem poderosa.
  10. A etapa ação é o que o público deverá fazer ou pensar sobre o tópico. Ela deve ser uma frase bem pensada e escrita claramente. Também pode ser a declaração da tese reafirmada como uma ação. O objetivo deste slide é deixar o público com uma mensagem clara sobre o que devem fazer ou pensar no final da fala. É uma boa ideia terminar com um citação ou imagem poderosa.
  11. A etapa ação é o que o público deverá fazer ou pensar sobre o tópico. Ela deve ser uma frase bem pensada e escrita claramente. Também pode ser a declaração da tese reafirmada como uma ação. O objetivo deste slide é deixar o público com uma mensagem clara sobre o que devem fazer ou pensar no final da fala. É uma boa ideia terminar com um citação ou imagem poderosa.
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  13. A etapa ação é o que o público deverá fazer ou pensar sobre o tópico. Ela deve ser uma frase bem pensada e escrita claramente. Também pode ser a declaração da tese reafirmada como uma ação. O objetivo deste slide é deixar o público com uma mensagem clara sobre o que devem fazer ou pensar no final da fala. É uma boa ideia terminar com um citação ou imagem poderosa.
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  24. A etapa ação é o que o público deverá fazer ou pensar sobre o tópico. Ela deve ser uma frase bem pensada e escrita claramente. Também pode ser a declaração da tese reafirmada como uma ação. O objetivo deste slide é deixar o público com uma mensagem clara sobre o que devem fazer ou pensar no final da fala. É uma boa ideia terminar com um citação ou imagem poderosa.
  25. A etapa ação é o que o público deverá fazer ou pensar sobre o tópico. Ela deve ser uma frase bem pensada e escrita claramente. Também pode ser a declaração da tese reafirmada como uma ação. O objetivo deste slide é deixar o público com uma mensagem clara sobre o que devem fazer ou pensar no final da fala. É uma boa ideia terminar com um citação ou imagem poderosa.
  26. A etapa ação é o que o público deverá fazer ou pensar sobre o tópico. Ela deve ser uma frase bem pensada e escrita claramente. Também pode ser a declaração da tese reafirmada como uma ação. O objetivo deste slide é deixar o público com uma mensagem clara sobre o que devem fazer ou pensar no final da fala. É uma boa ideia terminar com um citação ou imagem poderosa.
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  30. A etapa ação é o que o público deverá fazer ou pensar sobre o tópico. Ela deve ser uma frase bem pensada e escrita claramente. Também pode ser a declaração da tese reafirmada como uma ação. O objetivo deste slide é deixar o público com uma mensagem clara sobre o que devem fazer ou pensar no final da fala. É uma boa ideia terminar com um citação ou imagem poderosa.
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  35. A etapa ação é o que o público deverá fazer ou pensar sobre o tópico. Ela deve ser uma frase bem pensada e escrita claramente. Também pode ser a declaração da tese reafirmada como uma ação. O objetivo deste slide é deixar o público com uma mensagem clara sobre o que devem fazer ou pensar no final da fala. É uma boa ideia terminar com um citação ou imagem poderosa.