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Professora Enfermeira Giza Carla Nitz
Especialista em Urgência e Emergência
Esterilização Por Processo Físico
Cuidados No Carregamento Do Autoclave
Materiais Esterilizáveis Em Autoclave
Testes Para Avaliar A Eficiência Da Esterilização.
Exemplos De Conteúdo De Pacotes
A Central de Material Esterilizado (CME) é a área
responsável pela limpeza e processamento de artigos
e instrumentos médico hospitalares. É na CME que se
realiza o controle, o preparo, a esterilização e a
distribuição dos materiais hospitalares.
.
FLUXO DA CME
.
CLASSIFICAÇÃO DOS ARTIGOS
Artigos Críticos
Artigos Semicríticos
Artigos Não Críticos
.
CLASSIFICAÇÃO DOS ARTIGOS
Artigos Críticos: utilizados em procedimentos
invasivos com penetração em pele e em mucosas
adjacentes, tecidos subepiteliais e sistema vascular,
incluindo todos os materiais que estejam
diretamente conectados com estas regiões. A
esterilização é o processo básico para que o uso
destes produtos satisfaça os objetivos propostos.
.
CLASSIFICAÇÃO DOS ARTIGOS
Artigos SemiCríticos: São artigos ou produtos que
entram em contato com mucosas íntegras
colonizadas e que exija uma desinfecção de alto
nível. São exemplos de tais artigos: nebulizadores,
umidificadores, inaladores, circuitos respiratórios,
endoscópios, dentre outros.
.
CLASSIFICAÇÃO DOS ARTIGOS
Artigos Não Críticos: São artigos ou produtos
destinados ao contato com a pele íntegra do
paciente ou aqueles artigos que não têm contato
direto com o mesmo. Exigem como processamento
mínimo a limpeza e/ou desinfecção de baixo nível,
entre um uso e outro, entendendo-se por limpeza a
remoção da sujidade visível. São exemplos de tais
artigos: termômetros oscilares digital, manguitos de
esfigmomanômetro.
.
ATIVIDADES E CUIDADOS DESENVOLVIDOS NA RECEPÇÃO E
EXPURGO DA CME
No expurgo são recebidos e processada à limpeza de todo
material usado nas unidades do hospital. A limpeza do material
e demais equipamentos é feita com sabão neutro, detergente
enzimático, escovas apropriadas para escovação do material.
A limpeza é um processo fundamental e do qual resultará a boa
qualidade da esterilização do material.
Para a realização da limpeza, o funcionário deverá estar
utilizando o seu equipamento de proteção individual (EPI), que
se resume em: avental impermeável, máscara, luvas, óculos e
gorro. Os procedimentos de limpeza são realizados de acordo
com o material.
.
Material Inox
 Imergir o material em água e detergente neutro para
realização de pré-lavagem com escovação vigorosa
das cremalheiras, serrilhas e articulações.
 Enxaguar em água corrente.
 Dispor o instrumental na lavadora ultrassônica com
solução de detergente enzimático com diluição
conforme instruções do fabricante (2ml/litro de água)
mexendo para haver homogeneização. As pinças
devem estar totalmente destravadas e estar o
minimamente possível umas sobre as outras.
 Programar com tempo de 15 minutos e temperatura de
35°C. .
Material Inox
 OBS.: Quando sujidade visível aumentar o tempo e
temperatura para 20 minutos e a temperatura para
40°C ou mais conforme proporção da sujidade no
instrumental.
 Enxaguar em água corrente
 Secar o instrumental um a um, com pistola de ar
comprimido.
 Separar o material que não esteja próprio para uso
(danificado) e encaminhalo para conserto ou perda.
Encaminhar o material limpo para o preparo.
Material de Borracha
O material de borracha deve sofrer limpeza manual, que
consiste em:
 Colocar o material de molho por 30 minutos em solução de
hipoclorito a 2%, preenchendo lumens.
 Lava-los após em água corrente, de preferência em torneira
com bico de pressão, para facilitar limpeza interna.
 Secar o material, utilizando pistola de ar comprimido,
revendo limpeza.
 Encaminhar para área de preparo. Os tubos de silicone
(aspiração), deverão ser lavados em lavadora ultrassônica na
opção “WATER JET”, sendo conectados às saídas de
água/solução da correspondente função, pois a lavagem
será feita com infusão compassada da solução enzimática
dentro dos lumens dos tubos.
SOLUÇÕES PADRONIZADAS PARA USO NO
EXPURGO
Hipoclorito de sódio 2%: A solução de hipoclorito
de sódio deve ser manipulada na farmácia
hospitalar com controle de cloro ativo.
A lavagem com água e sabão, enxágue e
secagem do material é imprescindível antes de
emergi-lo totalmente, certifica-se que não há
presença de bolhas de ar e mantê-los imersos por
30 minutos para desinfecção.
Não usar em materiais inoxidáveis ou outros
metais. Desprezar a solução após 24 horas de
uso.
SOLUÇÕES PADRONIZADAS PARA USO NO
EXPURGO
Soluções desencrostantes: Esta solução é
utilizada em material inox para facilitar a
retirada de crostas de material orgânico
presentes no mesmo. Sua diluição e tempo de
permanência do material imergido deve ser
observado de acordo com o fabricante. Ex:
Próxi-Plus
SOLUÇÕES PADRONIZADAS PARA USO NO
EXPURGO
Soluções desencrostantes:
1. Antes de iniciar o processo de limpeza,
avaliar o tipo do material a ser lavado, em
relação: reatividade, resistência química (ver
restrições de uso) e resistência térmica (alguns
materiais podem perder a calibração ou ficar
deformados).
SOLUÇÕES PADRONIZADAS PARA USO NO
EXPURGO
Soluções desencrostantes:
2. Preparar uma solução de limpeza, com água
na temperatura ambiente ou aquecida até a
temperatura de 60°C. Esta solução pode ser
preparada num recipiente plástico, de aço inox,
numa cuba de lavadora ultrassônica,
previamente limpa na seguinte concentração
(vide tabela de diluição): 1 Litro de Proxi Plus em 5
litros de água - diluição de 20%.
SOLUÇÕES PADRONIZADAS PARA USO NO
EXPURGO
Soluções desencrostantes:
3. Mergulhar os materiais na solução. Exponha as
áreas críticas: lúmens, articulações, ranhuras,
desmonte o artigo se necessário e mantenha
pelo tempo de 30 minutos, esfregando a cada 10
minutos com escova não metálica para agilizar o
processo. No caso de usar lavadora ultrassônica
não é necessário realizar a escovação.
SOLUÇÕES PADRONIZADAS PARA USO NO
EXPURGO
Soluções desencrostantes:
4. Enxaguar em abundância, eliminando
completamente os resíduos de Proxi Plus em
canais, fendas, etc.
5. Deixar escorrer a água e secar com pano
limpo, eliminando completamente a água de
orifícios e fendas. Execute o processo de
desinfecção ou esterilização recomendado pelo
Ministério da Saúde.
SOLUÇÕES PADRONIZADAS PARA USO NO
EXPURGO
Água e sabão neutro: O uso de água e sabão
neutro para lavagem e limpeza de
descontaminação do material é o mais
recomendado por ser o mais acessível e de
melhor controle. Vale lembrar que todo material
bem lavado não acumulará crostas e terá sua
vida útil mais preservada. Deve-se observar o uso
de EPI sempre.
SOLUÇÕES PADRONIZADAS PARA USO NO EXPURGO
Detergente multienzimático (5 enzimas):
 Adicionar 2 ml para cada litro de água. Logo
após a sua utilização submergir os instrumentos a
serem limpos.
 Deixar em contato com a solução por 5 minutos
para remoção integral da carga orgânica.
 Após enxaguar abundantemente com água.
 Indicações de uso: Limpeza de instrumental
médico-cirúrgico, endoscópios e artigos
odontológicos.
SOLUÇÕES PADRONIZADAS PARA USO NO
EXPURGO
Lubrificante: Mergulhar os material limpos no
lubrificante. Não enxaguar, somente
escorrer o excesso.
ESTERILIZAÇÃO POR PROCESSO FÍSICO
Calor Úmido
Este processo consiste em usar o vapor saturado
sob pressão e o equipamento utilizado é o
autoclave. Os materiais esterilizáveis na
autoclave são divididos em duas categorias:
 Materiais de superfície: material de borracha,
vidro, aço inoxidável.
 Material de densidade: basicamente as roupas.
Esses materiais são espessos, formados por
fibras e por isso exigem a penetração do vapor
saturado em todas as camadas de sua
espessura.
CUIDADOS NO CARREGAMENTO DO AUTOCLAVE
Carregar o aparelho com materiais que exijam
o mesmo tempo de exposição;
Utilizar apenas 80% da capacidade do
aparelho, a fim de facilitar a circulação do
vapor no interior da câmara;
Dispor o material adequadamente: caixas e
bandejas devem ficar lateralizadas, os pacotes
maiores devem ficar na parte inferior enquanto
que os menores, na parte superior, além de
ficarem dispostos de forma a permitir o fluxo
livre do vapor entre eles;
CUIDADOS NO CARREGAMENTO DO
AUTOCLAVE
Não encostar material na parede do
aparelho;
 Ficar atento às dimensões do pacote.
CUIDADOS NO CARREGAMENTO DO AUTOCLAVE
Cuidados no Descarregamento do Aparelho
Usar luvas térmicas;
Não colocar os invólucros ainda quentes sobre
superfície fria, pois o vapor residual se
condensa umedecendo o material
propiciando a penetração de bactérias;
Guardar caixas e materiais em locais
apropriados;
Limpar a câmara no fim do expediente com
pano umedecido em água ou com produtos
próprios afim de aumentar sua vida útil.
CUIDADOS NO CARREGAMENTO DO AUTOCLAVE
OBS:
 O tempo de validade para materiais esterilizados no
Autoclave deve ser de acordo com invólucro que se é usado
e com a conservação em prateleiras aberta, ou de três
meses, se acondicionados sob cobertura do papel grau
cirúrgico.
 Devemos sempre observar ao retirar qualquer material que
tenha sido submetido ao processo físico pelo calor seco e
úmido, a presença das fitas testes com tarjas escurecidas. A
mesma não nos garante que o material esteja estéril, mas
apenas que o material foi submetido ao processo de
esterilização.
 O uso de caixas furadas é o mais próprio a ser feito, devendo
as mesmas serem envoltas em tecido duplo de algodão.
 Caixas metálicas deverão ser esterilizadas fechadas, envoltas
em campo duplo de algodão.
MATERIAIS ESTERILIZÁVEIS EM AUTOCLAVE
A seguir, alguns materiais esterilizáveis em
autoclaves a 121C, com cuidados relativos ao
preparo de cada um deles, o tempo de
exposição necessário e algumas observações
pertinentes:
MATERIAIS ESTERILIZÁVEIS EM AUTOCLAVE
MATERIAIS ESTERILIZÁVEIS EM AUTOCLAVE
MATERIAIS ESTERILIZÁVEIS EM AUTOCLAVE
MATERIAIS ESTERILIZÁVEIS EM AUTOCLAVE
MATERIAIS ESTERILIZÁVEIS EM AUTOCLAVE
MATERIAIS ESTERILIZÁVEIS EM AUTOCLAVE
TESTES PARA AVALIAR A EFICIÊNCIA DA
ESTERILIZAÇÃO
A manutenção preventiva dos equipamentos,
que deve ser periódica, a avaliação de cada
ciclo os testes realizados (químicos e
biológico) nos dão um parâmetro para
assegurarmos a esterilidade do material
processado.
TESTES PARA AVALIAR A EFICIÊNCIA DA
ESTERILIZAÇÃO
Os testes devem ser feitos todos os dias, no
mínimo e consistem em:
1. Teste Químico
2. Teste Biológico
3. Teste de Bowie &Dick
TESTES PARA AVALIAR A EFICIÊNCIA DA
ESTERILIZAÇÃO
Teste Químico
Integrador: são tiras com reagentes químicos
introduzidos no interior dos pacotes. Estes
testes nos dizem se a penetração do vapor e
a temperatura adequada chegou ao interior
do pacote. Deve ser introduzido em todo
pacote destina do ao Centro Cirúrgico.
TESTES PARA AVALIAR A EFICIÊNCIA DA ESTERILIZAÇÃO
Teste Biológico:
Utiliza-se culturas e esporos de germes não
patogênicos, altamente resistentes à temperatura.
Após, estes esporos são incubados juntamente à um
meio de cultura, o que nos dará o parâmetro de
esterilização ou não. São utilizadas quatro ampolas
sendo três dispostas no autoclave nas posições frente,
fundo e lateral, serão processadas com a carga.
Terminado o ciclo de autoclavagem, serem retiradas
e colocadas em incubadora própria por 72h. Ao
término do período de incubação lê-se o resultado e
se arquiva.
TESTES PARA AVALIAR A EFICIÊNCIA DA ESTERILIZAÇÃO
Teste de Bowie &Dick
Frequência de uso: Diariamente no 1º ciclo.
• Profissional que realiza: Enfermeiros, técnicos e auxiliares
de enfermagem
• Material utilizado: Pacotes prontos para realização do
teste. Folha de papel impregnada de tinta clara que após
o ciclo específico deverá apresentar mudança uniforme
de coloração.
• EPI – Luva para proteção térmica
• Equipamentos: Autoclave
•Objetivo: avaliar a capacidade das autoclaves em
reduzir ar residual da câmara e detectar falhas no
funcionamento da bomba de vácuo da autoclave.
TESTES PARA AVALIAR A EFICIÊNCIA DA ESTERILIZAÇÃO
Teste de Bowie &Dick
Como fazer:
 Aquecer a autoclave antes de realizar o teste em
ciclo vazio ou de comadres.
 Identificar a folha própria para Bowie & Dick com o
número da autoclave, número do ciclo, nome de
quem está realizando e data completa.
 Abrir o pacote e inserir a folha no meio do pacote
e fecha-lo.
 Colocar dentro do cesto na posição inferior frente
em cima do dreno na autoclave. - Programar a
autoclave no ciclo próprio para Bowie-Dick.
TESTES PARA AVALIAR A EFICIÊNCIA DA
ESTERILIZAÇÃO
Teste de Bowie &Dick
Como fazer:
 Retirar o pacote da autoclave após término
do ciclo usando luva de proteção térmica.
 Aguardar esfriamento do pacote.
 Retirar a folha de dentro do pacote.
 Fazer a leitura.
TESTES PARA AVALIAR A EFICIÊNCIA DA
ESTERILIZAÇÃO
Teste de Bowie &Dick
Como fazer Caso a folha não tenha corado:
 Fazer novo teste.
 Repetir todo o procedimento para realizar novo
teste.
 Fazer nova leitura.
Caso persista a falha, interditar a autoclave e
chamar o serviço de manutenção para
avaliação do equipamento. - Arquivamento.
EXEMPLOS DE CONTEÚDO DE PACOTES
(Padrão alterado de acordo com o manual de
cada instituição)
Cuba rim – Pacote
• 1 Cuba Rim;
• Papel grau cirúrgico ou crepado;
• Esterilização em Autoclave - 134ºC tem 07
minutos.
EXEMPLOS DE CONTEÚDO DE PACOTES
Curativo pacote
• 1 Pinça Kelly reta de 14 cm;
• 1 Pinça Anatômica de 14 cm;
• Esterilização em Autoclave - 134ºC, tempo
07 minutos
• Acondicionamento em papel grau cirúrgico
ou crepado.
EXEMPLOS DE CONTEÚDO DE PACOTES
Bandeja de parto
• 2 Kelly 16cm
• 1 Tesoura Mayo reta 17;
• Autoclave - 134ºC - 07 minutos;
• Acondicionamento em papel grau cirúrgico
ou crepado.
EXEMPLOS DE CONTEÚDO DE PACOTES
Cateterismo vesical
• 1 Cuba Rim;
• 1 Cúpula redonda pequena;
• 1 Cheron;
• 1 Kelly reta;
• 1 Campo Fenestrado
• Esterilização temperatura em Autoclave - 134ºC 07
minutos;
• Acondicionamento em papel grau cirúrgico ou
crepado.
EXEMPLOS DE CONTEÚDO DE PACOTES
Peridural
• 1 bandeja;
• 1 cúpula;
• 1 pinça Cheron;
• 1 pinça Pean;
• Acondicionamento em papel grau cirúrgico ou
crepado
EXEMPLOS DE CONTEÚDO DE PACOTES
Raqui
• 1 - bandeja + pinça pean + cúpula;
• Acondicionamento em papel grau cirúrgico
ou crepado.
EXEMPLOS DE CONTEÚDO DE PACOTES
Campo de RN
• 2 Campos RN verde medindo 1,20x1,00 mts;
• Acondicionamento em papel grau cirúrgico ou
crepado; Pacote de avental cirúrgico avulso
• 1 Avental cirúrgico dobrado com técnica;
• 1 Compressa ou toalha de mão;
•Acondicionamento em papel grau cirúrgico ou crepado;
OBS: Colocar uma toalha de mão sobre cada avental.
EXEMPLOS DE CONTEÚDO DE PACOTES
Pinça para biópsia
• 1 pinça para biópsia;
•Acondicionamento em papel grau cirúrgico;
• Esterilização temperatura em Autoclave -
134ºC - 07 minutos.
O curso de instrumentação
cirúrgica é uma ótima opção
para técnicos de enfermagem e
enfermeiros que gostam da
área de centro cirúrgico, além
de compor um bom diferencial
curricular.
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  • 1. Professora Enfermeira Giza Carla Nitz Especialista em Urgência e Emergência
  • 2. Esterilização Por Processo Físico Cuidados No Carregamento Do Autoclave Materiais Esterilizáveis Em Autoclave Testes Para Avaliar A Eficiência Da Esterilização. Exemplos De Conteúdo De Pacotes
  • 3. A Central de Material Esterilizado (CME) é a área responsável pela limpeza e processamento de artigos e instrumentos médico hospitalares. É na CME que se realiza o controle, o preparo, a esterilização e a distribuição dos materiais hospitalares. .
  • 5. CLASSIFICAÇÃO DOS ARTIGOS Artigos Críticos Artigos Semicríticos Artigos Não Críticos .
  • 6.
  • 7. CLASSIFICAÇÃO DOS ARTIGOS Artigos Críticos: utilizados em procedimentos invasivos com penetração em pele e em mucosas adjacentes, tecidos subepiteliais e sistema vascular, incluindo todos os materiais que estejam diretamente conectados com estas regiões. A esterilização é o processo básico para que o uso destes produtos satisfaça os objetivos propostos. .
  • 8. CLASSIFICAÇÃO DOS ARTIGOS Artigos SemiCríticos: São artigos ou produtos que entram em contato com mucosas íntegras colonizadas e que exija uma desinfecção de alto nível. São exemplos de tais artigos: nebulizadores, umidificadores, inaladores, circuitos respiratórios, endoscópios, dentre outros. .
  • 9. CLASSIFICAÇÃO DOS ARTIGOS Artigos Não Críticos: São artigos ou produtos destinados ao contato com a pele íntegra do paciente ou aqueles artigos que não têm contato direto com o mesmo. Exigem como processamento mínimo a limpeza e/ou desinfecção de baixo nível, entre um uso e outro, entendendo-se por limpeza a remoção da sujidade visível. São exemplos de tais artigos: termômetros oscilares digital, manguitos de esfigmomanômetro. .
  • 10.
  • 11. ATIVIDADES E CUIDADOS DESENVOLVIDOS NA RECEPÇÃO E EXPURGO DA CME No expurgo são recebidos e processada à limpeza de todo material usado nas unidades do hospital. A limpeza do material e demais equipamentos é feita com sabão neutro, detergente enzimático, escovas apropriadas para escovação do material. A limpeza é um processo fundamental e do qual resultará a boa qualidade da esterilização do material. Para a realização da limpeza, o funcionário deverá estar utilizando o seu equipamento de proteção individual (EPI), que se resume em: avental impermeável, máscara, luvas, óculos e gorro. Os procedimentos de limpeza são realizados de acordo com o material. .
  • 12. Material Inox  Imergir o material em água e detergente neutro para realização de pré-lavagem com escovação vigorosa das cremalheiras, serrilhas e articulações.  Enxaguar em água corrente.  Dispor o instrumental na lavadora ultrassônica com solução de detergente enzimático com diluição conforme instruções do fabricante (2ml/litro de água) mexendo para haver homogeneização. As pinças devem estar totalmente destravadas e estar o minimamente possível umas sobre as outras.  Programar com tempo de 15 minutos e temperatura de 35°C. .
  • 13. Material Inox  OBS.: Quando sujidade visível aumentar o tempo e temperatura para 20 minutos e a temperatura para 40°C ou mais conforme proporção da sujidade no instrumental.  Enxaguar em água corrente  Secar o instrumental um a um, com pistola de ar comprimido.  Separar o material que não esteja próprio para uso (danificado) e encaminhalo para conserto ou perda. Encaminhar o material limpo para o preparo.
  • 14. Material de Borracha O material de borracha deve sofrer limpeza manual, que consiste em:  Colocar o material de molho por 30 minutos em solução de hipoclorito a 2%, preenchendo lumens.  Lava-los após em água corrente, de preferência em torneira com bico de pressão, para facilitar limpeza interna.  Secar o material, utilizando pistola de ar comprimido, revendo limpeza.  Encaminhar para área de preparo. Os tubos de silicone (aspiração), deverão ser lavados em lavadora ultrassônica na opção “WATER JET”, sendo conectados às saídas de água/solução da correspondente função, pois a lavagem será feita com infusão compassada da solução enzimática dentro dos lumens dos tubos.
  • 15. SOLUÇÕES PADRONIZADAS PARA USO NO EXPURGO Hipoclorito de sódio 2%: A solução de hipoclorito de sódio deve ser manipulada na farmácia hospitalar com controle de cloro ativo. A lavagem com água e sabão, enxágue e secagem do material é imprescindível antes de emergi-lo totalmente, certifica-se que não há presença de bolhas de ar e mantê-los imersos por 30 minutos para desinfecção. Não usar em materiais inoxidáveis ou outros metais. Desprezar a solução após 24 horas de uso.
  • 16. SOLUÇÕES PADRONIZADAS PARA USO NO EXPURGO Soluções desencrostantes: Esta solução é utilizada em material inox para facilitar a retirada de crostas de material orgânico presentes no mesmo. Sua diluição e tempo de permanência do material imergido deve ser observado de acordo com o fabricante. Ex: Próxi-Plus
  • 17. SOLUÇÕES PADRONIZADAS PARA USO NO EXPURGO Soluções desencrostantes: 1. Antes de iniciar o processo de limpeza, avaliar o tipo do material a ser lavado, em relação: reatividade, resistência química (ver restrições de uso) e resistência térmica (alguns materiais podem perder a calibração ou ficar deformados).
  • 18. SOLUÇÕES PADRONIZADAS PARA USO NO EXPURGO Soluções desencrostantes: 2. Preparar uma solução de limpeza, com água na temperatura ambiente ou aquecida até a temperatura de 60°C. Esta solução pode ser preparada num recipiente plástico, de aço inox, numa cuba de lavadora ultrassônica, previamente limpa na seguinte concentração (vide tabela de diluição): 1 Litro de Proxi Plus em 5 litros de água - diluição de 20%.
  • 19. SOLUÇÕES PADRONIZADAS PARA USO NO EXPURGO Soluções desencrostantes: 3. Mergulhar os materiais na solução. Exponha as áreas críticas: lúmens, articulações, ranhuras, desmonte o artigo se necessário e mantenha pelo tempo de 30 minutos, esfregando a cada 10 minutos com escova não metálica para agilizar o processo. No caso de usar lavadora ultrassônica não é necessário realizar a escovação.
  • 20. SOLUÇÕES PADRONIZADAS PARA USO NO EXPURGO Soluções desencrostantes: 4. Enxaguar em abundância, eliminando completamente os resíduos de Proxi Plus em canais, fendas, etc. 5. Deixar escorrer a água e secar com pano limpo, eliminando completamente a água de orifícios e fendas. Execute o processo de desinfecção ou esterilização recomendado pelo Ministério da Saúde.
  • 21. SOLUÇÕES PADRONIZADAS PARA USO NO EXPURGO Água e sabão neutro: O uso de água e sabão neutro para lavagem e limpeza de descontaminação do material é o mais recomendado por ser o mais acessível e de melhor controle. Vale lembrar que todo material bem lavado não acumulará crostas e terá sua vida útil mais preservada. Deve-se observar o uso de EPI sempre.
  • 22. SOLUÇÕES PADRONIZADAS PARA USO NO EXPURGO Detergente multienzimático (5 enzimas):  Adicionar 2 ml para cada litro de água. Logo após a sua utilização submergir os instrumentos a serem limpos.  Deixar em contato com a solução por 5 minutos para remoção integral da carga orgânica.  Após enxaguar abundantemente com água.  Indicações de uso: Limpeza de instrumental médico-cirúrgico, endoscópios e artigos odontológicos.
  • 23. SOLUÇÕES PADRONIZADAS PARA USO NO EXPURGO Lubrificante: Mergulhar os material limpos no lubrificante. Não enxaguar, somente escorrer o excesso.
  • 24. ESTERILIZAÇÃO POR PROCESSO FÍSICO Calor Úmido Este processo consiste em usar o vapor saturado sob pressão e o equipamento utilizado é o autoclave. Os materiais esterilizáveis na autoclave são divididos em duas categorias:  Materiais de superfície: material de borracha, vidro, aço inoxidável.  Material de densidade: basicamente as roupas. Esses materiais são espessos, formados por fibras e por isso exigem a penetração do vapor saturado em todas as camadas de sua espessura.
  • 25. CUIDADOS NO CARREGAMENTO DO AUTOCLAVE Carregar o aparelho com materiais que exijam o mesmo tempo de exposição; Utilizar apenas 80% da capacidade do aparelho, a fim de facilitar a circulação do vapor no interior da câmara; Dispor o material adequadamente: caixas e bandejas devem ficar lateralizadas, os pacotes maiores devem ficar na parte inferior enquanto que os menores, na parte superior, além de ficarem dispostos de forma a permitir o fluxo livre do vapor entre eles;
  • 26. CUIDADOS NO CARREGAMENTO DO AUTOCLAVE Não encostar material na parede do aparelho;  Ficar atento às dimensões do pacote.
  • 27. CUIDADOS NO CARREGAMENTO DO AUTOCLAVE Cuidados no Descarregamento do Aparelho Usar luvas térmicas; Não colocar os invólucros ainda quentes sobre superfície fria, pois o vapor residual se condensa umedecendo o material propiciando a penetração de bactérias; Guardar caixas e materiais em locais apropriados; Limpar a câmara no fim do expediente com pano umedecido em água ou com produtos próprios afim de aumentar sua vida útil.
  • 28. CUIDADOS NO CARREGAMENTO DO AUTOCLAVE OBS:  O tempo de validade para materiais esterilizados no Autoclave deve ser de acordo com invólucro que se é usado e com a conservação em prateleiras aberta, ou de três meses, se acondicionados sob cobertura do papel grau cirúrgico.  Devemos sempre observar ao retirar qualquer material que tenha sido submetido ao processo físico pelo calor seco e úmido, a presença das fitas testes com tarjas escurecidas. A mesma não nos garante que o material esteja estéril, mas apenas que o material foi submetido ao processo de esterilização.  O uso de caixas furadas é o mais próprio a ser feito, devendo as mesmas serem envoltas em tecido duplo de algodão.  Caixas metálicas deverão ser esterilizadas fechadas, envoltas em campo duplo de algodão.
  • 29. MATERIAIS ESTERILIZÁVEIS EM AUTOCLAVE A seguir, alguns materiais esterilizáveis em autoclaves a 121C, com cuidados relativos ao preparo de cada um deles, o tempo de exposição necessário e algumas observações pertinentes:
  • 36. TESTES PARA AVALIAR A EFICIÊNCIA DA ESTERILIZAÇÃO A manutenção preventiva dos equipamentos, que deve ser periódica, a avaliação de cada ciclo os testes realizados (químicos e biológico) nos dão um parâmetro para assegurarmos a esterilidade do material processado.
  • 37. TESTES PARA AVALIAR A EFICIÊNCIA DA ESTERILIZAÇÃO Os testes devem ser feitos todos os dias, no mínimo e consistem em: 1. Teste Químico 2. Teste Biológico 3. Teste de Bowie &Dick
  • 38. TESTES PARA AVALIAR A EFICIÊNCIA DA ESTERILIZAÇÃO Teste Químico Integrador: são tiras com reagentes químicos introduzidos no interior dos pacotes. Estes testes nos dizem se a penetração do vapor e a temperatura adequada chegou ao interior do pacote. Deve ser introduzido em todo pacote destina do ao Centro Cirúrgico.
  • 39. TESTES PARA AVALIAR A EFICIÊNCIA DA ESTERILIZAÇÃO Teste Biológico: Utiliza-se culturas e esporos de germes não patogênicos, altamente resistentes à temperatura. Após, estes esporos são incubados juntamente à um meio de cultura, o que nos dará o parâmetro de esterilização ou não. São utilizadas quatro ampolas sendo três dispostas no autoclave nas posições frente, fundo e lateral, serão processadas com a carga. Terminado o ciclo de autoclavagem, serem retiradas e colocadas em incubadora própria por 72h. Ao término do período de incubação lê-se o resultado e se arquiva.
  • 40. TESTES PARA AVALIAR A EFICIÊNCIA DA ESTERILIZAÇÃO Teste de Bowie &Dick Frequência de uso: Diariamente no 1º ciclo. • Profissional que realiza: Enfermeiros, técnicos e auxiliares de enfermagem • Material utilizado: Pacotes prontos para realização do teste. Folha de papel impregnada de tinta clara que após o ciclo específico deverá apresentar mudança uniforme de coloração. • EPI – Luva para proteção térmica • Equipamentos: Autoclave •Objetivo: avaliar a capacidade das autoclaves em reduzir ar residual da câmara e detectar falhas no funcionamento da bomba de vácuo da autoclave.
  • 41. TESTES PARA AVALIAR A EFICIÊNCIA DA ESTERILIZAÇÃO Teste de Bowie &Dick Como fazer:  Aquecer a autoclave antes de realizar o teste em ciclo vazio ou de comadres.  Identificar a folha própria para Bowie & Dick com o número da autoclave, número do ciclo, nome de quem está realizando e data completa.  Abrir o pacote e inserir a folha no meio do pacote e fecha-lo.  Colocar dentro do cesto na posição inferior frente em cima do dreno na autoclave. - Programar a autoclave no ciclo próprio para Bowie-Dick.
  • 42. TESTES PARA AVALIAR A EFICIÊNCIA DA ESTERILIZAÇÃO Teste de Bowie &Dick Como fazer:  Retirar o pacote da autoclave após término do ciclo usando luva de proteção térmica.  Aguardar esfriamento do pacote.  Retirar a folha de dentro do pacote.  Fazer a leitura.
  • 43. TESTES PARA AVALIAR A EFICIÊNCIA DA ESTERILIZAÇÃO Teste de Bowie &Dick Como fazer Caso a folha não tenha corado:  Fazer novo teste.  Repetir todo o procedimento para realizar novo teste.  Fazer nova leitura. Caso persista a falha, interditar a autoclave e chamar o serviço de manutenção para avaliação do equipamento. - Arquivamento.
  • 44. EXEMPLOS DE CONTEÚDO DE PACOTES (Padrão alterado de acordo com o manual de cada instituição) Cuba rim – Pacote • 1 Cuba Rim; • Papel grau cirúrgico ou crepado; • Esterilização em Autoclave - 134ºC tem 07 minutos.
  • 45. EXEMPLOS DE CONTEÚDO DE PACOTES Curativo pacote • 1 Pinça Kelly reta de 14 cm; • 1 Pinça Anatômica de 14 cm; • Esterilização em Autoclave - 134ºC, tempo 07 minutos • Acondicionamento em papel grau cirúrgico ou crepado.
  • 46. EXEMPLOS DE CONTEÚDO DE PACOTES Bandeja de parto • 2 Kelly 16cm • 1 Tesoura Mayo reta 17; • Autoclave - 134ºC - 07 minutos; • Acondicionamento em papel grau cirúrgico ou crepado.
  • 47. EXEMPLOS DE CONTEÚDO DE PACOTES Cateterismo vesical • 1 Cuba Rim; • 1 Cúpula redonda pequena; • 1 Cheron; • 1 Kelly reta; • 1 Campo Fenestrado • Esterilização temperatura em Autoclave - 134ºC 07 minutos; • Acondicionamento em papel grau cirúrgico ou crepado.
  • 48. EXEMPLOS DE CONTEÚDO DE PACOTES Peridural • 1 bandeja; • 1 cúpula; • 1 pinça Cheron; • 1 pinça Pean; • Acondicionamento em papel grau cirúrgico ou crepado
  • 49. EXEMPLOS DE CONTEÚDO DE PACOTES Raqui • 1 - bandeja + pinça pean + cúpula; • Acondicionamento em papel grau cirúrgico ou crepado.
  • 50. EXEMPLOS DE CONTEÚDO DE PACOTES Campo de RN • 2 Campos RN verde medindo 1,20x1,00 mts; • Acondicionamento em papel grau cirúrgico ou crepado; Pacote de avental cirúrgico avulso • 1 Avental cirúrgico dobrado com técnica; • 1 Compressa ou toalha de mão; •Acondicionamento em papel grau cirúrgico ou crepado; OBS: Colocar uma toalha de mão sobre cada avental.
  • 51. EXEMPLOS DE CONTEÚDO DE PACOTES Pinça para biópsia • 1 pinça para biópsia; •Acondicionamento em papel grau cirúrgico; • Esterilização temperatura em Autoclave - 134ºC - 07 minutos.
  • 52.
  • 53.
  • 54. O curso de instrumentação cirúrgica é uma ótima opção para técnicos de enfermagem e enfermeiros que gostam da área de centro cirúrgico, além de compor um bom diferencial curricular.