Formação em Inteligência Sociocriativa

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Baseado em práticas e técnicas de investigação-ação participativa e orientado ao design, viabilização e sustentação de projetos sociocriativos, busca expandir a capacidade realizadora e analítica (de comunidades) de agentes culturais, criativos e sociais que possam atuar de forma articulada e sinergética em um território comum em desenvolvimento.

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Formação em Inteligência Sociocriativa

  1. 1. inteligência sociocriativa programa de formação semestral Baseado em práticas e técnicas de investigação-ação participativa e orientado ao design, viabilização e sustentação de projetos sociocriativos, busca expandir a capacidade realizadora e analítica (de comunidades) de agentes culturais, criativos e sociais que possam atuar de forma articulada e sinergética em um território comum em desenvolvimento. Projetos Sociocriativos são empreendimentos, organizações, políticas, estratégias e arranjos que buscam inovação social de forma sustentável e a partir de fluxos criativos.
  2. 2. 2 1 objetivos empreendedorismo criativo, inovação e sustentabilidade Em um curso baseado em investigação-ação participativa e em uma interface digital online, são abordados princípios e conteúdos interdisciplinares para expandir a compreensão sobre os potenciais e desafios do empreendimento cultural, criativo e social, preparando os gestores e empreendedores para analisar cenários e cocriar perspectivas de ação e inovação. Investigação-ação é um tipo de metodologia que “orienta-se à melhoria das práticas mediante a mudança e a aprendizagem a partir das consequências dessas mudanças. Permite ainda a participação de todos os implicados. Desenvolve-se numa espiral de ciclos de planificação, ação, observação e reflexão”. (Jaume Trilla, 1998). Objetivos • 2 Contribuir para o desenvolvimento sustentável de cidades, estimulando a inovação social a partir de princípios e fluxos sociocriativos. • Estimular a cocriação e qualificação de projetos sociocriativos, articulados de forma colaborativa, ampliando habilidades de reflexão, gestão e empreendedorismo e facilitando a formação de redes. Contemplar as perspectivas biopsicossociais, políticas, econômicas e ambientais das iniciativas. • Capacitar empreendedores para analisar, planejar e gerir projetos culturais, criativos e sociais de forma complexa, interdisciplinar e transformadora. • Ampliar e disponibilizar, através de interface digital online, o conhecimento sobre metodologias e práticas criativas sustentáveis (geradoras de inovação social).
  3. 3. 2 1 formação participativa escopo e vetores metodológicos O curso propõe um processo continuado de aprendizagem interdisciplinar, afetiva, participativa e colaborativa, onde todos possam aprender a partir do conhecimento de todos para produzir juntos um movimento de transformação em suas práticas culturais, econômicas e sociais. Espera-se que os participantes: • Despertem para a importância de utilizar e/ou desenvolver, em seu trabalho como empreendedores sociocriativos locais, metodologias que permitam planejar, agir, observar e refletir de maneira mais efetiva, colaborativa e expansiva; • Visualizem e assumam em suas práticas novas perspectivas, mais sistêmicas e complexas, sobre a própria experiência, formulando questões e articulando soluções até então inéditas em relação ao trabalho que desenvolvem; • Apropriem-se dos conceitos apresentados a ponto de poder empreender autonomamente pesquisas sobre suas práticas de modo a permitir aprofundar o conhecimento adquirido e, assim, encontrar os próprios meios para aplicar tais conceitos. • Articulem-se em redes de colaboração e conhecimento para coempreender projetos com ecoefetividade e de alto impacto territorial. Vetores metodológicos Tais mudanças, que ocorrem tanto nos participante quanto no ambiente em que eles vivem, serão ativadas por meio de quatro vetores metodológicos transversais interdependentes: participantes e desenvolve competências e habilidades para lidar com a complexidade; 2) work-in-progress :: projetos articulados de transformação - inventados e/ou ativados ao longo do programa, permite um percurso com mudanças consensuadas e planejadas em conjunto; 3) metodologia de pesquisa social participativa (transversal) – princípio de todo o programa, desenvolve no grupo participante capacidades de diálogo, análise e coformulação, além de resultar na produção conhecimento sistematizado sobre as questões trabalhadas; 4) conteúdos teóricos reflexivos e instrumentais (verticais) – articulados diretamente à experiência dos participantes e às práticas do curso, ampliam os horizontes de percepção e compreensão e desenvolvem competências resolutivas necessárias à mudança. Estes vetores são aplicados em interdisciplinas: módulos formativos/investigativos sequenciais, que procurarão configurar uma sucessão de rizomas em um fluxo continuado de aprendizagem. Formato semestral 38 períodos de 4 horas, distribuídos da seguinte forma: • Diálogo Sociocriativo: 11 períodos, carga de 44 horas • Interdisciplinas (8): carga de 108 horas 27 períodos, Carga horária total: 152 horas 1) processo colaborativo em todas as aulas cria conexões mais fortes entre os 3
  4. 4. 2 1 diálogos sociocriativos conversando a gente se entende e inventa 11 períodos – carga total de 44 horas São encontros sistemáticos que ancoram o curso, configurando uma prática continuada e intensiva de técnicas dialógicas. Ao todo são 11 diálogos de 4 horas cada um, articulando dinâmicas de conversação e codesign (baseadas em métodos de investigação-ação participativa). Durante os encontros - a partir de repertórios e ferramentas abordados nas oito interdisciplinas (vide a seguir) - são descobertos, inventariados, articulados e ativados os potenciais transformadores existentes no grupo participante. No transcorrer do programa haverá a produção de um mapa sistêmico de recursos disponíveis na rede de participantes e no território, capacidades profissionais, vontades políticas, valores humanos, entre outras possibilidades. 4 Os diálogos permitirão também a ativação da colaboração no grupo, estimulando uma prática efetiva e afetiva de rede, inclusive como o uso de fluxos de conversação para pensar perspectivas para a continuidade das relações estabelecidas pelos participantes em rede durante o programa. Os conteúdos produzidos colaborativamente pelos participantes são sistematizados para integrar um case a que poderá ser transformado em publicação (gráfica ou digital). Os diálogos são intercalados com as interdisciplinas descritas a seguir, interrelacionando seus conteúdos e aprofundando os processos investigativos iniciados por elas.

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