Análise Dinergética ePlanejamento Complexo               André Martinez          www.andremartinezcult.com   copyright 201...
Para veres o mundo em um grão de areia
e o céu emuma flor silvestre,
segura a imensidade na palma datua mão
e a eternidade...
realidade           sonho    resultado   espanto  ação          pensamentohierarquias      redes   kronos           kairós...
ou?
1   Princípios
DESENVOLVIMENT                    O              APRENDIZAGEM COMPETIÇÃO                    CAPITALCOLABORAÇÃO            ...
Desenvolvimento1.1       Aprendizagem
tecnologiasindustriais      t2itecnologias decomunicação      t3c
o bebê a mãeo chocalho
colaboraçãoexperiência   aprendizagem    sentido
Capital1.2      Sentido
o passado está na frente          e o futuro está na gente                        foto: Pedro Biondi . fonte: Agência Brasil
sentidoo passado está na frentee o futuro está na gente                              aprendizado
Monologia1.3       Dialogia
Industrianato na Bahia
pensamento              pensamento     linear-cartesiano            complexo                         razão    razão + emoç...
economia      ecologiaviabilidade   sustentabilidade
realidade           sonho    resultado   espanto  ação          pensamentohierarquias      redes   kronos           kairós...
sentidopropósito                        sentido            propósito                                  aprendizado         ...
Competição1.4      Colaboração
foto: Pedro Biondi . fonte: Agência Brasil
Dinergia: o limitado2   dá forma ao ilimitado.
análisedissolução
contradições
dinergia
A+BA:B=B:A+B             B            A
sentidoSentido é a compreensão do que ofaz empreendedor empreender.“Pega por dentro” do quê?E também a compreensão daecolo...
sentidoAprendizado é a experiênciaadquirida com sentido em ação.                                    aprendizado
sentidopropósito                        sentido            propósito                                  aprendizado         ...
pensamentolinear-cartesiano                    pensamento    pensamento      complexo       sistêmico    propósito       s...
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Ser Humano  Economia                              HabitatConexão                                        Cogestão          ...
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1.     Ser Humano  linguagens,                O empreendimentoinstrumentos    compreendido como e conteúdos    provedor de...
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A cultura é produto da vida dohomo sapiens em comunidades.Construímos as relações sociais.E nos construímos nas relaçõesso...
Nosso modo de vida está relacionado   aos territórios que habitamos.
sítios históricosimaginário coletivoespaços de convívênciarecursos naturaissaberes tradicionaisrituais e celebrações
Economia          3.   O empreendimentoemancipação    compreendido a partir da  econômica    capacidade e movimentação    ...
 Atividade econômica do empreendimento. Cadeia econômica. Arranjos ou clusters (locais e setoriais,  produtivos e criat...
arranjos           arranjos                produtivos           criativos                 Lógica industrial   Lógica criat...
Conexão          4.articulação  em redes     Sinergia entre o que o               empreendimento busca e               rea...
 Diálogo com agendas públicas  governamentais e  intergovernamentais. Colaboração em rede. Articulação intersetorial.
Cogestão              Cogestão e/ou Codesing.         5.   Governança para viabilizar,coempreen-    nas tomadas de decisão...
Autopoiese           Aprendizado dos      6.   coempreendedores,pesquisa   integrando metodologiasem ação    e processos c...
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discussão/debate                diálogo        Visa fechar questões     Visa abrir questões              Visa convencer   ...
Formação em Mediação, Facilitação de Diálogo e Construção de ConsensoEm todos os países, independentemente da cultura, as ...
Formação em Mediação, Facilitação de Diálogo e Construção de Consenso lidar de forma positiva com as diferenças, impasses...
Formação em Mediação, Facilitação de Diálogo e Construção de Consenso redução de lides futuras e do uso da via judicial d...
BIBLIOGRAFIADOCZI, György. O Poder dos Limites – Harmonia e Proporções naNatureza, Arte & Arquitetura. São Paulo: Mercuryo...
Análise Dinergética e Planejamento Complexo - Cemec 2012
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  1. 1. Análise Dinergética ePlanejamento Complexo André Martinez www.andremartinezcult.com copyright 2012 – Todos os direitos reservados
  2. 2. Para veres o mundo em um grão de areia
e o céu emuma flor silvestre,
segura a imensidade na palma datua mão
e a eternidade em uma hora.

William Blake
  3. 3. realidade sonho resultado espanto ação pensamentohierarquias redes kronos kairós plano acaso capital felicidadepoder afeto
  4. 4. ou?
  5. 5. 1 Princípios
  6. 6. DESENVOLVIMENT O APRENDIZAGEM COMPETIÇÃO CAPITALCOLABORAÇÃO SENTIDO MONOLOGIA DIALOGIA
  7. 7. Desenvolvimento1.1 Aprendizagem
  8. 8. tecnologiasindustriais t2itecnologias decomunicação t3c
  9. 9. o bebê a mãeo chocalho
  10. 10. colaboraçãoexperiência aprendizagem sentido
  11. 11. Capital1.2 Sentido
  12. 12. o passado está na frente e o futuro está na gente foto: Pedro Biondi . fonte: Agência Brasil
  13. 13. sentidoo passado está na frentee o futuro está na gente aprendizado
  14. 14. Monologia1.3 Dialogia
  15. 15. Industrianato na Bahia
  16. 16. pensamento pensamento linear-cartesiano complexo razão razão + emoção . intuição separação entre disciplinas articulação entre disciplinas ou/ou e/e causa + efeito acaso solucionar compreender (re)produzir criar, amar ciência ciência, filosofia, arte, mitosresultado aprendizado Baseado em Humberto Mariotti
  17. 17. economia ecologiaviabilidade sustentabilidade
  18. 18. realidade sonho resultado espanto ação pensamentohierarquias redes kronos kairós plano acaso capital felicidadepoder afeto
  19. 19. sentidopropósito sentido propósito aprendizado método
  20. 20. Competição1.4 Colaboração
  21. 21. foto: Pedro Biondi . fonte: Agência Brasil
  22. 22. Dinergia: o limitado2 dá forma ao ilimitado.
  23. 23. análisedissolução
  24. 24. contradições
  25. 25. dinergia
  26. 26. A+BA:B=B:A+B B A
  27. 27. sentidoSentido é a compreensão do que ofaz empreendedor empreender.“Pega por dentro” do quê?E também a compreensão daecologia desse empreendimento.
  28. 28. sentidoAprendizado é a experiênciaadquirida com sentido em ação. aprendizado
  29. 29. sentidopropósito sentido propósito aprendizado método
  30. 30. pensamentolinear-cartesiano pensamento pensamento complexo sistêmico propósito sentido método aprendizado
  31. 31. propósito sistema de intenções e finalidades viabilidade sustentabilidade missão – visão fins socioculturais metas econômicas metas criativas
  32. 32. método methodos "caminho para chegar a um fim” viabilidade sustentabilidade modelo de negócio metodologias socioculturais plano de negócio
  33. 33. LICs . linguagens, instrumentos e conteúdosemancipação econômica patrimônio vivoarticulação em redes coempreendedorismo diversidade em diálogo pesquisa em ação
  34. 34. Ser Humano Economia HabitatConexão Cogestão Dialogia Autopoiese
  35. 35. sentido aprendizado Ser Humano Economia Habitat Conexãopropósito método Cogestão Dialogia SWOT Autopoiese
  36. 36. 1. Ser Humano linguagens, O empreendimentoinstrumentos compreendido como e conteúdos provedor de linguagens, instrumentos e conteúdos para uma determinada comunidade, ampliando, para essa comunidade, a possibilidade de protagonizar processos culturais ou artísticos.
  37. 37. LinguagemSegundo o dicionário Houaiss, é: “1 o conjunto das palavras e dosmétodos de combiná-las usado e compreendido por uma comunidade2 capacidade de expressão, esp. verbal 3 meio sistemático de expressãode ideias ou sentimentos com o uso de marcas, sinais ou gestosconvencionados 4 qualquer sistema de símbolos e sinais; código 5linguajar. Para simplificar: os meios que utilizamos para compartilhar o que pensamos e sentimos com outras pessoas e vice-e-versa. Música, matemática, cinema, teatro, língua portuguesa, dança etc.
  38. 38. Instrumento1. ferramenta para fazer algo: um instrumento decostura
2. meio para obter algo: A língua é um instrumentode comunicação (dicionário Léxico). A linguagem é sempre um instrumento para dizer ou compreender algo. Um instrumento também é sempre linguagem.
  39. 39. ConteúdoÉ uma determinada sistematização de conhecimento apartir do uso de linguagens e instrumentos.Um livro, um filme, uma canção, uma técnica, umteorema, um game, um relatório, uma pintura.
  40. 40. conteúdo instrumento linguagemobra de Villa Lobos partitura musical orquestra violinocinema brasileiro filme audiovisual projetor sala de cinema matemática fórmula matemática financeira planilha computador
  41. 41. Habitat 2. Os movimentospatrimônio vivo de um empreendimento compreendidos quanto às relações (vivas) entre identidade, memória social, meio ambiente e patrimônio cultural material e imaterial da comunidade.
  42. 42. A cultura é produto da vida dohomo sapiens em comunidades.Construímos as relações sociais.E nos construímos nas relaçõessociais.Em processos históricos egeográficos.
  43. 43. Nosso modo de vida está relacionado aos territórios que habitamos.
  44. 44. sítios históricosimaginário coletivoespaços de convívênciarecursos naturaissaberes tradicionaisrituais e celebrações
  45. 45. Economia 3. O empreendimentoemancipação compreendido a partir da econômica capacidade e movimentação econômicas por ele instaladas na comunidade: infraestrutura, know-how, uso responsável dos recursos econômicos, financeiros, tecnológicos e naturais.
  46. 46.  Atividade econômica do empreendimento. Cadeia econômica. Arranjos ou clusters (locais e setoriais, produtivos e criativos). Articulação de aspectos culturais dos processos econômicos (Economia Solidária, moedas sociais e criativas).
  47. 47. arranjos arranjos produtivos criativos Lógica industrial Lógica criativaOrganização hierárquica - estática Organização em rede - dinâmica Gerenciamento da competição Gerenciamento da co-criação Tangíveis – produtos e serviços Intangíveis – produtos e serviços comerciais/industriais artístico-culturais Padronização e repetição Flexibilidade e re-criatividade Target homogêneo Diversidade de públicos Escala Originalidade Inovação Ruptura – transcendência Fluxos Interconexão
  48. 48. Conexão 4.articulação em redes Sinergia entre o que o empreendimento busca e realiza e o trabalho/aprendizado de outros movimentos orientados para sentidos, valores, princípios e propósitos compatíveis.
  49. 49.  Diálogo com agendas públicas governamentais e intergovernamentais. Colaboração em rede. Articulação intersetorial.
  50. 50. Cogestão Cogestão e/ou Codesing. 5. Governança para viabilizar,coempreen- nas tomadas de decisão mais dedorismo críticas – principalmente aquelas que interferem na vida da comunidade em médio e longo prazos –, a participação direta ou indireta dos segmentos e setores envolvidos no empreendimento, garantindo assim a sua legitimidade.
  51. 51. Autopoiese Aprendizado dos 6. coempreendedores,pesquisa integrando metodologiasem ação e processos continuados de pesquisa às ações e resoluções dos problemas envolvidos, com a revisão e o aperfeiçoamento constante das práticas, e a sistematização, difusão e apropriação dos conhecimentos decorrentes.
  52. 52. resoluçãode problemas tomada de consciência Integração produção deconhecimento
  53. 53. cultura deapropriaçãodo conhecimentocompetência depesquisaprocessos depesquisa
  54. 54. 7. Dialogiadiversidadeem diálogo Convivência não violenta e uso de tecnologias para a resolução dos conflitos ou divergências que surgem naturalmente na gestão e operação do empreendimento, tanto como meio quanto como fim
  55. 55. sawubonaeu vejo você
  56. 56. sikhonaeu existo
  57. 57. ubuntu
  58. 58. discussão/debate diálogo Visa fechar questões Visa abrir questões Visa convencer Visa mostrar Visa demarcar posições Visa estabelecer relações Visa defender idéias Visa compartilhar ideias Visa persuadir e ensinar Visa questionar e aprender Visa explicar Visa compreender Visa as partes em separado Vê a interação partes/todoDescarta as idéias “vencidas” Faz emergir ideias Busca acordos Busca a pluralidade de ideias Baseado em Humberto Mariotti
  59. 59. Formação em Mediação, Facilitação de Diálogo e Construção de ConsensoEm todos os países, independentemente da cultura, as práticas de resolução nãoadversarial de conflitos, dentre as quais a Mediação, a Facilitação de Diálogos, os Círculosde Conversas e as Negociações para a Construção de Consenso têm demonstrado que ascapacitações (teóricas articuladas com a prática) geram os seguintes benefícios: habilidades para a comunicação e para a negociação - atitudes e condutas colaborativas; capacidade de ouvir e ser ouvido; consciência de interdependência e conectividade com os outros; (fonte: Palas Athena – duração do curso: 110 horas)
  60. 60. Formação em Mediação, Facilitação de Diálogo e Construção de Consenso lidar de forma positiva com as diferenças, impasses e/ou conflitos; construção de soluções de conflitos - resultados que atendem aos interesses e necessidades de todos; capacidade de tratar as questões conflituosas dentro de uma visão sistêmica; utilização adequada do poder (econômico, hierárquico ou de qualquer outra natureza); (fonte: Palas Athena – duração do curso: 110 horas)
  61. 61. Formação em Mediação, Facilitação de Diálogo e Construção de Consenso redução de lides futuras e do uso da via judicial de forma recorrente; mudança de atitude frente aos conflitos, com a incorporação de novas competências para geri-los. (fonte: Palas Athena – duração do curso: 110 horas)
  62. 62. BIBLIOGRAFIADOCZI, György. O Poder dos Limites – Harmonia e Proporções naNatureza, Arte & Arquitetura. São Paulo: Mercuryo, 1990.MARIOTTI, Humberto. As Paixões do Ego – Complexidade, Política eSolidariedade. São Paulo: Palas Athena, 2008.GERALDI, J.W.; BENITES, M.; FICHTNER, B. Transgressões Convergentes:Vigotski, Bahktin, Bateson. Campinas: Companhia das Letras, 2006.MATURANA, H. & Varela F. A árvore do conhecimento. Campinas: Psy,1995.

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