Educação inclusiva- Escola inclusiva

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Pontos importantes para uma escola inclusiva

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Educação inclusiva- Escola inclusiva

  1. 1. O que caracteriza uma escola inclusiva é o fato de ela se adaptar às necessidades de seus alunos e não esperar que os seus alunos se adaptem a um modelo previamente fixado.
  2. 2. Declaração Mundial de Educação para Todos (1990 – Tailândia): “é preciso tomar medidas que garantam à igualdade de acesso a educação aos portadores de todo e qualquer tipo de deficiência, como parte integrante do sistema de ensino.”
  3. 3. Declaração de Salamanca (1994: lança o desafio da Educação Inclusiva – onde as escolas deveriam acomodar todas as crianças independentemente de suas condições físicas, sociais, emocionais, linguísticas ou outras.
  4. 4. LDBEN n° 9.394/96 : Em seu artigo 59 garante que os sistemas de ensino assegurarão aos alunos com necessidades especiais direitos como: I – Currículos, métodos, técnicas, recursos educativos e organização específica, para atender às suas necessidades; II – terminalidade específica para aqueles que não puderem atingir o nível exigido para a conclusão do ensino fundamental e aceleração para concluir em menor tempo o programa escolar para os superdotados.
  5. 5. Convenção sobre direitos das pessoas com deficiência (ONU -2006): No Brasil Decreto n° 186/2008 – direito de todos os alunos frequentarem o ensino regular com apoio necessário através do AEE.
  6. 6. Política Nacional da Educação Especial na perspectiva da Educação Inclusiva (2008): estabelece a Educação Especial como modalidade de ensino e perpassa todos os níveis da Educação Básica e do Ensino Superior; através da inclusão dos alunos nas classes regulares com o apoio do AEE. Os alunos atendidos nesta modalidade são os que têm deficiência, transtornos globais do desenvolvimento e altas habilidades/superdotação. Sempre de forma complementar ou suplementar, nunca substitutivo
  7. 7. Decreto n° 7.511/2011: confirma o dever do Estado com a educação das pessoas público-alvo da educação especial e lança as diretrizes da Educação Especial para o território brasileiro.
  8. 8. LEGISLAÇÃO DISPONÍVEL: http://portal.mec.gov.br SECADI Http://ceed.rs.gov.br/legislacao
  9. 9. Fundamentado em sólidos pressupostos filosóficos e psicológicos, o direito da criança com deficiência de frequentar a escola comum e de receber nela um atendimento educacional especializado encontra-se hoje legalmente reconhecido e solidamente regulamentado.
  10. 10. A escola inclusiva, alcança a compreensão de que ela não é “inclusiva” por receber alunos com necessidades educacionais especiais, mas que ela é “inclusiva”, isso sim, por estar disposta a criar condições (pedagógicas, didáticas, ambientais, curriculares…) para acolher todo e qualquer aluno e acompanhá-lo em sua escolarização.
  11. 11. A caracterização da escola como inclusiva e a oferta do atendimento educacional especializado - AEE deve constar no Projeto Político Pedagógico da escola ;
  12. 12. Projeto Político Pedagógico A identidade da Escola
  13. 13. Projeto Político-Pedagógico O que é? É a própria organização do trabalho pedagógico escolar como um todo, em suas especificidades, níveis e modalidades.
  14. 14. Toda escola tem objetivos que deseja alcançar, metas a cumprir e sonhos a realizar. O conjunto dessas aspirações, bem como os meios para concretizá- las, é o que dá forma e vida ao chamado projeto político-pedagógico - o famoso PPP. Se você prestar atenção, as próprias palavras que compõem o nome do documento dizem muito sobre ele:
  15. 15. É projeto porque reúne propostas de ação concreta a executar durante determinado período de tempo. É político por considerar a escola como um espaço de formação de cidadãos conscientes, responsáveis e críticos, que atuarão individual e coletivamente na sociedade, modificando os rumos que ela vai seguir. É pedagógico porque define e organiza as atividades e os projetos educativos necessários ao processo de ensino e aprendizagem.
  16. 16. Ao juntar as três dimensões, o PPP ganha a força de um guia - aquele que indica a direção a seguir não apenas para gestores e professores mas também funcionários, alunos e famílias. Ele precisa ser completo o suficiente para não deixar dúvidas sobre essa rota e flexível o bastante para se adaptar às necessidades de aprendizagem dos alunos.
  17. 17. CURRÍCULO ADAPTADO O currículo adaptado para alunos com necessidades educativas especiais é aquele que visa adaptar o currículo acadêmico para os alunos que, por suas condições cognitivas, físicas e sensoriais, não demonstram condições de acompanhar o currículo regular.
  18. 18. Na maioria das vezes, ele se preocupa em adaptar as habilidades relacionadas a leitura, escrita, cálculo, habilidades sociais e de vida diária. Os componentes de um currículo adaptado se preocupam com a: LINGUAGEM SISTEMA DE CALENDÁRIO ESTRATÉGIAS DE ENSINO NÍVEL APROPRIADO DE CURRÍCULO ESTILO DE APRENDIZAGEM EMOCIONAL CENTRADO NA CRIANÇA APROPRIADO
  19. 19. LINGUAGEM: leitura e escrita; SISTEMA DE CALENDÁRIO: prevê habilidades e competências que devem ser adquiridos em cada etapa; ESTRATÉGIAS DE ENSINO: uso de metodologias diferentes de acordo com as necessidades dos alunos, como atividades em grupo e sistema de avaliação diferenciado; NÍVEL APROPRIADO DE CURRÍCULO: o que deve ser cobrado em cada etapa; ESTILO DE APRENDIZAGEM: tipos de atividades que mais favorecem a aprendizagem do aluno;
  20. 20. EMOCIONAL: que seja emocionante e significativo para o aluno; CENTRADO NA CRIANÇA: parte de uma avaliação diagnóstica para a sua elaboração e traça um plano individualizado para o aluno; APROPRIADO: que respeite a idade cronológica do aluno tanto nas atividades como no grupo de convivência.
  21. 21. Para elaborar este currículo se parte de uma avaliação diagnóstica que leva em conta o nível cognitivo do aluno, a avaliação da linguagem e a adequação ao que é esperado para cada idade cronológica. Assim, é preciso organizar a escola tendo a aprendizagem como centro das atividades escolares e o sucesso dos alunos, cada um de acordo com suas possibilidades, como o objetivo principal
  22. 22. A avaliação do aluno será entendida na perspectiva de fornecer um diagnóstico ao professor, contendo elementos para tomar decisões sobre a forma de conduzir o processo ensino-aprendizagem Assim, a avaliação do progresso na aprendizagem dos alunos com deficiência, transtornos globais do desenvolvimento e altas habilidades/superdotação, tanto daqueles incluídos nas classes comuns como dos que frequentam a escola especial, acompanhará todo o percurso do estudante, focando a evolução das suas competências, habilidades e conhecimentos.
  23. 23. Terá como objetivo principal o levantamento de dados para a compreensão de como se dá o processo de aprendizagem do aluno, o registro das suas conquistas bem como a indicação das necessidades e recursos necessários para o atendimento das especificidades do sujeito. Os resultados da aprendizagem dos alunos com deficiência, transtornos globais do desenvolvimento e altas habilidades/superdotação serão apresentados em Pareceres Descritivos, com a indicação da sustentação legal, quando as necessidades do aluno assim o exigir. Os Pareceres Descritivos constituirão Certidão Narratória relativa aos anos escolares cumpridos pelo aluno nas diferentes escolas por onde passou
  24. 24. Não existe receita para incluir essa tamanha diversidade de alunos, estamos juntos construindo um novo saber nas escolas e em nossas vidas, devemos questionar buscar, ensinar a aprender e aprender ensinando, mas não estamos mais num momento de reflexão sobre inclusão e sim de confirmação desse processo.

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