Plano Gestão 2014 - Escola Estadual "Profª Dulce Carneiro".

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Plano Gestão 2014 - Escola Estadual "Profª Dulce Carneiro".

  1. 1. Escola Estadual “Profª Dulce Carneiro” Anexos Plano Gestão 2014 Página 1
  2. 2. Escola Estadual “Profª Dulce Carneiro” Anexos Plano Gestão 2014 Página 2 ESCOLA ESTADUAL “Prof.ª DULCE CARNEIRO” Anexos
  3. 3. Escola Estadual “Profª Dulce Carneiro” Anexos Plano Gestão 2014 Página 3 Anexos Plano Gestão 2014 SUMÁRIO ITENS PÁGINA I - Diagnóstico 01 – Identificação e caracterização da Unidade Escola 06 a) Nome da Escola b) Endereço e CEP c) Telefone, Email e Fax d) Código CIE e FDE e) Atos Legais f) Cursos, Turnos, Período de Funcionamento g) Horário de Funcionamento h) Equipe Gestora i) Histórico da Escola 07 03 – Avaliação da Escola em 2013 17 04 – Avaliação do Processo Educacional em 2011, 2012 e 2013 22 05 – Avaliação do Processo Educacional: SARESP/IDESP/IDEB e Metas 2015 23 06 – Agrupamento de Alunos 61 07 – Matriz Curricular 62 08 – Calendário Escolar 63 09 – Horário de Trabalho Administrativo 64 10 – Escala de Férias 65 11 – Escala de Substituição Diretor de Escola 66 12 – Escala Substituição do G. O. E. xx 13 – Quadro Escolar – Q. E. 67 14 – Quadro Demonstrativo do Pessoal Administrativo 69 15 – Quadro Demonstrativo do Pessoal Docente 70 II - ATPC a) Relação dos Docentes com os Horários de ATPCs 73 b) Cronograma e Temário 76 c) Plano de Trabalho do Professor Coordenador 77 d) Horário de Trabalho do Professor Coordenador 77 16 – Professor Coordenador de Apoio à Gestão Pedagógica xx a) Plano de Trabalho b) Horário de Trabalho 17 – Sistema de Proteção Escolar xx a) Professor Mediador Escolar e Comunitário b) Plano de Trabalho c) Horário de Trabalho 18 – Quadro de Professores Coordenadores de Sala 80/81 19 – Professores Responsáveis pelo Período 80/81 20 – Quadro de Alunos Representantes de Sala 80/81
  4. 4. Escola Estadual “Profª Dulce Carneiro” Anexos Plano Gestão 2014 Página 4 21 – Conselho de Escola 82 a) Constituição b) Cópia da Ata e Eleição 86 22 – Associação de Pais e Mestres 82 a) Constituição 82 b) Cópia da Ata da Eleição 86 c) Plano de Aplicação dos Recursos Financeiros 100 23 – Grêmio Estudantil xx a) Cópia da Ata de Eleição xx 24 – Projetos da Secretaria de Estado da Educação 101 a) Apoio Escolar – Recuperação 101 b) Apoio Escolar – Recuperação Intensiva 102 c) Escola da Família xx d) Acessa Escola 105 e) Cultura é Currículo 106  Lugares de Aprender 107  Escola em Cena 110  Cinema vai à Escola xx f) Visão do Futuro 113 g) Sala de Leitura 115 h) Atividades Curriculares Desportivas (ACD) xx i) Outros xx 25 – Projetos Curriculares 116 26 – Educação Especial xx a) SAPEs – Serviço de Apoio Especializado xx b) Sala de Recursos: DI, DA xx 27 – Parcerias 130 a) Início b) Empresa 28 – Plano de Apoio Participativo – PAP 133 29 – Zeladoria 143 30 – Conclusão 146 31 – Referências 149 São Paulo, _____________/___________________/2014 ___________________________________ Valdivane Mª da Paixão Lenda Supervisor de Ensino -RG 9.313.961-5 DESPACHO DO DIRIGENTE REGIONAL DE ENSINO De acordo, Homologo São Paulo, ___________ de __________________ 2014 ____________________________________________ Sandoval Cavalcante Dirigente Regional de Ensino Diretoria de Ensino Sul 1
  5. 5. Escola Estadual “Profª Dulce Carneiro” Anexos Plano Gestão 2014 Página 5 Prece da Fraternidade Nosso Divino Mestre e Salvador Fortalecei-nos e amparai-nos Para que possamos ajudar As forças do bem a transformar o mundo. Veneráveis Mensageiros Celestes Auxiliares de Jesus Fortalecei-nos e amparai-nos Para que possamos ajudar As forças do bem a transformar o mundo. Pai Nosso, Criador Nosso, Fonte eterna de amor e de luz Fortalecei-nos e amparai-nos Para que possamos ajudar As forças do bem a transformar o mundo. QUE ASSIM SEJA!
  6. 6. Escola Estadual “Profª Dulce Carneiro” Anexos Plano Gestão 2014 Página 6 O problema da escola é não pensar no outro, uma vez que o papel da escola é contribuir para a construção de alunos para que eles pensem no outro. Só assim me reconheço sujeito diante do outro. Perinasso, 2011 p. 41 01 – Identificação da Escola Escola Estadual “Prof.ª Dulce Carneiro” Travessa Grande Madrugada, nº 53 – Vila Marari CEP 04401-010 – Cidade Ademar – São Paulo – Capital Telefone: 5562-1809 e 5678-7288 Email: e004935a@see.sp.gov.br a) – Códigos da Unidade Escolar CIE: 004935 U. A.: 40244 Prédio: 57.101 Convênio APM/FDE: 1363 CNPJ: 47.247.630/0001-29 b) – Atos Legais Criação: Lei Estadual nº 1.547 de 29/12/1951, publicada no DOE de 30/12/1951, e lotada por decreto de 28 de junho, publicado no DOE de 03/07/1954. Instalação: 28 de agosto de 1954. c) – Períodos de Funcionamento Das 7h00 às 18h00 d) – Cursos Ciclo I do Ensino Fundamental, que compreende os cinco primeiros anos da Educação Básica. e – Turnos Manhã: das 7h00 às 12h00 Tarde: das 13h00 às 18h00 f – Equipe Gestora Direção: Maria Cecília Milioni Ferraiol de Almeida Vice Direção: Cláudio Perinasso Coordenação: Cristiane Regina Oliveira Ferreira
  7. 7. Escola Estadual “Profª Dulce Carneiro” Anexos Plano Gestão 2014 Página 7 HISTÓRICO A partir de um galpão provisório, construído em terreno particular, de propriedade do Sr. André Serzano, cedido pelo prazo de 5 anos, durante o governo do Sr. Profº. Lucas Nogueira Garcez, criou-se a escola por meio da Lei Estadual de 29/12/1951, recebendo, inicialmente, o nome de “Grupo Escolar de Vila Santa Catarina”, endereçada à Avenida Cupecê, nº 131, constituída por duas salas de aula, diretoria, 2 banheiros e um quartinho para poço. Começou, porém, efetivamente a funcionar em 02/08/1954, sendo nomeada para a direção do estabelecimento a Sra. Alice de Carvalho Monteiro, em 16/08/1954. Nesta ocasião o Grupo Escolar funcionava em dois períodos com quatro classes e um total de 115 alunos. Contava, além da diretora, com 4 professoras, sendo uma delas a Sra. Weniná Dias Martins, e 3 substitutas interinas ( Nilza Aparecida Doloroso, Domiciana F. Alves e Eliza B. Pereira). Em fins de 1955 foi construído mais um galpão com uma sala, passando o estabelecimento a contar com 3 salas de aula e um total geral de 250 alunos. Neste mesmo ano, por meio de Decreto do Sr. Governador “Jânio Quadros”, datado de 24 de setembro, o estabelecimento passou a denominar-se “Grupo Escolar Profª Dulce Carneiro”. Em 1957, ainda no governo do Sr. Jânio Quadros, o prédio foi ampliado com a construção de outro galpão com duas salas de aula. Com o crescente aumento da população, viu-se, posteriormente, obrigado a alugar espaço fora do estabelecimento para mais uma sala de aula. Nesta ocasião, passou a contar com um total de 469 alunos. No plano de ação do governo do Sr. Carvalho Pinto, em 1959, foi construído um prédio próprio, constituído por 10 salas de aula, uma sala para diretoria, outra para assistente de direção, uma sala de professores, secretaria, biblioteca, uma sala para dentista, contando ainda com pátio, cozinha e banheiros. É neste prédio que a escola funciona até o dia de hoje. Por Resolução da Secretaria de Estado da Educação fundiu-se, em 1976, com o Grupo Escolar Cidade Ademar, para constituir a Escola Estadual de Primeiro Grau “Profª Dulce Carneiro”, atendendo todas as séries do Ensino Fundamental (da 1ª a 8ª séries), e ampliou o atendimento ao Ensino Médio de 1992 a 1995. A partir de 1996, com a Reorganização das Escolas Estaduais, passou a atender somente ao Ciclo 1 do Ensino Fundamental – da 1ª a 4ª séries.
  8. 8. Escola Estadual “Profª Dulce Carneiro” Anexos Plano Gestão 2014 Página 8 Em 2010, atendendo à Lei nº11.274, de 06 de fevereiro de 2006, que instituiu o Ensino Fundamental de 9 anos, a escola passou a atender os cinco primeiros anos, recebendo crianças a partir dos 6 anos de idade. Hoje, a escola mantém o funcionamento de 20 classes com 733 alunos. Patrono da Escola Dulce Carneiro Ferreira nasceu no dia de Natal de 1870, na cidade de Xiririca, hoje Eldorado Paulista, no interior do Estado de São Paulo. Casou-se aos 26 anos com o maestro Eugênio Nogueira dos Santos, em 26 de junho de 1897. O casal não teve filhos. Como curiosidade a respeito de sua vida, destaca-se o fato de ter ensinado as primeiras letras, em 1901, à Sra. Guiomar Novaes. Faleceu aos 71 anos de idade, em 17de maio de 1942. Como homenagem póstuma, por Decreto de 24 de setembro de 1955, do então governador de São Paulo, Sr. Jânio Quadros, o Grupo Escolar de Vila Santa Catarina passa a denominar-se “Grupo Escolar Profª Dulce Carneiro”. Consta do texto do referido Decreto o seguinte trecho: (...) “Jânio Quadros, governador do Estado de São Paulo, no uso das suas atribuições legais e considerando que a professora Dulce Carneiro dedicou 32 anos da sua vida ao ensino da nossa infância escolar; considerando que a referida educadora, durante toda a sua crônica funcional somente gozou de 8 dias de licença, para submeter- se a uma operação cirúrgica, dando exemplo de assiduidade, amor e dedicação à sua nobre profissão; considerando que, pelos seus altos méritos, recebeu das mãos do grande “Cesário Mota”, um pergaminho de “Grande educadora e poetisa”; o que é de honra e galardão, considerando os seus preciosos trabalhos no campo da poética infantil, como os livros denominados: “MEU CADERNINHO” e “LIÇÕES RIMADAS”, que tanto influenciaram e aprimoraram o espírito de nossas crianças, e que demonstram o acendiado amor de uma professora pela dignificante profissão que abraçou, considerando finalmente que é de justiça que se perpetue o seu nome em um estabelecimento de ensino como prova de gratidão da coletividade bandeirante através do seu governo.”(...)
  9. 9. Escola Estadual “Profª Dulce Carneiro” Anexos Plano Gestão 2014 Página 9 RECURSOS FÍSICOS E.E.ProP.Dulce Carneiro - DE: Diretoria de Ensino da Região Sul l O prédio encontra-se em bom estado de conservação, passou por uma reforma muito grande em 1992, por ocasião do Projeto Escola Padrão. Possui 10 salas de aula, os ambientes pedagógicos: sala de vídeo, sala de informática e biblioteca são espaços pequenos, mas, devido à faixa etária da clientela, atendem sua destinação. Vale ressaltar que a biblioteca está onde anteriormente funcionava a cantina escolar. A quadra de esportes também possui dimensões menores do que as medidas oficiais, mas permite a iniciação esportiva dos alunos. A escola possui refeitório com ótimas dimensões, cozinha e depósito. Na parte administrativa, existem as salas da direção, da coordenação pedagógica, secretaria. Na sala que se destinava a Secretária foi colocada uma divisória para criação de dois ambientes. Os banheiros dos alunos são de bom tamanho com azulejos brancos. O pátio interno é de bom tamanho, mas escuro e tem a necessidade de adequá-lo substituindo as telhas existentes por translúcidas. A pintura tanto da parte interna quanto externa vem sendo constantemente retocada de forma que a aparência geral do prédio escolar é muito boa. Em janeiro de 2010 construímos um pequeno parquinho, na parte aberta do pátio, para uso das crianças de 6 anos do 1º ano. Emergentemente, necessita de reparos e refazê-lo, por toral, e reparar o brinquedo existente. Inauguramos em abril de 2011 um espaço pedagógico na lateral
  10. 10. Escola Estadual “Profª Dulce Carneiro” Anexos Plano Gestão 2014 Página 10 da escola, que embora ainda não totalmente acabado, pois só conta com 2 mesas, já está sendo utilizado, precariamente. Quanto ao mobiliário, existem dois armários de aço em cada sala de aula, um para cada professora que a utiliza, além dos quatro pequenos do mobiliário pedagógico (recebidos na época da reorganização), alguns estão desgastados precisando ser trocados, embora a aparência ainda seja razoável devido a seguidas pinturas. Os conjuntos de carteiras estão em bom estado, pois procuramos renovar um por ano. Nas outras dependências também o mobiliário está em bom estado, havendo necessidade de mais arquivos de pasta suspensa para a secretaria, o que já foi solicitado. Há ainda dois Bebedouros de Alvenaria com filtro no pátio para os alunos e um bebedouro de pressão inox na área administrativa. RECURSOS TÉCNICOS E PEDAGÓGICOS A Escola possui: 01 Aparelho de Fax; 05 Computadores e 03 Impressoras - administrativo ; 01 Máquina de escrever manual; 01 Televisor a cores 29’’, 01 Vídeo cassete 02 DVDs,na sala de vídeo; 01 Televisor 39’ 01 Projetor Sony e 02 Telas de projeção 01 Projetor Epson 08 CD players e 01 Equipamento de som; 01 Máquina Fotográfica Digital; 09 Mimeógrafos (6 em boas condições); 01 Computadores e 02 Impressoras (matricial/multifuncional) - pedagógicos ; 01 Encadernadora Manual Lassani 01 Guilhotina 01 Kit do Professor: computador e impressora – sala da coordenação Material Pedagógico: caixas de material dourado, tangran, dominós de letras e números, potes de letras móveis, blocos lógicos e outros, além dos consumíveis. Fitas de Vídeo; Instrumentos Musicais; Jogos de xadrez e quadro imantado de xadrez;
  11. 11. Escola Estadual “Profª Dulce Carneiro” Anexos Plano Gestão 2014 Página 11 10 computadores e 01 impressora do Projeto Sala de Informática Acervo de livros literários e didáticos na biblioteca, além dos disponíveis nas caixas das salas de aula do Projeto Ler e Escrever, onde ficam também os gibis e revistas Recreio e Ciência. Estes, tanto são utilizados em aula, como levados para leitura em casa nos finais de semana. De modo a atender à clientela, faz-se imprescindível a aquisição de computador para a coordenação que, hoje, não tem. Outros para a sala de informática e secretaria.
  12. 12. Escola Estadual “Profª Dulce Carneiro” Anexos Plano Gestão 2014 Página 12 A CLIENTELA Renda Familiar Moradia Cômodos Nºde Pessoas na casa De 1 a 2 salários 56% PRÓPRIA 54% Apenas 1 10% Até 3 pessoas 46% De 3 a 5 salários 38% ALUGADA 33% De 2 a 3 46% De 4 a 5 44% De 6 a 10 salários 05% OUTROS 13% De 4 a 5 36% De 6 a 10 09% Acima de10 Salários 01% Acima de 5 08% Acima de 10 01% Com quem aluno fica após a aula Escolaridade dos responsáveis Lazer Preferência na TV MÃE 53% Mãe Pai TV 30% Jornal 27% AVÓ/TIA 14% Ciclo I 13% 15% Brincando Rua 16% Filme 23% IRMÃOS 16% Ciclo II 28% 33% Brincando casa 29% Programa Infantil 26% Outra Escola 12% Ens. Médio 50% 44% Vídeo Game 11% Novela 21% SOZINHO 05% Superior 09% 08% Computador 12% Outros 03% Religião Meio de locomoção para vir à Escola A Escola é É a favor de atividades culturais fora da escola Católica 55% A pé 34% Ótima 35% SIM 96% Evangélica 35% Carro 09% Boa 60% NÃO 04% Espírita 04% Ônibus 02% Regular 05% Outras 03% Perua 55% Ruim 0% Nenhuma 03% Você verifica os os cadernos do seu filho? Você conversa com seu filho sobre coisas da escola e o que está aprendendo? Você gostaria de estar participando do Conselho de Escola Você gostaria de estar participando da APM? Todos os dias 59% Todos os dias 64% SIM 56% SIM 47% 2 a 3 vezes/semana 25% 2 a 3 vezes/semana 29% nos finais semana 15% nos finais semana 06% NÃO 44% NÃO 43% nunca 01% nunca 01%
  13. 13. Escola Estadual “Profª Dulce Carneiro” Anexos Plano Gestão 2014 Página 13 A tabela descreve o resultado da tabulação de pesquisa realizada em maio deste ano após a Reunião de Pais do 1º bimestre, com uma amostra de 80% de questionários devolvidos respondidos, objetivando coletar dados sobre o nível socioeconômico, estrutura familiar, valores e modo de vida dos alunos; bem como de uma avaliação do trabalho da U.E. pelos pais. Da análise desses dados estatísticos e da experiência de convívio com as famílias no dia a dia (na sala de aula, corredores, recreio, portão da escola, reuniões de pais e mestres, nos atendimentos individuais, nas festas escolares, nos passeios de lazer e cultura, etc.) decorre o seguinte diagnóstico: Nível socioeconômico: a comunidade é formada, na sua maioria (94%), de alunos de baixa renda, variando de 1 a 5 salários mínimos. Uma parcela bem menor, 5%, com a renda familiar entre 6 e 10 salários, e 1% renda familiar acima de dez salários mínimos, possuem padrão de vida melhor, estão entre os que moram em casa com mais de 5 cômodos e possuem carro. Observa-se, no entanto, que é significativo 54%, o número de famílias que possuem casa própria, e também que o tamanho das famílias está diminuindo, pois em 90% existem no máximo 5 pessoas na residência. É importante observar a necessidade de cuidados especiais ao oferecer aos alunos atividades de lazer e cultura que demandem despesas às famílias, e de atenção constante com a alimentação e saúde dos “menos favorecidos”. Estrutura familiar: a maior parte dos alunos (53%) mora com a família e tem a mãe presente no seu dia a dia, porém há em torno de 16% que ficam com irmãos e 5% que ficam sozinhos, não recebendo acompanhamento adequado. No trabalho diário, no atendimento a pais e familiares de alunos ocorrerem confidências sobre sérios problemas tais como: pais com problema de saúde; desemprego; drogas (principalmente alcoolismo); crianças com problema de saúde, rejeitadas, mal cuidadas. Certamente estes problemas afetam emocionalmente as crianças refletindo em seu comportamento na escola e no seu aprendizado. É difícil conviver com estes problemas e há necessidade de um melhor preparo para lidar com estas crianças e melhor orientar seus familiares. Há professores que através de um relacionamento afetivo conseguem minorar os conflitos. Nesta questão está contido o maior desafio da Escola Pública, o de não excluir estes alunos, mas sim prepará-los para viver em sociedade. Portanto é grande a necessidade de investir
  14. 14. Escola Estadual “Profª Dulce Carneiro” Anexos Plano Gestão 2014 Página 14 na reciclagem dos profissionais, capacitando-os para um melhor relacionamento com os alunos e maior competência pedagógica para desenvolver suas potencialidades. Lazer: a grande maioria dos nossos alunos tem como lazer brincar em casa e assistir televisão (59%), sendo os programas mais assistidos pela família o jornal e programas infantis (52%). Isto demonstra que as crianças costumam ficar muito em casa, presas, o que explica seu excesso de energia e necessidade de movimentação constante, que dificultam o trabalho de sala de aula; e apontam para a importância das aulas de Educação Física. Justifica, também, os 96% de favoráveis às atividades culturais fora da Escola. É de grande valia a oferta de atividades de lazer e cultura: passeios a Parques (contato com a natureza), Teatro, Cinema e Centros Culturais e desenvolver o hábito de leitura. É preciso, também, promover nas reuniões de pais discussões sobre o poder da mídia na formação da criança e a influência do conteúdo dos programas, principalmente os infantis, no seu comportamento que vem se mostrando cada vez mais agressivo. Escolaridade dos pais: há poucos pais com nível superior (9% mães e 8% pais), muitos que frequentaram o Ensino Médio (50% mães e 44% pais), a grande maioria tem alguma escolaridade, frequentaram, pelo menos, parte do Ensino Fundamental. É generalizada a preocupação dos pais no sentido de orientar os alunos a controlarem suas emoções, conseguirem se organizar e terem noção de limites. O trabalho coletivo avançou, mas é preciso continuidade na busca de seu aprimoramento. “O diálogo sincero é o caminho indicado para que, ao invés de adversários que procuram prejudicar-se mutuamente, professores, alunos, gestores e comunidade passem a ser aliados, caminhando juntos numa mesma direção: a construção de um mundo melhor”. Piletti, 1988 p. 284. (Adaptado) A COMUNIDADE A tabela abaixo, que complementa a do item anterior, descreve o resultado da tabulação de pesquisa realizada através de um segundo questionário entregue e devolvido juntamente com o, anterior, objetivando coletar dados sobre mais detalhados para uma avaliação do trabalho da U.E., pelos pais. Avalie os itens abaixo, assinalando com X o conceito que corresponde a sua opinião:
  15. 15. Escola Estadual “Profª Dulce Carneiro” Anexos Plano Gestão 2014 Página 15 Questionamentos MUITO BOM BOM REGULAR RUIM 01.Atendimento executado pelos funcionários da Secretaria 26% 63% 10% 1% 02.Horário de atendimento da Secretaria 18% 59% 19% 4% 03.Entrada dos alunos – Forma que é executada 27% 53% 17% 3% 04.Entrada dos alunos – Atendimento dos funcionários 28% 60% 11% 1% 05.Saída dos alunos - Forma que é executada 30% 54% 12% 4% 06. Saída dos alunos – Atendimento dos funcionários 28% 57% 13% 2% 07.Qualidade da Merenda servida aos alunos na escola 23% 50% 22% 5% 08.Manutenção e preservação do prédio escolar 33% 55% 9% 3% 09.Limpeza geral da escola 35% 56% 8% 1% 10.Organização da escola – Regras de funcionamento 37% 56% 6% 1% 11.Comemorações – Festas realizadas na escola 39% 53% 7% 1% 12.Relacionamento dos pais com a Direção - atendimento 28% 60% 11% 1% 13.Relacionamento dos pais com a Coordenação - atendimento 28% 60% 11% 1% 14. Relacionamento dos pais com as Professoras - atendimento 40% 53% 6% 1% 15.Reunião de Pais e Mestres 40% 51% 8% 1% 16.Relacionamento das professoras com os alunos 38% 53% 8% 1% 17.Trabalho do professor em sala de aula-aprendizagem alunos 43% 47% 8% 2% 18.Acompanhamento por parte dos pais/responsáveis da vida escolar do aluno 37% 54% 8% 1% 19.Participação dos pais na Associação de pais e Mestres 16% 59% 21% 4% 20. Participação dos pais no Conselho de escola 21% 51% 24% 4%
  16. 16. Escola Estadual “Profª Dulce Carneiro” Anexos Plano Gestão 2014 Página 16 Avaliação da Escola pela Comunidade: a grande maioria dos pais considera a escola boa ou ótima (95% - tabela anterior), o que é muito gratificante e demonstra que com projetos simples e dedicação obtêm-se bons resultados e aponta para a continuidade do trabalho na busca da melhoria da qualidade do ensino e do ambiente escolar. Todos os segmentos e atividades avaliados obtiveram índice bom e muito bom em mais de 85%, o que demonstra que a comunidade está satisfeita com a escola. Faz-se necessário salientar que a maior parte da comunidade escolar não pertence ao entorno da Escola, visto que 66% dos alunos utilizam algum meio de transporte (carro, perua, ônibus) para vir às aulas. Integração escola-comunidade: é boa a participação dos pais na vida escolar dos alunos, segundo os mesmos 59% olham os cadernos e 64% conversam a respeito da escola todos os dias, o que na realidade nos parece um pouco exagerado. O comparecimento às Reuniões de Pais e Mestres fica sempre em torno de 70% , e é comum o pronto atendimento quando solicitados. No entanto, contradizendo a avaliação de que sua participação é boa na APM e Conselho de Escola (75% e 72%), na outra pesquisa, apenas 47% e 56% afirmaram que gostariam de fazer parte destes colegiados. A negativa é sempre justificada pela falta de tempo devido ao trabalho. Na realidade, porém, a cada ano fica mais difícil conseguir completar o quadro de membros destes dois colegiados e a participação nas suas reuniões tem sido cada vez menor. Faz-se necessário salientar, porém, que a participação nas comemorações e festas e a boa vontade em contribuir no que é solicitado pela escola, é muito boa. É importante dar-se ênfase ao relacionamento entre as pessoas envolvidas no processo educacional e à valorização dos alunos e de seus familiares.
  17. 17. Escola Estadual “Profª Dulce Carneiro” Anexos Plano Gestão 2014 Página 17 02 - AVALIAÇÃO DA ESCOLA, EM 2013, PELA EQUIPE ESCOLAR. ITEM AVALIADO Aspectos Positivos Aspectos Negativos SUGESTÕES ALUNOS Assiduidade e participação da maioria Falta de compromisso e indisciplina de alguns. Melhorar o envolvimento dos pais e aproximá-los mais da escola PAIS Acompanhamento e valorização da escola Falta de acompanhamento e valorização da vida escolar do filho. Melhorar o envolvimento dos pais e aproximá-los mais da escola e incentivar o acompanhamento. REUNIÃO DE PAIS Organização e comparecimento da maioria dos pais Ausência dos pais que mais precisariam comparecer, daqueles com mais problemas e dificuldades. Para os pais Ausentes marcar reunião posterior com registro e convocação. HTPC Organização Assuntos alheios ao pedagógico Concluir todos os estudos realizados. CONSELHO DE CLASSE Organização e registros Professores que não trazem todos os dados prontos e conferidos. Marcar com maior antecedência as datas de conselho e maior rigor na cobrança da exatidão de dados. CORPO DOCENTE Comprometimento Quando ocorrem, as faltas e licenças. Maior entrosamento do conteúdo dos especialistas com o de sala de aula. DIREÇÂO Comprometimento Algumas falhas de comunicação. Melhorar a circulação de informações na escola – comunicação. PCP Comprometimento Falta de atuação em sala de aula. Montar um cronograma de visitas às salas de aula. SECRETARIA Organização e eficiência Dificuldade de relacionamento da secretária com algumas pessoas. Dividir melhor as tarefas quando há cursos. INSPETORAS Eficientes e atenciosas Há horários em que só há uma inspetora- o que se considera insuficiente. Dividir melhor as tarefas quando há cursos. Zeladoria Prestativos e responsáveis ( pai e filha) Muitas pessoas não conhecem a Zeladora A zeladora estar mais presente nos horários de entrada e saída.
  18. 18. Escola Estadual “Profª Dulce Carneiro” Anexos Plano Gestão 2014 Página 18 Ambiente Escolar: a escola oferece um ambiente de trabalho tranquilo, limpo e agradável. As salas de aula estão organizadas com mobiliário e recursos didáticos adequados ao projeto educacional, proporcionando ao aluno maior motivação para a aprendizagem. Não há problemas relevantes quanto ao desrespeito, a depredação do patrimônio público e de desperdício de merenda. Porém, observam-se alguns casos de agressões físicas entre os alunos na sala de aula e no recreio, e é grande a dificuldade em obter-se um ambiente tranquilo na entrada e nas filas. É constante a preocupação em orientar os alunos no sentido de controlarem suas emoções, conseguirem organizar-se e terem noção de limites. O trabalho coletivo avançou, mas é preciso continuidade na busca do aprimoramento. “Ensinar exige criticidade. Não há para mim, na diferença e na “distância” entre a ingenuidade e a criticidade, entre o saber de pura experiência feito e o que resulta dos procedimentos metodicamente rigorosos, uma ruptura, mas uma superação. A superação e não a ruptura se dá na medida em que a curiosidade ingênua, sem deixar de ser curiosidade, pelo contrário, continuando a ser curiosidade, se criticiza”. PAULO FREIRE, 2011, p. 32 Conceito de Educação A educação básica no Brasil, desde a Constituição de 1988 e, com mais ênfase, nos últimos oito anos, vem sofrendo grandes mudanças. Analisá-la implica considerar determinadas preliminares como o pacto federativo, a desigualdade social, as ligações internacionais e a própria noção de educação básica a fim de contextualizar as políticas de avaliação, focalização, descentralização, desregulamentação e financiamento. Tais alterações evidenciam uma forte focalização no ensino fundamental na idade legal apropriada, o mesmo não acontecendo com as outras etapas tão importantes quanto o ensino fundamental. A educação básica no Brasil ganhou contornos bastante complexos nos anos posteriores à Constituição Federal de 1988 e, sobretudo, nos últimos oito anos. Analisá-la não é fácil exatamente porque as contingências que a cercam são múltiplas e os fatores que a determinam têm sido objeto de leis, políticas e programas nacionais, alguns dos quais em convênio com órgãos internacionais. Assim, um cuidado para efeito de análise é separar os fatores condicionantes (quando possível) para se ter uma visão mais contextualizada da situação. Neste ensaio consideraremos quatro preliminares importantes nesse cuidado de análise. A primeira preliminar é não ignorar o que é a situação do Brasil em matéria socioeconômica. De há muito os educadores brasileiros correlacionam dialeticamente sociedade e educação. Sabemos todos que a distribuição de renda e da riqueza no país determina o acesso e a
  19. 19. Escola Estadual “Profª Dulce Carneiro” Anexos Plano Gestão 2014 Página 19 permanência dos estudantes na escola. Sabemos também que o aumento da permanência de estudantes na escola depende da realização do direito ao saber, sob um padrão de qualidade possível de ser incrementado. E sabemos também que não se deve exigir da escola o que não é dela, superando a concepção de uma educação salvífica e redentora. Problemas há na escola que não são dela, mas que estão nela e problemas há que são dela e obviamente podem também estar nela. Considerar este contexto socioeconômico descritiva e analiticamente, vê-lo como suscetível de superação por meio de políticas sociais redistributivas e considerar a situação da educação escolar enquanto tal são princípios metodológicos indispensáveis para uma análise adequada das políticas educacionais. Afirmar a determinação socioeconômica sobre a educação não é negar as determinações internas a ela. A segunda preliminar a ser analisada é o próprio conceito de educação básica. Trata-se de um novo conceito, avançado, pelo qual o olhar sobre a educação ganha uma nova significação. A Constituição Federal de 1988, no capítulo próprio da educação, criou as condições para que a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, Lei nº 9.394/96, assumisse esse conceito já no § único do art. 11 ao assinalar a possibilidade de o Estado e os municípios se constituírem como um sistema único de educação básica. Mas a educação básica é um conceito, definido no art. 21 como um nível da educação nacional e que congrega, articuladamente, as três etapas que estão sob esse conceito: a educação infantil, o ensino fundamental e o ensino médio. E o art. 22 estabelece os fins da educação básica: A educação básica tem por finalidade desenvolver o educando, assegurar-lhe a formação comum indispensável para o exercício da cidadania e fornecer-lhe meios para progredir no trabalho e em estudos posteriores. Trata-se, pois, de um conceito novo, original e amplo em nossa legislação educacional, fruto de muita luta e de muito esforço por parte de educadores que se esmeraram para que determinados anseios se formalizassem em lei. A ideia de desenvolvimento do educando nestas etapas que formam um conjunto orgânico e sequencial é o do reconhecimento da importância da educação escolar para os diferentes momentos destas fases da vida e da sua intencionalidade maior já posta no art. 205 da Constituição Federal: A educação, direito de todos e dever do Estado e da família, será promovida e incentivada com a colaboração da sociedade, visando ao pleno desenvolvimento da pessoa, seu preparo para o exercício da cidadania e sua qualificação para o trabalho. Mas o art. 22 da LDB, a fim de evitar uma interpretação dualista entre cidadania e trabalho e para evitar o tradicional caminho no Brasil de tomar a qualificação do trabalho como uma sala
  20. 20. Escola Estadual “Profª Dulce Carneiro” Anexos Plano Gestão 2014 Página 20 sem janelas que não a do mercado, acrescenta como próprios de uma educação cidadã tanto o trabalho quanto o prosseguimento em estudos posteriores. A própria etimologia do termo base nos confirma esta acepção de conceito e etapas conjugadas sob um só todo. Base provém do grego básis e os, e significa, ao mesmo tempo, pedestal, suporte, fundação e andar, pôr em marcha, avançar. A educação básica é um conceito mais do que inovador para um país que, por séculos, negou, de modo elitista e seletivo, a seus cidadãos o direito ao conhecimento pela ação sistemática da organização escolar. Carlos Jamil Cury A Missão da Escola Educar para conhecer, viver e ser. Eis a missão da Escola Estadual Prof.ª Dulce Carneiro. Conhecer para reconhecer diferentes culturas e realidades. Conhecer-se como pessoa humana e, portanto, agente de uma sociedade onde a autoridade, o saber e os bens da natureza promovam a vida e a sustentabilidade do planeta. Fazer uma educação integrada, pautada nas vivências pessoais e coletivas que promovam uma ação concreta e responsável. Viver segundo os valores evangelizadores que humanizam e libertam. Ser uma pessoa que reflete, tematiza e problematiza as diferentes realidades, amparada pela excelência acadêmica e pautada nos valores cristãos. A Visão da Equipe Gestora Praticamos uma educação que favorece a formação de pessoas compromissadas com valores humanos e fraternos. Aos nossos alunos é dada a oportunidade de experimentar e analisar diferentes culturas e realidades e, assim, poder intervir e atuar na sociedade, como sujeito capaz de criar redes comunitárias e solidárias. A partir dos vários recursos educacionais disponíveis e da preocupação com o desenvolvimento dos saberes culturais, a escola apresenta-se como um espaço privilegiado de descoberta e de reflexão sobre as constantes mudanças da sociedade, por meio de leituras, experiências e ações. O educador tem clareza de sua missão: formar pessoas que reconheçam seu papel, que ocupem seu espaço e que sejam capazes de lidar com o desafio da diversidade, interagindo com novas mentalidades e novas identidades. Para isso, está sempre em processo de aprendizagem;
  21. 21. Escola Estadual “Profª Dulce Carneiro” Anexos Plano Gestão 2014 Página 21 testemunha e vivencia os valores familiares; tem sensibilidade, comprometimento e paixão; busca e fortalece o próprio crescimento humano e de seus educandos, fazendo-os enxergar o outro. Nossa meta educacional, orientada para conhecer, fazer, viver e ser, busca uma sociedade atenta ao desenvolvimento sustentável, onde haja lugar para todos e todas, aberta às diferentes identidades, onde as pessoas sejam verdadeiramente iguais em condições e direitos e possam viver como irmãos. Essa é a visão da Escola Estadual “Prof.ª Dulce Carneiro”: uma educação que gera vida. “A educação dever da família e do Estado, inspirada nos princípios de liberdade e nos ideais de solidariedade humana, tem por finalidade o pleno desenvolvimento do educando, seu preparo para o exercício da cidadania e sua qualificação para o trabalho.” Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB) nº 9394/96, artigo 2º. 03.1 - Avaliação do Processo Pedagógico da Escola no ano de 2013 RESULTADOS EM RELAÇÃO À ALFABETIZAÇÃO 1º ano 1ª série/2º ano 2ª série/3º ano 3ª série/4º ano 4ª série/5º ano Alfabéticos % Não alfabéticos % Alfabéticos % Não alfabéticos % Alfabéticos % Não alfabéticos % Alfabéticos % Não alfabéticos % Alfabéticos % Não alfabéticos % 47 94 115 32 136 5 125 5 132 0 33,35% 66,65% 78,23% 21,77% 96,4% 3,6% 96,15% 3,85% 100% 0% Total de Alunos 141 147 141 130 132 PROMOÇÃO E RETENÇÃO Taxa de Promoção (%) Taxa de Retenção (%) 2013 2013 1º ano 100% 1º ano 0% 2º ano 100% 2º ano 0% 3º ano 100% 3º ano 0% 4º ano 100% 4º ano 0% 5º ano 100% 5º ano 0% Total 633 Total 0% EVASÃO E TRANSFERÊNCIA TODAS AS SÉRIES Taxa de Evasão Taxa de Retenção 2013 2013 0,31% - 02/633 8,53% - 54/633
  22. 22. Escola Estadual “Profª Dulce Carneiro” Anexos Plano Gestão 2014 Página 22 QUANTIDADE DE ALUNOS E SUAS HIPÓTESES Série/Ano Pré-silábico Silábico sem valor Silábico com valor Silábico Alfabético Alfabético 1º ano 19 – 13,47% 15 – 10,63% 29 – 20,56% 17 – 12,05% 61 – 43,26% 2º ano 0 5 – 3,4% 16 – 10,88% 19 – 12,92% 107 – 72,78% 3º ano 0 0 03 – 2,12% 04 – 2,83% 134 – 95,03% 4º ano 0 0 03 – 2,30% 02 – 1,53% 125 – 96,15% 5º ano 0 0 01 – 0,75% 01 – 0,75% 130 – 98,48% A educação participada emerge no sistema de interações permanentes, que se estabelecem entre os diferentes atores envolvidos nas tarefas de socialização e formação dos jovens, como uma das chaves-mestras da melhoria da qualidade de educação. A participação dos atores pode ser importante, quer para facilitar o contato com os agentes locais e mobilizar recursos, quer para reforçar o prestígio local da escola. Por isso, a ideia da educação participada assenta num paradigma de escola entendida como Comunidade Educativa. PERINASSO, 2011.p 66. 4 – Avaliações da Escola no Processo Educacional Interno em 2011, 2012 e 2013. RESULTADOS EM RELAÇÃO À ALFABERTIZAÇÃO Anos 1º ano 2º ano 3º ano 4º ano 5º ano Alfabético Não Alfabético Alfabético Não Alfabético Alfabético Não Alfabético Alfabético Não Alfabético Alfabético Não Alfabético 2011 45 55 94 06 81 19 86 14 94 06 2012 56 81 111 27 112 06 108 05 165 03 2013 47 94 115 32 136 5 125 5 132 00 RETENÇÃO e PROMOÇÃO Séries Taxa de Promoção Taxa de Retenção 2011 2012 2013 2011 2012 2013 1º ano 99,9 100 0,1 0 2º ano 99,9 100 0,1 0 3º ano 100 99,9 0 0,1 4º ano 98,8 100 1,2 0 5º ano 95,7 96,4 4,3 3,6 Total 98,86 96,3 1,14 3,7 EVASÃO e TRANSFERÊNCIA Taxa de Evasão Taxa de Transferência 2011 2012 2013 2011 2012 2013 0 0 0,31 1,8 3,56 8,5
  23. 23. Escola Estadual “Profª Dulce Carneiro” Anexos Plano Gestão 2014 Página 23 “o baixo nível de aprendizado dos alunos é um dos reflexos da qualidade de nossos professores. É consequência da baixa valorização dos profissionais de educação. Nos países que figuram no topo do ranking da educação, os melhores alunos do ensino médio são levados à carreira do magistério, são acompanhados pelo governo, são valorizados, tem salário inicial muito bom. A carreira do magistério é valorizada e, por isto, atrai os melhores. No Brasil, ocorre justamente o contrário. O professor é mal remunerado, dispõe de uma infraestrutura de trabalho muito ruim e enfrenta, em vários casos, condições muitos adversas até pra chegar na escola. Além disso, tem uma péssima formação inicial e continuada. Então, se não conseguirmos alinhar esta questão, não venceremos o desafio de melhorar o nível de aprendizado de nossos estudantes”. (NEVES, 2008 apud PERINASSO, 2011, p. 68) 5 – Avaliações da Escola no Processo Educacional Externo - Últimos 3 Anos. SARESP O SARESP é o Sistema de Avaliação de Rendimento Escolar do Estado de São Paulo, criado em 1996, que avalia, sistematicamente, o sistema de ensino paulista de modo a obter dados e/ou informações que revelem os pontos fortes e os pontos fracos do sistema e identifica, com isso, o rendimento escolar dos alunos de diferentes séries e períodos e os fatores que interferem nos seus desempenhos. O principal propósito do SARESP é obter indicadores educacionais que possam subsidiar a elaboração de propostas de intervenção técnico-pedagógica e visa corrigir possíveis distorções detectadas no sistema de ensino e melhorar a sua qualidade. A preocupação central do órgão é disponibilizar para as escolas, equipes pedagógicas e aos órgãos centrais da SEE, assim como à sociedade em geral, informações consistentes sobre a qualidade do ensino oferecido. Com isso, possibilita aos responsáveis pelas políticas educacionais, bem como aos professores, o aprimoramento da gestão do sistema educacional e a adoção de procedimentos e estratégias pedagógicas capazes de contribuir efetivamente para a melhoria do processo da construção do conhecimento dos sujeitos. O SARESP constitui, dessa forma, uma espécie de "bússola" para a reorientação do trabalho das escolas participantes, e ao envolver diretamente professores, alunos e pais em suas atividades, pretende contribuir para o fortalecimento e o aperfeiçoamento de uma cultura avaliativa não-punitiva e fomentadora de mudanças qualitativas na educação do Estado de São Paulo. O Sistema avalia as habilidades cognitivas de Leitura e Escrita desenvolvidas pelos alunos ao longo de cada série do Ensino Fundamental e do Ensino Médio. A seleção e definição dessas habilidades estão fundamentadas nas Propostas Curriculares da Coordenadoria de Estudos e Normas Pedagógicas - SEE/CENP e nos Parâmetros Curriculares Nacionais - PCNs. Assim, a avaliação do SARESP realizada pela Fundação Carlos Chagas, em dezembro de 2003, ofereceu um amplo diagnóstico do desempenho dos alunos da rede pública estadual. A prova constou de redação e de questões objetivas de Língua Portuguesa, com a finalidade de avaliar as habilidades de leitura e escrita desenvolvidas pelos alunos de cada série do Ensino Fundamental (trinta questões), tem como referências as Propostas Curriculares da Coordenadoria de Estudos e Normas Pedagógicas/CENP da Secretaria de Estado da Educação e os Parâmetros Curriculares Nacionais – PCNs – MEC. Neste contexto, seguem, abaixo, os boletins do Saresp obtidos pela Escola Estadual “Prof.ª Dulce Carneiro”, dos anos de 2011, 2012 e 2013.
  24. 24. Escola Estadual “Profª Dulce Carneiro” Anexos Plano Gestão 2014 Página 24 2011 - 3ª ANO DO ENSINO FUNDAMENTAL I
  25. 25. Escola Estadual “Profª Dulce Carneiro” Anexos Plano Gestão 2014 Página 25
  26. 26. Escola Estadual “Profª Dulce Carneiro” Anexos Plano Gestão 2014 Página 26
  27. 27. Escola Estadual “Profª Dulce Carneiro” Anexos Plano Gestão 2014 Página 27 2011 –5º ANO ENSINO FUNDAMENTAL
  28. 28. Escola Estadual “Profª Dulce Carneiro” Anexos Plano Gestão 2014 Página 28
  29. 29. Escola Estadual “Profª Dulce Carneiro” Anexos Plano Gestão 2014 Página 29
  30. 30. Escola Estadual “Profª Dulce Carneiro” Anexos Plano Gestão 2014 Página 30
  31. 31. Escola Estadual “Profª Dulce Carneiro” Anexos Plano Gestão 2014 Página 31
  32. 32. Escola Estadual “Profª Dulce Carneiro” Anexos Plano Gestão 2014 Página 32
  33. 33. Escola Estadual “Profª Dulce Carneiro” Anexos Plano Gestão 2014 Página 33
  34. 34. Escola Estadual “Profª Dulce Carneiro” Anexos Plano Gestão 2014 Página 34 2012 – 3º ANO ENSINO FUNDAMENTAL I
  35. 35. Escola Estadual “Profª Dulce Carneiro” Anexos Plano Gestão 2014 Página 35
  36. 36. Escola Estadual “Profª Dulce Carneiro” Anexos Plano Gestão 2014 Página 36
  37. 37. Escola Estadual “Profª Dulce Carneiro” Anexos Plano Gestão 2014 Página 37 2012 – 5º ANO ENSINO FUNDAMENTAL I
  38. 38. Escola Estadual “Profª Dulce Carneiro” Anexos Plano Gestão 2014 Página 38
  39. 39. Escola Estadual “Profª Dulce Carneiro” Anexos Plano Gestão 2014 Página 39
  40. 40. Escola Estadual “Profª Dulce Carneiro” Anexos Plano Gestão 2014 Página 40
  41. 41. Escola Estadual “Profª Dulce Carneiro” Anexos Plano Gestão 2014 Página 41
  42. 42. Escola Estadual “Profª Dulce Carneiro” Anexos Plano Gestão 2014 Página 42
  43. 43. Escola Estadual “Profª Dulce Carneiro” Anexos Plano Gestão 2014 Página 43
  44. 44. Escola Estadual “Profª Dulce Carneiro” Anexos Plano Gestão 2014 Página 44
  45. 45. Escola Estadual “Profª Dulce Carneiro” Anexos Plano Gestão 2014 Página 45 IDESP – Índice de Desenvolvimento da Educação Básica O Índice de Desenvolvimento da Educação do Estado de São Paulo (IDESP) é um indicador que avalia a qualidade da escola. Nesta avaliação, considera-se que uma boa escola é aquela em que a maior parte dos alunos apreende as competências e habilidades requeridas para a sua série, num período de tempo ideal - o ano letivo. Por este motivo, o IDESP é composto por dois critérios: o desempenho dos alunos nos exames de proficiência do SARESP (o quanto aprenderam) e o fluxo escolar (em quanto tempo aprenderam). O IDESP avalia a qualidade do ensino nas séries iniciais (primeiras às quartas séries), e finais, (quintas às oitavas séries), do Ensino Fundamental, e série final do Ensino Médio, em cada escola estadual paulista. A metodologia utilizada no cálculo do IDESP permite que a escola acompanhe sua evolução de ano para ano. Assim, o IDESP tem o papel de dialogar com a escola, fornecendo-lhe ao mesmo tempo um diagnóstico que aponte suas fragilidades e potencialidades e um norte que permita sua melhoria constante. As Metas Atualmente, uma das maiores demandas sociais é a melhoria da qualidade da educação. O Plano de Desenvolvimento da Educação (PDE) do Governo Federal, o Programa de Qualidade das Escolas (PQE) do Governo do Estado de São Paulo e o movimento da sociedade civil “Compromisso Todos Pela Educação” (TPE), se constituem em mobilizações que buscam atender a essa demanda essencial. O “Compromisso Todos pela Educação” estabeleceu cinco metas que visam garantir Educação Básica de qualidade para todos os Estados brasileiros em 2021, bicentenário da Independência do Brasil. O PQE está alinhado com este Compromisso, na medida em que estabeleceu metas claras e transparentes para a melhoria da qualidade do ensino para cada escola da rede estadual paulista. Para alcançar a Educação que o Brasil precisa, foram definidas 5 Metas específicas, simples, compreensíveis e focadas em resultados mensuráveis, que devem ser alcançadas até 7 de setembro de 2022: as Metas, acompanhadas de perto, servem como direcionamento para que todos os brasileiros participem e cobrem melhorias na Educação.
  46. 46. Escola Estadual “Profª Dulce Carneiro” Anexos Plano Gestão 2014 Página 46 As metas defendidas foram: 1. TODA CRIANÇA E JOVEM DE 4 A 17 ANOS NA ESCOLA A Meta 1 trata do atendimento a um direito básico: o acesso à Educação. Até o ano de 2022, 98% das crianças e jovens entre 4 e 17 anos devem estar matriculados e frequentando a escola. O objetivo é que cada estado também registre este percentual de atendimento. 2. TODA CRIANÇA PLENAMENTE ALFABETIZADA ATÉ OS 8 ANOS Até 2010, 80% ou mais, e até 2022, 100% das crianças deverão apresentar as habilidades básicas de leitura e escrita até o final da segunda série ou terceiro ano do Ensino Fundamental. Garantir o direito de alfabetização na idade correta a todas as crianças é um grande passo para o sucesso escolar. Para verificar e acompanhar esse direito é necessário analisar dois tipos de informação: se a conclusão da segunda série ou do terceiro ano ocorre na idade correta e qual foi a qualidade da alfabetização. O fluxo escolar pode ser calculado por meio da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD). No entanto, no Brasil, ainda não há um indicador nacional que permita medir o aprendizado da escrita e da leitura. 3. TODO ALUNO COM APRENDIZADO ADEQUADO À SUA SÉRIE Até 2022, 70% ou mais dos alunos terão aprendido o que é essencial para a sua série. Então, 70% dos alunos da quarta e oitavas séries ou do quinto e nono anos do Ensino Fundamental e da terceira série do Ensino Médio, no conjunto das redes pública e privada, deverão ter desempenhos superiores a respectivamente 200, 275 e 300 pontos na escala de português do SAEB, e superiores a 225, 300 e 350 pontos na escala de matemática. Dentre as cinco Metas do Todos Pela Educação destaca-se a relevância e o enorme desafio apresentado pela Meta 3 – todo aluno com aprendizado adequado à sua série. Ela é o núcleo das metas do Todos Pela Educação, pois estabelece objetivamente o que seria uma Educação de boa qualidade e os indicadores que devem ser alcançados a cada dois anos para atingir esse nível. 4. TODO JOVEM COM ENSINO MÉDIO CONCLUÍDO ATÉ OS 19 ANOS Até 2022, 95% ou mais dos jovens brasileiros de 16 anos deverão ter completado o Ensino Fundamental e 90% ou mais dos jovens brasileiros de 19 anos deverão ter completado o Ensino Médio. A Meta 4, em alguma medida, é o resultado do sucesso e do cumprimento de todas as outras Metas. Não somente as crianças e jovens devem frequentar a escola, mas devem ser
  47. 47. Escola Estadual “Profª Dulce Carneiro” Anexos Plano Gestão 2014 Página 47 alfabetizados na idade correta e aprender o que é adequado à sua série. Com isso, poderão concluir a Educação Básica na idade apropriada. Para tal, a proposta do Todos Pela Educação é que, em 2022, 95% dos jovens com 16 anos tenham o Ensino Fundamental completo e 90% dos jovens de 19 anos tenham concluído o Ensino Médio. Como tanto a qualidade do Ensino Fundamental como a idade em que ele é concluído impactam nos resultados de conclusão do Ensino Médio, a Meta 4 propõe diferentes taxas de conclusão para estas duas fases. 5. INVESTIMENTO EM EDUCAÇÃO AMPLIADO E BEM GERIDO Até 2010, mantendo até 2022, o investimento público em Educação Básica deverá ser de 5% ou mais do PIB. Atualmente, não há um indicador que possa avaliar a gestão dos recursos da Educação como um todo, mas é possível acompanhar a evolução do investimento público direto em Educação Básica do país como proporção do PIB (Produto Interno Bruto). O PQE, em 2008, propôs metas de longo prazo para a melhoria de toda a Rede Estadual de Ensino e, junto com elas, estabeleceu metas anuais específicas para cada escola, com o objetivo de garantir que todas elas atinjam a meta de longo prazo. As metas anuais servem como um guia da trajetória que as escolas devem fornecer subsídios para a tomada de decisões dos gestores e demais profissionais ligados ao sistema educacional da rede estadual paulista. Assim, a Secretaria de Educação do Estado de São Paulo espera que, a cada ano, possam ser verificadas melhorias significativas na qualidade das escolas estaduais paulistas, que se reflitam principalmente em esforços pedagógicos capazes de elevar o desempenho dos estudantes, garantindo que uma proporção cada vez maior de alunos domine um sólido conhecimento dos conteúdos e habilidades esperados para a etapa de escolarização em que se encontram. O desempenho dos alunos é medido pelos resultados dos exames de Língua Portuguesa e Matemática do SARESP, nas quartas e oitavas séries do Ensino Fundamental e na terceira série do Ensino Médio. De acordo com as notas obtidas pelos alunos, é possível agrupá-los em quatro níveis de desempenho: abaixo do básico, básico, adequado e avançado. Os níveis de desempenho são os mesmos utilizados no SARESP, e definidos a partir das expectativas de aprendizagem da Proposta Pedagógica do Estado de São Paulo.
  48. 48. Escola Estadual “Profª Dulce Carneiro” Anexos Plano Gestão 2014 Página 48 Indicador de Fluxo (IF): De maneira resumida, o fluxo escolar é medido pela taxa média de aprovação em cada etapa da escolarização - séries iniciais e séries finais do Ensino Fundamental e Ensino Médio -, coletadas pelo Censo Escolar. O Indicador de Fluxo é uma medida sintética da promoção dos alunos e varia entre zero e um: Em que: Ou seja, Ai é a taxa de aprovação na série i e n é o número de séries da etapa de escolarização considerada. Para o caso do Ensino Fundamental de oito anos, n é igual a 4 para as séries iniciais e finais do Ensino Fundamental. No entanto, com a instituição do Ensino Fundamental de nove anos, n é igual a 5 para as séries iniciais do Ensino Fundamental, enquanto continua igual a 4 para as séries finais do Ensino Fundamental e igual a 3 para o Ensino Médio. Expomos, abaixo, os índices do IDESP da Escola, nos anos de 2011, 2012 e 2013.
  49. 49. Escola Estadual “Profª Dulce Carneiro” Anexos Plano Gestão 2014 Página 49 IDESP 2011
  50. 50. Escola Estadual “Profª Dulce Carneiro” Anexos Plano Gestão 2014 Página 50
  51. 51. Escola Estadual “Profª Dulce Carneiro” Anexos Plano Gestão 2014 Página 51
  52. 52. Escola Estadual “Profª Dulce Carneiro” Anexos Plano Gestão 2014 Página 52 IDESP 2012
  53. 53. Escola Estadual “Profª Dulce Carneiro” Anexos Plano Gestão 2014 Página 53
  54. 54. Escola Estadual “Profª Dulce Carneiro” Anexos Plano Gestão 2014 Página 54
  55. 55. Escola Estadual “Profª Dulce Carneiro” Anexos Plano Gestão 2014 Página 55 IDESP 2013
  56. 56. Escola Estadual “Profª Dulce Carneiro” Anexos Plano Gestão 2014 Página 56
  57. 57. Escola Estadual “Profª Dulce Carneiro” Anexos Plano Gestão 2014 Página 57
  58. 58. Escola Estadual “Profª Dulce Carneiro” Anexos Plano Gestão 2014 Página 58 IDEB – Índice de Desenvolvimento da Educação Básica O Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) foi criado pelo Inep, em 2007, e representa a iniciativa pioneira de reunir em um só indicador dois conceitos igualmente importantes para a qualidade da educação: fluxo escolar e médias de desempenho nas avaliações. Ele agrega ao enfoque pedagógico dos resultados das avaliações em larga escala do Inep a possibilidade de resultados sintéticos, facilmente assimiláveis, e que permitem traçar metas de qualidade educacional para os sistemas. O indicador é calculado a partir dos dados sobre aprovação escolar, obtidos no Censo Escolar, e médias de desempenho nas avaliações do Inep, o Saeb – para as unidades da federação e para o país, e a Prova Brasil – para os municípios. Para que serve o Ideb Com o Ideb, ampliam-se as possibilidades de mobilização da sociedade em favor da educação, uma vez que o índice é comparável nacionalmente e expressa em valores os resultados mais importantes da educação: aprendizagem e fluxo. A combinação de ambos tem também o mérito de equilibrar as duas dimensões: se um sistema de ensino retiver seus alunos para obter resultados de melhor qualidade no Saeb ou Prova Brasil, o fator fluxo será alterado, indicando a necessidade de melhoria do sistema. Se, ao contrário, o sistema apressar a aprovação do aluno sem qualidade, o resultado das avaliações indicará igualmente a necessidade de melhoria do sistema. O Ideb vai de zero a dez. O Ideb também é importante por ser condutor de política pública em prol da qualidade da educação. É a ferramenta para acompanhamento das metas de qualidade do PDE para a educação básica. O Plano de Desenvolvimento da Educação estabelece, como meta, que em 2022 o Ideb do Brasil seja 6,0 – média que corresponde a um sistema educacional de qualidade comparável a dos países desenvolvidos. O que são as metas O Ideb é mais que um indicador estatístico. Ele nasceu como condutor de política pública pela melhoria da qualidade da educação, tanto no âmbito nacional, como nos estados, municípios e escolas. Sua composição possibilita não apenas o diagnóstico atualizado da situação educacional em todas essas esferas, mas também a projeção de metas individuais intermediárias rumo ao incremento da qualidade do ensino. As metas são exatamente isso: o caminho traçado de evolução individual dos índices, para que o Brasil atinja o patamar educacional que têm hoje a média dos países da OCDE. Em termos
  59. 59. Escola Estadual “Profª Dulce Carneiro” Anexos Plano Gestão 2014 Página 59 numéricos, isso significa evoluir da média nacional 3,8, registrada em 2005, para um Ideb igual a 6,0, na primeira fase do ensino fundamental. Foi o Inep quem estabeleceu parâmetros técnicos de comparação entre a qualidade dos sistemas de ensino do Brasil com os de países da OCDE. Ou seja, a referência à OCDE é parâmetro técnico em busca da qualidade, e não um critério externo às políticas públicas educacionais desenvolvidas pelo MEC, no âmbito da realidade brasileira. Metas são diferenciadas para cada rede e escola. As metas são diferenciadas para todos, e são apresentadas bienalmente de 2007 a 2021. Estados, municípios e escolas deverão melhorar seus índices e contribuir, em conjunto, para que o Brasil chegue à meta 6,0 em 2022, ano do bicentenário da Independência. Mesmo quem já tem um bom índice deve continuar a evoluir. No caso das redes e escolas com maior dificuldade, as metas preveem um esforço mais concentrado, para que elas melhorem mais rapidamente, diminuindo assim a desigualdade entre esferas. O Ministério da Educação prevê apoio específico para reduzir essa desigualdade. Como o Ideb é calculado O Ideb é calculado a partir de dois componentes: taxa de rendimento escolar (aprovação) e médias de desempenho nos exames padronizados aplicados pelo Inep. Os índices de aprovação são obtidos a partir do Censo Escolar, realizado anualmente pelo Inep. As médias de desempenho utilizadas são as da Prova Brasil (para Idebs de escolas e municípios) e do Saeb (no caso dos Idebs dos estados e nacional). A forma geral do Ideb é dada por: IDEBji = Nji Pji; em que, i = ano do exame (Saeb e Prova Brasil) e do Censo Escolar; N ji = média da proficiência em Língua Portuguesa e Matemática, padronizada para um indicador entre 0 e 10, dos alunos da unidade j, obtida em determinada edição do exame realizado ao final da etapa de ensino; P ji = indicador de rendimento baseado na taxa de aprovação da etapa de ensino dos alunos da unidade j;
  60. 60. Escola Estadual “Profª Dulce Carneiro” Anexos Plano Gestão 2014 Página 60 IDEB e METAS http://ideb.inep.gov.br/resultado/resultado/resultado.seam?cid=740692
  61. 61. Escola Estadual “Profª Dulce Carneiro” Anexos Plano Gestão 2014 Página 61 06 – AGRUPAMENTO DE ALUNOS Período Matutino Período Vespertino
  62. 62. Escola Estadual “Profª Dulce Carneiro” Anexos Plano Gestão 2014 Página 62 7 – Matriz Curricular
  63. 63. Escola Estadual “Profª Dulce Carneiro” Anexos Plano Gestão 2014 Página 63 08 – CALENDÁRIO ESCOLAR
  64. 64. Escola Estadual “Profª Dulce Carneiro” Anexos Plano Gestão 2014 Página 64 09 – HORÁRIO DE TRABALHO ADMINISTRATIVO
  65. 65. Escola Estadual “Profª Dulce Carneiro” Anexos Plano Gestão 2014 Página 65 10 – Escala de Férias
  66. 66. Escola Estadual “Profª Dulce Carneiro” Anexos Plano Gestão 2014 Página 66 11 - Escala de Substituição de Diretor de Escola
  67. 67. Escola Estadual “Profª Dulce Carneiro” Anexos Plano Gestão 2014 Página 67 13 – QUADRO ESCOLAR
  68. 68. Escola Estadual “Profª Dulce Carneiro” Anexos Plano Gestão 2014 Página 68
  69. 69. Escola Estadual “Profª Dulce Carneiro” Anexos Plano Gestão 2014 Página 69 14 – Quadro Demonstrativo do Pessoal Administrativo 1 Ana Maria Quintiliano Gomes 11.051.722-2 9.079.336/02 1 634.577.338-72 A 001/II SQC.III.QAE Agente de Organização Escolar Completa 2 Claudio Perinasso 13.421.556-4 7.874.170/02 1 057.593.038-13 A 003/I SQC.II.QM.SE PEB II-Designado Vice Diretor de Escola Básica 3 Cristiane Regina de Oliveira Ferreira 19.819.689-1 13.363.347/02 1 112.074.738-47 F 001/IV SQF.I.QM.SE PEB I-Designado Professor Coordenador - 4 Cristiane Silva Mota da Cruz 20.190.128-6 7.540.139/03 1 135.788.688-84 A 001/II SQC.III.QAE Secretário de Escola Completa 5 Ivone Cachapeiro Gomes dos Santos 10.660.468 8.320.287/01 1 641.334.788-00 A 001/II SQC.III.QAE Agente de Serviços Escolares Completa 6 LuizHenrique Leão 4.544.940-5 14.573.520/01 1 224.132.198-20 A 001/II SQC.III.QAE Agente de Organização Escolar Completa 7 Maria Aparecida Barion 16.865.528-7 5.383.092/02 1 047.954.208-23 A 001/II SQC.III.QAE Agente de Organização Escolar Completa 8 Maria Cecília MilioniFerraiolde Almeida5.808.826-X 10.580.992/02 1 664.670.208-04 A 001/III SQC.II.QM.SE Diretor de Escola Completa 9 Roberto Batista da Silva 11.881.587-8 8.905.721/03 1 012.445.698-79 A 001/II SQC.III.QAE Agente de Organização Escolar Completa 10 Selma Bernardina de Araújo 19.229.278-X 14.109.931/02 1 130.163.048-99 A 001/I SQC.III.QAE Agente de Organização Escolar Completa 11 Silvia Bonanome de Souza 20.795.696-0 9.032.526/01 1 113.017.218-08 F 001/II SQF.II.QAE Agente de Organização Escolar Completa 12 Susete Mathias de Souza 20.445.321 15.457.874/01 1 118.234.868-86 A 001/I SQC.III.QAE Agente de Organização Escolar Completa Cargo/Função Jornada (Titular) CADASTROQUADROAPOIOESCOLAR N.º Professor R.G. RS/PV DI CPF Categoria Faixa/ Nível Subquadro
  70. 70. Escola Estadual “Profª Dulce Carneiro” Anexos Plano Gestão 2014 Página 70 15 – Quadro Demonstrativo do Pessoal Docente CADASTRO QUADRO DO MAGISTÉRIO N.º Professor R.G. CPF Categoria Cargo/Função Jornada (Titular) 1 Ana Lúcia Valente Musso Perez Espósito 17.695.850-2 114.142.208-55 A Professor Educação Básica I Básica 2 Ana Stella Nery de Oliveira das Virgens 16.880.439-6 117.795.248-38 F Professor Educação Básica I - 3 Andressa Pereira da Paixão 29.684.387-8 250.439.828-02 O Professor Educação Básica I - 4 Antonia Elenir Nogueira Comin 21.976.322-7 112.049.338-20 A Professor Educação Básica I Básica 5 Carlos Rey Perez 17.353.243-3 157.800.578-77 A Professor Educação Básica II Inicial 6 Creusa Aparecida dos Santos 19.608.416-7 149.095.568-26 F Professor Educação Básica I - 7 Dalva Gianello Arita 6.477.898 135.555.118-82 F Professor Educação Básica II - 8 Elba Cristina Carvalho 22.665.835-1 170.905.188-41 F Professor Educação Básica I - 9 Eliana Nona Chan 17.947.189 140.584.468-03 A Professor Educação Básica I Básica 10 Érika Ferreira de Lima 44.701.590-4 322.848.998-11 A Professor Educação Básica I Básica 11 Gislene Ayres Santana Nascimento 19.544.526-0 114.535.238-39 O Professor Educação Básica I - 12 Gislene de Jesus Souza 24.253.767-4 157.434.638-59 F Professor Educação Básica I - 13 Gizella Edith Schmidt 3.505.376 088.076.248-93 A Professor Educação Básica I Básica
  71. 71. Escola Estadual “Profª Dulce Carneiro” Anexos Plano Gestão 2014 Página 71 CADASTRO QUADRO DO MAGISTÉRIO 14 Heloisa Aparecida Batarra Lima 15.170.968-3 040.741.118-61 A Professor Educação Básica I Básica 15 Jane Aparecida Balardin 8.324.429-3 876.457.938-72 F Professor Educação Básica II - 16 Joseane Valéria da Silva 26.251.787 178.265.548-45 O Professor Educação Básica I - 17 Julia Maria Rodrigues Martins 25.328.867-8 254.694.708-73 A Professor Educação Básica I Básica 18 Maíra Santana de Souza 28.421.718-9 223.380.028-14 A Professor Educação Básica I Básica 19 Márcia Antonelli Garacisi 12.309.145-7 033.619.548-6 A Professor Educação Básica I Básica 20 Márcia Cristina da Silva 16.171.331-2 022.191.198-74 A Professor Educação Básica I Básica 21 Márcia Regina Albuquerque Mendes Pereira dos Santos 15.486.235 358.952.923-72 O Professor Educação Básica II - 22 Márcia Regina da Silva Rinaldi 12.186.060-7 042.962.428-06 A Professor Educação Básica I Básica 23 Maria Aparecida dos Santos Azevedo 24.665.759-5 162.652.204-97 F Professor Educação Básica I - 24 Maria Cândida Fonseca de Castro 5.310.785-8 169.868.838-54 F Professor Educação Básica I - 25 Maria Dalva Teixeira Mesquita 7.584.361 166.166.198-00 O Professor Educação Básica I - 26 Maria de Lourdes Rosa Kosar 6.024.517-7 671.311.668-04 F Professor Educação Básica I - 27 Marilena Monteiro dos Reis Souza Gonçalves 6.572.936-5 019.237.998-43 A Professor Educação Básica I Inicial 28 Marlene Rocha Moura 29.637.900-1 147.677.158-81 O Professor Educação Básica I - 29 Marly de Jesus Chimenes Gil 12.717.678 036.234.888-01 O Professor Educação Básica I - 30 Mirian Regina Simões Costa 8.146.355-8 118.604.708-90 F Professor Educação Básica I -
  72. 72. Escola Estadual “Profª Dulce Carneiro” Anexos Plano Gestão 2014 Página 72 CADASTRO QUADRO DO MAGISTÉRIO 31 Mônica Silvia dos Santos 25.620.387-8 270.691.328-24 A Professor Educação Básica II Reduzida 32 Olívia Terribas 20.190.688 176.121.708-92 A Professor Educação Básica II Reduzida 33 Paula Dias da Cunha Ferreira 40.812.716-8 227.274.888-07 O Professor Educação Básica I - 34 Regiane Taveira Pereira 24.180.485-1 134.778.858-13 A Professor Educação Básica I Básica 35 Reines de Oliveira Hammel 4.543.938-2 102.970.778-21 A Professor Educação Básica I Básica 36 Renata Ribeiro da Rocha 29.042.490-2 287.140.158-62 O Professor Educação Básica I - 37 Ricardo José Valente de Morais 3.965.375-4 285.909.968-91 F Professor Educação Básica II - 38 Sandra Ilda de Caires 19.752.737-1 142.454.588-95 A Professor Educação Básica I Básica 39 Sandra Maria Soares Pinto 14.869.703-3 077.019.708-60 O Professor Educação Básica I - 40 Sidnéia das Graças Pereira Silva 26.687.228-1 285.186.078-09 A Professor Educação Básica I Básica 41 Sonemia Regina Lettieri de Melo 18.140.560-X 104.840.498-60 A Professor Educação Básica I Básica 42 Sueli Aparecida de Lima 18.378.239-2 107.783.688-07 A Professor Educação Básica I Básica 43 Vera Lúcia Graziano 12.990.380 011.157.948-17 A Professor Educação Básica I Básica
  73. 73. Escola Estadual “Profª Dulce Carneiro” Anexos Plano Gestão 2014 Página 73 II – HTPC – a) Relação dos Docentes com os Horários de ATPCs RELAÇÃO DOS PROFESSORES E HORÁRIOS DE ATPC N.º PROFESSOR HORÁRIO 1 Ana Lúcia Valente Musso Perez Espósito 4ª Feira - das 11h30 às 13h20 2 Ana Stella Nery de Oliveira das Virgens 4ª Feira - das 11h30 às 13h20 3 Andressa Pereira da Paixão 4ª Feira - das 11h30 às 13h20 4 Antonia Elenir Nogueira Comin 4ª Feira - das 11h30 às 13h20 5 Carlos Rey Perez 4ª Feira - das 11h30 às 13h20 6 Creusa Aparecida dos Santos 4ª Feira - das 11h30 às 13h20 7 Dalva Gianello Arita 4ª Feira - das 11h30 às 13h20 8 Elba Cristina Carvalho 4ª Feira - das 11h30 às 13h20 9 Eliana Nona Chan 4ª Feira - das 11h30 às 13h20 10 Érika Ferreira de Lima 4ª Feira - das 11h30 às 13h20 11 Gislene Ayres Santana Nascimento 4ª Feira - das 11h30 às 13h20 12 Gislene de Jesus Souza 4ª Feira - das 11h30 às 13h20 13 Gizella Edith Schmidt 4ª Feira - das 11h30 às 13h20 14 Heloisa Aparecida Batarra Lima 4ª Feira - das 11h30 às 13h20 15 Jane Aparecida Balardin 4ª Feira - das 11h30 às 13h20
  74. 74. Escola Estadual “Profª Dulce Carneiro” Anexos Plano Gestão 2014 Página 74 RELAÇÃO DOS PROFESSORES E HORÁRIOS DE ATPC N.º PROFESSOR HORÁRIO 16 Joseane Valéria da Silva 4ª Feira - das 11h30 às 13h20 17 Julia Maria Rodrigues Martins 4ª Feira - das 11h30 às 13h20 18 Maíra Santana de Souza 4ª Feira - das 11h30 às 13h20 19 Márcia Antonelli Garacisi 4ª Feira - das 11h30 às 13h20 20 Márcia Cristina da Silva 4ª Feira - das 11h30 às 13h20 21 Márcia Regina Albuquerque Mendes Pereira dos Santos 4ª Feira - das 11h30 às 13h20 22 Márcia Regina da Silva Rinaldi 4ª Feira - das 11h30 às 13h20 23 Maria Aparecida dos Santos Azevedo 4ª Feira - das 11h30 às 13h20 24 Maria Cândida Fonseca de Castro 4ª Feira - das 11h30 às 13h20 25 Maria Dalva Teixeira Mesquita 4ª Feira - das 11h30 às 13h20 26 Maria de Lourdes Rosa Kosar 4ª Feira - das 11h30 às 13h20 27 Marilena Monteiro dos Reis Souza Gonçalves 4ª Feira - das 11h30 às 13h20 28 Marlene Rocha Moura 4ª Feira - das 11h30 às 13h20 29 Marly de Jesus Chimenes Gil 4ª Feira - das 11h30 às 13h20 30 Mirian Regina Simões Costa 4ª Feira - das 11h30 às 13h20
  75. 75. Escola Estadual “Profª Dulce Carneiro” Anexos Plano Gestão 2014 Página 75 RELAÇÃO DOS PROFESSORES E HORÁRIOS DE ATPC N.º PROFESSOR HORÁRIO 31 Mônica Silvia dos Santos 4ª Feira - das 11h30 às 13h20 32 Olívia Terribas 4ª Feira - das 11h30 às 13h20 33 Paula Dias da Cunha Ferreira 4ª Feira - das 11h30 às 13h20 34 Regiane Taveira Pereira 4ª Feira - das 11h30 às 13h20 35 Reines de Oliveira Hammel 4ª Feira - das 11h30 às 13h20 36 Renata Ribeiro da Rocha 4ª Feira - das 11h30 às 13h20 37 Ricardo José Valente de Morais 4ª Feira - das 11h30 às 13h20 38 Sandra Ilda de Caires 4ª Feira - das 11h30 às 13h20 39 Sandra Maria Soares Pinto 4ª Feira - das 11h30 às 13h20 40 Sidnéia das Graças Pereira Silva 4ª Feira - das 11h30 às 13h20 41 Sonemia Regina Lettieri de Melo 4ª Feira - das 11h30 às 13h20 42 Sueli Aparecida de Lima 4ª Feira - das 11h30 às 13h20 43 Vera Lúcia Graziano 4ª Feira - das 11h30 às 13h20
  76. 76. Escola Estadual “Profª Dulce Carneiro” Anexos Plano Gestão 2014 Página 76 b) TEMÁRIO “A educação é essencial para a qualificação produtiva e para a prosperidade de qualquer país, avançado ou em desenvolvimento. Constitui, também, o principal fator de inserção dos cidadãos nos mercados de trabalho e desenvolvimento no plano individual. É um elemento chave do perfil distributivo nacional, quando se considera a repartição social da renda. Constitui-se, também, como uma das políticas para a Primeira Infância que tanto a sociedade civil quanto o Estado devem assumir e ofertar Educação Básica de qualidade, que é um dos caminhos para construir, cotidianamente, um mundo melhor”. (PERINASSO, 2011, p. 14) Nestes termos, a Escola Estadual “Prof.ª Dulce Carneiro”, ao levar em conta as orientações da Diretoria de Ensino, seguir a Proposta Curricular da Secretaria da Educação de São Paulo, em conformidade com a Comunidade Escolar, desenvolveram o temário: CROGRAMA TEMÁRIO 1º BIMESTRE Planejamento: Análise dos resultados das avaliações internas e externas; Elaboração das rotinas semanais por séries e componente curricular; Elaboração e análise de avaliações diagnósticas – sondagens; Elaboração dos Planos de Ensino de acordo com os PCNs e Projeto Ler e Escrever; Elaboração dos Projetos; Espaço para troca de experiências e execução de pautas sugeridas nas capacitações do PCP; Elaboração de atividades diversificadas de Matemática- utilizando material concreto, situações problema e geometria; 2º BIMESTRE Elaboração das rotinas semanais por séries e componente curricular; Análise dos resultados do Conselho de Classe e Série; Replanejamento do bimestre; Organização dos Grupos de Apoio; Espaço para troca de experiências e execução de pautas sugeridas nas capacitações do PCP; Atividades que dinamizam a prática em sala de aula; Análise e acompanhamento dos projetos; Textos: temas transversais,avaliação, comportamento; Acompanhamento do desenvolvimento das ações programadas; Matemática: Estudos com o material EMAI Elaboração do Projeto Recuperação Contínua – Apoio Escolar - montagem das turmas; 3º BIMESTRE Elaboração das rotinas semanais por séries e componente curricular; Análise dos dados referentes ao 1º. Semestre; Propostas de soluções para eventuais defasagens; Planejamento para o semestre; Elaboração do Projeto Reforço - montagem das turmas do 2º semestre ; Acompanhamento dos grupos de Apoio; Espaço para troca de experiências e execução de pautas sugeridas nas capacitações do PCP; Leitura e análise de textos: teorias de aprendizagem, avaliação, comportamento, inclusão; Análise e acompanhamento dos projetos; Acompanhamento do desenvolvimento das atividades que estão sendo realizadas na sala de aula – portfólio; Elaboração de atividades diversificadas de Matemática- utilizando material EMAI; 4º BIMESTRE Elaboração das rotinas semanais por séries e componente curricular; Análise dos dados do Conselho de Classe e Série; Replanejamento do bimestre; Espaço para troca de experiências e execução de pautas sugeridas nas capacitações do PCP; Acompanhamento do desenvolvimento das atividades que estão sendo realizadas na sala de aula – portfólio; Elaboração de atividades diversificadas de Matemática- utilizando material concreto, situações problema e geometria; Elaboração de fichas individuais de desempenho dos alunos; Levantamento de dados p/formação das classes do próximo ano; Elaboração de relatório síntese do resultado da programação pedagógica para a avaliação do Conselho de Escola.
  77. 77. Escola Estadual “Profª Dulce Carneiro” Anexos Plano Gestão 2014 Página 77 c) PROFESSOR COORDENADOR “O trabalho do professor-coordenador é fundamentalmente um trabalho de formação continuada em serviço. Ao subsidiar e organizar a reflexão dos professores sobre as dificuldades que encontram para desenvolver seu trabalho de consciência dos professores sobre suas ações e o conhecimento sobre o contexto escolar em que atuam. Ao estimular o processo de tomada de decisão visando à proposição de alternativas para superar esses problemas e ao promover a constante retomada da atividade reflexiva, para readequar e aperfeiçoar as medidas implementadas, o professor- coordenador está propiciando condições para o desenvolvimento profissional dos participantes, tornando-os autores de suas próprias práticas” (GARRIDO, 2000, p.9). d) Horário de Trabalho 2ª, 3ª, 5ª e 6ª feira – das 8h00 às 12h00 e das 13h00 às 17h00. 4ª feira – das 8h30 às 13h30 e das 14h30 às 17h30 Objetivos do Professor Coordenador: Trabalhar em equipe e participar ativamente do processo educativo da escola. Cumprir com as atribuições determinadas, que dispõe sobre a função do professor coordenador. Observar e diagnosticar problemas que incidam sobre o nível de aprendizado dos alunos, a fim de se buscar, com o coletivo da escola, alternativas que tenham por objetivo melhorar o desempenho dos alunos. Garantir ao corpo docente nos ATPCs, espaço e recursos que permitam momentos de aprendizagem e reflexão, quanto a sua prática pedagógica que vise melhorar a qualidade do nível de ensino oferecido na Unidade Escolar. Propiciar situações que permitam a adequação da Proposta Pedagógica da U.E em relação a proposta da SEE. Desenvolver ações junto com a equipe escolar para melhorar o desempenho dos alunos no SARESP, visando alcançar o IDESP estipulado para U.E. Ações a serem desenvolvidas: Atendimento aos pais: O atendimento aos pais será feito de preferência dentro dos horários previamente estabelecidos, no caso em que os familiares apresentem urgência, serão atendidos respeitando as necessidades de cada um.
  78. 78. Escola Estadual “Profª Dulce Carneiro” Anexos Plano Gestão 2014 Página 78 A participação da família no processo de aprendizagem tem sido considerada pela coordenação e equipe de professores como um dos pontos fundamentais para alcançar o sucesso do aluno. Neste sentido os pais são solicitados a comparecerem à escola, não só nas reuniões de Pais e Mestres, mas também, quando o aluno apresenta dificuldade de aprendizagem, frequência irregular, problemas de saúde ou comportamentais. A equipe escolar tem se empenhado em desenvolver um trabalho integrado entre família e escola, procurando ajustar às necessidades dos pais as possibilidades da escola. Acompanhamento aos alunos: O trabalho será feito de forma a estimular o aluno a superar possíveis problemas, elevando sua autoestima e valorizando suas produções. O acompanhamento do desempenho dos alunos será através das análises das sondagens, avaliações bimestrais, mensais e portfólio dos alunos. Buscaremos alternativas junto ao grupo de professores da escola, para melhorar o desempenho dos alunos em todas as disciplinas. Acompanhamentos dos projetos: Acompanhar o desenvolvimento dos projetos valorizando o trabalho dos professores e alunos, contribuindo com material, avaliando seus resultados e propondo novos encaminhamentos, quando necessário. Registro das atividades através de atas de registro e fotografias. Programação e viabilização de atividades extraclasse que irão enriquecer os projetos. ATPC: Capacitação do professor: Nas ATPCs, o trabalho estará voltado para formação contínua dos professores levando a reflexão sobre a prática desenvolvida em sala de aula, e assimilação de atividades diferenciadas e inovadoras. Durante reuniões será incentivada a prática do ensino através de projetos.
  79. 79. Escola Estadual “Profª Dulce Carneiro” Anexos Plano Gestão 2014 Página 79 Serão feitos estudos onde os professores, mediante pesquisa em revistas, diferentes textos, parâmetros curriculares e o material do Ler e Escrever desenvolverão ações de planejamento, a favor do sucesso do aluno. Serão utilizados fontes e recursos (dados do SARESP, PROVA BRASIL e outros), para analisar e encontrar soluções para melhorar o desempenho dos alunos em todas as disciplinas. Para viabilizar o trabalho de formação dos docentes, o curso de Formação do Professor Coordenador será um dos caminhos, todo material de estudo que ajude e contemple na formação dos educadores será utilizado. Avaliação dos projetos e ações: Estaremos discutindo os projetos e planos de ensino e replanejamento sempre que necessário. Será feito acompanhamento das rotinas elaboradas pelos professores, comparando com os planejamentos, diários de bordo e diários de classe. Também serão feitas observações em sala de aula, buscando auxiliar o professor no desenvolvimento do trabalho planejado. Promoveremos uma avaliação adequada ao processo de ensino-aprendizagem de forma a traçar objetivos claros e bem definidos a serem atingidos, mantendo um equilíbrio entre conteúdo programático e as metodologias e técnicas pedagógicas. Após os resultados das avaliações bimestrais analisaremos o índice de aprendizagem dos alunos, propondo novas atividades para sanar as possíveis dificuldades. Durante os conselhos de classe e série, discutiremos não só os resultados do desempenho do aluno, mas principalmente o trabalho que o professor desenvolveu com cada um deles. Neste momento a equipe escolar discute o resultado obtido com a recuperação contínua e paralela, avalia também o seu trabalho e propões novas ações.
  80. 80. Escola Estadual “Profª Dulce Carneiro” Anexos Plano Gestão 2014 Página 80 Professores Representantes do Período: Marcia Regina Rinaldi Marcia Cristina da Silva 18, 19 e 20 - QUADRO DE REPRESENTANTES PERÍODO MATUTINO PROFESSORES COORDENADORES DE SALA ALUNOS REPRESENTANTES DE SALA 1A Márcia Regina da Silva Rinaldi Gabriel Nascimento da Silva Sophia Alves Amorim 1B Márcia Cristina da Silva Anna Clara Costa Santana Theo Molina Teixeira 2A Regiane Taveira Pereira Gabriel Gomes Soares Letícia Vitor Rodrigues 2B Maíra Santana de Souza Kaio Mesquita Lima Letícia Cordeiro Macedo 3A Maria de Lurdes Rosa Kosar Barbara Rodrigues Soares Vitor da Silva Santana 3B Maria Cândida Fonseca de Castro Gabriel Faria Barboza Barbara Mendes de Souza 4A Antonia Elenir Nogueira Comim Igor Ferreira Zanotti Vinicius Bastos da Silva 4B Gislene Ayres Santana Camila Marques Ajala Arthur Alves da Costa 5A Maria Aparecida Azevedo Pamela Pereira Lias Gustavo Ramos da Silva 5B Elba Cristina Carvalho Lucas da Costa Silva Allice Telles Souza
  81. 81. Escola Estadual “Profª Dulce Carneiro” Anexos Plano Gestão 2014 Página 81 18, 19 e 20 - QUADRO DE REPRESENTANTES PERÍODO VESPERTINO PROFESSORES COORDENADORES DE SALA ALUNOS REPRESENTANTES DE SALA 1C Renata Ribeiro da Rocha Diogo Cavalcante Silva Luany Rodrigues Ribeiro 1D Heloisa Batarra Lima Yuri Cabral dos Anjos Ana Luisa Silva 2C Paula Dias Ferreira Sophia Costa e Lima Murylo Silva Amaral 2D Creusa Aparecida dos Santos João Vitor Pereira Luiza Melo Silva 3C Gislene de Jesus Souza Gustavo Dias Ferreira Fernanda Vitória Vacco 3D Mirian Simões Cosata Breno Sodré Bertunes Alice Moura Lima 4C Ana Lúcia Espósito Julia Amorim de Almeida Arthur Ribeiro Leal 4D Érika Ferreira de Lima Thaiza Alves Rodrigues Andrey Oliveira Santos 5C Reines de Oliveira Hammel Pedro Henrique Diniz Anna Clara Augusto 5D Marcia Antonelli Flávio Silva dos Santos Sabrina de Sousa Pereira Professores Representantes do Período: Ana Lúcia Spósito Reines Hammel
  82. 82. Escola Estadual “Profª Dulce Carneiro” Anexos Plano Gestão 2014 Página 82 21 – Conselho de Escola ATA DA ASSEMBLEIA GERAL EXTRAORDINÁRIA DA ASSOCIAÇÃO DE PAIS E MESTRES DA ESCOLA ESTADUAL “PROFª DULCE CARNEIRO” CNPJ. 47.247.630/0001-29 Aos vinte e dois dias do mês de fevereiro de dois mil e quatorze, em 2ª chamada, às 10h30 min., atendendo ao Edital de Convocação de 12 de fevereiro de 2014, devidamente afixado na sede social da entidade e enviado aos associados, conforme disposição estatutária nesta capital na Travessa Grande Madrugada, 53 Capital – SP reuniram-se mestres, funcionários, pais, alunos e associados da APM da E. E. Profª Dulce Carneiro, inscrita no Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica – CNPJ nº 47.247.630/0001-29, descritos e assinados na lista de presença, em anexo, nos termos do estatuto em vigor, para deliberarem quanto a Eleição e Posse dos Membros do Conselho Deliberativo e Fiscal e da Diretoria Executiva. Assumiu a direção dos trabalhos, o Diretor da Escola o(a) Sr.(a) Profª Maria Cecília Milioni Ferraiol de Almeida, conforme disposição estatutária e o secretário. Após constatar o quorum estabelecido no estatuto social vigente, o(a) Sr.(a) Presidente, declarou regularmente instalada a assembleia geral. Apresentou à Assembleia Geral o relatório de contas do exercício anterior. Após a leitura dos referidos documentos, todos com o parecer favorável do Conselho Fiscal, e prestado os esclarecimentos necessários, procedeu-se à votação, estando aprovados por unanimidade, permanecendo arquivados na sede da APM, a disposição dos interessados. Passando ao segundo ponto da ordem do dia, o(a) Sr.(a) Presidente informou que, tendo em vista a proximidade do término do mandato dos atuais administradores, torna-se necessária a realização de eleições gerais, passando a apresentar os componentes da única chapa inscrita. Em ato contínuo, em se tratando de chapa única, foi proposto e aprovado que o processo eleitoral se desse por aclamação, restando, desta forma aclamada, sem qualquer contestação, a nova Diretoria Executiva, com a seguinte constituição. Em ato contínuo, o(a) Sr.(a) Presidente declara o término do atual mandato e apresenta a Assembleia Geral, os novos candidatos. Depois de decorrido o pleito eletivo, foi apresentado pelo Sr. (a)Presidente o resultado, ficando assim composto o órgão executivo, deliberativo e fiscal da APM. I – DIRETORIA EXECUTIVA Diretor Executivo Nome: Isabel da Rocha Batina Nacionalidade: brasileira Estado Civil: separada Profissão: do lar RG: 14.009.730-2 CPF: 051.103.398-21 End.: Rua Frei João do Rosário, 165 – Vila Marari -São Paulo–SP CEP: 04401-090 Vice-Diretor Executivo Nome:José Nunes Santos Nacionalidade:Brasileira Estado Civil:Casado Profissão:Aux. Serviços Gerais RG:33697364-0 CPF:267254658-46 End.: Rua Horário Alves da Costa, 206 – São Paulo - Fone 25338072/989043085 Secretário Nome:Cláudio Perinasso Nacionalidade:Brasileira Estado Civil:Solteiro Profissão:Professor RG:13421556-4 CPF: 057593038-13 End.:Rua Franklin Magalhães, 720 – São Paulo.
  83. 83. Escola Estadual “Profª Dulce Carneiro” Anexos Plano Gestão 2014 Página 83 Diretor Financeiro Nome: Elba Cristina Carvalho Nacionalidade: brasileira Estado Civil: solteira Profissão: Professora RG: 22.665.835-1 CPF:170.905.188-41 End.: R. Emilio de Souza Docca, 803–Vl. Sta. Catarina–São Paulo-SP CEP:04379-020 Vice-Diretor Financeiro Nome:Denise Gonçalves dos Santos Nacionalidade: Brasileira Estado Civil: Casada Profissão:Recepcionista RG: 297881371 CPF: 281112358-01 End.:Rua Rolando Curti, 610 – São Paulo. Fone 56248040 / 967684422 Diretor Cultural Nome:Sandra Ilda de Caires Nacionalidade: Brasileira Estado Civil: solteira Profissão:Professora RG:19752737-1 CPF:142454588-95 End.:Rua Itaquara, 180/13 – Cidade Vargas – São Paulo Diretor de Esportes Nome: Jane Aparecida Balardin Nacionalidade: Brasileira Estado Civil:Solteira Profissão: Professora RG: 8324429-3 CPF: 876457938-72 End.:Rua Enxovia, 49 – Chácara Santo Antonio – São Paulo Diretor Social Nome: Creusa Aparecida dos Santos Nacionalidade: Brasileira Estado Civil: Solteira Profissão: Professora RG: 19608416 CPF:149095568-26 End.:Rua Ipaobi, 63 – casa 1 – Jabaquara – São Paulo Diretor de Patrimônio Nome: Roberto Batista da Silva Nacionalidade: Brasileira Estado Civil: Casado Profissão: Agente de Organização Escolar RG: 11881587-8 CPF: 012445698-79 End.: Rua Prof. Leitão da Cunha, 770 – Pq. Regina – Santo Amaro - São Paulo II – CONSELHO DELIBERATIVO Presidente Nome: Maria Cecília Milioni Ferraiol de Almeida Nacionalidade: Brasileira Estado Civil: Viúva Profissão: Diretor de Escola RG: 5808826 CPF:664670208-04 End.: Rua Vieira de Moraes, 601/116 – Campo Belo – São Paulo Conselheiros
  84. 84. Escola Estadual “Profª Dulce Carneiro” Anexos Plano Gestão 2014 Página 84 Nome: Maria Madalena Silviano Nacionalidade: Brasileira Estado Civil: Casada Profissão: Auxiliar Limpeza RG: 54080254-2 CPF: 797603256-91 End.: Rua Mar Desconhecido, 64, Cidade Ademar – São Paulo – Fone 56238589 / 967039155 Nome: Fernanda Rodrigues Nacionalidade: Brasileira Estado Civil: Casada Profissão: Professora RG: 32662108-8 CPF:277653278-44 End.: Rua Emil Albrany, 83 – Cidade Ademar – São Paulo – Fone 56211616 Nome: Sirlene Luiz Gonçalves Nacionalidade: Brasileira Estado Civil: Casada Profissão: Comerciante RG: 309832810 CPF: 26601411850 End.:Rua Arquiteto Felipe Joaquim Junior, 139 – Cidade Ademar – São Paulo – Fone 56235308 / 965462843 Nome: Cristiam Queiroz Gomes Nacionalidade: Brasileira Estado Civil: Casado Profissão: Diarista RG: 15128226-57 CPF: 350235618-10 End.: Rua Elineu Braga de Magalhães, 14 – Cidade Ademar – São Paulo. Fone 55627643 Nome: Fernando Pereira dos Santos Nacionalidade: Brasileira Estado Civil: Casad0 Profissão: Colorista RG: 25768020-2 CPF: 247900598-47 End.: Rua Angelo de Devitis, 317 – Cidade Ademar – São Paulo. Fone 965559740 Nome:Silvana Rodrigues Neves Nacionalidade: Brasileira Estado Civil: Casada Profissão: Aux. Enfermagem RG: 34954703-8 CPF:157434838-84 End.: Rua Santa Matilde, 224 – São Paulo – Fone 55621061 / 56224288 Nome:Meiriane Oliveira de Souza Nacionalidade: Brasileira Estado Civil: Separada Profissão:Autônoma RG: 24976283-3 CPF: 198641768-97 End.: Rua Artur Lobo, 207 – Jd. Jabaquara - São Paulo. Fone 20811762 / 33841762 Nome: Daiana Satiles Pinto Nacionalidade: Brasileira Estado Civil: Casada Profissão: Recepcionista RG: 30409635-0 CPF:325.131.488-27 End.: Rua Hildebrando Frank, 193 – Cidade Ademar – São Paulo – Fone 56261708 / 966235620 Nome: Geraldo Junior da Silva Nacionalidade: Brasileira Estado Civil: Casado Profissão: Confeiteiro RG: 27366557-1 CPF: 279282288-07 End.: Rua Carlos Facchine, 1156 – Americanópolis – São Paulo Nome:José Stelio Rodrigues da Silva Nacionalidade: Brasileira Estado Civil: Casado Profissão: Segurança RG: 36167958-0 CPF:871197064-20 End.: Rua Durval Pinto Ferreira, 466 – Jd. Umuarama – São Paulo III – CONSELHO FISCAL
  85. 85. Escola Estadual “Profª Dulce Carneiro” Anexos Plano Gestão 2014 Página 85 Nome: Susete Mathias de Souza Nacionalidade: Brasileira Estado Civil: Solteira Profissão: Agente de Organização Escolar RG: 20445321 CPF: 118234868-86 End.: Rua Laís Dantas de Matos, 137 – São Paulo. Nome: Maria José Alves dos Santos Nacionalidade: Brasileira Estado Civil: Casada Profissão: do lar RG: 36758045-7 CPF: 905104454-20 End.: Ernesto Correio Paulistano, 266 – V. Imprensa – São Paulo. Nome: Mônica Silvia dos Santos Nacionalidade: Brasileira Estado Civil: Solteira Profissão: Professora RG: 25620387-8 CPF: 270691328-24 End.: Rua Engenheiro João Lang, 50, Bloco 16 apto 12 – Jd. Martini – São Paulo: Concluídos os trabalhos, o(a) Sr.(a) Presidente, informou que o mandato dos eleitos terá seu inicio em do mês de março de 2014 e término no mês de março de 2016, declarando-os, assim, empossados para todos os fins de direito, conforme termo de posse em anexo. Finalmente o(a) Sr.(a) Presidente passou a palavra para quem quisesse se manifestar, e na ausência de manifesto, como nada mais havia para ser tratado, agradeceu a presença de todos e deu por encerrada a Assembleia Geral, determinando a mim, Cláudio Perinasso, que servi como secretário, que lavrasse a presente ata e a levasse a registro junto aos Órgãos Públicos competentes para surtir os efeitos jurídicos necessários. Em sinal de sua aprovação, esta ata vai assinada por mim, secretário, pelo Sr.(a) Presidente, Diretor Executivo e Diretor Financeiro eleitos, como sinal de aprovação. São Paulo, 22 de fevereiro de 2014. ___________________________________________________ Maria Cecília Milioni Ferraiol de Almeida Diretor de Escola CPF 664.670.208-04 RG 5.808.826 _______________________________ _ _____________________________ Isabel da Rocha Batina Elba Cristina Carvalho CPF 051.103.398-21 CPF 170.905.188-41 RG 14.009.730-2 RG 22.665.835-1 _______________________________________________ Cláudio Perinasso Secretário da A. P. M. CPF 057.593.038-13 RG 13.421.556-4
  86. 86. Escola Estadual “Profª Dulce Carneiro” Anexos Plano Gestão 2014 Página 86 b) Cópia da Ata de Eleição
  87. 87. Escola Estadual “Profª Dulce Carneiro” Anexos Plano Gestão 2014 Página 87
  88. 88. Escola Estadual “Profª Dulce Carneiro” Anexos Plano Gestão 2014 Página 88
  89. 89. Escola Estadual “Profª Dulce Carneiro” Anexos Plano Gestão 2014 Página 89
  90. 90. Escola Estadual “Profª Dulce Carneiro” Anexos Plano Gestão 2014 Página 90
  91. 91. Escola Estadual “Profª Dulce Carneiro” Anexos Plano Gestão 2014 Página 91
  92. 92. Escola Estadual “Profª Dulce Carneiro” Anexos Plano Gestão 2014 Página 92
  93. 93. Escola Estadual “Profª Dulce Carneiro” Anexos Plano Gestão 2014 Página 93
  94. 94. Escola Estadual “Profª Dulce Carneiro” Anexos Plano Gestão 2014 Página 94
  95. 95. Escola Estadual “Profª Dulce Carneiro” Anexos Plano Gestão 2014 Página 95
  96. 96. Escola Estadual “Profª Dulce Carneiro” Anexos Plano Gestão 2014 Página 96
  97. 97. Escola Estadual “Profª Dulce Carneiro” Anexos Plano Gestão 2014 Página 97
  98. 98. Escola Estadual “Profª Dulce Carneiro” Anexos Plano Gestão 2014 Página 98
  99. 99. Escola Estadual “Profª Dulce Carneiro” Anexos Plano Gestão 2014 Página 99
  100. 100. Escola Estadual “Profª Dulce Carneiro” Anexos Plano Gestão 2014 Página 100 c) Plano de Aplicação dos Recursos Financeiros Os recursos financeiros dos quais a escola dispõe na realidade são da Associação de Pais e Mestres que é uma instituição jurídica, pode movimentar valores e ter conta bancária. Por esta razão todas as verbas governamentais são repassadas para a APM, com exceção da verba do PEME. A APM, instituição de caráter obrigatório, tem por finalidade, de acordo com seu Estatuto, colaborar no aprimoramento do processo educacional, na assistência ao escolar e na integração escola-comunidade. Os objetivos específicos são dinamizar a atuação da APM, buscando uma participação mais efetiva da comunidade na solução dos problemas da escola; propiciar condições de manutenção das dependências físicas do estabelecimento através do convenio com a FDE; realizar atividades para integração da comunidade na escola como: festa junina, comemorações do dia das mães e dia dos pais. Os recursos financeiros da APM são: oriundos das contribuições voluntárias no ato da matrícula e da renda da festa junina; convênio APM/FDE (verba estadual) e PDDE (programa dinheiro direto na escola – verba MEC). A aplicação dos recursos prioritários é:  Conservação dos banheiros masculinos e femininos;  Aquisição de mais brinquedos para o parquinho da escola;  Complementação do espaço pedagógico da lateral da escola, aquisição de mais mesas e bancos;  Compra de materiais pedagógicos;  Manutenção dos computadores, mimeógrafos e aparelhos de som e DVD;  Compra de mais dois ventiladores para o pátio coberto;  Pintura e reparos no prédio escolar;  Melhoria dos espaços coletivos;  Manutenção das calhas pluviais;  Compra de softwares e DVDs pedagógicos;  Manutenção do prédio escolar;  Outros reparos e aquisições que forem necessários no decorrer do ano letivo.
  101. 101. Escola Estadual “Profª Dulce Carneiro” Anexos Plano Gestão 2014 Página 101 24 - Projetos da Secretaria de Estado da Educação RECUPERAÇÃO CONTÍNUA - APOIO ESCOLAR De acordo com a Res. SE 02/2012, estão propostos dois momentos distintos para os estudos de recuperação, caracterizados como Recuperação Contínua e Recuperação Intensiva. Considerando-se a necessidade de atendimento à diversidade, a primeira deve acontecer de forma articulada à implementação do currículo, com retomada dos conteúdos ainda não assimilados, podendo o professor titular contar com o professor auxiliar para atender, mais diretamente, àqueles alunos com dificuldades, tanto no Ensino Fundamental como no Ensino Médio. O professor titular, conhecedor de sua turma, deve elaborar seu plano de aulas, a partir dos diversos materiais disponíveis para o desenvolvimento do currículo, levando em conta as dificuldades e os avanços constatados em relação ao aproveitamento dos alunos. Com base no “diagnóstico das necessidades, expectativas e prioridades”, aqueles que contam com a figura do professor auxiliar devem estabelecer o diálogo e planejar atividades em conjunto, para que de forma diferenciada sejam abordados os temas que precisem de reforço. De acordo com a Res. SE 02/2012, os estudos de Recuperação Contínua devem ser promovidos, no decorrer de até três aulas semanais de apoio docente, em horário regular, com até três professores por classe, das três disciplinas apontadas em função de fragilidades verificadas em avaliações. Assim, os estudos de recuperação são compreendidos como direito do aluno e elemento constitutivo da aprendizagem. Constituem um processo dinâmico que propicia a superação da ideia da recuperação como excepcionalidade e responsabilidade apenas de determinado professor. Toda a equipe escolar deve responsabilizar-se por criar condições para que o aluno em dificuldade melhore seu desempenho. É indiscutível a relevância da construção coletiva da proposta político pedagógica da escola, bem como do apoio das equipes escolares e da comunidade ao seu desenvolvimento, para que os estudos de recuperação sejam planejados e desenvolvidos com êxito. (Orientações CGEB – 2012) Classes que participam do Projeto: MANHÃ 2º ano A 2º ano B 3º ano A 3º ano B 4º ano A 4º ano B 5º ano A 5º ano B TARDE 2º ano C 2º ano D 3º ano C 3º ano D 4º ano C 4º ano D 5º ano C 5º ano D
  102. 102. Escola Estadual “Profª Dulce Carneiro” Anexos Plano Gestão 2014 Página 102 Objetivo: Atender alunos com dificuldades de aprendizagem RECUPERAÇÃO INTENSIVA Legalidade Art. 3º I - Recuperação Contínua: Professor Auxiliar atua em classe regular do Ensino Fundamental e do Ensino Médio; II – Recuperação Intensiva: somente para o Ensino Fundamental; constituição de classes com desenvolvimento de atividades diferenciadas e específicas. Art. 4º - Professor Auxiliar apoia o professor responsável pela Classe/Disciplina no desenvolvimento de atividades de ensino/aprendizagem, em especial as de recuperação contínua. § 1º - atuação simultânea às atividades desenvolvidas no horário regular de aula, o atendimento pode ser individualizado ou em grupo, deve-se oferecer condições para que o aluno aprenda nas situações de ensino asseguradas à classe. § 2º - poderá atuar somente em classes com mais de 25 alunos (E.F. I), mais de 30 alunos (E.F. II), mais de 40 alunos (E.M.). § 3º - no Ciclo I poderá atuar, em cada classe, com até 10 aulas semanais, enquanto se fizer necessário. Art. 5º - Ciclo II e Ensino Médio: as classe podem contar com até 3 Professores Auxiliares. Deve-se observar a compatibilidade pertinência entre a natureza da disciplina/área de formação acadêmica do docente. A atuação é no decorrer do ano letivo. § 1º - atividades de apoio escolar poderão ser desenvolvidas em até três aulas semanais por classe, no horário regular de aulas, de acordo com diagnóstico de necessidades levantado pelos professores e equipe gestora; § 2º - as aulas semanais serão distribuídas em até 3 disciplinas, podendo haver alternância periódica das mesmas; Art. 6º - sobre processo de atribuição seguindo a seguinte ordem de prioridade: I. docente titular adido (sem descaracterizar a condição), ou a título de carga suplementar; II. Categoria “F”, para compor ou complementar carga horária;
  103. 103. Escola Estadual “Profª Dulce Carneiro” Anexos Plano Gestão 2014 Página 103 III. Categoria “O” § 1º - somente haverá atribuição para Professor Auxiliar na comprovada inexistência de Classe/Aulas que possam ser atribuídas no processo regular de atribuição; § 2º - o Professor Auxiliar exercerá suas atribuições em até 30 aulas semanais, fazendo jus a HTPC. Art. 7º - Recuperação Intensiva estrutura-se em 4 etapas: I - Etapa I – organizada como classe do 4º ano, constituída por alunos que, após 3 anos de estudos continuem demandando mais oportunidades de aprendizagem; II - Etapa II – organizada como classe do 5º ano, na seguinte conformidade: a) alunos egressos do 4º ano que continuem demandando mais oportunidades de aprendizagem para superar dificuldades relativas a expectativas definidas para os anos anteriores e necessitando de alternativas instrucionais específicas para o ano a ser cursado; b) alunos que apresentem, ao término do 5º ano, resultados insatisfatórios que impliquem a necessidade de frequentar mais 1(um) ano letivo, podendo, de acordo com o diagnóstico de suas dificuldades, integrar uma classe de recuperação intensiva ou uma classe regular de 5º ano; III - Etapa III – organizada como classe do 7º ano, constituída por alunos que, egressos do 6º ano, continuem demandando mais oportunidades de aprendizagem; IV - Etapa IV - organizada como classe do 9º ano, na seguinte conformidade: a) alunos egressos do 8º ano que continuem demandando mais oportunidades de aprendizagem b) alunos que apresentem, ao término do 9º ano, resultados insatisfatórios que impliquem a necessidade de frequentar mais 1(um) ano letivo, podendo, de acordo com o diagnóstico de suas dificuldades, integrar uma classe de recuperação intensiva ou uma classe regular de 9º ano. § 1º - Os alunos a que se refere a alínea “b” do inciso IV serão aqueles que se encontrarem retidos em mais de 3 disciplinas; § 2º - As classes de recuperação intensiva de que tratam os incisos deste artigo deverão ser constituídas de, em média, 20 alunos.

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