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FACULDADE MARIO SCHENBERG
FABÍOLA MONTEIRO MOREIRA
RELATÓRIO DE ESTÁGIO DA COMPLEMENTAÇÃO PEDAGÓGIA
EM SOCIOLOGIA
CARIACICA
2014
FABÍOLA MONTEIRO MOREIRA
RELATÓRIO DE ESTÁGIO DA COMPLEMENTAÇÃO PEDAGÓGICA
EM SOCIOLOGIA
Relatório de Estágio Supervisionado
apresentado à Faculdade Mario Schenberg,
para obtenção da habilitação para
Licenciatura Plena em Sociologia.
Professora Orientadora Elis Fabíula Leite
Dolsan.
.
CARIACICA
2014
SUMÁRIO
APRESENTAÇÃO................................................. 04
1 - ANÁLISE DA ESCOLA..................................05
1.1 - IDENTIFICAÇÃO...........................................
1.2 - HISTÓRIA......................................................
1.3 - PROPOSTA PEDAGÓGICA..........................
1.4 - PERFIL DOS DISCENTES............................
1.5 - PERFIL DOS DOCENTES.............................
1.6 - RELAÇÃO COM A FAMÍLIA-COMUNIDADE..
1.7 - EQUIPE DE TRABALHO...............................
1.8 - NÍVEIS DE ENSINO OFERECIDOS..............
1.9 - ESPAÇO FÍSICO...........................................
1.10 - PROJETOS PEDAGÓGICOS.......................
2 - RELATO DAS AULAS OBSERVADAS..............
3 - RELATO DAS AULAS MINISTRADAS..............
4 - PROJETODEINTERVENÇÃO......................
CONCLUSÃO........................................................
ANEXOS................................................................
APRESENTAÇÃO
A busca de conhecimento e de aprimoramento é inerente ao ser humano, que
deseja sempre evoluir tanto profissionalmente quanto moralmente.
Apesar de ser formada e habilitada no Direito sinto uma grande vontade de transmitir
e trocar experiências com jovens e adultos.
Com toda a bagagem de vida e conhecimento que carrego, inclusive pelos diversos
dilemas diários vividos na advocacia, a Sociologia passou a ser um estudo
importante,pois abrange todos os acontecimentos sociais, em especial, explica e dá
embasamento àqueles que tive oportunidade de ver e sentir de perto, devido a
profissão, como por exemplo, litígios ocorridos em famílias, entre vizinhos, em
relação a pessoas que cometem furtos ou até roubos, e tantos outros problemas da
nossa sociedade.
A Sociologia me faz pensar numa dimensão maior, como se eu tivesse uma luneta e
olhasse todos os pontos divergentes entre si, como pontos de luz no céu, e, devido a
distância posso, hipoteticamente, ordená-los e simplificá-los sem os tornar tão
pessoais e sim vê-los como problemas sociais, políticos e culturais.
Estou muito empenhada em fazer a diferença aos jovens que estão alienados em
muitas situações, como o consumo e a desumanização. Nós, como educadores,
somos perfeitamente capazes de modificar, um pouco que seja, a forma de ver dos
nossos educandos, não subestimando o quão longe podem chegar suas
capacidades, inclusive a de pensar.
Carrego comigo um jeito especial de abordar assuntos sérios em uma forma
coloquial, linguisticamente adaptada para chegar no objetivo comprometido da
melhor maneira. Minha meta é ser sempre conseguir que a minha disciplina seja
compreendida, independentemente da classe social que esteja encarregada para
desempenhar meu novo papel na sociedade - a de educadora.
Agradeço ao IESES pela oportunidade de ter me acolhido e me proporcionado
novos paradigmas na vida em geral, assim como agradeço a escola, a qual fiz
estágio, que me recebeu com muito carinho e que me fez acreditar, ainda mais, que
estou no rumo certo para alcançar a minha realização profissional e pessoal, pois
agora acredito que esta é e sempre será a minha vocação.
1. ANÁLISE DA ESCOLA
1.1 IDENTIFICAÇÃO
Nome: E.E.E.F.M. “ELZA LEMOS ANDREATTA”
Endereço: Rua Amadeu Muniz Correa, S/N. Ilha da Caieiras – Vitória – ES
Legalização: Ato de Criação da Escola: Portaria E – Nº 3134 de 13/05/1996
Turno de Funcionamento: Matutino, Vespertino e Noturno
Horários: 07:00 às 12:00 h, 13:00 às 18:00 h, 18:10 às 22:20 h.
Níveis de Ensino - Educação Básica:
Ensino Médio Regular: Ato de Aprovação da Escola: Resolução CEE Nº 87/99 de
13/05/1996
Ensino Médio Educação Jovens e Adultos: Circular SEDU, Nº 27 de 25/07/2011
Ensino Fundamental e Alteração de EEEM para EEEFM: n.º de criação 078 – R, DE
30/07/2012.
Diretora: Leonara Coutinho Marcolano – Portaria nº 927-5, DE 02/07/2012
1.2 HISTÓRIA
A Escola Estadual de Ensino Fundamental e Médio “Elza Lemos Andreatta” – obteve
seu Ato de Criação em 17/05/1995 sob o número de Portaria E, 2.134, aprovado
pela Resolução CEE 87/99 de 11 de junho de 1999, publicado no Diário Oficial.
Inicia-se com os cursos de Segundo Grau Não profissionalizante e o Técnico em
Biblioteca.
A sua origem é marcada e caracterizada historicamente pela luta das comunidades
integradas da Grande São Pedro, de forma salutar, pois foi a partir da organização
dessas comunidades que nasce a instituição “Elza Lemos Andreatta”. Dentro do
contexto da luta popular, as comunidades da Grande São Pedro começaram
perceber a necessidade de uma escola que atendesse a grande maioria dos alunos
que concluía o 1º Grau, na época, portanto a construção de uma escola de 2º grau
fazia-se imperiosa.
Todos os jovens, pré-adolescentes e adolescentes que terminavam a 8ª série do 1º
grau, eram forçados a estudar numa escola distante, propenso ao pagamento de
passagens, o qual a muitos não tinham condições para tal. E, àqueles sem
condições financeiras e também sem perspectivas de continuar os estudos, eram
forçados a iniciarem vida laboriosa mais cedo. Porém, no próprio trabalho era
exigida uma formação em nível de 2º grau (a partir de 1996, Ensino Médio), como
escolaridade. Sob tal exigência, estes se submetiam a estudar em escolas distantes,
ainda pior, no período noturno, após uma cansativa jornada de trabalho, fato que
geralmente provocava desânimo e obrigatoriamente o abandono às aulas no
decorrer do ano.
É importante destacar, que as comunidades que compõem a Grande São Pedro, já
traziam em sua existência a marca da luta pelos seus direitos em sua trajetória
histórica. E, uniram-se mais uma vez, em busca da fundação e construção de uma
escola de 2º grau (hoje Ensino Médio), que atendesse os filhos das famílias que
formavam as comunidades da Grande São Pedro.
Entre os moradores foram “escolhidas” algumas pessoas, constituindo-se uma
grande comissão que representasse os interesses das comunidades. E, inúmeras
foram as idas e vindas aos órgãos públicos, responsáveis pelo gerenciamento e
oferta da educação. Portanto, são muitas as histórias que transversalizam a
finalmente realização do sonho de se ter uma escola de 2º grau, hoje Escola
Estadual de Ensino Fundamental e Médio “Elza Lemos Andreatta”.
Após a comunidade conseguir a autorização para encontrarem um espaço físico
para a implantação da escola, buscou-se um nome que representasse a
comunidade. Sugeriu-se dentre vários nomes o da mãe de uma das líderes
comunitárias - Graça Andreatta, professora que tanto se empenhou em prol de uma
educação de qualidade.
Inicialmente, o espaço físico escolhido, fora alugado pela Prefeitura Municipal de
Vitória - PMV, que firmando um contrato de concordata com as comunidades e
cedeu o espaço para funcionamento da escola. O prédio localizado na Ladeira
Bezerra de Menezes, na Ilha das Caieiras, tornou-se pequeno diante do aumento da
demanda oriunda das escolas municipais da Região de São Pedro.
Atenta a situação e ao problema, as comunidades da região, mais uma vez não
cruzaram os braços, e foram em busca de uma solução para a questão do espaço
físico que atendesse a demanda – uma quantidade de alunos que deveriam
ingressar no Ensino Médio, mas permaneciam fora da escola, quando não eram
encontradas vagas em outras comunidades.
A estrutura física da escola do período de 1995 a 1999, era minúscula e funcionava
num prédio com contrato de comodato com o Centro Espírita Nossa Senhora da
Conceição, na Ladeira Bezerra de Menezes, apenas ministrando-se aulas em dois
turnos: matutino e noturno.
Em 1999, conforme “sugerido” pela comunidade, o Governo Estadual e Secretaria
de Educação, deliberaram sobre a compra de um terreno com aproximadamente
7.300 m², também na Ilha das Caieiras, na rua Amadeu Muniz Correia.
No ano de 2000, a escola passou a funcionar no espaço alternativo, que havia sido
utilizado por uma escola Municipal. Esse espaço foi comprado pelo Governador do
Estado do Espírito Santo, na época o Dr. José Inácio, através da Secretaria Estadual
de Educação, para instalação exclusiva e definitiva da escola.
A EEEFM “Elza Lemos Andreatta” a partir do início do ano letivo de 2011 começou a
funcionar nas instalações permanentes do novo prédio, contando com diversos
espaços escolares. A construção é resultado do trabalho de perseverança da
comunidade escolar, que buscaram e persistiram na discussão e debate em prol da
necessidade da oferta de uma educação de qualidade e uma escola com espaço
físico adequado e pedagogicamente estruturada, ilustrada nas palavras de Paulo
Freire:
O homem não participará ativamente da história da sociedade, da
transformação da realidade e mais ainda da sua própria capacidade de
transformá-la. É preciso que se faça, pois, desta tomada de consciência, o
objetivo primeiro de toda educação: provocar e criar condições para que se
desenvolva uma atitude de reflexão crítica, comprometida com ação.” (1979,
p. 94)
1.3 PROPOSTA PEDAGÓGICA
1.3.1 MISSÃO
Não há ensino sem pesquisa e pesquisa sem ensino. E cabe ao professor continuar
pesquisando para que seu ensino seja propício ao debate e a novos
questionamentos. A pesquisa se faz importante também, pois nela se cria o estímulo
e o respeito à capacidade criadora do educando. Daí a apresentação de postulados
do livro “Pedagogia da autonomia” (FREIRE) e a concepção de sequências didáticas
como princípios pedagogicos para o trabalho educativo da equipe pedagógica da
EEEFM Elza Lemos Andreatta:
 A humanização do professor como norteador do processo sócio-educativo,
construindo uma consciência crítica com relação à manipulação política que
fazem com todas as camadas sociais, mas sobretudo com as de baixa renda.
Agindo em favor de uma sociedade mais justa e igualitária, de uma formação
crítica e consciente dos estudantes que, além de educar, estará formando
para um futuro melhor, é que esta obra se faz imprescindível.
 A reflexão crítica sobre a prática educativa, sem a qual a teoria pode se tornar
apenas discurso e a prática uma reprodução alienada, sem questionamentos.
Defende ainda que a teoria deve ser adequada à prática cotidiana do
professor, que passa a ser um modelo influenciador de seus educandos,
ressaltando que na verdadeira formação docente devem estar presentes a
prática da criticidade ao lado da valorização das emoções.
 O ensinar a pensar certo, sendo a prática educativa em si um testemunho
rigoroso de decência e pureza. Para Freire, faz parte do pensar certo a
"disponibilidade ao risco, a aceitação do novo e a utilização de um critério
para a recusa do velho", estando presente a rejeição a qualquer tipo de
discriminação.
 O testar a experiência de assumir-se como um ser histórico e social, que
pensa, que critica, que opina, que tem sonhos, se comunica e que dá
sugestões. Acredita que a educação é uma forma de transformação da
realidade, que não é neutra e nem indiferente mas que tanto pode destruir a
ideologia dominante como mantê-la.
 O respeito aos saberes do educando. A construção de um conhecimento em
parceria com o educando depende da relevância que o educador dá ao
contexto social.
 A construção do conhecimento pelos educandos como parte de um processo
em que professor e aluno não se reduzam à condição de objeto um do outro,
porque “ensinar não é transferir conhecimento, mas criar as possibilidades
para a sua própria produção ou a sua construção”.
Com essa abordagem, é importante destacar que a presente proposta pedagógica
está indissociavelmente relacionada aos pressupostos teóricos do Currículo Básico
Comum da Escola Estadual do Espírito Santo. Acredita-se que os “princípios
representam a base e o fundamento que subsidiam a política educacional de
escolarização de crianças, jovens e adultos capixabas” (CBC, 2009, p.22), e, com
este pensamento assume-se o compromisso de colocar o educando como referência
e foco de todo o processo educativo, implicando o trabalho por competências e
habilidades, incluindo na metodologia de trabalho a “sequência didática”.
Competências e habilidades:
O documento CBC (2009, p. 28) pontua que “as orientações contidas nos principais
documentos de referência do Ministério da Educação (MEC), como é o caso do PCN
e do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), contemplam uma organização por
competências e habilidades”.
As competências são entendidas como a “capacidade de agir em situações previstas
e não previstas, com rapidez e eficiência, articulando conhecimentos tácitos e
científicos a experiências de vida e laborais vivenciadas ao longo das histórias de
vida” (KUENZER, 2004, apud CBC, 2009, p. 28).
As habilidades são entendidas como desdobramentos das competências, como
parte que as constituem. Comumente, expressam a forma de o aluno conhecer,
fazer, aprender e manifestar o que aprendeu.
As sequências didáticas:
A sequência considera a importância das intenções educacionais na definição dos
conteúdos de aprendizagem e o papel das atividades que são propostas. Alguns
critérios para análise das sequencias reportam que os conteúdos de aprendizagem
agem explicitando as intenções educativas, podendo abranger as dimensões:
conceituais procedimentais e atitudinais.
O que propõe alguns questionamentos relevantes para o professor ao planejar suas
ações:
 na sequência há atividades que nos permitam determinar os conhecimentos
prévios?;
 nas atividades planejadas, os conteúdos são propostos de forma significativa
e funcional?;
 as atividades estão adequadas ao nível de desenvolvimento de cada aluno?;
 as atividades apresentam um desafio alcançável?;
 as atividades provocam um conflito cognitivo e promovem atividades
motivadoras em relação à aprendizagem dos novos conteúdos?;
A EEEFM “Elza Lemos Andreatta” desenvolve grupos de estudos, com a perspectiva
de melhorar a prática pedagógica da escola. Ainda para concretização do processo
consistente da qualidade de ensino, a escola pretende desenvolver planejamentos
integrados, de acordo com as possibilidades de tempo e espaço pedagógico,
iniciadas através do plano de formação continuada quinzenal, para aprofundar a
reflexão sobre a prática pedagógica e a organização de ações que contribuam para
desenvolver o senso crítico, de respeito aos valores sociais, éticos e morais, a
igualdade, a solidariedade e o respeito por si mesmo, que hoje é uma preocupação
da equipe gestora.
 ações Desenvolvidas pelos Pedagogos;
 acompanhamento das turmas / alunos;
 avaliação diagnóstica;
 acompanhamento do conselho de classe;
 palestra de incentivo aos estudos;
 atendimento a alunos com dificuldades de aprendizagem, com a sua inclusão
no processo educativo;
 parceria com Promotoria Pública e Conselho Tutelar;
 recuperação paralela;
 acompanhamento e encaminhamento de casos especiais: indisciplinas,
desvios comportamentais, problemas de aprendizagem;
 acompanhamento do rendimento dos alunos, nos casos de baixo rendimento,
procurar os pais ou responsáveis;
 solicitar a participação da família sempre que necessário;
 ficha de acompanhamento do rendimento do aluno;
 atendimento a pequenos grupos;
 incentivo na participação de Projetos, gincanas, concursos, avaliações
externas e internas;
 prevenção e acompanhamento da evasão escolar;
 leitura do informativo dos alunos, enfatizando os direitos e deveres, a
consciência da liberdade, responsabilidade e respeito;
 identificar as dificuldades dos alunos e buscar soluções conjuntas para os
mesmos;
 acompanhar a frequência escolar dos alunos; para assim reduzir o índice de
evasão em parceria com a coordenadora de pais.
 prestar atendimento individual e ou grupal com vista à orientação vocacional;
O desafio de transformar a escola num espaço onde se vivencia a plenitude da
democracia implica a construção de uma política pública que contemple a
participação efetiva dos diversos atores sociais do universo escolar – diretores,
professores, alunos, pais e comunidade – na formulação e na implementação da
gestão democrática. Esse processo deve acontecer de maneira harmoniosa. Mas
não pode pretender que a união em torno da democracia dentro dos colégios
elimine conflitos ou divergências. Eles são parte intrínseca dessa construção e
devem ser enfrentados.
Somente com estruturas gestoras fortalecidas, poderão consolidar princípios,
métodos, práticas e relações de gestão tanto eficientes quanto democráticas.
Isso possibilitará uma nova relação de poder dentro dos estabelecimentos de
ensino que será essencial para a construção de um projeto escolar
comprometido com a qualidade, no qual questões como repetência contará com
a participação de todos os atores envolvidos, esses, com base nas possibilidades
disponíveis em sua realidade, buscarão soluções conjuntas para os problemas.
A presença e o trabalho da direção da escola alicerçam-se na ideia de que no
campo pedagógico, como em todos os setores das inter-relações humanas,
necessita-se de um trabalho sistematizado onde a hierarquia aí presente na sua
significância maior traduz-se num estágio de organização para assim haver uma
somatória de ideias que corroborarão com a proposta pedagógica ou projeto de
trabalho ali reverendado.
A direção ainda contribui para que no espaço pedagógico construa-se caminhos
que levem a um conhecimento significativo onde a ideia predominante seja o
aluno como sujeito de seu aprendizado, subsidiado por uma ação pedagógica
eficaz e responsável.
A participação do estudante na escola deve ser estimulada ao máximo, para
tanto, é fundamental incentivar o aluno a participar de todo o processo educativo,
buscando o auto-conhecimento e da interlocução com outros partícipes da
escola, até mesmo sobre os projetos pedagógicos e sobre a utilização racional
dos recursos. Assim, a noção de democracia estará nascendo dentro de cada
estudante a partir de seu próprio cotidiano dentro do ambiente escolar.
1.3.2 OBJETIVOS:
De acordo com os artigos do Regimento Comum das Escolas da Rede Estadual
de Ensino do Estado do Espírito Santo que preceituam:
Art. 6º A educação na rede pública estadual é inspirada nos princípios de
liberdade e nos ideais
de solidariedade humana e tem por finalidade o pleno desenvolvimento do
educando no preparo
para o exercício da cidadania e na qualificação para o trabalho.
Art. 7º A unidade de ensino tem por objetivo implementar e acompanhar a
execução da Proposta
Pedagógica, elaborada com todos os segmentos da comunidade escolar, em
observância aos
princípios democráticos e submetida à aprovação da Supervisão Pedagógica
da Superintendência Regional de Educação.
Art. 8º O ensino nas unidades da rede pública estadual é ministrado com
base nos seguintes princípios:
I - igualdade de condições para acesso e permanência na unidade de ensino;
II - liberdade de aprender, ensinar, pesquisar e divulgar a cultura, o
pensamento, a arte e o saber;
III - pluralismo de ideias de concepções pedagógicas;
V - respeito à liberdade e apreço à tolerância;
V - gestão democrática e participativa;
VI - valorização do profissional da educação;
VII - garantia do padrão de qualidade;
VIII - valorização da experiência extraescolar;
IX - vinculação entre a educação escolar, o trabalho e as práticas sociais;
X - reconhecimento e respeito às culturas da comunidade local;
XI - reconhecimento e valorização das múltiplas inteligências.
Objetivos do Ensino Fundamental:
Conforme o artigo 11 do Regimento Comum das Escolas da Rede Estadual de
Ensino do Estado do Espírito Santo que preceitua:
 O ensino fundamental, obrigatório e gratuito, com duração de 9 (nove) anos,
tem por objetivos:
 o desenvolvimento da cognição tendo como meio básico o pleno domínio da
leitura, da escrita e do raciocínio lógico;
 a compreensão do ambiente natural e sociocultural, dos espaços e das
relações socioeconômicas e políticas, da tecnologia e seus usos, das artes,
do esporte, do lazer e dos princípios em que se fundamenta a sociedade;
 o fortalecimento do vínculo com a família e da humanização das relações em
que se assenta a vida social;
 a valorização da cultura local e/ou regional e as múltiplas relações com o
contexto nacional e/ ou global;
 o respeito à diversidade étnica, cultural e socioeconômica sem preconceito de
origem, raça, cor, sexo, credo, idade e quaisquer outras formas de
discriminação.
Objetivos do Ensino Médio:
O ensino médio, conforme o artigo 12 do Regimento Comum das Escolas da Rede
Estadual de Ensino do Estado do Espírito Santo:
Art. 12 O ensino médio, etapa final da Educação Básica, obrigatório e
gratuito, com duração mínima de 3 (três) anos, tem por objetivos:
I - a consolidação e o aprofundamento dos conhecimentos adquiridos no
ensino fundamental, possibilitando o prosseguimento dos estudos;
II - a formação que possibilite ao educando, no final do curso, compreender o
mundo em que vive, em sua complexidade, para que possa nele atuar com
vistas à sua transformação;
III - o aprimoramento do educando como cidadão consciente, incluindo a
formação ética, o desenvolvimento da autonomia intelectual e do pensamento
crítico;
IV - a compreensão do conhecimento historicamente construído, nas
dimensões filosófica, artística, científica e tecnológica e a interdependência
nas diferentes disciplinas.
Objetivos da disciplina de Sociologia:
Possibilitar o desenvolvimento de “uma atitude sociológica” que permita ao aluno
compreender-se como “um ser social”, compreender “fenômenos sociais de seu
cotidiano contexto dos arranjos sociais, culturais, políticos e econômicos vigentes”,
local e globalmente, e ainda “adquirir uma consciência crítica” ou o que chamamos
de “um pensamento alargado e plural” que lhe oriente a agir como um “agente de
transformação” na luta por uma sociedade menos desigual, pela melhoria das
condições socioambientais, pelo direito à igualdade econômica e à diferença
cultural, pelo trabalho digno e criativo e por uma vida afirmativa e humanizada, em
sociedades globalizadas, midiatizadas, paradoxais e complexa.
Objetivos da Educação de Jovens e Adultos (EJA):
Conforme o artigo 14 do Regimento Comum das Escolas da Rede Estadual de
Ensino do Estado do Espírito Santo que preceitua:
Art. 14 A oferta da modalidade Educação de Jovens e Adultos – EJA –, nas
etapas fundamental e médio, tem por objetivos:
I - assegurar o direito à escolarização àquele que não teve acesso ou
continuidade de estudo na idade própria;
II - garantir a igualdade de condição para o acesso e a permanência na
unidade de ensino;
III - ofertar educação igualitária e de qualidade, numa perspectiva processual
e formativa;
IV - assegurar oportunidade educacional apropriada, considerando as
características do educando, seu interesse, condição de vida e de trabalho;
V - respeitar o ritmo próprio de cada educando no processo ensino-
aprendizagem.
Objetivos da Educação Especial:
Conforme o artigo 25 do Regimento Comum das Escolas da Rede Estadual de
Ensino do Estado do Espírito Santo que preceitua:
Art. 25 A oferta da educação especial é realizada nas salas de recursos de
maneira articulada com o ensino regular, perpassando todos os níveis, etapas
e modalidades, assegurando estratégias que promovam a acessibilidade ao
espaço físico e ao processo de ensino-aprendizagem.
§ 1.º Entende-se por salas de recursos os ambientes dotados de
equipamentos, mobiliários e materiais didáticos e pedagógicos, destinados à
oferta do atendimento educacional especializado aos educandos matriculados
na rede regular pública de ensino que apresentem defi ciência, transtornos
globais do desenvolvimento ou altas habilidades/superdotação.
§ 2.º Para atuar nas salas de recursos, é exigida do professor formação
especializada na respectiva área da educação especial.
Art. 26 Para o atendimento educacional especializado, deve a unidade de
ensino se organizar de forma a:
I - prover condições de acesso, participação e aprendizagem na classe
comum;
II - garantir a transversalidade das ações da educação especial na classe
comum;
III - fomentar o desenvolvimento de recursos didáticos e pedagógicos que
eliminem as barreiras no processo de ensino-aprendizagem;
IV - assegurar a articulação das ações pedagógicas desenvolvidas no AEE e
em classe comum;
V - assegurar condições para a continuidade de estudos nos demais níveis e
etapas de ensino.
1.3.3 BASE TEÓRICA:
É axiomático afirmar que o homem é um ser de adaptação e transformação no
mundo, em consonância com o tempo, o espaço e as condições sócio-econômica,
cultural e política. Nesse sentido, a escola posiciona-se na condição de atender aos
alunos na perspectiva de busca permanente da construção de si mesmo e do
conviver, atendendo os preceitos dos Pilares da Educação e ancorados no CBC.
Também tem como princípio despertar a consciência crítica e transformadora do
educando - homem sujeito capaz de adaptar, operar e transformar o mundo em que
vive. Portanto, a filosofia é priorizar a melhoria da qualidade de ensino, relação
família e escola e a formação continuada de toda a equipe escolar. Para isso a
escola busca superar a metodologia da transmissão de conteúdos, pautada apenas
na aula magistral - expositiva, para uma ação pedagógica dinâmica, construtivista e
sócio-interacionista, pautada sim, na transformação educacional e atitudinal que
promova a formação de indivíduos mais críticos e autônomos, capazes de construir
seu próprio conhecimento, podendo assim exercer plenamente sua cidadania.
Faz-se necessário destacar novos caminhos, novos projetos que provoquem
inovações e mudanças de comportamento nos educadores e nos educandos. Todo
o conhecimento construído pela humanidade seja científico, cultural e também
“senso comum” será alvo de estudos, discussões e pesquisas, na perspectiva de
superar alguns equívocos pedagógicos: memorização excessiva de conceitos
descontextualizados, “cópias” denominadas de “pesquisa”, “cartazes de datas
comemorativas”, entre outras atividades, substituindo o pensar dos “fatos históricos”,
a construção no pensar e fazer, o que alija o aluno da criticidade, da exploração
reflexiva tão necessária à máxima da educação deste século: “ensinar a pensar”,
preceitos estabelecidos no CBC, demarcados nos princípios norteadores: o
reconhecimento da diversidade na formação humana e a aprendizagem como direito
do educando.
O quadro teórico para possibilitar a prática reflexiva, o trabalho pedagógico na
perspectiva da tipologia de conteúdos: conceitual, procedimental e atitudinal. Assim,
será embasada em pensadores, dentre outros Paulo Freire, Libâneo, Zabala,
Perrenoud, Piaget, Vygotsky, etc.
Jean Piaget (1896-1980), psicólogo e biólogo suíço, considerado pai do
Construtivismo, que é uma das correntes teóricas empenhadas em explicar como a
inteligência humana se desenvolve partindo do princípio de que o desenvolvimento
da inteligência é determinado pelas ações mútuas entre o indivíduo e o meio. Parte-
se da idéia é que o homem não nasce inteligente, mas também não é passivo sob a
influência do meio, isto é, ele responde aos estímulos externos agindo sobre eles
para construir e organizar o seu próprio conhecimento, de forma cada vez mais
elaborada.
Não nos definindo como construtivistas, mas acreditando nas possibilidades teóricas
que Jean Piaget discute e apresenta, nos apropriamos destes conhecimentos para
pensar e tentar organizar um ambiente de ensino com características construtivistas,
onde o professor conceba o conhecimento sob a ótica levantada por Piaget, ou seja,
que todo e qualquer desenvolvimento cognitivo só será efetivo se for baseado em
uma interação muito forte entre o sujeito e o objeto. É imprescindível que se
compreenda que sem uma atitude do objeto que perturbe as estruturas do sujeito,
este não tentará acomodar-se à situação, criando uma futura assimilação do objeto,
dando origem às sucessivas adaptações do sujeito ao meio, com o constante
desenvolvimento de seu cognitivismo.
Lev Semenovich Vygotsky, autor soviético, nasceu em 1896, na Bielo-
Rússia, e faleceu prematuramente aos 37 anos de idade. Vygotsky foi um
dos teóricos que buscou uma alternativa dentro do materialismo dialético
para o conflito entre as concepções idealista e mecanicista na Psicologia.
Um pressuposto básico da obra de Vygotsky é que as origens das formas
superiores de comportamento consciente, como o pensamento, a memória,
a atenção voluntária etc, são formas que diferenciam o homem dos outros
animais e devem ser achadas nas relações sociais que o homem mantém.
Mas Vygotsky não via o homem como um ser passivo, conseqüência
dessas relações. Entendia o homem como ser ativo, que age sobre o
mundo, sempre em relações sociais, e transforma essas ações para que
constituam o funcionamento de um plano interno.
Para Vygotsky, a aprendizagem sempre inclui relações entre as pessoas,
isto é, uma relação do indivíduo com o mundo que está sempre mediada
pelo outro. Não há como aprender e apreender o mundo se não tivermos o
outro, aquele que nos fornece os significados que permitem pensar o
mundo a nossa volta. Ele defende a idéia de que não há um
desenvolvimento pronto e previsto dentro de nós que vai se atualizando
conforme o tempo passa ou recebemos influência externa. O
desenvolvimento não é pensado como algo natural nem mesmo como
produto exclusivo da maturação do organismo. Mas, com um processo em
que estão presentes a maturação do organismo, o contato com a cultura
produzida pela humanidade e as relações sociais que permitem a
aprendizagem .
Zabala (1998) afirma que a finalidade da escola é promover a formação
integral dos alunos, criticando com isso, as ênfases atribuídas ao aspecto
cognitivo em detrimento a outros aspectos. Para ele, é na instituição
escolar, através das relações construídas a partir das experiências vividas,
que se estabelecem os vínculos e as condições que definem as
concepções pessoais sobre si e os demais. A partir dessa posição
ideológica acerca da finalidade da educação escolarizada, é conclamada a
necessidade de uma reflexão profunda e permanente da condição de
cidadania dos alunos, e da sociedade em que vivem.
Sobre os conteúdos da aprendizagem, seus significados são ampliados
para além da questão do que ensinar, encontrando sentido na indagação
sobre por que ensinar. Deste modo, acabam por envolver os objetivos
educacionais, definindo suas ações no âmbito concreto do ambiente de
aula. Esses conteúdos assumem o papel de envolver todas as dimensões
da pessoa, caracterizando as seguintes tipologias de aprendizagem:
factual e conceitual (o que se deve aprender?); procedimental (o que se
deve fazer?); e atitudinal (como se deve ser?).
Sobre a concepção de aprendizagem, o autor afirma que não é possível
ensinarmos sem nos determos nas referências de como os alunos
aprendem, chamando a atenção para as particularidades dos processos de
aprendizagem de cada aluno (diversidade). O construtivismo é eleito como
concepção metodológica em virtude da validação empírica de uma série de
princípios psicopedagógicos: os esquemas de conhecimento; o nível de
desenvolvimento e dos conhecimentos prévios, e a aprendizagem
significativa.
Ainda segundo Antoni Zabala “um dos objetivos de qualquer bom
profissional consiste em ser cada vez mais competente em seu ofício”
(1998, p. 13), nesse sentido a proposta da escola em pontuar como
preceitos filosóficos e pedagógicos as idéias deste autor, é por também
acreditarmos que a melhoria do processo de ensino e aprendizagem se dá
mediante o conhecimento e a experiência, a teoria e a prática; ou seja,
uma atuação profissional baseada no pensamento prático, porém com
capacidade reflexiva.
É neste contexto que resgatamos as características diferenciais das
práticas educativas, na perspectiva de superação de modelos mais
tradicionais da “aula magistral”, por exemplo, passando pelos métodos de
“projetos de trabalho global” para a utilização das “sequências didáticas” –
que são “um conjunto de atividades ordenadas, estruturadas e articuladas
para a realização de certos objetivos educacionais, que têm um princípio e
um fim conhecidos tanto pelos professores como pelos alunos (ZABALA,
1998, p. 18).
Paulo Reglus Neves Freire educador brasileiro que se destacou por seu trabalho na
área da educação popular, voltada tanto para a escolarização como para a formação
da consciência. É considerado um dos pensadores mais notáveis na história da
pedagogia mundial, tendo influenciado o movimento chamado pedagogia crítica.
Nascido em 19 de setembro de 1921 de pais de classe média no Recife, Brasil,
Paulo Freire conheceu a pobreza e a fome durante a depressão de 1929, uma
experiência que o levaria a se preocupar com os pobres e o ajudaria a construir seu
método de ensino particular.
Freire entrou para a Universidade do Recife em 1943, para cursar a Faculdade de
Direito, mas também se dedicou aos estudos de filosofia da linguagem. Apesar
disso, ele nunca exerceu a profissão e preferiu trabalhar como professor numa
escola de segundo grau ensinando a língua portuguesa. Em 1964, um golpe militar,
Freire foi encarcerado como traidor por 70 dias. Em seguida ele passou por um
breve exílio na Bolívia, trabalhou no Chile por cinco anos para o Movimento de
Reforma Agrária da Democracia Cristã e para a Organização de Agricultura e
Alimentos da Organização das Nações Unidas. Em 1967, Freire publicou seu
primeiro livro, Educação como prática da liberdade. Posteriormente publicou
“Pedagogia da autonomia”, o qual resgatamos alguns tópicos, na perspectiva de
suscitar o espírito pesquisador do professor e do aluno, estabelecendo como
princípios pedagógicos do projeto político pedagógico/proposta pedagógica da
escola.
1.3.4 METODOLOGIA:
A escola norteia o desenvolvimento dos seus trabalhos pelas diretrizes
estabelecidas pela LDB 9394/96 e o Currículo Básico das escolas Estaduais do
Estado do Espírito Santo nos conceitos de Competências e Habilidades, bem como
a listagem de Conteúdos a serem desenvolvidos.
Os Planos de Ensino, são elaborados trimestralmente pelos professores, com
assessoria do Pedagogo, são organizados observando o que orienta o Currículo
Básico do Estado do Espírito Santo.
Os conteúdos são desenvolvidos com aplicação de metodologias diferenciadas
utilizando-se de recursos diversos tais como: aulas expositivas e teóricas; ; pesquisa
(individual ou em grupo); aulas práticas com realização de atividades experimentais;
seminários; teatro, música, danças/coreografias, livros didáticos, jogos didáticos;
textos informativos de revistas, jornais, reportagens de TV; produção de textos e
relatórios de análises de temas abordados; pesquisas de campo; confecção de
maquetes, mapas; confecção de painéis; exposição de trabalhos; feiras
interdisciplinares; desenhos, histórias em quadrinhos, leituras/releituras de imagens.
Utilizando também das tecnologias e espaços disponíveis na escola: laboratório de
Informática, data-show, laboratório de ciências, sala dos espelhos, auditório.
No laboratório de Ciências a metodologia é baseada na experimentação, com
orientação sistemática do professor, e após sua realização, os alunos fazem debate
e registros do que aprenderam. No laboratório de informática a metodologia básica é
a de pesquisa, orientada para sites seguros, conforme planejamento do professor.
Tudo feito com o intuito de tornar as aulas mais instigantes e apreciativas, motivando
os alunos, comunicando de forma prática, ensinando e aprendendo ludicamente.
Integram-se aos conteúdos das diversas áreas, ao longo de todo ano letivo, a
realização de projetos de modo a promover a interdisciplinaridade. E também
referentes a História e Cultura Afro-brasileira e Povos Indígenas.
Os alunos têm a efetiva participação no desenvolvimento dos mesmos, bem como
de outros temas de interesse e pertinentes, de forma que o aluno se aproprie dos
conhecimentos propostos e/ou apresente suas pesquisas e demais atividades
pedagógicas.
Os descritores do PAEBES e a matriz de referência do ENEM são trabalhados em
sala de aula com os alunos em conformidade com o Currículo, os alunos são
estimulados e orientados para o Enem, através de aulões e cursos no contraturno
que a escola oferece em conjunto com a Sedu.
Os professores também utilizam as aulas de campo, para aproximar o aluno da
realidade estudada, entendemos que quando o aluno coloca significado no que
aprende, ou seja, faz a relação da teoria com o mundo real, então, acontece a
assimilação dos conteúdos.
Dessa forma, tentamos desenvolver uma proposta metodológica de trabalho para
que as aulas não se tornem apenas reprodução de conteúdos, mas possibilidades
de reflexão e construção de conhecimentos, integrando teoria e prática.
1.3.5 SISTEMA DE AVALIAÇÃO:
A participação do estudante na escola deve ser estimulada ao máximo, para tanto, é
fundamental incentivar o aluno a participar de todo o processo educativo, buscando
o auto-conhecimento e da interlocução com outros partícipes da escola, até mesmo
sobre os projetos pedagógicos e sobre a utilização racional dos recursos. Assim, a
noção de democracia estará nascendo dentro de cada estudante a partir de seu
próprio cotidiano dentro do ambiente escolar.
A avaliação como um dos elementos integrante da proposta curricular e como
tomada de decisões direcionadas para o aprimoramento das práticas pedagógicas
são questões-chave para o processo de ensino e aprendizagem. Se por um lado
sabe-se que mudanças na definição de objetivos, na maneira de conceber a
aprendizagem, na interpretação e na abordagem dos conteúdos implicam repensar
as finalidades da avaliação, por outro lado também se sabe que é por meio dela que
se revelam as incoerências pedagógicas. Portanto, a prática pedagógica
efetivamente exercida e a avaliação praticada são atividades inseparáveis que se
condicionam mutuamente.
Nesse sentido, é importante ressaltar que embora ainda não seja amplamente
praticada, a avaliação formativa está muito difundida e, no plano das
representações, há “consenso” em relação a sua relevância e à compreensão de
seus aspectos mais importantes, a se considerar no processo de avaliação
aprendizagem, do desempenho docente, da proposta pedagógica e da instituição, a
saber:
 considerar a aprendizagem um amplo processo, em que o aluno reestrutura
seu conhecimento por meio das atividades que lhe são propostas;
 buscar estratégias e sequências didáticas adequadas às condições de
aprendizagem dos alunos;
 ampliar os conhecimentos do professor sobre os aspectos cognitivos do
aluno; compreender como ele aprende;
 identificar as representações mentais e as estratégias que o aluno utiliza para
resolver uma situação de aprendizagem;
 interpretar os erros não como deficiências pessoais, mas como manifestação
de um processo de construção;
 a construção do conhecimento supõe a superação dos erros, por um
processo sucessivo de revisões críticas;
 considerar os erros como objetos de estudo, uma vez que eles revelam as
representações e estratégias dos alunos;
 diagnosticar as dificuldades dos alunos e ajudá-los a superá-las;
 evidenciar aspectos de êxito nas aprendizagens;
Considerando tal concepção, busca-se em Hoffmann (1993), base teórica, quando a
mesma afirma que a avaliação configura-se como mito e desafio. Isto porque, a
construção histórica que os educadores possuem sobre o processo de avaliação é
consequência da estória de vida dos mesmos. Daí a concepção que permeia suas
práticas avaliativas. Afirma a autora: “o mito é decorrente de sua prática” (p. 27).
Essa concepção de avaliação como julgamento de resultados é o reflexo do modelo
de avaliação vivenciado como aluno no decorrer do curso de formação inicial e
consequentemente praticado como professor. Ilustra sua fala com registros de
exemplos de situações relatadas por professores, durante palestras e encontros
realizados. Nesses relatos é possível perceber uma concepção reducionista da
avaliação, onde a ação avaliativa é um procedimento que ocorre num momento
específico e pré-estabelecido, para atender apenas uma exigência formal da
secretaria, como os registros dos resultados do desempenho do alunado durante o
bimestre, semestre ou ano letivo.
Percebe-se também, na fala destes professores uma contradição entre o discurso e
a prática, o que induz a autora a escrever:
“Embora os professores ainda relacionem estreitamente a ação avaliativa a
um a prática de provas finais e atribuição de graus classificatórios (coerente a
uma concepção sentenciva), criticam eles mesmos o significado dessa prática
nos debates em torno do assunto” (HOFFMANN, 1993, p. 28 ).
Segundo a legislação educacional a avaliação da aprendizagem é um procedimento
sistemático, contínuo e cumulativo, inerente ao processo ensino-aprendizagem, com
prevalência dos aspectos qualitativos sobre os quantitativos e dos resultados obtidos
ao longo do período sobre os resultados finais.
E, não há como desenvolver uma avaliação progressista, avançada, se a prática
pedagógica adotada possuir uma postura conservadora. Da mesma forma, quando
se adota uma proposta pedagógica progressista, avançada, a avaliação da
aprendizagem se desenvolverá naturalmente dentro desta mesma linha. Se, ao
contrário, a escola adota uma proposta pedagógica transformadora, buscará
privilegiar o processo da construção do conhecimento realizado pelo aluno. É esta a
concepção da Proposta Pedagógica da Escola Estadual de Ensino Fundamental e
Médio “Elza Lemos Andreatta”. A avaliação que mede, que classifica, não consegue
avaliar o ser humano integralmente formado. Esta é outra razão pela qual, a escola
adota a concepção progressista, ou seja, não seria possível adotar os parâmetros
classificatórios na avaliação formativa.
Ao contrário de medir, a prática progressista realiza um diagnóstico de como está se
dando a aprendizagem? Como aprendeu? O que não aprendeu? Por que não
aprendeu? Visando a diagnosticar quais foram os procedimentos que o aluno adotou
para chegar em uma determinada resposta, para formular determinado conceito.
Nessa lógica, o erro não pode ser passível de punição, ele integra o percurso do
aluno rumo à sua aprendizagem. Por isso em uma prática pedagógica
emancipadora, há lugar para a avaliação investigativa e processual, jamais para a
classificatória. A avaliação deve ter o caráter de investigação dos progressos e das
dificuldades dos alunos, para se efetivar um projeto de trabalho para o aluno, ou
seja, ela deixa se ser um fim em si mesma e se torna um meio de alcançar os
objetivos propostos.
A identificação dos progressos e avanços do aluno leva à alteração de sua auto-
estima, condição indispensável para que o aluno aprenda. A elevação da auto-
estima produz também outros efeitos não menos importantes, como o interesse e a
motivação na construção do conhecimento, além do desenvolvimento do prazer
intelectual, tão necessário à formação do contínuo aprendiz. Por outro lado, a
identificação das dificuldades, realizada numa ação dialógica entre professor e
aluno, deve levar a providências imediatas para saná-las.
Nessas perspectivas, a avaliação da aprendizagem do educando deve ser realizado
por meio de instrumentos diversificados, cuja elaboração está a cargo do professor,
sob orientação do pedagogo, e na observação da participação efetiva do aluno nas
atividades da sala de aula, e como processo de avaliação da aprendizagem deve ser
norteado pelos seguintes objetivos:
 promover padrões de qualidade de ensino que garantam o aprendizado, a
permanência e o sucesso escolar do aluno;
 identificar problemas, pontos de estrangulamento, dificuldades, de modo a
orientar ações para sua superação;
 reorientar as ações pedagógicas com vistas a melhorar o processo de ensino-
aprendizagem.
Também Neder (1996) considera a avaliação como uma prática educativa que deve
ser compreendida como uma atividade política, cuja principal função é a de propiciar
subsídios para tomada de decisões quanto ao direcionamento das ações em
determinado contexto educacional. Portanto, ao organizar uma proposta de trabalho,
faz-se necessário pensar em mecanismos de avaliação como tentativa de garantir
qualidade do trabalho e as condições para o replanejamento das ações educativas.
Os mecanismos avaliativos devem atender todos os aspectos do processo, bem
como todos os envolvidos e todas as ações, como por exemplo, a avaliação do
professor, sua prática, a avaliação da instituição pelos pais e comunidade, pelos
professores e alunos, e especificamente a avaliação desta proposta.
Avaliação da aprendizagem:
Um dos aspectos mais complexos e polêmicos em educação é a avaliação da
aprendizagem. Sua complexidade decorre do fato de que não pode ser vista
descontextualizada da prática pedagógica. Se a prática pedagógica é
transformadora, a avaliação tenderá a ser transformadora e construtiva e passa a se
caracterizar como diagnóstica, processual e contínua. Se for tradicional, certamente
a avaliação será conservadora, visará medir o quanto o aluno sabe por meio de uma
abordagem quantitativa, classificatória e periódica.
Todo o processo avaliativo se efetivará numa seqüência de atividades, buscando
garantir a evolução dos aspectos cognitivos, afetivos e sociais dos alunos perante o
também processo do ensino e da aprendizagem. Conforme especificado abaixo nos
artigos 152 ao 181 do Regimento Comum das Escolas Estaduais:
A avaliação no ensino fundamental e médio, independentemente da modalidade de
oferta, deve abranger, no mínimo, os seguintes aspectos:
 avaliação do aproveitamento escolar e da assiduidade do educando;
 avaliação do desempenho do professor e dos pedagogos;
 avaliação institucional.
A avaliação do processo de ensino-aprendizagem, responsabilidade da unidade de
ensino e do professor, deve ser realizada de forma contínua e cumulativa do
desempenho do educando, inter-relacionada com o currículo, focalizando os
diversos aspectos do desenvolvimento do educando, com prevalência dos aspectos
qualitativos sobre os quantitativos e dos resultados ao longo do período letivo sobre
os de eventuais provas finais.
A avaliação é realizada em função dos conteúdos, utilizando métodos e
instrumentos diversificados, coerentes com as concepções e finalidades educativas
expressas na proposta pedagógica da unidade de ensino.
Na verificação do aproveitamento escolar, além dos dispositivos legais, devem-se
observar:
 trimestralmente, a utilização de, no mínimo, três momentos de avaliação
mediante diferentes instrumentos e estratégias que possibilitem uma
avaliação contínua e cumulativa do educando;
 o domínio pelo educando de determinadas habilidades e conhecimentos que
se constituem em condições indispensáveis para as aprendizagens
subsequentes.
A elaboração, aplicação e julgamento das provas, trabalhos e demais atividades de
avaliação devem ser de competência do professor, respeitadas as normas
estabelecidas coletivamente pela comunidade escolar e explicitadas na proposta
pedagógica da escola e neste Regimento.
A unidade de ensino deve garantir a avaliação aos educandos amparados por
legislação específica (enfermos, gestantes, militares e outros).
A avaliação do educando incide sobre a aprendizagem ou aproveitamento escolar e
a assiduidade ou frequência.
A unidade de ensino deve promover reuniões trimestrais dos conselhos de classe,
para conhecimento, análise e reflexão sobre os procedimentos de ensino adotados e
resultados de aprendizagem alcançada.
A recuperação de estudos é direito de todos os educandos que apresentem baixo
rendimento, independentemente do nível de apropriação dos conhecimentos
básicos.
A recuperação de estudos deve ocorrer de forma permanente e concomitante ao
processo ensino-aprendizagem.
A recuperação deve ser organizada com atividades significativas, por meio de
procedimentos didático-metodológicos diversificados.
A proposta de recuperação de estudos deve indicar a área de estudos e os
conteúdos da disciplina.
A recuperação de estudos no ensino fundamental e médio regular deve ocorrer nas
seguintes modalidades:
 recuperação paralela, oferecida, obrigatoriamente, ao longo dos trimestres
letivos;
 recuperação trimestral, obrigatória e em forma de projeto, quando a
recuperação paralela não for suficiente para o educando alcançar resultado
satisfatório;
recuperação final, oferecida, obrigatoriamente, pela unidade de ensino,
imediatamente após o término do ano ou do semestre letivo, se for o caso, com
atribuição de valor correspondente a 100 (cem) pontos.No ensino fundamental e
médio na modalidade de Educação de Jovens e Adultos, a recuperação de estudos
deve ocorrer na forma estabelecida nas Diretrizes aprovadas pelo Conselho
Estadual da Educação – ES.
A recuperação de estudos deve ser contemplada na proposta pedagógica da
unidade de ensino.
A unidade de ensino não pode computar, para efeito de cumprimento do mínimo de
dias letivos e carga horária estabelecidos por lei, os dias destinados à recuperação
final.
O processo de recuperação final não se aplica aos casos de frequência inferior à
mínima exigida para promoção.
A recuperação deve ser ministrada pelo próprio professor, competindo-lhe declarar a
recuperação ou não do desempenho do educando.
Os resultados da recuperação trimestral e final substituem os alcançados nas
avaliações efetuadas durante o período letivo, quando o aluno atinja resultado
superior.
A promoção é o resultado da avaliação do aproveitamento escolar do educando,
aliada à apuração da sua frequência.
No ensino fundamental e médio regular e nas modalidades Educação de Jovens e
Adultos e educação profissional técnica integrada ao ensino médio é promovido, ao
final do período letivo/etapa, o educando que obtenha:
 o mínimo de 60 (sessenta) pontos em cada área de estudo ou disciplina nas
avaliações ao longo do período letivo/etapa e frequência mínima de 75%
(setenta e cinco por cento) da carga horária total do período letivo/etapa;
 no mínimo 60 (sessenta) pontos, na área de estudos ou na disciplina, após os
estudos de recuperação final.
A disciplina Ensino Religioso não se constitui em objeto de retenção do educando,
não tendo, pois, registro de avaliação na documentação escolar.
A disciplina Língua Espanhola, de oferta obrigatória pela unidade de ensino e de
matrícula facultativa para o educando, não se constitui em objeto de retenção do
educando.
A avaliação da aprendizagem, no ensino fundamental e médio e na educação
profissional técnica, deve ter os registros de pontos expressos numa escala de 0
(zero) a 100 (cem).
Na avaliação da aprendizagem, no ensino fundamental e no ensino médio regulares,
para efeito de registro do resultado alcançado pelo educando, a unidade de ensino
deve obedecer à seguinte escala de pontuação: 1.º trimestre – 30 pontos; 2.º
trimestre – 30 pontos; 3.º trimestre – 40 pontos.
Os resultados da avaliação devem ser expressos em números inteiros, de acordo
com a escala estabelecida para o trimestre.
Nos cursos de Educação de Jovens e Adultos, nos níveis fundamental e médio, para
efeito de registro dos resultados das avaliações, devem ser observadas as diretrizes
aprovadas pelo Conselho Estadual de Educação.
O resultado da avaliação deve proporcionar dados que permitam a reflexão sobre a
ação pedagógica, contribuindo para que a unidade de ensino possa reorganizar
conteúdos/instrumentos/métodos de ensino.
Trimestralmente, deve a unidade de ensino utilizar diferentes modalidades de
avaliação da aprendizagem.
O resultado trimestral corresponde ao cômputo das pontuações obtidas no decorrer
do período, de acordo com a escala estabelecida.
Os resultados da avaliação da aprendizagem são registrados, trimestralmente, por
componente curricular, identificando-se os educandos com rendimento satisfatório
ou insatisfatório.
Os resultados obtidos pelo educando no decorrer do ano letivo são devidamente
inseridos no sistema informatizado, para fins de registro e expedição de
documentação escolar.
Nos resultados da avaliação constantes no caput deste artigo devem, também, ser
consideradas as produções e potencialidades do aluno, suas buscas de
aprendizado, facilidades para a resolução de problemas, suas inter-relações,
contribuições para a organização da disciplina da escola etc.
Avaliação do desempenho do professor:
A avaliação de desempenho é uma importante ferramenta de gestão da atividade
pedagógica que corresponde a uma análise sistemática do desempenho do
profissional em função das atividades que realiza, das metas estabelecidas, dos
resultados alcançados e do seu potencial de desenvolvimento, cujo objetivo final é
contribuir para o desenvolvimento dos profissionais da escola. O resultado da
avaliação deve apresentar as informações necessárias para a identificação de
oportunidades de melhoria e a elaboração de um plano de ações em relação a
organização do trabalho pedagógico. Conforme o artigo 182 do Regimento Comum
das Escolas Estaduais:
Na avaliação do desempenho do professor devem ser considerados, dentre outros,
os seguintes aspectos:
 atuação no processo ensino-aprendizagem;
 integração e inter-relação com a unidade de ensino, com a família e com a
comunidade;
 cumprimento das atribuições do cargo;
 participação na elaboração da proposta pedagógica, no planejamento de
atividades e programas, reuniões, conselhos e outras, desenvolvidas pela
unidade de ensino;
 assiduidade do profissional;
 participação em estudos e capacitações, que propiciem a formação
continuada;
 abertura em relação às inovações na área pedagógica e interesse para com
elas.
A Secretaria de Estado da Educação possui uma proposta de avaliação docente,
porém a concepção de avaliação do desempenho docente, estabelecida neste
documento é resultado de diálogo coletivo, apresentando como consenso
oportunizar o próprio professor a avaliar sua prática, isto é, a auto-avaliação, que é a
avaliação feita pelo próprio avaliado com relação a sua performance no final de cada
trimestre. Idealiza-se que esse sistema seja utilizado conjuntamente a outros
sistemas para minimizar o forte viés que pode ocorrer, quando da prática, ou indicar
critérios, conjuntamente com a utilização de observação
Avaliação institucional:
A avaliação institucional compreende a análise dos dados e informações prestados
pela instituições, no caso a escola, aos alunos e pais ou responsáveis. Nos artigos
183 ao 186 do Regimento Comum das Escolas Estaduais diz que a :
A avaliação institucional é um mecanismo de acompanhamento contínuo das
condições estruturais e de funcionamento da unidade de ensino, para o
aperfeiçoamento da qualidade de ensino por ela oferecido e a melhoria da
produtividade.
A avaliação institucional deve ser realizada por meio de procedimentos internos,
defini- dos pela própria unidade de ensino, envolvendo os diferentes segmentos que
integram a comunidade escolar, e de procedimentos externos, por meio de critérios
estabelecidos pelos órgãos próprios da Secretaria de Estado da Educação.
O processo de avaliação institucional deve incidir sobre os seguintes aspectos:
 cumprimento da legislação do ensino;
 desempenho dos educandos e produtividade da unidade de ensino;
 processo de planejamento do ensino-aprendizagem;
 qualificação e desempenho dos dirigentes, professores e demais funcionários;
 qualidade dos espaços físicos, instalações, equipamentos, materiais de
ensino e adequação às suas finalidades;
 eficiência e pertinência dos currículos;
 organização da escrituração e do arquivo escolar;
 articulação com a família e com a comunidade externa.
Os resultados da avaliação institucional, interna e externa, devem ser consolidados
em relatórios, a serem apreciados pela comunidade escolar e anexados ao plano de
desenvolvimento da unidade de ensino, devendo ser considerados no planejamento
e replanejamento da unidade de ensino.
Em anexo formulário para Avaliação Institucional, acreditamos que é um passo na
construção de uma prática educacional que reflete sobre sua própria realidade.
Proporcionando formas de análise, fundamentais para a manutenção, o abandono e
a adoção de métodos e práticas na escola. Enfim, é mais um instrumento na busca
de uma educação pública de qualidade.
Avaliação da proposta pedagógica:
A avaliação da Proposta Pedagógica, se constituirá em momentos coletivos, pois
uma proposta que não pressupõe constante avaliação não consegue saber se seus
objetivos estão sendo atingidos.
É sabido, porém que a gestão de projetos, ou o seu gerenciamento, ou ainda
administração destes infere na aplicação de conhecimentos, habilidades e técnicas
na elaboração de atividades relacionadas para atingir um conjunto de objetivos pré-
definidos.
Nesse sentido, toda a gerência da proposta é frequentemente responsabilidade de
todos os que participaram de sua elaboração, sem contudo deixar de ter um
indivíduo intitulado gerente de projeto, no caso a diretora da instituição. Idealmente,
todos participam indiretamente do projeto – sua discussão, análise e avaliação. E o
gestor, no caso a diretora participa diretamente nas atividades que produzem o
resultado final, opinando e pontuando as possibilidades de realizações.
A avaliação da proposta pedagógica, a equipe considera prudente realizar reuniões
semestrais para discussão das metas e dos objetivos pensados, no Plano de Ação,
tradução dos preceitos filosóficos e pedagógicos, das concepções de ensino e de
aprendizagem, dos indicativos metodológicos e outros itens que compõem a PP,
com representantes de cada segmento, para:
 registro de riscos (atualizações);
 mudanças solicitadas;
 ações corretivas recomendadas;
 ações preventivas recomendadas;
 plano de revisão e elaboração de outras ações.
Sabe-se que para ser bem sucedida a escola necessita estar comprometida com
uma abordagem de educação e trabalho democráticos. Portanto, conclui-se que a
presente proposta, por sua natureza e finalidade, deve ser avaliada a cada a ano e
de acordo com os dados resultados das reuniões preliminares com representandes
dos segmento, reformulada, se necessário, valorizando sempre o trabalho coletivo e
articulado dos segmentos que compõem a comunidade escolar.
1.4 PERFIL DOS DISCENTES
A EEEFM “Elza Lemos Andreatta” situa-se na Ilha das Caieiras, pertencente a
região da grande São Pedro, o bairro é residencial, região periférica, integrando a
zona urbana da cidade de Vitória, possui movimentação comercial: supermercados,
pequenos comércios e restaurantes. A escola atende aos filhos de uma “população”
homogênea no sentido sócio-econômico, e heterogênea nos aspectos culturais e
religioso, de classe média- baixa.
Os alunos são da região da grande São Pedro e entornos, filhos, irmãos e familiares
de funcionários públicos municipais e estaduais, de comerciantes, cobradores e
motoristas de empresas de ônibus, dos trabalhadores locais e desempregados,
poucos pais possuem curso Superior. A região ganha destaque em suas belezas
naturais, um ótimo acolhimento e também pela área gastronômica à base de frutos
do mar, valorizando a mão de obra local – muitas famílias sobrevivem da pesca,
caça de mariscos e do trabalho das desfiadeiras de siri.
A escola atende alunos de idades variadas a partir dos 14 anos, contando com
muitas distorções idade-série, ocasionados por grande número de alunos vindos de
outras escolas com muitas reprovações.
Considerávamos grande o envolvimento da comunidade com a instituição escolar
contando pela história de luta por este espaço físico na construção da escola de
Ensino Médio. Porém, na atualidade o fato de ser uma escola cuja “clientela”, em
sua maioria, composta de adolescentes e jovens, a “história” tem mostrado um
distanciamento da família no acompanhamento da vida acadêmica dos seus
filhos/alunos. O que para a instituição traduz-se em um desafio: resgatar o processo
de envolvimento de todos os pares na construção de uma escola integrada.
A escola também procura, no cotidiano escolar, adaptar o currículo às experiências
dos alunos, pois muitos são repetentes, defasados em idade e série. Os mesmos
são atendidos por uma professora especialista em educação especial, uma
cuidadora e uma professora especialista em dificuldade visual. Os alunos são
atendidos no contraturno (Atendimento Educacional Especializado) e no turno
através do trabalho colaborativo e articulado com professores e pedagogos, visando
o desenvolvimento integral do aluno.
Foi desenvolvido também com os alunos um projeto em parceria com as aulas de
música oferecida pelo Projeto da Fames, onde os alunos aprenderam a tocar
diversos instrumentos, e os mesmos fizeram diversas apresentações na escola e
fora da escola também. Esse projeto estimulou não só cognitivamente os alunos,
mas também mostrou aos mesmos como são capazes, mostrando sua participação
plena e efetiva na escola e na sociedade.
1.5 PERFIL DOS DOCENTES
O corpo de docente da Escola é formado principalmente por professores contratados
em regime de designação temporária (D.T.), sendo a sua maioria composta por
profissionais com Licenciatura Plena. No total a escola conta com 69 (sessenta e
nove) professores entre efetivos e contratados. Alguns professores da escola atuam
em mais de um turno, possibilitando uma interação maior entre o corpo docente e
entre os projetos desenvolvidos na escola. A seleção dos profissionais para atuar
no curso técnico, será de responsabilidade da Sedu, que selecionará através de
edital publico.
Para fazer frente aos princípios explicitados no Currículo Básico Comum da Escola
Estadual, faz-se necessário ter como parâmetro uma concepção de trabalho cujo
eixo seja a “reflexão - ação - reflexão”, isto é, investir na ideia de utilização do
espaço-tempo na escola para a formação continuada. Assim, traduz-se em
possibilidades para o trabalho educativo, como determinação do/pelo grupo que é
fundamental:
 garantir a formação para toda a equipe da Escola, envolvendo os pais e
responsáveis (reuniões, seminários, palestras) sobre assuntos pertinentes à
formação do indivíduo, ao trabalho pedagógico da escola e sobre as
relações sociais e afetivas no cotidiano do ensino médio;
 para uma escola verdadeiramente inclusiva, todos os funcionários devem
participar de formações sobre como trabalhar a questão da diversidade, da
inclusão dos jovens, adolescentes e adultos com necessidades especiais;
 é produtivo para as formações na escola reunir os três turnos, bem como
favorecer a participação dos funcionários em vivências coordenadas pela
coordenação pedagógica, convidados especialistas em educação, em cursos,
palestras, estudos externos, etc;
 é muito importante que os cursos de formação sejam mais duradouros e que
possam oferecer mais embasamento aos professores e funcionários.
Assim, de acordo com os eixos propostos pela Secretaria Estadual de Educação
através da Gerência de Formação Magistério, da Escola de Serviço Público do
Espírito Santo e da Superintendência de Carapina, os profissionais a EEEFM “Elza
Lemos Andreatta” participaram de vários cursos e palestras e atividades de
formação: Multicurso, Oficina da Olimpíadas de Língua Portuguesa, Revitalização da
Educação Especial, Capacitação: Laboratórios de química, física, biologia,
informática, Projeto Esporte na Escola: Congresso Técnico Jogos na rede, curso de
formação Trio Gestor, Apropriação dos Resultados de Avaliação – CAED e o
Planejamento Semanal por área, implementada pela nova carga horária para os
professores da Rede Estadual, a partir da Lei Federal n° 444/2011, onde o estudo
coletivo por área de conhecimento ficou distribuído da seguinte forma: (3ª Feira –
Área de Ciências Humanas, 4ª Feira - Área de Ciências da Natureza, 5ª Feira – Área
de Linguagens e Códigos, de acordo com a orientação da SRE Carapina.
O documento CBC (2009, p. 28) pontua que “as orientações contidas nos
principais documentos de referência do Ministério da Educação (MEC),
como é o caso do PCN e do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem),
contemplam uma organização por competências e habilidades.
As competências são entendidas como a “capacidade de agir em
situações previstas e não previstas, com rapidez e eficiência, articulando
conhecimentos tácitos e científicos a experiências de vida e laborais
vivenciadas ao longo das histórias de vida” (KUENZER, 2004, apud CBC,
2009, p. 28).
As habilidades são entendidas como desdobramentos das competências,
como parte que as constituem. Comumente, expressam a forma de o
aluno conhecer, fazer, aprender e manifestar o que aprendeu.
As sequências didáticas:
A sequência considera a importância das intenções educacionais na
definição dos conteúdos de aprendizagem e o papel das atividades que
são propostas. Alguns critérios para análise das seqüências reportam que
os conteúdos de aprendizagem agem explicitando as intenções
educativas, podendo abranger as dimensões: conceituais, procedimentais
e atitudinais.
O que propõe alguns questionamentos relevantes para o professor ao
planejar suas ações:
 na seqüência há atividades que nos permitam determinar os
conhecimentos prévios?;
 nas atividades planejadas, os conteúdos são propostos de forma
significativa e funcional?;
 as atividades estão adequadas ao nível de desenvolvimento de cada
aluno?;
 as atividades apresentam um desafio alcançável?;
 as atividades provocam um conflito cognitivo e promovem atividades
motivadoras em relação à aprendizagem dos novos conteúdos?
1.6 RELAÇÃO COM A FAMÍLIA-COMUNIDADE
É axiomático afirmar que a educação é um processo coletivo. Como proposta da
Secretaria de Educação do Estado – SEDU, a escola aderiu ao Projeto Família
Presente, agregando os pais e responsáveis para juntos construir uma possibilidade
de melhoria da formação dos jovens matriculados na escola.
Os pais e responsáveis, a comunidades e a escola têm responsabilidades legais em
relação à educação, mas esta ocorre tanto dentro como fora da escola. A família é
uma instituição fundamental na formação do cidadão, e para que haja uma boa
integração na comunidade a qual está inserida, seus componentes devem receber
formação adequada, contemplando os valores morais, éticos, estéticos, etc. Família
e comunidade devem caminhar juntas para que a integração realmente aconteça.
Uma boa convivência e integração da família com escola e a comunidade dar-se-á a
partir do reconhecimento da dependência nas relações destituídas do jogo de poder.
A importância e a necessidade de integração da comunidade com a escola impõem-
se nestes tempos uma preocupação: de fazer do ambiente educacional parte
integrante e necessária da educação moderna e participativa. A EEEFM “Elza
Lemos Andreatta” compreendendo que a relação família X escola X comunidade é
realmente essencial para o êxito do processo ensino e aprendizagem nos campos
da arte e da ciência, realiza atividades de inclusão como:
 palestras feitas por professores e especialistas para comunidade escolar;
 visitas técnicas para alunos – aulas de campo;
 participação ou visitas em feiras, congressos, eventos, etc;
 interação com agentes de integração e com as empresas encaminhando
alunos para o estágio;
 reuniões de pais e mestres trimestrais para troca de informações pertinentes
ao processo de ensino e aprendizagem;
 plantões de atendimento aos pais;
 oficinas de relações interpessoais e de orientação á saúde;
 participação em ações beneficentes na comunidade em geral.
Coordenadores de Pais:
Visto esta dificuldade de interação a escola foi contemplada com Projeto
“Coordenadores de pais”, onde uma pessoa da comunidade foi selecionada por
meio de processo seletivo para desenvolver este trabalho, na busca de aproximar a
família - escola, com atendimentos individualizados, reuniões e visitas domiciliares.
O projeto vem se desenvolvendo e já conseguimos notar uma maior presença da
família na vida escolar do aluno. Acreditando que o trabalho em conjunto com as
parcerias é uma condição fundamental para uma sociedade democrática, em que
todos são favorecidos com a melhoria do processo ensino-aprendizagem, a
instituição busca parcerias com outras instituições para trocas de projetos e
ampliação das ações pedagógicas. Contamos com associações comunitárias da
região, organizações não governamentais de fomento culturais (CECAES, projeto
Manguerê), EMEFs e CMEIs da Grande São Pedro; o Fórum Estadual de Juventude
Negra – FEJUNES; Projeto Jovens Valores (Menor aprendiz); As agências de
estágio: CIEE, Coep, Cipe; a Polícia Militar; o Projeto Universidade Para Todos (Pré-
Vestibular Popular); o Instituto Federal do Espírito Santo e a Universidade Federal
do Espírito Santo; SEMSE (Secretaria Municipal de Serviços).
O governo do Estado do Espírito Santo criou o Projeto Estado Presente em defesa
da vida, vinculados a ele o Projeto Coordenadores de pais, firmando parcerias com a
FUCAPE e a Fundação Itaú- Social, e o Projeto Patrulha Escolar, e o Conselho
Tutelar, tendo como objetivo combater a evasão escolar, o uso e comercialização de
entorpecentes e a violência.
A Gestão da EEEFM “ELZA LEMOS ANDREATTA” é baseada nos preceitos
democráticos previstos na LDB, onde contamos com o Conselho de Escola formado
pelos segmentos de pais, alunos, magistério, administrativo e comunidade, que
possuem a função de criar medidas disciplinares, administrativas, deliberar e
fiscalizar os recursos públicos. Os estudantes também se organizam através do
Grêmio estudantil, de forma independente e autônoma, normatizados em estatuto
próprio.
Portanto, as atitudes de solidariedade perpassam as ações do professor e de toda a
equipe escolar, como forma de contribuir para a mudança da realidade atual, abrindo
debates e apontando a necessidade de encontrarmos caminhos para a superação
da visão negativa da escola pública, resgatando e abrindo espaço para uma ação
participativa, onde todos visam à realização de um sujeito autônomo que possa
exercer sua cidadania, estimulando assim a construção de ações motivadoras
capazes de modificar o ambiente de formação e trabalho no cotidiano da instituição.
1.7 EQUIPE DE TRABALHO
Equipe Técnica-Administrativa/2013
Nº. Nome Situação Funcional Habilitação Função
1 Leonara Coutinho Marcolano Efetivo
Licenciatura Plena em
História
Diretora
2
Maria Antonieta Coda do
Nascimento
Efetivo
Licenciatura Plena em
Pedagogia
Pedagoga
3 Sayonara Higino Felipe Pariz Efetivo
Licenciatura Plena em
Pedagogia/
Especialização em
Psicopedagogia
Pedagoga
4 Araciara Reis de Oliveira Dt
Licenciatura Plena em
Pedagogia
Pedagoga
5 Richarlles Gomes de Aguiar Dt
Licenciatura em
Ciências Biológicas/
Mestre em Gestão
Educacional/ Doutor
em Educação
Pedagogo e Professor
6 Gustavo de Correa Carvalho Dt
Licenciatura Plena em
Pedagogia
Coordenador
7
João Francisco Bispo De Castro
Junior
Dt
Licenciatura Plena em
História
Coordenador
8 Viviane Peixoto Bulhões Melo Dt
Licenciatura Plena em
Letras
Coordenadora
9
Marina Rodrigues Suhett de
Rezende
Dt
Licenciatura Plena em
Pedagogia e Biologia
Coordenadora
10 Bruna Prederigo Stiba Dt
Licenciatura Plena em
Pedagogia
Coordenadora
11 Igor Roberts Pereira Efetivo
Graduado em Comércio
Exterior/ Graduando em
Direito e em Gemologia
Agente de Suporte
Educacional
12 Uilha Batista Vieira Efetivo
Graduado em
Processos Gerenciais
Agente de Suporte
Educacional
13 Adriana de Jesus Santana Mattos Dt
Graduando em
Pedagogia
Auxiliar de Secretaria
14 Claudia Premoli Gastardi
Dt
Tecnólogo em
Administração/
Técnico em
Contabilidade
Auxiliar de Secretaria
15 Herminia da Conceição Pereira Dt
Graduando em
Administração de
Empresas
Auxiliar de Secretaria
16 Joscilene Lemos Batista Dt Ensino Médio Auxiliar de Secretaria
17 Patricia Santos da Silva Dt Ensino Médio Auxiliar de Secretaria
18 Thiago Pereira Tenorio Dt
Graduando em
Comunicação Social
Auxiliar de Secretaria
19 Valeska Bragança Aguiar Dt Ensino Médio Auxiliar de Secretaria
Corpo Docente
Ensino Médio Fundamental /2013
N.° Professor Situação Funcional Habilitação Disciplina
1
Alexandre Negrelli Soutto
Mayor Campos
Efetivo
Licenciatura em
Educação Física
Educação Física
2 Andréa Ferreira Pimentel Dt Licenciatura em Filosofia Ensino Religioso
3 Camille Altoe Calatrone Dt
Licenciatura Plena em
Ciências Biológicas
Ciências
4 Felipe Lima Mesquita Dt
Licenciatura Plena em
Geografia
Geografia
5
João Francisco Bispo De
Castro Junior
Dt
Licenciatura Plena em
História
História
6
Josiane Gonçalves da
Silva
Dt
Licenciatura em
Matemática
Matemática
7
Manoel Messias dos
Santos
Efetivo
Licenciatura Plena em
Educação Física
Educação Física
8 Marcel Trocado Serqueira Dt
Licenciatura em Artes e
Desenho
Arte
9
Marcelo de Oliveira
Boynard
Dt
Bacharelado em Ciências
Econômicas/ Licenciatura
Plena em Matemática
Matemática
10
Maria Tereza Prucoli
Gazoni
Dt
Licenciatura Plena em
História
História
11 Milena Milleri Pinto Dt
Licenciatura Plena em
Ciências Biológicas
Ciências
12
Natanael da Conceição
Goulart
Efetivo
Licenciatura Plena em
Educação Física
Educação Física
13
Richarlles Gomes de
Aguiar
Dt
Licenciatura em Ciências
Biológicas/ Mestre em
Gestão Educacional/
Doutor em Educação
Ciências
14 Rosangela Lima Zani Dt
Licenciatura Plena em
Ciências Biológicas
Ciências
15
Rozita dos Santos de
Souza
Dt
Licenciatura em Língua
Portuguesa
Língua Portuguesa
16 Vagner Braga de Assis Efetivo
Licenciatura Plena em
Matemática
Matemática
17
Vinicius Magalhães de
Oliveira
Dt Licenciatura em Artes Arte
18
Julieverson dos santos
Vasconcelos
Dt
Licenciatura Plena em
Educação Física
Educação Física
Ensino Médio Regular/ 2013
N.
°
Professor Situação Funcional Habilitação Disciplina
1 Andréa Ferreira Pimentel Dt Licenciatura em Filosofia Ensino Religioso
2 Breno Barcellos Campos Dt Licenciatura em Química Química
3 Bruno Souza Marques Efetivo
Licenciatura Plena em
Matemática
Matemática
4 Carla Ribeiro Pinto Dt
Licenciatura Plena em
Língua Portuguesa/
Espanhola
Língua Espanhola
5 Claudio Roberto Porfirio Dt
Licenciatura Plena em
Ciências Sociais
Sociologia
6
Daniela Aparecida
Menegatti
Dt
Licenciatura em
Matemática/ Pós EJA
Matemática
7
Danielo Augusto Pouvel
Dias
Dt
Licenciatura Plena em
Química
Química
8 Edison Dinei Salvador Efetivo
Licenciatura Plena em
Geografia
Geografia
9
Edy Vinícius Silverol da
Silva
Efetivo
Bach. Ciência da
Computação
Matemática
10 Fabiano da Silva Dt
Graduado em Língua
Portuguesa
Projeto de Pesquisa
11 Felipe Lima Mesquita Dt
Licenciatura Plena em
Geografia
Geografia
12 Frederico Pedreira Lannes Efetivo
Licenciatura Plena em
Historia
História
13
Jacqueline Medeiros
Caminoti
Efetivo
Licenciatura Plena em
História
História
14 Joaciara Patrocinio Oliveira Dt
Licenciatura Plena em
Filosofia
Filosofia
15
João Francisco Bispo De
Castro Junior
Dt
Licenciatura Plena em
História
História
16
Julieverson dos santos
Vasconcelos
Dt
Licenciatura Plena em
Educação Física
Educação Física
17 Julio Cesar Barreto Rocha Dt
Licenciatura Plena em
Geografia
Geografia
18 Katiuce da Silva Binda Dt
Licenciatura Plena em
Física
Física
19 Lucinei Vicente da Silva Dt
Licenciatura Plena em
Geografia
Geografia
20
Lucio Flavio Gonçalves
Teodoro
Dt Licenciatura em Química Química
21 Lylyam Silva Chaves Dt
Licenciatura Plena em
Física
Física
22
Manoel Messias dos
Santos
Efetivo
Licenciatura Plena em
Educação Física
Educação Física
23 Marcel Rezende Moraes Dt
Licenciatura Plena em
Física
Física
24 Maria das Graças Allochio Dt
Licenciatura em Língua
Portuguesa
Língua Portuguesa
25
Maria Tereza Prucoli
Gazoni
Dt
Licenciatura Plena em
História
História
26
Maria Tereza Roldi
Continentino
Efetivo
Licenciatura Plena em
Ciências Biológicas
Biologia
27
Maria Tereza Roldi
Continentino
Efetivo
Licenciatura Plena em
Pedagogia/ Pós
Graduação em
Psicopedagogia e AEE
Educação Especial
28 Mariana Bertoloni Biaty Dt
Licenciatura em Língua
Portuguesa
Língua Portuguesa
29
Merielle Machado Rosa
dos Reis
Efetivo
Licenciatura em Língua
Portuguesa
Língua Portuguesa
30 Miryan Vieira da Silva Dt
Licenciatura em Língua
Portuguesa
Língua Portuguesa
31
Natanael Da Conceição
Goulart
Efetivo
Licenciatura Plena em
Educação Física
Educação Física
32
Neiva Augusta Viegas
Vasconcelos
Dt
Licenciatura Plena em
Ciências Sociais
Sociologia
33
Ondina Josiela Atanazio
Rodrigues
Efetivo
Licenciatura Plena em
Matemática
Matemática
34
Reinaldo Eustaquio de
Lacerda
Dt
Licenciatura Plena em
Ciências Biológicas
Biologia
35
Rozita dos Santos de
Souza
Dt
Licenciatura em Língua
Portuguesa
Língua Portuguesa
36 Solange Correa Harckbart Efetivo
Licenciatura Plena em
Língua Portuguesa
Língua Portuguesa
37
Tania Rejanne de Sousa
Machado
Dt
Licenciatura e Mestrado
em Língua Portuguesa
Língua Portuguesa
38 Vagner Braga De Assis Efetivo
Licenciatura Plena em
Matemática
Matemática
39 Wagner Fernandes Fogos Efetivo
Licenciatura Plena em
Química
Química
40 Weksley Pinheiro Gama Efetivo
Licenciatura Plena em
Filosofia
Filosofia
41 Rosane dos Santos Dt Licenciatura em Filosofia Ensino Religioso
42
Rose Mary Paiva dos
Santos
Dt
Licenciatura em Língua
Portuguesa
Língua Portuguesa
43
Rita de Cassia Barreira
Sarmento
Efetivo
Licenciatura em
Educação Especial
Educação Especial
44 Thamires Montoanelli Dt
Licenciatura Plena em
Ciências Biológicas
Biologia
45
Tatiana Silva Goldring
Doares
Dt
Licenciatura Plena em
Artes Visuais
Arte
Ensino Médio EJA/2013
N.° Nome Situação Funcional Habilitação Disciplina
1 Adriana Moreira Lopes Efetivo
Licenciatura Plena em
Ciências Biológicas
Biologia
2 Alex Shunk Rodrigues Dt
Licenciatura Plena em
Matemática
Matemática
3 Breno Barcellos Campos Dt Licenciatura em Química Química
4 Breno Barcelos Campos Dt
Licenciatura Plena em
Química
Química
5 Edmar Mateus Dt
Licenciatura Plena em
Artes Visuais
Arte
6 Edy Vinícius Silverol da
Silva
Efetivo
Bach. Ciência da
Computação
Matemática
7 Ewerton Martins Fonseca Efetivo Licenciatura em Letras Língua Inglesa
8 Fabiano da Silva Dt
Graduado em Língua
Portuguesa
Língua Portuguesa
9 Frederico Pedreira Lannes Efetivo
Licenciatura Plena em
Historia
História
10 Gilsimar Manhone da
Silva
Dt
Licenciatura Plena em
Geografia
Geografia
11 Gustavo Viali Loyola Dt
Licenciatura Plena em
Física
Física
12 Karla Souto de Amorim Dt
Licenciatura Plena em
Matemática
Física
13 Leonardo Martins Perozini Efetivo
Licenciatura Plena em
Geografia
Geografia
14 Lorena Silva Pontes Dt
Licenciatura Plena em
Letras
Língua Portuguesa
15 Manoel Messias dos
Santos
Efetivo
Licenciatura Plena em
Educação Física
Educação Física
16 Miryan Vieira da S. de
Brito
Dt
Licenciatura Plena em
Língua Portuguesa e
Língua Espanhola
Língua Espanhola
17 Ondina Josiela Atanazio
Rodrigues
Efetivo
Licenciatura Plena em
Matemática
Matemática
18 Rodrigo Bravim Dt
Licenciatura Plena em
Ciências Sociais
Sociologia
19 Sheila Sibaldo Zambrone
Silverol
Dt
Licenciatura Plena em
Letras
Língua Inglesa
20 Solange Correa Harckbart Efetivo
Licenciatura Plena em
Lingua Portuguesa
Língua Portuguesa
21 Valeska Varejão Gobbi Dt
Graduação em
Fonoaudiologia;
Complementação
Ciências Biológicas.
Biologia
22 Wagner Fernandes Fogos Efetivo
Licenciatura Plena em
Química
Química
23 Weksley Pinheiro Gama Efetivo
Licenciatura Plena em
Filosofia
Filosofia
1.8 NÍVEIS DE ENSINO OFERECIDOS
Turno Matutino
NÍVEL ANO TURMA
Nº DA
SALA
Nº DE
ALUNOS
METRAGEM
DA SALA (M²)
CAPAC.
MATRICULA
Ensino
Fundamental 9º ano
9M1 01 32 53,76 43
9M2 02 32 53,76 43
9M3 03 30 53,76 43
Ensino Médio
1º ano
1M1 04 37 53,76 43
1M2 05 33 53,76 43
1M3 06 35 53,76 43
1M4 07 33 53,76 43
1M5 08 34 53,76 43
2º ano
2M1 09 33 53,76 43
2M2 10 36 53,76 43
2M3 11 34 53,76 43
2M4 12 33 53,76 43
3º ano
3M1 13 31 53,76 43
3M2 14 25 53,76 43
3M3 15 26 53,76 43
Total -- --- 484 ---- ----
Turno Vespertino
NÍVEL ANO TURMA Nº DA Nº DE METRAGEM CAPAC.
Turno Noturno
NÍVEL ANO TURMA Nº DA
SALA
Nº DE
ALUNOS
METRAGEM
DA SALA (M²)
CAPAC.
MATRICULA
Ensino
Médio
Regular
1º ano
1N1 01 25 53,76 43
1N2 02 30 53,76 43
2º ano 2N1 03 21 53,76 43
3º ano 3N1 04 27 53,76 43
Total -- --- 103 ---- ----
Turno Noturno
NÍVEL ANO TURMA
Nº DA
SALA
Nº DE
ALUNOS
METRAGEM
DA SALA
(M²)
CAPAC.
MATRICULA
Ensino
Médio
EJA
1º Etapa
1N1 05 27 53,76 43
1N2 06 25 53,76 43
1N3 07 26 53,76 43
2º Etapa
2N1 08 26 53,76 43
2N2 09 39 53,76 43
2N3 10 32 53,76 43
2N4 11 27 53,76 43
3º Etapa
3N1 12 34 53,76 43
3N2 13 34 53,76 43
3N3 14 31 53,76 43
SALA ALUNOS DA SALA (M²) MATRICULA
Ensino
Fundamental
9º ano
9V1 01 23 53,76 43
9V2 02 23 53,76 43
9V3 03 30 53,76 43
9V4 04 23 53,76 43
Ensino Médio
1º ano
1V1 05 23 53,76 43
1V2 06 26 53,76 43
1V3 07 26 53,76 43
1V4 08 23 53,76 43
1V5 09 30 53,76 43
1V6 10 24 53,76 43
2º ano
2V1 11 33 53,76 43
2V2 12 23 53,76 43
2V3 13 28 53,76 43
3º ano
3V1 14 22 53,76 43
3V2 15 13 53,76 43
Total -- --- 370 ---- ----
Total -- --- 301 ---- ----
1.9 ESPAÇO FÍSICO
A instituição funciona em prédio próprio, com uma construção moderna de alvenaria,
possui dois pavimentos, com uma rampa que facilita a locomoção dos alunos com
necessidades educativas especiais, para acesso ao segundo pavimento.
O primeiro pavimento é composto de: 15 salas de aula, 01 sala de coordenação, 01
sala ambiente, 01 cozinha, 01 cantina, 01 sala de direção, 01 sala de pedagogos,
01educação física, 01 sala de alunos com necessidades especiais, 01 área de
serviços, 01 guarita, 03 depósitos, 04 banheiros masculinos (para alunos, servidores
e portadores de necessidades especiais), 04 banheiros femininos (para alunos,
servidores e portadores de necessidades especiais) e 01 quadra coberta
poliesportiva. O segundo pavimento é composto: 02 laboratórios de Informática; 01
laboratório interdisciplinar de química, física e biologia; 01 sala de Biblioteca; 01
salão de vídeo, ou auditório.
Dessa maneira a escola conta com um espaço ventilado e com iluminação favorável,
tornando assim um ambiente acolhedor e propicio para o aprendizado.
1º PAVIMENTO
Nº DEPENDÊNCIA ÁREA/M² DESCRIÇÃO MOBILIÁRIO UTILIZAÇÃO
01 Circulação 174,87 Trânsito de pessoas Inexistente Trânsito de pessoas
02 Coordenação 20,28 Sala do(a)
Coordenador(a)
• 07 armários de 02
portas,
• 01 mesa,
• 05 cadeiras,
• 02 Tvs,
• 01 ventilador de
teto,
• 02 luminárias.
Atendimento da
Comunidade
Escolar
03 Sala 01 53,76 Sala aula
• 04 Ventiladores,
• 09 luminárias,
• 01 quadro branco,
• 01 TV Digital,
• 01 prateleira para
TV,
• 50 carteiras.
Aula
04 Sala 02 53,76 Sala aula
• 04 Ventiladores,
• 09 luminárias,
• 01 quadro branco,
• 01 TV Digital,
• 01 prateleira para
TV,
• 40 carteiras.
Aula
05 Sala 03 53,76 Sala aula
• 04 Ventiladores,
• 09 luminárias,
• 01 quadro branco,
• 01 TV Digital,
• 01 prateleira para
TV,
• 40 carteiras.
Aula
06 Sala 04 53,76 Sala aula
• 04 Ventiladores,
• 09 luminárias,
• 01 quadro branco,
• 01 TV Digital,
• 01 prateleira para
TV,
• 40 carteiras.
Aula
07 Sala 05 53,76 Sala aula
• 04 Ventiladores,
• 09 luminárias,
• 01 quadro branco,
• 01 TV Digital,
• 01 prateleira para
TV,
• 40 carteiras.
Aula
08 Sala 06 53,76 Sala aula
• 04 Ventiladores,
• 09 luminárias,
• 01 quadro branco,
• 01 TV Digital,
• 01 prateleira para
TV,
• 42 carteiras.
Aula
09 Sala 07 53,76 Sala aula
• 04 Ventiladores,
• 09 luminárias,
• 01 quadro branco,
• 01 TV Digital,
• 01 prateleira para
TV,
• 36 carteiras.
Aula
10 Sala 08 53,76 Sala aula
• 04 Ventiladores,
• 09 luminárias,
• 01 quadro branco,
• 01 TV Digital,
• 01 prateleira para
TV,
• 47 carteiras.
Aula
11 Sala 09 53,76 Sala aula
• 04 Ventiladores,
• 09 luminárias,
• 01 quadro branco,
• 01 TV Digital,
• 01 prateleira para
TV,
• 46 carteiras.
Aula
12 Sala 10 53,76 Sala aula
• 04 Ventiladores,
• 09 luminárias,
• 01 quadro branco,
• 01 TV Digital,
• 01 prateleira para
TV,
• 44 carteiras.
Aula
13 Sala 11 53,76 Sala aula
• 04 Ventiladores,
• 09 luminárias,
• 01 quadro branco,
• 01 TV Digital,
• 01 prateleira para
TV,
• 44 carteiras.
Aula
14 Sala 12 53,76 Sala aula
• 04 Ventiladores,
• 09 luminárias,
• 01 quadro branco,
• 01 TV Digital,
• 01 prateleira para
TV,
• 44 carteiras.
Aula
15 Sala 13 53,76 Sala aula
• 04 Ventiladores,
• 09 luminárias,
• 01 quadro branco,
• 01 TV Digital,
• 01 prateleira para
TV,
• 44 carteiras.
Aula
16 Sala 14 53,76 Sala aula
• 04 Ventiladores,
• 09 luminárias,
• 01 quadro branco,
• 01 TV Digital,
• 01 prateleira para
TV,
• 44 carteiras.
Aula
17 Sala 15 53,76 Sala aula
• 04 Ventiladores,
• 09 luminárias,
• 01 quadro branco,
• 01 TV Digital,
• 01 prateleira para
TV,
• 44 carteiras.
Aula
18 Sala Ambiente 53,76 Utilidades Diversas
• 08 espelhos,
• 02 condicionadores
de ar,
• 44 carteiras,
• 01 mesa,
• 01 quadro branco,
• 09 luminárias.
Diversas
19
Sanitário feminino
alunas
36,00
Exclusivo para
Alunas
• 10 vasos sanitários,
• 08 pias,
• 02 luminárias,
• 04 saboneteiras,
• 03 espelhos,
• 04 chuveiros.
Necessidades
Íntimas
20
Sanitário masculino
alunos
36,00
Exclusivo para
Alunos
• 06 vasos sanitários,
• 03 mictórios,
• 08 pias,
• 02 luminárias,
• 04 saboneteiras,
• 03 espelhos,
• 04 chuveiros.
Necessidades
Íntimas
21 Sala AEE 13,50 Educação Especial
02 computadores,
01 impressora laser
multifuncional Epson
Stylus TX620FWD,
01 no break,
01 estabilizador,
01 armário com 02
portas,
03 mesas para
computador,
03 cadeiras,
02 luminárias.
Atendimento
Especializado
22 Pátio coberto 62,95 Trânsito de pessoas Inexistente Trânsito de pessoas
23
Sanitário masculino -
Portadores de
necessidade especial
(PNE)
4,12
Exclusivo para
portadores de
Necessidades
Especiais
• 01 vaso sanitário,
• 01 pia,
• 01 luminária,
• 02 espelhos,
• 02 corrimãos,
• 01 saboneteira.
Necessidades
Íntimas
24
Sanitário feminino -
Portadores de
necessidade
especial(PNE)
4,12
Exclusivo para
Portadores de
Necessidades
Especiais
• 01 vaso sanitário,
• 01 pia,
• 01 luminária,
• 02 espelhos,
• 02 corrimãos,
• 01 saboneteira.
Necessidades
Íntimas
25 Pátio coberto 62,95 Trânsito de pessoas
• 15 mesas,
• 30 bancos com 05
lugares,
• 26 luminárias,
• 01 extintor de
incêndio,
• 01 kit de incêndio,
• 01 câmera de
monitoramento,
• 01 bebedouro.
Trânsito de pessoas
26 Refeitório 139,77 Trânsito de pessoas
• 15 mesas,
• 30 bancos com 05
lugares,
• 26 luminárias,
• 01 extintor de
incêndio,
• 01 kit de incêndio,
• 01 câmera de
monitoramento,
• 01 bebedouro.
Trânsito de pessoas
27 Cantina 11,10 Cantina
• 01 luminária,
• 01 pia,
• 02 prateleiras de
mármore. Inexistente
28 Depósito 6,85 Depósito
• 01 luminária,
• 04 prateleiras de
mármore. Guardar os
materiais de
Limpeza
29 Direção 15,36
Sala do(a)
Diretor(a)
• 02 armários de 02
portas,
• 01 armário de 01
porta,
• 02 mesas de
computador,
• 01 computador,
• 01 impressora laser
HP M132 MPP,
• 01 condicionador
de ar GREE,
• 01 DVR,
• 01 quadro branco.
Sala de uso
exclusivo do(a)
Diretor(a)
30
Sala de Materiais
Poliesportivos
3,25
Sala de Materiais
Poliesportivos
• 02 prateleiras de
aço,
• 04 prateleiras de
mármore,
• 01 luminária,
• 45 colchonetes,
• 16 cones,
• 01 balança,
• 01 extintor de
incêndio.
Guardar os
materiais esportivos
desta Unidade
Escolar
31 Área de serviços 7,10 Área de serviços
• 03 luminárias,
• 02 pias,
• 01 saboneteira.
Área de serviços
32 Hall 6,63 Trânsito de pessoas Inexistentes Trânsito de pessoas
33 Poço de ventilação 22,25 Poço de ventilação Inexistentes Poço de ventilação
34 Cozinha 23,18
Uso exclusivo das
merendeiras
• 01 balança,
• 01 batedeira
doméstica,
• 01 batedeira
industrial,
• 01 fogão industrial,
• 01 freezer
horizontal,
• 01 filtro de água,
• 01 liquidificador
industrial,
• 01 refrigerador
industrial inferior a
400L,
• 01 refrigerador
industrial superior a
400L,
• 03 pias,
• 06 luminárias.
Preparo e
distribuição dos
alimentos
35 Despensa 8,66
Uso exclusivo das
merendeiras
Alimentos Diversos
Armazenamento
dos alimentos.
36
Sanitário masculino
do servidor
7,70
Sanitário masculino
do servidor
• 01 vaso sanitário,
• 01 mictório,
• 01 chuveiro,
• 01 espelho,
• 01 pia,
• 01 luminária,
• 01 saboneteira.
Uso exclusivo dos
servidores
37
Sanitário feminino do
servidor
7,70
Sanitário feminino
do servidor
• 02 vasos sanitários,
• 01 chuveiro,
• 01 espelho,
• 01 pia,
• 01 luminária,
• 01 saboneteira.
Uso exclusivo das
servidoras
38 Sala dos Professores 37,41
Ambiente
Reservado aos
Docentes
• 18 cadeiras,
• 05 mesas,
• 02 condicionadores
de ar Gree,
• 02 armários com 08
portas,
• 02 armários com 06
portas,
• 02 armários com 12
portas,
• 01 armário com 16
portas,
• 01 geladeira,
• 12 luminárias.
Planejamento,
discussões dos
assuntos pertinentes
ao ambiente escolar,
reunião(ões) do
Conselho de Classe,
etc.
39 Secretaria 26,63
Ambiente Reservado
aos Servidores
Administrativos
• 05 computadores,
• 06 mesas,
• 03 estabilizadores,
• 01 impressora
Brother DCP 8080
DN,
• 01 impressora
Brother DCP 8157
DN,
• 01 impressora
Lexmark T430,
• 10 armários com 04
gavetas,
• 04 armários com 02
portas,
• 02 armários com 4
portas,
• 03 condicionadores
de ar GREE.
Escrituração de
Documentos e demais
serviços
administrativos da
Unidade Escolar.
40 Sala dos pedagogos 10,64 Serviço Pedagógico
• 03 armários 02
portas,
• 01 armário 04
portas,
• 02 mesas de
madeira,
• 03 luminárias,
• 01 condicionador
de ar Gree.
Atendimento
Pedagógico
41 Circulação 46,86 Trânsito de pessoas Inexistente Trânsito de pessoas
42 Hall de entrada 13,78 Trânsito de pessoas Inexistente Trânsito de pessoas
43 Deposito 13,95 Diversos
• 02 armários de 02
portas,
• 03 prateleiras de
aço,
• 04 armários de 04
portas,
• 03 luminárias.
Depositar materiais
44 Circulação 37,42 Trânsito de pessoas Inexistente Trânsito de pessoas
2º PAVIMENTO
Nº DEPENDÊNCIA ÁREA/M² DESCRIÇÃO MOBILIÁRIO UTILIZAÇÃO
45 Hall 7,02 Trânsito de pessoas Inexistente Trânsito de pessoas
46
Laboratório de
Informática
79,28
Sala dos
Computadores
• 21 computadores,
• 01 quadro digital,
• 09 estabilizadores,
• 02 condicionadores
de ar Carrier,
• 01 condicionador
de ar Gree,
• 12 luminárias,
• 23 mesas de
computador,
• 23 cadeiras,
• 01 armário de 06
portas,
• 01 armário de 02
portas,
• 01 extintor de
incêndio.
Uso Diverso para o
Corpo Docente e
Discente.
47 Salão de vídeo 89,56 Auditório
• 13 luminárias,
• 76 cadeiras,
• 02 mesas de
computador,
• 01 quadro branco,
• 02 condicionadores
de ar Carrier,
• 01 tela de projeção.
Uso Diverso para a
comunidade
Escolar.
48 Circulação 86,9 Trânsito de pessoas Inexistente Trânsito de pessoas
49 Biblioteca 143,07 Biblioteca
• 20 luminárias,
• 03 condicionadores
de ar Carrier,
• 09 mesas redondas,
• 10 cabines de
estudo,
• 01 armário de 04
portas,
• 04 estantes
Ambiente de
consolidação do
ensino para a
comunidade
Escolar.
inclinadas,
• 25 cadeiras,
• 19 estantes de
livros,
• 02 organizadores de
livros,
• 03 mesas de
computador,
• 01 computador,
• 01 estabilizador,
• 01 extintor de
incêndio.
50 Deposito 5,55 Deposito
• 01 luminária.
Inexistente
51 Área de serviços 5,55 Área de serviços
• 01 pia,
• 01 saboneteira,
• 01 luminária,
• 01 armário com 02
portas.
Área de serviços
52
Sanitário feminino
alunas
11,35
Exclusivo para
Alunas
• 02 vasos sanitários,
• 02 pias,
• 01 luminária,
• 02 saboneteiras,
• 03 espelhos.
Necessidades
Íntimas
53
Sanitário masculino
alunos
11,35
Exclusivo para
Alunos
• 02 vasos sanitários,
• 02 pias,
• 01 luminária,
• 02 saboneteiras,
• 03 espelhos.
Necessidades
Íntimas
54
Laboratório
química/física/biologi
a
62,35
Laboratório
química/física/biologi
a
07 pias,
01 geladeira,
02 condicionadores
de ar Carrier,
10 mesas de
laboratório,
37 cadeiras,
01 quadro branco.
Laboratório
química/física/biologi
a
55 Sala de Música 60,06 Sala de Música
• 28 carteiras,
• 13 cadeiras,
• 12 mesas,
• 09 luminárias,
• 02 condicionadores
de ar,
• 01 quadro branco,
• 12 luminárias.
Sala de Música
1.10 PROJETOS PEDAGÓGICOS
A ESCOLA TÊM DESENVOLVIDO OS SEGUINTES PROJETOS:
Coordenadores de Pais:
Visto esta dificuldade de interação a escola foi contemplada com Projeto
“Coordenadores de pais”, onde uma pessoa da comunidade foi selecionada por
meio de processo seletivo para desenvolver este trabalho, na busca de aproximar a
família - escola, com atendimentos individualizados, reuniões e visitas domiciliares.
O projeto vem se desenvolvendo e já conseguimos notar uma maior presença da
família na vida escolar do aluno.
Esporte na escola:
Jogos inter-classes de vôlei, basquete, futebol. Com o objetivo de prepará-los para
os jogos na rede, a prática de esportes para saúde, visto que a maioria dos alunos
não são adeptos a prática de esportes.
Projeto Elza Sustentável:
O objetivo do mesmo é trabalhar a sustentabilidade, meio ambiente e principalmente
valorizar as riquezas do bairro e cidade.
 Conhecendo a Ilha das Caieiras
 Valorização da Vida – Os alunos participaram de palestras sobre as riquezas
ambientais da região da Grande São Pedro, oficinas para os alunos
aprenderem a confeccionar para ganho próprio, artesanatos, bijuterias,
maquiagem, decoração com balões, pipa, pirulitos de chocolate e sabão e
contou também com oficinas para a diversão, como o street dance capoeira,
xadrez, dominó e baralho. Foi desenvolvida também uma dança por turma
com temas infantis, e gincana com brincadeiras diversas.
ProjetoFames/Sedu–Música:
Oferecer a comunidade local, o acesso e aprendizado a diversos instrumentos
musicais, como violão, teclado, bateria, flauta, entre outros . As aulas são ofertadas
por professores selecionados e capacitados pela Faculdade de música do Espírito
Santo.
ProjetoInglês:
Implementado pela SEDU, os alunos foram selecionados pelo desempenho, notas e
faltas. O curso é oferecido na escola aos sábados.Projeto
Conhecendo o Nosso Brasil:
O objetivo do mesmo, e trabalhar de uma maneira lúdica, o nosso Brasil, mostrando
para os educando a grande diversidade cultural que temos em nosso Brasil. Cada
turma contará com o apoio de um professor que será responsável em ajudar na
elaboração do projeto, caberá a cada turma a elaboração de um stand onde
mostraram toda pesquisa sobre o estado destinado. Assim o desenvolvimento de
projetos, bem como a diversificação do atendimento à comunidade são estratégias
para aumentar o vínculo e garantir uma educação pública, gratuita, laica e de boa
qualidade.
Pré-Enem:
Foi implementado e ofertado com objetivo de dar suporte aos alunos que estão se
preparando para o Enem. São ministrados conteúdos de diversas disciplinas visando
um resultado satisfatório na prova e aprendizado dos conteúdos e também com
forma de sanar dúvidas.
Capoeira:
Aos sábados a escola está sempre aberta para aulas de capoeira oferecida a
comunidade em geral.
2. RELATO DAS AULAS OBSERVADAS
As aulas observadas foram dadas pelo professor de Sociologia. Foram ministradas,
na maior parte, oralmente, com o uso do quadro e não utilizando o livro didático
adotado pela SEDU. As aulas são de 55 minutos, uma vez por semana em cada
turma. Apesar de abordarem temas provocativos, os alunos demonstraram tédio e
pouco interesse.
Não achei que o problema da apatia às aulas fosse do professor, pelo contrário,
senti muita disposição e entusiasmo dele ao passar o conteúdo, mas há falta de
gerência e entrosamento do corpo pedagógico em geral na escola. Também faltou
estímulo didático e uma biblioteca organizada com livros suficientes. Infelizmente os
alunos não têm respeito algum pelo educador e são difíceis dominá-los dentro da
sala de aula.
As aulas observadas foram realizadas no período de 01 de outubro de 2013 até 08
de outubro de 2013, por mais de 20 horas, distribuídas nas turmas de 1º, 2º e 3º
Anos do Ensino Médio tanto do período Matutino (M), quanto Vespertino (V).
Aulas observadas nos 1º Anos Ensino Médio Vespertino e Matutino.
Número de aulas observadas: 10 aulas
Horas: 9 horas e 10 minutos.
Dias 01, 02, 03, 07 e 08 de outubro de 2013
O professor trabalhou com o tema: “Direitos, Cidadania e Movimentos sociais”.
De forma expositiva, ele falou brevemente sobre a importância desses três temas,
dando bastante atenção aos movimentos sociais que se iniciaram em São Paulo por
causa da tarifa de ônibus que até hoje se reflete nos grandes problemas políticos e
sociais brasileiros.
O professor trabalha colocando as carteiras em círculo e faz com que os alunos se
manifestem com suas ideias. Muitos deles acham que perdem tempo falando sobre
os assuntos abordados em sala, mas há alunos, ainda que poucos, que se
interessam em conhecer a origem e toda essa “guerra’ declarada pela população.
Esse resultado caótico me levou a entender o quanto o jovem, da escola observada,
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Projeto de intervenção

  • 1. FACULDADE MARIO SCHENBERG FABÍOLA MONTEIRO MOREIRA RELATÓRIO DE ESTÁGIO DA COMPLEMENTAÇÃO PEDAGÓGIA EM SOCIOLOGIA CARIACICA 2014
  • 2. FABÍOLA MONTEIRO MOREIRA RELATÓRIO DE ESTÁGIO DA COMPLEMENTAÇÃO PEDAGÓGICA EM SOCIOLOGIA Relatório de Estágio Supervisionado apresentado à Faculdade Mario Schenberg, para obtenção da habilitação para Licenciatura Plena em Sociologia. Professora Orientadora Elis Fabíula Leite Dolsan. . CARIACICA 2014
  • 3. SUMÁRIO APRESENTAÇÃO................................................. 04 1 - ANÁLISE DA ESCOLA..................................05 1.1 - IDENTIFICAÇÃO........................................... 1.2 - HISTÓRIA...................................................... 1.3 - PROPOSTA PEDAGÓGICA.......................... 1.4 - PERFIL DOS DISCENTES............................ 1.5 - PERFIL DOS DOCENTES............................. 1.6 - RELAÇÃO COM A FAMÍLIA-COMUNIDADE.. 1.7 - EQUIPE DE TRABALHO............................... 1.8 - NÍVEIS DE ENSINO OFERECIDOS.............. 1.9 - ESPAÇO FÍSICO........................................... 1.10 - PROJETOS PEDAGÓGICOS....................... 2 - RELATO DAS AULAS OBSERVADAS.............. 3 - RELATO DAS AULAS MINISTRADAS.............. 4 - PROJETODEINTERVENÇÃO...................... CONCLUSÃO........................................................ ANEXOS................................................................
  • 4. APRESENTAÇÃO A busca de conhecimento e de aprimoramento é inerente ao ser humano, que deseja sempre evoluir tanto profissionalmente quanto moralmente. Apesar de ser formada e habilitada no Direito sinto uma grande vontade de transmitir e trocar experiências com jovens e adultos. Com toda a bagagem de vida e conhecimento que carrego, inclusive pelos diversos dilemas diários vividos na advocacia, a Sociologia passou a ser um estudo importante,pois abrange todos os acontecimentos sociais, em especial, explica e dá embasamento àqueles que tive oportunidade de ver e sentir de perto, devido a profissão, como por exemplo, litígios ocorridos em famílias, entre vizinhos, em relação a pessoas que cometem furtos ou até roubos, e tantos outros problemas da nossa sociedade. A Sociologia me faz pensar numa dimensão maior, como se eu tivesse uma luneta e olhasse todos os pontos divergentes entre si, como pontos de luz no céu, e, devido a distância posso, hipoteticamente, ordená-los e simplificá-los sem os tornar tão pessoais e sim vê-los como problemas sociais, políticos e culturais. Estou muito empenhada em fazer a diferença aos jovens que estão alienados em muitas situações, como o consumo e a desumanização. Nós, como educadores, somos perfeitamente capazes de modificar, um pouco que seja, a forma de ver dos nossos educandos, não subestimando o quão longe podem chegar suas capacidades, inclusive a de pensar. Carrego comigo um jeito especial de abordar assuntos sérios em uma forma coloquial, linguisticamente adaptada para chegar no objetivo comprometido da melhor maneira. Minha meta é ser sempre conseguir que a minha disciplina seja compreendida, independentemente da classe social que esteja encarregada para desempenhar meu novo papel na sociedade - a de educadora. Agradeço ao IESES pela oportunidade de ter me acolhido e me proporcionado novos paradigmas na vida em geral, assim como agradeço a escola, a qual fiz estágio, que me recebeu com muito carinho e que me fez acreditar, ainda mais, que estou no rumo certo para alcançar a minha realização profissional e pessoal, pois agora acredito que esta é e sempre será a minha vocação.
  • 5. 1. ANÁLISE DA ESCOLA 1.1 IDENTIFICAÇÃO Nome: E.E.E.F.M. “ELZA LEMOS ANDREATTA” Endereço: Rua Amadeu Muniz Correa, S/N. Ilha da Caieiras – Vitória – ES Legalização: Ato de Criação da Escola: Portaria E – Nº 3134 de 13/05/1996 Turno de Funcionamento: Matutino, Vespertino e Noturno Horários: 07:00 às 12:00 h, 13:00 às 18:00 h, 18:10 às 22:20 h. Níveis de Ensino - Educação Básica: Ensino Médio Regular: Ato de Aprovação da Escola: Resolução CEE Nº 87/99 de 13/05/1996 Ensino Médio Educação Jovens e Adultos: Circular SEDU, Nº 27 de 25/07/2011 Ensino Fundamental e Alteração de EEEM para EEEFM: n.º de criação 078 – R, DE 30/07/2012. Diretora: Leonara Coutinho Marcolano – Portaria nº 927-5, DE 02/07/2012 1.2 HISTÓRIA A Escola Estadual de Ensino Fundamental e Médio “Elza Lemos Andreatta” – obteve seu Ato de Criação em 17/05/1995 sob o número de Portaria E, 2.134, aprovado pela Resolução CEE 87/99 de 11 de junho de 1999, publicado no Diário Oficial. Inicia-se com os cursos de Segundo Grau Não profissionalizante e o Técnico em Biblioteca. A sua origem é marcada e caracterizada historicamente pela luta das comunidades integradas da Grande São Pedro, de forma salutar, pois foi a partir da organização dessas comunidades que nasce a instituição “Elza Lemos Andreatta”. Dentro do contexto da luta popular, as comunidades da Grande São Pedro começaram perceber a necessidade de uma escola que atendesse a grande maioria dos alunos que concluía o 1º Grau, na época, portanto a construção de uma escola de 2º grau fazia-se imperiosa. Todos os jovens, pré-adolescentes e adolescentes que terminavam a 8ª série do 1º grau, eram forçados a estudar numa escola distante, propenso ao pagamento de passagens, o qual a muitos não tinham condições para tal. E, àqueles sem condições financeiras e também sem perspectivas de continuar os estudos, eram forçados a iniciarem vida laboriosa mais cedo. Porém, no próprio trabalho era exigida uma formação em nível de 2º grau (a partir de 1996, Ensino Médio), como
  • 6. escolaridade. Sob tal exigência, estes se submetiam a estudar em escolas distantes, ainda pior, no período noturno, após uma cansativa jornada de trabalho, fato que geralmente provocava desânimo e obrigatoriamente o abandono às aulas no decorrer do ano. É importante destacar, que as comunidades que compõem a Grande São Pedro, já traziam em sua existência a marca da luta pelos seus direitos em sua trajetória histórica. E, uniram-se mais uma vez, em busca da fundação e construção de uma escola de 2º grau (hoje Ensino Médio), que atendesse os filhos das famílias que formavam as comunidades da Grande São Pedro. Entre os moradores foram “escolhidas” algumas pessoas, constituindo-se uma grande comissão que representasse os interesses das comunidades. E, inúmeras foram as idas e vindas aos órgãos públicos, responsáveis pelo gerenciamento e oferta da educação. Portanto, são muitas as histórias que transversalizam a finalmente realização do sonho de se ter uma escola de 2º grau, hoje Escola Estadual de Ensino Fundamental e Médio “Elza Lemos Andreatta”. Após a comunidade conseguir a autorização para encontrarem um espaço físico para a implantação da escola, buscou-se um nome que representasse a comunidade. Sugeriu-se dentre vários nomes o da mãe de uma das líderes comunitárias - Graça Andreatta, professora que tanto se empenhou em prol de uma educação de qualidade. Inicialmente, o espaço físico escolhido, fora alugado pela Prefeitura Municipal de Vitória - PMV, que firmando um contrato de concordata com as comunidades e cedeu o espaço para funcionamento da escola. O prédio localizado na Ladeira Bezerra de Menezes, na Ilha das Caieiras, tornou-se pequeno diante do aumento da demanda oriunda das escolas municipais da Região de São Pedro. Atenta a situação e ao problema, as comunidades da região, mais uma vez não cruzaram os braços, e foram em busca de uma solução para a questão do espaço físico que atendesse a demanda – uma quantidade de alunos que deveriam ingressar no Ensino Médio, mas permaneciam fora da escola, quando não eram encontradas vagas em outras comunidades. A estrutura física da escola do período de 1995 a 1999, era minúscula e funcionava num prédio com contrato de comodato com o Centro Espírita Nossa Senhora da Conceição, na Ladeira Bezerra de Menezes, apenas ministrando-se aulas em dois turnos: matutino e noturno.
  • 7. Em 1999, conforme “sugerido” pela comunidade, o Governo Estadual e Secretaria de Educação, deliberaram sobre a compra de um terreno com aproximadamente 7.300 m², também na Ilha das Caieiras, na rua Amadeu Muniz Correia. No ano de 2000, a escola passou a funcionar no espaço alternativo, que havia sido utilizado por uma escola Municipal. Esse espaço foi comprado pelo Governador do Estado do Espírito Santo, na época o Dr. José Inácio, através da Secretaria Estadual de Educação, para instalação exclusiva e definitiva da escola. A EEEFM “Elza Lemos Andreatta” a partir do início do ano letivo de 2011 começou a funcionar nas instalações permanentes do novo prédio, contando com diversos espaços escolares. A construção é resultado do trabalho de perseverança da comunidade escolar, que buscaram e persistiram na discussão e debate em prol da necessidade da oferta de uma educação de qualidade e uma escola com espaço físico adequado e pedagogicamente estruturada, ilustrada nas palavras de Paulo Freire: O homem não participará ativamente da história da sociedade, da transformação da realidade e mais ainda da sua própria capacidade de transformá-la. É preciso que se faça, pois, desta tomada de consciência, o objetivo primeiro de toda educação: provocar e criar condições para que se desenvolva uma atitude de reflexão crítica, comprometida com ação.” (1979, p. 94) 1.3 PROPOSTA PEDAGÓGICA 1.3.1 MISSÃO Não há ensino sem pesquisa e pesquisa sem ensino. E cabe ao professor continuar pesquisando para que seu ensino seja propício ao debate e a novos questionamentos. A pesquisa se faz importante também, pois nela se cria o estímulo e o respeito à capacidade criadora do educando. Daí a apresentação de postulados do livro “Pedagogia da autonomia” (FREIRE) e a concepção de sequências didáticas como princípios pedagogicos para o trabalho educativo da equipe pedagógica da EEEFM Elza Lemos Andreatta:  A humanização do professor como norteador do processo sócio-educativo, construindo uma consciência crítica com relação à manipulação política que fazem com todas as camadas sociais, mas sobretudo com as de baixa renda. Agindo em favor de uma sociedade mais justa e igualitária, de uma formação
  • 8. crítica e consciente dos estudantes que, além de educar, estará formando para um futuro melhor, é que esta obra se faz imprescindível.  A reflexão crítica sobre a prática educativa, sem a qual a teoria pode se tornar apenas discurso e a prática uma reprodução alienada, sem questionamentos. Defende ainda que a teoria deve ser adequada à prática cotidiana do professor, que passa a ser um modelo influenciador de seus educandos, ressaltando que na verdadeira formação docente devem estar presentes a prática da criticidade ao lado da valorização das emoções.  O ensinar a pensar certo, sendo a prática educativa em si um testemunho rigoroso de decência e pureza. Para Freire, faz parte do pensar certo a "disponibilidade ao risco, a aceitação do novo e a utilização de um critério para a recusa do velho", estando presente a rejeição a qualquer tipo de discriminação.  O testar a experiência de assumir-se como um ser histórico e social, que pensa, que critica, que opina, que tem sonhos, se comunica e que dá sugestões. Acredita que a educação é uma forma de transformação da realidade, que não é neutra e nem indiferente mas que tanto pode destruir a ideologia dominante como mantê-la.  O respeito aos saberes do educando. A construção de um conhecimento em parceria com o educando depende da relevância que o educador dá ao contexto social.  A construção do conhecimento pelos educandos como parte de um processo em que professor e aluno não se reduzam à condição de objeto um do outro, porque “ensinar não é transferir conhecimento, mas criar as possibilidades para a sua própria produção ou a sua construção”. Com essa abordagem, é importante destacar que a presente proposta pedagógica está indissociavelmente relacionada aos pressupostos teóricos do Currículo Básico Comum da Escola Estadual do Espírito Santo. Acredita-se que os “princípios representam a base e o fundamento que subsidiam a política educacional de escolarização de crianças, jovens e adultos capixabas” (CBC, 2009, p.22), e, com este pensamento assume-se o compromisso de colocar o educando como referência e foco de todo o processo educativo, implicando o trabalho por competências e habilidades, incluindo na metodologia de trabalho a “sequência didática”.
  • 9. Competências e habilidades: O documento CBC (2009, p. 28) pontua que “as orientações contidas nos principais documentos de referência do Ministério da Educação (MEC), como é o caso do PCN e do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), contemplam uma organização por competências e habilidades”. As competências são entendidas como a “capacidade de agir em situações previstas e não previstas, com rapidez e eficiência, articulando conhecimentos tácitos e científicos a experiências de vida e laborais vivenciadas ao longo das histórias de vida” (KUENZER, 2004, apud CBC, 2009, p. 28). As habilidades são entendidas como desdobramentos das competências, como parte que as constituem. Comumente, expressam a forma de o aluno conhecer, fazer, aprender e manifestar o que aprendeu. As sequências didáticas: A sequência considera a importância das intenções educacionais na definição dos conteúdos de aprendizagem e o papel das atividades que são propostas. Alguns critérios para análise das sequencias reportam que os conteúdos de aprendizagem agem explicitando as intenções educativas, podendo abranger as dimensões: conceituais procedimentais e atitudinais. O que propõe alguns questionamentos relevantes para o professor ao planejar suas ações:  na sequência há atividades que nos permitam determinar os conhecimentos prévios?;  nas atividades planejadas, os conteúdos são propostos de forma significativa e funcional?;  as atividades estão adequadas ao nível de desenvolvimento de cada aluno?;  as atividades apresentam um desafio alcançável?;  as atividades provocam um conflito cognitivo e promovem atividades motivadoras em relação à aprendizagem dos novos conteúdos?; A EEEFM “Elza Lemos Andreatta” desenvolve grupos de estudos, com a perspectiva de melhorar a prática pedagógica da escola. Ainda para concretização do processo consistente da qualidade de ensino, a escola pretende desenvolver planejamentos integrados, de acordo com as possibilidades de tempo e espaço pedagógico,
  • 10. iniciadas através do plano de formação continuada quinzenal, para aprofundar a reflexão sobre a prática pedagógica e a organização de ações que contribuam para desenvolver o senso crítico, de respeito aos valores sociais, éticos e morais, a igualdade, a solidariedade e o respeito por si mesmo, que hoje é uma preocupação da equipe gestora.  ações Desenvolvidas pelos Pedagogos;  acompanhamento das turmas / alunos;  avaliação diagnóstica;  acompanhamento do conselho de classe;  palestra de incentivo aos estudos;  atendimento a alunos com dificuldades de aprendizagem, com a sua inclusão no processo educativo;  parceria com Promotoria Pública e Conselho Tutelar;  recuperação paralela;  acompanhamento e encaminhamento de casos especiais: indisciplinas, desvios comportamentais, problemas de aprendizagem;  acompanhamento do rendimento dos alunos, nos casos de baixo rendimento, procurar os pais ou responsáveis;  solicitar a participação da família sempre que necessário;  ficha de acompanhamento do rendimento do aluno;  atendimento a pequenos grupos;  incentivo na participação de Projetos, gincanas, concursos, avaliações externas e internas;  prevenção e acompanhamento da evasão escolar;  leitura do informativo dos alunos, enfatizando os direitos e deveres, a consciência da liberdade, responsabilidade e respeito;  identificar as dificuldades dos alunos e buscar soluções conjuntas para os mesmos;  acompanhar a frequência escolar dos alunos; para assim reduzir o índice de evasão em parceria com a coordenadora de pais.  prestar atendimento individual e ou grupal com vista à orientação vocacional;
  • 11. O desafio de transformar a escola num espaço onde se vivencia a plenitude da democracia implica a construção de uma política pública que contemple a participação efetiva dos diversos atores sociais do universo escolar – diretores, professores, alunos, pais e comunidade – na formulação e na implementação da gestão democrática. Esse processo deve acontecer de maneira harmoniosa. Mas não pode pretender que a união em torno da democracia dentro dos colégios elimine conflitos ou divergências. Eles são parte intrínseca dessa construção e devem ser enfrentados. Somente com estruturas gestoras fortalecidas, poderão consolidar princípios, métodos, práticas e relações de gestão tanto eficientes quanto democráticas. Isso possibilitará uma nova relação de poder dentro dos estabelecimentos de ensino que será essencial para a construção de um projeto escolar comprometido com a qualidade, no qual questões como repetência contará com a participação de todos os atores envolvidos, esses, com base nas possibilidades disponíveis em sua realidade, buscarão soluções conjuntas para os problemas. A presença e o trabalho da direção da escola alicerçam-se na ideia de que no campo pedagógico, como em todos os setores das inter-relações humanas, necessita-se de um trabalho sistematizado onde a hierarquia aí presente na sua significância maior traduz-se num estágio de organização para assim haver uma somatória de ideias que corroborarão com a proposta pedagógica ou projeto de trabalho ali reverendado. A direção ainda contribui para que no espaço pedagógico construa-se caminhos que levem a um conhecimento significativo onde a ideia predominante seja o aluno como sujeito de seu aprendizado, subsidiado por uma ação pedagógica eficaz e responsável. A participação do estudante na escola deve ser estimulada ao máximo, para tanto, é fundamental incentivar o aluno a participar de todo o processo educativo, buscando o auto-conhecimento e da interlocução com outros partícipes da escola, até mesmo sobre os projetos pedagógicos e sobre a utilização racional dos recursos. Assim, a noção de democracia estará nascendo dentro de cada estudante a partir de seu próprio cotidiano dentro do ambiente escolar.
  • 12. 1.3.2 OBJETIVOS: De acordo com os artigos do Regimento Comum das Escolas da Rede Estadual de Ensino do Estado do Espírito Santo que preceituam: Art. 6º A educação na rede pública estadual é inspirada nos princípios de liberdade e nos ideais de solidariedade humana e tem por finalidade o pleno desenvolvimento do educando no preparo para o exercício da cidadania e na qualificação para o trabalho. Art. 7º A unidade de ensino tem por objetivo implementar e acompanhar a execução da Proposta Pedagógica, elaborada com todos os segmentos da comunidade escolar, em observância aos princípios democráticos e submetida à aprovação da Supervisão Pedagógica da Superintendência Regional de Educação. Art. 8º O ensino nas unidades da rede pública estadual é ministrado com base nos seguintes princípios: I - igualdade de condições para acesso e permanência na unidade de ensino; II - liberdade de aprender, ensinar, pesquisar e divulgar a cultura, o pensamento, a arte e o saber; III - pluralismo de ideias de concepções pedagógicas; V - respeito à liberdade e apreço à tolerância; V - gestão democrática e participativa; VI - valorização do profissional da educação; VII - garantia do padrão de qualidade; VIII - valorização da experiência extraescolar; IX - vinculação entre a educação escolar, o trabalho e as práticas sociais; X - reconhecimento e respeito às culturas da comunidade local; XI - reconhecimento e valorização das múltiplas inteligências. Objetivos do Ensino Fundamental: Conforme o artigo 11 do Regimento Comum das Escolas da Rede Estadual de Ensino do Estado do Espírito Santo que preceitua:  O ensino fundamental, obrigatório e gratuito, com duração de 9 (nove) anos, tem por objetivos:  o desenvolvimento da cognição tendo como meio básico o pleno domínio da leitura, da escrita e do raciocínio lógico;
  • 13.  a compreensão do ambiente natural e sociocultural, dos espaços e das relações socioeconômicas e políticas, da tecnologia e seus usos, das artes, do esporte, do lazer e dos princípios em que se fundamenta a sociedade;  o fortalecimento do vínculo com a família e da humanização das relações em que se assenta a vida social;  a valorização da cultura local e/ou regional e as múltiplas relações com o contexto nacional e/ ou global;  o respeito à diversidade étnica, cultural e socioeconômica sem preconceito de origem, raça, cor, sexo, credo, idade e quaisquer outras formas de discriminação. Objetivos do Ensino Médio: O ensino médio, conforme o artigo 12 do Regimento Comum das Escolas da Rede Estadual de Ensino do Estado do Espírito Santo: Art. 12 O ensino médio, etapa final da Educação Básica, obrigatório e gratuito, com duração mínima de 3 (três) anos, tem por objetivos: I - a consolidação e o aprofundamento dos conhecimentos adquiridos no ensino fundamental, possibilitando o prosseguimento dos estudos; II - a formação que possibilite ao educando, no final do curso, compreender o mundo em que vive, em sua complexidade, para que possa nele atuar com vistas à sua transformação; III - o aprimoramento do educando como cidadão consciente, incluindo a formação ética, o desenvolvimento da autonomia intelectual e do pensamento crítico; IV - a compreensão do conhecimento historicamente construído, nas dimensões filosófica, artística, científica e tecnológica e a interdependência nas diferentes disciplinas. Objetivos da disciplina de Sociologia: Possibilitar o desenvolvimento de “uma atitude sociológica” que permita ao aluno compreender-se como “um ser social”, compreender “fenômenos sociais de seu cotidiano contexto dos arranjos sociais, culturais, políticos e econômicos vigentes”, local e globalmente, e ainda “adquirir uma consciência crítica” ou o que chamamos de “um pensamento alargado e plural” que lhe oriente a agir como um “agente de transformação” na luta por uma sociedade menos desigual, pela melhoria das condições socioambientais, pelo direito à igualdade econômica e à diferença
  • 14. cultural, pelo trabalho digno e criativo e por uma vida afirmativa e humanizada, em sociedades globalizadas, midiatizadas, paradoxais e complexa. Objetivos da Educação de Jovens e Adultos (EJA): Conforme o artigo 14 do Regimento Comum das Escolas da Rede Estadual de Ensino do Estado do Espírito Santo que preceitua: Art. 14 A oferta da modalidade Educação de Jovens e Adultos – EJA –, nas etapas fundamental e médio, tem por objetivos: I - assegurar o direito à escolarização àquele que não teve acesso ou continuidade de estudo na idade própria; II - garantir a igualdade de condição para o acesso e a permanência na unidade de ensino; III - ofertar educação igualitária e de qualidade, numa perspectiva processual e formativa; IV - assegurar oportunidade educacional apropriada, considerando as características do educando, seu interesse, condição de vida e de trabalho; V - respeitar o ritmo próprio de cada educando no processo ensino- aprendizagem. Objetivos da Educação Especial: Conforme o artigo 25 do Regimento Comum das Escolas da Rede Estadual de Ensino do Estado do Espírito Santo que preceitua: Art. 25 A oferta da educação especial é realizada nas salas de recursos de maneira articulada com o ensino regular, perpassando todos os níveis, etapas e modalidades, assegurando estratégias que promovam a acessibilidade ao espaço físico e ao processo de ensino-aprendizagem. § 1.º Entende-se por salas de recursos os ambientes dotados de equipamentos, mobiliários e materiais didáticos e pedagógicos, destinados à oferta do atendimento educacional especializado aos educandos matriculados na rede regular pública de ensino que apresentem defi ciência, transtornos globais do desenvolvimento ou altas habilidades/superdotação. § 2.º Para atuar nas salas de recursos, é exigida do professor formação especializada na respectiva área da educação especial. Art. 26 Para o atendimento educacional especializado, deve a unidade de ensino se organizar de forma a: I - prover condições de acesso, participação e aprendizagem na classe comum; II - garantir a transversalidade das ações da educação especial na classe comum;
  • 15. III - fomentar o desenvolvimento de recursos didáticos e pedagógicos que eliminem as barreiras no processo de ensino-aprendizagem; IV - assegurar a articulação das ações pedagógicas desenvolvidas no AEE e em classe comum; V - assegurar condições para a continuidade de estudos nos demais níveis e etapas de ensino. 1.3.3 BASE TEÓRICA: É axiomático afirmar que o homem é um ser de adaptação e transformação no mundo, em consonância com o tempo, o espaço e as condições sócio-econômica, cultural e política. Nesse sentido, a escola posiciona-se na condição de atender aos alunos na perspectiva de busca permanente da construção de si mesmo e do conviver, atendendo os preceitos dos Pilares da Educação e ancorados no CBC. Também tem como princípio despertar a consciência crítica e transformadora do educando - homem sujeito capaz de adaptar, operar e transformar o mundo em que vive. Portanto, a filosofia é priorizar a melhoria da qualidade de ensino, relação família e escola e a formação continuada de toda a equipe escolar. Para isso a escola busca superar a metodologia da transmissão de conteúdos, pautada apenas na aula magistral - expositiva, para uma ação pedagógica dinâmica, construtivista e sócio-interacionista, pautada sim, na transformação educacional e atitudinal que promova a formação de indivíduos mais críticos e autônomos, capazes de construir seu próprio conhecimento, podendo assim exercer plenamente sua cidadania. Faz-se necessário destacar novos caminhos, novos projetos que provoquem inovações e mudanças de comportamento nos educadores e nos educandos. Todo o conhecimento construído pela humanidade seja científico, cultural e também “senso comum” será alvo de estudos, discussões e pesquisas, na perspectiva de superar alguns equívocos pedagógicos: memorização excessiva de conceitos descontextualizados, “cópias” denominadas de “pesquisa”, “cartazes de datas comemorativas”, entre outras atividades, substituindo o pensar dos “fatos históricos”, a construção no pensar e fazer, o que alija o aluno da criticidade, da exploração reflexiva tão necessária à máxima da educação deste século: “ensinar a pensar”, preceitos estabelecidos no CBC, demarcados nos princípios norteadores: o reconhecimento da diversidade na formação humana e a aprendizagem como direito do educando.
  • 16. O quadro teórico para possibilitar a prática reflexiva, o trabalho pedagógico na perspectiva da tipologia de conteúdos: conceitual, procedimental e atitudinal. Assim, será embasada em pensadores, dentre outros Paulo Freire, Libâneo, Zabala, Perrenoud, Piaget, Vygotsky, etc. Jean Piaget (1896-1980), psicólogo e biólogo suíço, considerado pai do Construtivismo, que é uma das correntes teóricas empenhadas em explicar como a inteligência humana se desenvolve partindo do princípio de que o desenvolvimento da inteligência é determinado pelas ações mútuas entre o indivíduo e o meio. Parte- se da idéia é que o homem não nasce inteligente, mas também não é passivo sob a influência do meio, isto é, ele responde aos estímulos externos agindo sobre eles para construir e organizar o seu próprio conhecimento, de forma cada vez mais elaborada. Não nos definindo como construtivistas, mas acreditando nas possibilidades teóricas que Jean Piaget discute e apresenta, nos apropriamos destes conhecimentos para pensar e tentar organizar um ambiente de ensino com características construtivistas, onde o professor conceba o conhecimento sob a ótica levantada por Piaget, ou seja, que todo e qualquer desenvolvimento cognitivo só será efetivo se for baseado em uma interação muito forte entre o sujeito e o objeto. É imprescindível que se compreenda que sem uma atitude do objeto que perturbe as estruturas do sujeito, este não tentará acomodar-se à situação, criando uma futura assimilação do objeto, dando origem às sucessivas adaptações do sujeito ao meio, com o constante desenvolvimento de seu cognitivismo. Lev Semenovich Vygotsky, autor soviético, nasceu em 1896, na Bielo- Rússia, e faleceu prematuramente aos 37 anos de idade. Vygotsky foi um dos teóricos que buscou uma alternativa dentro do materialismo dialético para o conflito entre as concepções idealista e mecanicista na Psicologia. Um pressuposto básico da obra de Vygotsky é que as origens das formas superiores de comportamento consciente, como o pensamento, a memória, a atenção voluntária etc, são formas que diferenciam o homem dos outros animais e devem ser achadas nas relações sociais que o homem mantém. Mas Vygotsky não via o homem como um ser passivo, conseqüência dessas relações. Entendia o homem como ser ativo, que age sobre o mundo, sempre em relações sociais, e transforma essas ações para que constituam o funcionamento de um plano interno.
  • 17. Para Vygotsky, a aprendizagem sempre inclui relações entre as pessoas, isto é, uma relação do indivíduo com o mundo que está sempre mediada pelo outro. Não há como aprender e apreender o mundo se não tivermos o outro, aquele que nos fornece os significados que permitem pensar o mundo a nossa volta. Ele defende a idéia de que não há um desenvolvimento pronto e previsto dentro de nós que vai se atualizando conforme o tempo passa ou recebemos influência externa. O desenvolvimento não é pensado como algo natural nem mesmo como produto exclusivo da maturação do organismo. Mas, com um processo em que estão presentes a maturação do organismo, o contato com a cultura produzida pela humanidade e as relações sociais que permitem a aprendizagem . Zabala (1998) afirma que a finalidade da escola é promover a formação integral dos alunos, criticando com isso, as ênfases atribuídas ao aspecto cognitivo em detrimento a outros aspectos. Para ele, é na instituição escolar, através das relações construídas a partir das experiências vividas, que se estabelecem os vínculos e as condições que definem as concepções pessoais sobre si e os demais. A partir dessa posição ideológica acerca da finalidade da educação escolarizada, é conclamada a necessidade de uma reflexão profunda e permanente da condição de cidadania dos alunos, e da sociedade em que vivem. Sobre os conteúdos da aprendizagem, seus significados são ampliados para além da questão do que ensinar, encontrando sentido na indagação sobre por que ensinar. Deste modo, acabam por envolver os objetivos educacionais, definindo suas ações no âmbito concreto do ambiente de aula. Esses conteúdos assumem o papel de envolver todas as dimensões da pessoa, caracterizando as seguintes tipologias de aprendizagem: factual e conceitual (o que se deve aprender?); procedimental (o que se deve fazer?); e atitudinal (como se deve ser?). Sobre a concepção de aprendizagem, o autor afirma que não é possível ensinarmos sem nos determos nas referências de como os alunos aprendem, chamando a atenção para as particularidades dos processos de aprendizagem de cada aluno (diversidade). O construtivismo é eleito como concepção metodológica em virtude da validação empírica de uma série de
  • 18. princípios psicopedagógicos: os esquemas de conhecimento; o nível de desenvolvimento e dos conhecimentos prévios, e a aprendizagem significativa. Ainda segundo Antoni Zabala “um dos objetivos de qualquer bom profissional consiste em ser cada vez mais competente em seu ofício” (1998, p. 13), nesse sentido a proposta da escola em pontuar como preceitos filosóficos e pedagógicos as idéias deste autor, é por também acreditarmos que a melhoria do processo de ensino e aprendizagem se dá mediante o conhecimento e a experiência, a teoria e a prática; ou seja, uma atuação profissional baseada no pensamento prático, porém com capacidade reflexiva. É neste contexto que resgatamos as características diferenciais das práticas educativas, na perspectiva de superação de modelos mais tradicionais da “aula magistral”, por exemplo, passando pelos métodos de “projetos de trabalho global” para a utilização das “sequências didáticas” – que são “um conjunto de atividades ordenadas, estruturadas e articuladas para a realização de certos objetivos educacionais, que têm um princípio e um fim conhecidos tanto pelos professores como pelos alunos (ZABALA, 1998, p. 18). Paulo Reglus Neves Freire educador brasileiro que se destacou por seu trabalho na área da educação popular, voltada tanto para a escolarização como para a formação da consciência. É considerado um dos pensadores mais notáveis na história da pedagogia mundial, tendo influenciado o movimento chamado pedagogia crítica. Nascido em 19 de setembro de 1921 de pais de classe média no Recife, Brasil, Paulo Freire conheceu a pobreza e a fome durante a depressão de 1929, uma experiência que o levaria a se preocupar com os pobres e o ajudaria a construir seu método de ensino particular. Freire entrou para a Universidade do Recife em 1943, para cursar a Faculdade de Direito, mas também se dedicou aos estudos de filosofia da linguagem. Apesar disso, ele nunca exerceu a profissão e preferiu trabalhar como professor numa escola de segundo grau ensinando a língua portuguesa. Em 1964, um golpe militar, Freire foi encarcerado como traidor por 70 dias. Em seguida ele passou por um breve exílio na Bolívia, trabalhou no Chile por cinco anos para o Movimento de Reforma Agrária da Democracia Cristã e para a Organização de Agricultura e
  • 19. Alimentos da Organização das Nações Unidas. Em 1967, Freire publicou seu primeiro livro, Educação como prática da liberdade. Posteriormente publicou “Pedagogia da autonomia”, o qual resgatamos alguns tópicos, na perspectiva de suscitar o espírito pesquisador do professor e do aluno, estabelecendo como princípios pedagógicos do projeto político pedagógico/proposta pedagógica da escola. 1.3.4 METODOLOGIA: A escola norteia o desenvolvimento dos seus trabalhos pelas diretrizes estabelecidas pela LDB 9394/96 e o Currículo Básico das escolas Estaduais do Estado do Espírito Santo nos conceitos de Competências e Habilidades, bem como a listagem de Conteúdos a serem desenvolvidos. Os Planos de Ensino, são elaborados trimestralmente pelos professores, com assessoria do Pedagogo, são organizados observando o que orienta o Currículo Básico do Estado do Espírito Santo. Os conteúdos são desenvolvidos com aplicação de metodologias diferenciadas utilizando-se de recursos diversos tais como: aulas expositivas e teóricas; ; pesquisa (individual ou em grupo); aulas práticas com realização de atividades experimentais; seminários; teatro, música, danças/coreografias, livros didáticos, jogos didáticos; textos informativos de revistas, jornais, reportagens de TV; produção de textos e relatórios de análises de temas abordados; pesquisas de campo; confecção de maquetes, mapas; confecção de painéis; exposição de trabalhos; feiras interdisciplinares; desenhos, histórias em quadrinhos, leituras/releituras de imagens. Utilizando também das tecnologias e espaços disponíveis na escola: laboratório de Informática, data-show, laboratório de ciências, sala dos espelhos, auditório. No laboratório de Ciências a metodologia é baseada na experimentação, com orientação sistemática do professor, e após sua realização, os alunos fazem debate e registros do que aprenderam. No laboratório de informática a metodologia básica é a de pesquisa, orientada para sites seguros, conforme planejamento do professor. Tudo feito com o intuito de tornar as aulas mais instigantes e apreciativas, motivando os alunos, comunicando de forma prática, ensinando e aprendendo ludicamente. Integram-se aos conteúdos das diversas áreas, ao longo de todo ano letivo, a realização de projetos de modo a promover a interdisciplinaridade. E também referentes a História e Cultura Afro-brasileira e Povos Indígenas.
  • 20. Os alunos têm a efetiva participação no desenvolvimento dos mesmos, bem como de outros temas de interesse e pertinentes, de forma que o aluno se aproprie dos conhecimentos propostos e/ou apresente suas pesquisas e demais atividades pedagógicas. Os descritores do PAEBES e a matriz de referência do ENEM são trabalhados em sala de aula com os alunos em conformidade com o Currículo, os alunos são estimulados e orientados para o Enem, através de aulões e cursos no contraturno que a escola oferece em conjunto com a Sedu. Os professores também utilizam as aulas de campo, para aproximar o aluno da realidade estudada, entendemos que quando o aluno coloca significado no que aprende, ou seja, faz a relação da teoria com o mundo real, então, acontece a assimilação dos conteúdos. Dessa forma, tentamos desenvolver uma proposta metodológica de trabalho para que as aulas não se tornem apenas reprodução de conteúdos, mas possibilidades de reflexão e construção de conhecimentos, integrando teoria e prática. 1.3.5 SISTEMA DE AVALIAÇÃO: A participação do estudante na escola deve ser estimulada ao máximo, para tanto, é fundamental incentivar o aluno a participar de todo o processo educativo, buscando o auto-conhecimento e da interlocução com outros partícipes da escola, até mesmo sobre os projetos pedagógicos e sobre a utilização racional dos recursos. Assim, a noção de democracia estará nascendo dentro de cada estudante a partir de seu próprio cotidiano dentro do ambiente escolar. A avaliação como um dos elementos integrante da proposta curricular e como tomada de decisões direcionadas para o aprimoramento das práticas pedagógicas são questões-chave para o processo de ensino e aprendizagem. Se por um lado sabe-se que mudanças na definição de objetivos, na maneira de conceber a aprendizagem, na interpretação e na abordagem dos conteúdos implicam repensar as finalidades da avaliação, por outro lado também se sabe que é por meio dela que se revelam as incoerências pedagógicas. Portanto, a prática pedagógica efetivamente exercida e a avaliação praticada são atividades inseparáveis que se condicionam mutuamente. Nesse sentido, é importante ressaltar que embora ainda não seja amplamente praticada, a avaliação formativa está muito difundida e, no plano das
  • 21. representações, há “consenso” em relação a sua relevância e à compreensão de seus aspectos mais importantes, a se considerar no processo de avaliação aprendizagem, do desempenho docente, da proposta pedagógica e da instituição, a saber:  considerar a aprendizagem um amplo processo, em que o aluno reestrutura seu conhecimento por meio das atividades que lhe são propostas;  buscar estratégias e sequências didáticas adequadas às condições de aprendizagem dos alunos;  ampliar os conhecimentos do professor sobre os aspectos cognitivos do aluno; compreender como ele aprende;  identificar as representações mentais e as estratégias que o aluno utiliza para resolver uma situação de aprendizagem;  interpretar os erros não como deficiências pessoais, mas como manifestação de um processo de construção;  a construção do conhecimento supõe a superação dos erros, por um processo sucessivo de revisões críticas;  considerar os erros como objetos de estudo, uma vez que eles revelam as representações e estratégias dos alunos;  diagnosticar as dificuldades dos alunos e ajudá-los a superá-las;  evidenciar aspectos de êxito nas aprendizagens; Considerando tal concepção, busca-se em Hoffmann (1993), base teórica, quando a mesma afirma que a avaliação configura-se como mito e desafio. Isto porque, a construção histórica que os educadores possuem sobre o processo de avaliação é consequência da estória de vida dos mesmos. Daí a concepção que permeia suas práticas avaliativas. Afirma a autora: “o mito é decorrente de sua prática” (p. 27). Essa concepção de avaliação como julgamento de resultados é o reflexo do modelo de avaliação vivenciado como aluno no decorrer do curso de formação inicial e consequentemente praticado como professor. Ilustra sua fala com registros de exemplos de situações relatadas por professores, durante palestras e encontros realizados. Nesses relatos é possível perceber uma concepção reducionista da avaliação, onde a ação avaliativa é um procedimento que ocorre num momento específico e pré-estabelecido, para atender apenas uma exigência formal da
  • 22. secretaria, como os registros dos resultados do desempenho do alunado durante o bimestre, semestre ou ano letivo. Percebe-se também, na fala destes professores uma contradição entre o discurso e a prática, o que induz a autora a escrever: “Embora os professores ainda relacionem estreitamente a ação avaliativa a um a prática de provas finais e atribuição de graus classificatórios (coerente a uma concepção sentenciva), criticam eles mesmos o significado dessa prática nos debates em torno do assunto” (HOFFMANN, 1993, p. 28 ). Segundo a legislação educacional a avaliação da aprendizagem é um procedimento sistemático, contínuo e cumulativo, inerente ao processo ensino-aprendizagem, com prevalência dos aspectos qualitativos sobre os quantitativos e dos resultados obtidos ao longo do período sobre os resultados finais. E, não há como desenvolver uma avaliação progressista, avançada, se a prática pedagógica adotada possuir uma postura conservadora. Da mesma forma, quando se adota uma proposta pedagógica progressista, avançada, a avaliação da aprendizagem se desenvolverá naturalmente dentro desta mesma linha. Se, ao contrário, a escola adota uma proposta pedagógica transformadora, buscará privilegiar o processo da construção do conhecimento realizado pelo aluno. É esta a concepção da Proposta Pedagógica da Escola Estadual de Ensino Fundamental e Médio “Elza Lemos Andreatta”. A avaliação que mede, que classifica, não consegue avaliar o ser humano integralmente formado. Esta é outra razão pela qual, a escola adota a concepção progressista, ou seja, não seria possível adotar os parâmetros classificatórios na avaliação formativa. Ao contrário de medir, a prática progressista realiza um diagnóstico de como está se dando a aprendizagem? Como aprendeu? O que não aprendeu? Por que não aprendeu? Visando a diagnosticar quais foram os procedimentos que o aluno adotou para chegar em uma determinada resposta, para formular determinado conceito. Nessa lógica, o erro não pode ser passível de punição, ele integra o percurso do aluno rumo à sua aprendizagem. Por isso em uma prática pedagógica emancipadora, há lugar para a avaliação investigativa e processual, jamais para a classificatória. A avaliação deve ter o caráter de investigação dos progressos e das dificuldades dos alunos, para se efetivar um projeto de trabalho para o aluno, ou seja, ela deixa se ser um fim em si mesma e se torna um meio de alcançar os objetivos propostos.
  • 23. A identificação dos progressos e avanços do aluno leva à alteração de sua auto- estima, condição indispensável para que o aluno aprenda. A elevação da auto- estima produz também outros efeitos não menos importantes, como o interesse e a motivação na construção do conhecimento, além do desenvolvimento do prazer intelectual, tão necessário à formação do contínuo aprendiz. Por outro lado, a identificação das dificuldades, realizada numa ação dialógica entre professor e aluno, deve levar a providências imediatas para saná-las. Nessas perspectivas, a avaliação da aprendizagem do educando deve ser realizado por meio de instrumentos diversificados, cuja elaboração está a cargo do professor, sob orientação do pedagogo, e na observação da participação efetiva do aluno nas atividades da sala de aula, e como processo de avaliação da aprendizagem deve ser norteado pelos seguintes objetivos:  promover padrões de qualidade de ensino que garantam o aprendizado, a permanência e o sucesso escolar do aluno;  identificar problemas, pontos de estrangulamento, dificuldades, de modo a orientar ações para sua superação;  reorientar as ações pedagógicas com vistas a melhorar o processo de ensino- aprendizagem. Também Neder (1996) considera a avaliação como uma prática educativa que deve ser compreendida como uma atividade política, cuja principal função é a de propiciar subsídios para tomada de decisões quanto ao direcionamento das ações em determinado contexto educacional. Portanto, ao organizar uma proposta de trabalho, faz-se necessário pensar em mecanismos de avaliação como tentativa de garantir qualidade do trabalho e as condições para o replanejamento das ações educativas. Os mecanismos avaliativos devem atender todos os aspectos do processo, bem como todos os envolvidos e todas as ações, como por exemplo, a avaliação do professor, sua prática, a avaliação da instituição pelos pais e comunidade, pelos professores e alunos, e especificamente a avaliação desta proposta. Avaliação da aprendizagem: Um dos aspectos mais complexos e polêmicos em educação é a avaliação da aprendizagem. Sua complexidade decorre do fato de que não pode ser vista descontextualizada da prática pedagógica. Se a prática pedagógica é
  • 24. transformadora, a avaliação tenderá a ser transformadora e construtiva e passa a se caracterizar como diagnóstica, processual e contínua. Se for tradicional, certamente a avaliação será conservadora, visará medir o quanto o aluno sabe por meio de uma abordagem quantitativa, classificatória e periódica. Todo o processo avaliativo se efetivará numa seqüência de atividades, buscando garantir a evolução dos aspectos cognitivos, afetivos e sociais dos alunos perante o também processo do ensino e da aprendizagem. Conforme especificado abaixo nos artigos 152 ao 181 do Regimento Comum das Escolas Estaduais: A avaliação no ensino fundamental e médio, independentemente da modalidade de oferta, deve abranger, no mínimo, os seguintes aspectos:  avaliação do aproveitamento escolar e da assiduidade do educando;  avaliação do desempenho do professor e dos pedagogos;  avaliação institucional. A avaliação do processo de ensino-aprendizagem, responsabilidade da unidade de ensino e do professor, deve ser realizada de forma contínua e cumulativa do desempenho do educando, inter-relacionada com o currículo, focalizando os diversos aspectos do desenvolvimento do educando, com prevalência dos aspectos qualitativos sobre os quantitativos e dos resultados ao longo do período letivo sobre os de eventuais provas finais. A avaliação é realizada em função dos conteúdos, utilizando métodos e instrumentos diversificados, coerentes com as concepções e finalidades educativas expressas na proposta pedagógica da unidade de ensino. Na verificação do aproveitamento escolar, além dos dispositivos legais, devem-se observar:  trimestralmente, a utilização de, no mínimo, três momentos de avaliação mediante diferentes instrumentos e estratégias que possibilitem uma avaliação contínua e cumulativa do educando;  o domínio pelo educando de determinadas habilidades e conhecimentos que se constituem em condições indispensáveis para as aprendizagens subsequentes. A elaboração, aplicação e julgamento das provas, trabalhos e demais atividades de avaliação devem ser de competência do professor, respeitadas as normas
  • 25. estabelecidas coletivamente pela comunidade escolar e explicitadas na proposta pedagógica da escola e neste Regimento. A unidade de ensino deve garantir a avaliação aos educandos amparados por legislação específica (enfermos, gestantes, militares e outros). A avaliação do educando incide sobre a aprendizagem ou aproveitamento escolar e a assiduidade ou frequência. A unidade de ensino deve promover reuniões trimestrais dos conselhos de classe, para conhecimento, análise e reflexão sobre os procedimentos de ensino adotados e resultados de aprendizagem alcançada. A recuperação de estudos é direito de todos os educandos que apresentem baixo rendimento, independentemente do nível de apropriação dos conhecimentos básicos. A recuperação de estudos deve ocorrer de forma permanente e concomitante ao processo ensino-aprendizagem. A recuperação deve ser organizada com atividades significativas, por meio de procedimentos didático-metodológicos diversificados. A proposta de recuperação de estudos deve indicar a área de estudos e os conteúdos da disciplina. A recuperação de estudos no ensino fundamental e médio regular deve ocorrer nas seguintes modalidades:  recuperação paralela, oferecida, obrigatoriamente, ao longo dos trimestres letivos;  recuperação trimestral, obrigatória e em forma de projeto, quando a recuperação paralela não for suficiente para o educando alcançar resultado satisfatório; recuperação final, oferecida, obrigatoriamente, pela unidade de ensino, imediatamente após o término do ano ou do semestre letivo, se for o caso, com atribuição de valor correspondente a 100 (cem) pontos.No ensino fundamental e médio na modalidade de Educação de Jovens e Adultos, a recuperação de estudos deve ocorrer na forma estabelecida nas Diretrizes aprovadas pelo Conselho Estadual da Educação – ES. A recuperação de estudos deve ser contemplada na proposta pedagógica da unidade de ensino.
  • 26. A unidade de ensino não pode computar, para efeito de cumprimento do mínimo de dias letivos e carga horária estabelecidos por lei, os dias destinados à recuperação final. O processo de recuperação final não se aplica aos casos de frequência inferior à mínima exigida para promoção. A recuperação deve ser ministrada pelo próprio professor, competindo-lhe declarar a recuperação ou não do desempenho do educando. Os resultados da recuperação trimestral e final substituem os alcançados nas avaliações efetuadas durante o período letivo, quando o aluno atinja resultado superior. A promoção é o resultado da avaliação do aproveitamento escolar do educando, aliada à apuração da sua frequência. No ensino fundamental e médio regular e nas modalidades Educação de Jovens e Adultos e educação profissional técnica integrada ao ensino médio é promovido, ao final do período letivo/etapa, o educando que obtenha:  o mínimo de 60 (sessenta) pontos em cada área de estudo ou disciplina nas avaliações ao longo do período letivo/etapa e frequência mínima de 75% (setenta e cinco por cento) da carga horária total do período letivo/etapa;  no mínimo 60 (sessenta) pontos, na área de estudos ou na disciplina, após os estudos de recuperação final. A disciplina Ensino Religioso não se constitui em objeto de retenção do educando, não tendo, pois, registro de avaliação na documentação escolar. A disciplina Língua Espanhola, de oferta obrigatória pela unidade de ensino e de matrícula facultativa para o educando, não se constitui em objeto de retenção do educando. A avaliação da aprendizagem, no ensino fundamental e médio e na educação profissional técnica, deve ter os registros de pontos expressos numa escala de 0 (zero) a 100 (cem). Na avaliação da aprendizagem, no ensino fundamental e no ensino médio regulares, para efeito de registro do resultado alcançado pelo educando, a unidade de ensino deve obedecer à seguinte escala de pontuação: 1.º trimestre – 30 pontos; 2.º trimestre – 30 pontos; 3.º trimestre – 40 pontos.
  • 27. Os resultados da avaliação devem ser expressos em números inteiros, de acordo com a escala estabelecida para o trimestre. Nos cursos de Educação de Jovens e Adultos, nos níveis fundamental e médio, para efeito de registro dos resultados das avaliações, devem ser observadas as diretrizes aprovadas pelo Conselho Estadual de Educação. O resultado da avaliação deve proporcionar dados que permitam a reflexão sobre a ação pedagógica, contribuindo para que a unidade de ensino possa reorganizar conteúdos/instrumentos/métodos de ensino. Trimestralmente, deve a unidade de ensino utilizar diferentes modalidades de avaliação da aprendizagem. O resultado trimestral corresponde ao cômputo das pontuações obtidas no decorrer do período, de acordo com a escala estabelecida. Os resultados da avaliação da aprendizagem são registrados, trimestralmente, por componente curricular, identificando-se os educandos com rendimento satisfatório ou insatisfatório. Os resultados obtidos pelo educando no decorrer do ano letivo são devidamente inseridos no sistema informatizado, para fins de registro e expedição de documentação escolar. Nos resultados da avaliação constantes no caput deste artigo devem, também, ser consideradas as produções e potencialidades do aluno, suas buscas de aprendizado, facilidades para a resolução de problemas, suas inter-relações, contribuições para a organização da disciplina da escola etc. Avaliação do desempenho do professor: A avaliação de desempenho é uma importante ferramenta de gestão da atividade pedagógica que corresponde a uma análise sistemática do desempenho do profissional em função das atividades que realiza, das metas estabelecidas, dos resultados alcançados e do seu potencial de desenvolvimento, cujo objetivo final é contribuir para o desenvolvimento dos profissionais da escola. O resultado da avaliação deve apresentar as informações necessárias para a identificação de oportunidades de melhoria e a elaboração de um plano de ações em relação a organização do trabalho pedagógico. Conforme o artigo 182 do Regimento Comum das Escolas Estaduais:
  • 28. Na avaliação do desempenho do professor devem ser considerados, dentre outros, os seguintes aspectos:  atuação no processo ensino-aprendizagem;  integração e inter-relação com a unidade de ensino, com a família e com a comunidade;  cumprimento das atribuições do cargo;  participação na elaboração da proposta pedagógica, no planejamento de atividades e programas, reuniões, conselhos e outras, desenvolvidas pela unidade de ensino;  assiduidade do profissional;  participação em estudos e capacitações, que propiciem a formação continuada;  abertura em relação às inovações na área pedagógica e interesse para com elas. A Secretaria de Estado da Educação possui uma proposta de avaliação docente, porém a concepção de avaliação do desempenho docente, estabelecida neste documento é resultado de diálogo coletivo, apresentando como consenso oportunizar o próprio professor a avaliar sua prática, isto é, a auto-avaliação, que é a avaliação feita pelo próprio avaliado com relação a sua performance no final de cada trimestre. Idealiza-se que esse sistema seja utilizado conjuntamente a outros sistemas para minimizar o forte viés que pode ocorrer, quando da prática, ou indicar critérios, conjuntamente com a utilização de observação Avaliação institucional: A avaliação institucional compreende a análise dos dados e informações prestados pela instituições, no caso a escola, aos alunos e pais ou responsáveis. Nos artigos 183 ao 186 do Regimento Comum das Escolas Estaduais diz que a : A avaliação institucional é um mecanismo de acompanhamento contínuo das condições estruturais e de funcionamento da unidade de ensino, para o aperfeiçoamento da qualidade de ensino por ela oferecido e a melhoria da produtividade. A avaliação institucional deve ser realizada por meio de procedimentos internos, defini- dos pela própria unidade de ensino, envolvendo os diferentes segmentos que
  • 29. integram a comunidade escolar, e de procedimentos externos, por meio de critérios estabelecidos pelos órgãos próprios da Secretaria de Estado da Educação. O processo de avaliação institucional deve incidir sobre os seguintes aspectos:  cumprimento da legislação do ensino;  desempenho dos educandos e produtividade da unidade de ensino;  processo de planejamento do ensino-aprendizagem;  qualificação e desempenho dos dirigentes, professores e demais funcionários;  qualidade dos espaços físicos, instalações, equipamentos, materiais de ensino e adequação às suas finalidades;  eficiência e pertinência dos currículos;  organização da escrituração e do arquivo escolar;  articulação com a família e com a comunidade externa. Os resultados da avaliação institucional, interna e externa, devem ser consolidados em relatórios, a serem apreciados pela comunidade escolar e anexados ao plano de desenvolvimento da unidade de ensino, devendo ser considerados no planejamento e replanejamento da unidade de ensino. Em anexo formulário para Avaliação Institucional, acreditamos que é um passo na construção de uma prática educacional que reflete sobre sua própria realidade. Proporcionando formas de análise, fundamentais para a manutenção, o abandono e a adoção de métodos e práticas na escola. Enfim, é mais um instrumento na busca de uma educação pública de qualidade. Avaliação da proposta pedagógica: A avaliação da Proposta Pedagógica, se constituirá em momentos coletivos, pois uma proposta que não pressupõe constante avaliação não consegue saber se seus objetivos estão sendo atingidos. É sabido, porém que a gestão de projetos, ou o seu gerenciamento, ou ainda administração destes infere na aplicação de conhecimentos, habilidades e técnicas na elaboração de atividades relacionadas para atingir um conjunto de objetivos pré- definidos. Nesse sentido, toda a gerência da proposta é frequentemente responsabilidade de todos os que participaram de sua elaboração, sem contudo deixar de ter um indivíduo intitulado gerente de projeto, no caso a diretora da instituição. Idealmente,
  • 30. todos participam indiretamente do projeto – sua discussão, análise e avaliação. E o gestor, no caso a diretora participa diretamente nas atividades que produzem o resultado final, opinando e pontuando as possibilidades de realizações. A avaliação da proposta pedagógica, a equipe considera prudente realizar reuniões semestrais para discussão das metas e dos objetivos pensados, no Plano de Ação, tradução dos preceitos filosóficos e pedagógicos, das concepções de ensino e de aprendizagem, dos indicativos metodológicos e outros itens que compõem a PP, com representantes de cada segmento, para:  registro de riscos (atualizações);  mudanças solicitadas;  ações corretivas recomendadas;  ações preventivas recomendadas;  plano de revisão e elaboração de outras ações. Sabe-se que para ser bem sucedida a escola necessita estar comprometida com uma abordagem de educação e trabalho democráticos. Portanto, conclui-se que a presente proposta, por sua natureza e finalidade, deve ser avaliada a cada a ano e de acordo com os dados resultados das reuniões preliminares com representandes dos segmento, reformulada, se necessário, valorizando sempre o trabalho coletivo e articulado dos segmentos que compõem a comunidade escolar. 1.4 PERFIL DOS DISCENTES A EEEFM “Elza Lemos Andreatta” situa-se na Ilha das Caieiras, pertencente a região da grande São Pedro, o bairro é residencial, região periférica, integrando a zona urbana da cidade de Vitória, possui movimentação comercial: supermercados, pequenos comércios e restaurantes. A escola atende aos filhos de uma “população” homogênea no sentido sócio-econômico, e heterogênea nos aspectos culturais e religioso, de classe média- baixa. Os alunos são da região da grande São Pedro e entornos, filhos, irmãos e familiares de funcionários públicos municipais e estaduais, de comerciantes, cobradores e motoristas de empresas de ônibus, dos trabalhadores locais e desempregados, poucos pais possuem curso Superior. A região ganha destaque em suas belezas naturais, um ótimo acolhimento e também pela área gastronômica à base de frutos
  • 31. do mar, valorizando a mão de obra local – muitas famílias sobrevivem da pesca, caça de mariscos e do trabalho das desfiadeiras de siri. A escola atende alunos de idades variadas a partir dos 14 anos, contando com muitas distorções idade-série, ocasionados por grande número de alunos vindos de outras escolas com muitas reprovações. Considerávamos grande o envolvimento da comunidade com a instituição escolar contando pela história de luta por este espaço físico na construção da escola de Ensino Médio. Porém, na atualidade o fato de ser uma escola cuja “clientela”, em sua maioria, composta de adolescentes e jovens, a “história” tem mostrado um distanciamento da família no acompanhamento da vida acadêmica dos seus filhos/alunos. O que para a instituição traduz-se em um desafio: resgatar o processo de envolvimento de todos os pares na construção de uma escola integrada. A escola também procura, no cotidiano escolar, adaptar o currículo às experiências dos alunos, pois muitos são repetentes, defasados em idade e série. Os mesmos são atendidos por uma professora especialista em educação especial, uma cuidadora e uma professora especialista em dificuldade visual. Os alunos são atendidos no contraturno (Atendimento Educacional Especializado) e no turno através do trabalho colaborativo e articulado com professores e pedagogos, visando o desenvolvimento integral do aluno. Foi desenvolvido também com os alunos um projeto em parceria com as aulas de música oferecida pelo Projeto da Fames, onde os alunos aprenderam a tocar diversos instrumentos, e os mesmos fizeram diversas apresentações na escola e fora da escola também. Esse projeto estimulou não só cognitivamente os alunos, mas também mostrou aos mesmos como são capazes, mostrando sua participação plena e efetiva na escola e na sociedade. 1.5 PERFIL DOS DOCENTES O corpo de docente da Escola é formado principalmente por professores contratados em regime de designação temporária (D.T.), sendo a sua maioria composta por profissionais com Licenciatura Plena. No total a escola conta com 69 (sessenta e nove) professores entre efetivos e contratados. Alguns professores da escola atuam em mais de um turno, possibilitando uma interação maior entre o corpo docente e entre os projetos desenvolvidos na escola. A seleção dos profissionais para atuar
  • 32. no curso técnico, será de responsabilidade da Sedu, que selecionará através de edital publico. Para fazer frente aos princípios explicitados no Currículo Básico Comum da Escola Estadual, faz-se necessário ter como parâmetro uma concepção de trabalho cujo eixo seja a “reflexão - ação - reflexão”, isto é, investir na ideia de utilização do espaço-tempo na escola para a formação continuada. Assim, traduz-se em possibilidades para o trabalho educativo, como determinação do/pelo grupo que é fundamental:  garantir a formação para toda a equipe da Escola, envolvendo os pais e responsáveis (reuniões, seminários, palestras) sobre assuntos pertinentes à formação do indivíduo, ao trabalho pedagógico da escola e sobre as relações sociais e afetivas no cotidiano do ensino médio;  para uma escola verdadeiramente inclusiva, todos os funcionários devem participar de formações sobre como trabalhar a questão da diversidade, da inclusão dos jovens, adolescentes e adultos com necessidades especiais;  é produtivo para as formações na escola reunir os três turnos, bem como favorecer a participação dos funcionários em vivências coordenadas pela coordenação pedagógica, convidados especialistas em educação, em cursos, palestras, estudos externos, etc;  é muito importante que os cursos de formação sejam mais duradouros e que possam oferecer mais embasamento aos professores e funcionários. Assim, de acordo com os eixos propostos pela Secretaria Estadual de Educação através da Gerência de Formação Magistério, da Escola de Serviço Público do Espírito Santo e da Superintendência de Carapina, os profissionais a EEEFM “Elza Lemos Andreatta” participaram de vários cursos e palestras e atividades de formação: Multicurso, Oficina da Olimpíadas de Língua Portuguesa, Revitalização da Educação Especial, Capacitação: Laboratórios de química, física, biologia, informática, Projeto Esporte na Escola: Congresso Técnico Jogos na rede, curso de formação Trio Gestor, Apropriação dos Resultados de Avaliação – CAED e o Planejamento Semanal por área, implementada pela nova carga horária para os professores da Rede Estadual, a partir da Lei Federal n° 444/2011, onde o estudo coletivo por área de conhecimento ficou distribuído da seguinte forma: (3ª Feira – Área de Ciências Humanas, 4ª Feira - Área de Ciências da Natureza, 5ª Feira – Área
  • 33. de Linguagens e Códigos, de acordo com a orientação da SRE Carapina.
  • 34. O documento CBC (2009, p. 28) pontua que “as orientações contidas nos principais documentos de referência do Ministério da Educação (MEC), como é o caso do PCN e do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), contemplam uma organização por competências e habilidades. As competências são entendidas como a “capacidade de agir em situações previstas e não previstas, com rapidez e eficiência, articulando conhecimentos tácitos e científicos a experiências de vida e laborais vivenciadas ao longo das histórias de vida” (KUENZER, 2004, apud CBC, 2009, p. 28). As habilidades são entendidas como desdobramentos das competências, como parte que as constituem. Comumente, expressam a forma de o aluno conhecer, fazer, aprender e manifestar o que aprendeu. As sequências didáticas: A sequência considera a importância das intenções educacionais na definição dos conteúdos de aprendizagem e o papel das atividades que são propostas. Alguns critérios para análise das seqüências reportam que os conteúdos de aprendizagem agem explicitando as intenções educativas, podendo abranger as dimensões: conceituais, procedimentais e atitudinais. O que propõe alguns questionamentos relevantes para o professor ao planejar suas ações:  na seqüência há atividades que nos permitam determinar os conhecimentos prévios?;  nas atividades planejadas, os conteúdos são propostos de forma significativa e funcional?;  as atividades estão adequadas ao nível de desenvolvimento de cada aluno?;  as atividades apresentam um desafio alcançável?;  as atividades provocam um conflito cognitivo e promovem atividades motivadoras em relação à aprendizagem dos novos conteúdos?
  • 35. 1.6 RELAÇÃO COM A FAMÍLIA-COMUNIDADE É axiomático afirmar que a educação é um processo coletivo. Como proposta da Secretaria de Educação do Estado – SEDU, a escola aderiu ao Projeto Família Presente, agregando os pais e responsáveis para juntos construir uma possibilidade de melhoria da formação dos jovens matriculados na escola. Os pais e responsáveis, a comunidades e a escola têm responsabilidades legais em relação à educação, mas esta ocorre tanto dentro como fora da escola. A família é uma instituição fundamental na formação do cidadão, e para que haja uma boa integração na comunidade a qual está inserida, seus componentes devem receber formação adequada, contemplando os valores morais, éticos, estéticos, etc. Família e comunidade devem caminhar juntas para que a integração realmente aconteça. Uma boa convivência e integração da família com escola e a comunidade dar-se-á a partir do reconhecimento da dependência nas relações destituídas do jogo de poder. A importância e a necessidade de integração da comunidade com a escola impõem- se nestes tempos uma preocupação: de fazer do ambiente educacional parte integrante e necessária da educação moderna e participativa. A EEEFM “Elza Lemos Andreatta” compreendendo que a relação família X escola X comunidade é realmente essencial para o êxito do processo ensino e aprendizagem nos campos da arte e da ciência, realiza atividades de inclusão como:  palestras feitas por professores e especialistas para comunidade escolar;  visitas técnicas para alunos – aulas de campo;  participação ou visitas em feiras, congressos, eventos, etc;  interação com agentes de integração e com as empresas encaminhando alunos para o estágio;  reuniões de pais e mestres trimestrais para troca de informações pertinentes ao processo de ensino e aprendizagem;  plantões de atendimento aos pais;  oficinas de relações interpessoais e de orientação á saúde;  participação em ações beneficentes na comunidade em geral.
  • 36. Coordenadores de Pais: Visto esta dificuldade de interação a escola foi contemplada com Projeto “Coordenadores de pais”, onde uma pessoa da comunidade foi selecionada por meio de processo seletivo para desenvolver este trabalho, na busca de aproximar a família - escola, com atendimentos individualizados, reuniões e visitas domiciliares. O projeto vem se desenvolvendo e já conseguimos notar uma maior presença da família na vida escolar do aluno. Acreditando que o trabalho em conjunto com as parcerias é uma condição fundamental para uma sociedade democrática, em que todos são favorecidos com a melhoria do processo ensino-aprendizagem, a instituição busca parcerias com outras instituições para trocas de projetos e ampliação das ações pedagógicas. Contamos com associações comunitárias da região, organizações não governamentais de fomento culturais (CECAES, projeto Manguerê), EMEFs e CMEIs da Grande São Pedro; o Fórum Estadual de Juventude Negra – FEJUNES; Projeto Jovens Valores (Menor aprendiz); As agências de estágio: CIEE, Coep, Cipe; a Polícia Militar; o Projeto Universidade Para Todos (Pré- Vestibular Popular); o Instituto Federal do Espírito Santo e a Universidade Federal do Espírito Santo; SEMSE (Secretaria Municipal de Serviços). O governo do Estado do Espírito Santo criou o Projeto Estado Presente em defesa da vida, vinculados a ele o Projeto Coordenadores de pais, firmando parcerias com a FUCAPE e a Fundação Itaú- Social, e o Projeto Patrulha Escolar, e o Conselho Tutelar, tendo como objetivo combater a evasão escolar, o uso e comercialização de entorpecentes e a violência. A Gestão da EEEFM “ELZA LEMOS ANDREATTA” é baseada nos preceitos democráticos previstos na LDB, onde contamos com o Conselho de Escola formado pelos segmentos de pais, alunos, magistério, administrativo e comunidade, que possuem a função de criar medidas disciplinares, administrativas, deliberar e fiscalizar os recursos públicos. Os estudantes também se organizam através do Grêmio estudantil, de forma independente e autônoma, normatizados em estatuto próprio.
  • 37. Portanto, as atitudes de solidariedade perpassam as ações do professor e de toda a equipe escolar, como forma de contribuir para a mudança da realidade atual, abrindo debates e apontando a necessidade de encontrarmos caminhos para a superação da visão negativa da escola pública, resgatando e abrindo espaço para uma ação participativa, onde todos visam à realização de um sujeito autônomo que possa exercer sua cidadania, estimulando assim a construção de ações motivadoras capazes de modificar o ambiente de formação e trabalho no cotidiano da instituição. 1.7 EQUIPE DE TRABALHO Equipe Técnica-Administrativa/2013 Nº. Nome Situação Funcional Habilitação Função 1 Leonara Coutinho Marcolano Efetivo Licenciatura Plena em História Diretora 2 Maria Antonieta Coda do Nascimento Efetivo Licenciatura Plena em Pedagogia Pedagoga 3 Sayonara Higino Felipe Pariz Efetivo Licenciatura Plena em Pedagogia/ Especialização em Psicopedagogia Pedagoga 4 Araciara Reis de Oliveira Dt Licenciatura Plena em Pedagogia Pedagoga 5 Richarlles Gomes de Aguiar Dt Licenciatura em Ciências Biológicas/ Mestre em Gestão Educacional/ Doutor em Educação Pedagogo e Professor 6 Gustavo de Correa Carvalho Dt Licenciatura Plena em Pedagogia Coordenador 7 João Francisco Bispo De Castro Junior Dt Licenciatura Plena em História Coordenador 8 Viviane Peixoto Bulhões Melo Dt Licenciatura Plena em Letras Coordenadora 9 Marina Rodrigues Suhett de Rezende Dt Licenciatura Plena em Pedagogia e Biologia Coordenadora 10 Bruna Prederigo Stiba Dt Licenciatura Plena em Pedagogia Coordenadora 11 Igor Roberts Pereira Efetivo Graduado em Comércio Exterior/ Graduando em Direito e em Gemologia Agente de Suporte Educacional
  • 38. 12 Uilha Batista Vieira Efetivo Graduado em Processos Gerenciais Agente de Suporte Educacional 13 Adriana de Jesus Santana Mattos Dt Graduando em Pedagogia Auxiliar de Secretaria 14 Claudia Premoli Gastardi Dt Tecnólogo em Administração/ Técnico em Contabilidade Auxiliar de Secretaria 15 Herminia da Conceição Pereira Dt Graduando em Administração de Empresas Auxiliar de Secretaria 16 Joscilene Lemos Batista Dt Ensino Médio Auxiliar de Secretaria 17 Patricia Santos da Silva Dt Ensino Médio Auxiliar de Secretaria 18 Thiago Pereira Tenorio Dt Graduando em Comunicação Social Auxiliar de Secretaria 19 Valeska Bragança Aguiar Dt Ensino Médio Auxiliar de Secretaria Corpo Docente Ensino Médio Fundamental /2013 N.° Professor Situação Funcional Habilitação Disciplina 1 Alexandre Negrelli Soutto Mayor Campos Efetivo Licenciatura em Educação Física Educação Física 2 Andréa Ferreira Pimentel Dt Licenciatura em Filosofia Ensino Religioso 3 Camille Altoe Calatrone Dt Licenciatura Plena em Ciências Biológicas Ciências 4 Felipe Lima Mesquita Dt Licenciatura Plena em Geografia Geografia 5 João Francisco Bispo De Castro Junior Dt Licenciatura Plena em História História 6 Josiane Gonçalves da Silva Dt Licenciatura em Matemática Matemática 7 Manoel Messias dos Santos Efetivo Licenciatura Plena em Educação Física Educação Física 8 Marcel Trocado Serqueira Dt Licenciatura em Artes e Desenho Arte
  • 39. 9 Marcelo de Oliveira Boynard Dt Bacharelado em Ciências Econômicas/ Licenciatura Plena em Matemática Matemática 10 Maria Tereza Prucoli Gazoni Dt Licenciatura Plena em História História 11 Milena Milleri Pinto Dt Licenciatura Plena em Ciências Biológicas Ciências 12 Natanael da Conceição Goulart Efetivo Licenciatura Plena em Educação Física Educação Física 13 Richarlles Gomes de Aguiar Dt Licenciatura em Ciências Biológicas/ Mestre em Gestão Educacional/ Doutor em Educação Ciências 14 Rosangela Lima Zani Dt Licenciatura Plena em Ciências Biológicas Ciências 15 Rozita dos Santos de Souza Dt Licenciatura em Língua Portuguesa Língua Portuguesa 16 Vagner Braga de Assis Efetivo Licenciatura Plena em Matemática Matemática 17 Vinicius Magalhães de Oliveira Dt Licenciatura em Artes Arte 18 Julieverson dos santos Vasconcelos Dt Licenciatura Plena em Educação Física Educação Física Ensino Médio Regular/ 2013 N. ° Professor Situação Funcional Habilitação Disciplina 1 Andréa Ferreira Pimentel Dt Licenciatura em Filosofia Ensino Religioso 2 Breno Barcellos Campos Dt Licenciatura em Química Química 3 Bruno Souza Marques Efetivo Licenciatura Plena em Matemática Matemática 4 Carla Ribeiro Pinto Dt Licenciatura Plena em Língua Portuguesa/ Espanhola Língua Espanhola 5 Claudio Roberto Porfirio Dt Licenciatura Plena em Ciências Sociais Sociologia 6 Daniela Aparecida Menegatti Dt Licenciatura em Matemática/ Pós EJA Matemática
  • 40. 7 Danielo Augusto Pouvel Dias Dt Licenciatura Plena em Química Química 8 Edison Dinei Salvador Efetivo Licenciatura Plena em Geografia Geografia 9 Edy Vinícius Silverol da Silva Efetivo Bach. Ciência da Computação Matemática 10 Fabiano da Silva Dt Graduado em Língua Portuguesa Projeto de Pesquisa 11 Felipe Lima Mesquita Dt Licenciatura Plena em Geografia Geografia 12 Frederico Pedreira Lannes Efetivo Licenciatura Plena em Historia História 13 Jacqueline Medeiros Caminoti Efetivo Licenciatura Plena em História História 14 Joaciara Patrocinio Oliveira Dt Licenciatura Plena em Filosofia Filosofia 15 João Francisco Bispo De Castro Junior Dt Licenciatura Plena em História História 16 Julieverson dos santos Vasconcelos Dt Licenciatura Plena em Educação Física Educação Física 17 Julio Cesar Barreto Rocha Dt Licenciatura Plena em Geografia Geografia 18 Katiuce da Silva Binda Dt Licenciatura Plena em Física Física 19 Lucinei Vicente da Silva Dt Licenciatura Plena em Geografia Geografia 20 Lucio Flavio Gonçalves Teodoro Dt Licenciatura em Química Química 21 Lylyam Silva Chaves Dt Licenciatura Plena em Física Física 22 Manoel Messias dos Santos Efetivo Licenciatura Plena em Educação Física Educação Física 23 Marcel Rezende Moraes Dt Licenciatura Plena em Física Física 24 Maria das Graças Allochio Dt Licenciatura em Língua Portuguesa Língua Portuguesa
  • 41. 25 Maria Tereza Prucoli Gazoni Dt Licenciatura Plena em História História 26 Maria Tereza Roldi Continentino Efetivo Licenciatura Plena em Ciências Biológicas Biologia 27 Maria Tereza Roldi Continentino Efetivo Licenciatura Plena em Pedagogia/ Pós Graduação em Psicopedagogia e AEE Educação Especial 28 Mariana Bertoloni Biaty Dt Licenciatura em Língua Portuguesa Língua Portuguesa 29 Merielle Machado Rosa dos Reis Efetivo Licenciatura em Língua Portuguesa Língua Portuguesa 30 Miryan Vieira da Silva Dt Licenciatura em Língua Portuguesa Língua Portuguesa 31 Natanael Da Conceição Goulart Efetivo Licenciatura Plena em Educação Física Educação Física 32 Neiva Augusta Viegas Vasconcelos Dt Licenciatura Plena em Ciências Sociais Sociologia 33 Ondina Josiela Atanazio Rodrigues Efetivo Licenciatura Plena em Matemática Matemática 34 Reinaldo Eustaquio de Lacerda Dt Licenciatura Plena em Ciências Biológicas Biologia 35 Rozita dos Santos de Souza Dt Licenciatura em Língua Portuguesa Língua Portuguesa 36 Solange Correa Harckbart Efetivo Licenciatura Plena em Língua Portuguesa Língua Portuguesa 37 Tania Rejanne de Sousa Machado Dt Licenciatura e Mestrado em Língua Portuguesa Língua Portuguesa 38 Vagner Braga De Assis Efetivo Licenciatura Plena em Matemática Matemática 39 Wagner Fernandes Fogos Efetivo Licenciatura Plena em Química Química 40 Weksley Pinheiro Gama Efetivo Licenciatura Plena em Filosofia Filosofia 41 Rosane dos Santos Dt Licenciatura em Filosofia Ensino Religioso 42 Rose Mary Paiva dos Santos Dt Licenciatura em Língua Portuguesa Língua Portuguesa
  • 42. 43 Rita de Cassia Barreira Sarmento Efetivo Licenciatura em Educação Especial Educação Especial 44 Thamires Montoanelli Dt Licenciatura Plena em Ciências Biológicas Biologia 45 Tatiana Silva Goldring Doares Dt Licenciatura Plena em Artes Visuais Arte Ensino Médio EJA/2013 N.° Nome Situação Funcional Habilitação Disciplina 1 Adriana Moreira Lopes Efetivo Licenciatura Plena em Ciências Biológicas Biologia 2 Alex Shunk Rodrigues Dt Licenciatura Plena em Matemática Matemática 3 Breno Barcellos Campos Dt Licenciatura em Química Química 4 Breno Barcelos Campos Dt Licenciatura Plena em Química Química 5 Edmar Mateus Dt Licenciatura Plena em Artes Visuais Arte 6 Edy Vinícius Silverol da Silva Efetivo Bach. Ciência da Computação Matemática 7 Ewerton Martins Fonseca Efetivo Licenciatura em Letras Língua Inglesa 8 Fabiano da Silva Dt Graduado em Língua Portuguesa Língua Portuguesa 9 Frederico Pedreira Lannes Efetivo Licenciatura Plena em Historia História 10 Gilsimar Manhone da Silva Dt Licenciatura Plena em Geografia Geografia 11 Gustavo Viali Loyola Dt Licenciatura Plena em Física Física 12 Karla Souto de Amorim Dt Licenciatura Plena em Matemática Física 13 Leonardo Martins Perozini Efetivo Licenciatura Plena em Geografia Geografia 14 Lorena Silva Pontes Dt Licenciatura Plena em Letras Língua Portuguesa 15 Manoel Messias dos Santos Efetivo Licenciatura Plena em Educação Física Educação Física 16 Miryan Vieira da S. de Brito Dt Licenciatura Plena em Língua Portuguesa e Língua Espanhola
  • 43. Língua Espanhola 17 Ondina Josiela Atanazio Rodrigues Efetivo Licenciatura Plena em Matemática Matemática 18 Rodrigo Bravim Dt Licenciatura Plena em Ciências Sociais Sociologia 19 Sheila Sibaldo Zambrone Silverol Dt Licenciatura Plena em Letras Língua Inglesa 20 Solange Correa Harckbart Efetivo Licenciatura Plena em Lingua Portuguesa Língua Portuguesa 21 Valeska Varejão Gobbi Dt Graduação em Fonoaudiologia; Complementação Ciências Biológicas. Biologia 22 Wagner Fernandes Fogos Efetivo Licenciatura Plena em Química Química 23 Weksley Pinheiro Gama Efetivo Licenciatura Plena em Filosofia Filosofia 1.8 NÍVEIS DE ENSINO OFERECIDOS Turno Matutino NÍVEL ANO TURMA Nº DA SALA Nº DE ALUNOS METRAGEM DA SALA (M²) CAPAC. MATRICULA Ensino Fundamental 9º ano 9M1 01 32 53,76 43 9M2 02 32 53,76 43 9M3 03 30 53,76 43 Ensino Médio 1º ano 1M1 04 37 53,76 43 1M2 05 33 53,76 43 1M3 06 35 53,76 43 1M4 07 33 53,76 43 1M5 08 34 53,76 43 2º ano 2M1 09 33 53,76 43 2M2 10 36 53,76 43 2M3 11 34 53,76 43 2M4 12 33 53,76 43 3º ano 3M1 13 31 53,76 43 3M2 14 25 53,76 43 3M3 15 26 53,76 43 Total -- --- 484 ---- ---- Turno Vespertino NÍVEL ANO TURMA Nº DA Nº DE METRAGEM CAPAC.
  • 44. Turno Noturno NÍVEL ANO TURMA Nº DA SALA Nº DE ALUNOS METRAGEM DA SALA (M²) CAPAC. MATRICULA Ensino Médio Regular 1º ano 1N1 01 25 53,76 43 1N2 02 30 53,76 43 2º ano 2N1 03 21 53,76 43 3º ano 3N1 04 27 53,76 43 Total -- --- 103 ---- ---- Turno Noturno NÍVEL ANO TURMA Nº DA SALA Nº DE ALUNOS METRAGEM DA SALA (M²) CAPAC. MATRICULA Ensino Médio EJA 1º Etapa 1N1 05 27 53,76 43 1N2 06 25 53,76 43 1N3 07 26 53,76 43 2º Etapa 2N1 08 26 53,76 43 2N2 09 39 53,76 43 2N3 10 32 53,76 43 2N4 11 27 53,76 43 3º Etapa 3N1 12 34 53,76 43 3N2 13 34 53,76 43 3N3 14 31 53,76 43 SALA ALUNOS DA SALA (M²) MATRICULA Ensino Fundamental 9º ano 9V1 01 23 53,76 43 9V2 02 23 53,76 43 9V3 03 30 53,76 43 9V4 04 23 53,76 43 Ensino Médio 1º ano 1V1 05 23 53,76 43 1V2 06 26 53,76 43 1V3 07 26 53,76 43 1V4 08 23 53,76 43 1V5 09 30 53,76 43 1V6 10 24 53,76 43 2º ano 2V1 11 33 53,76 43 2V2 12 23 53,76 43 2V3 13 28 53,76 43 3º ano 3V1 14 22 53,76 43 3V2 15 13 53,76 43 Total -- --- 370 ---- ----
  • 45. Total -- --- 301 ---- ---- 1.9 ESPAÇO FÍSICO A instituição funciona em prédio próprio, com uma construção moderna de alvenaria, possui dois pavimentos, com uma rampa que facilita a locomoção dos alunos com necessidades educativas especiais, para acesso ao segundo pavimento. O primeiro pavimento é composto de: 15 salas de aula, 01 sala de coordenação, 01 sala ambiente, 01 cozinha, 01 cantina, 01 sala de direção, 01 sala de pedagogos, 01educação física, 01 sala de alunos com necessidades especiais, 01 área de serviços, 01 guarita, 03 depósitos, 04 banheiros masculinos (para alunos, servidores e portadores de necessidades especiais), 04 banheiros femininos (para alunos, servidores e portadores de necessidades especiais) e 01 quadra coberta poliesportiva. O segundo pavimento é composto: 02 laboratórios de Informática; 01 laboratório interdisciplinar de química, física e biologia; 01 sala de Biblioteca; 01 salão de vídeo, ou auditório. Dessa maneira a escola conta com um espaço ventilado e com iluminação favorável, tornando assim um ambiente acolhedor e propicio para o aprendizado. 1º PAVIMENTO Nº DEPENDÊNCIA ÁREA/M² DESCRIÇÃO MOBILIÁRIO UTILIZAÇÃO 01 Circulação 174,87 Trânsito de pessoas Inexistente Trânsito de pessoas 02 Coordenação 20,28 Sala do(a) Coordenador(a) • 07 armários de 02 portas, • 01 mesa, • 05 cadeiras, • 02 Tvs, • 01 ventilador de teto, • 02 luminárias. Atendimento da Comunidade Escolar 03 Sala 01 53,76 Sala aula • 04 Ventiladores, • 09 luminárias, • 01 quadro branco, • 01 TV Digital, • 01 prateleira para TV, • 50 carteiras. Aula 04 Sala 02 53,76 Sala aula • 04 Ventiladores, • 09 luminárias, • 01 quadro branco, • 01 TV Digital, • 01 prateleira para TV, • 40 carteiras. Aula
  • 46. 05 Sala 03 53,76 Sala aula • 04 Ventiladores, • 09 luminárias, • 01 quadro branco, • 01 TV Digital, • 01 prateleira para TV, • 40 carteiras. Aula 06 Sala 04 53,76 Sala aula • 04 Ventiladores, • 09 luminárias, • 01 quadro branco, • 01 TV Digital, • 01 prateleira para TV, • 40 carteiras. Aula 07 Sala 05 53,76 Sala aula • 04 Ventiladores, • 09 luminárias, • 01 quadro branco, • 01 TV Digital, • 01 prateleira para TV, • 40 carteiras. Aula 08 Sala 06 53,76 Sala aula • 04 Ventiladores, • 09 luminárias, • 01 quadro branco, • 01 TV Digital, • 01 prateleira para TV, • 42 carteiras. Aula 09 Sala 07 53,76 Sala aula • 04 Ventiladores, • 09 luminárias, • 01 quadro branco, • 01 TV Digital, • 01 prateleira para TV, • 36 carteiras. Aula 10 Sala 08 53,76 Sala aula • 04 Ventiladores, • 09 luminárias, • 01 quadro branco, • 01 TV Digital, • 01 prateleira para TV, • 47 carteiras. Aula 11 Sala 09 53,76 Sala aula • 04 Ventiladores, • 09 luminárias, • 01 quadro branco, • 01 TV Digital, • 01 prateleira para TV, • 46 carteiras. Aula 12 Sala 10 53,76 Sala aula • 04 Ventiladores, • 09 luminárias, • 01 quadro branco, • 01 TV Digital, • 01 prateleira para TV, • 44 carteiras. Aula 13 Sala 11 53,76 Sala aula • 04 Ventiladores, • 09 luminárias, • 01 quadro branco, • 01 TV Digital, • 01 prateleira para TV, • 44 carteiras. Aula
  • 47. 14 Sala 12 53,76 Sala aula • 04 Ventiladores, • 09 luminárias, • 01 quadro branco, • 01 TV Digital, • 01 prateleira para TV, • 44 carteiras. Aula 15 Sala 13 53,76 Sala aula • 04 Ventiladores, • 09 luminárias, • 01 quadro branco, • 01 TV Digital, • 01 prateleira para TV, • 44 carteiras. Aula 16 Sala 14 53,76 Sala aula • 04 Ventiladores, • 09 luminárias, • 01 quadro branco, • 01 TV Digital, • 01 prateleira para TV, • 44 carteiras. Aula 17 Sala 15 53,76 Sala aula • 04 Ventiladores, • 09 luminárias, • 01 quadro branco, • 01 TV Digital, • 01 prateleira para TV, • 44 carteiras. Aula 18 Sala Ambiente 53,76 Utilidades Diversas • 08 espelhos, • 02 condicionadores de ar, • 44 carteiras, • 01 mesa, • 01 quadro branco, • 09 luminárias. Diversas 19 Sanitário feminino alunas 36,00 Exclusivo para Alunas • 10 vasos sanitários, • 08 pias, • 02 luminárias, • 04 saboneteiras, • 03 espelhos, • 04 chuveiros. Necessidades Íntimas 20 Sanitário masculino alunos 36,00 Exclusivo para Alunos • 06 vasos sanitários, • 03 mictórios, • 08 pias, • 02 luminárias, • 04 saboneteiras, • 03 espelhos, • 04 chuveiros. Necessidades Íntimas 21 Sala AEE 13,50 Educação Especial 02 computadores, 01 impressora laser multifuncional Epson Stylus TX620FWD, 01 no break, 01 estabilizador, 01 armário com 02 portas, 03 mesas para computador, 03 cadeiras, 02 luminárias. Atendimento Especializado
  • 48. 22 Pátio coberto 62,95 Trânsito de pessoas Inexistente Trânsito de pessoas 23 Sanitário masculino - Portadores de necessidade especial (PNE) 4,12 Exclusivo para portadores de Necessidades Especiais • 01 vaso sanitário, • 01 pia, • 01 luminária, • 02 espelhos, • 02 corrimãos, • 01 saboneteira. Necessidades Íntimas 24 Sanitário feminino - Portadores de necessidade especial(PNE) 4,12 Exclusivo para Portadores de Necessidades Especiais • 01 vaso sanitário, • 01 pia, • 01 luminária, • 02 espelhos, • 02 corrimãos, • 01 saboneteira. Necessidades Íntimas 25 Pátio coberto 62,95 Trânsito de pessoas • 15 mesas, • 30 bancos com 05 lugares, • 26 luminárias, • 01 extintor de incêndio, • 01 kit de incêndio, • 01 câmera de monitoramento, • 01 bebedouro. Trânsito de pessoas 26 Refeitório 139,77 Trânsito de pessoas • 15 mesas, • 30 bancos com 05 lugares, • 26 luminárias, • 01 extintor de incêndio, • 01 kit de incêndio, • 01 câmera de monitoramento, • 01 bebedouro. Trânsito de pessoas 27 Cantina 11,10 Cantina • 01 luminária, • 01 pia, • 02 prateleiras de mármore. Inexistente 28 Depósito 6,85 Depósito • 01 luminária, • 04 prateleiras de mármore. Guardar os materiais de Limpeza 29 Direção 15,36 Sala do(a) Diretor(a) • 02 armários de 02 portas, • 01 armário de 01 porta, • 02 mesas de computador, • 01 computador, • 01 impressora laser HP M132 MPP, • 01 condicionador de ar GREE, • 01 DVR, • 01 quadro branco. Sala de uso exclusivo do(a) Diretor(a)
  • 49. 30 Sala de Materiais Poliesportivos 3,25 Sala de Materiais Poliesportivos • 02 prateleiras de aço, • 04 prateleiras de mármore, • 01 luminária, • 45 colchonetes, • 16 cones, • 01 balança, • 01 extintor de incêndio. Guardar os materiais esportivos desta Unidade Escolar 31 Área de serviços 7,10 Área de serviços • 03 luminárias, • 02 pias, • 01 saboneteira. Área de serviços 32 Hall 6,63 Trânsito de pessoas Inexistentes Trânsito de pessoas 33 Poço de ventilação 22,25 Poço de ventilação Inexistentes Poço de ventilação 34 Cozinha 23,18 Uso exclusivo das merendeiras • 01 balança, • 01 batedeira doméstica, • 01 batedeira industrial, • 01 fogão industrial, • 01 freezer horizontal, • 01 filtro de água, • 01 liquidificador industrial, • 01 refrigerador industrial inferior a 400L, • 01 refrigerador industrial superior a 400L, • 03 pias, • 06 luminárias. Preparo e distribuição dos alimentos 35 Despensa 8,66 Uso exclusivo das merendeiras Alimentos Diversos Armazenamento dos alimentos. 36 Sanitário masculino do servidor 7,70 Sanitário masculino do servidor • 01 vaso sanitário, • 01 mictório, • 01 chuveiro, • 01 espelho, • 01 pia, • 01 luminária, • 01 saboneteira. Uso exclusivo dos servidores
  • 50. 37 Sanitário feminino do servidor 7,70 Sanitário feminino do servidor • 02 vasos sanitários, • 01 chuveiro, • 01 espelho, • 01 pia, • 01 luminária, • 01 saboneteira. Uso exclusivo das servidoras 38 Sala dos Professores 37,41 Ambiente Reservado aos Docentes • 18 cadeiras, • 05 mesas, • 02 condicionadores de ar Gree, • 02 armários com 08 portas, • 02 armários com 06 portas, • 02 armários com 12 portas, • 01 armário com 16 portas, • 01 geladeira, • 12 luminárias. Planejamento, discussões dos assuntos pertinentes ao ambiente escolar, reunião(ões) do Conselho de Classe, etc. 39 Secretaria 26,63 Ambiente Reservado aos Servidores Administrativos • 05 computadores, • 06 mesas, • 03 estabilizadores, • 01 impressora Brother DCP 8080 DN, • 01 impressora Brother DCP 8157 DN, • 01 impressora Lexmark T430, • 10 armários com 04 gavetas, • 04 armários com 02 portas, • 02 armários com 4 portas, • 03 condicionadores de ar GREE. Escrituração de Documentos e demais serviços administrativos da Unidade Escolar. 40 Sala dos pedagogos 10,64 Serviço Pedagógico • 03 armários 02 portas, • 01 armário 04 portas, • 02 mesas de madeira, • 03 luminárias, • 01 condicionador de ar Gree. Atendimento Pedagógico 41 Circulação 46,86 Trânsito de pessoas Inexistente Trânsito de pessoas 42 Hall de entrada 13,78 Trânsito de pessoas Inexistente Trânsito de pessoas
  • 51. 43 Deposito 13,95 Diversos • 02 armários de 02 portas, • 03 prateleiras de aço, • 04 armários de 04 portas, • 03 luminárias. Depositar materiais 44 Circulação 37,42 Trânsito de pessoas Inexistente Trânsito de pessoas 2º PAVIMENTO Nº DEPENDÊNCIA ÁREA/M² DESCRIÇÃO MOBILIÁRIO UTILIZAÇÃO 45 Hall 7,02 Trânsito de pessoas Inexistente Trânsito de pessoas 46 Laboratório de Informática 79,28 Sala dos Computadores • 21 computadores, • 01 quadro digital, • 09 estabilizadores, • 02 condicionadores de ar Carrier, • 01 condicionador de ar Gree, • 12 luminárias, • 23 mesas de computador, • 23 cadeiras, • 01 armário de 06 portas, • 01 armário de 02 portas, • 01 extintor de incêndio. Uso Diverso para o Corpo Docente e Discente. 47 Salão de vídeo 89,56 Auditório • 13 luminárias, • 76 cadeiras, • 02 mesas de computador, • 01 quadro branco, • 02 condicionadores de ar Carrier, • 01 tela de projeção. Uso Diverso para a comunidade Escolar. 48 Circulação 86,9 Trânsito de pessoas Inexistente Trânsito de pessoas 49 Biblioteca 143,07 Biblioteca • 20 luminárias, • 03 condicionadores de ar Carrier, • 09 mesas redondas, • 10 cabines de estudo, • 01 armário de 04 portas, • 04 estantes Ambiente de consolidação do ensino para a comunidade Escolar.
  • 52. inclinadas, • 25 cadeiras, • 19 estantes de livros, • 02 organizadores de livros, • 03 mesas de computador, • 01 computador, • 01 estabilizador, • 01 extintor de incêndio. 50 Deposito 5,55 Deposito • 01 luminária. Inexistente 51 Área de serviços 5,55 Área de serviços • 01 pia, • 01 saboneteira, • 01 luminária, • 01 armário com 02 portas. Área de serviços 52 Sanitário feminino alunas 11,35 Exclusivo para Alunas • 02 vasos sanitários, • 02 pias, • 01 luminária, • 02 saboneteiras, • 03 espelhos. Necessidades Íntimas 53 Sanitário masculino alunos 11,35 Exclusivo para Alunos • 02 vasos sanitários, • 02 pias, • 01 luminária, • 02 saboneteiras, • 03 espelhos. Necessidades Íntimas 54 Laboratório química/física/biologi a 62,35 Laboratório química/física/biologi a 07 pias, 01 geladeira, 02 condicionadores de ar Carrier, 10 mesas de laboratório, 37 cadeiras, 01 quadro branco. Laboratório química/física/biologi a 55 Sala de Música 60,06 Sala de Música • 28 carteiras, • 13 cadeiras, • 12 mesas, • 09 luminárias, • 02 condicionadores de ar, • 01 quadro branco, • 12 luminárias. Sala de Música
  • 53. 1.10 PROJETOS PEDAGÓGICOS A ESCOLA TÊM DESENVOLVIDO OS SEGUINTES PROJETOS: Coordenadores de Pais: Visto esta dificuldade de interação a escola foi contemplada com Projeto “Coordenadores de pais”, onde uma pessoa da comunidade foi selecionada por meio de processo seletivo para desenvolver este trabalho, na busca de aproximar a família - escola, com atendimentos individualizados, reuniões e visitas domiciliares. O projeto vem se desenvolvendo e já conseguimos notar uma maior presença da família na vida escolar do aluno. Esporte na escola: Jogos inter-classes de vôlei, basquete, futebol. Com o objetivo de prepará-los para os jogos na rede, a prática de esportes para saúde, visto que a maioria dos alunos não são adeptos a prática de esportes. Projeto Elza Sustentável: O objetivo do mesmo é trabalhar a sustentabilidade, meio ambiente e principalmente valorizar as riquezas do bairro e cidade.  Conhecendo a Ilha das Caieiras  Valorização da Vida – Os alunos participaram de palestras sobre as riquezas ambientais da região da Grande São Pedro, oficinas para os alunos aprenderem a confeccionar para ganho próprio, artesanatos, bijuterias, maquiagem, decoração com balões, pipa, pirulitos de chocolate e sabão e contou também com oficinas para a diversão, como o street dance capoeira, xadrez, dominó e baralho. Foi desenvolvida também uma dança por turma com temas infantis, e gincana com brincadeiras diversas. ProjetoFames/Sedu–Música: Oferecer a comunidade local, o acesso e aprendizado a diversos instrumentos musicais, como violão, teclado, bateria, flauta, entre outros . As aulas são ofertadas por professores selecionados e capacitados pela Faculdade de música do Espírito Santo.
  • 54. ProjetoInglês: Implementado pela SEDU, os alunos foram selecionados pelo desempenho, notas e faltas. O curso é oferecido na escola aos sábados.Projeto Conhecendo o Nosso Brasil: O objetivo do mesmo, e trabalhar de uma maneira lúdica, o nosso Brasil, mostrando para os educando a grande diversidade cultural que temos em nosso Brasil. Cada turma contará com o apoio de um professor que será responsável em ajudar na elaboração do projeto, caberá a cada turma a elaboração de um stand onde mostraram toda pesquisa sobre o estado destinado. Assim o desenvolvimento de projetos, bem como a diversificação do atendimento à comunidade são estratégias para aumentar o vínculo e garantir uma educação pública, gratuita, laica e de boa qualidade. Pré-Enem: Foi implementado e ofertado com objetivo de dar suporte aos alunos que estão se preparando para o Enem. São ministrados conteúdos de diversas disciplinas visando um resultado satisfatório na prova e aprendizado dos conteúdos e também com forma de sanar dúvidas. Capoeira: Aos sábados a escola está sempre aberta para aulas de capoeira oferecida a comunidade em geral.
  • 55. 2. RELATO DAS AULAS OBSERVADAS As aulas observadas foram dadas pelo professor de Sociologia. Foram ministradas, na maior parte, oralmente, com o uso do quadro e não utilizando o livro didático adotado pela SEDU. As aulas são de 55 minutos, uma vez por semana em cada turma. Apesar de abordarem temas provocativos, os alunos demonstraram tédio e pouco interesse. Não achei que o problema da apatia às aulas fosse do professor, pelo contrário, senti muita disposição e entusiasmo dele ao passar o conteúdo, mas há falta de gerência e entrosamento do corpo pedagógico em geral na escola. Também faltou estímulo didático e uma biblioteca organizada com livros suficientes. Infelizmente os alunos não têm respeito algum pelo educador e são difíceis dominá-los dentro da sala de aula. As aulas observadas foram realizadas no período de 01 de outubro de 2013 até 08 de outubro de 2013, por mais de 20 horas, distribuídas nas turmas de 1º, 2º e 3º Anos do Ensino Médio tanto do período Matutino (M), quanto Vespertino (V). Aulas observadas nos 1º Anos Ensino Médio Vespertino e Matutino. Número de aulas observadas: 10 aulas Horas: 9 horas e 10 minutos. Dias 01, 02, 03, 07 e 08 de outubro de 2013 O professor trabalhou com o tema: “Direitos, Cidadania e Movimentos sociais”. De forma expositiva, ele falou brevemente sobre a importância desses três temas, dando bastante atenção aos movimentos sociais que se iniciaram em São Paulo por causa da tarifa de ônibus que até hoje se reflete nos grandes problemas políticos e sociais brasileiros. O professor trabalha colocando as carteiras em círculo e faz com que os alunos se manifestem com suas ideias. Muitos deles acham que perdem tempo falando sobre os assuntos abordados em sala, mas há alunos, ainda que poucos, que se interessam em conhecer a origem e toda essa “guerra’ declarada pela população. Esse resultado caótico me levou a entender o quanto o jovem, da escola observada,