Como tecnologias da Web podem ser usadas pelas empresas em   práticas de GC Maria Alexandra Cunha, Dr. Carlos O. Quandt, Ph.D. 2010 Beta
GC 2.0? Tecnologias da Web podem ser usadas na GC?  Maria Alexandra Cunha, Dr. 2010
Modelos e práticas de Gestão do Conhecimento Carlos O. Quandt, Ph.D. 2010
O que é Web 2.0? Ferramentas digitais colaborativas nas quais os usuários são consumidores de informação, mas também produtores, editores, validadores, e organizadores.
Características da Web 2.0 A web como plataforma Aplicações compostas por serviços providos por múltiplos computadores  “ Dominando” Inteligência Coletiva Wikipedia, blogs Gestão de dados Fim do “software release” Simplicidade em padrões
Pode-se argumentar que “gestão do conhecimento” é uma contradição em termos, sendo um resquício de uma era industrial onde predominava uma visão controladora.  Conhecimento não é simplesmente uma “coisa” explícita e tangível: é a combinação da informação com experiência, contexto, interpretação e reflexão; envolve a pessoa como um todo, integrando os elementos de pensamento e sentimento.  Portanto, alguns se opõem à sugestão implícita na utilização do termo “gestão do conhecimento”, que o conhecimento pode ser assim gerenciado, porque isso revela um erro fundamental na compreensão da sua natureza . Gestão do Conhecimento?
Pode-se argumentar que “gestão do conhecimento” é uma contradição em termos, sendo um resquício de uma era industrial onde predominava uma visão controladora.  Conhecimento não é simplesmente uma “coisa” explícita e tangível: é a combinação da informação com experiência, contexto, interpretação e reflexão; envolve a pessoa como um todo, integrando os elementos de pensamento e sentimento.  Portanto, alguns se opõem à sugestão implícita na utilização do termo “gestão do conhecimento”, que o conhecimento pode ser assim gerenciado, porque isso revela um erro fundamental na compreensão da sua natureza . Gestão do Conhecimento?
Muitos profissionais vêem cada vez mais “compartilhamento de conhecimento” como uma descrição melhor do que eles se propõem a fazer do que “gestão do conhecimento”.  Outros preferem enfatizar “aprendizagem”, porque o desafio maior na implementação da gestão do conhecimento está menos no “envio” e mais na “recepção”, principalmente os processos de criar sentido, entendimento, e poder agir com base nas informações disponíveis. De qualquer maneira, a GC ... é um modo mais orgânico e holístico de entender e explorar o papel do conhecimento nos processos de gerenciar e executar o trabalho...  Gestão do Conhecimento? (World Bank)
Processo organizacional focado em resultados estratégicos, visando agregar valor (intangível) aos produtos e serviços, portanto em benefício dos clientes, através de funções (subprocessos) como a identificação, a criação, a organização, a disseminação e compartilhamento, a avaliação, a mensuração,  a retenção e proteção, além da aplicação do conhecimento no âmbito dos seus negócios e abrangendo toda a sua cadeia de valor.  Na essência, Gestão do Conhecimento converte conhecimento tácito em conhecimento explícito. (Síntese de vários autores) CONCEITO EXPLICATIVO PARA GESTÃO DO CONHECIMENTO
Definições de GC
Ciclo Integrado de Gestão do Conhecimento  (Dalkir, 2005) Captura e/ou Criação do Conhecimento Compartilhamento e Disseminação do Conhecimento Aquisição e Aplicação do Conhecimento Avaliação Atualização Contextualização
Modelo Genérico de Gestão do Conhecimento STOLLENWERK, M. Gestão do conhecimento: conceitos e modelos.In: TARAPANOFF, Kira (Org.) Inteligência Organizacional e Competitiva. Brasília: Editora UNB, 2001, p. 143-163.
Criação Identificação Captura e codificação Seleção e validação Organização, armazenagem e manutenção Acesso e compartilhamento Uso e aplicações Práticas relacionadas aos processos de Gestão do Conhecimento
1. Criação Processo de produção de conhecimento novo ou criação de novas combinações de conhecimento. Descoberta, articulação e discussão de informações e idéias pesquisa e experimentação percepção de novas demandas através do relacionamento com clientes análise das competências internas "datamining"; "benchmarking" e melhores práticas. criação do capital intelectual: treinamento, seleção e recrutamento Mecanismos de colaboração e formalização dos conhecimentos também são necessários Soluções tecnológicas são menos importantes do que os componentes culturais e de motivação humana.
Criação? Alguém está usando 2.0?
2. Identificação Determinação das competências essenciais e avaliação da capacitação interna. definição dos conhecimentos e habilidades que são necessários para superar as deficiências existentes com relação ao nível desejado para a organização mapeamento dos  processos-chave das competências essenciais associadas a eles, das atribuições, atividades e habilidades existentes e necessárias, e  das medidas para superar as deficiências.
2. Identificação Este processo pode incluir também: o mapeamento do capital intelectual elaboração de diretórios de competências e especialistas componentes externos ligados à inteligência competitiva definição dos segmentos de mercado e a identificação dos parceiros, fornecedores e distribuidores potenciais.
2. Identificação. 2.0?
3. Captura e Codificação Articulação dos conceitos e idéias, a conversão do conhecimento tácito em explícito, a conversão das informações entre diferentes formatos, e a extração do conhecimento a partir da informação.  O conhecimento obtido de fontes internas ou externas, formais ou informais, é formalizado e documentado, através de digitalização ou outra forma de representação, e armazenado para facilitar o seu acesso. Pode incluir o uso de: "data mining" para captura do conhecimento relevante interno e externo, "data warehousing" para integrar dados dispersos na organização,  elaboração de manuais; ferramentas de criação de conteúdo.
3. Captura e Codificação. 2.0?
4. Seleção e Validação estabelecer valor do conhecimento formalizado e filtragem dos conhecimentos mais relevantes para a organização, dentro do contexto das possíveis aplicações. O fundamento operacional é um "prisma" que filtra a luz e a divide nas cores que a compõem. filtrar informações de todas as fontes, descartar o que é desnecessário separar o que é relevante para as tarefas dos usuários do conhecimento e para os objetivos da empresa. Por exemplo, os diversos componentes podem ser codificados quanto a: seu propósito (operacional ou estratégico) sua duração (curto ou longo prazo) seu escopo (específico ou geral), etc.
4. Seleção e Validação
5. Organização, armazenagem e manutenção consiste em classificar o conhecimento já validado e armazená-lo na base interna de conhecimento que constitui a memória organizacional. facilidade de acesso e navegação atualização das informações, indexação dos  ativos do conhecimento (pessoas, informações e processos) e as interligações entre eles. mapas ou catálogos do conhecimento, taxonomias, metodologias de gestão e visualização de dados e informação
6. Acesso e Compartilhamento disseminação do conhecimento: busca por parte do usuário notificação ou entrega das informações sem necessidade de solicitação. apresentado de acordo com o perfil do usuário acesso a: conhecimento documentado (informação) especialistas no assunto qualquer outro usuário que possua o conhecimento desejado
6. Acesso e Compartilhamento As técnicas específicas podem compreender: criação de redes de conhecimento e aprendizagem, Comunidades de prática, Fóruns, listas e grupos de discussão, Portais, intranets e extranets, Groupware, teamware, blogs, wikis capacitação dos usuários em ferramentas de acesso e compartilhamento aperfeiçoamento de outros mecanismos de comunicação interna e externa.
7. Uso e Aplicações Aplicação do conhecimento em: solução de problemas tomada de decisões processos de inovação e aprendizagem dentro da organização estudos prospectivos e criação de cenários. Objetivo final da prática de GC, que é o uso produtivo do conhecimento na atividade empresarial. Este processo fecha o ciclo de aplicação do conhecimento organizacional: criação e venda de novos produtos e serviços Aperfeiçoamento de produtos, serviços e processos.
Relação entre Práticas e Processos de GC
Competências para organizações Web 2.0 Serviços, não pacotes de software, com possibilidade de serem ampliados com economicidade Controle sobre fontes de dados únicas, difíceis de serem recriadas, que melhoram na medida em que mais pessoas as utilizam Confiar nos usuários como co-desenvolvedores Tirar proveito da inteligência coletiva Um software além de um dispositivo Interfaces, modelos de desenvolvimento e modelos de negócios mais “leves”

Web 2.0 e Gestão do Conhecimento

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    Como tecnologias daWeb podem ser usadas pelas empresas em práticas de GC Maria Alexandra Cunha, Dr. Carlos O. Quandt, Ph.D. 2010 Beta
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    GC 2.0? Tecnologiasda Web podem ser usadas na GC? Maria Alexandra Cunha, Dr. 2010
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    Modelos e práticasde Gestão do Conhecimento Carlos O. Quandt, Ph.D. 2010
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    O que éWeb 2.0? Ferramentas digitais colaborativas nas quais os usuários são consumidores de informação, mas também produtores, editores, validadores, e organizadores.
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    Características da Web2.0 A web como plataforma Aplicações compostas por serviços providos por múltiplos computadores “ Dominando” Inteligência Coletiva Wikipedia, blogs Gestão de dados Fim do “software release” Simplicidade em padrões
  • 6.
    Pode-se argumentar que“gestão do conhecimento” é uma contradição em termos, sendo um resquício de uma era industrial onde predominava uma visão controladora. Conhecimento não é simplesmente uma “coisa” explícita e tangível: é a combinação da informação com experiência, contexto, interpretação e reflexão; envolve a pessoa como um todo, integrando os elementos de pensamento e sentimento. Portanto, alguns se opõem à sugestão implícita na utilização do termo “gestão do conhecimento”, que o conhecimento pode ser assim gerenciado, porque isso revela um erro fundamental na compreensão da sua natureza . Gestão do Conhecimento?
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    Pode-se argumentar que“gestão do conhecimento” é uma contradição em termos, sendo um resquício de uma era industrial onde predominava uma visão controladora. Conhecimento não é simplesmente uma “coisa” explícita e tangível: é a combinação da informação com experiência, contexto, interpretação e reflexão; envolve a pessoa como um todo, integrando os elementos de pensamento e sentimento. Portanto, alguns se opõem à sugestão implícita na utilização do termo “gestão do conhecimento”, que o conhecimento pode ser assim gerenciado, porque isso revela um erro fundamental na compreensão da sua natureza . Gestão do Conhecimento?
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    Muitos profissionais vêemcada vez mais “compartilhamento de conhecimento” como uma descrição melhor do que eles se propõem a fazer do que “gestão do conhecimento”. Outros preferem enfatizar “aprendizagem”, porque o desafio maior na implementação da gestão do conhecimento está menos no “envio” e mais na “recepção”, principalmente os processos de criar sentido, entendimento, e poder agir com base nas informações disponíveis. De qualquer maneira, a GC ... é um modo mais orgânico e holístico de entender e explorar o papel do conhecimento nos processos de gerenciar e executar o trabalho... Gestão do Conhecimento? (World Bank)
  • 9.
    Processo organizacional focadoem resultados estratégicos, visando agregar valor (intangível) aos produtos e serviços, portanto em benefício dos clientes, através de funções (subprocessos) como a identificação, a criação, a organização, a disseminação e compartilhamento, a avaliação, a mensuração, a retenção e proteção, além da aplicação do conhecimento no âmbito dos seus negócios e abrangendo toda a sua cadeia de valor. Na essência, Gestão do Conhecimento converte conhecimento tácito em conhecimento explícito. (Síntese de vários autores) CONCEITO EXPLICATIVO PARA GESTÃO DO CONHECIMENTO
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    Ciclo Integrado deGestão do Conhecimento (Dalkir, 2005) Captura e/ou Criação do Conhecimento Compartilhamento e Disseminação do Conhecimento Aquisição e Aplicação do Conhecimento Avaliação Atualização Contextualização
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    Modelo Genérico deGestão do Conhecimento STOLLENWERK, M. Gestão do conhecimento: conceitos e modelos.In: TARAPANOFF, Kira (Org.) Inteligência Organizacional e Competitiva. Brasília: Editora UNB, 2001, p. 143-163.
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    Criação Identificação Capturae codificação Seleção e validação Organização, armazenagem e manutenção Acesso e compartilhamento Uso e aplicações Práticas relacionadas aos processos de Gestão do Conhecimento
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    1. Criação Processode produção de conhecimento novo ou criação de novas combinações de conhecimento. Descoberta, articulação e discussão de informações e idéias pesquisa e experimentação percepção de novas demandas através do relacionamento com clientes análise das competências internas "datamining"; "benchmarking" e melhores práticas. criação do capital intelectual: treinamento, seleção e recrutamento Mecanismos de colaboração e formalização dos conhecimentos também são necessários Soluções tecnológicas são menos importantes do que os componentes culturais e de motivação humana.
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    2. Identificação Determinaçãodas competências essenciais e avaliação da capacitação interna. definição dos conhecimentos e habilidades que são necessários para superar as deficiências existentes com relação ao nível desejado para a organização mapeamento dos processos-chave das competências essenciais associadas a eles, das atribuições, atividades e habilidades existentes e necessárias, e das medidas para superar as deficiências.
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    2. Identificação Esteprocesso pode incluir também: o mapeamento do capital intelectual elaboração de diretórios de competências e especialistas componentes externos ligados à inteligência competitiva definição dos segmentos de mercado e a identificação dos parceiros, fornecedores e distribuidores potenciais.
  • 18.
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    3. Captura eCodificação Articulação dos conceitos e idéias, a conversão do conhecimento tácito em explícito, a conversão das informações entre diferentes formatos, e a extração do conhecimento a partir da informação. O conhecimento obtido de fontes internas ou externas, formais ou informais, é formalizado e documentado, através de digitalização ou outra forma de representação, e armazenado para facilitar o seu acesso. Pode incluir o uso de: "data mining" para captura do conhecimento relevante interno e externo, "data warehousing" para integrar dados dispersos na organização, elaboração de manuais; ferramentas de criação de conteúdo.
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    3. Captura eCodificação. 2.0?
  • 21.
    4. Seleção eValidação estabelecer valor do conhecimento formalizado e filtragem dos conhecimentos mais relevantes para a organização, dentro do contexto das possíveis aplicações. O fundamento operacional é um "prisma" que filtra a luz e a divide nas cores que a compõem. filtrar informações de todas as fontes, descartar o que é desnecessário separar o que é relevante para as tarefas dos usuários do conhecimento e para os objetivos da empresa. Por exemplo, os diversos componentes podem ser codificados quanto a: seu propósito (operacional ou estratégico) sua duração (curto ou longo prazo) seu escopo (específico ou geral), etc.
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    4. Seleção eValidação
  • 23.
    5. Organização, armazenageme manutenção consiste em classificar o conhecimento já validado e armazená-lo na base interna de conhecimento que constitui a memória organizacional. facilidade de acesso e navegação atualização das informações, indexação dos ativos do conhecimento (pessoas, informações e processos) e as interligações entre eles. mapas ou catálogos do conhecimento, taxonomias, metodologias de gestão e visualização de dados e informação
  • 24.
    6. Acesso eCompartilhamento disseminação do conhecimento: busca por parte do usuário notificação ou entrega das informações sem necessidade de solicitação. apresentado de acordo com o perfil do usuário acesso a: conhecimento documentado (informação) especialistas no assunto qualquer outro usuário que possua o conhecimento desejado
  • 25.
    6. Acesso eCompartilhamento As técnicas específicas podem compreender: criação de redes de conhecimento e aprendizagem, Comunidades de prática, Fóruns, listas e grupos de discussão, Portais, intranets e extranets, Groupware, teamware, blogs, wikis capacitação dos usuários em ferramentas de acesso e compartilhamento aperfeiçoamento de outros mecanismos de comunicação interna e externa.
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    7. Uso eAplicações Aplicação do conhecimento em: solução de problemas tomada de decisões processos de inovação e aprendizagem dentro da organização estudos prospectivos e criação de cenários. Objetivo final da prática de GC, que é o uso produtivo do conhecimento na atividade empresarial. Este processo fecha o ciclo de aplicação do conhecimento organizacional: criação e venda de novos produtos e serviços Aperfeiçoamento de produtos, serviços e processos.
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    Relação entre Práticase Processos de GC
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    Competências para organizaçõesWeb 2.0 Serviços, não pacotes de software, com possibilidade de serem ampliados com economicidade Controle sobre fontes de dados únicas, difíceis de serem recriadas, que melhoram na medida em que mais pessoas as utilizam Confiar nos usuários como co-desenvolvedores Tirar proveito da inteligência coletiva Um software além de um dispositivo Interfaces, modelos de desenvolvimento e modelos de negócios mais “leves”