O documento discute testes psicológicos e técnicas projetivas, comparando seus graus de objetividade e subjetividade. Ele traça o histórico do desenvolvimento de testes de inteligência e aptidão e como as técnicas projetivas surgiram para captar o inconsciente e mundo simbólico do indivíduo de forma qualitativa. O documento argumenta que as técnicas projetivas podem ser usadas cientificamente no diagnóstico, apesar de questionamentos sobre sua cientificidade devido à subjetividade.