O documento discute as teorias curriculares críticas e como elas veem o currículo escolar não como neutro, mas como veículo para a transmissão de ideologias dominantes e reprodução de desigualdades sociais. Defensores das teorias críticas argumentam que o currículo deve promover a igualdade social, questionar injustiças e dar voz a grupos marginalizados. O documento também reflete sobre como implementar um currículo mais democrático e inclusivo.