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A CIVILIZAÇÃO INDUSTRIAL NO
SÉCULO XIX
Trabalho realizado por:
Beatriz Cunha Nº7
Jéssica Silva Nº16
Juliana Cunha Nº20
ÍNDICE
1. O mundo industrializado no século XIX
1.1. A expansão da revolução industrial
1.2. Os contrastes e antagonismos sociais
1.3. Os novos modelos culturais
2. O caso Português
INTRODUÇÃO
 Este trabalho foi realizado no âmbito da disciplina
de História.
 Neste trabalho vamos abordar o tema “A civilização
industrial no século XIX”.
1. O MUNDO INDUSTRIALIZADO NO
SÉCULO XIX
1.1. A EXPANSÃO DA REVOLUÇÃO
INDUSTRIAL
1.1.1 A HEGEMONIA INGLESA E AS NOVAS
POTÊNCIAS INDUSTRIALIZADAS
 A Grã-Bretanha foi, até cerca do século XIX, o
berço da revolução industrial e deste modo manteu
a sua hegemonia econômica e técnica
 Grã-Bretanha exportava para todos os outros
continentes:
-bens de consumo
-equipamentos
-tecnologia e capital para investimento em infra-
estruturas
 Deste modo, a Inglaterra foi o principal abastecedor
do Mundo.
AS NOVAS POTÊNCIAS
INDUSTRIALIZADAS.
Aos poucos, todos os outros países iniciaram a sua
industrialização. Entre todos, destacaram-se:
 França- que no fim das guerras napoleónicas, investiu na
construção de caminhos de ferro, o que aumentou a
circulação de produtos e a criação de um mercado nacional.
As primeiras indústrias foram a têxtil e a metalúrgica.
 Alemanha- desenvolveu a indústria têxtil e a metalúrgica.
 Estados Unidos da América- a abundancia de mão-de-obra
(devido aos emigrantes europeus), à riqueza do subsolo, à
fertilidade dos campos, ao desenvolvimento dos transportes e
à aplicação de inventos técnicos, tudo proporcionou o
aumento da produtividade e investimentos nos ramos da
indústria.
 Japão- marcaram-se pela produção têxtil e a indústria
metalúrgica. O estado financiou empresas, adquirindo
equipamentos e contratou técnicos e estrangeiros.
 A revolução industrial foi iniciada pela Inglaterra
mas, rapidamente se expandiu por todo o globo até
ao inicio da 2°guerra mundial.
1.1.2 OS TRANSPORTES
 No primeiro terço do século XIX, de início na Grã-
Bretanha, deu-se uma revolução nos transportes,
essencialmente pela aplicação da máquina a vapor
tanto nos transportes ferroviários como marítimos.
TRANSPORTES FERROVIÁRIOS
 Nos transportes ferroviários, a partir de 1814,
com a invenção da locomotiva a vapor (por
Stephenson), o caminho-de-ferro divulgou-se de tal
forma que rapidamente se estendeu por toda a
Grã-Bretanha.
 Progressivamente, foi introduzido nos outros
continentes.
 A construção de pontes, viadutos e túneis permitiu
equipar a Europa com milhares de quilómetros de
rede ferroviária.
 O comboio foi, de início, criticado por uns e
apoiado por outros.
TRANSPORTES MARÍTIMOS
 Nos transportes marítimos e fluviais verificou-se
a mesma evolução , sendo os grandes veleiros –
clipeers - substituídos gradualmente pela
navegação a vapor – steamers. Na segunda
metade do século XIX, construíram-se grandes
navios com casco de ferro que passaram a ser
utilizados para o transporte de mercadorias.
Formaram-se companhias de navegação com
navios cada vez mais potentes e seguros. O
desenvolvimento dos transportes marítimos
originou a abertura de canais.
1.1.3. FORMAÇÃO DOS MERCADOS NACIONAIS E
ACELERAÇÃO DAS TROCAS INTERCONTINENTAIS
 O alargamento das redes de transporte permitiu a
deslocação mais rápida, a um custo menor e para
distancia maior, de pessoas e de mercadorias. Isto
favoreceu o desenvolvimento do comércio, abastecendo
as zonas do interior, mas também escoar os seus
produtos para o litoral. Com isto alargaram-se assim, os
mercados nacionais.
 As ligações entre todos os continentes favoreceram o
crescimento do comércio mundial. Os países
industrializados podiam agora, mais facilmente, ir
buscar grandes quantidades de matérias-primas, aos
continentes Africanos e Asiáticos, como também fazer
chegar os seus produtos a todas as partes do Mundo.
1.1.4. NOVAS FONTES DE ENERGIA E NOVAS
INDÚSTRIAS; MODIFICAÇÕES DO QUOTIDIANO
 força do vapor começou a ser substituída nos finais
do século XIX, por duas novas fontes de energia:
 Eletricidade- que revolucionou a iluminação de
cidades juntamente com a invenção da lâmpada
eléctrica. Assim, nas centrais termoeléctricas e
hidroelétricas, foi permitido produzir grandes
quantidades de eletricidade.
 Petróleo e os seus derivados- que deram uma
base para uma revolução nos transportes. Deste
modo, o motor elétrico e o motor de explosão,
ocuparam o lugar da maquina a vapor.
 Com o desenvolvimento de novas fontes de
energia deu-se o desenvolvimento de novas
indústrias:
 química
 meios de comunicação
 metalurgia
 Estas novas energias e equipamentos, permitiram
uma maior produção de bens de consumo, dando-
se uma nova etapa chamada de Segunda
Revolução Industrial.
MODIFICAÇÕES NO QUOTIDIANO.
 O dia-a-dia das pessoas foi alterado assim que se
deu uma revolução industrial, pois com esta,
surgiram novos hábitos, necessidades e
comodidades- elevador, fogão, aspirador- o que
tornou a vida das pessoas mais fácil, tendo agora
uma quantidade alargada de objetos à sua
disposição.
 Os armazéns onde tudo se vendia foi outra das
muitas inovações. Foram também criadas novas
formas de lazer como passeios de automóveis e
cinematógrafo.
Armazéns
Cinematógrafo
1.1.5. O LIBERALISMO ECONÓMICO: A AFIRMAÇÃO
DO CAPITALISMO FINANCEIRO
 A revolução industrial foi possível graças à
existência de capital, mão-de-obra e de uma
economia mais liberta do controlo do Estado,
liberalismo económico. Segundo esta teoria
deveria existir inteira liberdade de produção,
circulação de produtos, de preços e salários.
 A pratica do liberalismo trouxe um maior
crescimento económico mas também provocou
grandes desequilíbrios na economia. A lei da oferta
e da procura passou a aplicar-se não só ao preço
dos produtos mas também aos salários dos
trabalhadores.
A AFIRMAÇÃO DO CAPITALISMO FINANCEIRO
 Para promover o desenvolvimento industrial,
reforçaram-se e cresceram as instituições e as
formas de financiamento:
 Sociedade por ações, grandes empresas
formavam-se como sociedades anónimas;
Bancos, cresceram os bancos de
investimento que financiavam grandes
investimentos industriais.
 O capitalismo industrial e financeiro, resultado da
associação dos capitais industriais e bancários,
passou a controlar a economia.
1.2. OS CONTRASTES E ANTAGONISMOS
SOCIAIS
1.2.1. REVOLUÇÃO DEMOGRÁFICA E
CRESCIMENTO URBANO. A EMIGRAÇÃO.
 No século XIX, acentuou-se o crescimento
demográfico que de iniciara no século anterior,
devido principalmente:
 aumento da produção agrícola, que originou
uma melhor alimentação;
 progressos na medicina, com a descoberta
de novas, de novos processos de anestesia
e desinfeção e Raios X;
melhoria dos hábitos de higiene.
CRESCIMENTO URBANO
 Coma Revolução Industrial, as cidades tornaram-
-se centros das atividades dos setores secundário e
terciário.
 Grande número de camponeses, atraídos por
melhores condições de vida, abandonaram os
campos para ir para as cidades – êxodo rural.
A EMIGRAÇÃO
 Neste século surgiu também uma vaga de
emigração europeia para outros continentes, em
especial os EUA.
 Os emigrantes oriundos países mais
industrializados procuravam novas oportunidades
para conseguirem uma vida melhor, visto que na
América abundavam terras por cultivar e matérias-
primas as oportunidades de trabalho eram mais
promissoras.
 Os emigrantes oriundos dos países menos
industrializados sujeitavam-se a qualquer emprego,
já que na sua terra a mao-de-obra rural não fora
absorvida pela industria.
1.2.2. O GÉNERO DE VIDA CITADINO E A
SOCIEDADE BURGUESA
A vida nas cidades
 As cidades foram-se tornando mais populosas mas
também cada vez mais um mundo de contrastes.
 Nas zonas do centro e dos bairros residenciais
abastados, vivia-se com todo o conforto. Enquanto nos
bairros operários, vivia-se em casas degradadas, ruas
sujas e sem comodidades urbanísticas e ambiente
ruidoso e poluído.
 O modo de vida citadino era diferente conforme a
classe social. Os mais ricos tinham acesso mais fácil a
instituições de ensino, educativas, lazer e sociais.
Dividiam o seu dia entre os negócios e lazer.
 Em contrapartida os mais pobres trabalhavam o dia
inteiro e regressavam á noite ao seu bairro pobre e
sujo.
A SOCIEDADE BURGUESA
 A revolução industrial deu á burguesia um papel
determinante.
 Alta burguesia, constituída por grandes capitalistas,
detinha o poder económico e politico, fazendo-se eleger
para os parlamentos ou ocupando cargos no governo.
Defendiam valores tais como: trabalho, competência,
disciplina, poupança, responsabilidade, austeridade
moral e defesa de propriedade e da família.
 Média e pequena burguesia, constituída por
advogados, médicos, engenheiros, jornalistas e oficiais
do exercito, entre outros. Esta classe media foi
ganhando importância politica á medida que o direito ao
voto se foi alargando. Esta classe representava a
opinião publica.
1.2.3. O OPERARIADO INDUSTRIAL: PAUPERISMO E
AGITAÇÃO SOCIAL; O MOVIMENTO SINDICAL; AS
PROPOSTAS SOCIALISTAS
 A revolução industrial provocou o aparecimento e
a consolidação da classe operaria ou proletariado
. Devido á excedente mão-de-obra os operários
viam-se obrigados a aceitar salários baixos,
trabalhando, por vezes, 10horas por dia em
ambientes sujos e ruidosos e sem qualquer direito
a assistência social na velhice ou invalidez.
 Este estado de pobreza operariado - pauperismo-
foi-se agravando, originando um clima de
descontentamento e de agitação social.
O MOVIMENTO SINDICAL
 O descontentamento dos operários perante esta
situação conduziu-os á formação dos primeiros
sindicatos. Após quase um século os trabalhadores
conseguiram alcançar direitos importantes, como:
 Direito á greve;
 Horário de trabalho e um dia se descanso
semanal;
 Subsídios de desemprego, doença, acidente e
velhice;
 Negociação de contratos colectivos de trabalho;
 Regulamentação de trabalho infantil e feminino.
AS PROPOSTAS SOCIALISTAS
 Alguns pensadores como Karl Mark e Friedrich
Engls propuseram a construção de uma nova
sociedade baseada no principio socialista em que o
trabalho devia contribuir para o bem-estar de todos
e não para enriquecer uma minoria.
 O capitalismo daria lugar ao Socialismo e depois
ao Comunismo, ou seja, uma sociedade sem
classes.
 Estas teorias constituíam a base do socialismo
cientifico ou Marxismo.
1.3. OS NOVOS MODELOS CULTURAIS
1.3.1. O TRIUNFO DO CIENTISMO
 Cientismo- é a teoria que defendia a verdade
cientifica como a única forma de conhecimento
válido.
 A segunda metade do século XIX (19) foi marcada
nos países industrializados, por uma confiança no
desenvolvimento científico como fator de
progresso. Acreditava-se que só a ciência podia
contribuir para um conhecimento rigoroso dos
fenómenos da natureza e do próprio homem.
As aplicações técnicas e as investigações laboratoriais
descobertas proporcionaram grandes avanços
científicos:
 Física-descoberta do raio X
 -descoberta da radioatividade
 Química-novos produto para a agricultura
 Biologia-descoberta dos vírus da tuberculose, da
cólera e ainda o tratamento de várias doenças
Também alargaram o seu conhecimento na área das
Ciências Sociais e Humanas, e passaram a aplicar
métodos rigorosos de investigação, visto que facilitavam
um maior conhecimento do homem.
1.3.2. O ROMANCE REALISTA: A CRITICA À
SOCIEDADE BURGUESA
O século XIX (19) foi marcado por dois movimentos
literários e artísticos- o Romantismo e o Realismo.
O Romantismo defendia a tradição, os valores
conservados de uma geração para outra, a
exaltação dos sentimentos e das emoções fortes.
Valorizava a liberdade criativa apelando a
imaginação e à fantasia.
Em relação ao Romantismo destacaram-se:
 Beethoven e Chopin-Musica
 Tomás da Anunciação e Turner-
Pintura
 Almeida Garrett e Byron-Literatura
Pelo contrário os defensores do Realismo,
procuravam descrever a realidade tal e qual como
ela era, criticando os costumes das classes
privilegiadas procurando mostrar a miséria e as
injustiças das classes sociais médias baixas.
Em relação ao Realismo destacaram-se:
 Charles Dickens e Eça de Queirós-Literatura
 Silva Porto e Daumier-Pintura
1.3.3. A ARQUITECTURA DO FERRO
 Com o desenvolvimento das cidades e as questões
urbanísticas criaram problemas que pediam respostas
aficasses tais como cobertura de grandes superfícies
grandes alojamentos em pequenos espaços ou o
traçado dos caminhos de ferro.
 Assim com a revolução industrial
surgiram novos materiais
como o ferro e o vidro, permitindo construção de
estruturas solidas e mais leves, e o vidro usado como
revestimento permitia a entrada de luz natural. Surge
assim uma nova arquitetura de estruturas metálicas e
de caracter utilitário. A era industrial foi marcada por:
estações ferroviárias, pavilhões de exposições,
mercados, grandes armazéns e pontes.
CURIOSIDADE :TORRE EIFFEL
A Torre Eiffel foi construída para a exposição Universal
de Paris, de 1889.O seu criador foi Gustav Eiffel a sua
altura de origem era de cerca de 312m.
1.3.4. O IMPRESSIONISMO
Na segunda metade do seculo XIX (19), em França, apareceu na pintura
uma nova expressão artística- O Impressionismo. Desenvolveu uma
nova visão da natureza utilizando pinceladas soltas. Geralmente as
telas eram pintadas ao ar livre para que o pintor pudesse capturar
melhor as nuances da luz e da natureza, os impressionistas pintavam
as suas telas com os reflexos e efeitos que a luz do sol produz nas
cores da natureza. A fonte das cores estava nos raios do sol. Uma
mudança no ângulo destes raios implica na alteração de cores e tons.
Os temas mais retratados eram o quotidiano da pequena media
burguesia, tal como os seus passeios e piqueniques, os espetáculos e
os cabarets.
Em Portugal esta corrente não teve muita
influencia, tendo apenas
sido Henrique Pousão e José
Malhoa os pintores que dela
se aproximaram.
2. O CASO PORTUGUÊS
2.1. O ATRASO DA AGRICULTURA PORTUGUESA. AS
TRANSFORMAÇÕES NA AGRICULTURA
DOC.2 pag.64 (do manual):
“Faz dó percorrer as campinas do Minho quando os agrícolas
são mais intensivos: vê-se uma agricultura bárbara (...). Não se
dão às terras as larvas prescritas pela ciência; os adubos são
maus (...) e são empregados em menor quantidade do que
requer uma cultura intensiva; o afolhamento é ao acaso,
ignorando-se que é da conveniente ordem das culturas que em
grande parte depende a sua boa produção; os adubos minerais
aplicados como corretivos são desconhecidos (...). uma série de
práticas insustentáveis, um geral esbanjamento agrícola, que
arrasta os rendeiros à miséria! Cruel ignorância, que consome
vidas a cavar a terra ingrata e que deixa os cultivadores a
mendigar no fim da vida o pão de cada dia”. Mota Prego
“Revista de Guimarães” in Ramalho Ortigão, As Farpas:
Crónicas Mensal da Política, das Letras e dos Costumes, 1877
(adaptado).
RAZÕES PARA UMA AGRICULTURA POUCO
DESENVOLVIDA, EM PORTUGAL:
 Continuavam a existir propriedades indivisas-
morgadios;
 Existia ainda muitos baldios, que poderiam ser
aproveitados para a plantação;
 Continuava-se a utilizar técnicas e utensílios
rudimentares;
 O uso insuficiente de fertilizantes;
 Devido à concorrência de produtos estrangeiros, à
falta de uma boa rede de comunicações e de
transportes existia assim, dificuldades de
escoamento da produção.
AS TRANSFORMAÇÕES NA AGRICULTURA
 Devido a este atraso agrícola, alguns governantes,
adotaram novas medidas para estabelecer uma
nova ordem económica, tentando modernizar a
agricultura.
 A agricultura portuguesa, sofreu, deste modo um
desenvolvimento na agricultura.
Porém, em Portugal ainda não estava a acontecer
uma verdadeira revolução agrícola.
2.2. AS TENTATIVAS DE MODERNIZAÇÃO
2.3. ALTERAÇÕES NA ESTRUTURA SOCIAL
Produção para
consumo próprio.
Sucessivas crises
agrícolas.
Fraca produtividade da
economia portuguesa.
Agravando-se devido:
Fim dos baldios
que tinham uso
para pastagens
comuns.
Compra de terras
aos pequenos
proprietários pela
burguesia.
Concorrência de
produtos
estrangeiros.
Propagação de
epidemias que
atacaram as
vinhas em todo o
País.
Muitos agricultores foram forçados a vender as
suas terras e irem viver para novos locais
procurando melhores condições de vida.
CONCLUSÃO
BIBLIOGRAFIA
 Manual “Novo história 8” Texto editores
 www.google.pt

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A civilização industrial no século XIX

  • 1. A CIVILIZAÇÃO INDUSTRIAL NO SÉCULO XIX Trabalho realizado por: Beatriz Cunha Nº7 Jéssica Silva Nº16 Juliana Cunha Nº20
  • 2. ÍNDICE 1. O mundo industrializado no século XIX 1.1. A expansão da revolução industrial 1.2. Os contrastes e antagonismos sociais 1.3. Os novos modelos culturais 2. O caso Português
  • 3. INTRODUÇÃO  Este trabalho foi realizado no âmbito da disciplina de História.  Neste trabalho vamos abordar o tema “A civilização industrial no século XIX”.
  • 4. 1. O MUNDO INDUSTRIALIZADO NO SÉCULO XIX
  • 5. 1.1. A EXPANSÃO DA REVOLUÇÃO INDUSTRIAL
  • 6. 1.1.1 A HEGEMONIA INGLESA E AS NOVAS POTÊNCIAS INDUSTRIALIZADAS  A Grã-Bretanha foi, até cerca do século XIX, o berço da revolução industrial e deste modo manteu a sua hegemonia econômica e técnica  Grã-Bretanha exportava para todos os outros continentes: -bens de consumo -equipamentos -tecnologia e capital para investimento em infra- estruturas  Deste modo, a Inglaterra foi o principal abastecedor do Mundo.
  • 7. AS NOVAS POTÊNCIAS INDUSTRIALIZADAS. Aos poucos, todos os outros países iniciaram a sua industrialização. Entre todos, destacaram-se:  França- que no fim das guerras napoleónicas, investiu na construção de caminhos de ferro, o que aumentou a circulação de produtos e a criação de um mercado nacional. As primeiras indústrias foram a têxtil e a metalúrgica.  Alemanha- desenvolveu a indústria têxtil e a metalúrgica.  Estados Unidos da América- a abundancia de mão-de-obra (devido aos emigrantes europeus), à riqueza do subsolo, à fertilidade dos campos, ao desenvolvimento dos transportes e à aplicação de inventos técnicos, tudo proporcionou o aumento da produtividade e investimentos nos ramos da indústria.  Japão- marcaram-se pela produção têxtil e a indústria metalúrgica. O estado financiou empresas, adquirindo equipamentos e contratou técnicos e estrangeiros.
  • 8.  A revolução industrial foi iniciada pela Inglaterra mas, rapidamente se expandiu por todo o globo até ao inicio da 2°guerra mundial.
  • 9. 1.1.2 OS TRANSPORTES  No primeiro terço do século XIX, de início na Grã- Bretanha, deu-se uma revolução nos transportes, essencialmente pela aplicação da máquina a vapor tanto nos transportes ferroviários como marítimos.
  • 10. TRANSPORTES FERROVIÁRIOS  Nos transportes ferroviários, a partir de 1814, com a invenção da locomotiva a vapor (por Stephenson), o caminho-de-ferro divulgou-se de tal forma que rapidamente se estendeu por toda a Grã-Bretanha.  Progressivamente, foi introduzido nos outros continentes.  A construção de pontes, viadutos e túneis permitiu equipar a Europa com milhares de quilómetros de rede ferroviária.  O comboio foi, de início, criticado por uns e apoiado por outros.
  • 11. TRANSPORTES MARÍTIMOS  Nos transportes marítimos e fluviais verificou-se a mesma evolução , sendo os grandes veleiros – clipeers - substituídos gradualmente pela navegação a vapor – steamers. Na segunda metade do século XIX, construíram-se grandes navios com casco de ferro que passaram a ser utilizados para o transporte de mercadorias. Formaram-se companhias de navegação com navios cada vez mais potentes e seguros. O desenvolvimento dos transportes marítimos originou a abertura de canais.
  • 12. 1.1.3. FORMAÇÃO DOS MERCADOS NACIONAIS E ACELERAÇÃO DAS TROCAS INTERCONTINENTAIS  O alargamento das redes de transporte permitiu a deslocação mais rápida, a um custo menor e para distancia maior, de pessoas e de mercadorias. Isto favoreceu o desenvolvimento do comércio, abastecendo as zonas do interior, mas também escoar os seus produtos para o litoral. Com isto alargaram-se assim, os mercados nacionais.  As ligações entre todos os continentes favoreceram o crescimento do comércio mundial. Os países industrializados podiam agora, mais facilmente, ir buscar grandes quantidades de matérias-primas, aos continentes Africanos e Asiáticos, como também fazer chegar os seus produtos a todas as partes do Mundo.
  • 13. 1.1.4. NOVAS FONTES DE ENERGIA E NOVAS INDÚSTRIAS; MODIFICAÇÕES DO QUOTIDIANO  força do vapor começou a ser substituída nos finais do século XIX, por duas novas fontes de energia:  Eletricidade- que revolucionou a iluminação de cidades juntamente com a invenção da lâmpada eléctrica. Assim, nas centrais termoeléctricas e hidroelétricas, foi permitido produzir grandes quantidades de eletricidade.  Petróleo e os seus derivados- que deram uma base para uma revolução nos transportes. Deste modo, o motor elétrico e o motor de explosão, ocuparam o lugar da maquina a vapor.
  • 14.  Com o desenvolvimento de novas fontes de energia deu-se o desenvolvimento de novas indústrias:  química  meios de comunicação  metalurgia
  • 15.  Estas novas energias e equipamentos, permitiram uma maior produção de bens de consumo, dando- se uma nova etapa chamada de Segunda Revolução Industrial.
  • 16. MODIFICAÇÕES NO QUOTIDIANO.  O dia-a-dia das pessoas foi alterado assim que se deu uma revolução industrial, pois com esta, surgiram novos hábitos, necessidades e comodidades- elevador, fogão, aspirador- o que tornou a vida das pessoas mais fácil, tendo agora uma quantidade alargada de objetos à sua disposição.  Os armazéns onde tudo se vendia foi outra das muitas inovações. Foram também criadas novas formas de lazer como passeios de automóveis e cinematógrafo.
  • 18. 1.1.5. O LIBERALISMO ECONÓMICO: A AFIRMAÇÃO DO CAPITALISMO FINANCEIRO  A revolução industrial foi possível graças à existência de capital, mão-de-obra e de uma economia mais liberta do controlo do Estado, liberalismo económico. Segundo esta teoria deveria existir inteira liberdade de produção, circulação de produtos, de preços e salários.  A pratica do liberalismo trouxe um maior crescimento económico mas também provocou grandes desequilíbrios na economia. A lei da oferta e da procura passou a aplicar-se não só ao preço dos produtos mas também aos salários dos trabalhadores.
  • 19. A AFIRMAÇÃO DO CAPITALISMO FINANCEIRO  Para promover o desenvolvimento industrial, reforçaram-se e cresceram as instituições e as formas de financiamento:  Sociedade por ações, grandes empresas formavam-se como sociedades anónimas; Bancos, cresceram os bancos de investimento que financiavam grandes investimentos industriais.  O capitalismo industrial e financeiro, resultado da associação dos capitais industriais e bancários, passou a controlar a economia.
  • 20. 1.2. OS CONTRASTES E ANTAGONISMOS SOCIAIS
  • 21. 1.2.1. REVOLUÇÃO DEMOGRÁFICA E CRESCIMENTO URBANO. A EMIGRAÇÃO.  No século XIX, acentuou-se o crescimento demográfico que de iniciara no século anterior, devido principalmente:  aumento da produção agrícola, que originou uma melhor alimentação;  progressos na medicina, com a descoberta de novas, de novos processos de anestesia e desinfeção e Raios X; melhoria dos hábitos de higiene.
  • 22. CRESCIMENTO URBANO  Coma Revolução Industrial, as cidades tornaram- -se centros das atividades dos setores secundário e terciário.  Grande número de camponeses, atraídos por melhores condições de vida, abandonaram os campos para ir para as cidades – êxodo rural.
  • 23. A EMIGRAÇÃO  Neste século surgiu também uma vaga de emigração europeia para outros continentes, em especial os EUA.  Os emigrantes oriundos países mais industrializados procuravam novas oportunidades para conseguirem uma vida melhor, visto que na América abundavam terras por cultivar e matérias- primas as oportunidades de trabalho eram mais promissoras.  Os emigrantes oriundos dos países menos industrializados sujeitavam-se a qualquer emprego, já que na sua terra a mao-de-obra rural não fora absorvida pela industria.
  • 24. 1.2.2. O GÉNERO DE VIDA CITADINO E A SOCIEDADE BURGUESA A vida nas cidades  As cidades foram-se tornando mais populosas mas também cada vez mais um mundo de contrastes.  Nas zonas do centro e dos bairros residenciais abastados, vivia-se com todo o conforto. Enquanto nos bairros operários, vivia-se em casas degradadas, ruas sujas e sem comodidades urbanísticas e ambiente ruidoso e poluído.  O modo de vida citadino era diferente conforme a classe social. Os mais ricos tinham acesso mais fácil a instituições de ensino, educativas, lazer e sociais. Dividiam o seu dia entre os negócios e lazer.  Em contrapartida os mais pobres trabalhavam o dia inteiro e regressavam á noite ao seu bairro pobre e sujo.
  • 25. A SOCIEDADE BURGUESA  A revolução industrial deu á burguesia um papel determinante.  Alta burguesia, constituída por grandes capitalistas, detinha o poder económico e politico, fazendo-se eleger para os parlamentos ou ocupando cargos no governo. Defendiam valores tais como: trabalho, competência, disciplina, poupança, responsabilidade, austeridade moral e defesa de propriedade e da família.  Média e pequena burguesia, constituída por advogados, médicos, engenheiros, jornalistas e oficiais do exercito, entre outros. Esta classe media foi ganhando importância politica á medida que o direito ao voto se foi alargando. Esta classe representava a opinião publica.
  • 26. 1.2.3. O OPERARIADO INDUSTRIAL: PAUPERISMO E AGITAÇÃO SOCIAL; O MOVIMENTO SINDICAL; AS PROPOSTAS SOCIALISTAS  A revolução industrial provocou o aparecimento e a consolidação da classe operaria ou proletariado . Devido á excedente mão-de-obra os operários viam-se obrigados a aceitar salários baixos, trabalhando, por vezes, 10horas por dia em ambientes sujos e ruidosos e sem qualquer direito a assistência social na velhice ou invalidez.  Este estado de pobreza operariado - pauperismo- foi-se agravando, originando um clima de descontentamento e de agitação social.
  • 27. O MOVIMENTO SINDICAL  O descontentamento dos operários perante esta situação conduziu-os á formação dos primeiros sindicatos. Após quase um século os trabalhadores conseguiram alcançar direitos importantes, como:  Direito á greve;  Horário de trabalho e um dia se descanso semanal;  Subsídios de desemprego, doença, acidente e velhice;  Negociação de contratos colectivos de trabalho;  Regulamentação de trabalho infantil e feminino.
  • 28. AS PROPOSTAS SOCIALISTAS  Alguns pensadores como Karl Mark e Friedrich Engls propuseram a construção de uma nova sociedade baseada no principio socialista em que o trabalho devia contribuir para o bem-estar de todos e não para enriquecer uma minoria.  O capitalismo daria lugar ao Socialismo e depois ao Comunismo, ou seja, uma sociedade sem classes.  Estas teorias constituíam a base do socialismo cientifico ou Marxismo.
  • 29. 1.3. OS NOVOS MODELOS CULTURAIS
  • 30. 1.3.1. O TRIUNFO DO CIENTISMO  Cientismo- é a teoria que defendia a verdade cientifica como a única forma de conhecimento válido.  A segunda metade do século XIX (19) foi marcada nos países industrializados, por uma confiança no desenvolvimento científico como fator de progresso. Acreditava-se que só a ciência podia contribuir para um conhecimento rigoroso dos fenómenos da natureza e do próprio homem.
  • 31. As aplicações técnicas e as investigações laboratoriais descobertas proporcionaram grandes avanços científicos:  Física-descoberta do raio X  -descoberta da radioatividade  Química-novos produto para a agricultura  Biologia-descoberta dos vírus da tuberculose, da cólera e ainda o tratamento de várias doenças Também alargaram o seu conhecimento na área das Ciências Sociais e Humanas, e passaram a aplicar métodos rigorosos de investigação, visto que facilitavam um maior conhecimento do homem.
  • 32. 1.3.2. O ROMANCE REALISTA: A CRITICA À SOCIEDADE BURGUESA O século XIX (19) foi marcado por dois movimentos literários e artísticos- o Romantismo e o Realismo. O Romantismo defendia a tradição, os valores conservados de uma geração para outra, a exaltação dos sentimentos e das emoções fortes. Valorizava a liberdade criativa apelando a imaginação e à fantasia. Em relação ao Romantismo destacaram-se:  Beethoven e Chopin-Musica  Tomás da Anunciação e Turner- Pintura  Almeida Garrett e Byron-Literatura
  • 33. Pelo contrário os defensores do Realismo, procuravam descrever a realidade tal e qual como ela era, criticando os costumes das classes privilegiadas procurando mostrar a miséria e as injustiças das classes sociais médias baixas. Em relação ao Realismo destacaram-se:  Charles Dickens e Eça de Queirós-Literatura  Silva Porto e Daumier-Pintura
  • 34. 1.3.3. A ARQUITECTURA DO FERRO  Com o desenvolvimento das cidades e as questões urbanísticas criaram problemas que pediam respostas aficasses tais como cobertura de grandes superfícies grandes alojamentos em pequenos espaços ou o traçado dos caminhos de ferro.  Assim com a revolução industrial surgiram novos materiais como o ferro e o vidro, permitindo construção de estruturas solidas e mais leves, e o vidro usado como revestimento permitia a entrada de luz natural. Surge assim uma nova arquitetura de estruturas metálicas e de caracter utilitário. A era industrial foi marcada por: estações ferroviárias, pavilhões de exposições, mercados, grandes armazéns e pontes.
  • 35. CURIOSIDADE :TORRE EIFFEL A Torre Eiffel foi construída para a exposição Universal de Paris, de 1889.O seu criador foi Gustav Eiffel a sua altura de origem era de cerca de 312m.
  • 36. 1.3.4. O IMPRESSIONISMO Na segunda metade do seculo XIX (19), em França, apareceu na pintura uma nova expressão artística- O Impressionismo. Desenvolveu uma nova visão da natureza utilizando pinceladas soltas. Geralmente as telas eram pintadas ao ar livre para que o pintor pudesse capturar melhor as nuances da luz e da natureza, os impressionistas pintavam as suas telas com os reflexos e efeitos que a luz do sol produz nas cores da natureza. A fonte das cores estava nos raios do sol. Uma mudança no ângulo destes raios implica na alteração de cores e tons. Os temas mais retratados eram o quotidiano da pequena media burguesia, tal como os seus passeios e piqueniques, os espetáculos e os cabarets. Em Portugal esta corrente não teve muita influencia, tendo apenas sido Henrique Pousão e José Malhoa os pintores que dela se aproximaram.
  • 37. 2. O CASO PORTUGUÊS
  • 38. 2.1. O ATRASO DA AGRICULTURA PORTUGUESA. AS TRANSFORMAÇÕES NA AGRICULTURA DOC.2 pag.64 (do manual): “Faz dó percorrer as campinas do Minho quando os agrícolas são mais intensivos: vê-se uma agricultura bárbara (...). Não se dão às terras as larvas prescritas pela ciência; os adubos são maus (...) e são empregados em menor quantidade do que requer uma cultura intensiva; o afolhamento é ao acaso, ignorando-se que é da conveniente ordem das culturas que em grande parte depende a sua boa produção; os adubos minerais aplicados como corretivos são desconhecidos (...). uma série de práticas insustentáveis, um geral esbanjamento agrícola, que arrasta os rendeiros à miséria! Cruel ignorância, que consome vidas a cavar a terra ingrata e que deixa os cultivadores a mendigar no fim da vida o pão de cada dia”. Mota Prego “Revista de Guimarães” in Ramalho Ortigão, As Farpas: Crónicas Mensal da Política, das Letras e dos Costumes, 1877 (adaptado).
  • 39. RAZÕES PARA UMA AGRICULTURA POUCO DESENVOLVIDA, EM PORTUGAL:  Continuavam a existir propriedades indivisas- morgadios;  Existia ainda muitos baldios, que poderiam ser aproveitados para a plantação;  Continuava-se a utilizar técnicas e utensílios rudimentares;  O uso insuficiente de fertilizantes;  Devido à concorrência de produtos estrangeiros, à falta de uma boa rede de comunicações e de transportes existia assim, dificuldades de escoamento da produção.
  • 40. AS TRANSFORMAÇÕES NA AGRICULTURA  Devido a este atraso agrícola, alguns governantes, adotaram novas medidas para estabelecer uma nova ordem económica, tentando modernizar a agricultura.
  • 41.  A agricultura portuguesa, sofreu, deste modo um desenvolvimento na agricultura. Porém, em Portugal ainda não estava a acontecer uma verdadeira revolução agrícola.
  • 42. 2.2. AS TENTATIVAS DE MODERNIZAÇÃO
  • 43. 2.3. ALTERAÇÕES NA ESTRUTURA SOCIAL Produção para consumo próprio. Sucessivas crises agrícolas. Fraca produtividade da economia portuguesa. Agravando-se devido: Fim dos baldios que tinham uso para pastagens comuns. Compra de terras aos pequenos proprietários pela burguesia. Concorrência de produtos estrangeiros. Propagação de epidemias que atacaram as vinhas em todo o País. Muitos agricultores foram forçados a vender as suas terras e irem viver para novos locais procurando melhores condições de vida.
  • 45. BIBLIOGRAFIA  Manual “Novo história 8” Texto editores  www.google.pt